segunda-feira, 8 de julho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


YUHUI CHOE

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 YUHUI CHOE
UM DIA NA VIDA
DE UMA BALERINA


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BLUE BIRD-Pasde deux


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Com Alexander Campbell

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Papa diz em Lampedusa que a globalização leva à indiferença

O Papa Francisco lançou, esta segunda-feira, na ilha italiana de Lampedusa, uma coroa de flores ao mar, em memória dos imigrantes ilegais que morreram na travessia do Mediterrâneo, e lançou duras críticas à globalização que "leva à indiferença". 
Depois de rezar uns minutos, Francisco lançou uma coroa com flores brancas e amarelas, cores do Vaticano, num barco da Guarda Costeira italiana, pouco antes de atracar no porto de Lampedusa, a 113 quilómetros da costa do norte de África. 

"Rezo por vocês e também pelos que não estão", disse o Papa a várias dezenas de imigrantes no porto de Lampedusa, auxiliado por um tradutor.

"Em vez de ser uma avenida de esperança tornou-se num caminho de morte, para os imigrantes", sublinhou mais tarde o Papa na sua homilia, durante a missa celebrada na ilha de Lampedusa, referindo também que "uma espinha ficou cravada no coração" quando teve conhecimento da morte de sete africanos ao tentar alcançar o território italiano.

"Vivemos em bolhas de sabão"
O Papa afirmou que o homem moderno é "confuso, não está atento ao mundo em que vive, não cuida e não guarda o que Deus criou para nós, nem mesmo para cuidarmos uns dos outros".
"E quando a desorientação assume as dimensões do mundo ocorrem tragédias como estas", acrescentou.
"Hoje ninguém é responsável por isto, perdemos o sentido de responsabilidade fraterna e caímos na hipocrisia, afirmou Francisco.
O bispo de Roma disse que "a cultura de bem-estar leva-nos a acreditar em nós mesmos, torna-nos mais insensíveis ao clamor dos outros, vivemos em bolhas de sabão que são bonitas, mas nada mais, são a ilusão do fútil, do provisório, que leva à indiferença para com os outros, a globalização leva à indiferença".
"Estamos acostumados com o sofrimento dos outros, não nos afeta, não nos importamos, não cabe a nós", disso o Papa, acrescentado que a globalização da indiferença torna-nos todos inarráveis, responsáveis sem nome e sem rosto".

Lampedusa, "porta da Europa"
Francisco apertou as mãos de imigrantes ilegais, muçulmanos e cristãos, que chegaram nos últimos dias em barcos velhos à ilha de Lampedusa, que é também conhecida como "Porta da Europa". 

 O Papa referiu que estava ali para recordar os mortos, para rezar por eles e para mostrar a sua proximidade e que a sociedade de hoje esqueceu-se de chorar e de lamentar pelas pessoas que morreram no Mediterrâneo.
Havia muitas mulheres e crianças entre os imigrantes, que aproveitaram o momento para pedir ajuda à Europa.
"Peçamos ao Senhor que nos dê graça de chorar pela nossa indiferença, pela crueldade do mundo, em nós e nas pessoas que no anonimato tomam decisões socioeconómicas a nível mundial que abrem caminho a dramas como este", concluiu.
"Fugimos do nosso país por razões políticas e económicas", disse um jovem imigrante ilegal que entregou uma carta ao Papa.
O barco atracou no porto Punta Favarolo, onde um grupo pequeno de autoridades locais esperava pela chegada de Francisco.
O Papa celebrará hoje outra missa no campo desportivo Arena, na localidade de Salina, onde de manhã se encontravam vários milhares de pessoas.
O altar foi construído com um dos barcos usados por imigrantes e o cálice foi esculpido por um artista de Lampedusa.
O bispo de Roma chegou à ilha pouco antes das 09.00 horas locais (07.00 horas em Portugal continental), numa viagem que tem como objetivo mostrar ao mundo o drama da imigração.
Ainda antes da sua chegada, ao início da manhã, uma embarcação com cerca de 166 imigrantes ilegais foi intercetada pela Guarda Costeira.
Os 166 imigrantes foram conduzidos para um centro de acolhimento, onde outros 150 esperam ser enviados para outras cidades, sabendo-se que a maioria será repatriada.

* Este papa não é de cá, não tarda muito e tem a cabeça a prémio!

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 CASAMENTO

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Schäuble "descansado" com acordo em Portugal e nomeação de nova homóloga

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, saudou hoje, em Bruxelas, o acordo político alcançado em Portugal e mostrou-se confiante que a resolução da crise de governação vai permitir ao país continuar "no caminho de sucesso".

"Como todos sabemos, a crise em Portugal foi ultrapassada. São crises de governação que acontecem de vez em quando nos estados-membros, e que obrigam os responsáveis a sentarem-se em torno da mesa para resolver a questão", afirmou Schäuble aos jornalistas, à entrada para a reunião de ministros das Finanças da zona euro (Eurogrupo), na capital belga.

O governante alemão lembrou que "ao longo dos últimos anos" Portugal tem-se "destacado pela sua estabilidade" e como tal disse estar "razoavelmente descansado".

Em relação à escolha de Maria Luís Albuquerque, até agora secretária de Estado do Tesouro, para o cargo de ministra das Finanças, o governante alemão lembrou que Albuquerque é "conhecida por todos" no Eurogrupo e que a sua nomeação "não significa qualquer mudança" de rumo.

"Conhecemo-la todos muito bem e no que importa não significa qualquer mudança, pelo que estou razoavelmente descansado. Portugal vai continuar no caminho de sucesso", afirmou.

Sobre a saída de Vitor Gaspar, o governante alemão afirmou que mantinha "um relacionamento de confiança muito estreito" com o ex-ministro.

"Nesse tipo de relações estreitas o que acontece é que nem sempre ficamos totalmente surpreendidos", afirmou.

"Mesmo assim tive muita pena", acrescentou Schäuble, salientando que Vitor Gaspar foi "um excelente ministro das Finanças e colega" e decisivo para colocar Portugal no caminho da recuperação económica.

"Ele decidiu sair pelas razões que invocou e é natural que isso tenha provocado algumas discussões em Portugal. Mas também não surpreende, quando um ministro tão eficaz e capaz decide sair", sustentou.

O líder do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou, no sábado, um entendimento político com o CDS-PP liderado por Paulo Portas, proposto para vice-primeiro-ministro com a responsabilidade da coordenação económica, reforma do Estado e ligação à 'troika', que, assim, se mantém no executivo.

Portugal estará representado na reunião de hoje do Eurogrupo pela nova ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque.

No encontro, com início agendado para as 15:00 locais (14:00 de Lisboa), Maria Luís Albuquerque - cuja nomeação motivou o pedido de demissão de Paulo Portas de ministro dos Negócios Estrangeiros, mas que foi uma escolha elogiada a nível europeu - deverá colocar os seus homólogos a par a situação portuguesa, naquela que será a sua "estreia" nos "palcos" europeus como titular da pasta das Finanças.

*  É preocupante este regozijo germanófilo fruto do protectorado a que estamos sujeitos. 
Temos uma ministra das finanças a quem a rua já trata de "swap girl", isto é bom???

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1 - HISTÓRIA DAS DROGAS


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HOJE NO 
  "DESTAK"

Consumo de eletricidade bateu máximos históricos no fim de semana passado

 O consumo de eletricidade disparou no fim de semana passado, tendo alcançado máximos históricos para a época, acompanhando as temperaturas elevadas que se registaram em Portugal, segundo os dados da REN. 


Segundo os dados relativos ao primeiro fim de semana de julho, o consumo de energia elétrica atingiu novos máximos históricos em fim de semana de verão, com consumos no sábado e domingo de 135 Gigawatts/hora (GW/h) e de 127 GWh, respetivamente. 

Face ao último fim de semana de junho (29 e 30 de junho), que já registou temperaturas muito acima do normal, o consumo de eletricidade aumentou 7% e face ao anterior, com temperaturas normais, subiu 17%.

* Portugal é uma grande ventoínha

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FERNANDA CÂNCIO

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Porcaria 
na ventoinha

Dava tanto mais jeito, hoje, escrever sobre o Egito. Tanta coisa para dizer, tanta reflexão para fazer, sobre o derrube, pelo Exército, de um presidente que resultou das eleições democráticas pós-revolução de fevereiro de 2011, num golpe que, incrivelmente, tem o apoio da mesma rua moderna e laica que iniciou há dois anos e meio o movimento para destituir o poder militar. Um derrube pelas armas de um Governo eleito democraticamente saudado em nome da democracia? É muito paradoxo junto. Mas é também uma coisa grandiosa, épica, para filmes de Eisenstein, com doses prodigiosas de risco, coragem e esperança. Em contrapartida, aqui a coisa está ao nível dos Malucos do Riso.

Uns tristes malucos do riso, de resto, porque o que isto suscita mesmo é tristeza e desalento. A tristeza de ver Portugal ir pelo buraco e o desalento de não saber como o evitar nem ver quem, podendo, o faça. Um Presidente reduzido a bobo palaciano, que dá posse ao que aparece mesmo quando toda a gente sabe que está a acolher uma farsa, e considera que tudo é melhor que eleições - inclusive isto. Um primeiro-ministro que no seu ricto de boca fina e olhar esvaziado se julga um predestinado, decidido a, mesmo abandonado e traído pelo seu sagrado piloto Gaspar, amarrar-se sozinho ao leme do barco para o levar, pelo mapa abjurado por aquele, ao naufrágio final. Um presidente do segundo partido da coligação que se demite com estrondo, anunciando a irrevogabilidade da decisão e explicitando ser incapaz de conviver mais com aquilo que descreve como total desconsideração, sendo a seguir mandatado pelo seu partido para se entender com quem, publicamente, lhe chamou duas vezes mentiroso (no episódio da TSU e neste da nomeação da nova ministra das Finanças). Um líder do principal partido da oposição percecionado como tão fraco e incapaz que não permite a projeção de esperança que levantaria o País. E dois outros partidos dos quais ninguém espera qualquer solução.

Sim: somos neste momento um país acabrunhado. Um país que aprendeu à sua custa o que dá acreditar que qualquer coisa é melhor do que o que está. Um país que saiu duas vezes à rua para se fazer ouvir e percebeu que lida com surdos. Um país que vê o défice com o freio nos dentes (10,6% no primeiro trimestre), o desemprego previsto (pelo Governo) de 19% para o fim do ano - este ano que nos garantiram ser o da retoma, depois de ter garantido o mesmo de 2012 -, a dívida a 127,3% do PIB, os juros quase nos 8% e a recessão estimada (por Gaspar; INE prevê pior) em 2,3% e não pode deixar de perguntar porque é que se muito menos era em 2011 apelidado de "bancarrota" isto é, na boca de banqueiros e troika, "sucesso" e "bom caminho", que não pode ser "deitado a perder". Um país que tem todos os motivos para concluir, como os egípcios que anteontem saudaram a queda de Morsi, que às vezes a democracia dá nós que ninguém sabe como desatar.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
05/07/13

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HOJE NO
"i"

Ministra das Finanças acredita em bom trabalho “lado a lado” com Portas

"Não, de todo, não enfraquece a posição de nenhum de nós. Aliás, dois a trabalhar lado a lado, no mesmo sentido, fortalece posições, não enfraquece", disse 

A ministra das Finanças disse hoje, em Bruxelas, que o relacionamento do Governo com a 'troika' será gerido "lado a lado" com Paulo Portas, afirmando-se convicta de que, sendo ambos "pessoas responsáveis", saberão defender o interesse nacional.

Falando no final da primeira reunião do Eurogrupo no qual participou como titular da pasta das Finanças, Maria Luís Albuquerque, questionada sobre o seu futuro relacionamento com Paulo Portas - proposto para vice-primeiro-ministro responsável pelo relacionamento com a 'troika', depois de se ter demitido do cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros por discordar da escolha da nova ministra das Finanças -, disse que haverá um "trabalho conjunto", que acredita que não a enfraquece.

"Não, de todo, não enfraquece a posição de nenhum de nós. Aliás, dois a trabalhar lado a lado, no mesmo sentido, fortalece posições, não enfraquece. E saberemos, com certeza, sendo pessoas responsáveis, ter uma forma de trabalho que defenda o interesse nacional e conseguir os melhores resultados nesta nova fase do trabalho", disse.

* Será que Maria Luís Albuquerque, que muita gente reputa de inteligente, acredita no que afirmou, Portas é uma pessoa, e responsável??? 

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1. VIAJANTES DO TEMPO

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ALIENÍGENAS DO PASSADO

1. VIAJANTES DO TEMPO



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 HOJE NO
"A BOLA"

«Rui Costa está bem, com ânimo»,
 diz diretor da Movistar

A gozar um dia de descanso depois da passagem pelos Pirenéus, Rui Costa ocupa honrosa 10.ª posição na classificação geral da Volta a França. Mas o diretor desportivo acredita que o português ainda poderá subir.
«O Rui está num bom nível. Já o demonstrou na Suíça e agora também tem estado bem. Não teve muita sorte com a queda, que apesar de não ter sido grave afeta sempre. De qualquer forma, tem estado bem nas etapas e está numa boa posição. Penso que na quarta-feira pode situar-se também numa posição melhor, pois costuma estar bem no contrarrelógio», afirmou José-Luis Jaimerena, em declarações prestadas à Antena 1.

«Ele está bem, com ânimo e tudo depende das circunstâncias das etapas», prosseguiu o responsável da Movistar, explicando ainda: «Todos sabemos que o Valverde é o líder da equipa, mas nunca iremos descurar as outras soluções, como Quitana ou Rui Costa, que podem favorecer a equipa.».

* Merece sucesso pelas suas grandes capacidades de trabalho. 

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TROVANTE

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TROVANTE


SER POETA


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  ONTEM NO

"PÚBLICO"

Pelo menos 22 mulheres foram mortas desde o início do ano

Observatório de Mulheres Assassinadas vê com preocupação notícias de 20 casos de violência de género apenas no primeiro semestre. Neste fim-de-semana, duas mulheres foram mortas pelos respectivos maridos.

Amélia e Alzira foram as últimas a entrar na lista do Observatório de Mulheres Assassinadas. Terão sucumbido sábado à fúria dos maridos. Neste ano, pelo menos 22 mulheres foram notícia por terem sido mortas por um homem com quem mantinham ou tinham mantido uma relação íntima. Tal como em 2012, o número deste tipo de homicídios ameaça este ano ser elevado.

No início da tarde de sábado, em Alhos Vedros, na Moita, terá sido atacada Amélia: a mulher, de 49 anos, terá sido esfaqueda pelo marido, de 60 anos. Convencido de que a deixara morta em casa, ele terá ido a um café contar o que acabara de fazer. Ela morreu a caminho do Hospital do Barreiro.
Horas depois, Alzira, nas Caldas da Rainha, terá sido agredida pelo marido: o homem, de 49 anos, ter-lhe-á batido com uma pedra na cabeça e te-la-á asfixiado com um lençol. Morta a mulher, de 42 anos, o agressor terá telefonado para o 122 e aguardado.

Só no primeiro semestre deste ano, o Observatório de Mulheres Assassinadas, um grupo de trabalho da organização feminista UMAR, que passa a imprensa nacional a pente fino em busca de notícias desta natureza, contou 20 casos. Com as duas ocorrências desde fim-de-semana, passa a 22. O número “nada augura de bom”, no entender de Elisabete Brasil, responsável pelo referido grupo. Em 2012, no final do primeiro semestre também contabilizava 20 casos e esse ano acabou por fechar com 40.
“Este é um ano de grande preocupação”, comentou hoje à tarde a jurista, numa curta conversa telefónica. “Os meses de Verão são terríveis.” A experiência mostra-lhe que nos meses de Julho, Agosto e Setembro tende a haver mais crimes de homicídio – tentado ou consumado. São meses de férias, as pessoas têm tendência a passar mais tempo juntas, lembra.

Podem agudizar-se os conflitos dentro dos casais. E as vítimas podem ter maior dificuldade em recorrer a estruturas de apoio. Muitas vezes, o homicídio é antecedido por episódios de violência. Não raras vezes, há registo de denúncias apresentadas às autoridades. E tudo isso, avisa, deve servir de alerta.

O número de mortes tem oscilado muito nos últimos anos. Em 2011, por exemplo, no final de Junho tinham sido noticiadas 11 mortes e o ano terminou com 24. Indo mais atrás: a primeira metade do ano responde por 15 de 43 casos de 2010 e por 12 dos 29 casos de 2009. Daqui se depreende que não há uma evolução contínua, apesar do investimento na prevenção da violência doméstica e na protecção de mulheres e crianças.

Embora não existam estudos sobre os efeitos da crise financeira e económica, “neste contexto torna-se mais difícil que as pessoas saiam das relações complicadas em que estão”, diz João Lázaro, presidente da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. “Mas muitas vezes o medo de destruir o núcleo familiar ou de perder os filhos é superior e as pessoas retraem-se.”

Alzira, a mulher morta nas Caldas da Rainha, estava doente. Estaria a recuperar de um cancro. Passava grande parte dos dias dentro de casa. O marido também lá estava. Estava desempregado. Outrora motorista de pesados, estava agora reduzido a serviços ocasionais de construção civil.

O Relatório Anual de Segurança Interna relativo a 2012 diz que a criminalidade geral baixou 2,3% no ano passado em comparação com 2011, o que equivale a menos 9461 participações feitas às polícias. Um decréscimo significativo registou-se ao nível da criminalidade mais grave e violenta, que baixou 7,8% face a 2011. Apesar disso, em 2012 contabilizaram-se mais 32 homicídios do que no ano anterior, num total de 149. Destes, 37 foram homicídios conjugais, tendo os crimes de violência doméstica registado um decréscimo de 10% em todo o território nacional.

* Uma notícia de ontem sobre uma tragédia diária, a violência doméstica. Os autores dos crimes não podem ser contemplados com penas menores, ou a justiça cairá na rua.
Portugal é um país de brandos costumes, porra????

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NIK VALENDA

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 NIK VALENDA

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo britânico defende pena de 
prisão para banqueiros irresponsáveis

O governo britânico anunciou hoje que vai defender a pena de prisão para os banqueiros que sejam condenados por conduta inapropriada e perigosa, seguindo assim parte das recomendações de um painel de deputados dos dois principais partidos.
A comissão parlamentar das normas bancárias, criada pelo governo de coligação no seguimento do escândalo de manipulação das taxas Libor, no ano passado, publicou as suas conclusões em Junho.

No relatório, intitulado 'Mudando a banca para sempre', mas que também pode ser lido como 'Mudando a banca para o bem', defende-se que os banqueiros mais importantes acusados de irresponsabilidade profissional devem encarar a hipótese de serem presos.

O governo liderado por David Cameron disse hoje que "o comportamento de alguns na indústria dos serviços financeiros prejudicou a reputação de uma indústria que emprega centenas de milhares de pessoas e que é vital para a nossa prosperidade económica", e por isso resolveu apresentar "planos para implementar as principais
recomendações do relatório, incluindo a introdução de uma ofensa criminal para conduta inapropriada por banqueiros".

Na nota, assinada pelo ministro das Finanças e pelo da Economia, também é apoiada a tese que defende a devolução dos bónus aos banqueiros de bancos intervencionados pelo Estado, que têm capital público, e para adiar os futuros bónus por um período de até 10 anos.

A reputação dos bancos britânicos tem sido afectada por sucessivos escândalos nos últimos anos, incluindo a venda de seguros de crédito enganadores e uma controvérsia crescente sobre o papel da banca britânica na escalada de acontecimentos relacionados com a crise financeira global de 2008, nomeadamente no que diz respeito à venda de créditos hipotecários de risco [conhecidos genericamente como subprime] até 2007.

A comissão parlamentar incluiu figuras de outros quadrantes, como o arcebispo de Canterbury, Justin Welby, o líder espiritual da Igreja de Inglaterra.

* Enquanto o povo português "ai aguenta, aguenta!", os ingleses não querem aguentar

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AMOROSAS

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AMOROSAS














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  HOJE NO
 " CORREIO DA MANHÃ"

Mata fome a avó com leite escolar

Criança deixou de beber os pacotes de leite nas aulas para dar à bisavó de 74 anos

O amor de uma bisneta de 10 anos mata a fome a Maria Eduarda Cavaco várias noites. Sem ter o que comer, a idosa de 74 anos costuma jantar os "pacotinhos de leite achocolatado" que a criança "não bebia na escola" e que tem guardados para dar à bisavó.

O relato, em lágrimas, é da própria Maria Eduarda, que não vive com a bisneta na habitação social de Tavira, mas partilha casa com cinco familiares: dois filhos, dois netos e um genro. Estão todos desempregados e quatro são doentes. Não conseguem comprar alimentos, pois a reforma da idosa e a pensão de invalidez de uma filha, Maria Adelina, desaparecem em medicamentos e fraldas para a idosa.

"A Misericórdia dá o almoço, mas não sobra para jantar", explica o filho da idosa, Paulo Sebastião, que sofre de um problema na coluna. A irmã de Paulo, Maria Adelina, é doente oncológica e tem um "fungo nos pulmões", revela esta. A filha de Maria Adelina, Verónica, "luta contra a anorexia". E Maria Eduarda está confinada a uma cadeira de rodas após vários problemas de saúde.

Com "menos de 700 euros das pensões", os rendimentos esvaem-se em tratamentos. É um desgosto não ter o que comer", lamenta Maria Eduarda. Inevitavelmente, acumulam-se dívidas de água e renda. O frigorífico precisa de conserto e não há televisão. Tal como não há quartos para todos. A idosa dorme no sofá e mal sai de casa, que fica num 2º andar. 

* Não somos dados a este tipo de notícias mas esta é demasiado chocante. Avalie-se a desumanidade do governo incapaz de pôr cobro a esta e outras situações semelhantes. 
Não esquecer que os membros do governo e bando de assessores têm cartões de crédito para almoçar.

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BOEING 737 ATERRAGEM

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ATERRAGEM
BOEING 737

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 HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Prémio Grünenthal Dor 2012 
Investigadores das universidades do Minho e do Porto premiados 

 Duas equipas de investigadores das universidades do Minho e do Porto foram contempladas com o Prémio Grünenthal Dor 2012, recebendo cada qual o valor de 7500 euros, anunciou hoje a fundação promotora. 


Segundo a Fundação Grünenthal, o Prémio de Investigação Clínica foi ganho por três investigadores da Universidade do Minho, com um trabalho sobre analgesia de resgate a pacientes que se sujeitaram a uma cirurgia de retirada do útero (histerectomia). 
 Patrícia Pinto, investigadora principal do estudo, sublinhou que esta investigação permitiu concluir que a decisão dos profissionais de saúde em administrar analgésicos de resgate 48 horas após a realização duma histerectomia é influenciada não só pela intensidade de dor pós-cirúrgica reportada pelas pacientes, mas também por outras variáveis clínicas, como o tipo de anestesia a que foram submetidas. Pacientes com quadros prévios de dor crónica e com elevados níveis de medo pré-cirúrgico e de ansiedade pós-cirúrgica apresentam também uma maior probabilidade em receber analgésicos de resgate no período de 48 horas após a cirurgia. 

A analgesia de resgate é aquela que é aplicada quando a original não se mostra suficiente. “No futuro, este estudo poderá contribuir para o desenvolvimento e implementação de programas de formação, dirigidos aos profissionais de saúde que lidam com doentes pós-cirúrgicos, direcionados para a sensibilização dos mesmos em relação à influência potencial que outros fatores, para além da intensidade da dor pós-cirúrgica, podem desempenhar nas suas decisões clínicas”, enfatizou Patrício Pinto. 

O Prémio de Investigação Básica foi atribuído a um grupo de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o trabalho “Hipoalgesia congénita provoca diminuição da ansiedade e melhoria da aprendizagem”. Esta investigação teve como objetivo avaliar as alterações de comportamento que se observam num modelo animal que possui um limiar elevado de perceção dolorosa, que o torna muito semelhante a algumas doenças humanas de insensibilidade dolorosa. “Com esta investigação, descobrimos que uma experiência de vida com reduzidos níveis de dor pode ter efeitos comportamentais benéficos”, explicou Clara Monteiro, investigadora principal do estudo. Acrescentou que, no futuro, o estudo poderá contribuir para a melhor compreensão dos efeitos das patologias dolorosas sobre o equilíbrio funcional do cérebro. 

Criado pela Fundação Grünenthal em 1999, este prémio tem o valor de 15 mil euros, distribuídos de forma igual pela investigação clínica e pela investigação básica. É o mais elevado prémio atribuído anualmente em Portugal, no âmbito da investigação em dor. 

A Fundação Grünenthal é uma entidade sem fins lucrativos que tem por fim primordial a investigação e a cultura científica na área das ciências médicas, com particular dedicação ao âmbito da dor e respetivo tratamento.

* Mais uma vez a inteligência lusa a demonstrar do que é capaz!

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24. APELO AO CONSUMO

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24.APELO

AO CONSUMO

















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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Governo garante 
Portugal vai continuar a receber 
bacalhau sem químicos

A Riberalves, empresa líder no setor do bacalhau, anunciou hoje que discorda da decisão da Comissão Europeia em aprovar a utilização de fosfatos naquele peixe e garantiu que vai manter a aposta no seu fornecimento sem aqueles químicos.
Bruxelas votou a favor de uma proposta que permite a adição de químicos no processo de cura do bacalhau.


"Este procedimento, embora não constitua uma ameaça à saúde pública, é uma ameaça à salga tradicional, feita com os padrões de qualidade e de exigência a que os portugueses se habituaram ao longo da história e que constitui uma marca cultural no nosso país", refere a Riberalves, num comunicado.
"Portugal é o maior consumidor de bacalhau no mundo, com uma média de sete quilos 'per capita', total de 70 mil toneladas por ano", aponta.

A empresa garante que "vai continuar a defender esse processo, nomeadamente na produção de bacalhau demolhado ultracongelado, produto com uma procura crescente".
Assim, "não deixaremos de continuar a apostar no bacalhau sem fosfatos, com o objetivo de defender a qualidade e o sabor tradicional do bacalhau, a que os portugueses se habituaram ao longo dos séculos", refere Ricardo Alves, administrador da Riberalves. 

"Sempre o fizemos, mesmo quando inovámos e nos tornámos referências mundiais na venda do bacalhau demolhado ultracongelado, pronto a consumir. Vamos tentar manter esse caminho", acrescentou.
No início de julho, o Governo disse que a proposta aprovada a nível europeu sobre a introdução de polifosfatos no bacalhau prevê exceções para Portugal e contempla o fornecimento de peixe sem aqueles químicos.

Em comunicado, o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito, explicou que o documento votado pelo Comité Permanente para a Cadeia Alimentar e de Saúde Animal da União Europeia, que contou com o voto favorável de Portugal, "inclui medidas específicas para Portugal".

"Nessas medidas está contemplado o fornecimento à indústria portuguesa de bacalhau sem polifosfatos, a possibilidade de confirmação da presença da mesma, o compromisso da Comissão [Europeia] de durante três anos acompanhar esta questão e, por último, a informação ao consumidor através da rotulagem", referiu o secretário de Estado, no início do mês.

* Não está em causa a afirmação dos responsáveis da Riberalves, alguém acredita na "garantia" do governo? Qual governo?

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CERVEJA

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 CERVEJA


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HOJE NO
"RECORD"

Imprensa britânica pede honras 
de cavaleiro para Murray

A imprensa britânica defende, esta segunda-feira, que Andy Murray, o primeiro britânico a vencer o Grand Slam de Wimbledon 77 anos depois de Fred Perry, deveria ser condecorado cavaleiro.

Cada jornal dedica a primeira página, com fotografias do jogador de 26 anos a erguer o troféu, à vitória em três "sets" frente ao sérvio Novak Djokovic, o líder do "ranking" mundial ATP.

"Sir Andrew, o cavaleiro do Santo Graal. Incrivelmente, como um sonho, de maneira fácil, quase inevitável, Andy Murray, venceu a final de Wimbledon", diz o jornal "The Times", numa manchete em que o jogador beija o troféu.

Na capa é sublinhada a distância de tempo entre a vitória de Fred Perry e a de Murray, lembrando que é o "primeiro britânico" a vencer de calções, em analogia ao período em que Wimbledon apresentava os tenistas de calças.

Também o "Daily Mail" fala em condecoração de cavaleiro para o tenista, segundo na classificação mundial. O jornal especifica que fontes do gabinete do primeiro-ministro britânico, David Cameron, já revelaram que o governo irá apontar o nome do tenista para o comité de honras britânicas, tal como fez com Bradley Wiggins, vencedor do Tour em 2012. O "Daily Mail" também refere que a rainha Isabel II enviou uma mensagem de felicitações a Murray.

Já o "The Sun", o jornal mais vendido na Grã-Bretanha, faz um trocadilho com as palavras: "Born to Wim", num diminutivo de Wimbledon. "Finalmente, depois de 77 anos, 15 primeiros-ministros e três monarcas, um britânico ganha 'Wimbo'", escreve o tabloide. Também o Daily Telegraph sublinha o tempo de espera (77 anos), enquanto o Daily Mirror diz que Murray tem a "história nas suas mãos".

"The Guardian" e "The Independent" optam por um estilo mais sóbrio e um título simples: "Campeão". A final de Wimbledon, o terceiro torneio do Grand Slam, foi seguida por mais de 17 milhões de telespetadores no Reino Unido, anuncio hoje a BBC, chegando a ter um pico de 17,3, um número recorde. Murray venceu Djokovic por 6-4, 7-5 e 6-4. 


* Qualquer dia para se ser cavaleiro em Inglaterra basta comprar uma mula. Parabéns Murray.

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