terça-feira, 2 de julho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 1-BELEZA ATLÉTICA














REBECCA ROMERO

 FRANCESCA PICCININI


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"A BOLA"

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 HOJE NO
"A BOLA"

Bolt nega recurso ao ´doping`: 
«Estou limpo»

As marcas de outro mundo que atinge nas pistas de atletismo podem até suscitar alguma especulação, porém, estão longe de provocar qualquer tipo de melindre em Usain Bolt. Confrontado com os rumores de alegado recurso a substâncias dopantes, o velocista jamaicano diz estar de consciência tranquila.

«Estou limpo, não tenho problema algum em relação a isso. Nenhuma preocupação. Podem fazer-me testes a qualquer hora do dia. Por favor, apenas evitem procurar-me às seis da manhã, como costumam fazer», ironizou o raio, que se encontra em Paris para participar, no próximo sábado, na etapa francesa da Diamond League.
«Só não posso responder em nome dos outros», ressalvou.

* Deseja-se que esteja mesmo limpo, depois do desapontamento Armstrong não precisamos de mais!

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2-O DEGELO

DO GLACIAR

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"PÚBLICO"

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 HOJE NO
"PÚBLICO"

Rede de corrupção cobrava até 
7500 euros por carta de condução

PJ acredita que alguns examinadores vendiam cartas de forma fraudulenta há mais de uma década. Identificadas centenas de "clientes".

A Polícia Judiciária anunciou esta terça-feira a detenção de 24 pessoas suspeitas de integrarem uma rede de corrupção que se dedicava a vender cartas de condução por um valor que variava entre os 2500 e os 7500 euros. 


A PJ acredita que alguns elementos da organização, que operava na Região Norte, se dedicavam a esta actividade há mais de uma década. Isto, porque já foram suspeitos em sucessivos inquéritos-crime, muitos dos quais resultantes de denúncias anónimas, que acabavam arquivados por falta de provas.
Nesta investigação, que começou há mais de um ano, foram identificados “centenas” de condutores que beneficiaram deste esquema de corrupção, uma parte dos quais não reunia os requisitos mínimos para obter a carta, como saber ler e escrever.
“Esta acção foi o culminar de uma investigação desenvolvida na Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real desta polícia, onde vem indiciada a prática reiterada por aqueles suspeitos de crimes de corrupção e de falsificação de documentos e que visou pôr cobro a uma actividade criminosa relacionada com a obtenção de cartas de condução de forma fraudulenta”, lê-se num comunicado da PJ.

Entre os detidos, 21 homens e três mulheres, com idades entre os 38 e os 66 anos, há sócios-gerentes e directores de escolas de condução e examinadores, que vão ser presentes nos próximos dias a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.
A operação, com o nome de código Carta Branca, foi levada a cabo na Região Norte e contou com a participação de investigadores da Directoria do Norte e das unidades de Vila Real e da Guarda que realizaram cerca de meia centena de buscas.

* Dêem mais meios à PJ.

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1-LISBOA, CRÓNICA ANEDÓTICA CINEMA PORTUGUÊS

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1-LISBOA,
CRÓNICA ANEDÓTICA
CINEMA PORTUGUÊS


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«Lisboa, Crónica Anedótica», é um clássico do cinema mudo português. Realizado por Leitão de Barros, o filme estreou-se a 1 de Abril de 1930, no Cinema S. Luíz. O filme retrata uma série de episódios seguidos da vida Lisboeta. 

As várias figuras profissionais do bulício da cidade do ardina, ao polícia, ao militar. Os estudos e o lazer dos alunos. As docas e a faina. Os bairros populares, os monumentos e praças do Comércio e Figueira. O trânsito em Lisboa.
As actividades domingueiras, os desportos, os turistas. Os velhos e as crianças, símbolos do fim e início de um ciclo de vida. 

Para interpretar o filme, Leitão de Barros foi buscar os nomes mais consagrados do teatro português, tais como: Adelina Abranches; Nascimento Fernandes; Chaby Pinheiro; Irene Isidro; Alves da Cunha; Costinha; Vasco Santana; Estêvão Amarante; Beatriz Costa; Erico Braga; Luísa Durão; Ester Leão; Teresa Gomes, entre muitos outros.

FONTE: PAULO ALMEIDA


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"DIÁRIO ECONÓMICO"

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Novas regras para o programa
 de contratação de mil cientistas

As novas regras para recrutar investigadores da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), no âmbito de um programa que pretende contratar mil doutorados até 2016, foram hoje publicadas em Diário da República (DR). 

O Programa Investigador FCT, que começou em 2012, pretende contratar mil cientistas em cinco anos.
No ano passado, por exemplo, concorreram 1175 investigadores, tendo sido seleccionados cerca de 150, que assinaram um contrato de cinco anos para dedicação exclusiva à actividade em Portugal.
O novo regulamento define que o programa se destina a doutorados, nacionais, estrangeiros e apátridas, em qualquer área científica, "detentores de um currículo científico e profissional que ateste capacidade científica adequada para o nível a que concorrem".

As actividades de investigação científica e desenvolvimento tecnológico são desenvolvidas na instituição de acolhimento ao abrigo da celebração de um contrato-programa entre esta e a FCT, estipula ainda o diploma hoje publicado hoje em DR.

O procedimento concursal destina-se a investigadores doutorados considerando três níveis, definidos pelo número de anos após a obtenção do grau e ou, pelo mérito e diferenciação dos percursos científicos dos candidatos e, ainda, pelo grau de independência científica demonstrada.
 Os investigadores escolhidos estão distribuídos em três categorias, à semelhança dos investigadores auxiliares, investigadores principais e investigadores coordenadores.

Apesar do anúncio do programa que pretende contratar mil cientistas, a Associação de Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) continua a contestar as políticas da FCT e a acusar o Governo de promover a "precarização do trabalho científico".

* Reafirmamos a injustiça que é a de haver milhares de investigadores com salários vergonhosos e sem garantias sociais.

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INÊS TEOTÓNIO PEREIRA

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O melhor do mundo

 Dizia Fernando Pessoa que o melhor do mundo são as crianças. Concordo: a concorrência é fraquíssima

As crianças gostam de toda a gente. Ao contrário de nós, que quanto mais crescemos mais selectivos nos tornamos, as crianças são do tipo brasileiro: abrem os braços a toda a gente, fazem um grande espalhafato, e no entanto estão-se literalmente nas tintas para toda a gente, tal como os brasileiros. Elas gostam das pessoas, de nós, mas não gostam ao ponto de sentirem falta, de nos trocarem pela televisão ou pelo computador, de se lembrarem de nós. Não há pessoa no mundo de uma criança - tirando os pais - que consiga conquistar o lugar do computador ou da consola no coração dessa criança.

As crianças, apesar de gostarem de toda a gente - ou seja, de não embirrarem especialmente com ninguém -, de quem elas gostam mesmo é dos pais, delas próprias e de quem lhes oferece coisas ou lhes faz cócegas. Tudo o resto é mais ou menos mato cerrado. As crianças gostam de forma pragmática. Não vêem os corações para além das caras - só vêem caras e estão-se borrifando para os corações. Não desconfiam de alguém que lhes dê um saco de gomas, só desconfiam de quem vai a seguir tratar das cáries. É assim, é injusto, mas é assim. As crianças, e esta é que é a verdade dolorosa, passam bem sem nós e passam lindamente sem as outras crianças. Os pais e elas próprias chegam e sobram para fazer a sua felicidade.

Dizia Fernando Pessoa que o melhor do mundo são as crianças. Concordo: a concorrência é fraquíssima. Mas elas são o melhor do mundo porque não trazem mal ao mundo, não é por fazerem bem ao mundo - porque a verdade é que elas não fazem bem nem mal. Comem, brincam, aprendem, choram e pouco mais. É por aquilo que não fazem, como guerras, cobrar impostos, poluir rios, fabricar bombas nucleares ou cometer crimes, que as crianças devem ser consideradas o melhor que o mundo tem.

Mas nós gostamos das crianças, especialmente das nossas - gostar das crianças dos outros depende de algumas variáveis como sejam os gritos, os choros, as birras, a quantidade de ranho que sai do nariz, etc. -, não porque elas sejam o melhor do mundo, mas porque são queridas. É assim como os animais pequeninos: são todos queridos. E a verdade é que toda a gente gosta de coisas queridas. O critério, ser querido, chega e sobra para se gostar de alguém. Aliás, é o mais justo e isento de todos.
O que faz com que seja proibido não gostar das crianças - pois a verdade é que este tema é muito pouco democrático, gostar das crianças é uma obrigação moral, não temos escolha - é a sua inocência e o nosso sentimento de culpa. Nós, adultos, estamos absolutamente convictos de que se não fossemos nós as crianças podiam ser mais felizes quando crescessem. Mas temos remorsos. Temos remorsos do mundo que lhes deixamos e por isso bajulamos as crianças como forma de lhes pedir desculpa. "Desculpem lá a fome em África, o terrorismo, a poluição, as PPP e desculpem não vos podermos garantir que o mundo não acaba nos próximos anos.

Mas fiquem bem." E a verdade é que apesar de tudo isso elas gostam de nós. Mais: confiam em nós.

IN "i"
29/06/13

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" CORREIO DA MANHÃ"

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 HOJE NO

" CORREIO DA MANHÃ"


Taxas da saúde aumentam 163%

Há mais 1,4 milhões de isentos por insuficiência económica. Não vão ao médico para não faltarem ao trabalho.

De 2011 para 2012 a saúde ficou efetivamente mais cara – houve serviços que tiveram aumentos nas taxas moderadoras na ordem dos 163%. Segundo um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre os efeitos do Novo Regime Jurídico das Taxas Moderadoras, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2012, o Serviço de Atendimento Permanente ou Prolongado (SAP) registou o maior aumento (163%). 


Os utentes, em vez de 3,80 euros, passaram a pagar 10 euros. Na lista dos serviços com subidas acima dos 100% estão também as consultas de Medicina Geral e Familiar (MGF), nas quais os utentes pagam 5 euros em vez de 2,25 (122%).
O mesmo estudo concluiu que aumentou o número de doentes isentos de pagamento de taxas moderadoras por motivos económicos: a 31 de dezembro de 2011 eram 1 500 461 e a 30 de novembro de 2012 atingiam os 2 914 917 (mais 1 414 456 utentes).

São precisamente os doentes isentos que vão menos ao médico. É que apesar da isenção nas consultas estes utentes têm de enfrentar outros custos, como a deslocação, as faltas ao trabalho e "a adesão a eventuais planos de tratamento decorrentes das consultas".
Ainda no registo de menores idas ao médico, conclui o estudo da ERS que os utentes preferem as consultas não presenciais nos centros de saúde. É a diferença entre ir ao consultório e pagar cinco euros e de ficar em casa e pagar três euros.

Além disso, a ERS encontrou erros na aplicação das novas regras de isenção por parte dos hospitais e centros de saúde e às vezes devido à falta de informação dos próprios utentes que fizeram com que doentes isentos tivessem pago pelo acesso a cuidados de saúde no ano passado.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) cobrou, em 2012, 171,4 milhões de euros em taxas, um valor que ficou aquém das metas previstas no memorando da troika, que estabelecia um objetivo de 231,5 milhões de euros.

* Portugueses na miséria...

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VI-TABU


AMÉRICA LATINA


3.Ayahuasca - Santo Daime


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"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

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HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Dinamizar setor automóvel em Portugal 

 O parlamento debate na quarta-feira medidas para dinamizar o setor automóvel em Portugal, sendo que PSD/CDS, PS e PCP querem a suspensão do pagamento do imposto único de circulação para carros que não estão em uso.


A proposta do PSD e do CDS recomenda ao Governo a criação de um programa de incentivos ao abate de carros em fim de vida e de apoios à transformação de veículos para a utilização de GPL. 

Além disso, propõe a redução de custos de contexto relativos ao registo legal de propriedade e possibilidade de suspensão provisória do Imposto Único de Circulação (IUC) durante os períodos de revenda, bem como a racionalização de obrigações ambientais. 

 Também o PS e o PCP recomendam a suspensão do IUC de carros usados que não estejam em circulação durante o período de revenda. O PS quer também que seja encontrada uma solução para o financiamento bancário das pequenas e médias empresas (PME) no setor e uma fiscalização mais eficaz no combate à economia paralela. 

Os deputados socialistas sugerem ainda a simplificação dos processos relativos ao registo da propriedade automóvel, bem como a identificação de linhas de financiamento comunitário para melhorar a produtividade no ramo automóvel. Já o PCP recomenda que o Governo crie um grupo de trabalho para estudar a fiscalidade do setor para "simplificar e racionalizar toda a carga fiscal" que recai sobre a produção, comércio e serviços relacionados. 

 Os deputados comunistas querem ainda a descida do Imposto sobre Veículos (ISV) para os veículos dos segmentos A e B (viaturas de menor cilindrada/preço) e comerciais e que seja elaborado um relatório sobre o comportamento das estruturas públicas, tendo em conta os problemas expostos pelas associações empresariais.

* A carga de impostos  que os portugueses "aguentam" mata a economia.

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MONO BLANCO



EL SIQUISIRI


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DO MÉXICO


" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Dez mil operários esperam 
indemnizações há dez anos

O presidente do Sindicato da Construção de Portugal alertou hoje que cerca de 10 mil trabalhadores de empresas falidas aguardam, há uma década ou mais, o pagamento de 50 milhões de euros referentes a salários em atraso e indemnizações. 

Em declarações aos jornalistas depois de uma reunião com a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, Albano Ribeiro explicou que este foi um dos problemas que levaram o sindicato a solicitar este encontro, e considerou "positiva" a reação da ministra.

Segundo o sindicalista, Paula Teixeira da Cruz terá lembrado que, "a partir de setembro, os juízes vão ter um prazo para resolver os processos", de modo a tentar evitar cenários como este, em que processos de falência se arrastam durante anos em tribunal, prejudicando os trabalhadores, e ter-se-á comprometido a "levar a questão ao Conselho Superior da Magistratura, para que lhe seja dada prioridade".

O sindicato estima que haja, em Portugal, 10 mil trabalhadores da construção que aguardam para receber indemnizações e salários em atraso, como consequência da falência das empresas em que trabalhavam. Alguns dos processos que o sindicato acompanha, disse o sindicalista, duram há 13 anos. A incidência destes casos é maior em Lisboa e no Porto.

Albano Ribeiro considerou que os atrasos decorrem "da falta de condições nos tribunais".
"O Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia, por exemplo, é um tribunal onde não há condições, e é onde existe o maior número de processos em termos territoriais. Ali, os juízes e os funcionários não têm capacidade de tornar os processos mais céleres", exemplificou aos jornalistas.
Paula Teixeira da Cruz, a esta questão, terá assegurado, segundo o sindicalista, que "vai haver uma intervenção de requalificação em muitos tribunais".

Em relação ao Túnel do Marão -- com construção parada há dois anos e cujo contrato de concessão foi rescindido pelo Estado, alegando incumprimento por parte da concessionária, Autoestrada do Marão --, a ministra da Justiça ter-se-á comprometido a contribuir para que haja "mais celeridade" no processo que decorre em tribunal, disse Albano Ribeiro.
A Estradas de Portugal (EP) vai receber todos os bens relacionados com a concessão do Túnel do Marão e passará a gerir a obra. Para a EP passam todos os bens da concessão, desde os troços já construídos e abertos ao tráfego, até aos sublanços que estão por concluir, os projetos, planos, plantas, documentos e direitos de propriedade intelectual.

Na sexta-feira, o presidente da EP, António Ramalho, estimou que será necessário "pelo menos um ano" para que a obra recomece.
A Autoestrada do Marão já está executada em cerca de 70 por cento do projeto. Os sublanços, cuja construção está interrompida, deveriam ter entrado em serviço em novembro de 2012.
Esta autoestrada tinha um custo inicial estimado de 350 milhões de euros, em pico de obra chegou a dar emprego a 1.400 trabalhadores e a envolver cerca de 90 pequenas empresas.

* Uma caldeirada de betão!

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Voando na
Grécia

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Na costa grega há recantos paradísiacos e propícios a muita adrenalina...

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"RECORD"

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HOJE NO

"RECORD"

Vale e Azevedo condenado a 
10 anos de prisão efetiva 

Apropriação de 4 milhões de euros do Benfica

João Vale e Azevedo foi condenado, esta terça-feira, a dez anos de prisão efetiva pelos crimes de apropriação indevida de mais de quatro milhões de euros do Benfica, branqueamento de capitais, abuso de confiança e falsificação de documento.

O coletivo de juízes da 3.ª Vara Criminal de Lisboa, presidido por José Barata, considerou que Vale e Azevedo, presidente do Benfica de finais de 1997 a 2000, teve uma conduta ilícita e beneficiou da falta de "controlo e vigilância" para "apropriar-se ilegitimamente de verbas para seu proveito próprio".

O tribunal sublinhou que Vale e Azevedo agiu "com dolo" e referiu que toda a prova documental ficou provada nas audiências de julgamento. A cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Carregueira (Sintra), Vale e Azevedo esteve ausente na leitura do acórdão, ao abrigo da extradição para Portugal, no âmbito do cúmulo jurídico de 11 anos e meio fixado com as condenações nos processos Ovchinnikov/Euroárea, Dantas da Cunha e Ribafria. 

* JUSTIÇA

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TRÁFICO ESPECIAL


Regressado da Tailândia um cidadão sul africano foi apanhado no aeroporto internacional de O R Tambo, Johannesburg, com alguns crocodilos juvenis e mais 70 pequenos animais na bagagem.



A alfândega da Noruega apanhou um traficante que transportava 14 pitons juvenis e 10 lagrtixas leopardo presas em pequenos sacos suspensos ao redor do corpo.


Uma mulher tentou traficar 51 peixes vivos que trazia debaixo da saia

 Hans Kubus, 58, was foi preso no Christchurch Airport, Nova Zelândia quando tentava contrabandear cerca de 50 lagartos e lagartixas de espécies raras, para vender na Europa.


 Sonny Dong, 46, foi detido no Los Angeles International Airport, quando transportava 14 aves canoras suspensas nas pernas, alguma cantou....


 Um cidadão alemão foi apanhado com 164 "aranhas alçapão" e mais 45 caixas com baratas para as alimentar numafonteira alemã,o traficante trazia os espécimes escondidos no carro. Já em 2007 tinha sido preso quando traficava mil aranhas para as vender a um receptador em Berlim.



 Os raios-X detectaram em Sydney, num voo para Bngkok, 90 pequenos e raros répteisque renderiam no mercado negro cerca de 90 mil libras.


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" JORNAL DE NOTÍCIAS"

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministério Público arquivou processo de Cavaco contra Miguel Sousa Tavares

 O Ministério Público decidiu arquivar o processo do presidente da República, Cavaco Silva, contra Miguel Sousa Tavares, por ofensa à honra.

Admitindo que já foi notificado do arquivamento do processo, Miguel Sousa Tavares recusou, contudo, pronunciar-se sobre a decisão do Ministério Público, avançada esta terça-feira pela Sic Notícias. 


A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um inquérito a Miguel Sousa Tavares, a 23 de maio, na sequência de uma entrevista ao "Jornal de Negócios" na qual o comentador proferiu frases que, na altura, a PGR considerou poderem ser suscetíveis de configurar um crime de ofensa à honra do presidente da República. 

Cavaco Silva havia solitado à PGR a análise das afirmações de Miguel Sousa Tavares à luz do artigo do Código Penal relativo à "ofensa à honra" do chefe de Estado, aludindo que o artigo 328º estabelece que "quem injuriar ou difamar o Presidente da República ou quem constitucionalmente o substituir é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa". 

"Se a injúria ou a difamação forem feitas por meio de palavras proferidas publicamente, de publicação de escrito ou de desenho, ou por qualquer meio técnico de comunicação com o público, o agente é punido com pena de prisão de 6 meses a 3 anos ou com pena de multa não inferior a 60 dias", refere o número dois do mesmo artigo. 

A edição de 23 de maio do "Jornal de Negócios" fazia manchete com uma entrevista ao escritor e comentador, com o título: Beppe Grillo? "Nós já temos um palhaço. Chama-se Cavaco Silva".
Na altura, Miguel Sousa Tavares admitiu ter sido "excessivo" nas palavras e ter cometido um "deslize", alegando que, embora o político Cavaco Silva não lhe mereça qualquer respeito, o mesmo não acontece em relação ao chefe de Estado. 

Acrescentou que a frase foi dita "no contexto de uma entrevista e posta num título garrafal em que toda a gente vê", o que "aumenta o efeito". 

* BOM SENSO!

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DE UM 4º ANDAR


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 Uma menina, provavelmente sózinha em casa empoleira-se na janela e pumba, voa do 4º andar para a rua. Safam-na alguns transeuntes corajosos que unem esforços, fazem uma almofada com os braços e assim não se estatela.
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" JORNAL DE NEGÓCIOS"

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"  

Os episódios que ditaram
 o fim de uma coligação

Uma coligação que arrancou sólida foi-se degradando. A difícil gestão e justificação da austeridade, em conjunto com várias discordâncias em relação a medidas e reformas, levaram Paulo Portas a ir esticando a corda, culminando com a apresentação da sua demissão esta tarde.
O CDS-PP mostrou-se contra a extinção de feriados, defendendo o fim das “pontes”. A posição foi defendida por dois vice-presidentes da bancada dos centristas, Telmo Correia e João Almeida.
Maio de 2012

O primeiro grande momento de ruptura do Governo ocorre em Setembro de 2012, quando Pedro Passos Coelho anunciou a intenção de subir a Taxa Social Única para os trabalhadores, reduzindo-a para as empresas. O líder do CDS-PP mostrou-se contra a medida, apesar de não a ter vetado. “Não a bloqueei porque fiquei inteiramente convencido que isso conduziria a uma crise nas negociações com a missão externa”, afirmou na altura Paulo Portas.
Setembro de 2012

CDS-PP recusou o modelo de privatização da RTP2 que estava a ser proposto, avisando que violava o programa do Governo e o acordo de coligação entre os dois partidos. Segundo o “Sol”, Paulo Portas considera que aceitar esse modelo significaria “abrir um precedente muito complicado”.
Setembro de 2012

Em entrevista, Pedro Passos Coelho refere-se a Vítor Gaspar como o número dois do Governo, o que significa que Paulo Portas seria o número três, uma hierarquia estranha tendo em conta que Portas é o líder do segundo partido da coligação.
Novembro de 2012

O Correio da Manhã noticiou que Paulo Portas se mostrou contra o aumento do IVA no Vinho.
Janeiro de 2013

No final de uma reunião da Comissão Política Nacional do CDS-PP, vários centristas pediram uma remodelação profunda do Governo. Paulo Portas não fez declarações no final da reunião. Diogo Feio e António Pires de Lima foram duas as figuras do CDS que defenderam essa remodelação. Os nomes de que mais se falavam eram Álvaro Santos Pereira e Miguel Relvas.
Março de 2013

Depois de um Conselho de Ministros em que Vítor Gaspar apresentou novos cortes salariais e nas pensões, Paulo Portas, em conjunto com a facção do CDS do Governo e alguns ministros do PSD, criticaram as novas medidas de austeridade. O líder centrista terá mesmo ameaçado romper a coligação, caso não houvesse uma reponderação dessas medidas, noticiou o "i".
Abril de 2013

Paulo Portas não comparece na tomada de posse dos novos ministros e secretários de Estado. Passos disse que "todos os membros do Governo devem estar presentes" nas tomadas de posse. Portas diz ter apresentado uma "razão fundamentada" para nãoe star presente.
Abril de 2013

Dois dias depois de Passos Coelho ter apresentado o conjunto de medidas que iria substituir os artigos considerados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional, Paulo Portas falou ao país, dizendo que recusava completamente uma delas: a contribuição extraordinária sobre os reformados, conhecida como a TSU dos pensionistas. “É a fronteira que não posso deixar passar e é do conhecimento do primeiro-ministro”, afirmou o líder centrista. A medida acabou por deixar de ser obrigatória, mas manteve-se no Memorando de Entendimento. A crise deixou cicatrizes no Governo e na relação com a troika.
Maio de 2013
O CDS-PP e Paulo Portas pediram um comprometimento para descer impostos até ao final da legislatura. Uma hipótese que Passos Coelho recusou garantir, dizendo não saber “se é possível” baixar impostos.
Junho de 2013

Depois de meses de conflito com Vítor Gaspar, o ministro das Finanças acabou por pedir a demissão, referindo dificuldades relacionadas com os dois chumbos do Tribunal Constitucional, a falta de apoio popular ao programa e a falta de coesão dentro do Executivo. A escolha de Pedro Passos Coelho para o substituir não agradou ao CDS. Paulo Portas acabaria por apresentar a demissão 24 horas depois da de Gaspar. “O Primeiro-Ministro entendeu seguir o caminho da mera continuidade no Ministério das Finanças. Respeito mas discordo”, afirmou na sua carta de demissão. “Expressei, atempadamente, este ponto de vista ao Primeiro-Ministro que, ainda assim, confirmou a sua escolha. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível.”
Julho de 2013

* Título para esta telenovela: "Andava a esgraçadinha no gamanço"

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15 - GPS

















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"DESTAK"

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 HOJE NO 
  "DESTAK"

Os riscos das restrições alimentares 

Não há milagres, reforça uma especialista. Riscos dos excessos em nome da perda de peso podem ser elevados para a saúde. 

 Ele já chegou. O calor, leia-se. Tardou, mas as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera confirmam que, pelo menos por enquanto, veio para ficar. E no tempo quente, menos é sinónimo de melhor. É assim no que à roupa diz respeito, mas não tem que ser assim quando toca à alimentação. Para os que já se lançaram em busca de programas de emagrecimento rápidos ou de soluções milagrosas que garantem a perda dos quilos a mais, fica o alerta. Até porque há riscos para a saúde, que podem ser graves. 


«Qualquer restrição alimentar tem um resultado», esclarece a nutricionista Ana Filipa Baião. Mas «não sendo ajustada à pessoa em causa ou representando uma tentativa drástica de perda de peso de forma imediata, essa restrição pode não conduzir ao resultado desejado», acrescenta. E se dúvidas houvesse, fica a certeza que pode prejudicar a saúde, «quer pelo seu caráter temporário, quer pelos efeitos nocivos que um programa sem acompanhamento pode provocar ». 

Para quem se quer tornar mais leve, são várias as alternativas. E muitos mais os conselhos em forma de livro. Damos-lhe a conhgecer alguns, de especialistas nacionais. 

Pensar Perder o Peso que Pesa 
Não há um peso ideal. «As pessoas querem-se, pois, diversas, de acordo com a sua constituição, o seu bem-estar e a sua saúde.» A garantia é dada por Isabel do Carmo, especialista em obesidade e autora de vários estudos e livros, como Pensar Perder o Peso que Pesa, onde faz recomendações, dá dicas para um regime saudável e oferece «deliciosas receitas que emagrecem». Com a chancela da Dom Quixote, o livro explica o que se pode (e deve comer). Tudo em nome de um regime alimentar que se quer saudável. 

Emagreça sem Sarifícios 
 Serão muitos os que acreditam que nada se consegue sem sacrifícios. Mas Alexandre Fernandes, especialista em nutrição, garante que é possível emagrecer sem sacrifícios que é, de resto, o título do seu mais recente livro, publicado pela editora Planeta. Nele fica a saber que pode comer bem sem passar fome, sem gastar muito dinheiro e ganhar saúde em 90 dias. 

As Regras de Ouro 
 Ágata Roquete sugere regras de ouro para perder peso, que devem começar a ser postas em prática antes de arrancar com a dieta. E incluem, por exemplo, arranjar uma companhia para cumprir o regime ou aprender a ler os rótulos dos alimentos, «para não se deixar enganar». As Regras de Ouro são, ao todo, 50, publicadas em forma de livro pel’A Esfera dos Livros, que se fazem acompanhar por igual número de receitas para conseguir perder o tão desejado peso. 

* Quer emagrecer, fecho eclair na boca, vai ver que resulta.

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