quarta-feira, 26 de junho de 2013

UMA GRAÇA PARA OFIM DO DIA

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COMO ESTAMOS
E

   PARA ONDE VAMOS





CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"


Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "COMO ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do Dr. Miguel Frasquilho.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

"UGT solidária" distribui bens
 alimentares na greve geral 

A UGT vai distribuir na quinta-feira, dia da greve geral, bens alimentares a instituições de solidariedade social para ajudar famílias carenciadas, numa ação denominada “UGT solidária”, informou hoje à Lusa o secretário-geral adjunto da central sindical. 


A União Geral dos Trabalhadores solicitou a todas as organizações filiadas para que dessem um contributo financeiro para ajudar as famílias mais necessitadas e para que o dia da greve geral seja também o dia da “UGT Solidária”.
 “A UGT entendeu, através de uma resolução do seu secretariado nacional, aliar à ação da greve uma ação solidária”, revelou Luís Correia, adiantando que foram angariados junto dos principais sindicatos alguns “milhares de euros”.

 Com a verba angariada, a UGT comprou produtos alimentícios básicos, nomeadamente massa, farinha, arroz, leite, enlatados e salsichas, que irão ser distribuídos por quatro instituições: Ninho, Cruz Vermelha Portuguesa, Cáritas e Banco Alimentar Contra a Fome. 

 “Amanhã [quinta-feira] vamos distribuir os alimentos no Ninho e na Cruz Vermelha e no dia 01 de julho no Banco Alimentar Contra a Fome e na Cáritas”, explicou ainda Luís Correia. Sobre as razões que levaram à escolha destas instituições, o sindicalista explicou que são “as que têm algum peso substantivo no apoio solidário que dão às pessoas mais carenciadas”. Como a greve é uma “ação reivindicativa dos principais problemas que afetam os trabalhadores, quisemos aliar essa ação reivindicativa, que é a génese fundamental da greve, a uma ação de solidariedade”, frisou. “Sendo um contributo pequeno mas sincero” esta ação é “uma participação generosa da Central” que pretende, “acima de tudo, minimizar as graves carências que muitas famílias portuguesas sentem no seu quotidiano”, acrescenta a UGT em comunicado.

 O agravamento da austeridade determinou a convocação para quinta-feira da quarta greve geral realizada em Portugal nos últimos dois anos do atual Governo, unindo agora a CGTP e a UGT, à semelhança do protesto de 2011. FUNDAMENTOS "INTEIRAMENTE JUSTOS" O Sindicato dos Funcionários Parlamentares indicou que “não vai aderir formalmente” à greve geral na quinta-feira, podendo os funcionários decidir aderir “individualmente e em consciência” por estarem abrangidos pelo pré-aviso das centrais sindicais. 

 O sindicato considera “inteiramente justos” os fundamentos da greve geral, uma vez que os funcionários parlamentares são atingidos pelas medidas de “contenção e austeridade orçamental” que “agravam drasticamente” as suas condições de vida, segundo comunicado enviado aos funcionários parlamentares. Mas, sendo “um sindicato próprio, autónomo e independente”, cuja missão é defender “intransigentemente as suas carreiras, funções e condições de trabalho”, não irá “aderir formalmente” à greve geral convocada para quinta-feira pela UGT e CGTP, adianta. 

 O presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos explicou que devido às “especiais obrigações e deveres” que recaem sobre os funcionários parlamentares, a adesão à greve deve ser “um último recurso”. Este recurso fará sentido quando estiverem em causa “alterações significativas” às condições de trabalho dos funcionários parlamentares ou “a independência e a soberania da Assembleia da República”, esclareceu Bruno Aquino.

 O dirigente do sindicato ressalvou, no entanto, que os funcionários parlamentares estão abrangidos pelo pré-aviso entregue pela CGTP e pela UGT, pelo que se decidirem aderir à greve falo-ão “individualmente e em consciência”.

* Fica a notícia.

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RENATO


 BALESTRA

PRIMAVERA VERÃO
HAUTE COUTURE
PARIS
2013


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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Senadora fala 10 horas seguidas 
para evitar lei anti-aborto

Para adiar a votação de uma lei anti-aborto no Texas, a senadora democrata Wendy Davis recorreu ao 'filibuster', falando quase onze horas horas seguidas, de pé e sem poder beber ou ir à casa de banho. 

Wendy Davis chegou ao senado, em Austin, no Texas, com uns ténis cor-de-rosa calçados e todos perceberam que ela vinha preparada para uma maratona de "filibuster". A senadora de 50 anos, de Forth Worth, era a última esperança dos democratas para tentar bloquear a legislação que tentava proibir o aborto até às 20 semanas naquele estado norte-americano e obrigar muitas das clínicas a fecharem.

O "filibuster" é um procedimento parlamentar que consiste em prolongar um debate até ao final do prazo legal de modo e evitar uma votação. Para ser bem sucedida, Davis teria de falar sobre a legislação em causa até ao final da sessão, à meia-noite. Não poderia mudar de assunto. Não poderia comer ou beber. Não teria intervalos para ir à casa-de-banho. Não poderia sentar-se nem sequer encostar-se à secretária.

A senadora já tinha feito um "filibuster" uma vez, no qual falou durante quase duas horas. O desafio desta vez era maior. Mas se alguém o conseguiria fazer seria ela. Wendy Davis começou a trabalhar ao 14 anos para ajudar a mãe, solteira com três filhos. Foi mãe aos 19 anos e educou sozinha a filha ao mesmo tempo que estudava Direito em Harvard. Já correu uma maratona e fez um triatlo (e para um "filibuster" a preparação física é tão importante quanto a retórica).
Além dos ténis e do pin laranja do movimento pelo aborto colocado na lapela, Davis trouxe muitas histórias de outras mulheres para contar. E começou a falar às 11.18. Pausadamente.

Emocionando-se, de vez em quando. Os seus opositores mantiveram-se atentos, para garantir que ela cumpria todas as regras. As galerias encheram-se de espetadores, sobretudo ativistas a favor e contra o aborto. A transmissão em direto no Youtube foi acompanhada por 100 mil pessoas; e 57 mil seguiram a conta de Twitter "standwithwendy". A meio do dia, recebeu o apoio do presidente: "Algo de especial está a acontecer esta noite em Austin", twittou Obama.

A senadora já tinha recebido dois avisos de violação das regras quando, às 22.03, os seus opositores a acusaram de se estar a desviar do assunto. A troca de argumentos demorou uma hora, durante a qual Davis permaneceu de pé, até que foi determinado o fim do "filibuster". A votação foi apressada mas, no meio de uma enorme confusão, com gritos e cânticos inflamados vindos da galeria, só aconteceu minutos depois da meia-noite. Após discussão sobre a validade do ato, às 3 da manhã, o governador David Dewhurst anunciou que, apesar de a lei ter sido aprovada com 19 votos a favor e 10 contra, a votação seria anulada.

No final, Wendy Davis confessava que tinha gasto quase todas as suas palavras: "Doem-me as costas."

* Grande mulher, um exemplo!

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1-VAREKAI


 CIRQUE DU SOLEIL

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HOJE NO

"RECORD"

COP quer objetivos quantificáveis 
para o Rio'2016

O Comité Olímpico de Portugal (COP) quer chamar a si o controlo operacional e estratégico dos apoios públicos ao Programa de Preparação Olímpica (PPO) e defende que para o Rio de Janeiro'2016 sejam definidos objetivos quantificáveis.

Num documento sobre a gestão do PPO, entregue ao secretário de Estado do Desporto e Juventude a 10 de maio e a que Lusa teve acesso, o COP lamenta o atraso na implementação de uma programação a três ciclos olímpicos e alerta para a necessidade de se agir de fórmula célere rumo aos Jogos de 2016. 

"Neste âmbito, tendo por referência a gestão do anterior ciclo olímpico, as orientações programáticas desta Comissão Executiva e um conjunto de documentos de referência produzidos neste âmbito, preconiza-se um modelo a ajustar com a tutela onde claramente se diferencie o controlo financeiro da legalidade, a cargo da Administração Pública Desportiva e demais entidades públicas, do controlo operacional e estratégico dos apoios (controlo e supervisão do processo desportivo) a cargo do COP", lê-se no documento.

O elenco liderado por José Manuel Constantino propõe um modelo do desenvolvimento estratégico do PPO composto por quatro eixos - o Projeto Rio'2016, o Projeto Esperança Olímpicas, o Projeto Apoio Complementar e o Projeto Deteção e Desenvolvimento de Talentos - à semelhança do que já existia no caminho para Londres'2012. Neste sentido, o COP enumera algumas linhas de orientação e "fatores críticos de otimização", nomeadamente a importância do "financiamento contínuo" no quadro dos contratos-programa, "eliminando os hiatos nos períodos de execução contratualizados para cada ciclo olímpico".

O COP defende a "elevação do grau de exigência nos critérios de integração no PPO", especificados para cada modalidade e tendo em consideração as particularidades dos desportos coletivos, e ao mesmo tempo a "definição de objetivos globais do PPO com a tutela a partir de objetivos programáticos quantificáveis, com indicadores de medida e planos de preparação por modalidade, contratualizados pelo COP com cada federação desportiva".

A separação entre a preparação olímpica e a participação olímpica, esta "mais restrita a atletas com elevado potencial de obtenção de resultados relevantes", é outra das orientações do COP, que defende o "reforço dos mecanismos de controlo e avaliação técnica da preparação dos atletas, com monitorização e coordenação de maior proximidade com as federações no terreno".

O COP entende que é necessário "expandir a base de talentos desportivos", identificando e corrigindo os bloqueios com todos os agentes, "assegurar o integral cumprimento dos planos de preparação apresentados pelas federações", desburocratizar a relação entre estas e o Instituto Português do Desporto e Juventude e ainda "potenciar a utilização dos Centros de Alto Rendimento e o envolvimento das instituições de ensino superior em diversas especialidades técnicas da gestão do PPO".

Numa ótica de programação a três ciclos olímpicos, o organismo assume que, mesmo "não estando garantidas as condições" para tal ambição, é "possível criar condições para lançar os pilares de uma programação tricíclica". Para o COP, também tem de haver uma "harmonização do enquadramento fiscal das bolsas de apoio aos treinadores". 

* A ver vamos...

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ANA MARTINS

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Subestimados

Instalou-se, na sociedade portuguesa, um clima de divisão, criando erosão no âmago fundacional que mantém a solidariedade entre gerações. Colocaram-se jovens contra idosos, trabalhadores do sector privado contra função pública e, há mais tempo, activos contra desempregados. 

Concentramo-nos nestes últimos: ainda o actual primeiro-ministro estava em campanha eleitoral, já mostrava o manto ideológico que lhes estendia. Parecia-lhe razoável que os desempregados contribuíssem com trabalho voluntário em troca do subsídio de desemprego de que eram beneficiários.

 Materializou a sua mundividência:
I) estar desempregado é fruto de incompetência própria, pela incapacidade em se constituir em valor acrescentado para o mercado de trabalho;
II) beneficiários de subsídio de desemprego são sugadouros imorais de dinheiros públicos, porque são pagos sem devolverem actividade produtiva.
Do ponto de vista psicológico, trata-se de uma dupla penalização de quem gere os destinos do País aos seus concidadãos: o desempregado é-o por culpa própria, subtraindo-o de valor pessoal. As afirmações e as medidas que se seguiram, já enquanto PM, não constituíram, por isso, qualquer surpresa. Desde as reduções ao tempo/montantes dos subsídios, à mais recente medida de fazer incidir descontos sobre estes últimos. Tudo muito consentâneo com a sua apregoada "ética na austeridade".

Não houve então qualquer surpresa nas orientações dadas pelo IEFP aos Centros de Emprego.
Trata-se de só mais uma divisão criada, desta feita desempregados de menor duração (beneficiários de subsídio) contra os de longa duração (sem qualquer subsídio - são já mais de metade do total de desempregados). É que desempregados a frequentar formação deixam de contar para a taxa de desemprego. Com esta medida, o Governo tenta uma panaceia para subestimar o crescimento sem fim à vista do desemprego, podendo artificialmente afirmar que há menos novos desempregados. Subestimados: na taxa de desemprego e no tratamento a que estão sujeitos.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
25/06/13

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Licenciatura de Miguel Relvas leva Universidade Lusófona a julgamento

O Ministério Público instaurou um processo no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Universidade Lusófona, por causa da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas.

A ação do Ministério Público (MP) deu entrada na quarta-feira e que já foi distribuída à Unidade Orgânica 3, disse à Lusa fonte do Tribunal Administrativo de Lisboa.
Miguel Relvas não é réu nesta ação administrativa, mas figura como contra-interessado, podendo ser envolvido em função da relação com os factos aludidos na queixa, de acordo com o código administrativo.

A decisão do MP em remeter para o tribunal surgiu na sequência do relatório da Inspeção-geral da Educação e Ciência (IGEC) relativo ao "Caso Lusófona", no qual era proposta a declaração de nulidade da licenciatura do ministro Miguel Relvas.

Em abril, o processo da IGEC foi recebido pelo Ministério Público no Tribunal Administrativo de Lisboa, a quem coube analisar o documento com vista a eventual procedimento judicial.
No relatório entregue ao ministro da Educação, a IGEC defendia que existe "prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame escrito".


Em causa está o facto de Miguel Relvas ter feito a cadeira de "Introdução ao Pensamento Contemporâneo", com apenas uma "discussão oral de sete artigos de jornal" de sua autoria, apesar de o regulamento interno da universidade exigir um exame escrito.

O caso da licenciatura de Miguel Relvas começou a dar polémica por causa do número de equivalências que obteve na Universidade Lusófona, no ano letivo 2006/2007.

* A novela do absolutista Miguel.

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS
3. CIVILIZAÇÃO DESCONHECIDA

(TURQUIA)


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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Vimeca lembra Estado 
que tem 30 dias para pagar

A operadora privada de transporte de passageiros colocou um anúncio na sua página online em que lembra ao Estado as obrigações que deve cumprir para com a empresa, no prazo de 30 dias.
A Vimeca, empresa privada de transporte de passageiros, colocou uma mensagem na sua página online, em que lembra que “são os últimos 30 dias para o Estado cumprir”. Este período soma-se aos 180 dias já concedidos pela empresa ao Estado.

Em causa, está o pagamento das compensações financeiras de 2011 e 2012 e a aplicação da chave de repartição de 2007 dos passes sociais, lê-se no anúncio.

“A Vimeca não aceita que, mensalmente, parte das suas receitas” nos passes sociais intermodais “continuem desde 2007 a ser entregues indevidamente a outros operadores”, afirma a transportadora no site.

Na mensagem que dirige aos utilizadores, a empresa refere “dos 67 euros que paga pelo seu passe L 123, a vimeca só recebe 2,52 euros”. Este título de transporte é válido nas carreiras da Lisboa Transportes, com excepção das carreiras urbanas, Carris, Metro de Lisboa, CP-Lisboa, RL, TST, TCB, TT/Soflusa e Scotturb em três coroas urbanas.

A Vimeca anunciou, em Março, que criaria um novo título de transporte, com entrada em vigor a 1 de Julho de 2013, em conjunto com os operadores públicos. Porém, no final desse mês a empresa afirmou que havia decidido “adiar a restrição da utilização dos passes intermodais nas sua carreiras por mais 90 dias, acreditando ser possível encontrar um acordo sustentável com o Estado".

Um passe exclusivo da Vimeca com operadores públicos (CP, Metro de Lisboa, Carris e Transtejo) implicaria um modelo de negócio diferente do que existe na actualidade, uma vez que exclui outros privados. As opções do Governo, em matéria de intermodalidade, apontam no sentido contrário. O objectivo será antes integrar a maioria dos privados com os públicos para ter um título que ofereça ao utente o máximo de oferta possível.

O Negócios tentou contactar a Vimeca para obter mais informações, mas não obteve qualquer resposta por parte da operadora de transportes até à hora de publicação deste texto.

* Corajosos os gestores da Vimeca, desejam-se mais, deseja-se que a classe política seja confrontada do exterior, porque as lutas partidárias são uma farsa.

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FAUSTO



Delicadamente para ti



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  HOJE NO 
  "DESTAK"

ADSL em Portugal oferece apenas 59,4% da velocidade de 'download' anunciada 

A Comissão Europeia alertou hoje para as diferenças entre a velocidade de 'download' contratada pelos consumidores e aquela que efetivamente recebem, nomeadamente no caso da ADSL, que, em Portugal, só oferece 59,4% do anunciado. 
 
OS BURACOS DO ENGODO
 "Os consumidores europeus não estão a receber as velocidades de banda larga que estão a pagar. Em média, só obtêm 74% da velocidade anunciada", afirmou o executivo comunitário em comunicado, a propósito de um estudo sobre o desempenho da banda larga fixa, divulgado hoje.

 De acordo com o estudo - que analisou o funcionamento das ligações à internet de cerca de 10 mil utilizadores, em 30 países, entre as 19:00 e as 23:00, durante a semana -, a ADSL (tecnologia de acesso à Internet em banda larga fixa) tradicional registou os piores resultados: em média, oferece 60,3% da velocidade de 'download' anunciada.

* Gato tinhoso por lebre, pagamos e não bufamos.

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R O B O T S


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HOJE NO

"i"

Estradas de Portugal amplia a sua rede 
e baixa custos de conservação

O secretário de Estado Sérgio Silva Monteiro disse hoje, em Coimbra, que a empresa Estradas de Portugal (EP) conseguiu ampliar a extensão da rede de vias sob sua gestão e baixar o custo da respetiva conservação corrente.
O NEGÓCIO...

Ao tomar “para si a responsabilidade de alguns troços [de estradas] que estavam subconcessionados”, a EP ficou com “uma maior rede sob gestão” e “um custo menor na conservação corrente” dessas mesmas vias, sublinhou o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
O regresso da EP “ao controlo sobre o território que tinha sob gestão” gerou “alguma discussão no momento em que aconteceu”, mas “é desta forma, paulatinamente, que nós vamos fazendo a consolidação das contas públicas e a reforma do Estado”, sustentou Sérgio Monteiro, classificando o exemplo desta empresa pública, como “um caso muito virtuoso e que tem um amplo consenso” da sociedade.

O governante falava aos jornalistas, depois de ter participado numa reunião descentralizada da administração da EP e à margem das sessões de inauguração da remodelação das instalações do Centro Operacional Centro Norte/Delegação Regional de Coimbra da EP (que passaram a ficar concentradas num único espaço, em Antanhol) e da apresentação dos contratos de conservação corrente das estradas sob gestão da empresa, para o período compreendido entre 2013 e 2016.
Aqueles contratos, que implicam o lançamento de 18 “concursos de caráter distrital”, abrangendo cerca de 14 mil quilómetros de estradas, envolvem um investimento global da ordem dos 141 milhões de euros, revelou o presidente da EP, António Ramalho.

O concurso público daqueles contratos será lançado em julho e a adjudicação dos trabalhos em novembro deste ano, foi igualmente anunciado.
As decisões da administração da EP, em relação à conservação corrente da rede de estradas, “mostram que é possível ter graus de liberdade aumentados pelo facto de se fazerem renegociações e ganhos de eficiência”, sustentou Sérgio Monteiro.
Além disso, sublinhou, também dão “visibilidade ao setor da construção relativamente aquilo que pode ser feito no futuro pela EP, em termos de conservação corrente”, afirmou o secretário de Estado, considerando que “isto permite às pequenas e médias empresas de proximidade, em cada distrito, saber com o que contam da intervenção da EP e, com isso, planearem os seus meios técnicos e humanos, evitando desperdícios”.

Esta estratégia “faz parte não só do compromisso para a construção e imobiliário que o Governo assinou”, mas também de “uma nova forma de relacionamento entre o Estado e as suas empresas e as entidades privadas que lhes prestam serviços”, salientou.
Instado pelos jornalistas a pronunciar-se sobre o Metro Mondego (MM), Sérgio Monteiro, reconhecendo que a sua “tutela é vasta”, escusou-se a responder, alegando querer “cingir-se” aos motivos que o levaram a deslocar-se a Coimbra.

O projeto MM visa a instalação de um metropolitano ligeiro de superfície em Coimbra e no ramal ferroviário da Lousã, fora de funcionamento desde final de 2009, no âmbito das obras entretanto ali iniciadas e na sequência das quais foram removidos os carris.

* O sr. secretário de Estado está a tentar tapar o sol (passivo da EP) com uma peneira ao mesmo tempo que atira areia para os olhos dos portugueses. Mesmo com "engenharia" financeira queremos ver as contas do exercício de 2013.

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4.SACANAS 
DOS CUSCAS


















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 HOJE NO
"A BOLA"

A festa de Michelle diante Sharapova

Aos 20 anos, Michelle Brito alcançou esta quarta-feira vitória histórica no prestigiado torneio de Wimbledon, ao derrotar a russa Maria Sharapova, atualmente terceira classificada do ranking mundial.
Uma grande surpresa, selada ao cabo de uma hora e 34 minutos no court número 2 do complexo All England Club, ao fim ao cabo não é todos os dias que Sharapova perde, muito menos diante de uma jogadora que ocupa atualmente a posição 131 do ranking WTA.
É verdade que a russa apresentou problemas físicos, chegou a pedir time out para ser assistida, mas nada poderá tirar brilho ao feito da jovem portuguesa, que recebeu muitos aplausos do público presente e fez questão de os agradecer de forma quase incrédula.

* Ainda não deve estar refeita do "susto", PARABÉNS!

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B M X

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Deco lança petição online para pôr fim 
a comissões das contas à ordem

Desde 2007, as comissões cobradas nas contas à ordem já subiram 41%.

A Deco quer pôr fim às despesas de manutenção das contas à ordem, considerando-as “abusivas” e penalizadoras dos consumidores com “menos recursos”.

 Com o propósito de pedir o fim dessas comissões, que desde 2007 subiram em média mais de 41%, a Deco lança hoje a recolha de assinaturas com vista à apresentação de uma petição na Assembleia da República.
A petição será realizada por via electrónica e vai decorrer até ao final do mês de Agosto. Apesar de ser necessário um  mínimo de quatro mil assinaturas, a Deco pretende recolher o maior número possível de assinaturas, de forma a sensibilizar os deputados para a importância de colocar uma travão nestas despesas que, actualmente e em termos médios, ascende a 60 euros anuais, disse ao PÚBLICO Joaquim Rodrigues da Silva, jurista da Deco.
Em 2007, antes da crise começar, as comissões médias anuais situavam-se em 42 euros, valor que actualmente já está em 60 euros, adiantou o jurista, destacando que, “se nada for feito, podem rapidamente atingir os 120 euros”.
Joaquim Rodrigues da Silva relembra que ainda há poucos anos o saldo das contas à ordem eram remunerado pelos bancos. Em sentido inverso, o jurista destaca que, actualmente, os bancos cobram comissões de forma unilateral.

Destaca ainda que a estratégia dos bancos de isentar os clientes através da subscrição de alguns produtos financeiros, como as contas ordenado, não abrangem todos os clientes, e, em algumas situações, os consumidores precisam de ter mais de uma conta.  
Na petição, a Deco sustenta que a cobrança de comissões  nas contas à ordem é abusiva “porque o dinheiro depositado pelos consumidores não é um fardo para os bancos”. salienta ainda que, “na verdade, os bancos precisam destes fundos para se financiarem e gerarem mais dinheiro”, e que “assim que entram na conta do cliente, os fundos são aplicados e investidos em benefício dos seus fiéis depositários”.

A este propósito a Deco pergunta se ao suportar esta comissão, não estará o consumidor a pagar para emprestar dinheiro ao banco?
A associação questiona o facto de serem os clientes com  menos património que pagam comissões mais elevadas que, em média, podem ser até “cinco vezes mais” face ao que é cobrado aos clientes com património elevado.

A associação destaca que com o aparecimento do homebanking, as tarefas que antes eram imputadas aos funcionários bancários - pagamentos, transferências, consultas de saldos e movimentos, por exemplo - passaram a ser realizadas pelos consumidores. Sem prestarem um serviço, os bancos nada deveriam poder cobrar pela simples detenção de uma conta à ordem.

Destaca ainda que “os clientes bancários já pagam a anuidade dos seus cartões, bem como pela requisição de cheques e por outros serviços associados às contas à ordem. Somar a estas despesas uma comissão de manutenção é cobrar duas vezes pelo mesmo serviço”.

A petição da Deco surge pouco tempo depois de um projecto do Partido Socialista, que pretendia limitar as comissões bancárias em geral e uniformizar as suas designações, ter sido travada na Assembleia da República. O falhanço da proposta do PS de limitar as comissões bancárias a custos efectivamente incorridos, não desmotiva a Deco, que defende, por esse motivo, que é importante que a petição recolha um número significativo de assinaturas. 

*Há muito tempo que identificámos os agiotas!

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 GUITARRAS

















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

O que fazer antes de sair de casa 
no dia da greve geral

A greve geral de amanhã vai afectar todos os serviços públicos, como os transportes, o tráfego aéreo e o funcionamento dos hospitais.

Convocada pela CGTP e UGT, a greve geral de amanhã ameaça paralisar o País. Os transportes públicos são, por consequência, a principal preocupação dos portugueses. Assim, antes de sair de casa para ir para o trabalho ou aeroporto, convém ter uma opção alternativa para conseguir chegar a horas.

A CP, Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa já afirmaram que não há serviços mínimos definidos e avisaram os clientes de que será difícil chegar ao trabalho através destas redes de transportes. No Porto, a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) e a Metro do Porto anunciaram que apenas assegurarão os serviços mínimos.

Quem for para o aeroporto deve também tomar precauções. A ANA emitiu hoje um alerta sobre a greve de amanhã. Nesse sentido, recomenda a confirmação dos voos juntos das companhias aéreas, representantes locais ou agentes de viagens.

Na saúde, os hospitais públicos serão também afectados e, provavelmente, muitas consultas poderão ser anuladas. No entanto, de acordo com uma nota da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), os trabalhadores médicos devem garantir a prestação de alguns serviços, entre os quais urgência interna e tratamentos como a quimioterapia ou diálise.

* Informação útil.

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QUE NEM UM 
FÓSFORO

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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Espera de três meses para ser operado

Em 2012, o número de doentes propostos para cirurgia cresceu 2,1% face ao ano anterior

Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) aguardaram, em média, três meses para serem operados em 2012 e 15,1% dos doentes não foram operados dentro dos tempos devidos, segundo o relatório síntese da atividade cirúrgica programada.

 O documento, que apresenta a informação revista e corrige os dados provisórios, revela que no ano passado foram alvo de intervenção cirúrgica 534.415 inscritos para cirurgia, mais 6,1% do que em 2011. Destes, a maioria foi operada nos hospitais públicos (445 mil), seguindo-se os hospitais em Parceria Público Privada (37.302), hospitais convencionados (26.852) e hospitais com protocolo (25.261).
Em 2012, e segundo o documento divulgado esta quarta-feira pelo Ministério da Saúde, o número de doentes propostos para cirurgia cresceu 2,1% face ao ano anterior (38,1% face a 2006). Entretanto, a Lista de Inscritos para Cirurgia diminuiu 7,5% face ao ano anterior, com menos 13.558 pessoas a aguardar cirurgia.
Relativamente à média de tempo de espera para cirurgia, esta situou-se nos três meses em 2012, "a mais baixa de sempre no SNS", segundo o Ministério da Saúde.
A percentagem de inscritos que ultrapassavam os Tempos Máximos de Resposta Garantidos (TMRG) era de 15,1% no ano passado. Ainda assim, esta percentagem baixou 4,4 por cento face a 2011.
Em relação aos vales-cirurgia, o documento refere que foram emitidos 84.734. Destes, 24.279 (28,7%) foram cativados, dos quais 20.458 (84,3%) correspondentes a pessoas que foram operadas e 2.084 (8,6 por cento) a utentes que aguardam cirurgia. 

* Continuamos a preferir os hospitais públicos!

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