terça-feira, 25 de junho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 1-A INDISCRETA
LEVEZA DO SER


















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HOJE NO

" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

BE questiona Governo sobre 
nomeação de João Coutinho

O Bloco de Esquerda questionou hoje o Ministro das Finanças sobre a eventual nomeação de João Coutinho para administrador executivo da CGD, que em 2004 saiu do banco público com uma indemnização entre 500 e 800 mil euros.

O Público noticia hoje que o Governo escolheu nomear João Coutinho como administrador executivo da CGD, que já esteve no banco quando Mira Amaral era presidente executivo e de onde saiu em 2004 com uma indemnização entre 500 e 800 mil euros. O jornal diz ainda que a Comissão de Seleção e Recrutamento da Administração Pública (CRESAP) deu 'luz verde' à nomeação de João Coutinho (que até fevereiro deste ano estava no Barclays Portugal), mas que considerou a indemnização uma questão ética a ser tida em conta pela tutela no momento de negociar o salário.
O Bloco de Esquerda, na pergunta enviada ao Ministério das Finanças a que a Lusa teve acesso, considera que se devem esclarecer "todas as questões éticas relacionadas com esta nomeação, sobretudo no que diz respeito ao valor e tratamento da indemnização anteriormente atribuída".
Na carta assinada pelo deputado Pedro Filipe Soares, pergunta-se, especificamente, qual a indemnização atribuída a João Coutinho, porque é que o Governo não considerou esta uma questão ética antes de o nomear, de que forma vai o Executivo levar em conta as preocupações da CRESAP e de que forma será refletida no salário de João Coutinho a indemnização entre 500 e 800 mil euros paga ao gestor há 9 anos pelo próprio banco público. 
A CGD está atualmente num momento de mudança da sua equipa de gestão, a qual vai gerir o banco público até 2016, num processo que se tem vindo a arrastar há já algumas semanas.
No final de maio, o atual presidente do Conselho de Administração da CGD, Faria de Oliveira, pediu formalmente para sair do cargo que ocupa e dedicar-se em exclusivo à Associação Portuguesa de Bancos (APB). 
Além de Faria de Oliveira, de saída da CGD estão ainda os administradores executivos Norberto Rosa e Rodolfo Lavrador, o primeiro porque completa este ano o seu terceiro mandato e não pode ser reconduzido no cargo e o segundo porque "não terá cumprido os objetivos" estabelecidos para as operações internacionais do banco público, segundo o Diário Económico.
Por seu turno, o administrador não executivo Pedro Rebelo de Sousa terá apresentado em meados de abril o seu pedido de demissão do cargo, de acordo com o mesmo jornal. Já em dezembro, António Nogueira Leite tinha resignado ao cargo de administrador executivo da CGD, por alegadas divergências com a restante equipa de gestores do banco.
Entre as novas caras da CGD, de acordo com as informações conhecidas através da comunicação social, estará Álvaro Nascimento (diretor da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto e que atualmente é administrador não executivo da CGD) que deverá ir para presidente não executivo do banco, em substituição de Faria de Oliveira.
O Governo terá ainda escolhido Pedro Pimentel, José Vieira Branco e Hélder Reis para administradores não executivos da CGD.
No entanto, segundo o Diário Económico e o Jornal de Negócios de hoje, o Governo terá recuado nesta escolha. 
Hélder Reis é diretor-geral do GPEARI (Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais), do Ministério das Finanças.
Este eventual volte-face acontece depois de, em meados de junho, ter sido conhecido que o Governo escolheu o presidente da AICEP, Pedro Reis, para administrador não executivo, mas que este recuou afirmando que algum banco poderia considerar incompatíveis o exercício das duas funções.
Para a Comissão Executiva da CGD, o Governo vai nomear como administradoras Ana Cristina Leal (atualmente no Banco de Portugal) e Maria João Carioca (da gestora de rede multibanco SIBS), as quais já tiveram também parecer positivo da Cresap.
Na liderança executiva do banco continuará José de Matos, que assim é reconduzido até 2016.

* Arranjos e desarranjos, a amigalhite tem de ser mais discreta...

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 1-O DEGELO
DO GLACIAR


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HOJE NO
"RECORD"

Carta Desportiva Nacional 
até final de 2015

O secretário de Estado do Desporto e Juventude anunciou esta terça-feira que Portugal terá uma plataforma digital com informação sobre todos os seus equipamentos desportivos até ao final de 2015, o que permitirá decisões políticas mais sustentáveis no setor.

Numa audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, Emídio Guerreiro revelou que o projeto de Carta Desportiva Nacional, no âmbito do qual será criada a plataforma digital, obteve luz verde da direção do Compete - Programa Operacional Fatores de Competitividade, que gere fundos comunitários do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional). "Finalmente, Portugal vai ter uma carta desportiva", acentuou o membro do governo, avançando que se trata de "um instrumento de gestão importantíssimo, que devia existir há muito tempo em Portugal". Emídio Guerreiro manifestou-se convicto de que, após a conclusão da Carta Desportiva, "vão terminar as decisões políticas sem qualquer lógica de sustentabilidade e de racionalidade", apontando o caso concreto dos centros de alto rendimento, que "custaram milhões" e avançaram baseados na vontade dos decisores.

Na informação deixada no Parlamento, o secretário de Estado adiantou que a plataforma digital, que estará acessível na internet, foi aprovada com um investimento elegível de 706.396,42 euros, a que corresponde um valor de FEDER (verbas comunitárias) de 592.243,66 euros. De acordo com a informação governamental, a Carta Desportiva Nacional vai permitir desenhar no futuro "uma política integrada, coerente e racional de infraestruturas desportivas e de espaços naturais de recreio e desporto".

Os objetivos são "aumentar a eficiência e a eficácia da informação do sistema desportivo relativa às instalações desportivas", "reduzir a desarticulação entre os seus agentes em matéria de informação, cooperação interinstitucional e partilha de informação e recursos" e ainda "fazer face à inexistência de recursos da administração central e local para o levantamento exaustivo e periódico sobre as suas instalações desportivas".

"Os dados sobre os equipamentos desportivos serão reunidos numa grande plataforma digital e multilingue, com informações cadastrais e técnicas da infraestrutura e dados sobre o que de mais importante se vai passar em cada período de 30 dias, nomeadamente a nível de ocupação, eventos e horários", refere a informação. Outro dos objetivos da Carta é "definir os critérios que vão nortear a edificação de novos equipamentos, através de regras que não serão impositivas, mas que terão de ser seguidas onde houver investimento público ou envolvendo apoios comunitários". "Esta plataforma pretende ser autofinanciável, contando com as autarquias, federações desportivas, clubes, treinadores e praticantes para carregarem os dados no sistema e validarem as informações", conclui o texto entregue pelo secretário de Estado na Assembleia da República.

Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, questionou a alegada "componente comercial" da nova plataforma, mas Emídio Guerreiro refutou a ideia, considerando, ao contrário, que em causa está apenas "transparência de informação ao cidadão". No decorrer da audição, Emídio Guerreiro avançou que "o primeiro campo de golfe público" será inaugurado no Jamor em breve e adiantou que a Cidade do Futebol vai mesmo avançar, com "custo zero" para o erário público.

* Uma boa medida, o sr. secretário de Estado não tem ideias de Mestre, tem próprias.

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A DANÇA 
MÁGICA

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

"A alegria de estar nu"

Este fim de semana teve lugar em Itália mais um encontro dos Inudisti, uma comunidade nudista. O encontro realizou-se no resort Oasis de Zello, perto de Bolonha, em Itália. Homens, mulheres e crianças concentraram-se para celebrar "a alegria de estar nu".

 Conversas, passatempos e até churrascadas fazem parte dos divertimentos do encontro anual. A comunidade tem mais de 40 mil pessoas registadas na internet. O responsável pela comunidade explica que a população italiana nudista ronda os dois milhões. 
A comunidade está a tentar mudar a realidade dos nuditas, para isso estão a desenvolver uma campanha para promulgar leis que vão de encontro aos interesses dos nudistas.

* A nudez é um prazer.

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SARAGOÇA DA MATTA

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Sem justiça... o caos!

Toda a injustiça é uma ofensa profunda da dignidade humana, porque desrespeita a inteligência, viola a essência dos processos racionais e emocionais e gera a insegurança

Não se pode viver sem justiça. Não só por razões económicas ou sociais. A justiça é um imperativo da humanidade. Não apenas, como se ensina nas faculdades, porque o homem seja um ser gregário, que como tal carece de ter um sistema de normas que regule as respectivas interacções pessoais e sociais. Não.

O imperativo da justiça é ínsito a cada ser humano. Ainda que viva isolado. A necessidade de um quadro normativo impõe-se mesmo no solipsismo. Se é verdade que onde há sociedade tem de haver direito, não menos verdade é que o direito, e os valores primeiros e fundamentais da justiça de que aquele deriva, é conatural a todo o ser humano, viva onde viver, viva com quem viver, ainda que afastado de qualquer agrupamento familiar ou social.

É que mesmo no isolamento, mesmo nos momentos de pura e simples reflexão interior, todo o ser humano carece de ter um quadro normativo interno de referência. Um padrão de apreciação do real. Um sistema de enquadramento do que lhe é exterior. E nenhum padrão dessa natureza e com essa função pode prescindir, lógica e psicologicamente, dos quadros de referência constituídos pelos princípios da justiça.

Assim que toda a injustiça seja uma ofensa profunda da dignidade humana. Ofensa porque desrespeita a inteligência, porque viola a essência dos processos racionais e emocionais de qualquer ser humano, porque gera a insegurança típica do inesperado e do incontrolável.

A justiça, e o direito, por muito complexos que sejam, por muitas doutrinas e teorias que os pensadores de- senvolvam, reduzem-se sempre aos velhos e básicos princípios milenares do viver honestamente, do atribuir a cada um aquilo que é seu e o de não prejudicar ninguém.

Daí que a injustiça resultante de uma "justiça atrasada" seja hoje o menor dos problemas com que nos debatemos.

A ofensa à dignidade humana é muito maior quando aqueles que oficialmente são os guardiões do direito pretendem condenações seja a que custo for, apenas para satisfazer o anseio social de encontrar bodes expiatórios, em vez de pugnarem pelo cumprimento rigoroso das regras. Nada aprenderam com as bruxas de Salém.

A ofensa à dignidade humana é muito mais gritante quando aqueles a quem cabe fazer justiça incumprem as regras mais básicas de um processo são, apenas a benefício da rápida condenação dos socialmente caídos em desgraça. Aquelas regras que foram forjadas por milénios de história, para garantir que se chega a uma solução que, mais do que verdadeira, seja justa. E justiça que implica tantas vezes prescindir da verdade em benefício da civilidade. Nada aprenderam com o caso Dreyfus.

Ora o processo judicial na prática quotidiana é hoje, em muitos casos, uma escola de misérias. Disse-o Carnelutti, sobre o processo penal. E sentem-no todos aqueles que diariamente se levantam para participar nos rituais encenados de uma justiça em que, séria e honestamente, já muito poucos acreditam. E sem uma justiça verdadeira, honesta, civilizada, balizada por regras estritas de procedimento, não populista, nem simplista... é o caos!

Advogado

IN "i"
21/06/13

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Provedor de Justiça avisa deputados de que não tem "paciência ilimitada"

O provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, deixou hoje o aviso de que não tem "paciência ilimitada", como o seu antecessor, Nascimento Rodrigues, que teve de esperar mais de um ano até ser substituído.

Alfredo José de Sousa esteve hoje a ser ouvido no Parlamento, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, para apresentar o mais recente relatório de actividades, relativo a 2012, e foi perante os deputados que deixou o aviso.

O provedor de Justiça falava acerca da lei sobre a limitação dos mandatos, defendendo que a Assembleia da República (AR) deveria ter esclarecido se a lei define que "não se pode recandidatar a esta câmara" ou se "não se pode recandidatar a qualquer câmara".

Na opinião de Alfredo José de Sousa, que fez questão de sublinhar não se tratar de uma crítica, a AR deveria ter contribuído para esclarecer a lei, apontando que bastaria chegar a acordo por via de negociação entre os deputados.

"Os senhores também vão arranjar dois terços para me substituir", apontou o provedor para logo de seguida afirmar: "Não tenho paciência ilimitada. Pelo menos não tenho na medida do meu antecessor".

Alfredo José de Sousa referia-se ao facto de o anterior provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, ter esperado mais de um ano até que a Assembleia da República indicasse o seu sucessor.

Sublinhou também que deixa o cargo de provedor de Justiça com muita satisfação e com a percepção de deixar um trabalho com visibilidade.

O provedor de Justiça disse receber muitas queixas personalizadas e que também é alvo das queixas dos cidadãos, nomeadamente depois da entrevista dada à rádio Antena 1, em que muitas pessoas o criticaram pelas declarações feitas, acusando-o de querer alcançar outros cargos, sustentando que o provedor não deve ter posições políticas.

Alfredo José de Sousa aproveitou para defender que o provedor pode ter posições políticas, não pode é ter posições partidárias, aproveitando assim para responder ao deputado social-democrata Hugo Velosa que defendeu que o provedor de Justiça não deve fazer política.

Hugo Velosa esclareceu depois que, quando fez esse comentário, se referia apenas ao que consta do relatório de actividades, mas Alfredo José de Sousa respondeu: "Eu tenho dois capacetes. Sou membro do Conselho de Estado".

O deputado social-democrata tinha já antes criticado "alguns deputados" que, na sua opinião, aproveitaram a ronda de perguntas para "fazer política", depois de o provedor de Justiça ter afirmado que vinha à primeira comissão parlamentar, pela última vez.

"Não quero deixar de lamentar aquilo que alguns grupos parlamentares aqui vieram fazer, que é aproveitar politicamente uma audição para discutirmos um relatório para fazer política, que nesta comissão não é habitual. Não é habitual vir aqui dizer que o Estado de Direito está em causa ou perguntar a vossa excelência se as instituições funcionam ou não", disse o deputado.

O deputado social-democrata referia-se às questões colocadas pela deputada do Bloco de Esquerda Cecília Honório, que pediu a Alfredo José de Sousa que medisse a relação entre os cidadãos e as instituições públicas.

A deputada disse também, na altura, que receava que, com a saída de Alfredo José de Sousa do cargo de provedor de Justiça, não houvesse no futuro nenhum "actor político imparcial e não comprometido com os grupos políticos".

Na resposta, Alfredo José de Sousa disse que o provedor tem uma perspectiva política, "partidária é que não".

* A estenose mental do PSD faz com que Alfredo José de Sousa se vá embora, ele não faz falta a esta democracia, faz muita falta ao povo português. Votamos nele para próximo PR.

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 VI-TABU
AMÉRICA LATINA

3.Ayahuasca - Santo Daime



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 HOJE NO 
  "DESTAK"

Crédito às famílias e empresas cai mais de mil milhões de euros em abril - BdP

 O crédito que os bancos concederam às famílias e empresas caiu mais de 1,1 mil milhões de euros em abril, com a maior redução a registar-se nos empréstimos às famílias, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal. 


 No final de abril, o total do crédito concedido pelos bancos aos particulares ascendia a 131.838 milhões de euros, menos 608 milhões de euros que o verificado no final de março, refere o Banco de Portugal (BdP). O crédito considerado de cobrança duvidosa no crédito aos particulares caiu 23 milhões de euros.

* Isto quer dizer que as famílias e empresas pagaram, sabe-se lá com que sacrifício, parte das suas dívidas à banca mas não contraíram mais empréstimos, economia ao fundo!

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SÉRGIO GODINHO


É TÃO BOM



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HOJE NO
"i"

Ingleses detidos e multados por jogarem bingo com biscoitos no Algarve

Proprietária do bar em Albufeira foi multada em 700 euros por permitir o jogo com apostas... de bolachas

Multa de 700 euros e uma pena de prisão de quatro meses, com pena suspensa, foi a sentença aplicada a Marianne Pittaway . Tudo, porque no bar The Yorkshire Tavern, em Albufeira, Algarve, na última sexta-feira, estava um grupo de cerca de 30 britânicos a jogar bingo com apostas. Sendo que as apostas eram de bolachas, segundo revelou ontem a BBC.


Marianne Pittaway vive em Portugal há oito anos e disse à estação pública britânica que estava “em choque” com a legislação do país sobre o jogo, porque estava “errada em vários aspectos”. Pittaway garante que o seu bar não voltará a ter um jogo de bingo depois da rusga de que foi alvo e que levou as 28 pessoas, com idades entre os 23 e os 76 anos a um tribunal de Albufeira sob a acusação de exploração de jogo ilegal, jogo ilegal e testemunho de jogo ilegal.A acusação acabou por levar algumas pessoas que estavam no bar, e que não participavam no jogo de bingo, a serem multadas em 150 euros e a terem uma pena suspensa de três meses pelo crime de testemunho de jogo ilegal.

Marianne Pittaway explicou à BBC que costuma organizar o bingo “apenas como entretenimento e diversão. De repente fomos postos em três carrinhas das autoridades e levados ao posto”. Segundo a proprietária do bar, a rusga terá começado pelas 23h e só depois das 3h da manhã puderam sair do posto da GNR. As autoridades de Faro disseram que a acção foi desencadeada a partir de “denúncias de cidadãos anónimos” e que os militares encontraram pessoas envolvidas em jogos de azar num local não autorizado.

Alegadamente, estariam elementos da GNR no bar, que esperaram que fossem entregues os prémios simbólicos do jogo para chamarem 12 outros militares para deter as pessoas. A máquina do bingo, os cartões e os prémios foram apreendidos. O jornal “The Portugal News”  exibe mesmo uma imagem dos cartões, de algum dinheiro (usado para comprar os prémios) e da máquina de bingo que foram apreendidos. Segundo o “The Telegraph”, a detenção deste grupo deu-se duas semanas depois de dois outros elementos da GNR terem estado naquele bar à paisana.


A GNR adiantou ainda ao “The Portugal News” que a acção se integra numa operação para acabar com o jogo ilegal na região e sublinhou que as pessoas foram apenas levadas ao posto para serem interrogadas e que não ficaram detidas em celas. Receberam depois uma notificação para comparecer em tribunal e saíram em liberdade.
Para já, a corporação portuguesa parece ter dado um sério rombo na utilização de bolachas como prémio nos jogos no bingo. Tão cedo a britânica Marianne Pittaway não  pratica um crime de tanta gravidade.

* Se o "crânio" da GNR tivesse o Tico e o Teco a funcionar, teria pedagogicamente alertado a dona do bar para a situação, aconselhando-a a acabar com esta "ilegalidade". Mas o "crânio" quiz apresentar "serviço", fardando-se de autoridade impoluta(???) e trata de deter 28 pacíficos cidadãos, o Turismo do Algarve está-lhe grato!
Nas casernas da GNR não se joga à lerpa, a dinheiro???

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SE CONDUZIR...


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 HOJE NO
"A BOLA"

Bayern espera 25 mil adeptos 
no primeiro treino de Guardiola

O entusiasmo provocado pelo facto de Pep Guardiola ser o novo treinador do Bayern de Munique, poderá ser visível já esta quarta-feira, no primeiro treino do técnico espanhol ao leme da equipa bávara.
O Bayern de Munique espera que compareçam cerca de 25 mil espetadores ao apronto, que terá como ausentes o defesa Dante e os médios Luiz Gustavo e Javi Martínez, ao serviço das suas seleções na Taça das Confederações. 

* O Bayern ganhou esta época tudo o que tinha para disputar, sem Guardiola. 

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3.COMUNICAÇÃO 

SOCIAL
























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HOJE NO
"PÚBLICO"

Estratégia nacional quer reduzir 
consumo de sal para metade

Portugueses reduziram em um grama o sal que consomem. Mas o objectivo é baixar dos dez gramas diários para cinco.

Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal aconselhada: cerca de dez gramas, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha que não se ultrapasse os cinco gramas por dia (o que equivale a dois gramas de cloreto de sódio). Houve progressos significativos nos últimos anos, mas é preciso continuar, disse ao PÚBLICO Pedro Graça, coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da Direcção-Geral da Saúde, e autor da nova Estratégia para a Redução do Consumo de Sal na Alimentação em Portugal, agora apresentada.

Os avanços dos últimos anos devem-se à iniciativa para reduzir a quantidade de sal no pão, mas também, diz Pedro Graça, a uma maior consciencialização da indústria de restauração colectiva que assegura o catering em escolas, hospitais e serviços públicos. "Há quatro ou cinco empresas que têm 80% do mercado, basta estas alterarem as suas práticas para se sentir o efeito."

O último estudo feito em Portugal foi realizado em 2012 pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), através do método de análise da urina. As conclusões indicam que a ingestão média é de 10,7 gramas de sal por dia, enquanto estudos de 2006 revelavam uma ingestão média de 11,9 gramas.

A diminuição pode ser explicada, em parte, por os consumidores estarem mais conscientes dos riscos do uso excessivo de sal, mas o consumo doméstico representa apenas cerca de 30% do total. O relatório cita estudos realizados em países ocidentais que mostram que entre 60% e 80% do consumo de sal provém dos alimentos industrializados, de restaurantes e cantinas - o mesmo confirmam estudos realizados em Portugal.

Isto significa que muito do trabalho tem de ser feito junto da restauração e da indústria. A restauração é uma área mais difícil, explica Pedro Graça, porque se trata geralmente de pequenos negócios individuais. Mas a indústria tem reagido de forma positiva. Regista-se já uma redução do sal nos cereais de pequeno-almoço, por exemplo, e também nas marcas brancas de super e hipermercados nacionais.


Mas a crise traz novas preocupações. "A situação económica e a fragilidade social de muitas famílias potenciam consumos aumentados de produtos preservados com sal, nomeadamente conservas, processados de carne, produtos de pastelaria e fast food que, nestas condições, acabam por substituir total ou parcialmente algumas refeições, aumentando as ingestões diárias de sal", lê-se no relatório.

Polémica nos EUA
Pedro Graça lembra que os dados disponíveis relativamente à ingestão de sal são de 2012. "Não sabemos o que está a acontecer no último ano em que, pelos dados que temos, as pessoas estão a mudar o seu consumo, passando para alimentos mais baratos mas dentro das mesmas categorias." Um exemplo: "Substituir um bife por um folhado de carne é consumir mais sal e gordura."
É importante obter dados actualizados, até porque as médias podem ser enganadoras e esconder problemas relacionados com as populações mais vulneráveis, alerta Pedro Graça. Mas há uma boa notícia: uma candidatura dos EEA Grants, programa de apoio lançado pela Noruega, deverá permitir avançar, ainda este ano, com o Inquérito Alimentar Nacional para avaliar a alimentação dos portugueses.

Portugal não é um caso único no consumo excessivo de sal, porque "na maioria dos países da Região Europeia da OMS a ingestão de sal está muito acima da quantidade sugerida", mas é, salienta o relatório, "um dos que apresentam uma maior taxa de mortalidade provocada por acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial um dos factores de risco mais relevantes".


Curiosamente, a iniciativa para a redução do consumo de sal em Portugal coincide com uma polémica nos Estados Unidos, onde um comité de peritos defendeu que não se deve baixar excessivamente a ingestão de sal, e que o valor de 1,5 gramas de sódio recomendado pela Associação Americana do Coração é demasiado baixo e pode, inclusivamente, ser prejudicial para a saúde. "Quando descemos abaixo dos 2,3 gramas de cloreto de sódio, deixamos de ter dados em termos de benefícios e começam a surgir em alguns subgrupos da população indícios de potenciais prejuízos", dizem os peritos.

Manuel Carvalho Rodrigues, da SPH, diz que, embora não seja de excluir que possa existir uma "curva J" na questão do consumo de sal (ou seja, quando cai abaixo de um determinado nível deixa de ser benéfico para passar a poder ser prejudicial, o que acontece noutros casos), não há ainda dados suficientes. Por isso, a SPH aconselha a redução para seis gramas de sal por dia e, sublinha Manuel Carvalho Rodrigues, "com os níveis de consumo que temos em Portugal, ainda estamos muito longe de termos de nos preocupar com uma descida excessiva".

Neste momento, uma parte substancial da população (42,2%) continua a sofrer de hipertensão, segundo o estudo PHYSA - Portuguese Hypertension and Salt Study, realizado pela SPH e apresentado este ano. Esta percentagem não se alterou desde o estudo anterior, de 2003, embora se tenham registado progressos significativos no tratamento e controlo: 42,6% têm a doença controlada, o que é um valor quatro vezes superior ao de 2003.

* Talvez ajude: "a Hipertensão dá Hipotesão"!

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ASNEIRADAS

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Défice que interessa a Bruxelas 
pode ter ficado "acima de 10%"

O défice em contabilidade nacional, o que interessa para Bruxelas, poderá ter ficado acima de 10% do PIB no primeiro trimestre do ano. 

O défice em contabilidade nacional, o que interessa para Bruxelas, poderá ter ficado acima de 10% do PIB no primeiro trimestre do ano, se Portugal for obrigado a reclassificar 700 milhões de euros gastos com a compra de acções no âmbito da recapitalização da banca. O número foi avançado hoje pelo ministro das Finanças, no Parlamento.

Vítor Gaspar admitiu que os valores que serão divulgados na sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística - e que revelam o défice na óptica da contabilidade nacional - são afectados pelo pagamento de um subsidio em duodécimos e pelo pagamento de juros, o que coloca o défice num valor "na ordem do limite superior avançado pela UTAO de 8,7%".

No entanto, o ministro antecipou a possibilidade de ter de ser reclassificadas uma operação "no valor de 700 milhões de euros" que se refere à compra de acções no âmbito da recapitalização das instituições financeiras. "Se esta reclassificação vir a acontecer o défice poderá ficar acima dos 10%".
O governante garantiu porém que esta reclassificação não é relevante para os limites do programa.

O ministro falou ainda sobre os dados da DGO divulgados hoje sobre a execução até Maio são "tranquilizadores" e "apontam para o cumprimento dos limites" fixados pelo troika, que aponta para um défice de 5,5% do PIB este ano.

 * Arranjam-se vários números para o défice conforme o desgosto do freguês e para confundir o povo. Como não confiamos no ministro o valor mais elevado é sempre o verdadeiro.

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SUPER MARKETING/10

























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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Exerceu funções como adjunta
 de membro do Governo.

A ex-chefe de gabinete de Miguel Relvas omitiu ter trabalhado com o ex-ministro Adjunto no currículo que foi publicado ontem em Diário da República no qual se dava conta da sua nomeação para subdiretora-geral da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
O concurso, realizado pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP), selecionou três funcionários superiores: Maria Andrade Ramos, ex-chefe de gabinete do secretário de Estado Hélder Rosalino, para diretora-geral da DGAEP, e Sílvia Esteves e Vasco Hilário como subdiretores-gerais. 
VÍTIMA DA INGRATIDÃO DE SÍLVIA

Na nota curricular publicada de Sílvia Gonçalves Esteves, pode ler-se: "De julho de 2011 a março de 2013 exerceu funções como adjunta jurídica de membro do Governo (XIX Governo Constitucional), substituindo o Chefe de Gabinete nas suas ausências e impedimentos." Miguel Relvas delegou em Sílvia Esteves todas as funções de gestão do gabinete antes de se demitir.

* Com quem terá aprendido a ser oportunista?

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