sexta-feira, 14 de junho de 2013

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA



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PEDIDO SEC XXI



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FONTE:VIMEO

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HOJE NA
"VISÃO"

Sabe o que é um ecocídio?

Areias betuminosas de Alberta, Canadá. É a terceira maior reserva de areias betuminosas do mundo, produz 1,9 milhões de barris de petróleo/dia, tornando-se no projecto de produção de energia mais destrutivo do mundo. Em breve destruirá floresta boreal e de turfeiras com uma superfície equivalente ao tamanho de Inglaterra.

Ambientalistas lutam pela criação da figura jurídica de "ecocídio", para julgar no Tribunal Penal Internacional os responsáveis por desastres ecológicos.

A DEFINIÇÃO LEGAL
"Ecocídio consiste na extensa danificação, destruição ou perda de ecossistemas de um determinado território, devido à ação humana ou a outras causas, a tal ponto que o usufruto desse território por parte dos habitantes locais tenha sido ou venha a ser severamente diminuído."

* Que venha o ecocídio!
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FLAMENCO





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HOJE NO
"PÚBLICO"

Ministério Público acusa 30 arguidos
 no âmbito da Operação Furacão

O Ministério Público (MP) deduziu acusação a 30 arguidos, seis dos quais sociedades comerciais, no âmbito de um dos processos da Operação Furacão, investigação que envolve centenas de empresas e alguns bancos.
MAGISTRADO AMADEU GUERRA
A Procuradoria-Geral da República refere em nota enviada à agência Lusa que a acusação, datada de 6 de Junho, “abrange uma entidade promotora de serviços que foram considerados como ilícitos e as entidades e pessoas aderentes, que não regularizaram anteriormente a sua situação tributária”.

“Os factos em causa reportam-se aos anos de 2001 a 2007, estando em causa um prejuízo total sofrido pelo Estado, em sede da não-arrecadação de impostos, que foi calculado atingir o montante de cerca de 37 milhões de euros, dos quais cerca de 8,5 milhões de euros haviam já sido voluntariamente reparados por aderentes, contra os quais não foi deduzida acusação”, refere o Ministério Público, que avançou ainda com um pedido de indemnização cível em nome do Estado, “relativamente ao que se entende ser o prejuízo não-reparado, no montante de cerca de 28 milhões de euros”.
Os arguidos, cuja identidade o MP não revelou, já foram notificados e podem pedir a abertura da instrução, apresentando novos dados para uma nova avaliação e para poderem evitar a presença em julgamento.

O processo Operação Furacão está em investigação há mais de cinco anos e em causa estão crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, que, referiu já o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), terá lesado o Estado em 280 milhões de euros. A investigação detectou um esquema de colocação de verbas fora do país por intermédio de bancos e outras instituições financeiras, através de facturação falsa.

No âmbito das regularizações voluntárias “nos demais processos inseridos na designada Operação Furacão”, o valor de valores recuperados está estimado em “cerca de 150 milhões de euros”.

* É preciso não ter medo dos donos do dinheiro.

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E-A HISTÓRIA DA CIRURGIA

1- PRIMÓRDIOS SANGRENTOS


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Passos admite rever lei para
 assegurar estabilidade dos exames

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo tomará a iniciativa de rever a lei no sentido de assegurar a estabilidade dos exames nacionais, no caso de esta não ser assegurada por decisão judicial.

Durante o debate quinzenal na Assembleia da República, Passos Coelho referiu que o Governo recorreu da não fixação de serviços mínimos na greve de professores em dia de exames nacionais e aguarda a interpretação dos tribunais superiores.

"Se a interpretação é de que a lei, de facto, não protege a estabilidade dos exames, não obriga à fixação de serviços mínimos, então eu assumo aqui publicamente o compromisso de que o Governo tomará a iniciativa de alterar a lei para impedir que todos os anos as famílias estejam sujeitas, e os estudantes, a estas alterações", acrescentou.

O primeiro-ministro não esclareceu qual a alteração legislativa que o executivo PSD/CDS-PP pretende fazer. Passos Coelho sugeriu que a proteção da estabilidade dos exames "não tem a mesma importância para toda a gente", deixando críticas ao anterior executivo do PS.
"Claro que o Governo anterior, que dispôs desta nova alteração, desta nova lei, não atribui grande importância à realização de exames, nós sabemos. Como não atribui grande importância à exigência no sistema educativo, nós sabemos. E, portanto, não estarão muito preocupados que, havendo estas greves, se possa prejudicar os estudantes em provas que eles não consideram ser muito relevantes.
Mas não é assim que pensa o país e, portanto, nós devemos fazer esta clarificação", afirmou.
Em seguida, a propósito das "rondas negociais" entre Governo e sindicatos marcadas para hoje, Passos Coelho manifestou "total abertura do Governo para encontrar uma solução que não penalize os estudantes nesta matéria" e disse esperar que "o bom senso possa prevalecer, de modo a proteger, sobretudo, o interesse dos estudantes e das famílias que se prepararam durante muito tempo para a realização destas provas".

De acordo com o primeiro-ministro, o Governo "foi apanhado de surpresa pela decisão de não fixação de serviços mínimos para a prova de exame de dia 17" e o recurso para as instâncias superiores não é movido por "guerra com sindicatos".
Passos Coelho expressou "profunda preocupação" pela greve de professores aos exames e às avaliações, considerando que "há nitidamente uma desproporção do legítimo direito à greve e aquilo que é o interesse público que é atingido por essa matéria".

* O primeiro-ministro tentado, à boa maneira laranja, a alterar leis que não consegue respeitar em democracia.

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ANA CRISTINA SILVA

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Estabelecimento estável 
em IRC 

Quando uma empresa decide exercer uma atividade noutro país, pode fazê-lo sem necessidade de constituir uma sociedade distinta nesse território. Embora muitas atividades possam já ser exercidas, quase na totalidade, à distância, existem outras que requerem meios de produção e de comercialização sediados no próprio país.
Em regra, associa-se o conceito de estabelecimento estável à existência de uma instalação fixa (um escritório, uma fábrica ou um local de direção) nesse outro país para onde é expandida a atividade exercida pela empresa. Mas nem sempre assim é.

Em primeiro lugar, deve referir-se a importância de determinar se existe, ou não, um estabelecimento estável. E esta discussão não interessa apenas aos responsáveis pela gestão e pela contabilidade das sociedades portuguesas que se implantem ou venham a implantar noutros países. Importa também àqueles que, em Portugal, sejam responsáveis pelo cumprimento de obrigações fiscais de empresas não residentes. E ainda aos que façam pagamentos a entidades não residentes.

Considerando, nesta análise, apenas o caso das pessoas coletivas que exercem, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, ou seja, primordialmente as sociedades comerciais, o Código do IRC trata de uma maneira semelhante as sociedades residentes e os estabelecimentos estáveis de entidades não residentes. A tais estabelecimentos estáveis são aplicadas as regras idênticas na determinação do lucro tributável (lucro este circunscrito, todavia, ao que for imputável a tal estabelecimento estável), as mesmas obrigações declarativas, as mesmas obrigações de pagamento, como se fosse uma sociedade de direito português.

Mesmo não possuindo personalidade jurídica, um estabelecimento estável possui personalidade tributária. Portanto, um estabelecimento estável de uma sociedade não residente em território português terá de, por exemplo, dispor de contabilidade organizada, entregar a declaração modelo 22, a IES, efetuar os pagamentos por conta e pagamentos especiais por conta que forem devidos e pagar o IRC devido a final.

Para uma entidade que pague rendimentos que sejam imputáveis a um estabelecimento estável, em Portugal, de uma entidade não residente, quando esteja obrigada a fazer retenção na fonte, deve fazê-lo às taxas previstas para os residentes. E não pode ser acionada a eventual Convenção para Evitar a Dupla Tributação celebrada com o país de residência para dispensar ou reduzir essa retenção na fonte.

Se uma empresa portuguesa possui um estabelecimento estável, para efeitos de IRC, noutro país, muito provavelmente estará obrigada também a cumprir, nesse país, diversas obrigações declarativas e de pagamento (em imposto sobre o rendimento) relativamente aos rendimentos que sejam imputáveis ao estabelecimento estável. Igualmente, existindo Convenção para Evitar a Dupla Tributação celebrada com esse Estado, quanto aos rendimentos obtidos pelo estabelecimento estável, a eliminação da dupla tributação apenas será feita no país de residência (Portugal) e pelo método do crédito de imposto previsto no art.º 91.º do CIRC. Ou seja, as normas da Convenção permitem que haja tributação no Estado da fonte dos rendimentos.

Estabelecimento estável sem instalação fixa

Já vimos que, quanto à noção de estabelecimento estável, existe a convicção de que implica a existência de uma instalação fixa. Mas situações há que, mesmo sem qualquer instalação fixa existe estabelecimento estável. É o caso que se verifica quando uma pessoa, que não seja agente independente, atue num dado território por conta de uma empresa e que tenha e exerça poderes de intermediação e conclusão de contratos que vinculem a empresa.

Nesta situação, independentemente de toda a faturação ser emitida pela sede da empresa, se há um trabalhador da empresa, que não se limita a angariar clientes, tendo o poder de, com eles celebrar contratos definitivos de venda de bens ou prestação de serviços, então considera-se que há um estabelecimento estável nesse território.

Por outro lado, na situação inversa, em que há uma instalação fixa, pode ainda assim concluir-se pela não existência de estabelecimento estável. Será esse o caso, por exemplo, quando estejamos perante instalações utilizadas unicamente para armazenar, expor ou entregar mercadorias pertencentes à empresa ou de mercadorias para serem transformadas por outra empresa. Ou ainda, quando tal instalação fixa (um escritório, por exemplo) se destine, unicamente, à aquisição de mercadorias, ou a reunir informações para a empresa, ou outras atividades de caráter preparatório ou auxiliar.

Outro erro que, em regra, se comete nesta destrinça é associar estabelecimento estável à obrigação de faturação num dado território. Ora, a obrigação de faturação, em regra, decorre das regras estabelecidas na legislação de IVA e o conceito que estamos a analisar é o constante no art.º 5.º do Código do IRC e que coincide, em vários os aspetos, com a noção presente na generalidade das Convenções para Evitar a Dupla Tributação celebradas por Portugal.

Tomemos como exemplo uma empresa de construção civil que está a realizar trabalhos sobre um imóvel em Espanha e pertencente a um particular. Para efeitos de IVA terá de liquidar este imposto em Espanha, mas para efeitos de imposto sobre o rendimento (neste caso de acordo com o previsto da respetiva Convenção) só se considera que existe um estabelecimento estável se a duração do local ou estaleiro de construção, de instalação ou de montagem exceder 12 meses.

Se quem paga rendimentos a não residentes pode recorrer ao cadastro fiscal, para aferir se existe estabelecimento estável, no caso daqueles que assumem responsabilidades a nível fiscal de entidades não residentes, convém que se debrucem um pouco sobre as regras estabelecidas no CIRC que circunscrevem a noção de estabelecimento estável. Para aqueles que têm o encargo de ponderar as várias hipóteses de implantação de uma empresa portuguesa, no estrangeiro, aconselha-se a verificação da existência de Acordo de Dupla Tributação e o conteúdo do respetivo preceito quanto à definição de estabelecimento estável, isto para além da necessária consulta da legislação fiscal do país em causa.

comunicacao@otoc.pt

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
11/06/13

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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Usam património sem pagar renda

Documento assinado em 2002 determina a cedência de um prédio militar em Lisboa, sem contrapartidas, para as associações de antigos estudantes.

As associações de antigos alunos do Colégio Militar e do Instituto de Odivelas, que contestam a fusão das escolas militares determinada pelo Governo, usufruem das instalações do prédio militar ‘Quartel da Formação’, cedidas pelo Exército com o aval de Paulo Portas, então ministro da Defesa Nacional, a custo zero. 

De acordo com o protocolo assinado a 26 de junho de 2002 entre o Exército Português, a Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar (AAACM) e a Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas (AAAIO), a autorização de utilização do ‘Quartel da Formação’, situado no Largo da Luz, em Lisboa, "vigora pelo prazo de trinta e seis anos, até final do ano de 2038, renovável por igual período". O documento prevê, no entanto, a quebra do protocolo, sem direito a indemnização, caso o prédio, que constitui uma instalação de reserva da Defesa Nacional, seja considerado necessário face a uma situação excecional. 
Às associações, que partilham o prédio militar e que nele instalaram a sua sede, no caso da AAACM, e o lar A Nova Casa, da AAAIO, cabe o cumprimento das "responsabilidades administrativas, funcional e de segurança", assim como o pagamento de "todas as despesas de funcionamento das instalações, incluindo consumos de energia e água, esgotos, telefones, bem como encargos de arranjo e manutenção das áreas descobertas". 
Ao CM, o Ministério da Defesa Nacional confirmou a atual vigência do "protocolo no âmbito de ação social, sem contrapartidas financeiras a favor do Estado".
Segundo a tutela, a fusão do Instituto de Odivelas com o Colégio Militar já está em curso, mas irá decorrer de forma faseada já a partir do próximo ano letivo. "As obras para a construção da camarata feminina no Colégio Militar irá começar em breve e deverá custar cerca de dois milhões de euros."

* Num país em que pessoas são despejadas do emprego, da casa, do carro e da dignidade  há associações que ocupam património nacional à borla, que chulisse!!!

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5-NOSTRADAMUS 2012

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HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Governo contrata com 11 empresas

 O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou hoje que o Governo contratou com 11 empresas um pacote de investimento de 280 milhões de euros nos setores da aeronáutica, produtos médicos e outros. 


 Em conferência de imprensa no Ministério dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas disse que este investimento irá criar 700 postos de trabalho e manter 4387 empregos já existentes, sendo que dos onze investimentos, sete são de empresas estrangeiras. "Com estes investimentos reforça-se a capacidade industrial de Portugal e trazem-se para o país novas indústrias", declarou o ministro em Lisboa, adiantando que o montante máximo elegível dos incentivos do Estado é de cerca de 34 milhões de euros. 

Os projetos "são bem distribuídos no território", declarou o governante, adiantando que os mesmos representam factores de "dinamização do interior de Portugal em muitos casos" já que "quando o sol nasce é para todos e não há nenhuma razão para que o investimento fique apenas no litoral". Paulo Portas divulgou que os concelhos elegíveis para estes investimentos são, entre outros, Campo Maior, Paredes, Santo Tirso, Aljustrel, Marinha Grande, Gaia, Castro Verde e Famalicão. Paulo Portas sublinhou também que o investimento "é essencialmente privado e de empresas estrangeiras", de países como Brasil, Canadá, Espanha ou Estados Unidos. 

 O ministro recordou que este governo "já aprovou cerca de mil milhões de euros de investimentos com este tipo de incentivo de benefícios contratuais", sendo que o máximo atingido foi em dezembro de 2011 "equivalente a 197 milhões de euros". Para além disso, Paulo Portas lembrou que o Executivo tomou duas medidas que "ajudam a acelerar o investimento e a tornar muito mais rápida a resposta do Estado àqueles que colocam processos para investir", como a redução obrigatória de uma resposta do Estado para 60 dias e o valor mínimo de investimento elegível, que passou de 5 milhões para 3 milhões de euros.

 Na quinta-feira, o Conselho de Ministros havia aprovado as 11 minutas dos contratos de investimento, documentos nos quais se encontravam fixados os objetivos dos mesmos e as metas a cumprir pelos respectivos promotores. "Estes projetos de investimento foram analisados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E., e pelo IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P., tendo ambos concluído pelo especial mérito e interesse dos investimentos para a economia nacional, reunindo as condições necessárias para a concessão dos incentivos fiscais legalmente previstos", revelava o comunicado final do Conselho de Ministros. De entre estes contratos de investimento estão as empresas OGMA, BDP - Biodinâmica Dental Products, a têxtil Groz-Beckert Portuguesa ou a Somincor.

* Muita parra e pouca uva...

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OLH'Ó BALÃO





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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Gás natural 3,9% mais caro 
e eletricidade mantém tarifa

O preço do gás natural para as famílias e empresas que se encontram no mercado regulado vai aumentar 3,9% a partir de 1 de julho, enquanto a tarifa de eletricidade fica inalterada no próximo trimestre. 
 
GÁS MAIS CARO
De acordo com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), este aumento tarifário representa um acréscimo de cerca de 39 ou 80 cêntimos numa fatura média mensal de cerca de 13 ou 25 euros, respetivamente, correspondentes a agregados familiares de duas ou quatro pessoas.
A tarifa social do gás natural vai ter um aumento anual - entre julho de 2013 e junho de 2014 - de 0,9%, o que representa um acréscimo de 12 cêntimos numa fatura média mensal de 13 euros.
Já as tarifas transitórias de eletricidade vão manter-se inalteradas no próximo trimestre, anunciou o regulador do mercado, explicando que as "condições do mercado de energia elétrica" não justificam qualquer alteração, o que acontece pelo segundo trimestre consecutivo. 

A variação proposta da tarifa do gás natural resulta dos custos de aprovisionamento de energia, dos custos de acesso às infraestruturas reguladas e da quebra não antecipada no consumo de gás natural em 2011, explicou em comunicado o regulador do mercado, que confirma o aumento proposto em abril ao conselho tarifário da ERSE.
Esta variação é aplicada aos consumidores que permanecem no comercializador de último recurso, isto é, que ainda não transitaram para o mercado liberalizado, sendo que a proposta condiciona as ofertas de preço dos comercializadores de mercado e, portanto, todos os clientes finais mesmo que tenham contrato com um comercializador livre. 

À semelhança do que acontece com a eletricidade, a tarifa transitória do gás natural (à exceção da tarifa social) é revista trimestralmente, registando agora uma atualização, depois de no período anterior ter ficado inalterada. 

Segundo a ERSE, no final de 2012, cerca de 11% dos clientes domésticos e pequenas empresas já tinham mudado de comercializador no final de 2012, enquanto no segmento industrial, com consumos acima de 10.000 metros cúbicos, cerca de 65% dos clientes já tinham optado pelo mercado liberalizado. 

* O assalto continua...

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 PARQUEAR 

BICICLETAS

NO JAPÃO


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Eles descomplicam...
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HOJE NO
" RECORD"

Orientação em BTT: 
Europeu reúne 111 atletas

Dois anos volvidos sobre os Europeus de Leninegrado, os Campeonatos da Europa de Orientação em BTT estão de regresso. Para Zamosc, na Polónia, parte hoje a nossa seleção, levando na bagagem o desejo duma boa participação e fundadas expectativas num belo conjunto de resultados.

A partir da próxima segunda-feira e ao longo de toda a semana, 111 atletas de 20 países irão bater-se em Zamosc pelos títulos europeus de Sprint, Distância Média, Distância Longa, Estafetas e, pela primeira vez na história dos Campeonatos, também de Estafeta Mista na variante Sprint.

Com 42 dos 50 melhores atletas do mundo (23 atletas do top25 masculino e 19 do feminino, no que ao ranking mundial diz respeito) presentes, é sobre os portugueses que se centram as nossas atenções. São fundadas e legítimas as esperanças num bom conjunto de resultados, não apenas porque Davide Machado é atualmente o 10º classificado do ranking mundial, mas porque tem a seu lado uma mescla de juventude e de veterania, personificados em João Ferreira e Carlos Simões, formando um trio que tão boa conta deu de si nos últimos Campeonatos do Mundo, na Hungria.

Na hora da partida, João Ferreira indica este evento, “juntamente com o Campeonato do Mundo e a Taça do Mundo de Grândola”, como um dos principais objetivos da temporada e confessa que “o primeiro objetivo para este evento é entrar no primeiro terço da tabela mas tenho a ambição e o desejo de entrar no top15 numa das provas. Tanto um como o outro são objetivos difíceis de alcançar mas vou dar o meu melhor.” Menos ambicioso, Carlos Simões considera que “apesar de estar num bom momento de forma, no passado já assim o estava e acabei por cometer alguns erros aliados a um pouco de falta de sorte. Desta feita não coloquei muita alto a fasquia e vou acima de tudo tentar navegar de uma forma segura e sem grandes pressas.”

Quanto a Davide Machado, não esconde que “um lugar no top10 será sempre uma excelente prestação, mas lá no fundo espero conseguir um top5 na Distância Longa”. Já a nível coletivo, o atleta considera que “temos uma excelente equipa para as Estafetas, tanto o Carlos [Simões] como o João [Ferreira] têm demonstrado estar em forma e motivados para as competições e vamos fazer o nosso melhor.”

* BOA SORTE AOS PORTUGUESES

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5-UMA CASA

MINORCA




















O arquitecto polaco Jakub Szczesny afirma ter construído a casa mais estreita do mundo, somente 122 cm no seu ponto mais largo. A casa Keret está entalada numa reentrancia entre dois prédios no centro de Varsóvia e servirá como uma residência temporária para escritores em viagem.

Szczesny, que é um dos fundadores do grupo de arte Centrala, abordou o escritor israelita Etgar Keret para o ajudar no projecto e os dois desenvolveram uma casa triangular, só com o espaço necessário para uma pessoa viver e trabalhar.

O chão da casa apoia-se em pilares e uma escada dá acesso ao interior vinda de baixo. No seu ponto mais estreito a casa mede cerca de 72 cm de largura.

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Sobreviveu 60 horas em barco 
naufragado no fundo do mar

Um nigeriano sobreviveu 60 horas fechado na casa de banho de um barco no fundo do Atlântico. Lembra-se de ouvir os peixes comer os companheiros mortos e de rezar para ser salvo. Foi encontrado por mergulhadores, que ficaram chocados por o encontrarem... vivo.

Harrison Okene sobreviveu 60 horas no fundo do Oceano Atlântico, confinado a uma casa de banho do Jacson-4, um navio rebocador que naufragou ao largo da Nigéria, a 26 de maio.
Dois dias e meio após o naufrágio, mergulhadores encontraram Harrison Okene com vida, encurralado numa casa de banho do navio, preso à vida numa bolha de ar com pouco mais de um metro de altura.

"Não sei o que impediu a água de encher aquele quarto. Só chamava por Deus. Salvou-me. Foi um milagre", contou Harrison Okene, ouvido pela Agência Reuters, que revela a história deste cozinheiro nigeriano ao Mundo.

O barco virou, à força das ondas, a cerca de 30 quilómetros da costa da Nigéria, quando ajudava na estabilização de uma plataforma petrolífera da empresa americana Chevron. Das 12 pessoas a bordo, foram recuperados os cadáveres de 10 e duas foram dadas como desaparecidas.
Eram 4.50 horas da madrugada de 26 de maio quando Okene, de 29 anos, sentiu o barco a tombar. Estava na casa de banho, e forçou a porta de ferro à procura da escotilha de saída. Foi arrastado pelo corredor pela água em turbilhão para outra casa de banho, nos aposentos de um oficial.
Não sabe como, mas estava vivo e a respirar quando sentiu o barco a pousar no fundo. "Estava muito escuro. Não via nada mas sentia que não estava sozinho, que havia ali corpos de companheiros mortos. Apareceram peixes que começaram a comê-los. Conseguia ouvi-los. Foi horrível", contou.

Vestindo apenas cuecas, Okene sobreviveu na água gelada da casa de banho, de cerca de 1,20 metros, agarrado ao lavatório para manter a cabeça fora de água no barco virado ao contrário.
Esteve nisto cerca de 24 horas. Não sabe ao certo quando, mas ganhou coragem e nadou para a cabine do oficial e tentou tirar painéis da parede do quarto para usar como uma jangada que o mantivesse acima do nível da água. 

"Estava ali na água, no meio da escuridão total, a pensar que seria o fim. Sempre à espera que a água enchesse o compartimento, o que acabou por não acontecer", conta Harrison Okene.
"Estava esfomeado, mas principalmente tinha sede. A água salgada levou-me a pele da língua", recorda Oneke, desconhecendo que a empresa proprietária do barco, a West African Ventures, tinha contratado mergulhadores para procurar os corpos dos desaparecidos.
"Ouviu o barulho de um martelo a bater na embarcação. Bum, bum bum. Mergulhei e encontrei um cantil. Puxei o filtro da água e comecei a bater no interior do casco na esperança de que me ouvissem", contou.

Os mergulhadores entraram no barco e Okene viu a luz de uma lanterna no corredor. "Entrei na água e dei um toque com a mão no mergulhador. Acenei-lhe quando se virou. Ele ficou chocado", contou.
A equipa de mergulhadores equipou Okene com uma garrafa de oxigénio, fato e máscara de mergulho, e trouxe-o de volta à superfície. Eram 19.32 horas de sexta-feira 28 de maio, 60 horas após o naufrágio do Jacson-4.

Passou outras 60 horas numa câmara de descompressão, porque se o corpo tivesse sido exposto imediatamente ao ar exterior teria morrido, e voltou à terra natal, Warri, na Nigéria, onde falou ao jornalista da Reuters.
"Às vezes, em casa, parece que a cama está a afundar. Penso que ainda estou no mar e acordo a gritar", contou Okene, que não decidiu ainda se voltará ao mar.

* Vale a pena acreditar em milagres???

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AMOR E DOENÇA

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 HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ministério Público pede nulidade de julgamento que determinou multa de 
1.300 euros por insultos a Cavaco Silva

Carlos Costal tinha sido condenado a pagar uma multa de 1.300 euros por mandar Cavaco Silva trabalhar, mas o Ministério Público decidiu pedir a anulação do julgamento.
O Ministério Público decidiu pedir a anulação do julgamento que tinha determinado a aplicação de uma multa de 1.300 euros ao homem que insultou o Presidente da República
 
CARLOS COSTAL APENAS INCENTIVOU
“O Ministério Público requereu a declaração de nulidade insanável da audiência de julgamento realizada em processo sumário pelo crime de ‘Ofensa à Honra do Presidente da República’, por não ser admissível, no caso deste crime, o uso daquela forma processual, nos termos do artigo 381.º, n.º 2, do Código de Processo Penal”, refere uma nota enviada à comunicação social pela Procuradoria-Geral da República.
Carlos Costal foi preso pelos insultos que dirigiu a Cavaco Silva, nas comemorações do Dia de Portugal, a 10 de Junho, tendo o Tribunal de Elvas decidido aplicar uma multa de 200 dias, ou 1.300 euros. O que ficará sem efeito se o requerimento do Ministério Público for aceite. O pedido do Ministério Público pressupõe a anulação dos efeitos do julgamento em causa.
“Não queria ofender ninguém, agi por impulso”, explicou ao jornal Público Carlos Costal, que foi preso no dia 10 de Junho, depois de ter insultado Cavaco Silva com a seguinte frase: “Vai trabalhar mas é! Sinto-me roubado todos os dias”.

Os polícias que prenderam o residente em Campo Maior garantiram em tribunal que Carlos Costal terá usado outros termos no insulto. “Dizem que lhe chamei chulo e malandro. Não são sequer palavras que me assistam, que eu use no dia-a-dia”, afirmou ao “Público”.

* Mais um ridículo que envolve o sr. Presidente  da República.

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 RECORDAR É VIVER















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HOJE NO
"i"

Tribunal adia apreciação do recurso do Governo sobre greve dos professores

O Tribunal Central Administrativo do Sul adiou hoje a apreciação do recurso do Ministério da Educação sobre a decisão do colégio arbitral em não decretar serviços mínimos na greve dos professores da próxima segunda-feira.

 Fonte do tribunal disse à agência Lusa que o recurso do Ministério da Educação "carece de ser aperfeiçoado", tendo hoje o juiz do processo dado 10 dias após a notificação por carta para se cumprir todos os requisitos, entre os quais juntar "cópia da decisão" do colégio arbitral.
Com a recusa na apreciação do recurso, considerado pelo magistrado como "não urgente", o Ministério da Educação não pode fixar serviços mínimos para os exames nacionais de Português A e B e de Latim, tendo de cumprir a decisão do colégio arbitral que determinou a sua não fixação.
O recurso do Ministério da Educação sublinhava a existência de jurisprudência do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Constitucional sobre casos semelhantes em 2005 e 2007.
A decisão do colégio arbitral em não decretar serviços mínimos na greve dos professores da próxima segunda-feira foi comunicada a 11 de junho.
Hoje à tarde elementos da Federação Nacional de Educação (FNE), Fenprof e outras estruturas sindicais estão reunidos no Ministério da Educação na tentativa de encontrarem uma solução para desbloquearem a paralisação de segunda-feira dos professores, dia de exames nacionais.

* Como o poder de direita dá a volta à cabeça dum perigoso esquerdista, Nuno Crato.

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TURBO LIGADO





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HOJE NO
"A BOLA"

Rui Costa vence etapa rainha 
da Volta à Suíça

O português Rui Costa (Movistar) venceu esta sexta-feira a sétima etapa da Volta à Suíça, tirada de 206 quilómetros entre Meilen e La Punt.
Rui Costa, vencedor da prova helvética em 2012, bateu ao “sprint” o holandês Bauke Mollema e o norte-americano Tejay Van Garderen, e concluiu a etapa como tempo de 5:11:08 horas, o que lhe valeu a subida ao segundo lugar da geral, ficando agora a 13 segundo do líder Mathias Frank (BMC).
Por seu lado, Ricardo Mestre (Euskaltel-Euskadi) foi 94.º na etapa a 21:59 minutos do vencedor.

Rui Costa tem mais duas etapas para passar para a liderança. Amanhã, sábado, cumpre-se a oitava e penúltima tirada de 180,5 quilómetros entre Zernez e Bad Ragaz.

Tempos da 7.ª etapa:
1. Rui Costa (POR/Movistar Team) 5:11:08 horas
2. Bauke Mollema (HOL/Blanco Pro Cycling Team) m.t.
3. Tejay van Garderen (EUA/BMC Racing Team) m.t.
4. Thibaut Pinot (FRA/FDJ) a 0:00:09 m.t.
5. Cameron Meyer (AUS/ Orica-GreenEdge) 0:00:22
6. Daniel Martin (IRL/ Garmin-Sharp) m.t.
7. Roman Kreuziger (R. CHE/ Team Saxo-Tinkoff) m.t.
8. Simon Spilak (ESL/Katusha) m.t.
9. Mathias Frank (SUI/ BMC Racing Team) m.t.
10. Joseph Lloyd Dombrowski (EUA/ Sky Procycling) m.t.

CLassificação
1. Mathias Frank (SUI) 25:42:36 horas
2. Rui Costa (POR) a 0:00:13 segundos
3. Roman Kreuziger (R.CHE) 0:00:23
4. Thibaut Pinot (FRA) 0:00:44
5. Bauke Mollema (HOL) 0:00:46
6. Tejay van Garderen (EUA) 0:01:17
7. Daniel Martin (IRL) 0:01:23
8. Cameron Meyer (AUS) 0:01:42
9. Tanel Kangert (EST) 0:01:43
10. Simon Spilak (ESL) m.t. 

* FORÇA RUI
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