domingo, 2 de junho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Mulher optimista ... pensamento do dia...
 
Hoje, quando acordei,
levantei-me e a minha coluna fez "treq".
Fiquei de pé e o meu joelho fez "treq".
Olhei para o chão e meu pescoço fez "treq".
Depois, olhei para o espelho e pensei:
"Caramba, além de gostosa, estou a ficar crocante...” 


Os homens tambem ficam assim, mas não é gostoso...é reumático gotoso... 

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 2-TERRIVEL


A LÍBIDO



































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A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras foi fundada em Abril de 2002, com o objectivo de apoiar doentes, famílias e todos os que convivem de perto com as Doenças Raras.

Pretendemos ser uma associação com elevado reconhecimento nacional e internacional no que às Doenças Raras diz respeito e para isso empenhamo-nos em participar em diversos projectos, quer de âmbito nacional, quer internacional.

Uma das razões da nossa existência é a divulgação das Doenças Raras. Para isso:

 Incentivamos a reflexão e o debate sobre as necessidades dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Sensibilizamos a comunidade para a realidade das doenças raras;

 Alertamos a Comunicação Social para a importância da divulgação da informação sobre as doenças raras, bem como a importância das organizações que as representam;

 Demonstramos à sociedade a importância do movimento associativo no apoio e acompanhamento dos portadores de doenças raras e das suas famílias.

O apoio aos doentes e às respectivas famílias é outra dos nossos pilares de actuação. Por isso mesmo, continuamos a prestar o melhor apoio possível aos nossos associados e aos cidadãos em geral, na temática da (in)formação, tendo em conta os seguintes objectivos:

 Promover a igualdade de direitos dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Melhorar a divulgação de meios e recursos, que permitem aos portadores de doenças raras a escolha, digna, do seu modo de vida com interacção no seu meio social e cultural;

 Melhorar a coordenação entre técnicos, instituições nacionais das áreas de medicina, ensino, reabilitação e o sector associativo.

A todos os nossos doentes raros e respectivas famílias, um grande bem hajam!

Como apoiar

O maior projecto da Raríssimas é, neste momento, a conclusão da Casa dos Marcos, uma obra de grande envergadura que necessita do apoio de todos para que esteja brevemente ao serviço da comunidade.

Caso queira contribuir para esta obra solidária, por favor faça o seu donativo para o NIB:
Conta BPI nº 0010 0000 3796 8970 0018 0

IBAN : PT50 0010 0000 3796 8970 0018 0
SWIFT/BIC
BBPIPTPL

Para além do projecto megalómano da Casa dos Marcos, a Raríssimas, encontra-se a desenvolver neste momento mais dois projectos de suma importância.

O Centro Multidisciplinar, em Lisboa, é um projecto de apoio aos doentes raros e que necessita, para já, de obras que permitam o funcionamento em pleno desta unidade. O Centro Multidisciplinar procura não só apoios a nível de construção, como também de materiais que possibilitam uma completa integração do utente. Caso queira participar deste projecto, poderá fazer o seu donativo para:

0010 0000 4235 5060 0017 6 - Banco BPI

Para mais informações ligue 21 362 31 91

Linha Rara é o nome de um serviço de utilidade pública que visa promover o esclarecimento e encaminhamento de todos os utentes com dúvidas e problemas relacionados com as doenças Raras. Para que este serviço funcione na perfeição é necessário, além dos profissionais que colaboram voluntariamente, toda uma estrutura de telecomunicaçõ,es que possibilite o funcionamento em pleno deste serviço. Para fazer o seu donativo para este projecto :

0010 0000 4235 5110 0013 8 - Banco BPI

PORQUE ESPERA??? 

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SVETLANA 

 ZAKHAROVA 

E ANDREI UVAROV 

D. QUIXOTE

JAPÃO 2009





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10-FLORES
E FRUTOS

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Álvaro, Eugénia e Ana

Os 100 anos de Cunhal




Repórter TVI

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9-FLORES
E FRUTOS
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SARA BALONAS

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Criatividade: modos de usar

Recentemente, o PÚBLICO perguntou a artistas plásticos, realizadores, escritores, publicitários, entre muitas pessoas talentosas, o que é a criatividade. Muitas respostas, todas diferentes. A ideia que fica é a dificuldade em encontrar uma definição que resuma tão complexa questão.
A verdade é que a criatividade pode ser uma boa pista para o nosso futuro colectivo. Mas, vamos por partes. Mergulhemos nas várias faces da criatividade.

Em certos casos, a criatividade é tão indissociável da prática que existem profissionais chamados “criativos”, como na Publicidade. Com passagem de atributo a substantivo, os criativos são uma classe profissional. O que fazem, em concreto, estes directores criativos, directores de arte, designers e redactores? Criam soluções para problemas apresentados pelos clientes. É-lhes exigido resolver com originalidade mas também com eficácia. A inovação, a imaginação e a originalidade são questões recorrentes. Não é por acaso que David Droga, um reconhecido criativo, desabafa: “não tenho medo da falha, tenho medo da repetição”.

Porém, a criatividade, tal como a conhecemos hoje, é uma ideia com pouco mais de um século. O significado actualmente atribuído à criatividade nada tem a ver o uso do termo nas civilizações ancestrais. Na Antiga Grécia, qualquer forma de arte, expressa na pintura ou na poesia, por exemplo, não era criação. Não existia sequer a palavra “criar” sendo o mais próximo o “fazer”. Na cultura ocidental, a noção de criatividade surge com o cristianismo mas relacionada com a divina inspiração e não como atributo do ser humano. A criatividade era competência de Deus. O indivíduo só foi reconhecido como capaz de criar no período da Renascença, porém, tal era tido como capacidade apenas reservada a “grandes homens” (Albert & Runco, 1999).

O conceito de criatividade desviou-se do carácter divino na Renascença, quando o acto criativo deixou de ser exclusivo de Deus. Mas terá sido um processo gradual que só se tornou evidente com o Iluminismo, relacionado com a imaginação. Tornou-se objecto de estudo isolado apenas nos finais do séc. XIX. Em 1926, Wallas dá um importante contributo para o conceito de criatividade: considerava-a parte do processo evolutivo, que permitia aos humanos adaptarem-se rapidamente a alterações de ambientes. Uma ideia a reter.

Hoje, o conceito de criatividade é multidimensional. Está ligado às artes e à literatura, às áreas científicas, aos meios de comunicação, ao mundo empresarial, às indústrias e até aos governos. Não raras vezes está relacionado com a capacidade de gerar respostas. Como dizia Steve Jobs, novas soluções trazem novos problemas. A diferença é que são novos.

Richard Florida (2002) dá outro tipo de pistas ao distinguir três tipos de criatividade: a criatividade tecnológica (invenção), a criatividade económica (empreendedorismo) e a criatividade cultural/artística. A economia criativa será o resultado das interacções entre tecnologia, arte e negócios (Hollanders & Cruysen, 2009).

Mas, o que é, afinal, a criatividade na sociedade actual? Certos autores convergem na ideia de que a criatividade ou a invenção "é ver o que todos viram e pensar o que ninguém pensou", como Einstein e Feynman. May (1975) referia-se à criatividade como o processo de trazer algo de novo, que estaria escondido e que aponta para novas vias.

Parece ser consensual é que é preciso muito mais do que inspiração. Quase tão complexo como o conceito de criatividade são as várias abordagens ao processo criativo. Um dos modelos incontornáveis foi apresentado por Wallas (1926), e propõe cinco etapas: preparação, incubação, intimação, iluminação ou insight  e, finalmente, verificação. Neste processo, é comum recorrer ao brainstorming, uma técnica criativa exercida em grupo.
Contudo, tal por si só, não basta. É preciso desenvolver competências, com o pensamento bissociativo, a autonomia e a incubação (Swan & Birke, 2005). A criatividade envolve a bissociação: reunir diferentes perspectivas, habitualmente incompatíveis, sobre a mesma questão. Requer, ainda, um delicado equilíbrio entre a obediência e a desobediência. A pessoa criativa deve questionar e desobedecer a normas que sufocam o seu pensamento mas, ao mesmo tempo, quem desobedece enfrenta críticas e isolamento. Por conseguinte, há "regras sobre como quebrar as regras" (Cropley, 1999).

E a incubação? Contraria a imagem da ideia luminosa. É a terceira condição da criatividade e explica a forma como as empresas, nomeadamente, as agências de publicidade, gerem a criatividade. É o culminar de períodos de pensamento exaustivo e de esforço. Não quer dizer que o culminar não seja repentino mas a descoberta baseia-se no processo intelectual.
A acrescentar mais ao quadro, Daniel Pink (2005) defende que estamos a entrar numa era em que a criatividade está a ganhar importância. Numa era em que precisamos de alimentar e encorajar o lado direito do cérebro (da criatividade e da emoção) mais do que o lado esquerdo (do pensamento lógico e analítico).

Por fim, olhemos a criatividade como factor de inovação. A produção de novas soluções, como parte da resposta à encruzilhada da contemporaneidade, nomeadamente, os papéis em mutação nos vários actores da sociedade – Estado, empresas e sociedade civil.

Pertinentes as palavras de D. Manuel Clemente, quando refere que a marca distintiva dos portugueses é a sua “capacidade de resistência e a sua adaptação criativa, que só requer mais autoconfiança e acompanhamento público para ir por diante.” (PÚBLICO, 26 de Maio de 2013). Criemos, pois! Criar é uma capacidade que está em qualquer um de nós. É só substituir uma folha de excel por uma página em branco. E começar a praticar, inspirados por Einstein: “a criatividade é a inteligência a divertir-se”. Se tiverem dificuldade em começar, perguntem a um criativo.

Investigadora na Universidade do Minho e directora da b+ comunicação


IN "PÚBLICO"
29/05/13

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MITOLOGIAS


III-A LUTA DOS DEUSES
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PINK FLOYD 


Another Brick In The Wall




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HERÓIS DE
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