segunda-feira, 27 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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ANATOMIA DUM


VIRUS DE COMPUTADOR


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Carruagens de comboios 
decorados com graffitis

 A moda de pintar carruagens de comboios com graffiti de inspiração e qualidade variáveis já tem alguns anos, mas a CP - Comboios de Portugal decidiu elevá-la ao estatuto de arte pública. 

O convite foi feito a seis artistas plásticos - com destaque para Alexandre Farto, ou "Vhils", celebrizado pela arte urbana em que escava paredes para revelar rostos - que redecoraram sobretudo o interior de carruagens do norte ao sul do país para o projeto JANELA, dirigido pela associação sem fins lucrativos P28. 

 As mensagens aplicadas em vinil pelo interior das carruagens estacionadas na estação de Contumil deixam adivinhar eventuais conversas atípicas ao longo das viagens sobre carris: "Tens medo que faça amor contigo?", "Às vezes não falo com as pessoas para ver se sentem a minha falta" ou "Sou infeliz", correm o risco de parecer balões de banda desenhada sobre os passageiros que sob elas se sentem. 

 "As carruagens são uma peça muito importante na indústria e até na arte - começaram a ser pintadas nos anos 70 em Nova Iorque com graffiti", explica Sandro Resende, diretor artístico do projeto JANELA, para considerar que "os ‘writers' [nome dado aos artistas de graffiti na gíria da arte urbana] são muito importantes na nossa sociedade".

 Para Sandro Resende, "a arte urbana é muito importante numa cidade, seja nas paredes, seja nas carruagens, e isto não vem substituir nem uma coisa nem outra", pelo que não vê "qualquer tipo de problema em que venham a ser grafitadas ou intervindas por outros artistas". "Acho que até é essencial para que as coisas andem um bocadinho mais para a frente", diz, em referência à evolução da aceitação da arte de rua, "para que não se veja a arte urbana como qualquer tipo de vandalismo, o que é uma parvoíce." 

 O diretor de projetos da P28 esclarece que "a CP queria investir em arte contemporânea", pelo que lhes foi sugerida a utilização dos comboios como "o melhor suporte possível para trabalhar", mas sempre com "respeito pelas carruagens em si", algo percetível no facto de apenas uma composição, numa linha de Lisboa, ter sido redecorada no exterior, com três carruagens alteradas pelo artista catalão Alberto Folch. 

"Acho que vai haver aqui dois momentos: o de exposição montada, porque esta é uma exposição de arte contemporânea, e depois ao longo do tempo de durabilidade, que é grande: o que é que irá acontecer? Será vandalizado ou não, aproveitado ou não aproveitado?", indaga Sandro Resende. 

 Já para João Seno, técnico de aplicação de vinis da empresa de publicidade contratada para executar a visão dos artistas, a questão da efemeridade da arte é ainda mais bem-vinda: "tudo o que é trabalho exposto à rua, como em ‘outdoors’, está sujeito a esses vandalismos", refere, concluindo que isso "é bom para a área da publicidade". "Estragam, nós fazemos mais", junta, sem esconder um sorriso.

 O projeto JANELA vai ser visível em três interiores de carruagens CP das linhas de Braga, Porto e Aveiro e em quatro interiores e um exterior de comboios da linha de Lisboa a partir de hoje, e até ao final do ano, apesar de a inauguração oficial estar agendada para terça-feira.

* Arte em movimento.

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A NOTA





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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Londres defende censura 
de sites da 'jihad'

A ministra do Interior britânica, Theresa May, quer mais poderes para poder travar a radicalização dos muçulmanos do Reino Unido, defendendo uma censura preventiva dos sites da 'jihad'. 
 
A BRIGADA ASSASSINA
No rescaldo do ataque a um soldado britânico no centro de Londres, a ministra quer legislação mais dura contra grupos extremistas. Se até agora as autoridades têm poder para ilegalizar grupos que incitem à violência, a ministra defende que deve ser possível fazer o mesmo aos que não condenem o ódio. Outra medida passa por exercer mais pressão nas universidades e mesquitas para rejeitar os "pregadores do ódio". 

Mas as medidas, como o regresso da chamada "snooper's charter" (literalmente, gráfico do bisbilhoteiro), que obriga os servidores a coletar toda a informação sobre quem visita determinados sites, emails, telefonemas e messagens nas redes sociais, promete abrir um debate sobre liberdade de expressão. E causar divisões dentro da coligação do Governo, já que no passado o vice-primeiro-ministro, Nick Clegg, dos liberais-democratas, se mostrou contra estas opções. 

* Se as religiões estão vocacionadas para instigar o ódio para que é que existem??? Concordamos com a ministra inglesa.

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E.Isto é Impossível


5.RAIOS MORTAIS E RAIOS DE 

ENERGIA


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último episódio


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 HOJE NO
" RECORD"

Ricardo Carvalho está no Mónaco

Ricardo Carvalho poderá estar próximo de assinar pelo Mónaco, segundo relata o "L'Équipe" esta segunda-feira.

A publicação francesa confirma que o defesa central, de 35 anos, está no Principado do Mónaco para discutir o futuro com o emblema monegasco.
O internacional português está no Real Madrid desde 2010 e termina contrato com o emblema merengue em junho.

Caso a transferência se confirme, Carvalho encontrará João Moutinho na formação francesa, assim como o ex-FC Porto, James Rodríguez.

Falcão e Valdés negociados
O avançado colombiano, Radamel Falcão, e o guarda-redes catalão Víctor Valdés, podem também reforçar a formação orientada por Claudio Ranieri já na próxima época.

Segundo a agência France Press, "El Tigre" está a ser negociado com o Atlético Madrid e poderá ser transferido para o Mónaco a troco de 60 milhões de euros, o valor da cláusula do goleador colchonero.

O caso de Víctor Valdés é diferente. O ainda guarda-redes do Barcelona, de 31 anos, termina contrato com o Barcelona em 2014 e poderá "forçar" a saída que o próprio já anunciou em janeiro.

* Temos pena que Ricardo Carvalho tenha jogado pouco esta época, desejamos  um futuro melhor e também um comportamento menos radical.

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FILOMENA MARTINS

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Como Cavaco acelerou a Justiça

A liberdade de expressão é uma conquista tremenda. É por isso que encerra uma não menor tremenda responsabilidade. Pode não gostar-se de Cavaco Silva, política e pessoalmente, e poucos já gostarão, tendo em conta os resultados negativos, inéditos, das últimas sondagens. E pode-se, até ao limite máximo do uso dessa liberdade expressiva conquistada, criticá-lo. Mas o recurso ao insulto é ir longe demais, é uma falta de respeito para com a instituição Presidência da República, como já reconheceu Miguel Sousa Tavares. Posto isto, é preciso dizer que se o mediático escritor comentador, que está em promoção do seu novo livro, deveria saber qual o impacte das suas palavras e também deveria ter previsto, enquanto jurista, que viria aí processo certo, a forma como Cavaco se mexeu está longe de ser impoluta. Um processo por difamação é híper comum em Portugal, não deve haver jornalistas e políticos que não o conheça. Mas Cavaco não seguiu a via óbvia de entregar o caso aos seus assessores jurídicos. Fez questão de perguntar ao Ministério Público, como número um da Nação, se via na qualificação profissional que Sousa Tavares lhe atribuiu um crime de ofensa à honra do alto cargo que desempenha. A resposta da justiça nunca foi tão rápida: horas depois, talvez nem tanto, mandou abrir um inquérito. Ficou tudo claro: parece que a celeridade da justiça depende de quem faz a queixa.

O "show-off" de Belém
O que aconteceu na segunda-feira não foi um Conselho de Estado, foi um Big Brother político. De onde saltaram e se traficaram todas as versões que mais interessavam a uns e a outros, conforme a agenda de cada qual. Mas, por muito que a situação do País crie expectativas aos cidadãos, o Conselho de Estado é o que é e vale o que vale. O problema não está no órgão e no que ele pode trazer sobre decisões para o País, que todos deviam saber que é pouco ou nada. Está na forma como quem o lidera, o Presidente, alimenta essas expectativas, usando timings específicos para o convocar e mantendo pessoas que convidou para o integrar depois do espetáculo que acabam de nos proporcionar. Mas mais importante nem foi o que se soube, foi o que se foi percebendo. Veio dos relatos dos bastidores a única coisa relevante daquela noite longa em Belém: Cavaco Silva, por mais que insista, nunca conseguirá consensos alargados, durem estes conselhos as horas que durarem. Até porque o CDS está preparado para fazer a sua parte: os recados de Bagão Félix ao PS sobre a disponibilidade dos democratas-cristãos para entrar num novo governo são claros e tiveram eco nas palavras de Jorge Sampaio, ao afirmar que não se pode contar com a esquerda para formar governos. O resto é show-off.

As acelerações de Gaspar
Vítor Gaspar, depois de ter ido à Alemanha receber mais instruções do seu professor e bom amigo Schäuble, veio anunciar, com pompa, o início de uma nova era para Portugal: a do investimento e desenvolvimento económico. Passe o escasso impacte que as novas propostas terão, passe o atraso da proposta e das ideias e passe até a repetição de muitas medidas já conhecidas, um plágio aos métodos socráticos, o que mais ressalta da apresentação deste plano "catalisador e acelerador" é a forma como Gaspar reduziu a um papel menor Álvaro Santos Pereira. Ao ministro da Economia, "pai" do pacote de estímulo económico apresentado há um mês que já continha muito do que Gaspar reanunciou agora lentamente, coube um protagonismo tão redutor como o reservado aos quatro restantes secretários de Estado escolhidos para ilustrar este momento marcante para o País. Se a ideia é catalisar a economia, através de injeções de estímulos fiscais às empresas, Gaspar, o "senhor números", deveria ter sabido quantificar a medida. Se era para mostrar também uma união governamental entre as duas pastas independentes que nem sempre têm defendido o mesmo caminho, houve logo atropelamentos. O arranque desta nova era começa, pois, cheio de solavancos e o motor ameaça mesmo gripar a qualquer momento.

Os exemplos da união sindical
O movimento sindical vive um momento muito especial em Portugal - porque as duas centrais sindicais têm novas lideranças, mas, sobretudo, porque nunca em democracia parece ter havido tantas razões para o protesto. Se há área em que a palavra "convergência", que agora entrou no léxico político, mais assusta é aqui, pelo que pode potenciar de uma revolta social. Carlos Silva e Arménio Carlos perceberam-no. Aproximaram-se. Decidiram apoiar-se em várias iniciativas já agendadas por UGT e CGTP. Planeiam algumas em conjunto. É por isso que não se entende a arrogância demonstrada pela coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, que quase deitou a perder uma oportunidade rara de união sindical. "Nós decidimos a nossa greve, nós vamos marcar o nosso calendário. Eu não tenho que dizer a ninguém, digo se quiser", gritou Avoila após agendar o seu protestozinho e fazendo questão de desdenhar da proposta de greve conjunta desejada pela UGT. Dias depois houve acordo. Porque, perante tanta sede de protagonismo, Carlos Silva revelou um poder de encaixe estratégico. E fez o Governo guardar a garrafa de champanhe.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
25/05/13

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Vigilância das praias está assegurada devido à crise e ao desemprego

As praias portuguesas têm a vigilância assegurada este ano, uma vez que a crise e o desemprego estão a "empurrar" muita gente para os cursos de nadadores salvadores, admitiu, esta segunda-feira, o presidente do organismo que congrega estes elementos.
"Não há falta de recursos humanos. Com o nível de desemprego que temos em Portugal já nos anos anteriores se sentiu que havia nadadores salvadores suficientes", disse Alexandre Tadeia, presidente da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FPNS).
Segundo o presidente desta federação, muitos desempregados, entre os quais "pessoas licenciadas", estão a tirar os cursos de nadadores salvadores numa tentativa de arranjarem emprego no verão.
"Há muita gente [a procurar os cursos]. Não conheço nenhuma associação de nadadores salvadores que tenha falta" de elementos, afirmou.

Segundo Alexandre Tadeia, existem atualmente 4.500 nadadores salvadores em Portugal, o que é "suficiente para dar cobertura" a todas as praias vigiadas.
Apesar disso, o responsável apontou alguns "pormenores" que considera que precisam de ser mudados.

Um deles é o fim da contratação individual dos nadadores salvadores pelos concessionários.
"O nadador salvador diretamente contratado pelo concessionário não tem formação contínua durante o verão, não tem coordenação técnica e acaba por não ter supervisão. A preocupação do concessionário é comercial, não é tanto a parte técnica", disse.
Por isso, defende que se deve fazer o mesmo que os bombeiros fizeram: estruturar as associações e ter contratação coletiva, através dessas associações, que garantem a formação contínua do nadador salvador.

Caso contrário, Alexandre Tadeia considera que há o risco de haver "nadadores salvadores individuais que já não têm formação há dois anos, já não praticam suporte básico de vida há dois anos, porque só se tem de revalidar a formação a cada três anos".
 "Nós fizemos um estudo e chegámos à conclusão que, quatro meses depois do curso, se não existir formação contínua, dois terços dos nadadores salvadores já não tinham condições para tecnicamente desempenharem as funções", afirmou.

"Somos terminantemente contra a contratação individual. Também não vimos um bombeiro andar sozinho a apagar um incêndio com um extintor na mão. Não vimos um bombeiro sem formação durante um ano ou dois. Portanto, também não podemos ver os nadadores salvadores", acrescentou o responsável.
O presidente da FPNS defendeu, também, que se deve alterar a forma de financiamento do salvamento aquático, que é atualmente da responsabilidade do concessionário.
"Ele tem de gastar muito dinheiro durante o verão e é muito difícil angariar esse dinheiro. São mais de dois mil euros por mês só para o salvamento aquático", disse.
Para Alexandre Tadeia, as câmaras municipais deviam criar uma taxa municipal, "cobrada a todo o comércio do concelho, mas com critérios justos", porque beneficia com o turismo, e que seria a base desse financiamento.

Assim, também "seria possível assim acabar com o flagelo das praias não vigiadas, que é um flagelo que só existe em Portugal, onde há praia que têm gente mas não são vigiadas porque não têm concessionário".

* Pirataria na contratação, fragilidade na acção.

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ALIENÍGENAS DO PASSADO

1. OS MAIAS


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 HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Mexia afirma que preço da electricidade em Portugal está abaixo da média da UE

O presidente executivo da EDP, António Mexia afirmou hoje que as estatísticas do Eurostat mostram que os preços da eletricidade em Portugal estão "abaixo da média" da União Europeia (UE).
António Mexia, numa tentativa de desfazer vários "mitos" relacionados com a ideia de que a energia faz hoje parte do problema de crescimento económico em Portugal, contestou a ideia de que os portugueses pagam mais pela energia eléctrica do que a média da UE, como sugere hoje o Eurostat, o órgão estatístico da comunidade.

"Se não tivermos em consideração os impostos", a electricidade é em Portugal mais barata do que na média dos países membros da União Europeia, afirmou o presidente executivo da EDP, num almoço promovido pelo American Club of Lisbon.

O custo da energia "está relacionado com os outros combustíveis, não com a electricidade", sublinhou.

Os custos da electricidade representam 2% dos custos totais na indústria transformadora, acrescentou, para em seguida perguntar: "Como é que o que representa 2% dos custos é problema?".

Já em relação aos preços da electricidade para os consumidores domésticos, Mexia afirmou que este está "na média da UE, apesar do IVA ser mais alto do que a média da UE", representando 2,9% dos orçamentos médios das famílias portuguesas.

O líder da EDP explica que o preço da electricidade em Portugal, se descontado o efeito dos impostos e do preço dos combustíveis fósseis, recuou 11% entre 1997 e 2012.

Portugal registou a quarta maior subida na União Europeia (UE) em matéria de preços de electricidade domésticos, entre a segunda metade de 2011 e igual período de 2012, revelou hoje o Eurostat.

De acordo com o gabinete de estatísticas comunitário, apenas Chipre (21%), Grécia (15%) e Itália (11%) registaram avanços nos preços maiores do que Portugal, onde o custo doméstico de electricidade subiu 9,7% no período indicado, o mesmo crescimento verificado na Irlanda.

O preço da electricidade nos 27 Estados-membros da UE subiu, em média 6,6% entre a segunda metade de 2011 e igual período de 2012, depois de ter aumentado 6,3% entre o segundo semestre de 2010 com e o mesmo período de 2011.

Na zona euro, a subida foi de 6,1% entre o segundo semestre de 2011 e o mesmo período do ano passado.

Em euros, Portugal registou uma subida de 20,6 euros por 100 kWh (quilowatts), igual à verificada na zona euro e superior à registada na UE (19,7 euros por 100 kWh).

No que respeita ao preço do gás para os consumidores domésticos, Portugal registou uma subida de 15,6% entre a segunda metade de 2011 e igual período de 2012, superior às verificadas na UE e na zona euro (10,3% em ambas).

Entre os 27, as maiores subidas pertenceram na Letónia (21%), na Estónia (19%) e na Bulgária (18%) e a única quebra foi registada na Eslovénia (8%), enquanto os preços permaneceram estáveis na Bélgica, na Dinamarca e na Eslováquia.

Portugal registou um crescimento de 8,5 euros por 100 kWh, superior às subidas de 7,9 euros na zona euro de 7,2 euro na UE.

* O sr presidente executivo de EDP devia lembrar-se que os salários, as pensões, a qualidade de vida em Portugal estão muito abaixo da média europeia, esquece muito a quem convém.

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GEORGE MOUSTAKI 


MÉDITERRANÉE




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HOJE NO

" DESTAK"

Crédito ao consumo caiu 6,6% no 1º trimestre, crédito pessoal foi exceção 

 A concessão de crédito ao consumo diminuiu 6,6% no primeiro trimestre, face ao período homólogo, exceto no caso dos empréstimos para uso pessoal, que aumentaram 4,5%, segundo a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC). 


 Nos primeiros três meses de 2013, o montante de crédito pedido atingiu os 860 milhões de euros (921 milhões no trimestre homólogo), destacando-se a quebra de 12,6% no crédito clássico concedido a particulares (destinado a financiar automóveis e artigos para o lar, por exemplo) e de 3,5% nos empréstimos às empresas. 

 A ASFAC representa o setor do financiamento especializado ao consumo e conta com 31 membros dos quais 25 instituições de crédito especializadas neste tipo de créditos, como a Cofidis, Credibom e Cetelem.

*  A crise continua e os números agravam-se.

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 EXCLUSIVO
CRIANÇAS

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HOJE NO
"i"

Roseta contra a distribuição 
de comida na rua aos sem-abrigo

A vereadora quer novas soluções para o apoio aos sem-abrigo como a criação de cantinas com ambiente familiar e renovação dos abrigos
Toda a gente se oferece para voluntariar e ir para a rua distribuir comida aos sem-abrigo, como se fossem dar milho aos pombos” disse Helena Roseta, vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara de Lisboa, em entrevista à Lusa para ilustrar a dificuldade de coordenar as associações que estão no terreno a dar apoio aos sem-abrigo. Ao i, Roseta explicou que a maneira como se processa a distribuição da comida em Lisboa “não tem condições nem dignidade”, defendendo por isso a existência de espaços onde as várias associações possam providenciar refeições aos sem-abrigo da capital.
NÃO SÃO POMBOS, SÃO PESSOAS
Com a quantidade de voluntários e associações que há em Lisboa, temos condições para fazer um trabalho personalizado com as pessoas que estão a dormir na rua” sublinhou Helena Roseta ao i, acrescentando que associações como a Serve the City Lisboa já proporcionam jantares comunitários em Alcântara de duas em duas semanas. A vereadora aposta em novas soluções para apoiar o número crescente de sem-abrigo na cidade – cerca de 2000, embora aponte a dificuldade de fazer um levantamento preciso desta população devido ao seu carácter itinerante – como locais com ambiente familiar” para as refeições, a reconversão de instalações do INATEL na Infante Santo em hotel social e a renovação dos albergues já existentes.
Uma das apostas da autarquia, em execução, é a criação de uma unidade de atendimento a sem-abrigo no Cais do Sodré, onde várias entidades vão procurar ajudar sem abrigo a resolver problemas de saúde, procurar trabalho ou tratar de documentação. O espaço foi cedido pela Câmara Municipal e vai ser coordenado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Desemprego 
Para além do aumento de sem-abrigo, Helena Roseta diz que há uma mudança no perfil das pessoas que vivem actualmente na rua. “Já não falamos só de pessoas que sofrem de doenças mentais ou com histórias de adicção. Hoje temos pessoas que perderam o emprego e vão para dormir para a rua, incluindo muitos jovens e famílias completas” declarou a vereadora. 
NÃO SÃO POMBOS, SÃO PESSOAS
Segundo Helena Roseta, foi exactamente o desemprego a consequência da crise que mais teve impacto na cidade de Lisboa, “com cerca de 1000 novos desempregados todos os meses” no ano passado. A falta de recursos dos lisboetas, tem feito com que cada vez mais pessoas recorram à Câmara Municipal para pedirem uma habitação social. “Andamos à volta dos 1800, 1900 pedidos por ano. Agora a nossa capacidade de resposta anda à volta de uns 300 fogos por ano”, disse a autarca, apontando que a Câmara deveria construir e reabilitar entre 500 a mil fogos por ano, vendendo parte do seu património.
Na entrevista à Lusa, Helena Roseta não esqueceu as críticas aos cortes levados a cabo pelo governo. “Isto põe em causa tudo. Tudo o que foi a construção europeia e a construção democrática de Portugal desde 1974. Nem no tempo de Marcelo Caetano ou de Oliveira Salazar se tiravam as pensões às pessoas. Isto é terrorismo social. É uma coisa inacreditável” disse a vereadora. 

* A senhora vereadora Helena Roseta é uma pessoa de muito valor, concordamos que deseje dar mais dignidade a quem mais sofre, discordamos em absoluto que haja quem dá parte da sua noite a distribuir comida  esteja a dar milho aos pombos, excedeu-se!

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8.CARTAZES URBANOS
















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HOJE NO
"A BOLA"

«Sempre acreditámos» - Rui Vitória
 

O triunfo do crer. Assim define Rui Vitória a reviravolta protagonizada pelo V. Guimarães na final da Taça de Portugal com o Benfica.

«Sempre acreditámos. O golo do Benfica foi uma injustiça, porque resultou de um ressalto. Ao intervalo estava muito tranquilo, disse aos jogadores que só er preciso aumentar de intensidade. Estes jogadores estão de parabéns, são jovens. Temos aqui grandes talentos. A maior parte dos portugueses não conhece Guimarães e ficou hoje a saber o que é ser vitoriano», afirmou o treinador, em declarações à RTP 1. 

* Uma justíssima vitória 

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TRINTA SEGUNDOS


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Homens com disfunção eréctil têm mais crenças sexuais como a de macho latino

Os homens que sofrem de disfunção eréctil têm mais crenças sexuais, designadamente a ideia do "macho latino", disse um investigador da Universidade do Porto que coordena o laboratório de investigação em sexualidade humana em Portugal. Nos homens com disfunção eréctil, a crença sexual mais associada é de "macho latino” que nunca pode falhar uma penetração, que “aguenta” toda a noite a fazer sexo e que tem de satisfazer qualquer mulher independentemente das circunstâncias, conta Pedro Nobre, coordenador do SexLab, o primeiro laboratório de investigação em sexualidade humana em Portugal.
 O investigador adiantou à agência Lusa conclusões do estudo “Saúde Sexual no Homem e na Mulher”.
A crença sexual mais enraizada em toda a população masculina portuguesa avaliada no laboratório é a do "macho latino" que "nunca pode dizer que não ao sexo" e aquela crença sexual existe em toda a população masculina, independentemente da idade e das habilitações literárias, mesmo junto das populações mais jovens, como os universitários, refere o investigador.

Também as mulheres com crenças sexuais apresentam mais problemas ao nível do prazer sexual.

As crenças sexuais assinaladas nas mulheres com menos habilitações literárias e mais velhas estão relacionadas com a ideia de "passividade feminina", que o sexo deve ser "apenas e só após o casamento" e "apenas e só após o primeiro passo ser dado pelo parceiro".

A ideia de que as mulheres perdem desejo sexual com a idade ou que diminuem a capacidade do seu estímulo sexual por causa da imagem corporal, e a obrigatoriedade de ter boas performances sexuais, designadamente terem orgasmos, orgasmos múltiplos, orgasmos simultâneos ou orgasmos vaginais, são outras das crenças sexuais que surgem no seio do género feminino, adiantou o especialista.

Acrescentou que a liberalização para este tipo de crenças acarreta um "conjunto de consequências negativas", porque a maior parte delas são "irrealistas".

“A probabilidade das crenças sexuais diminuírem o estímulo sexual é “grande”, enquanto que as pessoas com “menos destas crenças têm mais factores de protecção” e interpretam de forma menos catastrófica as disfunções sexuais de que venham a padecer, explicou o investigador.

Outra das conclusões do estudo “Saúde Sexual no Homem e na Mulher”, realizado pelo SexLab, indicam o quão importante é ter “pensamentos sexuais e emoções positivas” na resposta e funcionamento sexual.
A investigação encoraja a adopção de "atitudes positivas face à sexualidade, com vista à promoção da saúde e satisfação sexual”.
Este estudo, financiado em 160 mil euros pela Fundação da Ciência e Tecnologia, valoriza a importância das psicoterapias cognitivas no tratamento das disfunções sexuais, sobretudo ao nível das modificações das emoções e pensamentos negativos associados à actividade sexual que são típicos dos homens e mulheres com estas dificuldades.

“Quem tem estas crenças sexuais tem, por norma, pensamentos mais derrotistas durante a actividade sexual e menos pensamentos sexuais durante a actividade sexual”, explicou Pedro Nobre, reiterando que o “melhor preditor da resposta sexual são os “pensamentos sexuais” e as “emoções sexuais” positivas.

* Very tipical...também são os mais mentirosos e os que dizem mais baboseiras.

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 SEXO FRÁGIL...












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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Mais de 69 mil crianças 
em risco em Portugal 

As comissões de protecção de menores acompanharam em 2012 mais de 69 mil crianças e jovens em risco, segundo o relatório anual de avaliação.

Ao todo foram acompanhadas 69.007 crianças e jovens, mais 1.066 do que em 2011.
O relatório anual de avaliação da atividade das 305 comissões de crianças e jovens revela que este aumento processual está relacionando com o aumento dos processos instaurados (mais 1.202 do que em 2011) e reabertos (mais 502 do que em 2011).


Os jovens entre os 15 e os 21 anos são o escalão etário mais expressivo tendo sido acompanhados 20.724, seguindo-se o escalão etário 11-14 (16.698), dos 0 aos cinco anos (15.802) e dos seis aos 10 anos (15.300).
À semelhança de anos anteriores, as escolas foram as entidades que mais sinalizaram as situações de perigo às comissões de proteção de crianças e jovens. Em 2012 foram feitas pelos estabelecimentos de ensino 8.557 sinalizações.

Com o segundo maior número de sinalizações estão as autoridades policiais (7.086).
Também à semelhança dos anos anteriores, os distritos mais representativos no volume processual global são Lisboa, Porto e Setúbal.
A negligência, a exposição a modelos de comportamento desviante e o abandono escolar foram as principais situações de perigo acompanhadas pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em 2012.


Segundo o relatório a negligência foi encontrada em 20.902 (30%) dos casos acompanhados, seguida da exposição a modelos de comportamentos desviantes (16.028), situações de perigo em que esteja em causa o direito à Educação (10.447), o mau trato fisico (4.403) e o mau trato psicológico ( 3.716).
As comissões assinalaram ainda um aumento significativo do número de casos de crianças e jovens que assumem comportamentos que afetam o seu bem-estar: em 2011 foram sinalizadas 3.785 situações e em 2012 esse número subiu para 6.252.
Em 89,4% dos casos globais nacionais acompanhados pelas comissões foi aplicado como medida de promoção e proteção o meio natural, ou seja através do apoio junto dos pais, da família ou pessoa idónea.

Já a medida de retirada às famílias foi aplica em 10% das situações.
Este documento será analisado hoje num encontro presidido pelo ministro da Solidariedade e da Segurança Social e que reunirá secretários de Estado de áreas como a Saúde, Justiça, Educação, Administração Local e Juventude e Desporto, assim como representantes de várias instituições sociais que trabalham no terreno.


Na quinta e na sexta-feira o documento voltará a ser analisado no Encontro Nacional de Avaliação da Atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens no ano 2012 que decorre em Fátima.

* E vão-nos entretendo com o "super crédito"...

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SOS, SEM PULSO

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HOJE NO

"CORREIO DA MANHÃ"

Finanças lançam 
megafiscalização de faturas 

Mais de dois mil funcionários das Finanças começam nesta segunda-feira uma ação de fiscalização à faturação das empresas, que prevê, até ao final de outubro, visitas a estabelecimentos comerciais "de todos" os setores, segundo o Ministério das Finanças.

Nessas ações externas, os funcionários da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) vão verificar se os agentes económicos "estão a cumprir rigorosamente todas as suas obrigações" fiscais de faturação e de comunicação dos elementos das respetivas faturas.
A Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, em comunicado divulgado esta segunda-feira, diz tratar-se da "maior ação de fiscalização externa" a empresas realizada no âmbito da fiscalidade em Portugal.
Denominada ‘Plano de Ações Externas Locais', esta operação tem como objetivo fiscalizar o cumprimento das obrigações de faturação das empresas e reforçar a eficácia do controlo do sistema e-fatura.
No primeiro trimestre deste ano foram emitidas e comunicadas à (AT) mais de 900 milhões de faturas, das quais 90 mil de consumidores finais que inseriram faturas no Portal das Finanças.
Este processo permitiu, segundo as Finanças, identificar "dezenas" de milhares de empresas em situação irregular.
O Governo, no comunicado, salienta que esta ação de fiscalização se insere na estratégia de reforço da eficácia do combate à fraude e à economia paralela, para "dessa forma reforçar a equidade do sistema fiscal".

* Esta acção destina-se a sacar mais dinheiro ao contribuinte cumpridor, a taxa de sucesso no combate à fraude e à economia paralela é residual.

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