quarta-feira, 22 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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DESAFIOS 
   DA ECONOMIA

PORTUGUESA






CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"
 
Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "DESAFIOS DA ECONOMIA PORTUGUESA", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do Fiscalista Jacques Esteves


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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portugal no destino de cerca de 
270 vítimas de tráfico por ano

Todos os anos são traficadas entre 250 a 270 pessoas que têm Portugal como destino, trânsito ou origem, mais do triplo dos dados oficiais, revela um relatório do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais, apresentado esta quarta-feira. 

De acordo com os dados do relatório "A Proteção dos Direitos Humanos e as Vítimas de Tráficos de Pessoas -- Rotas, Métodos, Tipos de Tráfico e setores de atividade em Portugal", "a dimensão do fenómeno do tráfico em Portugal é superior ao sugerido pelas estatísticas oficiais".
Segundo o Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais (IEEI), os números reais e totais sobre o fenómeno de tráfico de seres humanos não são conhecidos já que na elaboração das estatísticas oficiais não são incluídos os casos sinalizados pelas Organizações não-Governamentais (ONG) e também porque há um "défice de investigação sobre o tráfico em Portugal".

"É possível estimar que o limite mínimo do número de vítimas traficadas anualmente tendo Portugal como destino, trânsito e origem é de 250 a 270 vítimas, ou seja mais do triplo dos dados oficiais relativos a vítimas sinalizadas", lê-se no relatório.

Números que o IEEI sustenta com os dados oficiais que não são incluídos nas estatísticas, com os casos sinalizados pelas ONG, mas que não são reportados via Guia de Sinalização (GS), com os dados fornecidos por vítimas entrevistadas sobre outras vítimas e com os dados de organizações internacionais sobre vítimas que passaram por Portugal.

O relatório mostra, por outro lado, que a maior parte das vítimas (70%) são oriundas de regiões fora da Europa, principalmente de África (44%), América do Sul (13%) e Ásia (13%), com nacionalidade predominantemente nigeriana (28%), brasileira (12%), ganesa (12%), romena (10%), portuguesa (9%) e tailandesa (9%).

* Trágico!

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Just Cavalli

PRIMAVERA VERÃO
FASHION WEEK
MILÃO
2013




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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Forbes: 
Merkel é a mais poderosa do mundo 
pelo terceiro ano consecutivo 

A chanceler alemã, Angela Merkel, é a mulher mais poderosa do mundo pelo terceiro ano consecutivo, seguida da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, de acordo com a lista elaborada pela revista norte-americana Forbes.

Ainda no "pódio" figura Melinda Gates, presidente da Fundação Bill e Melinda Gates, seguida pela primeira-dama dos Estados Unidos da América, Michelle Obama, e pela antiga secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton.

De acordo com a revista norte-americana, esta lista publicada anualmente inclui as mais poderosas figuras do mundo feminino na política, economia, cultura, artes e desporto, elencando-as por "dinheiro, presença nos meios de comunicação social e impacto", sendo que a chanceler alemã ganhou o título em oito dos dez anos, noticia a agência France Presse.

As 24 líderes empresariais que estão nesta lista centenária 'valem' quase 900 mil milhões de dólares (696,2 mil milhões de euros) em lucros das suas empresas em 2012, enquanto que as oito chefes de Estado lideram países com um PIB de quase 10 biliões de dólares (7,7 biliões de euros), segundo a revista.

No ano passado, a lista era liderada por Merkel, seguida da então secretária de Estado Hillary Clinton e da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

* Mandam muito!

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 O AMOR É ASSIM



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HOJE NO
" DESTAK"

Açores revalidam título de melhor 
destino turístico 'verde' da Europa 

 O arquipélago dos Açores voltou a ser classificado, à semelhança de 2012, como o melhor destino turístico 'verde' da Europa, um galardão atribuído pela European Coastal and Marine Union (EUCC), revelou hoje a presidência do Governo Regional dos Açores. 

 A cerimónia oficial da entrega dos prémios anuais QualityCoast, em Malta, decorreu na segunda-feira, durante o Dia Europeu do Mar, tendo os Açores levado a melhor sobre mais de mil destinos turísticos europeus avaliados em termos de sustentabilidade.

 Os destinos candidatos foram avaliados por uma equipa internacional que utilizou mais de 100 indicadores abrangentes de todos os aspetos da sustentabilidade, nomeadamente a natureza, meio ambiente, identidade local e cultural, turismo e negócios e ainda comunidade anfitriã e segurança. 

* Toda a região é uma extraordinária beleza, se não conhece não morra sem lá ir.

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JOEL NETO

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O ano das mamas

Deixem-me colocar a questão como ela deve ser colocada. Quem já tenha manuseado (digamos assim) umas mamas de silicone sabe que umas mamas de silicone até podem ficar bem na fotografia, mas não resistem a mais nenhum sentido para além da visão. 

Cheiram de maneira diferente, sabem de maneira diferente, reagem de maneira diferente ao toque - caramba, como reagem de maneira diferente ao toque... - e até produziriam sons diferentes, caso fossem instadas a produzir sons. Pois é sob esse signo que vai agora viver a TV portuguesa: o do silicone. Naturalmente, Splash! (SIC) vai trazer-nos tipos musculados, alguns cromos, casos de vida e até o habitual híbrido picaresco. 

Mas é de silicone que o programa viverá - e o que mo demonstrou foram as reações dos telespectadores aos Globos de Ouro de domingo.Postos perante o desfile de bustos, de facto a tendência da estação, portugueses e portuguesas (mas principalmente portuguesas, o que faz toda a diferença) de todas as origens correram para o Facebook: "Credo, as mamas da Carolina Patrocínio!", "Há algo errado com as mamas da Rita Andrade...", "As mamas da Bárbara não cresceram de repente?!"Pois lá estarão, a partir de domingo, Rita e Carolina, Merche Romero e Raquel Strada, Liliana Aguiar e Sónia Brazão, Filipa de Castro e Filipa Gonçalves - todas apresentando o seu produto. 

E talvez seja bom começarmos já a explicar aos nossos filhos, que as vão cobiçar, e sobretudo às nossas filhas, que vão pedir umas iguais: as mamas de silicone cheiram de maneira diferente, sabem de maneira diferente e reagem de maneira diferente ao toque. Estão a ver aquelas bolinhas de futebol com que íamos brincar para o parque, quando vocês eram crianças?

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
21/05/13

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HOJE NO
"i"

Fisco atento a mudança de sede de empresas para outros países

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje, em Bruxelas, que as autoridades fiscais estão atentas aos casos de empresas que mudam a sede estatutária para outros países, onde a carga de impostos é menor, como a Holanda. “O que posso dizer é que a administração tributária estará a olhar com muita atenção para esses casos, para verificar se realmente a sede efetiva para efeitos de tributação se encontra ou não em Portugal, de modo a que essas empresas paguem os seus impostos” ao fisco nacional, disse Passos Coelho.


 O primeiro-ministro, que falava na conferência de imprensa final do Conselho Europeu, garantiu que Portugal está melhor preparado, em termos fiscais, para analisar e tratar essas situações, na medida em que distinguimos bem o que é a sede estatutária do que é a sede efetiva para efeitos fiscais”. Muitos dos 20 grupos económicos do PSI-20 (o índice da Bolsa de Lisboa) têm a sede em outros países, para auferirem de vantagens fiscais em relação a Portugal, sendo a Holanda o destino preferido. 

Os líderes da UE estiveram hoje reunidos, em Bruxelas, num “mini” conselho dedicado a temas de energia e fiscalidade, onde Portugal esteve representado pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. 

* São só "paroles", a maior parte dos empresários que mudam a sede estatutária das suas empresas para outro país são os patrões dos políticos.

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS


4. PIRAMIDE DE SAQQARA





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HOJE NO
"A BOLA"

RTP obteve lucro de 41 milhões mas resultados líquidos serão negativos

A RTP anunciou esta quarta-feira que obteve um resultado líquido positivo de 41,4 milhões de euros em 2012, mas que o resultado positivo deveu-se a «uma conjugação irrepetível de fatores».
Retirando os efeitos ao nível do resultado operacional, que inclui o subsídio de Natal e de férias (11 milhões de euros), as provisões (7,4 milhões de euros) e o efeito ao nível do resultado financeiro do Eurogreen (37,9 milhões de euros), o resultado líquido estrutural da RTP no ano passado acaba por ser de 200 mil euros negativos.

No ano passado, as receitas da RTP caíram 18 por cento para 259 milhões de euros e as receitas comerciais diminuíram 23 por cento para 46,3 milhões de euros. O principal motivo para esta redução deve-se, segundo a administração, à quebra das audiências. 
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- O que é  «uma conjugação irrepetível de fatores», o contribuinte tem direito a saber?
- A administração não é responsável pela quebra de audiências?

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FERNANDO TORDO


ESTRELA DA TARDE




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HOJE NO
"PÚBLICO"

Muitos adolescentes vêem 
Facebook como uma "obrigação"

A ideia tem surgido nos últimos meses: os utilizadores mais novos, particularmente os adolescentes, estão a ficar cansados do Facebook. A própria empresa já admitiu que estes estão a usar serviços concorrentes. Um estudo nos EUA vem agora indicar que, naquele país, pelo menos, os adolescentes continuam no Facebook, e estão a partilhar mais informação, mas o entusiasmo pela plataforma está a cair e muitos usam-na com um sentimento de obrigação.


O estudo foi elaborado pelo Pew Research Center e por investigadores da Universidade de Harvard. Os investigadores afirmam ter notado um “sentimento de fardo social” associado ao Facebook. “Embora o Facebook ainda esteja profundamente integrado na vida quotidiana dos adolescentes, é às vezes visto como algo utilitário e como uma obrigação, em vez de uma plataforma nova e entusiasmante”.
A investigação tem como base questionários telefónicos e entrevistas presenciais a utilizadores de redes sociais. As entrevistas telefónicas foram feitas em 2012 a adolescentes entre os 12 e os 17 anos. Já as entrevistas presenciais, de onde foi retirada a conclusão de que há adolescentes a ficarem cansados do Facebook, decorreram em 2013 e foram feitas a jovens entre os 11 e os 19 anos.

O estudo cita várias razões para os sentimentos negativos em relação ao Facebook, entre os quais a presença de adultos. “Simplesmente ter uma conta num site social não reflecte necessariamente um gosto pelo site. No Facebook em particular, enquanto alguns participantes dos grupos entrevistados gostavam de o usar, muitos mais associaram-no a constrangimentos pelo aumento da presença de adultos, a grandes pressões (...) ou a sentirem-se sobrecarregados pelos outros que partilham demasiado”.

O documento aponta alguns exemplos de testemunhos dos adolescentes. “Sim é por isso que vamos ao Twitter e ao Instagram [em vez de ao Facebook]. A minha mãe não tem [conta naqueles serviços]”, afirmou uma rapariga de 19 anos. “Se estás no Facebook, vês imenso drama”, observou outra adolescente, de 15 anos. Um rapaz de 18 anos disse que o Facebook “é onde as pessoas publicam fotografias desnecessárias e dizem coisas desnecessárias”.
Este ano, a empresa admitiu no relatório de apresentação de resultados relativos a 2012 que os utilizadores mais jovens estão a usar serviços alternativos na Internet, mas nomeou apenas o Instagram, que foi comprado no ano passado pelo Facebook. Já o estudo indica um aumento significativo do uso do Twitter, que é usado por 24% dos adolescentes que estão online (eram 16% em 2011).

Uma das conclusões refere que os adolescentes estão cientes da importância das reputações online e activamente moldam a sua presença online. Os “gostos” conferem estatuto social, “de tal forma que os utilizadores adolescentes do Facebook manipulam o conteúdo do perfil e da cronologia para arrecadar o máximo número de ‘gostos’, e removem fotografias com poucos ‘gostos’”. Alguns disseram manter duas contas separadas, uma para amigos, outra para família.

O Pew Research Center já tinha estudado em 2006 o comportamento dos adolescentes nestes sites. Face a esse ano, os jovestão agora a partilhar mais informação: 91% publicam fotografias de si próprios (contra 79% em 2006), 71% indicam o local de residência (eram 61%) e 20% partilham o número de telemóvel (2% na medição anterior). Os mais novos tendem a ter uma rede de “amigos” mais pequena e a partilhar menos informação.

A grande maioria diz não ter problemas em controlar as definições de privacidade no Facebook e 60% disseram que o respectivo perfil só está visível para a sua própria rede de contactos.

* Facebook um mal que não é necessário.

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 EQUILÍBRIO

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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Dívida pública ultrapassou 
em Março os 127% do PIB

De acordo com os dados do Banco de Portugal, a dívida na óptica de Maastricht chegou aos 208,3 mil milhões de euros.

Ou seja, na óptica que conta para a Comissão Europeia, a dívida pública atingiu os 127,3% do PIB em Março, segundo o Boletim Estatístico.

O valor fica bastante acima das previsões do Governo, que no Documento de Estratégia Orçamental (DEO), publicado no final de Abril, apontava para um valor de 122,3% do PIB no final deste ano.
A dívida ultrapassa, aliás, o pico de 123,7% previsto pelo Executivo, que deveria ser atingido no próximo ano. E que, segundo o BdP, era o valor da dívida no final do ano passado.

As previsões do Governo e da 'troika' para efeitos do programa de ajustamento são feitas, porém, numa óptica algo diferente daquela que conta para Bruxelas.
O Boletim Estatístico hoje divulgado actualiza ainda a posição de investimento internacional de Portugal, que voltou a agravar-se em cerca de dois mil milhões de euros nos primeiros três meses do ano. 

A economia tem agora um indicador de PII negativo em 194,2 mil milhões de euros.

* Os números que Gaspar é incapaz de inverter, é um homem a quem caíu a auréola de sábio e passou a sabichão.

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Mada' in Saleh


a Petra da Arábia Saúdita


















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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

PGR insatisfeita com o DCIAP

Líder do Ministério Público diz que tem de ser melhorada resposta à alta criminalidade

A procuradora-geral da República (PGR) não está contente com o trabalho do DCIAP, departamento do Ministério Público (MP) destinado à investigação da alta criminalidade, e quer repensar a competência desta estrutura. 

"Não estou contente com os resultados do DCIAP. Penso que é preciso trabalhar mais e organizarmo-nos melhor", disse Joana Marques Vidal ao Boletim da Ordem dos Advogados. Explicando que o novo diretor do DCIAP, Amadeu Guerra, ainda está a "fazer a análise da situação e o levantamento das deficiências e necessidades", a procuradora adianta, contudo, que é necessário "repensar" quais os processos que devem ser da competência deste departamento. Por outro lado, diz que o MP "deve melhorar a sua capacidade de resposta à alta criminalidade", desig-nadamente ao crime económico.

Na mesma entrevista, Joana Marques Vidal defende um limite de mandatos nos cargos de direção no Ministério Público e diz que "os magistrados deveriam obrigatoriamente fazer uma declaração de interesses". 

* A sra.  Procuradora Geral da República é um pessoa de bem ao contrário do Estado Português que por vezes não sabemos se chega a ser pessoa. Quer isto dizer que o Estado não permite grandes alterações na Procuradoria porque não lhe dá meios financeiros adequados.

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HELICÓPTERO


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 HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

"Governo sem rei nem roque" 

O ex-líder do CDS-PP Ribeiro e Castro criticou as declarações da ministra da Justiça relativas ao projeto de lei socialista sobre co-adoção, classificando-as como mais um "sinal de cansaço e derrota" do Governo.
"É um sinal, a acrescer a outros, de estarmos com um Governo sem rei nem roque, em completa desorientação. Às vezes debatemo-nos com circunstâncias em que deputados tomam posições contra o Governo ou a maioria e é necessário concertar posições por diálogo, compromisso. O que nunca se tinha visto, em Portugal ou qualquer parte do mundo, era um membro do Governo dissidir em direto, diante do Parlamento", condenou o parlamentar democrata-cristão.
A responsável pela pasta da Justiça do Executivo PSD/CDS-PP tinha saudado antes a Assembleia da República por aprovar na generalidade, sexta-feira, a co-adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Para Paula Teixeira da Cruz, "a adoção deve depender das circunstâncias aferidas caso a caso de quem adota e não propriamente de uma determinada orientação", caso estejam reunidas as condições necessárias à proteção do "superior interesse da criança".
Ribeiro e Castro considerou "fortemente criticável" que "um membro do Governo tome uma posição política contra a posição dos partidos e bancadas que apoiam esse Governo". "Acho que foi um ato de insensatez, que, infelizmente, não é invulgar na senhora ministra, e de falta de sentido da responsabilidade na condução das coisas públicas, com propriedade", afirmou, falando de um "gesto inapropriado e manifestamente infeliz, uma originalidade que entra para o [Livro dos Recordes do] Guinness do desconchavo político" e "um triste sinal de cansaço e de derrota".
 
O diploma do PS contou com os votos favoráveis da esmagadora maioria da sua bancada, do PCP, do BE e do PEV, assim como 16 deputados do PSD, além de três abstenções do CDS-PP.
 
"Eu já tinha referido que o que se passou na sexta-feira tem de ser considerado, no mínimo, uma prova de incompetência política das direções do PSD e CDS-PP e da maioria no seu conjunto. Acresce hoje uma prova de incompetência política também do Governo e da titular de uma pasta", continuou Ribeiro e Castro, esclarecendo que a sua "posição é obviamente em defesa do superior interesse da criança", sublinhando o "direito à identidade e o princípio da igualdade".

* Ribeiro e Castro é o testa de ferro disfarçado de Paulo Portas para dizer mal do governo, anda a fazer pela vidinha à procura de tacho.
 

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6- NOIVAS




SOFISTICADAS













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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Indemnização por despedimento 
passa de 12 para 18 dias

A maioria PSD/CDS-PP anunciou hoje a apresentação de um texto de substituição da proposta de lei do Governo sobre indemnizações por despedimento. O líder parlamentar do CDS afirmou que se trata de "um recuo da 'troika'".

"Face à proposta inicial houve uma alteração naquilo que era pretendido e imposto pela 'troika', portanto, houve um recuo da 'troika', e, ao mesmo tempo, essa solução vem ao encontro de algumas das aspirações dos parceiros sociais, nomeadamente da UGT", afirmou aos jornalistas Nuno Magalhães, que falava aos jornalistas no Parlamento durante uma declaração conjunta com o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro.
 
"Queria sublinhar que este desfecho só foi possível pelo empenho, naturalmente do Governo, mas também da maioria, na concertação social e é o testemunho do valor que o Governo e esta maioria dão à manutenção de um mínimo de consenso e de concertação social, com os parceiros sociais", disse.
A maioria PSD/CDS-PP anunciou hoje a apresentação de um texto de substituição da proposta de lei do Governo sobre indemnizações por despedimento, em função do que foi acordado com os parceiros sociais.
A maioria PSD/CDS-PP pretende que o novo texto seja submetido a discussão pública e debatido em comissão em simultâneo com a proposta de lei do Governo sobre fundos de compensação do trabalho, que deu entrada no parlamento na semana passada.
O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, referiu que o texto de substituição estabelece 18 dias de indemnização por cada ano de trabalho em caso de cessação de contrato de trabalho a termo certo, em vez de 12 dias.

Quanto aos contratos por tempo indeterminado que sejam assinados até à entrada em vigor da nova lei, o texto de substituição prevê que haja um período transitório, de três anos, em que a indemnização é de 18 dias cada por ano de trabalho. Nos anos subsequentes, a indemnização será de 12 dias.
Para os contratos que sejam formalizados a partir da entrada em vigor desta lei, que a maioria PSD/CDS-PP estima que seja a 1 de outubro de 2013, a compensação será de 12 dias por cada ano de trabalho, acrescentou Luís Montenegro.

O líder parlamentar do PSD adiantou que, na sequência da apresentação deste texto de substituição, o Governo vai retirar a sua proposta de lei sobre indemnizações por despedimento, que está em fase de debate na especialidade na Comissão de Segurança Social e Trabalho.
Luís Montenegro assinalou que a maioria quer retomar conversações e recolher contributos dos parceiros sociais sobre este diploma e sobre a proposta de lei relativa aos fundos de compensação do trabalho.

* Os líderes parlamentares sorrindo satisfeitíssimos ao anunciar que estão a roubar 12 dias de indeminização a quem trabalha, fantástico.

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SÓ NA ÍNDIA



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 HOJE NO
" RECORD"

Federações apreensivas com 
corte de 20 por cento

As federações portuguesas de vela, triatlo e ciclismo manifestaram-se esta quarta-feira muito apreensivas com o corte de 20 por cento na dotação pública para o alto rendimento, adiantando que surge "tardiamente" e que os objetivos têm de ser "repensados".

"A informação surge tardiamente e coloca as federações num grande dilema ao ter que fazer ajustes quando as provas já estão planeadas. Se viesse mais cedo, podíamos ter planeado as coisas de outra maneira", disse à agência Lusa Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo.

As federações desportivas nacionais tiveram conhecimento na terça-feira de que a tutela vai aplicar um corte de 20 por cento nos contratos-programa de financiamento do alto rendimento nas diferentes modalidades, depois de em março as mesmas federações terem sofrido um corte de nove por cento nos contratos de desenvolvimento da prática desportiva e enquadramento técnicos (estes já assinados e publicados).

Delmino Pereira avançou que este é um "problema bastante grave", já que vai ser obrigado a "abdicar dos pontos mais altos das provas", quando as seleções e os corredores já se estão a preparar para os Campeonatos da Europa e do Mundo.

Também José Manuel Leandro, presidente da Federação de Vela, considera que não houve "equidade e planeamento" na tomada de decisão e que será necessário "repensar todo o modelo de financiamento" do movimento associativo.

"O mais gritante é que não são só os 20 por cento de agora, há umas semanas tivemos uma reunião em que foram anunciados cortes de 17,5 por cento no desenvolvimento da prática desportiva e enquadramento técnicos e hoje recebemos um email a dizer que eram mais nove por cento. O país está como está. Nós também não queremos mais dinheiro, nem pedimos o que os outros não têm. Mas há que haver equidade e planeamento", reclamou José Manuel Leandro.

O líder da modalidade que colocou 13 velejadores nos Jogos Olímpicos de Londres2012 adianta que a sua federação fez um planeamento de época em outubro do ano passado, pelo que não compreende que a decisão do corte seja tomada quando as competições de preparação dos atletas para Europeus e Mundiais, tendo em conta Rio2016, estão já agendadas.

"O desporto não pode contar com incertezas. Os atletas têm que participar nas provas, treinar, viajar. Não posso arriscar estar a endividar a federação sem saber quando e o que é que vem. O que está em causa é o país que está a ser prejudicado. É preciso repensar todo o modelo de financiamento, enquanto não for feito, vamos ter problemas constantes", desabafou.

Também Fernando Feijão, presidente da Federação Portuguesa de Triatlo, explicou que vai ter de alterar os objetivos a que se tinham proposto no organismo para a época desportiva, justificando não ter condições para manter os mesmos com uma redução de 20 por cento. "Não estávamos a contar com a redução. Ainda estamos a digerir a proposta, a encaixar bem a situação. Mas sabemos que vamos ter de reduzir a participação internacional. É uma grande desilusão", manifestou Fernando Feijão, lembrando os êxitos obtidos nos últimos tempos na modalidade por parte de João Silva, atual líder do ranking mundial de triatlo, ou de Pedro Mendes (quinto numa etapa da Taça da Europa).

Fernando Feijão acrescentou ainda não saber para que gastou o governo dinheiro num estudo sobre o estado do desporto e perspetivas futuras, e que fazia recomendações políticas, para que agora, quando as federações já traçaram objetivos para os seus atletas a contar com o apoio estatal, este venha a sofrer cortes.

"É uma política de cortes cegos. Para que é que serviu o estudo em que se gastou milhões. Há talentos enormes na modalidade, que têm vindo a dar provas. Tem aumentado o número de praticantes, inclusive. E agora vamos ficar sem condições para os apoiar, isto não falando também dos encargos financeiros da própria federação. Temos 11 pessoas que vivem diretamente da instituição", desabafou. 

* Reflexo da dureza da gestão governativa que para além de assaltar o contribuinte e cortar, pouco, na despesa, anda completamente à nora.

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SUPER MARKETING/9




















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