sexta-feira, 17 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIMDO DIA


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  PARECE OU É?

Left Field Lap Dancing


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Filmado durante um jogo de basebol em Oakland, este vídeo sugestivo será realidade ou ficção?
O atrevimento é claro e, se... bom proveito.

from Scott Blatman on VIMEO


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HOJE NO
"i"

Merkel acusa Barroso e troika de 
serem os culpados da austeridade 

Austeridade é culpa da cegueira de Bruxelas e presidente da Comissão Europeia devia ter nomeado comissário para a Grécia 

Zangam-se as comadres, sabem--se as verdades. Afinal a austeridade sacrossanta que castiga países como Portugal não é culpa de Merkel ou de Schäuble, os maus da fita para mais de metade da Europa. Não. A culpa é de Bruxelas, da Comissão Europeia e do incompetente presidente Durão Barroso. Pela segunda vez em menos de um mês, o verniz voltou a estalar entre a Alemanha e Bruxelas, deste vez em sentido totalmente contrário ao da posição de Berlim quando o presidente da Comissão Europeia disse que já bastava de austeridade. 


Quarta-feira, num encontro informal em Berlim com jornalistas, Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças alemão, afirmou que os programas de ajustamento da troika são demasiado rígidos e com pouca flexibilidade, criticando Durão Barroso por não ter nomeado um comissário europeu para a Grécia. Já Angela Merkel, que também participou na reunião, defendeu que o pacote de 6 mil milhões de euros para promover o emprego jovem na UE deveria antes ser utilizado para pagar reformas, de forma a serem criadas vagas nos empregos já existentes.

As afirmações dos dois dirigentes alemães surgiram no mesmo dia em que foi tornado público que o produto interno bruto (PIB) da zona euro contraiu 0,2% nos primeiros três meses de 2013, o que representa a sexta queda trimestral consecutiva, naquela que é a maior e mais longa recessão desde a criação do euro. Nove destas 17 economias recuaram enquanto o PIB no conjunto dos 27 estados-membros contraiu 0,1%.

Volte-face Os novos dados dão um apoio renovado a todos aqueles que defendem há muito que mais austeridade só vai criar mais recessão, numa espiral sem fim à vista. A própria Alemanha, a maior economia da zona euro, cresceu 0,1% em relação ao trimestre anterior, mas decresceu 0,3% face ao mesmo período do ano passado. Já a França, a segunda maior economia do conjunto de países que utilizam a moeda única, também caiu 0,4% relativamente a período homólogo de 2012, ao mesmo tempo que registou uma nova contracção de 0,2% relativamente ao último trimestre do ano passado.
 
A CAMINHO DA CHANCELARIA
Foi certamente este quadro que por fim levou Berlim a juntar a sua voz contra a austeridade à de outros países como a Grécia, Espanha e Portugal, demarcando-se da Comissão Europeia, apesar de até agora a senhora Merkel ter sido sistematicamente apontada como a grande incentivadora dos programas impostos pela troika (Comissão, BCE e FMI) a todos os estados-membros que necessitaram de resgates para não entrarem em default (Portugal, Grécia, Irlanda e Chipre). A este volte-face não será alheio o facto de a chanceler alemã, que ainda mantém um alto índice de popularidade, ter pela frente uma terceira reeleição, pelo que a posição agora assumida pode inserir-se na sua próxima batalha eleitoral, depois de várias derrotas consecutivas da CDU em eleições regionais.

Durão criticado Em Abril, o porta-voz da CDU “convidou” Durão Barroso a precisar o que quis dizer quando afirmou numa conferência de imprensa que os limites à austeridade eram visíveis em alguns aspectos. “Apesar de esta política estar fundamentalmente correcta, penso que alcançou os seus limites em muitos aspectos, porque uma política, para ser bem sucedida, não pode ser apenas bem estruturada. Tem de ter um mínimo de apoio político e social”, disse na altura o presidente da Comissão Europeia.

Quarta-feira, e noutro encontro com jornalistas, Durão Barroso, acompanhado do presidente da França, François Hollande, teve um discurso mais politicamente correcto, optando por pôr a tónica das suas declarações na vitória da União Europeia, por, no seu conjunto, ter finalmente atingido o valor mágico de 3% para o défice. Um dado que nem Merkel nem Schäuble valorizaram em Berlim.

* O mordomo Barroso anda a "amandar bitaites" e os patrões não gostam, ou vai rezar a Berlim ou vai de "froskes", é bem feito, afinal ele pirou-se de primeiro-ministro para se pavonear em Bruxelas, o "cherne" cheira a fénico.

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Max e Ksenia
Swing 'In Paris Festival 2012'






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HOJE NO

"A BOLA"

Facebook vale cada vez menos

As ações da rede social Facebook estão a valer menos 31 por cento do que há um ano, altura em entrou em Wall Street. Face às expectativas iniciais dos investidores, esta queda é mau sinal.


Na quinta-feira as ações da empresa fecharam a valer 26,13 dólares, menos um terço que os 38 dólares definidos na oferta pública inicial.

Na lista de empresas que angariaram 200 milhões de dólares (cerca de 155,2 milhões de euros) ou mais com a entrada em bolsa, o Facebook consta em último lugar. 

* Só faz falta aos incautos e desesperados... 

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D-A HISTÓRIA DA CIRURGIA

3- RECONSTRUINDO ROSTOS


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Paulo Morais: 
privatização da água e dos lixos 
pode redundar em corrupção

O professor universitário Paulo Morais rejeitou nesta sexta-feira a privatização da distribuição da água e da recolha dos lixos e alertou que estes processos podem ser um caminho para a corrupção.
Em termos gerais, “será uma transferência destes serviços públicos essenciais para os habituais financiadores” dos partidos, que estão no poder nos municípios, e “a isso chama-se corrupção”, disse Paulo Morais à agência Lusa.
Na sua opinião, a privatização da água e da recolha e tratamento dos resíduos sólidos urbanos “vai correr mal e os serviços serão mais caros” e de menor qualidade para os cidadãos. “Conhecendo eu os agentes económicos que dominam o poder político a nível local, serão depois os orçamentos municipais a pagar as ineficiências” na prestação destes serviços, em regime de monopólio, por privados, acrescentou.
Num país onde “não há entidades reguladoras livres e independentes”, os consumidores “ficam reféns desses serviços”, mesmo quando protestam. “Os políticos ficam perante uma chantagem que decorre dessa pressão social e acabam por ser os dinheiros públicos a pagar as ineficiências do funcionamento destes serviços públicos”, afirmou Paulo Morais.
Para o professor de Ciência Política da Universidade Lusófona do Porto e antigo vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, “são os ‘patos-bravos’ da construção e do imobiliário que vão dominar os negócios” da água e dos resíduos urbanos. Na privatização de serviços públicos prestados em regime de monopólio, “há sempre perigo de não salvaguardar” os interesses dos consumidores, disse.
ESTE CORAÇÃO PODE SER ESMAGADO

As privatizações da REN – Redes Energéticas Nacionais e da ANA – Aeroportos de Portugal, realizadas pelo Governo na sequência do memorando da troika, “não foram nada transparentes”, acusou ainda Paulo Morais. Nos casos da EDP e da REN, as privatizações foram acompanhadas “por comissões nomeadas pelo Governo que não levantaram quaisquer problemas”, lamentou, questionando a sua independência nos processos.
Paulo Morais participa esta sexta-feira, às 15h30, em Coimbra, na sede da Ordem dos Advogados (OA), num programa evocativo do Dia Europeu do Consumidor, proferindo uma conferência intitulada A Privatização dos Serviços Públicos. Via privilegiada para a corrupção?. Na sessão, que começa às 14h30, intervêm também a advogada Paula Fernando, do conselho distrital da OA, e o professor universitário Mário Frota, presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC).
Também Mário Frota rejeita a privatização de serviços públicos estratégicos e da sua gestão. “Não se concebe que se assista impunemente a um desarme do Estado, das regiões e dos municípios, para se dar de bandeja a privados serviços que, sendo de interesse geral, não podem constituir base para a consecução de lucros em detrimento do interesse das populações”, disse à Lusa o presidente da APDC.

Os privados “são mais resistentes ao cumprimento da carta de direitos dos consumidores”, defendeu, concluindo: “Pretende-se evitar que a água e os resíduos, por exemplo, lhes caiam no colo”. Importa "reforçar na titularidade do Estado os serviços essenciais” e garantir “uma criteriosa gestão das entidades públicas", com a supervisão de "instituições de consumidores autênticas" e "desipotecadas de interesses mercantis”, defendeu.

* São sempre os mesmos "vampiros" em busca do pouco que é bom e público. Este governo está vocacionado para desmantelar o país. PauloMorais um homem sem medo.

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JOANA PETIZ

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O seu emprego 
dá-lhe vontade de chorar?

Está farto de aturar gente estúpida, de correr para a frente e para trás por causa da incompetência dos seus colegas e de fazer horas extraordinárias a troco de uma fatia de pizza mirrada e fria só porque o seu chefe é incapaz de se organizar. No trabalho que faz, está claramente desvalorizado e desmotivado e os rumores de que novos despedimentos estão para vir não ajudam nada a levantar-lhe o moral.

OK, o seu emprego é lamentável. Talvez não tanto quanto o do desgraçado que tem de limpar o fosso dos ursos no jardim zoológico, mas ainda assim, lamentável. E além disso, com o mal dos outros pode você bem, correcto? A verdade é que se pudesse saía do escritório agora mesmo e nunca mais voltava. Nem olhava para trás. E se lhe ligassem a perguntar por si, ao fim de um par de dias desaparecido das lides profissionais, dir-lhes-ia simplesmente: “Fui. E não volto.” Deixava-os a imaginar se teria herdado uma fortuna ou acertado no jackpot ou apenas enlouquecido de vez. Um sonho, não é?
Mas provavelmente não se sentiria tão livre, tão grande, tão heróico quando a razão voltasse a dominar e caísse em si, sem dinheiro ou perspectivas – e com uma série de portas definitivamente fechadas, pelo menos enquanto os seus colegas e os amigos destes se lembrassem do seu grito do Ipiranga.
Esta é porventura a pior altura de atirar tudo para trás das costas e começar de novo. Então o que lhe resta? Talvez tornar a sua vida o menos má possível. Começando por fazer um esforço para não se arrastar todos os dias pelo escritório com a certeza de ser a pessoa mais infeliz do mundo.
Está deprimido e desanimado? Antecipe a hora de almoço e em vez de se enfiar na copa bafienta da sua empresa saia para rua, apanhe um bocado de sol, tome um refresco. Depois, pense no que pode fazer para antecipar problemas e acabar o seu trabalho a horas de ainda ver a luz do dia quando sair do escritório. Se conseguir, faça um esforço extra de maneira a ter todo o trabalho da semana pronto ao fim de quatro dias e peça um dia de folga para juntar ao fim-de-semana – um dia fora sem estar a contar é verdadeiramente revigorante.
E faça um esforço por não pensar em trabalho quando não está a trabalhar. Aproveite ao máximo os tempos livres, as noites, os fins-de-semana. Combine programas com amigos, aproveite a companhia da família, vá ver aquele filme que anda há semanas a querer ver. E verá que, à segunda-feira, não acordará com aquela sensação de a sua vida ser só o marasmo do escritório.
No trabalho, enquanto não tem grandes vitórias, valorize os pequenos sucessos e esforce-se por ajudar aqueles que estão mais atrapalhados a atingirem os seus objectivos. A solidariedade tem destas coisas, ao fim do dia, vai sentir-se uma pessoa mais realizada. E verá que o seu humor melhora – e com ele o daqueles que estão à sua volta. Especialmente se chefia uma equipa. Os sorrisos são contagiosos e definitivamente melhoram o ambiente; se for simpático e atencioso a falar com os outros, dificilmente lhe responderão com sete pedras na mão (veja o que a Harvard Business Review diz sobre o assunto).
E no fim do dia, se conseguir tornar-se um elemento simplificador no escritório – e não apenas um mono mais que se arrasta sem fazer grande coisa –, caso se confirmem os rumores de despedimentos, ninguém no seu juízo perfeito quererá vê-lo fora dali.

IN "DINHEIRO VIVO"
13/05/13

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Despedimentos e falências no horizonte dos grupos de media

A maioria dos gestores das empresa de media presentes em Portugal antecipa falências e fusões no mercado ao longo deste ano.

Perto de 90% dos gestores de media prevê mais despedimentos no sector este ano e uma "maioria considerável" antecipa a falência de grupos de media e consolidações no mercado. As conclusões são do "Barómetro da Comunicação 2013", citado pela Lusa.
ANA LEAL ALVO DA DITADURA

O inquérito, realizado 'online' a dirigentes de várias empresas e grupos de media presentes em Portugal, aponta como mais vulneráveis aos despedimentos "os colaboradores operacionais e de base, bem como 'freelancers' e pessoal em outsourcing". Outro cenário que é dado como certo pela maioria dos inquiridos é o congelamento dos salários para este ano no sector, "mesmo para quadros e técnicos superiores e administradores de topo e chefias".
A possibilidade de falência de grupos de media este ano e o surgimento de propostas de aquisição de grupos nacionais por investidores internacionais também é admitida por uma "maioria considerável" dos inquiridos. Quase unânime é a ideia de que não haverá condições para a criação de novos grupos empresariais no sector e que as fragmentações nos grupos de media poderão aumentar, assim como o número de aquisições e fusões.
As expectativas para o investimento também não são melhores: 63,7% dos inquiridos antecipa que o interesse dos investidores financeiros no mercado dos media irá diminuir, "levando a maior desinvestimento, principalmente no que aos media convencionais diz respeito". Com 95,5% dos inquiridos a afirmarem que o mercado está hoje mais dependente dos encargos financeiros junto da banca, antecipa-se uma "fraca ou nenhuma probabilidade de poderem surgir novos projectos
editoriais de imprensa" em 2013, "seja diária paga, semanal paga, ou gratuita".
O encerramento de títulos de imprensa, principalmente paga, é encarado como uma probabilidade média/elevada.

Por oposição, televisão e digital parecem ainda oferecer espaço para novos projectos: 57% dos inquiridos consideram que há "pouca probabilidade" de poder vir a ocorrer a extinção de canais nacionais e 68,2% veem como "provável" o surgimento de novos canais nacionais de televisão pagos, "para a grande maioria dos inquiridos existe também alguma probabilidade de poderem vir a ser criados novos jornais e canais de TV na Internet".

Na publicidade, antecipa-se que o investimento publicitário incida sobre a Internet e serviços móveis, com a imprensa e, embora em menor escala, da televisão a perderem peso.
Já relativamente às receitas, os inquiridos defendem que a principal origem de receitas da imprensa paga nos próximos cinco anos resultará da venda de espaços publicitários e de sítios na Internet,
enquanto na televisão serão reforçados os 'spots' de publicidade tradicional, seguidos dos concursos de chamadas de valor acrescentado e do 'product placement'.

* Para além do descrito na notícia acrescentem-se as perseguições laborais internas, os ditadorezecos de pacotilha e a sordidez de programas que arrebatam audiências e revelam a "fina" cultura do povo português.

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1-NOSTRADAMUS 2012

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 Um excelente trabalho da Canal HISTÓRIA
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Museus perdem visitas

Menos três mil visitantes por mês durante o primeiro trimestre de 2013

Os museus nacionais registaram uma diminuição de 1,8 por cento no número de visitantes no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período homólogo de 2012. Nos três primeiros meses de 2013, foram aos museus tutelados pela Direção--Geral do Património Cultural (DGPC) 512 614 pessoas, uma redução de 9564 visitantes em relação ao mesmo período do ano passado. Ou seja, menos três mil pessoas por mês.

 Fonte da DGPC desvaloriza a quebra, explicando que "a variação pode apenas traduzir uma diminuição do turismo nesta época", até porque a tendência é contrária à verificada globalmente no ano passado.
Comparando os números de 2011 e 2012, houve uma subida de 1,5% (mais 14 282) nas visitas, sendo que o Museu dos Coches continuou à frente das preferências, ao receber uma média de 200 mil visitantes por ano.
Em vésperas da comemoração do Dia Internacional dos Museus, que se assinala amanhã, os museus nacionais vão voltar a abrir as portas gratuitamente e, "contra ventos e marés", prometem continuar a ser "garantia de salvaguarda da memória coletiva" de Portugal, afirma Isabel Cordeiro, diretora-geral do Património Cultural.
"As circunstâncias atuais são o que são. Temos de as tentar ultrapassar. Não devemos ceder perante as dificuldades e os museus têm dado mostras de que são capazes de o fazer", acrescenta a mesma responsável.
Recorde-se que, com os palácios e monumentos, a DGPC tem outro problema: de 2011 para 2012, houve uma redução de visitantes na ordem dos 2 por cento, com menos 65 505 visitantes (5458 pessoas por mês). 

* A redução pode ser devida até ao clima menos propício para passear mas deve preocupar. Os museus estão "tesos" não têm verbas para se promover, a cultura é sempre o enteado mais pobre.

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WHITNEY HOUSTON


Bodygard






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 HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Produção de máquinas de jogos ilegais
PSP desmantela
 maior grupo criminoso em Lisboa 

A PSP admite ter desmantelado o maior grupo criminoso de produção de máquinas de jogos ilegais na Grande Lisboa, que possuía um ‘site’ de apostas no estrangeiro que rendia vários milhões de euros, informou fonte policial. 


 Segundo a fonte, a PSP de Sintra investigava uma família - pai e dois filhos - há nove meses por suspeitas de serem proprietários de uma empresa que distribuía máquinas de jogos de azar e fortuna ilegais em cafés e bares da Grande Lisboa. Na quinta-feira, a PSP deu início a uma operação que apenas terminou hoje, na qual foram cumpridos nove mandatos de busca a residências e a quatro armazéns na zona de Sintra, tendo sido apreendidos mais de 40 computadores, material informático, 100 máquinas de jogo e 14 viaturas comerciais e oito particulares (algumas delas de alta cilindrada). Foram ainda apreendidos jogos como raspadinhas e jogos de sorteios durante as buscas aos vários armazéns, onde estavam empregadas 20 a 30 pessoas. 

 De acordo com a fonte, a polícia considera que este era o maior grupo criminoso que se dedicava à exploração de jogos ilegais nesta zona. "Inicialmente pensávamos que a empresa recebia as máquinas já preparadas, que apenas instalavam os ‘softwares’ e depois as distribuíam, mas durante as buscas constatámos que o armazém principal, utilizado como fachada, tinha uma parede falsa que dava a outro armazém onde estava uma linha de produção destas máquinas", afirmou a fonte policial à agência Lusa. 

Segundo a fonte, durante as buscas a polícia encontrou provas de que a família era proprietária de uma página de apostas na internet, com sede em Malta, com proveitos que rondam entre os dois a três milhões de euros anuais. "Num escritório da Abrunheira encontrámos uma empresa que fazia material publicitário, mas que na realidade apenas existia para gerir um ‘site’ de apostas ‘online’. Portanto, há movimentação de dinheiros por parte de uma empresa que não paga impostos e há aqui suspeitas de fuga ao fisco e fraude fiscal", afirmou. 

 Os três homens suspeitos foram constituídos arguidos e, segundo a fonte, não foram detidos porque "foram apanhados fora das instalações" das empresas.

* Quem anda nestes negócios está normalmente ligado ao tráfico de droga.

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DE ECONÓMICO
A ELEGANTE


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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Dia Internacional Contra a Homofobia
 ILGA chocada com dados
 de estudo europeu

O presidente da ILGA-Portugal considerou hoje "chocantes" os números revelados por um estudo da União Europeia que revela que metade da comunidade gay, lésbica, bissexual e transexual (LGBT) portuguesa se sente discriminada pela sua orientação sexual. 
"São números absolutamente chocantes. Até agora não tínhamos números que pudéssemos utilizar para lutar de uma forma mais sustentada e de facto ficámos com uma noção clara de que mais de metade das pessoas já se sentiu discriminada pela sua orientação sexual", adiantou Paulo Corte-Real, em declarações à agência Lusa.


Segundo um estudo da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA), divulgado por ocasião do Dia Internacional Contra a Homofobia, assinalado hoje, cerca de dois terços dos europeus LGBT permanecem com medo de revelar a sua orientação sexual em público e a maior parte continua a sentir-se discriminada. Em Portugal este número aumenta para mais de metade naquela população, 51%.
O presidente da ILGA-Portugal destaca outros dados revelados no estudo, que vê como preocupantes.
"Só perto de dez por cento das pessoas é que denunciam a discriminação e isso é absolutamente assustador. Inclusivamente, em casos de agressões e crimes de ódio, que são reportados por 26% de toda a amostra e por 35% dos transexuais em especial, apenas 18% são denunciados às polícias em Portugal", afirmou.
Para Paulo Corte-Real, estes números mostram, "não só a importância de legislação, mas [também] a de políticas que garantam o combate a esta forma de discriminação e que permitam a denúncia de todas estas situações".


Em Portugal, 36% dos interrogados responderam que nos últimos 12 meses, por serem LGBT, se sentiram discriminados em situações para além do emprego, como no acesso a serviços, educação ou saúde, outro dos aspectos que "preocupa particularmente" a ILGA.
"Portugal tem dos piores resultados da União Europeia e não tem, de facto, qualquer legislação, ao contrário de outros países, que proíba a discriminação, com base na orientação sexual ou identidade de género, nestas áreas", disse Paulo-Corte Real, sublinhando que "isto vem reforçar a necessidade de legislação antidiscriminação abrangente, que inclua estas áreas e que permita a denúncia deste tipo de situações, para que não fiquem impunes".
O presidente da ILGA-Portugal destacou também "um outro campo particularmente chocante, que tem que ver com a educação".
"Em Portugal, 94% das pessoas ouviram comentários negativos ou presenciaram condutas negativas até aos 18 anos, no percurso escolar, porque um ou uma colega de escola foi percecionado como sendo L (lésbica), G (gay), B (bissexual) ou T (transexual)", lembrou, citando o estudo.
Para Paulo Corte-Real, estes números revelam que "a realidade das escolas portuguesas, que é significativamente pior que a média europeia, é uma realidade de opressão, de repressão e de silenciamento".
O dirigente defendeu que "há um trabalho enorme a ser feito nesta área, incluindo o apoio do Estado também na divulgação de recursos no âmbito escolar".

* Um povo homofóbico é um povo subserviente e hipócrita!

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1-UMA CASA
MINORCA

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 HOJE NO
" RECORD"
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K4 de Portugal na final da Taça do Mundo

O K4 de Fernando Pimenta, João Ribeiro, Emanuel Silva e David Fernandes apurou-se esta sexta-feira para a final dos 1.000 metros da segunda etapa da Taça do Mundo de Velocidade, em canoagem, a decorrer em Racice, República Checa.

O regresso do K4 1.000 metros, que se sagrou campeão da Europa em 2011 e falhou por pouco o apuramento para os Jogos Olímpicos de Londres'2012, foi assim assinalado com a realização do segundo melhor tempo, só superado pela embarcação russa.

A dupla formada por Joana Vasconcelos e Teresa Portela, medalha de bronze em K2 200 metros há uma semana, em Szege, na Hungria, falhou a qualificação para a final A na distância de 500 metros.

O K2 feminino foi remetido para a final B dos 500 metros, ao terminar a meia-final na quinta posição, a mesma alcançada pela embarcação de José Sousa, em C1 1.000 metros, que irá também marcar presença na final de consolação.

O C2 1.000 metros de Bruno Cruz e Nuno Silva terminou a sua prestação no sexto lugar, a mais de 16 segundos da embarcação dos canadianos Roland Varga e Gabriel Beauchesne-Sevigny.

Ainda esta sexta-feira entra em prova o K2 vice-campeão olímpico de Fernando Pimenta e Emanuel Silva, na distância de 500 metros e que, tal como Joana Vasconcelos/Teresa Portela, conquistaram bronze há uma semana em Szege.

Nesta segunda prova da Taça do Mundo, de preparação para os campeonatos Europeu e Mundial, Portugal compete em nove categorias diferentes, nas distâncias de 1.000, 500 e 200 metros.

* VALENTES

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WINDOWS 8



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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Coadoção por casais gay 
é uma vantagem para as crianças

O Instituto de Apoio à Criança considerou, esta sexta-feira, que a aprovação da lei que permite a coadoção por casais homossexuais é uma vantagem para as crianças e uma proteção para as relações afetivas relevantes.

O Parlamento aprovou, esta sexta-feira, na generalidade, um projeto de lei do PS para que seja possível a coadoção, por homossexuais, de filhos adotivos ou biológicos, da pessoa com quem estão casados ou com quem vivem em união de facto, mas chumbou a adoção por casais do mesmo sexo.
"Esta alteração veio permitir proteger as crianças que estabeleceram uma vinculação privilegiada com o cônjuge do mesmo sexo de seu pai ou de sua mãe, biológico/a ou adotivo/a, alargando afinal o âmbito da adoção em situações muito concretas", refere um comunicado do IAC.

O IAC adianta que desde há muito tempo defende a coadoção por casais do mesmo sexo, recordando que em 2008 elaborou um documento, no qual reconheciam que esse direito "facilitaria a densificação do conceito de "superior interesse da criança, que deve sempre ser prosseguido, em todas as decisões que lhe digam respeito".

Para o Instituto de Apoio à Criança, a lei agora aprovada "veio solucionar e dar resposta a casos de crianças que, por terem apenas uma menção relativa à sua paternidade ou maternidade ficaram, desta forma, com a sua situação jurídica mais segura e protegida".

* Um dia histórico para quem verdadeiramente ama as crianças, o resto não passa de sórdida xenofobia.

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LIVRE-SE DE SE ENVOLVER
COM UMA DELAS


1. Your Bartender
 A SUA BARTENDER

AS AMIGAS DA SUA IRMÃ


 A AMIGA DIVORCIADA DA SUA MÃE


 A SUA ENFERMEIRA

 AS EMPREGADAS DO 
RESTAURANTE HABITUAL

 A SUA CHEFE


 AS SALVA VIDAS DA SUA PRAIA

 A SECRETÁRIA


 A SUA PERSONAL TRAINER

 UMA FORMADORA


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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Consumo das famílias atenua 
queda pelo 14º mês seguido

Indicador que mede a actividade económica registou uma queda homóloga de 2% pelo quarto mês consecutivo. Já o consumo privado continua a registar quedas homólogas menos intensas, no 14º consecutivo de melhoria.
O indicador que mede a actividade económica, calculado pelo Banco de Portugal, registou uma queda de 2% no mês de Abril face ao período homólogo, igualando a quebra sentida em todos os outros meses deste ano.
MAIS UM PAPO-SECO DIA SIM DIA NÃO
De acordo com os indicadores de conjuntura divulgados esta sexta-feira pelo Banco de Portugal, o consumo das famílias continua a dar sinais de recuperação, embora persistam as taxas de comparação homóloga negativas.

O indicador coincidente do consumo privado registou uma queda de 3,6% em Abril, face ao período homólogo, quando em Março a queda tinha sido de 4%. Desde Fevereiro do ano passado, quando o índice caiu 6,1%, que a queda neste indicador que mede o consumo das famílias está a registar quedas menos acentuadas.

Apesar das quedas no consumo privado estarem a abrandar há largos meses, persistem em terreno negativo desde Dezembro de 2010, precisamente na altura em que a economia portuguesa entrou na recessão que dura já há nove trimestres seguidos.

Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que o PIB português contraiu 3,9% em termos homólogos no primeiro trimestre deste ano, enquanto a queda em cadeia foi de 0,3%.

Os indicadores revelados esta sexta-feira pelo Banco de Portugal sugerem que o fim do período recessivo na economia portuguesa não tem ainda um fim à vista. Desde o início do ano passado que a queda no indicador coincidente que mede a actividade económica tem vindo a abrandar, mas desde Janeiro estabilizou em -2%, apontando para uma estabilização da actividade económica em terreno negativo.

Entre os vários indicadores de actividade económica publicados pelo Banco de Portugal destaca-se a queda de 8,3% no volume de negócios na indústria e de 10,5% nos serviços. No consumo privado, o volume de negócios no retalho está a cair a uma taxa homóloga de 4,2%. 

* A melhoria do poder de compra é tanta que dia sim dia não as famílias conseguem comprar mais um papo-seco!

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SUSHI



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HOJE NO

" DESTAK"

 Professor pedofilo será colocado num serviço longe de crianças

 O professor acusado de pedofilia que segunda-feira se demitiu da direção de um agrupamento escolar de Odivelas será colocado num serviço longe de crianças, não regressando à escola onde dava aulas, revelou o Ministério da Educação.
O professor, que tinha sido condenado em 2006 a três anos de pena suspensa por crimes de pedofilia, foi escolhido no início do mês para presidente da Comissão Administrativa Provisória (CAP) de um agrupamento de escolas da Pontinha, concelho de Odivelas.

 A notícia, avançada na semana passada pelo jornal Expresso, lançou o pânico no agrupamento, composto por 14 escolas, frequentadas por 2.800 alunos entre os três e os 18 anos.

* Podemos correr o risco de ser radicais mas este homem devia ser expulso da função pública! Jamais acreditaremos na reabilitação dum pedófilo.


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