terça-feira, 14 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


.

7/NÃO FORAM




APANHADAS
  

 DESPREVENIDAS


 Karina Smirnoff

 Venus Williams


Anne Hathaway
Drew Barrymore


 Kristanna Loken


Aishwarya Rai


Emma Watson


Cali Logan


Lacey Chabert


 
Michelle Marsh


Amii Grove

.



.
HOJE NO

"DIÁRIO ECONÓMICO"


Um em cada cinco sabe que empresa 
faz manipulação financeira

Estudo da consultora Ernst & Young conclui também que 57% dos inquiridos acreditam que o suborno e a corrupção são práticas comuns no seu país.

Um estudo da consultora Ernst  Young  revela que um cada cinco entrevistados tem consciência de manipulação financeira por parte da sua empresa no último ano.

O estudo inclui a opinião de cerca de três mil entrevistados em 36 países da Europa, Médio Oriente, Índia e África e revela que, ao nível da administração e gestores de topo, mais de 40% dos inquiridos afirma que as vendas ou custos da sua empresa foram manipulados.


Os valores sobem quando analisadas as respostas dos colaboradores em mercados em rápido crescimento.

Por outro lado, o estudo revela que 38% dos colaboradores acredita que as empresas sob sua responsabilidade sobrevalorizaram o seu desempenho financeiro. Quase metade dos inquiridos oriundos de mercados em rápido crescimento concorda que as empresas dos seus países muitas vezes deturpam o seu desempenho financeiro, estatística que desce para 29% quando comparada com a Europa Ocidental, pode ler-se no comunicado.

Outra das conclusões mostra que 57% dos entrevistados acreditam que o suborno e a corrupção são práticas comuns no seu país, valor que aumenta para 67% em mercados em rápido crescimento.

* Esta é a face vísivel da seriedade empresarial, a encoberta vai desde o narcotráfico ao esclavagismo.

.
.
A-HISTÓRIA 
DO SEXO
  
1- MUNDO ANTIGO






.
.
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Justiça: 
Rede informática sem capacidade

 Sindicatos alertam para transferência de processos.

Os sindicatos dos Funcionários Judiciais e dos Oficiais de Justiça alertaram esta terça-feira para a falta de capacidade da rede informática da justiça e para os problemas que isso vai representar durante a transferência dos processos judiciais.

Ouvidos na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, sobre a reorganização judicial proposta pelo Ministério da Justiça, Fernando Jorge e Carlos Almeida também abordaram a necessidade de reforço dos meios e investimento para que a reforma tenha sucesso.
“A rede informática não tem capacidade para responder à redistribuição de todos os processos judiciais para as 23 novas comarcas. Isso vai ser um problema assustador. Vai bloquear todo o sistema informático da justiça e trazer inúmeros problemas”, afirmou Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais. 
Para Fernando Jorge, o número de funcionários judiciais precisa de um reforço efetivo de forma a dar resposta às necessidades crescentes dos tribunais.
A mesma opinião tem Carlos Almeida, do Sindicato dos Oficiais de Justiça, que considera a “incontinência legislativa e a falta de meios” os grandes problemas da justiça em Portugal.

* QUE JUSTIÇA???

.
.
MULHER
BRASILEIRA

 1- REFEXÃO FEMINISTA






.
.

HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Dívida às Águas de Portugal 
aumentou 27% 

A dívida dos municípios à ‘holding’ estatal Águas de Portugal ultrapassou os 555 milhões de euros no final do ano passado, mais 27% do que em 2011. 

O aumento em quase 55% dos acordos de pagamento com os municípios não foi suficiente para travar o aumento das dívidas dos clientes da AdP, cujo impacto na tesouraria das empresas do grupo resultou num acréscimo do endividamento bancário de curto prazo. As contas anuais hoje aprovadas em assembleia de acionistas revelam que, em 2012, se registou igualmente um agravamento dos défices tarifários dos sistemas de abastecimento de água e saneamento que aumentaram para 508 milhões de euros. 
Mesmo assim, os resultados líquidos da AdP melhoraram 4,2% face a 2011, passando de 89,6 para 93,8 milhões de euros. “Esta subida decorre, sobretudo, da melhoria do resultado operacional em cerca de 8,2 milhões de euros, deduzido o efeito dos desvios tarifários, e da melhoria dos resultados financeiros, em 14,3 milhões de euros”, explica a AdP. O volume de negócios baixou 5%, para 791,4 milhões de euros (834,2 milhões em 2011), por efeito da redução do montante dos desvios tarifários, resultante da menor afetação de ganhos de produtividade nos resultados consolidados de 2012, e da redução do indexante de remuneração acionista de 10,24% para 7,46%. 


Deduzido o efeito dos desvios tarifários (65,2 milhões de euros face aos 112,3 milhões de euros registados em 2011), o volume de negócios aumentou 4,2 milhões de euros, contribuindo, tal como a diminuição de gastos com o pessoal, para um crescimento de 3,4% no EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortizações), que atingiu os 35,2 milhões de euros. O endividamento total do grupo fixou-se nos 3,09 mil milhões de euros (mais 3,97% do que no ano anterior), enquanto o investimento totalizou 229 milhões de euros, o que significa um decréscimo de 53% face a 2011. 


 O “programa de contenção do investimento” já tinha sido iniciado em 2011, atendendo às limitações ao endividamento impostas às empresas do setor empresarial do Estado e ao aumento do prazo médio de recebimento dos créditos municipais, e envolve a recalendarização dos investimentos contratuais e a execução apenas dos investimentos considerados “indispensáveis à manutenção da qualidade dos serviços”. A AdP iniciou, no ano passado, um processo de reestruturação que visa a agregação de sistemas, promoção do equilíbrio tarifário e gestão verticalizada dos sistemas municipais. 

O grupo, que opera nas áreas de abastecimento de água, saneamento de esgotos e tratamento de resíduos, é constituído por 41 empresas.

* A dívida dos municípios é terrível mas parte deve ser levada em conta como custo social.
O Grupo Águas de Portugal é outra jóia da coroa que este governo quer entregar aos privados.

.

JOÃO MARCELINO

.

O "sucesso" e o Dia da Europa


1 O sucesso da operação de colocação de dívida pública portuguesa de longo prazo (dez anos) é uma boa notícia. A breve prazo poderemos conseguir reunir todas as condições para nos situarmos debaixo do chapéu protetor do programa de dívida do Banco Central Europeu, tanto mais que há indicações de que a dívida nacional interessou desta vez investidores tradicionais e não apenas os especuladores que incomodaram as instituições da troika (FMI, BCE e Comissão Europeia) quando da operação anterior (a cinco anos), realizada também já este ano.Esta operação é a parte positiva de um mau programa, o do Governo, que tem arruinado a economia portuguesa e ampliado o número de desempregados - auditado também esta semana pelo INE - para uma dimensão ainda há pouco tempo absolutamente impensável: 952 mil, que já nem sequer contam os que desistiram de procurar emprego ou, simplesmente, seguiram o conselho de Pedro Passos Coelho e emigraram. Ou seja, já estamos seguramente para além do milhão. E reforçámos a diáspora...

2 Voltando à colocação de dívida: o grande sucesso de que fala Vítor Gaspar, pago com o esforço de todo um país, custa-nos uma taxa de juro de 5,65% ano. Obviamente melhor do que nos tempos que nos levaram para os braços da troika. Um preço ainda exorbitante se considerarmos as reais possibilidades da nossa economia. E aqui está a grande questão que se coloca na precisa semana em que se comemorou o Dia da Europa: o preço do dinheiro, que talvez não possa nunca ser igual para todos neste mesmo espaço - admitamo-lo -, é demasiado desigual neste momento. Este empréstimo, de três mil milhões, se tivesse sido concedido à Holanda ou à Alemanha, custaria, no mesmo período de dez anos, menos mil milhões em juros. Talvez até mais. Pode dizer-se: mérito da economia desses países, dos seus líderes, dos seus cidadãos. Com certeza. Mas quer isto dizer também, em plena crise de 2013, que o grande espaço de convergência, social e económica, a cujo ideal muita gente na Europa aderiu, tarda em cumprir a sua vocação fundadora. A crise está a destapar a incapacidade dirigente e a comprometer o futuro da União Europeia. Por isso, a união bancária anda a passo de caracol e a mutualização da dívida dos 17, seja ou não através das eurobonds (que nos podiam e deviam dar outros juros), ainda não se descortinam. 

3 Além da dialética Norte-Sul, temperada por egoísmos evidentes, cresce o ceticismo quanto ao futuro da União e da sua moeda. A Grã-Bretanha, por exemplo, é um excelente laboratório onde se podem estudar os perigos do futuro, que para Portugal são cada vez mais evidentes. Basta ver o que diz David Cameron, muito pressionado por fenómenos em pleno crescimento na política britânica. A curto prazo ver-se-á também o que dizem os britânicos em referendo.Se todos os nossos grandes sucessos de financiamento no pós-troika custarem sempre um preço mais elevado do que o dos países que têm maior capacidade económica, as desigualdades no espaço europeu irão acentuar-se. No final da linha estará a desagregação política e monetária, cada vez mais discutida, até em Portugal, e uma explosão social perigosa. Quando algumas pessoas em Portugal celebram esta colocação de dívida quase como um ponto de chegada, convém perceber que ainda está muito por fazer. Quase tudo. E que um governo português, seja ele qual for, tem pela frente um trabalho que não pode dispensar a vertente de uma presença mais reivindicativa em todos os fóruns europeus. 

No lançamento do seu livro As raízes do Mal, a Troika e o Futuro, o deputado Miguel Frasquilho, do PSD, afirmou que tem "muitas dúvidas" de que "os países que estão com dificuldades e sob programas de ajustamento" estejam "a ser ajudados da melhor forma" e pediu condições mais "realistas". Passos Coelho, na plateia, ouviu. Poiares Maduro, na véspera, na Itália, dissera coisas evidentes, simples, que o Governo durante demasiado tempo não era capaz de ousar sequer pensar. Pode ser que sim, que o "sucesso" de Gaspar não limite, nesta segunda fase, todo o pensamento do Executivo. Oxalá.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
11/05/13

.
.
 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Tribunais demoram 547 dias 
a resolver litígios comerciais

O licenciamento demorado e a ineficiência do sistema de justiça, de que é exemplo o prazo médio de 547 dias para resolver litígios comerciais, continuam a debilitar o ambiente de negócios em Portugal, segundo estudo da OCDE. 

Intitulado "Reformar o Estado para Promover Crescimento", o estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico foi pedido pelo Executivo para acompanhar o processo de reforma do Estado, tendo sido hoje divulgado em Paris na presença do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
"Em Portugal, o sistema judicial tem sido lento na resolução de litígios civis e comerciais, o que resulta numa grande quantidade de casos pendentes e um alto nível de incerteza para as empresas", considera a OCDE.
A organização cita um trabalho do Grupo Banco Mundial, segundo o qual o tempo necessário para resolver litígios comerciais em Portugal é de 547 dias, cerca do dobro do registado pelos cinco países da OCDE mais bem classificados neste indicador.
A OCDE defende ainda que uma maior adoção de tecnologias de informação e comunicação pelos tribunais pode contribuir para melhorar a produtividade e reduzir os tempos processuais, melhorando a gestão do fluxo processual e gerando estatísticas que podem ser usadas para monitorizar e avaliar o desempenho dos tribunais.
 Por outro lado, a OCDE sublinha que a quantidade de licenças exigidas, sobretudo a nível local, "deve ser reconsiderada de modo a facilitar a criação e desenvolvimento de novas empresas".
A reforma do "licenciamento zero" e o plano de extensão do Simplex a todos as autarquias e níveis da administração pública "tem potencial para melhorar substancialmente o ambiente de negócios e deve ser implementada sem demora".
Deve ser também dedicada "especial atenção" às exigências ambientais, devendo intensificar-se os esforços para simplificar os requerimentos e reduzir os custos administrativos para cumprir estas exigências.

 * Sem justiça célere e tranparente não há investimento estrangeiro.

.
.
V-TABU

ALDEIA GLOBAL



2.SEXO NA ADOLESCÊNCIA





.
.
HOJE NO
" RECORD"
 
  Contrato de preparação dos JO'2016 fechado até dia 10

O secretário de Estado do Desporto e Juventude assegurou esta terça-feira que o contrato de preparação para os Jogos Olímpicos Rio de Janeiro'2016 estará "fechado" no máximo até ao dia 10 de junho e abrangerá os próximos três ciclos.

Na sua primeira audição desde que tomou posse do cargo em abril, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, Emídio Guerreiro explicou que, mesmo sem a assinatura dos novos contratos programa, o financiamento das federações desportivas "nunca foi o cortado" e tem sido feito em duodécimos.
"Os contratos programa têm vindo a ser assinados, mas nunca se cortou no apoio financeiro às federações, que tem sido feito em duodécimos. Como se sabia que haveria eleições no Comité Olímpico de Portugal (COP), chegou-se à conclusão que não se deveria fechar, dentro do período habitual, o novo programa olímpico. Já estive reunido duas vezes com o novo presidente do COP e até 10 de junho o novo contrato olímpico estará fechado", garantiu. Nesse sentido, o secretário de Estado do Desporto e Juventude vai sugerir que o "horizonte" do programa preencha os próximos três ciclos olímpicos, até aos Jogos de 2024, com o objetivo de preparar "melhor as jovens esperanças e os jovens talentos".

"Não temos sido capazes de tratar como deve ser a gestão de jovens talentos. O horizonte temporal de um ciclo olímpico acaba com a dinâmica nesse sentido e é menos eficaz", frisou. Emídio Guerreiro, que sucedeu em abril a Alexandre Mestre, revelou que neste momento 42 atletas possuem bolsas olímpicas, incluindo a judoca Telma Monteiro e os atletas Nelson Évora e Naide Gomes.

O secretário de Estado abordou também a modernização do Jamor e garantiu que os melhoramentos realizados e ainda agendados para o local não foram feitos "apenas a pensar na final da Taça de Portugal" entre Benfica e Vitória de Guimarães, no dia 26 de maio. "Agora temos fibra ótica no Jamor, temos a racionalização das tecnologias de informação, a recuperação de água e saneamento no complexo. Acredito firmemente que até 2015 teremos um Jamor completamente diferente do que existiu até agora", afirmou.

Numa audiência que durou cerca de três horas, Emídio Guerreiro referiu que um dos seus principais desafios nos próximos meses será "chegar a um acordo com as federações e câmaras municipais" para a gestão e manutenção dos centros de alto rendimento (CAR). "Se formos capazes de fazer isto bem feito, teremos todos a ganhar e sobretudo teremos a consciência que aquele investimento que foi feito no passado, que são muitos milhões, embora 85 por cento são de fundos comunitários, não é desperdiçado", concluiu.

* Este secretário de Estado tem tudo para ser sério.


.
.




REX HARRISON


My Fair Lady





.
.
HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portugueses criam cadeira de rodas que pode ser comandada pelo pensamento

Um investigador da Universidade do Minho coordena um projeto nacional de robótica cujo objetivo é desenvolver uma cadeira de rodas comandada através de movimentos de cabeça ou corpo, voz, expressões faciais ou, até, pensamentos.
Em comunicado, aquela academia acrescenta que a tecnologia, testada em pacientes com paralisia cerebral, consegue desviar-se dos obstáculos, planear tarefas e comunicar com outros dispositivos.
"A ideia foi, sobretudo, a de criar uma cadeira de rodas inteligente, de baixo custo e impacto ergonómico, que pudesse ser comandada por um interface multimodal flexível", explica Luís Paulo Reis, da Escola de Engenharia da Universidade do Minho.
Os utilizadores poderão escolher entre vários modos de comando e até combiná-los.
Entre as opções já disponíveis, existem os comandos de voz, movimentos de cabeça ou o "brain computer interface", que permite dirigir a cadeira através dos pensamentos".
O projeto conta com o apoio das universidades do Minho, Porto e Aveiro, do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência de Computadores, do Centro Algoritmi da UMinho, do INESC Tec, do Instituto de Engenharia Eletrónica e Telemática de Aveiro, da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto e da Associação do Porto de Paralisia Cerebral.

Já foi premiado cinco vezes, por entidades nacionais e internacionais.

* Inteligência portuguesa que não encontra eco nos políticos.

.
.


VOANDO BAIXINHO






.
.
 HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

 Benfica-Chelsea 
deverá render 157,6 milhões de euros

A final da Liga Europa deverá gerar proveitos de 26,9 milhões de euros à economia portuguesa. Porém, é o mercado britânico que mais fica a ganhar, onde as receitas podem ascender aos 78,5 milhões.
O encontro desta quarta-feira, 15 de Maio, entre o Benfica e o Chelsea, em Amesterdão, deverá ter um impacto económico no valor de 157, 6 milhões de euros, gerados a partir dos gastos com restauração, viagens de avião, estadias, consumos em casa, prémios de jogo, bilheteira e direitos televisivos, revela um estudo do Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM).


Neste cenário, a final da Liga Europa deve ter um impacto de 26,9 milhões de euros na economia nacional, 17% do impacto global do encontro. A maior fatia, 55%, fica a dever-se ao consumo em casa, seguindo-se as viagens de avião, 22%, e os gastos na restauração, 15%. Estima-se que dez mil adeptos do Benfica se desloquem a Amesterdão para assistir à final.

Contudo, o estudo do IPAM revela que o mercado britânico será o vencedor antecipado do desafio. O encontro deve render 78,5 milhões de euros ao mercado inglês, o correspondente a metade do impacto económico global do jogo. Prevê-se que também dez mil adeptos ingleses se desloquem à cidade neerlandesa para ver a partida.

Já Amesterdão deve arrecadar cerca de 14,3 milhões de euros. Antevê-se que o jogo seja capaz de gerar 50 mil espectadores no estádio, 40 mil dormidas, 200 mil refeições, 50 mil deslocações internas e 30 mil visitantes.  

Quanto ao prémio de jogo, o vencedor da Liga Europa 2013 deverá levar para casa 12 milhões de euros, enquanto o derrotado leva 9,5 milhões.

* Note-se que  "BENFICA" é a melhor marca portuguesa.

.
.
ALEGRIA NO DESPORTO














.
.
HOJE NO
" DESTAK"

Cavaco Silva defende valorização da ciência, conhecimento e inovação 

O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu hoje a valorização do papel da ciência, conhecimento e inovação, considerando que são "componentes decisivos" do desenvolvimento e afirmação internacional de Portugal em tempos difíceis como os atuais.


 No discurso que proferiu durante a cerimónia de entrega dos Prémios BIAL 2012, que decorreu hoje no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, no Porto, Cavaco Silva considerou que empresas como a BIAL "mostram que o êxito está ao nosso alcance, ao alcance dos nossos sonhos e do nosso trabalho" e "são motivo de esperança para Portugal e sinal do talento e da fibra dos portugueses". 

 "Nos tempos difíceis que o país atravessa, importa não perder o sentido de futuro e valorizar o papel da ciência, do conhecimento e da inovação, enquanto componentes decisivos do nosso desenvolvimento e afirmação internacional", enfatizou.

* Prosaicamente vulgar

.
.

SEMPRE A AVIAR !!!!






.
.
HOJE NO
"i"

Vítor Gaspar. 
Depósitos abaixo de 100 mil euros
 são “sagrados” 

Depósitos superiores apenas serão afectados como “último recurso”

O ministro das Finanças garantiu hoje que os depósitos bancários abaixo dos 100 mil euros são “sagrados” e jamais sofrerão perdas nos processos de liquidação de bancos, e mesmo os superiores apenas serão afetados como “último recurso”.
Falando, em Bruxelas, à margem de uma reunião de ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin), na qual o assunto foi debatido, Vítor Gaspar sublinhou que, “relativamente à questão muito importante dos depósitos bancários, foi absolutamente claro que a garantia de depósitos abaixo dos 100 mil euros é sacrossanta”, reforçando que “a expressão que foi usada e repetida é sacrossanta”.


“Para depósitos acima desse limite, a possibilidade de existência de perdas não é perentoriamente excluída, mas apenas ocorrerá, na perspetiva da esmagadora maioria dos intervenientes, em último recurso e se for absolutamente necessário”, disse.

“Repito, abaixo do limite de 100 mil euros, os depósitos são sagrados”, insistiu, admitindo, em resposta a uma questão, que a Europa tirou ensinamentos da forma como foi (mal) gerida a crise de Chipre, razão pela qual é necessária a “formulação muito clara e definitiva de quais as regras do jogo a aplicar”.
O ministro disse que a “ordem de prioridade dos credores” a sofrer perdas em caso de liquidação de bancos “é a que seria de esperar por tipos de ativos” e que “já estava definida antes desta reunião” de hoje do Ecofin.
"Os primeiros a sofrer perdas a serem naturalmente os acionistas”, havendo depois “toda uma hierarquia de instrumentos de dívida, começando pela dívida subordinada”, adiantou.

Indicando que a presidência da União Europeia apresentou a necessidade de conciliar uma “abordagem comum a nível europeu” mas preservando “a flexibilidade sempre necessária em caso de crise”, o ministro apontou que a posição de Portugal foi “de acordo com a necessidade de evitar a existência de diferenças nacionais que possam levar à fragmentação do mercado interno”, tendo por isso defendido “um grande grau de harmonização de regras e práticas”.

O ministro indicou que o assunto voltará à reunião do Ecofin de junho e que prosseguem as discussões com o Parlamento Europeu, de modo a que se possa alcançar um acordo que classificou de “urgente”.
Os ministros das finanças dos 27 discutiram hoje a proposta de reestruturação e liquidação dos bancos, com base na proposta de diretiva (lei comunitária) sobre a resolução de crises bancárias, que a Comissão apresentou há cerca de um ano, com o objetivo de serem os acionistas e grandes depositantes a pagarem futuros resgates, e não os contribuintes.

* Um governo de "herejes" a dizer que o dinheiro é sagrado. Com esta gente não está nada seguro, nunca!

.
.
ALERTA
OBESIDADE 














.
.
 HOJE NO
"A BOLA"

«Este é o jogo mais importante 
da minha carreira» - Jorge Jesus

A final de amanhã frente ao Chelsea será, até à data, o jogo mais importante da carreira de Jorge Jesus, salienta o treinador do Benfica.
«As expectativas, como é óbvio, são as melhores. É um grande prazer estarmos numa final europeia. Este é o jogo mais importante da minha carreira. Mais importante, porque é uma final da Liga Europa e isso tem a sua importância. É a minha primeira final numa grande prova europeia. De certeza que na minha carreira irei ter mais passagens. Por isso é que estamos aqui. Medias de todo o mundo para poderem relatar este jogo», contou o líder das águias, durante a conferência de Imprensa de antevisão da final da Liga Europa. 

* Amanhã todos os portugueses devem apoiar o Benfica, as rivalidades internas são para outras ocasiões.

.
.

RAIVA NA ESTRADA




COMO É POSSÍVEL???



.
.
HOJE NO

"PÚBLICO"

Libertados cerca de 3000 escravos 
no Brasil em 2012

Houve um aumento de resgates face ao ano anterior. Mas há muitos mais escravos à espera de libertação, alerta especialista.

No dia em que a lei de abolição da escravatura no Brasil celebra 125 anos, o Ministério do Trabalho e Emprego daquele país revelou que, durante o ano passado, 2849 trabalhadores foram resgatados de situações análogas às dos escravos no século XIX.

De acordo com o comunicado do ministério, foram levadas a cabo 255 acções de fiscalização que culminaram nestes resgates, que representam um aumento de 14% face a 2011. Para aquela entidade, "o aumento de número de resgatados deu-se porque as acções fiscais foram realizadas em regiões até então não inspeccionadas".
De acordo com o El País, os resgatados não só trabalhavam em grande latifúndios agrícolas como em siderurgias e estaleiros de construção civil. É, aliás, a indústria siderúrgica a principal fonte de escravos retirados a essa condição: 150 só no estado do Pará.

 "O número de resgatados está crescendo por causa de dois factores: por um lado aumentou o interesse dos estrangeiros pelo Brasil, que muitas vezes entram de maneira irregular e se envolvem em condições de trabalho degradantes. Por outro, intensificámos as fiscalizações. Logo, a tendência é encontrarmos cada vez mais estrangeiros de nacionalidades variadas vítimas desse crime", disse à BBC Brasil Renato Bignami, coordenador do programa de Erradicação do Trabalho Escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo.
Ainda de acordo com a BBC Brasil, Luiz Machado, da Organização Mundial do Trabalho, considera que este número de escravos retirados às condições abusivas de trabalho "é só a ponta de um icebergue". "A situação no país de origem é tão má, que ele [o trabalhador escravo] aceita a exploração como forma de alimentar o sonho de um dia se tornar o dono da oficina e ter uma vida melhor", diz, referindo ainda que a maioria destes escravos são estrangeiros que chegam ao Brasil já endividados. Segundo Luiz Machado, os escravos no Brasil virão sobretudo da Bolívia, do Peru, do Paraguai e do Haiti. 

A escravatura no Brasil foi abolida a 13 de Maio de 1888, quando a então regente Isabel de Bragança assinou a chamada Lei Áurea.

* Em pleno sec XXI num país que está entre as 10 maiores economias do mundo, o  país onde mais se fala português!!!

.