sábado, 11 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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6-CÉREBROS
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3-MANIPULAÇÃO

























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 5-CÉREBROS


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I.CAMINHANDO COM AS BESTAS


1. Novo Surgimento







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4-CÉREBROS
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A VIDA PRIVADA



DE SALAZAR
 

16º Episódio


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 3-CÉREBROS


SUSANA TOSCANO

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Como sempre, afinal

Geração após geração, entre pobreza e guerras, os mais jovens tinham de partir em busca de melhores condições de vida ou ao serviço dos desígnios de expansão ou defesa do território. 

Por um breve lapso de tempo, convencemo-nos de que agora seria diferente, os nossos jovens estudavam, o futuro apresentava-se firme e previsível, com oportunidades dentro de portas e expectativas de progresso em harmonia de povos sem fronteiras. Eles viajavam, sim, mas para alargar horizontes, era aqui que fundariam a sua vida. Mas não, parece que o nosso destino é esse de dizer adeus, de ficar à espera, a saudade ainda e sempre, essência ou anátema. 

De novo, habituamo-nos aos que partem, aos que chegam por uns dias que mal dão para matar saudades, não queremos deixar de ser parte da vida deles, tentamos contar-lhes como ficámos, trazê-los de novo ao nosso quotidiano, mas foge-lhes o olhar, distrai-se a atenção, mundos que se apartam, há que tecer novos fios, encontrar amarras, eles que fiquem partindo, eles que nos levem deixando-nos. 

Todos os dias, o tempo atrás do tempo e nós atrás dele, quando vens, quando partes, quando voltas, numa cadência sôfrega de afectos desencontrados, tecidos de paciência e de adiamentos, até aprendermos a escondê-los, a apaziguá--los, ausências e presenças a encher-nos os dias. Como sempre, afinal.

Autora do blogue Quarta República (http://quartarepublica.blogspot.pt)

IN "i"
10/05/13

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2-CÉREBROS



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3-A BATALHA


DE LA LYS


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 1-CÉREBROS


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LIZA MINNELLI


MEIN HERR







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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Nova proposta sobre tabaco 
vai gerar mais desemprego 

Um estudo encomendado pela Philip Morris International indica que as novas leis comunitárias para o setor do tabaco vão gerar a perda de 175 mil postos de trabalho e uma quebra de 5 mil milhões de euros de impostos. 

A Comissão Europeia aprovou recentemente uma proposta de revisão da diretiva dos produtos do tabaco, que introduz diferenças no setor e que deverá entrar em vigor a partir de 2015-2016, depois de debatida noutras instâncias como o Parlamento Europeu.

De acordo com o estudo da consultora Roland Berger, a que a agência Lusa teve acesso, a uniformização das embalagens, uma das medidas em cima da mesa, "não terá significativa influência no comportamento do consumidor, alterando as suas preferência de consumo para marcas mais baratas e criando condições favoráveis ao crescimento do comércio ilícito".
O comércio ilícito de produtos de tabaco, que representa atualmente "cerca de 11% do consumo de cigarros na União Europeia", pode crescer entre 25 e 55% como resultado da implementação da uniformização das embalagens, aponta a Roland Berger


A proibição de cigarros 'slim', curtos e mentolados é outra das propostas em cima da mesa que é contestada no trabalho encomendado pela Philip Morris International, empresa internacional do setor de que a Tabaqueira é a subsidiária em Portugal.
A combinação de "todos os fatores", diz o estudo, levará à destruição de 175 mil postos de trabalho (num universo de 600 mil empregos), à perda de 5 mil milhões de euros de receita fiscal na Europa e ao acréscimo no consumo de 2%, "por via da redução dos preços em todos os segmentos de mercado resultante de uma competição entre operadores baseada exclusivamente no fator preço".

Para Bruxelas, todas as embalagens de cigarros e tabaco de enrolar devem com a nova diretiva conter uma advertência combinada constituída por uma imagem e texto que abrange 75% das faces dianteira e traseira da embalagem e não deve ostentar qualquer elemento promocional.

As informações atuais sobre o alcatrão, a nicotina e o monóxido de carbono, que são consideradas enganadoras, são substituídas por uma mensagem aposta nas faces laterais das embalagens informando que o fumo do tabaco contém mais de 70 substâncias cancerígenas, quer ainda a Comissão Europeia.

* Muito complicado

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ALMA


PROCURANDO A
NOSSA ORIGEM CÓSMICA







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HOJE NO
" RECORD"

José Ramalho vence 
Taça de Portugal de maratonas

O canoista campeão da Europa de maratonas, José Ramalho, venceu este sábado a Taça de Portugal, que decorreu em Prado, onde, de 6 a 9 de junho, decorrem os Europeus da especialidade.

O atleta do Clube Fluvial Vilacondense cumpriu os 30,1 quilómetros em 2:11.00 horas, seguido de Alfredo Faria (Gemeses), a 2.17 minutos, e Roberto Martins (CN Ponte Lima), a 3.45. Joana Sousa (CN Ponte de Lima) triunfou no setor feminino, com 2:14.41 horas nos 28,5 quilómetros, seguida de Catarina Sequeira (Douro CC) a 2.17 minutos e de Sara Rafael (CN Sesimbra) a 2.21.

Em C1, Rui Lacerda (CN Ponte de Lima) ganhou com 2:07.19 horas (28,5 quilómetros), menos 1.04 minutos do que o colega de equipa Samuel Amorim, e 6.57 do que Fábio Lopes (ARCORibeira).

A Taça de Portugal de maratonas reuniu 741 canoistas de 38 clubes, que no domingo disputam as competições de tripulações, em K2 e C2. A prova é seletiva para os Europeus. 

* Quando é que este tipo de atletas é alvo de verdadeiro destaque na comunicação social??

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BARBARELAS




 Britney Spears

Selena Gomez

 Vanessa Hudgens

 Adriana Lima 



Alice-Eve


Beyonce



Brooklyn Decker




Christina Aguilera


Christina Ricci




Denise-Milani



Diora Baird


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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Cão guia idosa desaparecida 
de volta a casa

 Uma  idosa de 93 anos que  desapareceu  pelas 17h00 de sexta-feira, no sítio do Carvalhal, concelho de Loulé,  foi encontrada ontem de manhã  pela GNR, com a ajuda do cão da  vítima.

Segundo o CM apurou, ‘Dino', um cão de raça pinscher, após ter passado a noite com a dona, fez o caminho contrário, encaminhando a idosa, que sofre de Alzheimer, de volta a casa.
Cansada e desorientada, mas ilesa, a vítima acabou por ser encontrada pelos militares do Posto de Loulé da GNR, que desde a véspera procediam a buscas para a encontrar, no caminho de regresso a casa. A mulher está de boa saúde.

* Há poucos exemplos desta fidelidade nos humanos.

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PARKOUR DE MONOCICLO





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HOJE NO
"i"

Afinal quem controla as escutas telefónicas em Portugal?

Cabe-lhes desviar as chamadas para as salas da PJ. Mas nem a ANACOM nem a Comissão de Protecção de Dados fiscalizam esse processo

Esqueça a ideia de que a Polícia Judiciária (PJ) carrega num botão ou num REC e começa a ouvir as suas conversas telefónicas. O processo para chegar a uma escuta telefónica – legal, sublinhe-se – é muito mais burocrático e menos instantâneo: as polícias têm de ter fortes suspeitas do seu envolvimento num crime, o Ministério Público tem de concordar que ter o seu número sob escuta será útil à investigação e o juiz, por fim, terá de aprovar. Só mediante um despacho judicial um determinado número pode começar a ser escutado. 


Cabe à operadora telefónica fazer o desvio de todas as chamadas feitas por aquele número para as salas da PJ onde uns computadores gravarão a conversa no sistema (o sistema é triangular, como se fosse uma conferência a três). Na PJ há normas internas que restringem o acesso dos funcionários à sala onde são ouvidas as chamadas. Mas como funciona do lado da operadora telefónica? Basta carregar num botão? O funcionário da operadora pode, também ele, ouvir as conversações? O seu acesso ao sistema fica registado? E quem fiscaliza e controla que é tudo feito consoante a lei e não há números a serem escutados sem ordem de um juiz? Ninguém sabe as respostas.

O i colocou estas questões às operadoras telefónicas mas não obteve reacções até ao fecho da edição. A ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), entidade reguladora das comunicações postais e electrónicas, adiantou que esta matéria não faz parte das suas competências. E a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) também adianta não ter qualquer intervenção nestes processos. Ana Roque, vogal da CNPD, explicou ao i que quando estão em causa “direitos, liberdades e garantias, estes passam a ser tutelados por um juiz”. Mas fontes judiciais ouvidas pelo i garantem nunca ter ouvido falar de inspecções dos juízes às instalações das operadoras móveis.


De tempos a tempos, o tema das escutas regressa. Ou porque um ex-Procurador-Geral da República se lembra de dizer numa entrevista que de vez em quando ouve uns barulhos esquisitos no seu telemóvel, ou porque os advogados acusam as polícias e o Ministério Público de investigarem sentados à secretária, ou porque outras figuras do mundo judiciário questionam se não estaremos perante uma escutomania (devido a um alegado excesso de escutas). Já em 2003, José Miguel Júdice, então bastonário da Ordem dos Advogados, defendeu num Congresso da Justiça que, de forma a evitar os excessos, deveria ser criada uma entidade, como por exemplo uma “Comissão de Controlo das Escutas Telefónicas”, presidida por um juiz do Supremo Tribunal de Justiça, a quem competiria definir as regras, fiscalizar o sistema de escutas e monitorizar o seu funcionamento. Essa Comissão nunca foi criada e ninguém sabe ao certo quem fiscaliza.


Um despacho assinado pelo director da PJ, em 2010, definiu um conjunto de regras precisas para a execução do controlo das comunicações. A intenção, explicava Almeida Rodrigues, era introduzir alterações de modo “a garantir um reforço da segurança no acesso e no uso do sistema de escutas, bem como nos processos de gravação e de audição dos suportes técnicos das conversações ou comunicações”. 

O documento explica em detalhe como é feito o acesso ao sistema de intercepções (apesar de outros órgãos de polícia criminal poderem ordenar escutas, só a PJ dispõe de salas onde as conversas podem ser ouvidas): só é permitido o acesso a pessoas autorizadas que entram na sala com um cartão magnético e a quem é atribuído um username e uma palavra-passe, pessoais e intransmissíveis. 


O i não conseguiu saber se nas operadoras telefónicas também existe um código de conduta semelhante. Ana Roque, vogal da CNPD, diz “não fazer sentido que as conversas possam também ser ouvidas por funcionários das operadoras, já que não é essa a ideia de uma escuta legal, que deve ficar exclusivamente no campo da justiça”. Mas confessa que esse é um campo desconhecido mesmo para quem trabalha diariamente na protecção de dados pessoais. “Quem nos garante que tal como aconteceu com um funcionário da Optimus no processo de Silva Carvalho, um trabalhador de uma operadora ao mesmo tempo que desvia as chamadas de um número, conforme foi pedido por um juiz, não desvia outras para outro lado que não a PJ?”, questiona fonte judicial que pediu o anonimato. Até à data, a CNPD nunca recebeu qualquer queixa relacionada com a matéria. “E se nunca houver nenhuma queixa em relação a essa atitude, estou certa de que nunca irá ser detectada”, adianta Ana Roque. 

* Os senhores muito sérios das instituições muito dignas a sacudirem como podem a água do caspote, estamos feitos ao bife com estes democratas.

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B I C H E Z A S





































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