quarta-feira, 8 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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TENTANDO
  PERCEBER 
A CRISE





CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"
Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "A CRISE", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.


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HOJE NO
" RECORD"

 Ferguson: «Este é o momento certo»

Alex Ferguson garantiu esta quarta-feira que pensou muito sobre a decisão de abandonar o cargo de treinador do Manchester United e que este era o “momento certo” para a retirada, depois de 26 épocas à frente do clube.

“Pensei muito sobre a decisão de me retirar. Este é o momento certo. É importante para mim deixar o clube na melhor forma possível e creio que fiz isso. A qualidade deste plantel que venceu a Liga e a mistura de idades são um bom presságio para o sucesso futuro”, afirmou Fergie ao site do United.

O treinador escocês de 71 anos agradeceu o apoio da família, frisando ainda a importância da mulher na sua carreira: “Tenho de prestar homenagem à minha família, ao amor e apoio que me deram, que foi essencial. A minha mulher Cathy foi a figura-chave de toda a minha carreira, possibilitando-me estabilidade e ao mesmo tempo encorajando-me. Não há palavras para expressar o que isso significou para mim”.

“Quanto aos jogadores e funcionários, atuais e antigos, gostaria de agradecer a impressionante conduta profissional e dedicação que ajudou a conquistar tantos triunfos memoráveis. Sem essa contribuição a história do United não seria tão rica. No início, com o apoio da direção, em particular Sir Bobby Charlton, tive tempo para construir um clube de futebol e não apenas uma equipa. Estou verdadeiramente grato a todos”, frisou.

* UM HOMEM

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Amaya Arzuaga

PRIMAVERA VERÃO
FASHION WEEK
MADRID
2013



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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministério Público pede absolvição dos arguidos do processo Taguspark

 O Ministério Público pediu, esta quarta-feira, a absolvição dos arguidos do processo Taguspark, durante as alegações finais, que decorrem no Tribunal de Oeiras. O tribunal agendou para 6 de junho a leitura do acórdão.


Durante as alegações finais, o procurador Luís Eloy justificou que, ao longo do julgamento, não ficou provado o envolvimento dos três arguidos num plano estratégico que visava utilizar o polo tecnológico de Oeiras para pagar contrapartidas a Luís Figo, pelo apoio à campanha de José Sócrates, então líder do Partido Socialista, nas legislativas de 2009. 

Rui Pedro Soares, ex-administrador não executivo do polo tecnológico de Oeiras, Américo Tomatti, à data dos factos presidente da comissão executiva do Taguspark, e João Carlos Silva, antigo administrador do polo e ex-presidente da RTP, estão acusados de corrupção passiva para ato ilícito. 


O caso começou a ser julgado em fevereiro deste ano e, entre as testemunhas arroladas, estiveram os ex-futebolistas Luís Figo, Rui Costa e Sá Pinto, o treinador José Mourinho, os administradores da PT Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, o atual diretor do Diário Económico, António Costa, e o advogado Paulo Penedos, arguido do processo Face Oculta, entre outros.

* O dinheiro compensa

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CAFÉSISSIMO

video

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Nuno Crato considera que colégios 
GPS não cumprem gratuidade 
da escolaridade obrigatória

O ministério da Educação e Ciência recomendou às escolas do grupo GPS que devolvessem a taxa de matrícula de 10 euros que cobravam aos seus alunos. Esta é uma das conclusões das auditorias feitas ao grupo de colégios GPS já terminadas.
O Ministério da Educação e Ciência considera que os colégios do grupo GPS não cumprem a gratuidade da escolaridade obrigatória. Segundo um comunicado da pasta liderada por Nuno Crato, é cobrada uma taxa de matrícula de 10 euros que é indevida. O grupo contesta a ideia e diz que a maioria das escolas exige o mesmo montante.

A existência de uma taxa de matrícula no grupo de escolas é uma das conclusões das seis auditorias desencadeadas pelo Ministério que foram entregues na terça-feira, 7 de Maio, na comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura. O gabinete de comunicação de Crato emitiu um comunicado em que explicou o que estava em causa nas auditorias feitas a colégios do grupo GPS com contrato de associação (escolas com gestão privada mas que prestam serviço público).

De acordo com o comunicado emitido pelo Ministério da Educação, um dos “problemas comuns aos diversos colégios” é que não é cumprida a gratuitidade da escolaridade obrigatória, uma vez que é cobrada a tal "taxa de matrícula de 10 euros".

“Foi recomendado às escolas a cessação dessas práticas, bem como a devolução dos valores em causa aos alunos e encarregados de educação”, adianta o mesmo documento.

Algumas das escolas do grupo GPS não concordam com esta recomendação mas, em comunicado enviado às redacções, o conselho de administração do grupo GPS diz que esta taxa “corresponde a um conjunto de despesas que existem na generalidade das escolas”. A administração especifica que a quantia equivale a despesas administrativas de inscrição, matrícula, renovação de matrícula, “primeira via de caderneta escolar” e ainda, entre outros, “primeiras despesas com materiais de desgaste”.

O grupo de escolas, em que se incluem os colégios Oriente, Miramar e Santo André, diz que esta taxa já se encontrava activa aquando da realização de outras inspecções regulares e “nunca, até à data”, foi pedida essa devolução.

Na argumentação jurídica da contestação aos relatórios de inspecção às escolas do Grupo, a que o Negócios teve acesso, o grupo GPS refere que, num relatório de 2011, era indicado que com a taxa, “tendo em conta as práticas similares na maioria dos estabelecimentos de ensino, públicos e privados [...] parece não estar posto em causa o regime de gratuidade da escolaridade obrigatória”. Nesse documento jurídico, o grupo defende ainda que não está implementada nenhuma propina, taxa ou emolumento mas apenas o fornecimento de bens.

Em resposta ao Negócios, o gabinete do Ministério da Educação refere que a recomendação que foi feita no âmbito da taxa de matrícula "é valida também para escolas públicas em situação semelhante".

Distribuição de horários a professores 
remetida para ACT

“Outra questão comum detectada nos diversos colégios prende-se com a distribuição dos horários atribuídos aos professores”, indica o comunicado do Ministério da Educação e Ciência que sublinha que, como não tem competências para julgar a questão, remeteu os processos para a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), “de forma a verificar o eventual incumprimento do contrato colectivo de Trabalho (CCT)”.

A administração do GPS, presidida por António Jorge Calvete, “aguarda serena e tranquilamente os resultados das averiguações desta entidade, na certeza de que, neste como noutros aspectos, cumpre escrupulosamente a lei e os regulamentos do Ministério da Educação”.

“Foram ainda verificadas situações pontuais em um ou mais colégios, como a necessidade de contratação ao longo de todo o ano lectivo de um docente com funções específicas para educação especial, respeitar os limites de lotação fixados ou solicitar a sua alteração, corrigir desconformidades nas matrizes curriculares e alterar os preçários praticados no bar, em especial no que respeita aos produtos lácteos, entre outras”, adianta ainda o comunicado do Ministério da Educação, ao que o GPS responde que tais situações “nunca foram objecto de reparo em inspecções anteriores”.

No comunicado oficial, a administração do grupo GPS defende que os “resultados destas inspecções e auditorias são extremamente positivos” por não darem razão às queixas existentes.

Auditorias continuam

No entanto, nem todas as auditorias levadas a cabo pelo ministério de Nuno Crato estão concluídas, pelo que ainda serão entregues, até ao final do ano lectivo, outros relatórios, bem como a conclusão de um inquérito a ser conduzido pela Inspecção Geral da Educação e Ciência.

As duas primeiras auditorias ao grupo foram desencadeadas pelo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, depois de denúncias levantadas por professores e sindicatos, no Verão passado. Foi na sequências dessas que foram dinamizadas as outras averiguações.

Houve já várias reportagens sobre este caso, nomeadamente uma realizada pela TVI, que mencionava alegadas pressões sobre os docentes em escolas do grupo. Na peça, eram referidas declarações escritas que os professores seriam coagidos a assinar sendo que, aí, aceitavam o aumento da carga de trabalho para horários superiores aos permitidos por lei. 

* GPS- Grupo Para Suspeitar

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DAVID DINIS

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Gaspar e os seus limites

Pouca gente terá percebido, mas a meio da longa reunião de terça-feira na Assembleia da República, o ministro das Finanças saiu da sala. Quando reentrou, porém, não foi sentar-se no seu lugar de ministro. Sentou-se, ao invés, nas cadeiras destinadas aos jornalistas e assessores. De frente para os deputados do CDS. Sorrindo, como um espectador.
Aquele foi só um momento, de entre vários de uma reunião estranha, com um ministro das Finanças que parecia querer vincar a imagem que a oposição (no Governo e fora deste) tentou criar dele.
Sigam a sequência.
Comecemos pelo estranho diálogo com Ana Drago: «A sr.ª deputada afirmou que eu fui eleito e deveria saber que eu não fui eleito coisíssima nenhuma!». A bloquista riu-se e respondeu: «Não nos esquecemos disso, os portugueses não o escolheram!». E assim fechou Gaspar: «Inteiramente de acordo».
Ainda no caminho bloquista, outra pérola. Pedro Filipe Soares questionava por que razão o ministro das Finanças tinha à sua frente o DEO e não o mostrava aos deputados. Que fez o ministro? Pegou nos papéis, alinhou-os e mostrou a capa do dito documento ao deputado. Com um sorriso, uma vez mais.
Prossigamos com as acusações ao moderado deputado do PS, Fernando Medina: o PS tem uma «patológica incapacidade de assumir os seus erros»; os polémicos swaps fazem parte de «um padrão de comportamento sistemático da parte do Governo socialista, de ocultação da dívida».
Depois, os recados para dentro da coligação de Governo. Disse Gaspar que um novo aumento de impostos «está aparentemente afastado» – deixando o social-democrata Miguel Frasquilho com os nervos em franja. Disse também que «neste processo» de ajustamento que se segue «o papel do Ministério das Finanças é explicitar a restrição financeira e o cenário macroeconómico. Porém, a especificação das medidas para alcançar esse esforço é uma responsabilidade do Governo como um todo».
Dito assim, parece-me claro que foi uma tarde penosa no Parlamento: se Vítor Gaspar queria deixar irritados todos, da oposição aos deputados da maioria, teve naquela tarde um invulgar momento de glória.
Em cinco horas apenas, Gaspar quis confirmar a imagem pública de um ministro que menospreza a importância de ser eleito; que menoriza a importância do debate transparente na Assembleia; que põe em causa a nova estratégia do próprio Governo de procurar consensos com a ala moderada dos socialistas, expondo nesse caminho a sua secretária de Estado a um ataque político e ajudando até a defesa dos bancos agora postos em tribunal; e até de um ministro em pleno braço-de-ferro público com o parceiro de coligação. Melhor que isto, só mesmo o 7-0 do Bayern ao Barcelona na Liga dos Campeões.
Chegado aqui, é hora de dizer que tenho uma estranha admiração por Vítor Gaspar. Desde os primeiros dias que o entendo como vital para o sucesso deste Governo – não só na justa medida do seu prestígio externo, mas também pela frieza com que tenta cumprir o seu enormíssimo desafio de tirar Portugal do resgate financeiro.
Não raro o elogiei. Não raro desvalorizei o que até dentro do Governo se vai dizendo dele – e acreditem que não é coisa boa.
No meu melhor entendimento, a maior parte dos problemas deste Governo não residem em Gaspar – com quem concordo em larga medida sobre a situação do país e na necessidade de consciencializar todos de que o caminho da consolidação orçamental está apenas no início.
Porém, depois da última terça-feira, fiquei com uma ligeiríssima impressão de que este ministro das Finanças está a perder a paciência. E, com isso, a perder a capacidade política – sim, política – para conduzir este difícil processo de ajustamento.
Espero ainda estar errado. Caso contrário, darei as boas-vindas ao ministro Paulo Macedo. É a mais velha lição da democracia: não há insubstituíveis.

IN "SOL"
06/05/13

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HOJE NO
" DESTAK"

Eurodeputados do PS questionam Bruxelas sobre investigação aos Estaleiros de Viana 

Os eurodeputados do PS questionaram hoje a Comissão Europeia se o Governo português "já prestou todas as informações relevantes" no âmbito da investigação às ajudas públicas concedidas aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). 


Através de um requerimento dirigido ao executivo comunitário, hoje revelado pelos eurodeputados socialistas, estes pretendem "saber se a Comissão já recebeu do Estado português a justificação da natureza da intervenção pública" nos ENVC "no âmbito dos auxílios de emergência e de reestruturação concedidos a empresas em dificuldade". 

Em comunicado enviado à agência Lusa, sublinham que a Comissão Europeia "enviou uma carta ao Estado Português, convidando-o a apresentar, no prazo de um mês, todos os esclarecimentos que contribuam para uma apreciação final da compatibilidade destes auxílios estatais com as regras comunitárias que permitem auxílios de emergência ou à reestruturação".

* Os governos PS têm também muita  culpa  no avolumar desta aldrabice.

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS


2. PIRAMIDE DE SAQQARA





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 HOJE NO
"i"

 Jovens empresas criam quase 
metade do emprego gerado 
em cada ano em Portugal

As empresas jovens, com cinco ou menos anos, representam 35% do tecido empresarial português e criam quase metade do emprego gerado em cada ano, segundo um estudo da D&B divulgado hoje na 2.ª conferência Crescimento Empresarial, em Lisboa.
 Relativo ao período 2007-2011, a que se reportam os últimos dados disponíveis, o estudo aponta para cerca de 476 mil empresas ativas no país e destaca 2011 como “o ano em que morreram mais empresas em Portugal”.
Segundo o trabalho, entre 2007 e 2011 houve uma diminuição de 6,3% do número de empresas com atividade regular e um recuo de 9,1% do número de empregados.

Esse período correspondeu também a uma “ligeira” diminuição, de 3%, do número médio de empregados por empresa, mas com a manutenção do custo médio por empregado nas empresas.
A este propósito, os autores do estudo apontam como “mito” a ideia de que o aumento do desemprego em Portugal resulta do emagrecimento dos quadros das empresas: “A diminuição do ‘stock’ de empregos deve-se ao facto de o número de empresas ter diminuído. O número médio de empregos por empresa mantém-se estável”, sustenta.
Segundo as conclusões do trabalho, até 2008 o número de empresas que criaram emprego e o número de empregos criados foi superior ao número de empregos destruídos, mas, a partir desse ano, esta tendência inverteu-se.

Dos empregos criados entre 2007 e 2011, 75% pertenciam ao setor dos serviços, indústrias transformadoras, construção e retalho, tendo o dos serviços sido “o que criou mais empregos líquidos” e a construção e as indústrias transformadoras os que “registaram os valores mais elevados de emprego líquido negativo”.

Outro dos “mitos” desfeitos pela D&B é que as Pequenas e Médias Empresas (PME) são as grandes responsáveis pela criação de emprego.
Segundo destaca, “são as empresas jovens, normalmente também pequenas, que criam a maior fatia de novo emprego, ao serem responsáveis por 46% do emprego gerado em cada ano".
No total, as pequenas empresas constituem 98% do tecido empresarial português e criam 61% do emprego, sendo que as ‘startups’ (empresas jovens e inovadoras, geralmente em processo de implementação) constituem 6,5% do tecido e criam, sozinhas, cerca de 18% do emprego gerado em cada ano.

“As empresas jovens são, normalmente, também pequenas e crescem mais depressa. No entanto, o que é o fator determinante para a criação de emprego não é a dimensão da empresa, mas a sua idade”, conclui o estudo.
Do trabalho da D&B resulta ainda que, apesar do “mito” de que a zona de Lisboa é a grande responsável pela criação de novas empresas, o facto é que “a zona do Norte lidera em nascimento de empresas” no período 2007-2011, surgindo “pelo menos 3 pontos percentuais acima de Lisboa”, com cerca de 36% do total.


Na apresentação do estudo hoje feita por Teresa Cardoso de Menezes foi dado destaque a uma 'radiografia' das ‘startups’ portuguesas que concluiu que, de 2006 a 2011, nasceram uma média anual de 22 mil e 27 mil novos empreendedores.

Segundo a D&B, a empresa ativa mais antiga em Portugal nasceu em 1670 e existem atualmente seis empresas do século XVIII em atividade, sendo que 2001 foi o ano em que nasceram mais unidades empresariais no país.

* Como são importantes os estudos para derrubarem mitos.

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MARLENE DIETRICH


LILI MARLEN






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 HOJE NO
"A BOLA"

«FC Porto paga 200 mil euros pelo 
título a cada jogador»

«O empate do Benfica com o Estoril aumentou as esperanças do FC Porto de conquistar o tricampeonato e os jogadores têm à sua espera um significativo incentivo financeiro. 


Segundo o documento relativo aos prémios coletivos para a temporada 2012/13, a que o DN teve acesso, a conquista do campeonato vale a cada jogador portista um bónus de 200 mil euros. Rolando, que foi  cediido ao Nápoles, de Itália, pode receber este valor apesar de apenas ter jogado quatro minutos na Liga.» 

* O nosso país afinal é rico. 

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SEXY POOL PARTY


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Reino Unido quer limitar imigração reduzindo direitos de recém-chegados

Alterações à lei de imigração são uma das prioridades do Governo de Cameron, anunciadas no tradicional Discurso da Rainha. Cidadãos da UE abrangidos pelas medidas.

Uma semana depois da cavalgada eleitoral do partido antieuropeu UKIP nas eleições locais, o Governo conservador de David Cameron revelou que dará prioridade à alteração das leis de imigração para que o Reino Unido possa “atrair pessoas que contribuam para o país e desincentivar quem não o faça”. A proposta, lida pela rainha na abertura do ano parlamentar, deverá incluir a obrigatoriedade dos recém-chegados pagarem pelos tratamentos no serviço nacional de saúde.
 
A COROA TEM 3000 RUBIS
Os detalhes da nova legislação, que o Governo espera aprovar até ao Outono, só deverão ser explicados no debate desta tarde na Câmara dos Comuns, o primeiro momento político de um dia cerimonial no Palácio de Westminster, onde Isabel II esteve nesta manhã para o tradicional Discurso da Rainha – uma breve intervenção em que a monarca lê a lista de prioridades do “seu Governo” para o próximo ano e que, pela primeira vez em 17 anos, contou com a presença do príncipe Carlos, herdeiro da Coroa.
No entanto, a imprensa britânica desta manhã adianta já alguns dos pontos principais do pacote legislativo que, no essencial, segue o que foi proposto pelo primeiro-ministro no discurso que fez sobre imigração, no final de Março. O Governo quer proibir os senhorios de arrendarem casas a quem não esteja legalmente no país, promete multas mais pesadas para quem contratar ilegais, e prevê que os imigrantes, incluindo os cidadãos da União Europeia, só possam receber o subsídio destinado a quem procura trabalho por mais de seis meses se provarem que têm “condições genuínas” de o conseguir.

Os imigrantes terão também de residir entre dois a cinco anos num determinado município para se poderem candidatar a uma casa com renda controlada. Londres estuda também a criação de taxas no serviço nacional de saúde a imigrantes recém-chegados ou, em alternativa, pedir aos países de origem, incluindo os membros da UE, que comparticipem parte das despesas.
No mesmo pacote deverão entrar alterações à lei a fim de tornar mais fácil a deportação de pessoas condenadas a penas superiores a 12 meses de prisão ou que estejam ilegalmente no país, limitando as situações em que podem invocar o direito à reunião familiar.
A prioridade dada a estas medidas surge a meses do fim das restrições temporárias que o Reino Unido, tal como outros Estados, impôs à entrada dos trabalhadores da Roménia e Bulgária e que levam muitos britânicos a temer a chegada em massa de novos imigrantes vindos daquele país.

O anúncio foi feito também depois de, quinta-feira, o Partido da Independência do Reino Unido (UKIP), ter multiplicado o seu número de votos nas eleições locais, conseguindo uma média de 25% dos votos nos círculos em que apresentou candidatos. Além de defender a saída da União Europeia, o partido de Nigel Farage tem conquistado votos à direita com o seu discurso anti-imigração. Fontes do Governo asseguram que o discurso da rainha foi escrito antes do escrutínio e que Cameron não vai seguir as propostas populistas de Farage.
Certo é que o seu discurso de Março sobre imigração aconteceu depois de os conservadores terem sido remetidos para terceiro lugar em eleições intercalares para o Parlamento (um feito que o UKIP repetiu numa votação que coincidiu com as locais da semana passada) e numa altura em que o crescimento dos populistas torna mais improvável a vitória dos conservadores nas legislativas de 2015, dez pontos atrás dos trabalhistas nas sondagens.  

* Não é xenofobia????

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Mada' in Saleh


a Petra da Arábia Saúdita




















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HOJE NO

"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugueses vencem prémio
 de melhores alunos 

Alunos de Engenharia da Universidade do Porto e do Técnico ganham concurso na Alemanha.

Quatro estudantes portugueses venceram, na Alemanha, o prémio de melhores alunos europeus na área de Engenharia Industrial e Gestão. Henrique Cruz, Nuno Carneiro e João Cunha, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e Xavier Azcue, do Instituto Superior Técnico, conquistaram o título, em Munique, no concurso Tournament in Management and Engineering Skills (TIMES).


Esta é a primeira vez que uma equipa portuguesa vence este torneio, que junta todos os anos mais de 250 equipas de estudantes europeus. Nesta edição participaram seis equipas de faculdades europeias de topo, vindas de Berlim, Eidhoven, Kaiserslautern, Helsínquia, Belgrado e Gotemburgo.

* Estes crânios portugueses dificilmente trabalharão no país.

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 O QUE ACONTECE

 A 2300 METROS


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ABAIXO DO MAR



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Bloco quer clubes para fumar canábis

 A legalização do cultivo de canábis para uso pessoal e a criação de clubes específicos para o consumo constam de um projeto de lei apresentado pelo Bloco de Esquerda e que hoje será discutido no Parlamento.
O LEÃO JÁ FUMA

Segundo a deputada Helena Pinto, a proposta contempla os limites desse autocultivo até 10 pés de canábis no máximo e cria o enquadramento legal para clubes de canábis para associados.
"São espaços devidamente legalizados e enquadrados, com regulamento próprio, com funcionamento perfeitamente enquadrado e balizado", afirmou a deputada bloquista, dando conta de várias proibições, como acesso a menores de 18 anos, venda de bebidas alcoólicas, existência de máquinas de jogos e o impedimento destes espaços a menos de 300 metros de escolas. 
Estes clubes diferem das coffee-shops holandesas na obrigatoriedade dos consumidores serem associados do clube, mediante o pagamento de uma quota. Para o Bloco, este projeto é um progresso em relação à descriminalização, pois prevê o autocultivo, evitando assim a comprar da canábis no mercado ilegal. 

* O primeiro devia ser mesmo a Assembleia da República, com os deputados charrados talvez nos fizessem menos mal. O Semedo é médico????

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 Até parece  uma

grande mentira


A propósito de uma tabela de preços do bar da AR (Assembleia da República), postada ontem na página do facebook da Maior Tv, um comentário de um dos nossos leitores lançou-me o desafio. Escreveu ele: “gostava era de saber como é que ainda há pessoas que acreditam nisto!!!! Percam tempo com coisas concretas e inventem menos!!”

Pois bem, seguindo o conselho deste nosso leitor, vamos então “perder” um pouco do nosso tempo com coisas sérias.
Consta do Orçamento da AR para este ano (publicado em Diário da República) a rubrica: “Serviços de restaurante, refeitório e cafetaria - 960.850,00” (quase 1 milhão de euros). Prevendo-se a receita de 260 mil euros proveniente da venda de senhas de refeição. Isto é: tendo em conta o preço de custo, as receitas não ultrapassam os 30 por cento, o que equivale a uma venda abaixo de custo na ordem dos 70 por cento.
Mas pior do que isto, é o facto de ser o povo português a pagar a diferença que existe entre os 260 mil e os 960 mil euros.
Para que não restem dúvidas, o povo português paga cerca de 700 mil euros/ano para que os deputados da AR comam e bebam do melhor.
Segundo o caderno de encargos, no refeitório terá de ser servido:
Sopa: normal e dieta (obrigatoriamente elaborada com base em vegetais frescos e/ou congelados, sendo proibido o uso de bases pré-preparadas. São admissíveis sopas com elementos proteicos uma vez por semana – sopa de peixe, canja de galinha, etc.).
Carne, peixe, dieta, opção, Bitoque. Pão, integral ou de mistura; Salada; Sobremesas incluindo, no mínimo, 4 variedades de fruta e 4 de doces/bolos/sorvete, além de maçã assada e salada de frutas.
Exige ainda o caderno de encargos, uma mesa com complementos frios (saladas), com no mínimo 8 variedades entre as quais se incluem, obrigatoriamente, tomate, alface e cenoura, além de molhos e temperos variados.
Uma mesa com um prato vegetariano e mais 4 componentes quentes vegetarianos (cereais, leguminosas e legumes).
Sobre os ingredientes é exigido o seguinte:
Café: “O café para serviço nas Cafetarias deverá ser de 1ª qualidade, em grão para moagem local, observando lotes que incluam um mínimo de 50% de “arábica” na sua composição”.
Bacalhau: “O Bacalhau deverá ser obrigatoriamente da espécie Cod Gadusm morhua. Pode apresentar-se seco para demolha, fresco ou demolhado ultracongelado, observando-se como tamanho mínimo 1 Kg (“crescido”), para confecções prevendo “desfiados” (à Brás, com natas ou similares) ou 2 Kg (“graúdo”) para confecções “à posta”.
Carnes de Aves: “Peru (inteiro em carcaças limpas com peso superior a 5 Kg, coxas, bifes obtidos exclusivamente por corte dos músculos peitorais). Frango (inteiro em carcaças limpas com peso aproximado 1,2 Kg, coxas e antecoxas, bifes obtidos exclusivamente por corte dos músculos peitorais).
Agora vamos aos preços
Um jornalista meu amigo tomou pequeno-almoço, almoçou, lanchou, jantou, e apanhou uma bebedeira por apenas 13,30 € no Bar/Restaurante da AR.
Recorde-se que as refeições escolares no ensino básico atingem os 3,80 euros. O jornalista comparou os preços do bar da Assembleia da República frequentado por deputados e ministros, e ficou abismado.
Eram 8 da manhã. O jornalista pediu um café e um bolo de arroz, afim de tomar o pequeno-almoço, tendo pago 15 cêntimos, 5 do café e 10 do bolo.
Vendo ali “mama da grossa”, o jornalista bebeu 10 (Dez), repito 10 minis, tendo pago apenas 1 euro, (pois cada mini custa apenas 10 Cêntimos)!
A meio da manhã, o jornalista “mamou” um gin Bombay Sapphire (1,65 euros), e já perto do Almoço um vodka Eristoff (1,50 euros), para abrir o apetite.
Ao almoço, o jornalista comeu gambas, camarão tigre, lavagante, sapateira, queijo da Serra, presunto de Barrancos, garoupa e bife do lombo, regado com Palácio da Bacalhoa, por 3 euros!
Depois e para rematar um whisky Famous Grouse, que custou (2 euros).
Já de tarde solicitou uma garrafa de champanhe Krug (3 euros a garrafa) e caviar beluga (1 euro).
O jornalista passou a tarde no bar da AR, rodeado das deputadas Rita Rato (PCP), Francisca Almeida (PSD), Ana Drago e Marisa Matias do (BE).
Assim, por tudo isto, o meu amigo jornalista gastou qualquer coisa como13,30 €uros, num pequeno-almoço, almoço de marisco, com entradas de queijo da serra, presunto e caviar, com vinho do Palácio da Bacalhoa, e pelo meio alternadamente bebeu whisky, vodka e gin, rematando com champanhe Krug.
Obviamente saiu com uma piela de caixão à cova, mas que foi barato lá isso foi...
Agora sim, acabamos de perder um pouco do nosso tempo com coisas sérias.

Vítor Santos

IN ""MAIOR TV"
17/04/13
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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Bancos e outras instituições de crédito 
com limites na cobrança de juros 
Comissão única de 4% por cad
prestação em atraso 

Bancos e outras instituições de crédito só poderão cobrar uma comissão única de 4% por cada prestação em atraso, num mínimo de 12 euros e máximo de 150 euros, a partir de setembro, segundo decreto-lei hoje publicado. 

Atualmente, não há limite a esta cobrança, podendo as instituições cobrar várias comissões pela mesma prestação em atraso, dificultando mais ainda a debilitada situação económica dos devedores em incumprimento. 


A nova limitação na cobrança de comissões aplica-se a todos os contratos, firmados antes ou depois da entrada em vigor do decreto-lei, abrangendo desde um crédito à habitação com 10 anos a um crédito recente para a compra de um eletrodoméstico. 

A DECO, que tinha expetativa que o Governo proibisse a cobrança de quaisquer comissões, congratula-se com as limitações introduzidas pelo diploma, mas questiona a natureza da cobrança da comissão única. “Estamos a falar de pessoas com dificuldades, sem capacidade de pagar, e uma comissão só vem agravar a situação”, explicou o economista da DECO João Fernandes, precisando que a nova lei determina que a cada uma das prestações em mora só pode ser imputada uma comissão. “No limite, [um mínimo de] 12 euros pode não ser muito significativo numa prestação razoável, corresponde a 4% de 300 euros em atraso. 

Mas tratando-se de uma prestação de 50 euros, 4% a pagar seriam 23 euros, mas é imposto um mínimo de 12 euros, quase um quarto da prestação”, critica o economista. A DECO diz que esta cobrança é “absurda” e condena também a possibilidade, prevista no novo diploma, de somar à dívida esta comissão em caso de dificuldade do devedor em pagar, adiando assim o pagamento da comissão para mais tarde. 

O novo diploma proíbe a capitalização das comissões no capital em dívida, exceto em situações de reestruturação particular (entre um consumidor e o banco) do crédito ou ao abrigo de programas que foram criados no ano passado para devedores que estão (PARI) ou podem vir a estar (PERSI) em situações de incumprimento. Havendo reestruturação da dívida, a lei admite que as comissões cobradas pelo atraso no pagamento da prestação, em vez de serem pagas no momento da sua cobrança, possam ser capitalizadas e acrescer à divida a saldar (capitalização dos capitais em dívida). 


“Achamos que as comissões nem deviam existir, quando acrescerem à dívida nos processos de reestruturação em curso”, considerou João Fernandes da DECO. A nova lei proíbe também que sejam cobradas ao devedor, além de juros de mora (pelo atraso de pagamento), quantias acordadas a título de cláusula penal moratória, aplicando-se esta regra também a contratos antigos onde estejam inscritas cláusulas do género. Também os juros moratórios (que acrescem à taxa de juro como penalização pelo atraso de pagamento) são limitados a uma sobretaxa anual de 3%, a acrescer ao juro, significando que uma taxa de juro de crédito de 10% aumenta para 13 % durante o período de pagamento em atraso.

 Atualmente não existe qualquer limite para os juros moratórios, apenas a figura jurídica da usura ou juros excessivos. A capitalização dos juros, que antes não tinha limite, e podia ser aplicada várias vezes à mesma prestação vencida, por exemplo por cada mês decorrido, só pode a partir de setembro ser cobrada uma única vez por cada prestação em atraso e, para os processos de dívida em reestruturação, os juros moratórios só podem ser capitalizados por acordo das partes. 

O decreto-lei hoje publicado entra em vigor em agosto, 90 dias após a publicação, mas nas matérias mais importantes (comissões, juros remuneratórios) as regras entram em vigor no início de setembro (120 dias). Dos 1546 processos de sobre-endividamento de consumidores abertos em abril pela DECO, a o crédito estava em situação de incumprimento na grande maioria (67,5 por cento) dos casos.

* Perante a actual selvajaria bancária como poderemos acreditar que os bancos apoiam a economia, exceptuando a própria.

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