quarta-feira, 1 de maio de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O
  ESTADO    

DO PAÍS




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "O Estado do País", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do Dr. Luís Portela




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11-MAIO MADURO 

MAIO

 

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VICTORIO &



LUCCHINO

PRIMAVERA VERÃO
FASHION WEEK
MADRID
2013




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10-MAIO MADURO 

MAIO

 

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 UM APARTAMENTO
MINORCA


MAS INTELIGENTE


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9-MAIO MADURO 

MAIO

 

HELENA FREITAS






Parque Nacional 
da Gorongosa: 

“O homem sonha, a obra nasce”

A restauração do Parque Nacional da Gorongosa é hoje um projecto emblemático para a conservação da natureza em África, depois de ter sido destruído durante a guerra civil em Moçambique.

O Parque Nacional da Gorongosa, no Centro de Moçambique, estende-se por uma área de cerca de 4000 quilómetros quadrados. Foi declarado Parque Nacional em 1960, em grande medida devido à sua reputação enquanto reserva de caça e destino turístico.
As fronteiras deste parque foram recentemente modificadas, por forma a integrarem o monte adjacente da Gorongosa. Um alargamento fundamental, não apenas pela riqueza e singularidade da biodiversidade aqui presente, mas também pelo serviço de regulação dos fluxos hidrológicos que a montanha presta em toda a extensão do parque. Ainda assim, a pressão humana tem conduzido à sua rápida desflorestação, em especial nos últimos 15 anos. Está em curso um programa de reflorestação que é um notável trabalho de cooperação entre cientistas e populações locais e vai contar com investigadores portugueses.
A restauração do Parque Nacional da Gorongosa é hoje um projecto emblemático para a conservação da natureza em África, depois de ter sido quase completamente destruído durante a guerra civil em Moçambique. Há alguns anos que acompanho com entusiasmo este esforço de recuperação. Recordo-me, aliás, de ter invocado a importância deste projecto, quando o Governo português preparava a Cimeira da Terra, realizada em 2002, na África do Sul. Quando se discutiam as propostas que Portugal levaria a este evento, defendi então que deveríamos apresentar uma proposta de colaboração nacional no projecto de recuperação do Parque Nacional da Gorongosa.

Mas o nosso desígnio marítimo prevaleceu então, como quase sempre em que há momentos de representação política internacional na área da conservação da natureza. Não quero questionar ou contestar essa opção nesse ou noutros contextos, mas julgo que teria sido um projecto de grande interesse para as universidades portuguesas e moçambicanas, estimulando o conhecimento na área da ecologia e da biodiversidade, e incentivando o estudo das colecções nacionais de história natural, tão relevantes para o conhecimento do património natural de África.
O notável trabalho de reabilitação da Gorongosa deve muito ao filantropo norte-americano Greg Carr. E, naturalmente, ao empenho do Governo de Moçambique, que em boa hora assumiu este projecto como estratégico para a conservação da natureza e para a economia moçambicana, através de uma parceria público-privada entre o Governo e o Projecto de Restauração da Gorongosa.
Este é um claro exemplo de como a utopia de um homem se pode tornar realidade. Dirão alguns que a sua disponibilidade financeira facilitou, mas importa reconhecer que foi sobretudo a visão, o empenho, a dedicação e a persistência deste americano, para quem o português já é uma segunda língua. Com o esforço de mobilização das entidades e autoridades moçambicanas, das populações residentes, dos antigos funcionários do parque, de muitos conservacionistas atentos a este parque de excepção no continente africano foi possível construir um projecto que servirá de exemplo em África e no resto do mundo.

No domínio da conservação da natureza, é evidente que há muito trabalho a fazer em Portugal, mas África continua a ser uma colaboração inadiável.


IN "PÚBLICO"
30/04/13 

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8-MAIO MADURO 

MAIO

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS


1. PIRAMIDE DE SAQQARA




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7-MAIO MADURO 

MAIO

 

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CAMANÉ


PORTA ABERTA






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6-MAIO MADURO 

MAIO

 

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PENSIONISTA




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5-MAIO MADURO 

MAIO

 

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 AS NINFAS DE RIO MAIOR




João Barbosa foi às suas memórias de infância buscar a Adega Porta de Teira. Ergueu uma empresa familiar e rodeia-se de amigos para fazer as vindimas. Tudo em nome de um sonho transmitido pelo seu avô.

A discussão sobre a preferência de vinhos de uma determinada região em detrimento de outras é já um clássico e ainda que alguns painéis de opinião apontem o vinho do Alentejo como o preferido dos portugueses, ninguém cala os argumentos dos defensores do Douro ou do Dão, por exemplo.

Ancorados na sábia máxima ‘gostos não se discutem’, cada um vai defendendo as suas preferências, mas nesta ‘guerra’ territorial parece-me que há pelo menos uma região que à partida ainda perde para as outras (excepção do Algarve). Refiro-me aos vinhos do Tejo, outrora com o original carimbo Ribatejo, e que viveram um passado conturbado, vítimas de tantas tropelias e ‘marteladas’. Talvez eu também enferme da desconfiança nascida nesses tempos de vinho agreste, imagem que hoje muitos pequenos produtores vêm apagando com a aposta clara na qualidade. Foi por isso com expectativa que galguei meia dúzia de quilómetros para visitar a Adega Porta de Teira, situada no Alto da Serra, junto a Rio Maior e com as históricas salinas a seus pés. É verdade. Também aqui há vinho. E que vinho!

João Barbosa, neto do fundador das célebres Caves D. Teodósio, comanda esta empresa familiar onde as vindimas são apenas feitas por amigos. Quando ele e o seu avô passavam pelas terras onde hoje se ergue a Porta de Teira, aquele dizia-lhe que ali havia o melhor vinho branco da zona. João Barbosa nunca mais esqueceu estas palavras e aos poucos foi comprando terrenos precisamente naquele local abrigado dos ventos do Norte.


Os seis hectares de vinha foram plantados em 2000 e três anos depois a primeira colheita tornou-se realidade. Grande apaixonado pelos vinhos da Borgonha e adepto confesso da casta Pinot Noir, é com ela que faz o espumante Ninfa, que esgota praticamente à saída da adega. Quanto aos vinhos brancos, também com o nome Ninfa (que se deve ao facto de ter sido descoberta na vila romana de Rio Maior a estátua de uma ninfa), provámos o Escolha 2011 e o Colheita 2011, ambos feitos a partir da casta Sauvignon Blanc que, à semelhança da Pinot Noir, ocupa 1 hectar na propriedade de solos argilo-calcários. É desta vinhas viradas a Sul, plantadas num declive que propicia uma óptima drenagem, que saem uvas concentradas e com potencial de acidez, que originam vinhos frescos e com longevidade.

 Tivemos ainda oportunidade de provar um vinho tinto do Alto Alentejo, o Lapa dos Gaviões 2009, onde João Barbosa tem uma outra propriedade (Valle de Junco). Cheio de volume, de taninos finos e apresentando frescura e mineralidade, é também escolha acertada. 

IN "SOL"
30/04/13


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4-MAIO MADURO 

MAIO

 

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POLÍCIA CORAJOSO



 CONSEGUE QUE O AUTOCARRO NÃO SEJA TRUCIDADO PELO COMBOIO.

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3-MAIO MADURO 

MAIO

 

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IDIOTAS BUÉ















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2-MAIO MADURO 

MAIO

 

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 PAIS E FILHOS
 


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1-MAIO MADURO 

MAIO



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 1-DE TÃO RÍDICULAS



OXALÁ SE ARREPENDAM
















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 À BOLEIA





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 JOSÉ AFONSO



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 2000 PATOS

é muito pato





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BOM DIA




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