quarta-feira, 17 de abril de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O NOME
  PORTUGAL

EM QUEDA, PORQUÊ?



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "O Nome Portugal em queda, porquê?", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações da Professora Historiadora Fátima Bonifácio


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HOJE NO
" RECORD"

Merengues são a equipa 
mais valiosa do Mundo

Pela primeira vez desde 2004, o Manchester United não é apontado pela revista norte-americana Forbes como a equipa mais valiosa do Mundo. Esse posto pertence agora ao Real Madrid, que vale, segundo a conceituada revista, 2,53 mil milhões de euros.
Na base da subida na tabela está, segundo a Forbes, a renovação do contrato com a Adidas até 2019/20, um acordo que prevê um pagamento anual de 40 milhões de dólares (36 milhões de euros).

Os red devils passam, então, à segunda posição na lista, com 2,427 mil milhões de euros, enquanto o Barcelona fecha o pódio, com um valor de 1,9 mil milhões. Em quarto aparece o Arsenal (1.017 mil milhões) e depois o Bayern Munique (1.004 mil milhões), sendo estas cinco equipa as únicas acima de um valor de mil milhões.

Fora da Europa, a primeira equipa a surgir na lista é o Corinthians, atual campeão sul-americano, no 16.º posto, avaliado em 274 milhões de euros.

20 clubes mais valiosos do Mundo:

1.º Real Madrid, 2,53 mil milhões de euros
2.º Man. United, 2,43 mil milhões
3.º Barcelona, 1,99 mil milhões
4.º Arsenal, 1,017 mil milhões
5.º Bayern Munique, 1,004 mil milhões
6.º AC Milan, 724 milhões
7.º Chelsea, 691 milhões
8.º Juventus, 532 milhões
9.º Man. City, 528 milhões
10.º Liverpool, 499 milhões
11.º Tottenham, 398 milhões
12.º Schalke, 382 milhões
13.º Borussia Dortmund, 349 milhões
14.º Inter Milão, 307 milhões
15.º Lyon, 282 milhões
16.º Corinthians, 274 milhões
17.º Nápoles, 253 milhões
18.º Hamburgo, 230 milhões
19.º Marselha, 218 milhões
20.º Newcastle, 201 milhões

* É muito dinheiro

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DOLORES 


CORTES
 
PRIMAVERA VERÃO
FASHION WEEK
MADRID
2013




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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Sociedade de transplantação satisfeita com cirurgia inédita em Portugal

A Sociedade Portuguesa de Transplantação congratulou-se com o duplo transplante cruzado de rins com dadores vivos, efetuado, esta quarta-feira, pela primeira vez em Portugal, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
"Todos os doentes - dadores e recetores - encontram-se muito bem", disse, esta quarta-feira, o CHUC, no final da intervenção, sublinhando que a "complexa operação" implicou "colheitas de rins, em simultâneo, em dadores vivos, de imediato implantados em recetores cruzados, também em simultâneo". 
 A intervenção, que demorou mais de seis horas, envolveu 12 cirurgiões, quatro anestesiologistas, 12 enfermeiros e quatro técnicos, com recurso a quatro salas de operações em simultâneo.
"A SPT congratula-se com os primeiros transplantes renais cruzados efetuados ao abrigo do Programa Nacional de Doação Renal Cruzada. Este programa foi criado através da portaria nº 802/2010 de 23 de agosto, com o objetivo de dar uma alternativa que permita ultrapassar a limitação à doação em vida no caso haver incompatibilidade imunológica entre dador e recetor", revela a nota da SPT.
Aquela sociedade portuguesa diz ainda que, como refere a portaria, "a doação renal cruzada constitui uma alternativa que permite ultrapassar esta limitação, oferecendo aos doentes com insuficiência renal crónica a possibilidade de transplante mediante troca de rins entre dois ou mais pares dador-recetor, de maneira a que cada um dos recetores receba um rim adequado e os dadores realizem o seu desejo de doação".
"Por coincidência, os primeiros dois pares transplantados hoje foram estudados no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. A SPT faz votos de que estes transplantes sejam seguidos por mais transplantes ao abrigo deste programa e deseja as maiores felicidades a todos os envolvidos: dadores de rim, doentes transplantados e equipas clínicas", conclui.
O cirurgião Alfredo Mota coordenou a equipa de 32 profissionais que, entre as 8,30 e as 15 horas desta quarta-feira, procederam à colheita e implantação simultânea de rins, intervenção que exige "uma coordenação de equipa perfeita e meios humanos com muita experiência na transplantação renal", salienta um comunicado do CHUC.
Diretor do serviço de urologia e transplantação renal do CHUC, Alfredo Mota considera que este tipo de intervenções constitui "um avanço para o país, colocando-o na linha da frente a nível internacional e com maior oportunidade de aumento de transplantes renais". 
 Sublinhando que "foi a primeira vez que esta cirurgia foi realizada em Portugal", o presidente do Conselho de Administração do CHUC, José Martins Nunes, afirmou que esta operação é "um orgulho para a medicina portuguesa".
A transplantação é uma das áreas de excelência do CHUC, que detém o primeiro lugar a nível nacional de transplante renal, com 120 transplantes em 2012. 

* Só com profissionais de excelência é que estas intervenções se fazem

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PINTANDO COM LUZES



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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

 Católica prevê recessão de 2,4% em 2013

O gabinete de estudos de conjuntura da Universidade Católica prevê que a recessão se situe em 2,4% em 2013 e que a contracção da economia prossiga no próximo ano. A debilidade da Zona Euro terá um papel crucial no desempenho de Portugal.
A economia portuguesa vai registar uma contracção de 2,4% em 2013, de acordo com as previsões do núcleo de estudos de conjuntura da Universidade Católica (NECEP). Esta projecção é idêntica à que tinha sido divulgada pelo organismo na folha trimestral de conjuntura relativa ao último trimestre do ano passado e é ligeiramente mais pessimista do que a actual previsão do Governo, que aponta para uma recessão de 2,3%.


Aquele desempenho, explica o NECEP, deve-se à debilidade da economia da Zona Euro, reflectida nos mais recentes dados sobre o abrandamento das exportações. Os economistas da Católica sublinham que a economia nacional dependerá “crucialmente” da procura externa e, perante as incertezas, alargaram o intervalo de evolução da actividade. Admitem, agora, que a recessão poderá situar-se entre os valores negativos de 1,6%, no cenário mais optimista, e de 3,2%, no cenário mais pessimista.

Em 2014, a economia nacional não conseguirá, ainda, sair da recessão. O NECEP prevê que se verifique uma contracção de 0,4%, com um intervalo que se situará entre um crescimento 0,7% e uma recessão mais grave de 1,5%. “A crise da dívida soberana na zona euro afetará decisivamente a trajetória tendencial da economia portuguesa, com reflexos na confiança dos agentes económicos nacionais e internacionais, na evolução das exportações portuguesas e nas condições de financiamento do Estado e das empresas”, escreve-se na síntese de conjuntura.


O NECEP realça, também, a nível doméstico, “o acréscimo de incerteza em torno da estratégia orçamental e da situação política” e acrescenta que “a possibilidade de um recrudescimento das tensões é significativa em ambos os casos”, o que conduz ao alerta de que as “previsões do NECEP estão envoltas num grau de incerteza invulgarmente elevado”.

Para o primeiro trimestre de 2013, o gabinete refere que a contracção da economia terá sido de 0,1% em relação aos três meses anteriores e de 3,7% quando a comparação é feita com o primeiro trimestre de 2012. De Janeiro a Março passados, a taxa de desemprego terá subido para 17,3%.



* No final do ano estaremos muito perto ou em cima dos 3%.

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LEONETE BOTELHO

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O telefone não toca no Rato

A política joga-se sempre em dois tabuleiros: um público, mediático, outro reservado, de gabinetes.

No xadrez mediático, tudo é dito e feito de forma a provocar um efeito sobretudo na opinião pública, e por essa via fazer pressão sobre o visado da comunicação. Os verdadeiros consensos, os acordos de substância, as negociações políticas eficazes cozinham-se em privado, atrás dos reposteiros dos gabinetes, com as pinças cirúrgicas dos verdadeiros políticos. E quando saem à luz do dia, resultado de um longo processo de maturação, normalmente surpreendem a guarda avançada do debate.
Passos Coelho e Cavaco Silva sabem disto melhor que qualquer comentador. E sabem como o simples facto de conversarem, mesmo que ninguém saiba sobre o quê, provoca no campo mediático o efeito que desejam, seja pelos temas que deixam sair para a opinião pública, seja pelos timings escolhidos para os seus encontros. É por isto que é legítimo duvidar das suas verdadeiras e reais intenções quando vêm a público apregoar a necessidade de consensos políticos, leia-se o acordo do maior partido da oposição para as soluções que defendem — e nunca como agora Passos e Cavaco se mostraram em tão grande sintonia. O Presidente bem pode dizer que continuará a trabalhar por consensos políticos quando, pelas suas acções e omissões, deixa perceber coisa diferente. E o primeiro-ministro já não consegue esconder o quão ocos são os apelos públicos ao PS. Se de facto o desejam ou ainda o acham possível, por que não fazem o mais simples e telefonam a António José Seguro?

IN "PÚBLICO"
13/04/13

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 HOJE NO
" DESTAK"

Metade dos jovens de alto risco 
volta à delinquência dois anos 
após medidas tutelares 

Metade dos jovens de alto risco acolhidos pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais voltam à delinquência 26 meses depois de aplicadas medidas tutelares, conclui um estudo hoje apresentado na Maia. 

 A conclusão resulta da aplicação pela DGRSP de "uma forma padronizada de avaliação de jovens ofensores" que contém 42 fatores de risco, entre os quais o rendimento escolar, a tolerância à frustração, a participação em atividades organizadas, os tempos livres e a própria família, explicou Alberto Pimentel, técnico daquela entidade, durante o II Encontro Internacional Brasil-Portugal sobre Violência na Contemporaneidade que terminou hoje na Maia. 


O instrumento de avaliação do risco criminógeno em jovens ofensores foi aplicado entre maio de 2010 e maio de 2011 e abrangeu todos os 2.363 indivíduos que chegaram à DGRSP nesse período. 

* Muito grave esta avaliação, a reinserção é ineficaz.

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS


2. PIRAMIDES DE GIZÉ




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HOJE NO
"i"

O mundo delirante das 
previsões iniciais da troika

Volvidos quase dois anos desde que foi desenhado o programa de ajustamento da troika para Portugal, olhar para as previsões então feitas para as contas públicas parece uma visita a um mundo delirante. O desemprego não passaria do pico de 13,5%, a dívida pública ia ficar controlada abaixo dos 114,9% e o défice deste ano seria já de 3%, em linha com as regras europeias e sobretudo com o grande objectivo de regressar em força aos mercados ao longo de 2013. Mas é hora de voltar à realidade.


O governo ameaçou com a demissão e Vítor Gaspar congelou o funcionamento do Estado: culpa do Tribunal Constitucional e da sua recusa em aceitar os artigos inconstitucionais do Orçamento do Estado para este ano. Foram cerca de 1200 milhões de euros que ficaram em xeque com a decisão do TC. Falamos de 0,7% do PIB previsto para este ano - que considerando a contracção de 2,3% deverá situar-se nos 161,6 mil milhões de euros - valor que, a julgar pela reacção do governo e da troika, põe em causa todo o programa português. Contudo, fazendo as contas às sucessivas derrapagens nas previsões para o défice público desde o lançamento do ajustamento, nota-se que o chumbo do Constitucional representa qualquer coisa como 18% das derrapagens totais dos orçamentos de Vítor Gaspar. Somando os défices previstos - em valor - pela troika quando chegou a Portugal para 2011, 2012, 2013 e 2014, chegamos a um valor acumulado de 27,19 mil milhões de euros. Mas, e segundo as últimas previsões, o défice acumulado no período do programa de ajustamento deverá atingir pelo menos 33,7 mil milhões, mais 6,5 mil milhões que o previsto.


Esta diferença de 6,5 mil milhões, porém, é atenuada pelas várias receitas extraordinárias que o governo foi encontrado para compensar as previsões que foi fazendo. Nas contas do i, considerámos que Portugal em 2011 registou um défice de 7,5 mil milhões de euros, que foi o valor efectivamente reportado pelo INE. Mas 2011 foi quando Passos Coelho decidiu “ir além da troika”, forçando um défice de 4% com receitas extraordinárias, isto quando Bruxelas e o FMI exigiam 5,9% - 10 mil milhões de euros. Caso não considerássemos estas receitas extraordinárias, a derrapagem acumulada no défice neste período poderia saltar para mais de 12 mil milhões, diluindo o peso da decisão do TC para 10% das derrapagens totais.

Ao ano do “brilharete” de ir além da troika, seguiu-se a realidade. Os ganhos conquistados em 2011 - cerca de menos 2,5 mil milhões de euros de défice do que o previsto pela troika - foi quase totalmente desperdiçado no ano passado, com Gaspar a fechar as contas do ano com um prejuízo para o Estado de 10,6 mil milhões de euros, contra os 7,6 mil milhões pedidos pela troika, devendo este ano engrossar ainda mais o buraco: o défice previsto este ano é de 8,9 mil milhões de euros quando segundo o programa de ajustamento não deveria ultrapassar os 5,23 mil milhões de euros. Para o ano, o cenário é idêntico: Na versão inicial do programa Portugal deveria terminar com um défice de 2,3% mas a troika já aceitou que esse valor fique nos 4%.

Considerando o valor do PIB com que Portugal deverá chegar ao final deste ano, 161,6 mil milhões de euros, podemos calcular que durante a vigência do programa (2011-2014) Portugal devia acumular um défice máximo equivalente a 16,8% do PIB. As últimas previsões, contudo, apontam já para um défice total de 20,8% no período - um valor já muito ajudado com receitas extraordinárias.

Dívida, desemprego e recessão
Com as derrapagens nas previsões, naturalmente que além do défice também os cálculos da trajectória da dívida ou da recessão que a economia ia acumular no período ficou longe do antecipado.
Bruxelas e o FMI calculavam que a economia portuguesa entre 2011 e 2014 iria acumular uma contracção do PIB de 0,3% - défice de 2,2% e 1,8% em 2011 e 2012, seguido de crescimento de 1,2% e 2,5% em 2013 e 2014 -, valor que agora saltou para uma contracção total de 6,6% entre 2011 e 2014. É neste indicador que reside também a explicação para as previsões feitas sobre o desemprego: uma contracção acumulada de 0,3% nestes anos resultaria, no entender do governo e da troika, numa taxa de desemprego máxima de 13,5%, que começava em queda acentuada já em 2014, ano em que deveria chegar aos 12,5%. 


Actualmente a taxa de desemprego vai nos 17,5% e ainda em tendência ascendente.
Quanto à dívida pública, e não bastassem os défices maiores que o previsto nas contas, também sofre neste exercício de um outro factor: a maior contracção do PIB que o projectado. A troika previu que a dívida portuguesa não passaria do pico de 114,9% do PIB, que seria atingido este ano - que representava então perto de 200,8 mil milhões de euros, já que o PIB português naquelas contas seria hoje de 174,8 mil milhões. Este valor compara com a previsão actual de uma dívida de 204,5 mil milhões de euros com que Portugal deve fechar as contas de 2013, valor que dada a contracção maior que o esperado corresponde todavia a uma dívida de 123,6% do PIB.

* ESTAMOS TROIKUDIDOS

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 COUPLE COFFEE


O COMBÓIO DESCENDENTE





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HOJE NO
"A BOLA"

Meo Rugby Festival é festa para 
1500 praticantes em Lisboa

As mais jovens promessas nacionais e internacionais do râguebi vão estar em ação nos próximos dias 4 e 5 de maio, no Estádio Universitário de Lisboa, por ocasião da 5ª edição do MEO Portugal Rugby Youth Festival.
Mais de 200 jogos vão entreter os amantes da modalidade durante o fim de semana no recinto lisboeta, num evento que é anualmente celebrado desde 2009 e que voltará a ter entrada gratuita para o público.
A iniciativa é apoiada por A BOLA, jornal oficial do certame, e contará com 1500 praticantes de râguebi, com idades entre os 10 e os 18 anos.
«É o maior evento de râguebi juvenil na Europa. Pretendemos assegurar a continuidade do festival, para que aqui nasçam os futuros Lobos [seleção]. Será uma prova intensa, onde estão representados os melhores clubes nacionais e algumas da melhores equipas estrangeiras », afirmou António da Cunha, diretor da Move Sports (entidade organizadora), na apresentação do evento, que decorreu em Lisboa.
A estrutura competitiva da prova mantém-se: 60 equipas nacionais e estrangeiras vão disputar o torneio em quatro diferentes escalões etários: sub-13, sub-15, sub-17 e sub-19.
«O râguebi transmite valores que queremos associados à nossa marca, como o espírito de equipa, desportivismo, honra e lealdade. Não podíamos ficar de fora», disse Miguel Miguel Guerra, representante do MEO (e da PT), que mais uma vez se associou ao certame.
«É, acima de tudo, um prazer estar aqui ao lado destas pessoas que têm engrandecido o râguebi português», afirmou também na cerimónia o presidente da Federação Portuguesa de Râguebi, Amado da Silva.
Um ‘coaches center’, para os treinadores das diferentes equipas trocarem ideias e conviverem, e um ‘fun park’ para as famílias – com muita animação música, jogos eletrónicos, insufláveis e outras atrações – estão disponíveis durante o evento.

O festival irá decorrer em sete campos relvados e envolve 30 árbitros, além de milhar e meio de jogadores em ação e 200 jogos agendados. 

* Promover assim o desporto é fixe.

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POLÍCIA ATENTO



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HOJE NO
"PÚBLICO"

Quem tiver drogas legais tem 
15 dias para as entregar à polícia

A partir de amanhã será proibido em Portugal “produzir, importar, exportar, publicitar, distribuir, vender, deter ou disponibilizar” novas substâncias psicoactivas.
A lei que condena o negócio das smartshops foi publicada nesta quarta-feira em Diário da República e inclui uma portaria com a lista das 159 substâncias consideradas uma ameaça para a saúde pública.
Porém, no artigo 17.º do diploma concede-se uma última oportunidade para quem ainda tiver este tipo de produtos na sua posse e os entregar voluntariamente “em qualquer posto da Guarda Nacional Republicana ou esquadra da Polícia de Segurança Pública”.
“A entrega das novas substâncias psicoactivas [...] exclui a responsabilidade contra-ordenacional do seu possuidor relativamente aos produtos entregues, desde que efectuada no prazo máximo de 15 dias a contar da data de entrada em vigor do presente decreto-lei”, refere o diploma, que adianta ainda que a estes “voluntários” será entregue um “termo de entrega, descrevendo as substâncias e as respectivas quantidades”.
São, portanto, 15 dias de “amnistia”. De resto, para quem não estiver disposto a entregar os produtos desta forma, a lei será aplicada e as coimas podem ir até aos 44.890 euros. Ou mais, se “o agente tiver retirado da infracção um benefício económico calculável superior ao limite máximo da coima”.

40 lojas em Portugal
À venda nas smartshops ou headshops (existem cerca de 40 registadas em Portugal) estão — ou estavam — as mais variadas substâncias sob a forma de pílulas, ervas, incensos, suplementos ou até fertilizantes. Algumas contêm no rótulo o aviso de não serem para consumo humano, mas na loja o cliente pode obter explicações sobre como se toma e com que efeito.
Dois terços destas substâncias imitam velhas drogas: as catinonas sintéticas procuram um estímulo semelhante ao da cocaína e os canabinóides sintéticos buscam os efeitos alucinogénios da marijuana ou da resina de cannabis.
Mas há também químicos considerados “mais obscuros”. Entre os mais populares estão os incensos CM21, Terminator, ASAP (“as strong as possible”), Blaze ou Freemind (versão mild ou ultra-strong), ou fertilizantes como o Flower Power. Sem estes produtos, o negócio das smartshops fica condenado e reduzido à venda de artigos como isqueiros, t-shirts, cachimbos, lubrificantes, mortalhas ou até chupa-chupas com inofensivo sabor a cannabis.

“Ameaça para a saúde pública”
As novas substâncias contempladas no diploma são aquelas que, “em estado puro ou numa preparação, podem constituir uma ameaça para a saúde pública comparável às substâncias já enumeradas em legislação”.
São, diz ainda a lei, substâncias “com perigo para a vida ou para a saúde e integridade física, devido aos efeitos no sistema nervoso central, podendo induzir alterações significativas a nível da função motora, bem como das funções mentais, designadamente do raciocínio, juízo crítico e comportamento, muitas vezes com estados de delírio, alucinações ou extrema euforia, podendo causar dependência e, em certos casos, produzir danos duradouros ou mesmo permanentes sobre a saúde dos consumidores”.
 A nova lei prevê uma progressiva actualização das substâncias a proibir em períodos não superiores a 18 meses e “sempre que se verifique que é necessário”.
O mais recente relatório do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência deixava o alerta para este “negócio” em clara expansão, notando que aparece uma nova droga a cada semana à venda nas smartshops. Só em 2012 terão sido registadas na Europa cerca de 70 novas substâncias psicoactivas.

* O governo está a dar um prazo para que os donos das smartshops possam traficar as drogas que vendem em vez de as entregarem às autoridades. Gostaríamos de saber a quantidade de droga que vai ser entregue.
DE QUEM É A ASSINATURA QUE AUTORIZOU A ABERTURA DESTAS LOJAS???

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3.CRIATIVIDADE DO 
PASSADO
















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Erro no Excel põe em causa 
relatório que sustenta austeridade

Um dos trabalhos académicos que sustenta as políticas de austeridade está a ser posto em causa devido a erros nos cálculos de Excel.


De acordo com um trabalho académico desenvolvido pelo estudante de doutoramento Thomas Herndon e pelos seus professores Michael Ash e Robert Pollin, da Universidade de Massachusetts, o trabalho apresentado em 2010 por Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff, que encontrou um efeito negativo entre endividamento e crescimento económico, errou ao concluir que um elevado nível de dívida condena uma economia a um crescimento lento.
AVARIA NO EXCEL

Segundo o estudo, elaborado por estes dois académicos da Universidade de Harvard (Estados Unidos), os países com um rácio de dívida pública acima dos 90% do Produto Interno Bruto (PIB) assistem a uma contracção média das suas economias de cerca de 0,1% por ano.
Agora, Herndon, Ash e Pollin recriaram os cálculos feitos para 20 economias desenvolvidas no período pós-Segnda Guerra Mundial e, num 'paper' de revisão do trabalho de Reinhart e Rogoff, concluíram que os países com um rácio da dívida pública daquela dimensão tiveram um crescimento do PIB de 2,2%, apenas um ponto percentual abaixo da taxa de crescimento observada em países com menores rácios da dívida.
O CRÂNIO

Segundo os autores, na base dos problemas estiveram os cálculos feitos para o período pós-Guerra: um erro de código que faz com que cinco países tenham sido excluídos das médias entre 1946 e 2009 (Austrália, Bélgica, Áustria, Canadá e Dinamarca), um sistema de ponderação pouco convencional usado nas estatísticas e a exclusão selectiva da Nova Zelândia.
Este erro específico está a despertar as atenções porque Reinhart e Rogoff incluíram dados da Nova Zelândia em 1951, ano em que a dívida do país excedia 90% do PIB e a economia caiu 7,6%, mas excluíram dados também da Nova Zelândia para o período entre 1946 e 1949, quando a dívida também ultrapassou os 90% mas o crescimento foi forte.
Michael Ash

Esta é uma importante crítica académica, mas também com implicações políticas, uma vez que o trabalho desenvolvido por Reinhart e Rogoff é visto como sustentáculo do pensamento económico pós-crise.
O 'paper' agora criticado de Rogoff e Reinhart é, segundo o Nobel da economia Paul Krugman, um dos dois que sustentam o "edifício intelectual da economia da austeridade". O outro, refere no seu blogue, é o apresentado em 2009 por Alberto Alesina e Sílvia Ardagna, sobre os efeitos macroeconómicos da austeridade.
Segundo Krugman, um forte crítico das políticas de austeridade que estão a ser levadas a cabo em vários países, também este trabalho falhou ao não saber distinguir entre episódios em que a política monetária estava ou não disponível.
Robert Pollin

Entretanto, Rogoff e Reinhart responderam a esta crítica no Finantial Times, em que afirmam que os seus dados são semelhantes aos agora encontrados para o crescimento individual dos países, mas que essas "fortes semelhanças não são o que os autores optaram por enfatizar".
Ainda assim, admitem que Herndon, Ash e Pollin têm razão no erro de código que omite alguns países das médias e que influencia a taxa de crescimento dos países com dívida acima de 90% do PIB, mas afirmam que o efeito é "felizmente" atenuado pelo peso dado à taxa de crescimento do PIB média para os vários níveis de dívida considerados.

* Será que Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff são os "guros" de Vitor Gaspar e por isso a folha de excel do ministro erra que se farta???

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NA POÇA


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Portugal condenado novamente
 por atrasos na justiça 

O Estado foi condenado a pagar mais de um milhão de euros. 

O Estado português voltou a ser condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH), por atrasos na justiça, tendo sido condenado a pagar mais de um milhão de euros a 217 cidadãos, por danos morais provocados com o atraso na decisão judicial de um caso de uma sociedade hoteleira que faliu há 20 anos, em Monte Gordo.
Esta é uma das indemnizações mais elevadas imposta a Portugal pelo TEDH.
Portugal já recebeu já foi condenado por cerca de 100 casos semelhantes de atrasos na justiça.

* Quem vai pagar este milhão de euros não é Portugal, são os cidaddãos portugueses que têm de pagar as multas motivadas por uma justiça ineficaz, obsoleta e retardada sem que haja uma resposta cabal da tutela.

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2-RANCOROSAMENTE

















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HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Presidente Cavaco diz que a justiça 
não se pode alhear da realidade
Evitar que tempos de crise se 
convertam em "tempos de cólera"

O Presidente da República defendeu hoje que a Justiça não pode alhear-se da realidade à sua volta, sublinhando que lhe compete evitar que tempos de crise se convertam em “tempos de cólera”. “A Justiça enfrenta no nosso tempo desafios muito particulares.

Não pode, contudo, alhear-se da realidade à sua volta, das necessidades concretas dos cidadãos, da celeridade exigida pelos agentes económicos”, referiu o chefe de Estado, numa curta intervenção na Corte Suprema de Justiça da Colômbia, em Bogotá.
De igual modo, acrescentou Cavaco Silva, que chegou à Colômbia na segunda-feira para uma visita de Estado a convite do seu homólogo colombiano, “a Justiça não pode alhear-se da sua dimensão social, pois é ao serviço do povo que os Tribunais são colocados”.

“A Justiça é um elemento essencial da paz em sociedade. Em última instância, a ela compete evitar que ‘os tempos de crise’ se convertam em ‘tempos de cólera’. Os Tribunais são, pois, um pilar fundamental de qualquer processo de pacificação”, sustentou. Falando perante juízes do Supremo Tribunal de Justiça da Colômbia, o chefe de Estado sublinhou ainda que “o poder judicial constitui um pilar fundamental do Estado de direito contemporâneo”.

 “A separação de poderes e, muito em particular, a independência e imparcialidade dos Tribunais são essenciais à proteção dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, bem como à confiança dos agentes económicos”, declarou.

* Quando o sr Presidente fala de justiça estará a lembrar-se dos seus amigos Dias Loureiro e Arlindo Carvalho entre outros, dois grandes burlões que por terem muito dinheiro vão de adiamento em adiamento e enredam os tribunais???

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NO FIO DA NAVALHA


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