terça-feira, 9 de abril de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 AMORALIDADES


ETÍLICAS



Alcool  

Guilhotinas, pelouros e castelos
Resvalam longamente em procissão;
Volteiam-me crepúsculos amarelos,
Mordidos, doentios de roxidão.




 
Batem asas d'auréola aos meus ouvidos,
Grifam-me sons de côr e de perfumes,
Ferem-me os olhos turbilhões de gumes,
Desce-me a alma, sangram-me os sentidos.





 
Respiro-me no ar que ao longe vem,
Da luz que me ilumina participo;
Quero reunir-me, e todo me dissipo -
Luto, estrebucho... Em vão! Silvo pra além...




 
Corro em volta de mim sem me encontrar...
Tudo oscila e se abate como espuma...
Um disco de ouro surge a voltear...
Fecho os meus olhos com pavor da bruma...




Que droga foi a que me inoculei?
Ópio d'inferno em vez de paraíso?...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Como é que em dor genial eu me eterizo?




 
Nem ópio nem morfina. O que me ardeu,
Foi alcool mais raro e penetrante:
É só de mim que eu ando delirante - Manhã tão forte que me anoiteceu.









 

Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'



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HOJE NO
"PÚBLICO"

Microsoft e Nokia apresentam queixa contra Google na Comissão Europeia

Um grupo que reúne 17 empresas tecnológicas, entre as quais a Microsoft, a Nokia e a Oracle, apresentou uma queixa junto da Comissão Europeia em que acusa o Google de estar a usar a posição dominante do sistema operativo Android para promover outros produtos e serviços da empresa e monopolizar o mercado da publicidade em dispositivos móveis.

Notando que 70% dos telemóveis enviados pelos fabricantes para o retalho ao longo do ano passado estavam equipados com Android (um número que está em linha com as contas da analista Gartner), o grupo compara a plataforma a um “cavalo de tróia”.
O argumento é que o Google permite que qualquer fabricante use o Android sem ter de pagar por isso (por exemplo, o sistema concorrente da Microsoft, o Windows Phone, é fornecido às marcas de telemóveis num sistema de licenciamento), mas obriga-os a integrar no sistema as aplicações e serviços do próprio Google, como o YouTube, o motor de busca e a loja Google Play (que comercializa música, aplicações, livros electrónicos e outros conteúdos digitais). Além disto, diz o grupo, os fabricantes de equipamentos com Android têm de dar “uma posição de destaque” a estes serviços. Com esta estratégia, o Google consegue ficar na posse dos dados da maioria dos utilizadores de equipamentos móveis, informação que é valiosa para vender anúncios direccionados, refere o grupo, que se chama Fairsearch e que já há dois anos tinha apresentado uma queixa contra o Google por questões relacionadas com os resultados das pesquisas no motor de busca.  “

A distribuição predatória do Android abaixo do preço de custo torna difícil para outros fornecedores de sistemas operativos recuperarem os investimentos feitos para competir com a plataforma dominante do Google”, critica o Fairsearch.
O Google não fez comentários, afirmando apenas que continuará a colaborar com o trabalho da Comissão Europeia.
Já o comissário europeu da concorrência, o espanhol Joaquín Almunia, avançou, numa entrevista ao New York Times nesta segunda-feira, que o regulador europeu (que tende a ser mais rígido que o congénere americano) já estava a examinar o caso do sistema operativo Android, mas escusou-se a comentar a queixa agora apresentada. Em relação às queixas por práticas anti-concorrenciais nos resultados do motor de busca, Almunia lembrou que a Comissão e a multinacional americana têm estado em negociações que conduzam a alterações nas páginas de pesquisa.

Em comunicado, o grupo de 17 empresas lembra que esta queixa surge numa altura “crucial no desenvolvimento da Internet”, dado  que os utilizadores estão a usar as plataformas móveis para muitas tarefas antes feitas no computador.

* A guerra dos galácticos .

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8-RACISMO

 A HISTÓRIA



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BBC - Racismo A História. 


O filme aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

 FONTE:Jackson7ification

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HOJE NO

"DIÁRIO ECONÓMICO"

ANA aumenta tráfego de passageiros 
em 2,2% até Março

A ANA - Aeroportos de Portugal encerrou o primeiro trimestre deste ano com um tráfego de 5,6 milhões de passageiros.

O aeroporto da Portela foi o principal impulsionador deste indicador, com um crescimento acumulado de 3,6% de passageiros nos primeiros três meses deste ano, de cerca de três milhões para 3,1 milhões de pessoas.

O aeroporto de Faro também registou um comportamento positivo no período em apreço, com uma subida de 1,5% entre Janeiro e Março deste ano face ao período homólogo de 2012, correspondente a uma passagem de 606 mil para 615 mil passageiros.

Os aeroportos da Madeira também estiveram a subir, 7,1%, de 444 mil para 476 mil passageiros no primeiro trimestre deste ano face ao período homólogo do ano passado.

Estes valores positivo ocorreram apesar de no presente ano o mês de Fevereiro ter tido menos um dia que em 2012. "Se considerássemos Fevereiro de 2013 com 29 dias, o tráfego de passageiros teria crescido 3,2%, em vez de 2,2% [mais 178 mil passageiros em vez dos 120 mil passageiros de acréscimo real]", sublinha um comunicado oficial da ANA.

Os aeroportos da ANA que registaram quebras de tráfego de passageiros foram os dos Açores (quebra de 5,8%, para 193 mil passageiros) e do Porto (queda de 1,6%, para 1,2 milhões de pessoas).

Exclusivamente no mês de Maio, face ao homólogo de 2012, o tráfego de passageiros da ANA registou um acréscimo de 5,6%, de dois milhões para cerca de 2,2 milhões de pessoas.

"Em termos de mercados, os resultados do trimestre acompanham a tendência registada no tráfego de Fevereiro e Março, com a França, Reino Unido, Suíça e Holanda (mais 136 mil pessoas no conjunto) a sobressair", destaca o referido comunicado da ANA.

O mesmo documento acrescenta que, "no que se refere às companhias aéreas, realce principalmente para os crescimentos nos passageiros transportados pela TAP Portugal, easyJet e transavia.com (com mais 145,7 mil passageiros no conjunto)".

A 27 de Dezembro de 2012, o Governo anunciou que o processo de privatização da ANA foi ganho pelo grupo francês Vinci, por ter apresentado a proposta de valor mais alto, fixada em 3.080 milhões de euros.
O processo aguarda a autorização por parte das entidades da concorrência da União Europeia, um processo que deverá estar concluído até ao final do primeiro semestre deste ano.

* Apesar de ser uma ANA estrangeirada é bom para a economia.

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RUA DAS


TULIPAS






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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Malparado continua a subir em fevereiro 

Valor já ultrapassa os 16 mil milhões de euros, sendo que as famílias atingiram a fasquia dos cinco mil milhões. 

O crédito malparado na banca continuou a subir em fevereiro e ultrapassou os 16 mil milhões de euros, sendo a maior parte referente a empréstimos concedidos a empresas.
Segundo dados avançados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, em fevereiro, o crédito de cobrança duvidosa das empresas atingia os 10.865 milhões de euros, o que representa 10,32% face ao total de crédito concedido a estas (105.286 milhões de euros). 

O valor do malparado das empresas representa um aumento de 574 milhões de euros face a janeiro e 2.575 em relação há um ano atrás.
Já no crédito aos particulares, o malparado ascendeu a 5.169 milhões de euros em fevereiro, no oitavo mês consecutivo de aumento. O malparado representa 3,89% do total do concedido nesse mês às famílias (132.952 milhões de euros).
Face a janeiro, o malparado das famílias cresceu 31 milhões de euros e 302 milhões de euros em relação a fevereiro de 2012.
Por destino do crédito, é nos empréstimos ao consumo e outros fins que está a maior parte do malparado (mais de 12% do total em ambos os casos). Já o crédito de cobrança duvidosa destinado à habitação representa cerca de 2% do total.
No total, os 16.034 milhões de euros que os bancos tinham em crédito malparado em fevereiro correspondiam a 6,73% do total do 'stock' de crédito concedido à economia nesse mês (238.238 milhões de euros).

* A POBREZA QUE OS POLÍTICOS CRIARAM.

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ANA CRISTINA CORREIA GIL

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Uns copos a mais

Faz-me muita impressão sair à noite e ver miúdos de 12, 13 anos (quando não menos) a beber desalmadamente em bares e discotecas. Pergunto-me sempre se os pais saberão o que ali se passa. Das duas, uma: ou sabem e deixam passar, ou não sabem e deviam averiguar.

Todos sabemos que não é fácil ser adolescente. A procura de si próprio, a consolidação da identidade, a afirmação de um lugar no grupo, na escola, são apenas alguns dos engulhos com que os mais novos se deparam na longa viagem que os leva até à idade adulta. São muitas as pressões para experimentar coisas novas, sob pena serem excluídos pelos seus pares. Muitos veem-se entre a espada e a parede, cedendo ao temor de serem considerados “fraquinhos” e “choninhas”. É assim que começam nos primeiros copos, uma cerveja aqui, um “shot” ali, e à primeira careta acaba por suceder-se o hábito em que já nem se repara.

A agravar este cenário está o facto de o álcool ser uma droga socialmente aceite em Portugal. Em algumas famílias, há até o hábito tolo de dar a experimentar às crianças bebidas alcoólicas, como se não houvesse nada melhor para elas começarem a consumir em dias de festa. Sobretudo no caso dos rapazes, há muito a ideia absurda de que o “fazer-se homem” passa por aprender a beber, geralmente a típica “cervejinha”. Raros são os homens que admitem não gostar de cerveja, já repararam? Isto deve querer dizer alguma coisa.

O facto é que já ninguém ignora os malefícios do álcool para qualquer ser humano. Mas a coisa torna-se mais grave quando se trata de jovens, alguns ainda imberbes, que já bebem mais do que muitos adultos. Foi também a pensar nestes casos que o Governo da República aprovou agora uma nova lei do álcool, segundo a qual os jovens entre os 16 e os 18 anos só podem beber vinho e cerveja. A proposta inicial era de que toda e qualquer bebida alcoólica fosse proibida até aos 18 anos. O que fazia muito mais sentido, já que o efeito nocivo tanto é causado pelo vinho, pela cerveja, como pelas chamadas bebidas “brancas”. Mas mais uma vez o poder do dinheiro e das cervejeiras (já que a cerveja é uma das bebidas de maior consumo nestas idades) falou mais alto e o Governo recuou, incompreensivelmente.

Claro que a promulgação da lei não chega. Há uma evidente falta de fiscalização no que aos bares e discotecas diz respeito, o que se torna gritante assim que se entra num destes estabelecimentos: apesar da proibição, são às dezenas os miúdos que por lá andam muito abaixo da idade permitida. É mais fácil entrar numa discoteca e consumir álcool sem se ter idade para isso, do que estacionar dez minutos sem colocar moeda no parquímetro sem ser multado.

Por todo o país se verifica esta situação, sem que ninguém se pareça importar. O que é certo é que cada vez são mais novos os clientes assíduos da noite, de copo na mão. Assustadoramente mais novos. E é lógico que quanto mais cedo se começa a beber, mais probabilidade se tem de criar dependência.

Detesto fundamentalismos. Mas neste caso não é disso que se trata. Trata-se, sim, de preservar a saúde das futuras gerações. Trata-se de acautelar mazelas que lhes estarão certamente guardadas se não houver tino nos adultos de hoje


IN "AÇORIANO ORIENTAL"
08/04/13

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Problemas graves na província de Luanda 

O Presidente da República angolano, José Eduardo dos Santos, atribuiu hoje à herança do colonialismo português problemas “graves” de infraestruturas registados na província de Luanda, noticia a Angop. Segundo despacho da agência de notícias angolana, Santos afirmou que os problemas na província são “decorrentes da situação complicada herdada do colonialismo", nomeadamente nas "infra-estruturas e saneamento básico”. 
 
A LUANDA QUE ZEDU ESCONDE
A solução destes “clama por inteligência”, refere o mesmo despacho, que adianta que Santos falava na abertura de uma reunião técnica sobre os problemas da capital, que juntuo membros do Executivo e responsáveis provinciais. 

O Presidente angolano adiantou também, refere a Angop, que os 30 anos de guerra no país “não permitiram a mobilização de recursos humanos e financeiros para satisfazer todas as expectativas das populações” e que dimensão dos desafios “supera a capacidade” das autoridades. 

A reunião, nos arredores de Luanda, contou com titulares das pastas da Construção, Transportes, Planeamento e Desenvolvimento Territorial, Urbanismo e Habitação, e ainda dos secretários de Estado das Águas e do Tesouro, entre outros. Santos visitou ainda alguns estaleiros e vias rodoviárias, “que vão conferir melhores condições de vida às populações”, refere a agência noticiosa angolana. 

* Este salafrário tem muita lata, os milhões que ele e a família meteram ao bolso dava para fazer saneamento básico a trinta luandas. Não houve nenhum português do anterior regime tão colonialista como este Bokassa do sec XXI.

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IV-TABU

BRASIL


1.DIETAS EXÓTICAS


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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Juízes pedem a MP 
que investigue Marinho e Pinto

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) apresentou hoje uma queixa ao Ministério Público para que investigue as declarações "gravíssimas" do bastonário dos advogados, Marinho e Pinto, sobre o "comportamento profissional" dos magistrados e "a atividade do sistema judicial".

O bastonário da Ordem dos Advogados (OA) considerou hoje que "muitos dos tribunais arbitrais" são utilizados para "legitimar atos de verdadeira corrupção" em Portugal, com transferência de "recursos públicos para bolsos privados".


Marinho Pinto acrescentou que a forma "como o Governo está a legislar" nesta matéria, criando a "arbitragem obrigatória", leva-o a ter "muitas suspeitas" sobre a conivência do poder político naquele tipo de justiça privada.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a ASJP considera que as afirmações de Marinho e Pinto após a audiência hoje na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais são "acusações inaceitáveis, lamentáveis e indignas, que são proferidas por um bastonário a esgotar o seu mandato", pelo que, "irá, de imediato, participar estes factos ao Ministério Publico".
Esclarece ainda a estrutura representativa dos juízes portugueses que as afirmações do bastonário da Ordem dos Advogados foram proferidas "no seio de um órgão de soberania sobre outros titulares de órgãos de soberania" e que um dos princípios estatutários da ASJP é o de "pugnar pela dignificação da justiça e da função judiciária".

"A ASJP não conhece qualquer juiz nem qualquer situação envolvendo juízes que possa evidenciar o fundado teor das afirmações feitas pelo bastonário", indica a queixa apresentada no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.
Por isso, a ASJP sublinha a "gravidade" e refere que "o Ministério Publico deve imediatamente ouvir" Marinho e Pinto, "para identificar e concretizar as afirmações que fez".
"É tempo de responsabilizar quem sistematicamente faz afirmações gratuitas, panfletárias e levianas e que apenas têm como objectivo afectar a credibilidade do sistema de justiça e dos juízes e, com isso, ter espaço mediático assegurado", refere a nota da ASJP.

A audição parlamentar de Marinho Pinto foi marcada por momentos polémicos, designadamente quando o bastonário criticou o facto de as actas lavradas pelos juízes nos tribunais, acerca das diligências processuais, serem frequentemente "falsificadas", sem correspondência com o que efetivamente se passou entre as partes.

À saída, Marinho Pinto justificou aos jornalistas que não apresentou qualquer queixa sobre as alegadas falsificações das actas judiciais ao Ministério Público porque, apesar de as mesmas não corresponderem integralmente à realidade dos factos, não se consegue fazer prova dessa adulteração.

* Tivemos um "general sem medo" agora há um "advogado belicoso", esperemos que não o assassinem porque há por aí muitas "pides".

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MADREDEUS



MAIO MADURO MAIO





cantando ZECA AFONSO

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HOJE NO
" RECORD"

 Félix da Costa: 
«Entrar mal na F1 pode 
queimar anos de trabalho»

António Félix da Costa manifestou-se esta terça-feira "pronto para correr" no Grande Prémio da China, onde se estreará como terceiro piloto da Red Bull, mas advertiu que uma entrada em falso na Fórmula 1 pode "queimar anos de trabalho".

"Estou lá, caso aconteça alguma coisa, mas espero que os pilotos possam fazer o seu trabalho e trazer para casa mais uma vitória para a Red Bull. Mas se acontecer alguma coisa, estou lá, pronto para correr", observou o piloto português em declarações à agência Lusa.

Félix da Costa lembrou que já esteve antes nos meandros da F1 com a equipa do alemão Sebastian Vettel, tricampeão mundial, mas não de forma oficial, na qualidade de terceiro piloto, em substituição do suíço Sebastien Buemi, que vai participar na etapa inglesa do Mundial de resistência.

"É sempre bom estar presente com a equipa campeã do Mundo, pois só tenho coisas a aprender. A Red Bull tem vários pilotos e ser escolhido entre os mais novos é bom sinal. Quer dizer que estou a fazer as coisas bem feitas e que sou o próximo na lista da Red Bull", assinalou.

Félix da Costa atribuiu a chamada da Red Bull à vitória conquistada em Monza (Itália), na primeira prova do campeonato de Fórmula Renault 3.5, e, apesar do agrado com que recebeu a notícia da sua participação na terceira prova do Mundial de F1 de 2013, alertou para os riscos de uma entrada em falso.

"Entrar mal na F1 pode ser um problema e queimar anos e anos de trabalho, porque a F1 é um desporto muito complexo, muito complicado e por isso quero que a minha entrada seja bem planeada, com boa preparação. Entrar de repente, num fim de semana de corrida é tudo menos isso", assinalou.

O português, que também poderá substituir um dos pilotos da Toro Rosso - "satélite" da Red Bull -, considerou que este é mais um passo importante no objetivo de conquistar proximamente um "volante" na F1, mas deixou a advertência em relação à subida à categoria rainha do desporto automóvel: "Ou será em 2014 ou não será nunca". 

* Para ele o maior sucesso.

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ASES DO VOLANTE


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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

PCP critica "alinhamento" do Governo 
com os EUA sobre "tensão" nas Coreias

O Partido Comunista Português criticou, esta terça-feira, as posições do Governo, de "total e acrítico alinhamento" com os Estados Unidos, sobre a "tensão na Península Coreana", face à qual reconhece estar "preocupado".
Em nota de imprensa, os comunistas referem-se às declarações do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, durante uma visita ao Japão. 
A QUERIDA DEMOCRACIA

Para o PCP, o Governo revelou "total e acrítico alinhamento com as posições dos EUA", o que "não contribui para o necessário desanuviamento da tensão na Península Coreana".
A 28 de março, em Tóquio, Paulo Portas disse que Portugal partilha das "preocupações" do Japão em relação à Coreia do Norte.
No dia antes, o regime de Pyongyang tinha anunciado a decisão de suspender as atividades do complexo industrial de Kaesong, o único projeto conjunto entre as duas Coreias, retirando os 54 mil trabalhadores norte-coreanos.
"Obviamente que partilhamos das mesmas preocupações. O mundo não pode viver nesta desordem permanente e, objetivamente, o comportamento do regime de Pyongyang não respeita os mínimos elementares das resoluções das Nações Unidas", afirmou Portas, após um jantar com o chefe da diplomacia japonês.
"Tem que haver uma solução pacífica, diplomática, persuasiva, para que haja paz e estabilidade nesta região, que é muito importante, nomeadamente para a prosperidade do mundo", defendeu.
Na nota de imprensa enviada hoje, o PCP reconhece que "os recentes acontecimentos e o aumento da tensão" na Península Coreana "constituem uma séria ameaça para a paz", mas sustenta que esses acontecimentos "não podem ser dissociados do processo de militarização do Pacífico Sul conduzido pelos EUA".
Apelando "à contenção de todas as partes e ao retomar imediato de negociações baseadas no reconhecimento e respeito mútuos", os comunistas recordam que a Península Coreana foi dividida, "há mais de meio século, como resultado de uma brutal guerra, fruto da ingerência e agressão dos EUA".
O QUERIDO ATRASADO

Segundo as Nações Unidas, o "nível de tensão atual [na Península Coreana] é muito perigoso".
Nos últimos dias, a Coreia do Norte fez uma série de ameaças de ataques nucleares, na sequência das sanções da ONU - decididas após a realização do terceiro teste nuclear do país - e das manobras militares conjuntas de Estados Unidos e Coreia do Sul.
Tecnicamente, as duas Coreias continuam em guerra, uma vez que o conflito de 1950-53 não terminou com a assinatura de um tratado de paz.

* O PCP tem gente séria e honrada nas suas fileiras, gente que mudou da cassete para a diskete e depois para a pen, mudou de acessórios mas não mudou de retórica. 
O papão "amaricano" povoa os pesadelos dos comunistas, provoca azia logo pela manhã e tentam passá-la para o incauto cidadão que ainda mal acordou.
Vamos a números coreanos do norte, o salário médio é de 3 euros dia e o querido líder saca-lhes 45% para alimentar aquele bando de inúteis a fingir que são militares.Os norte coreanos só podem usar meia dúzia de cortes de cabelo e as mulheres o dobro.Com 1,65 euros/dia por cidadão trabalhador, com uma grande taxa de desemprego é esta a democracia que o camarada Jerónimo defende???

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TORRES SEC. XXI


  
















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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Europa dá mais sete anos para 
pagar empréstimos se Lisboa tapar “buraco” do Constitucional

A União Europeia prepara-se para voltar a estender os prazos dos empréstimos concedidos a Portugal e à Irlanda, agora por mais sete anos. Mas a oferta a Lisboa ficará condicionada à implementação de um plano B para compensar o impacto no Orçamento dos “chumbos” do Tribunal Constitucional.
Os ministros europeus das Finanças (Ecofin) preparam-se para voltar a estender os prazos de reembolso dos empréstimos concedidos a Portugal e à Irlanda, no caso por mais sete anos, aproximando as condições oferecidas aos dois países às concessões que foram feitas em Novembro último à Grécia.

Segundo a Reuters é esse o valor recomendado no documento do grupo de trabalho que integra representantes da troika e do fundo europeu de resgate, e que prepara as decisões dos ministros das Finanças, que se reúnem nesta sexta-feira, 12 de Abril, na capital irlandesa para um encontro informal.

O documento apresenta, no entanto, outras opções – extensão por dois anos e meio, cinco, dez anos ou mais – mas, ponderando prós e contras, converge na sugestão de que "uma extensão máxima das maturidades médias em sete anos forneceria um compromisso equilibrado entre os constrangimentos dos credores e dos devedores".

A oferta a Lisboa, ao contrário do que sucederá para Dublin, ficará, porém, condicionada à implementação de um "plano B" destinado a compensar o impacto orçamental das quatro normas do Orçamento “chumbadas”  pelo Tribunal Constitucional, acrescenta a agência noticiosa.

Segundo o Negócios apurou, a negociação sobre o prolongamento das maturidades será liderada por Vítor Gaspar, que tem articulado estreitamente posições com o seu colega irlandês, Michael Noonan. Em virtude de a Irlanda presidir neste semestre à União Europeia, Noonan acaba por ficar, paradoxalmente, com menos margem de manobra para liderar processos em causa própria.

A extensão média das maturidades dos empréstimos europeus (no caso português rondam 13 anos) tem sido interpretada como um dos elementos facilitadores do regresso dos países resgatados às vias tradicionais de financiamento.  No caso de Portugal, destinam-se a suavizar "picos" de reembolsos, particularmente concentrados em 2016 e 2012, diluindo no tempo o cumprimento das responsabilidades financeiras do país. As negociações têm-se centrado na possibilidade de as maturidades serem dilatadas entre cinco e sete anos, como hoje noticiou o Negócios.

Não são – nem eram – esperadas decisões finais neste encontro do Ecofin, até pela sua natureza informal. Mas a expectativa é a de que se avance o suficiente em Dublin para que um acordo possa ser fechado e enviado, ainda em Abril ou no início de Maio, para aprovação pelos parlamentos nacionais.

O “chumbo” do Constitucional e a incerteza redobrada sobre a trajectória orçamental portuguesa  arriscam-se a inviabilizar este calendário, já que nenhum país proporá aos seus parlamentares que dilatem os prazos de devolução dos empréstimos a um Estado que poderá estar a “descarrilar” face ao acordado com a troika. É nesse contexto de urgência que se espera que Vítor Gaspar explique em Dublin o que tenciona fazer para compensar o "buraco" de 1.300 milhões de euros que se terá aberto com as decisões do Palácio.

Ainda assim, refere a Reuters, a promessa de dilatação dos prazos de reembolso dos empréstimos ficará mais firme para Irlanda e condicionada  para Portugal à concretização de um "plano B" que devolva maior credibilidade ao compromisso de reduzir neste ano o défice para 5,5% do PIB, como acordado aquando da sétima e última missão da troika.  "É o máximo que se pode esperar", escreve a Reuters, citando um alto funcionário da Zona Euro envolvido nos preparativos da reunião.  

* É tendenciosa a referência ao "buraco do constitucional". O "buraco" é do governo, políticamente aculturado que propositadamente redigiu um orçamento para criar polémica e perdas de tempo. 
O prof. Medina Carreira diz que os preceitos da constituição ainda têm como referência a nossa antiga moeda pelo que o modo de ajuízar a inconstitucionalidade tem de ser mais flexível. Discordamos, o euro existe desde 2002, vão 11 anos e os partidos do "covil da governação" nada fizeram para alterar e  adaptar, no parlamento, a Constituição à nova realidade financeira. Os juízes não são redactores da lei fundamental, são e bem, os seus fiscalizadores.

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 CASSIUS CLAY

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 Embora não gostemos de boxe é inegável que Cassius Clay, o primeiro nome deste atleta, era um notável intérprete da modalidade não pela força do punho mas como pela elegância com que deambulava pelo estrado.
Aqui ele participa numa brincadeira com uma criança certamente para promover a modalidade.

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HOJE NO

" DESTAK"

Governo avança com fusão da 
Transtejo com Metro de Lisboa e Carris

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, anunciou hoje no parlamento que o Governo pretende avançar com a fusão operacional do grupo Transtejo com a Metro de Lisboa e Carris, que foram fundidas em 2012.

Na Comissão de Economia e Obras Públicas, Sérgio Monteiro defendeu que a poupança alcançada no setor dos transportes "é muito importante", mas considerou que é possível prosseguir com a racionalização de custos, dando como exemplo a integração da Transtejo, grupo que faz as ligações fluviais entre as duas margens do Tejo, com a Metro de Lisboa e a Carris.

O Governo aprovou há um ano um diploma que regula o regime de acumulação de funções dos membros executivos dos conselhos de administração do Metro de Lisboa e da Carris, empresas que passaram entretanto a ter uma administração comum.

* Um mega grupo para criar "jobs" para os que estão matriculados nos partidos do "covil da governação".

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 2-O QUE É ISTO???
















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HOJE NO
"i"

Livro revela que PIDE recebeu 
formação da Gestapo e da CIA

A PIDE recebeu formação da Alemanha e dos Estados Unidos sobre técnicas de tortura a aplicar aos presos políticos durante o Estado Novo, relata o livro "Os últimos presos do Estado Novo", da jornalista Joana Pereira Bastos.

No livro, a jornalista do Expresso descreve a passagem de vários oposicionistas às ditaduras salazarista e marcelista pelas prisões de Caxias e Peniche e os traumas provocados pela tortura que "perduram até aos dias de hoje".
Em declarações à agência Lusa, Joana Bastos diz que uma das principais razões para escrever "Os Últimos Presos do Estado Novo - Tortura e desespero em vésperas do 25 de Abril" foi a história de uma das suas tias, Maria de Fátima Ribeiro Pereira Bastos, que pertenceu à Liga de Unidade e Ação Revolucionária (LUAR), liderada por Palma Inácio, e esteve presa em Caxias.
 
O TORCIONÁRIO MOR
"Acho que a história contemporânea relata esta época muito 'en passant', fala-se muito dos capitães, mas pouco da parte civil, porque houve muita gente anónima que lutou para derrubar a ditadura e eu sentia que muita da minha geração tinha um desconhecimento enorme em relação a isso", considera Joana Bastos.
A autora diz ter procurado "contrariar a tese de que a queda da ditadura se deveu unicamente a um grupo de capitães" e de que "a PIDE era relativamente branda" na sua ação.
Para Joana Pereira Bastos, ex-jornalista do Público e da agência Lusa, existe mesmo "um branqueamento da violência e do grau de sofisticação dos métodos da PIDE".

Ao longo de mais de 150 páginas, é descrita uma visita da PIDE à sede da CIA, em Langley, nos Estados Unidos, onde mais de dez agentes "aprenderam técnicas de vigilância de rua e métodos de abrir cartas sem deixar vestígios".
"Sob o nome de código 'Isolation', uma delegação da polícia política portuguesa composta por 12 elementos (...) rumou aos Estados Unidos no final de 1957 para participar num curso de formação de dois meses no estado da Virgínia", pode ler-se.
Já na década de 1930, "a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, antecessora da PIDE) recorreu à Gestapo", havendo "contactos regulares, com troca de visitas entre agentes".
Além do caso da sua tia, Joana Bastos conta a história de personalidades como o arquiteto Nuno Teotónio Pereira, do advogado José Lamego ou do fiscalista Saldanha Sanches (este já falecido), que estiveram presos em Caxias.
"Eu quis falar com pessoas de todos os movimentos, do PCP às outras organizações de extrema-esquerda, de luta armada, com estudantes e sindicatos, porque quis retratar a variedade enorme de pessoas que estiveram na oposição ao regime, que ia do operariado às famílias próximas da ditadura", refere a autora.

Joana Bastos diz que um dos aspetos "mais impressionantes foi ver que 39 anos depois este continua a ser para os visados um tema tão duro" e a dificuldade em marcar conversas com alguns dos entrevistados.
No livro é relatado o caso do arquiteto Nuno Teotónio Pereira, que aos 91 anos de idade "ainda não sente paz" e "continua a lembrar-se com frequência dos gritos e uivos que durante a noite ouvia em Caxias", até porque "nunca se perdoou por ter falado nos interrogatórios e entregue à PIDE alguns dos seus melhores amigos".
 "É a nódoa da minha vida", afirma o arquiteto no livro.
Outro dos casos relatados é o do historiador José Manuel Tengarrinha, que devido aos problemas físicos e psicológicos associados à tortura, perdeu todo o cabelo enquanto esteve preso em Caxias.
Segundo a autora, que cita um estudo do Grupo de Estudo da Tortura (criado após o 25 de Abril), os dois principais métodos utilizados pela PIDE eram a privação do sono e o isolamento, seguindo-se os espancamentos ou até os choques elétricos.
Joana Bastos lamenta que não exista em Portugal "um memorial" aos presos políticos ou que não se tenham criado associações para apoiar as pessoas com sequelas mais graves.
"O silêncio dos antigos presos políticos, por causa dos traumas graves com que ficaram, não ajudou, mas também acho que o país nunca mostrou grande interesse em lembrar isto e continua a não mostrar, o condomínio privado que se construiu na sede da PIDE [no Chiado] é paradigmático", declara.
O livro de Joana Pereira Bastos, editado pela Oficina do Livro, é apresentado no dia 23 de abril, na livraria Buchholz, em Lisboa, pelo antigo vice-presidente da Assembleia da República e fundador do PS Manuel Alegre.

* Quem senão a Gestapo ou a  CIA poderiam dar formação aos pides, a diferença está na origem, objectivos os mesmos.

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