sábado, 23 de março de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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6- RAZÕES PORQUE 

FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA
POR TER SEMPRE
UMAR DE CENSURA
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  3 - DO CINEMA


 
Sienna Miller


 Stephanie Fantauzzi



Lili Simmons


  Ivana Milicevi


  Jenna Lind


 Michelle Williams


 Emmy Rossum


 
Shanola Hampton


Meril Streep

Kelly Hu


 Sandrine Bonnaire

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5- RAZÕES PORQUE 

FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA


OS SEUS AMIGOS SÃO BOÇAIS DESAGEITADOS


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 I- UMA AVENTURA
PRÉ-HISTÓRICA
1-Monstros
Marinhos 

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4- RAZÕES PORQUE 

FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA
SHOW OFF ESTÉRIL
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A VIDA PRIVADA


DE SALAZAR
  

9º Episódio


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3- RAZÕES PORQUE 
FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA
 TRATA O CLITÓRIS
COMO UM INTERRUPTOR
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DANIEL DEUSDADO

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Rui Filipe de Menezes Moreira

As candidaturas de Luís Filipe Menezes e de Rui Moreira à Câmara do Porto são um excelente indício de que as coisas vão mexer mais na cidade. Não porque haja mais dinheiro mas porque ambos são empreendedores e radicalmente diferentes de Rui Rio.
É até extraordinário que o atual presidente da Câmara seja o patrono moral da candidatura de Rui Moreira. 'Geneticamente', Moreira é mais parecido com Menezes - por muito que a fação Rio imagine Moreira discípulo do atual presidente...
Quem conhece o presidente da Associação Comercial do Porto sabe o 'mundo' que ele pode trazer ao Porto e o que já fez pela região - o combate voluntarioso contra o aeroporto da Ota é o melhor exemplo disso. Mas falta que muitas mais pessoas tenham a noção de quem ele é, além de estar por conhecer se o seu traço aristocrático atrai ou afasta eleitores. E quanto mais político quiser parecer (como ontem, por exemplo, no teleponto), menos independente e espontâneo ficará aos olhos dos eleitores. Ou seja, um político novo num formato velho.
Em oposição, é impossível não se reconhecer a mudança de Gaia em apenas uma década. No entanto, muitos eleitores terão de esquecer que é no partido do Governo que terão de votar (e a tentação do voto de protesto contra Passos Coelho será enorme...). Vão conseguir pôr a cruz no PSD e ver depois o seu voto instrumentalizado por Relvas e companhia em noite eleitoral como sinal de vitória? A derrota de Fernando Gomes, pelo PS, em 2001, mostra os grandes riscos do candidato laranja.
Os projetos de cidade de Moreira e Menezes vão ajudar o Porto a aproveitar o grande fator de mudança dos últimos anos: o acréscimo de turistas trazido pelas low-cost e o 'boom' de revitalização comercial e alojamento na Baixa. Mas o grande desafio é o de transformar a Invicta numa metrópole com prestígio além-fronteiras, capaz de captar marcas que invistam, e massa cinzenta que aqui queira trabalhar. Isso é muito diferente de fazer dela uma cidadezinha economicamente anacrónica onde pontifica um circuito automóvel que custa 2,1 milhões de cada vez aos contribuintes e é o maior emblema da obra intangível realizada em 12 anos. Infelizmente neste ponto, Menezes, Moreira e até Manuel Pizarro (PS) são iguais: acham bem este exorbitante epifenómeno 'kitsch' de velocidade urbana, símbolo da idade das trevas ambientais que lhe está subjacente. Infelizmente, este legado de Rio é uma nódoa difícil de lavar junto de políticos à caça de voto.
Nem tudo foi mau com Rui Rio, obviamente. A requalificação dos bairros da cidade, bem como a decisão arrojada e certeira de demolir o Bairro de São João de Deus, foram boas mas não esconderam o essencial desta década: as camadas mais pobres da população precisam de emprego e de um projeto de vida. Obviamente, numa conjuntura económica como esta, não é a Câmara, sozinha, que pode fazer algo contra o desemprego da cidade. E isso é verdade, hoje. Mas há dez anos, não ter acreditado na cultura como saída empreendedora de uma nova geração é o maior erro histórico dos anos Rio.
No final desta corrida, independentemente de tudo o que acontecer, teremos Menezes e/ou Moreira na Câmara, ou os dois. É uma esperança nova. Por muito veneno que imensos interesses possam instalar entre ambos, seria uma pena que esta eleição não resultasse numa extraordinária nova força para o Porto.
P.S.: A decisão de ontem do Tribunal Cível de Lisboa de impedir Fernando Seara de se candidatar à Câmara da capital tem os fundamentos certos para resolver a dúvida sobre todos os candidatos (Menezes incluído). O juiz, ao invocar essencialmente o artigo 118 da Constituição que menciona o princípio da renovação política (e já não apenas a querela do presidente 'de/da' Câmara), lança uma nova questão para o Tribunal Constitucional dirimir: pode ser constitucional uma lei do Parlamento que impede mais de três mandatos dos presidentes de câmara e deixa de fora dessa limitação os líderes dos governos regionais dos Açores e Madeira ou o primeiro-ministro? Diz a Constituição: "Ninguém pode exercer a título vitalício qualquer cargo político de âmbito nacional, regional ou local.". Qual o fundamento para limitar apenas o poder executivo autárquico?

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
21/03/13

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2- RAZÕES PORQUE 
FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA
 OS SEUS DIÁLOGOS PARECEM ENSAIADOS
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2-A BATALHA

DE ALJUBARROTA


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Fonte: Sérgio Mota
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1- RAZÕES PORQUE 
FICARÁ SÓZINHO/A
NA VIDA
 TROÇA DAS EMOÇÕES
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ANTÓNIO CHAINHO 


TERESA SALGUEIRO




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HOJE NO

"PÚBLICO"

Denúncia sobre bacalhau com broa nauseabundo custa detenção a tenente 

Tribunal confirma punição a militar que mandou laboratório do Exército analisar refeição que mais de cem pessoas se recusaram a comer. Juízes dizem que violou dever de lealdade para com os seus chefes
Um tenente do Exército foi condenado a sete dias de detenção por ter denunciado ao laboratório militar que zela pela segurança alimentar deste ramo das Forças Armadas o cheiro nauseabundo da refeição servida nesse dia na unidade em que prestava serviço. O Tribunal Central Administrativo Sul considerou este mês que a punição aplicada tem razão de ser. Segundo os juízes, o tenente violou o seu dever de lealdade. E a hierarquia militar goza, quase sempre, de uma "margem de liberdade judicialmente insindicável".
O caso remonta a uma quarta-feira de Junho de 2011. Gonçalo Corceiro, um licenciado em Química de 32 anos que tinha entrado para o Exército por contrato e não pela carreira militar, era o oficial de dia no Depósito Geral de Material do Exército, na zona de Alcochete. Trabalham aqui mais de uma centena de pessoas. Quando chegou a hora de almoço, apercebeu-se de que alguma coisa se passava: o bacalhau com broa que estava a ser servido exalava um cheiro "nauseabundo" e o levantamento de rancho foi generalizado.

A comida foi recusada pela maior parte dos sargentos, praças e civis que ali prestam serviço. Apenas um ou outro oficial conseguiu engolir a refeição. Ao relatar a situação aos seus superiores, a resposta veio pronta: "Se quisessem comer, comiam." Não comeram, e como nas redondezas da unidade militar não existem restaurantes, foram para a formatura que antecede o resto do dia de trabalho de barriga vazia, enquanto as travessas de bacalhau regressavam à cozinha praticamente intactas.

Foi depois da formatura, e de perceber que os seus superiores não tencionavam fazer o que quer que fosse em relação ao problema, que o tenente resolveu chamar à unidade os técnicos do laboratório de bromatologia, responsável pela segurança alimentar do Exército. Os resultados das análises à comida não foram totalmente conclusivos: embora um dos parâmetros estivesse ligeiramente acima do aceitável, não se detectaram sinais evidentes de contaminação bacteriológica que pudesse pôr em causa a saúde dos militares. Só que um aspirante que comeu o bacalhau com broa teve de ser assistido nessa noite numa urgência hospitalar militar, devido a problemas gástricos.

Por ter chamado os técnicos do laboratório militar sem autorização dos seus superiores, Gonçalo Corceiro foi condenado a sete dias de detenção, punição que consiste em ficar uma semana sem sair do quartel ou de outra unidade militar, embora possa circular dentro das instalações à vontade.

Acabou por recorrer para um tribunal civil - os militares já não existem -, que este mês deu razão aos seus chefes. Dizem os juízes, um dos quais também general, que o tenente "não podia desconhecer que o levantamento de rancho ocasionaria por si só uma situação constrangedora para o comando do Depósito Geral de Material do Exército, abalando a sua capacidade de liderança e autoridade e minando a sua credibilidade", pelo que "a convocação do laboratório constituiu um verdadeiro lançar de gasolina num fogo já latente".
Além do mais, acrescentam, cabe ao oficial de dia provar a comida antes de ser servida, o que o tenente não fez. O risco de intoxicação alimentar não comoveu os juízes: "Mesmo que tivesse ocorrido, o único procedimento adequado consistiria em assegurar assistência médica aos doentes, e não em chamar os técnicos do laboratório", observam no seu acórdão.

Já Gonçalo Corceiro invocou em sua defesa o facto de ter pretendido pôr termo a um problema que ameaçava eternizar-se. "Existe um passado/presente de falta de qualidade e de segurança da alimentação servida na unidade, evidenciada pela distribuição de arroz do mar, mousse de chocolate ou bacalhau com broa salgadíssimo, impróprios para consumo", alegou, explicando que se impunha rapidez na recolha de amostras do bacalhau para análise.

À saúde dos homens e mulheres que prestam serviço nos quartéis, o tribunal contrapõe a lealdade e a obediência como "as mais importantes virtudes militares", consideradas essenciais para a coesão das Forças Armadas. Desrespeitar ordens e regulamentos militares só é aceitável quando está em causa a prática de um crime, dizem os juízes.

* Num estado de direito, a "obediência e lealdade" militares ainda mantém sequelas de "quem não é por nós é contra nós",  se o papa já perdeu a infalibilidade há muito, um general justiceiro é uma incongruência.


ISTO É QUE É INJUSTO
Para cada sargento e dois soldados existe um oficial. Os dados foram revelados por um estudo realizado pelo Instituto de Defesa Nacional, que defende uma alteração na estrutura militar, cortes nos gastos e a extinção de algumas estruturas.
IN "i" 21/03/13 

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 DANÇANDO NO CÉU


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HOJE NO

" DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

Tomate português é um êxito no Japão. Paulo Portas quer vender mais coisas 

Portugal exporta 10% da produção de tomate para o Japão. Miguel Cambezes não estranha, por isso, que a acompanhar a comitiva de Paulo Portas ao Japão vão nove fábricas e seis empresas do sector. 

"A importância do mercado japonês é tal que toda a gente vai. É um mercado muito exigente a nível qualitativo e, por isso, representa um enorme desafio. O facto de irem todas as empresas diz tudo", esclarece o secretário-geral da Associação dos Industriais de Tomate.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, está de partida para o Japão com uma comitiva portuguesa que integra representantes de quase duas dezenas de empresas nacionais. A missão ao Japão decorre durante a próxima semana e o programa inclui "contactos institucionais e empresariais", avançou fonte do AICEP ao Dinheiro Vivo.

Entre as empresas está, por exemplo, a Unicer, representada por João Torres, country manager para a Ásia, Pacífico e Médio Oriente. "Iniciámos a nossa operação neste mercado, há quatro anos, com uma parceria com um operador local para a importação das nossas marcas Super Bock Original, Super Bock Stout e Super Bock Green. A identificação de novas oportunidades de negócio com parceiros locais constitui o principal objetivo desta deslocação oficial.", explica Joana Queiroz Ribeiro, diretora de Pessoas e Comunicação da Unicer.

Entre os sectores presentes na visita oficial estão o agroalimentar, tecnologias da informação, passando pelos sectores energético e da construção. 
 O Japão foi, em 2012, o 29.º mercado-cliente mais importante para Portugal, representando 0,42% do montante total de vendas nacionais para mercados externos. Enquanto fornecedor, o Japão ocupa o 28.º lugar (perto da Ucrânia, República Checa, Colômbia e Áustria), a pior posição desde 2008, com uma quota de 0,53% das importações nacionais. Portugal assume posições sem relevância, quer como cliente quer como fornecedor do Japão (72.º e 60.º lugares, respetivamente.)

* Os nipónicos até ficam de olhos em  bico com os tomates dos portugueses.

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12.Quem avisa 
seu amigo é!




















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HOJE NO
" RECORD"

Manuel Costa Oliveira é o novo presidente da Federação Portuguesa de Judo 

Manuel Costa Oliveira foi eleito este sábado presidente da Federação Portuguesa de Judo (FPJ) para o quadriénio 2013/2016, numa eleição que decorreu na sede do Comité Olímpico de Portugal (COP).

O candidato da Lista C recebeu 30 votos, mais um do que João Carvalho das Neves (E) e três do que Jorge Oliveira Fernandes (A), numa eleição que teve ainda um voto nulo.

Manuel Costa Oliveira era secretário-geral da federação e sucede a Carlos Correia Andrade na liderança do organismo.

Em declarações à agência Lusa, o novo líder da FPJ realçou três dos pontos do seu programa eleitoral, garantindo que quer "universalizar o judo", conseguir resultados desportivos, com melhores condições -- ao nível da nutrição, do apoio psicológico e do apoio à competição -, e "fazer crescer a modalidade", levando-a também para o interior e para as ilhas.

"Acredito que temos atletas para isso [conquistar medalhas no Rio2016]. Temos a Telma Monteiro, o João Pina, a Joana Ramos e a Yahima Ramirez. Temos outros que podemos posicionar para conseguirem bons resultados. Porque não havemos de subir ao pódio? Estou muito otimista. Antes de eles me darem a mim, tenho eu de lhe dar a eles, e eu vou-lhes dar melhores condições", garantiu.

Sobre as eleições no COP, para as quais o anterior presidente apoiou José Manuel Constantino - contra Marques da Silva -, Manuel Costa Oliveira disse que vai falar com o seu antecessor e fazer uma "leitura jurídica e moral" sobre o assunto.

* Desejamos o maior sucesso

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 Os Gloriosos


Malucos da Neve


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Cidadãos com limitações motoras 
já têm a vida facilitada 

A nova aplicação ‘Portugal Acessível Mobile’ facilita aos cidadãos com limitações motoras 3500 locais acessíveis no País.

A aplicação foi criada pela associação Salvador com o apoio da Fundação PT e da Microsoft e está disponível para Android, iOS e Windows Phone.
 Além de informar cidadãos portugueses com limitações motoras, facilita, também, a vida aos turistas estrangeiros com versões em inglês e alemão.
Em comunicado, Salvador Mendes de Almeida, fundador da Associação Salvador, descreve a nova aplicação: “A nova aplicação Portugal Acessível Mobile não é um mero guia de locais acessíveis para as pessoas com deficiência motora; é, também, uma forma de explicar que, para uma sociedade ser democrática, é fundamental que, todos, sem exceção, tenham o direito a aceder aos mesmos locais em condições de igualdade.”

* Uma luta com frutos a deste Salvador, os nossos respeitos.

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10 - GPS
























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 HOJE NO
"i"

Estradas de Portugal. 
Almerindo Marques admite pressão 
de Sócrates para adjudicar 
"mais e mais obra" 

Ex-presidente da Estradas de Portugal confirma reuniões com governo e Tribunal de Contas para contornar chumbo do visto aos contratos das subconcessões rodoviárias

Na semana em que se soube do seu regresso à vida pública (televisiva), o papel do ex-primeiro-ministro na política de obras públicas do governo PS veio ontem ao de cima na comissão parlamentar de inquérito às parcerias público-privadas (PPP).

Sem referir o nome de José Sócrates, o antigo presidente da Estradas de Portugal (EP), Almerindo Marques, admitiu que havia pressões do primeiro-ministro para adjudicar “mais e mais obra”. Questionado sobre a intervenção de José Sócrates enquanto esteve à frente da EP, período que coincidiu com o lançamento e adjudicação de sete subconcessões rodoviárias, Almerindo Marques explicou: “O primeiro-ministro pressionava as estruturas políticas, o secretário de Estado (Paulo Campos) para me dar instruções a mim”.

Almerindo Marques contou ainda ter feito alertas regulares por carta relativamente aos problemas de tesouraria da Estradas de Portugal. Essas cartas foram enviadas aos secretários de Estado da tutela (Paulo Campos das Obras Públicas e Costa Pina do Tesouro), mas também aos ministros das Finanças e Obras Públicas (Teixeira dos Santos, Mário Lino e António Mendonça).

O antigo gestor da EP aponta como principal raiz do problema o não cumprimento de compromissos por parte do governo em relação à empresa, com destaque para a recusa em devolver o IVA e a demora em introduzir portagens nas Scut (vias sem custos para o utilizador). A gestão da EP não tinha alternativa “se não recorrer ao crédito para pagar as prestações das Scut”, o que explica o forte crescimento do endividamento da empresa. A falta destas condições, não havia soluções estruturais, mas sim remendos, foi o motivo dado por Almerindo Marques para se demitir da EP e passar a liderar a construtora Opway.

Mas antes quis deixar resolvida a situação criada pela recusa de visto do Tribunal de Contas (TC) a cinco em sete subconcessões adjudicadas pela Estradas de Portugal. E, neste processo, Almerindo Marques não poupou críticas à instituição liderada por Oliveira Martins.

O gestor confirmou aos deputados o envolvimento de elementos do Tribunal no processo que deu origem aos “contratos reformados”. Foi o não acesso a estes contratos “paralelos”, que alegadamente aumentaram a despesa pública em 705 milhões de euros, que justificou a denúncia de irregularidades numa auditoria do TC conhecida em 2011.

A reunião com governo e TC  
Almerindo Marques recorda em particular uma reunião na Presidência do Conselho de Ministros, num sábado, onde esteve, juntamente com técnicos da EP, do Ministério das Obras Públicas, o secretário de Estado das Obras Públicas e o director-geral do Tribunal de Contas, “o Sr. Tavares”. O objectivo dessa reunião, que já foi publicamente referida por Paulo Campos, era encontrar “uma saída para o impasse” criado com a recusa do Tribunal em dar visto. “Foi uma reunião em que se lançaram as bases da execução das reformas dos contratos. Os “contratos reformados, preparados por indicação do secretário de Estado, visaram ultrapassar as objecções jurídicas que fundamentaram a recusa de visto. A solução, defende, permitiu poupar milhões em indemnizações por obras paradas.

Estes contratos foram mais tarde criticados numa auditoria do TC, que ignorou o contraditório da Estradas de Portugal, sublinhou Almerindo Marques. O gestor acusa o Tribunal de “ser a única instituição do mundo que não assumiu a existência de uma crise internacional” a propósito da explicação para o desvio de 705 milhões de euros entre as ofertas iniciais e o valor de adjudicação das concessões. Esse valor, explicou, resulta de 30 anos de financiamento e da subida dos juros exigidos pelos bancos pós 2008. O gestor desafiou o TC a “provar que gastei mais 705 milhões de euros, qualificando de falsa a tese de que havia contratos paralelos. “O ónus da prova é do TC. É falso, que prove”.

Almerindo confirma que foi alvo de buscas no quadro do inquérito aberto pelo Ministério Público a estes contratos. Foi ouvido a propósito do relatório do TC, mas ficou como testemunha podendo voltar a ser chamado.

* As teias nojentas do poder

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