quarta-feira, 20 de março de 2013

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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OS PARTIDOS
E

A DEMOCRACIA







CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"



Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre " Os partidos e a democracia que temos", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do empresário Henrique Neto



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Obama visita Médio Oriente 
"Desisão de atacar Irão 
só diz respeito a Israel" 

A decisão de atacar instalações nucleares iranianas só diz respeito a Israel e os Estados Unidos não esperam que esta lhes seja previamente submetida, afirmou hoje, em Jerusalém, o presidente norte-americano. "Não esperaria que o primeiro-ministro [israelita Benjamin Netanyahu] tomasse uma decisão sobre a segurança do seu país submetendo-a a qualquer outro país", afirmou Barack Obama, numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro israelita, em Jerusalém, no primeiro dia da sua primeira visita ao Médio Oriente como chefe de Estado norte-americano. 
 O presidente norte-americano afirmou "não saber" se Israel vai "dar esse passo", de atacar as instalações nucleares iranianas. Sublinhou também que a relativa proximidade geográfica do país ao Irão dá uma perspetiva diferente sobre a ameaça, que Washington não tem. "Todas as opções estão a ser consideradas, faremos o que for necessário para impedir que o Irão tenha armas nucleares", disse Obama, após uma reunião de mais de duas horas com Netanyahu. 

 Para o Presidente norte-americano, a diplomacia continua a ser "a melhor solução", mas o Irão tem de "cumprir as suas obrigações internacionais", caso contrário a comunidade internacional irá "aumentando a pressão" para que interrompa o desenvolvimento de armas nucleares. Comparou mesmo a ameaça iraniana de "apagar Israel do mapa" com o Holocausto na II Guerra Mundial, ressalvando a diferença de que hoje há o "direito e a capacidade" de defesa. 

A política norte-americana é de "prevenção, não contenção", disse Obama, questionando se "a liderança iraniana saberá aproveitar a oportunidade enquanto há tempo". Netanyahu defendeu, por seu lado, que a diplomacia "não produziu resultados" até agora porque para tanto deve estar "respaldada com uma ameaça concreta de intervenção militar" No passado, o primeiro-ministro israelita já se manifestou disponível a atacar instalações nucleares iranianas, se for necessário para impedir o país de se tornar numa potência nuclear.

* É uma enorme mentira Obama desconhecer se Israel vai ou não atacar o Irão, e claro que os EUA terão de autorizar. É a hipocrisia do poder.

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 STEPHANE

ROLLAND 

PRIMAVERA VERÃO
ALTA COSTURA
2013





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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

INE. 
Mercado de trabalho traz 
infelicidade aos portugueses 

O trabalho e o emprego são, cada vez mais, uma fonte de infelicidade para os portugueses. 

A esmagadora maioria dos indicadores relativos a “Emprego e Remunerações”, na dimensão “Participação e inclusão social”, que servirão para apurar o futuro índice de bem-estar em Portugal registaram quebras muito significativas nos últimos sete anos, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com a publicação dedicada ao "Dia Internacional da Felicidade", que hoje se celebra, o INE explica que "estimulado por iniciativas de organizações internacionais e de outros países de todo o mundo — do Canadá, ao Brasil e a Timor — e pelo desafio lançado pelo Relatório Stiglitz/Sen/Fitoussi, o Instituto Nacional de Estatística tem vindo a desenvolver um Índice de Bem-estar para Portugal. Este Índice estrutura e analisa uma bateria de indicadores associados ao bem-estar e agrega-os em vários domínios de análise, que permitam quantificar o nível de bem-estar das famílias".

Na construção do índice foram "identificados cerca de 90 indicadores estatísticos, alicerçados em duas grandes perspetivas de observação, por sua vez subdivididas em 10 domínios de monotorização".
Hoje, o INE disponibiliza já os dados entre 2004 e 2011 relativos ao domínio “Emprego e Remunerações”, na sua dimensão “Participação e inclusão social”. As observações refletem o bem-estar subjacente às condições materiais de vida na parte relativa a trabalho e remunerações.

A evolução é clara: quatro dos cinco indicadores escolhidos caíram abruptamente desde 2004. A parte do bem estar que corresponde à taxa de desemprego piorou 47,2%, a do indicador relativo à precariedade "Proporção de trabalhadores por conta de outrem com 25 e mais anos com contrato de trabalho com termo (no total do número de trabalhadores por conta de outrem)" agravou-se em 29,3%, a subdimensão do bem-estar ligada à "proporção de desempregados de longa duração (12 e mais meses)" piorou 14,3% e o índice da "taxa de emprego" recuou 7,4%.
A única subdimensão que melhorou foi a do "rácio taxa de desemprego no ensino superior/taxa de desemprego até ao ensino básico - 3º ciclo", que subiu 14,3%, segundo os dados do INE.
O instituto acrescenta que "o Índice de Bem-estar, enquanto barómetro do nível de bem-estar económico e social das famílias poderá vir a constituir um instrumento para promoção do exercício da cidadania, bem como um quadro de referência para a definição de políticas publicas que favoreçam a qualidade de vida e o progresso social".

Os cerca de 90 indicadores que vão dar corpo ao índice de bem-estar nacional estão distribuídos por dois grandes temas e 10 domínios estatísticos.
O primeiro tema é "Condições materiais de vida" e mede os domínios "Bem-estar económico; Vulnerabilidade económica; Trabalho e remunerações".
O segundo tema é "Qualidade de vida" e medirá o bem-estar  através dos domínios "Saúde; Balanço vida-trabalho; Educação, conhecimento e competências; Relações sociais e bem-estar subjetivo; Participação cívica e governação; Segurança e criminalidade; Ambiente".

* Por isso somos um povo triste, tristíssimo.

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ZÉ LEZIN

MUNDO MODERNO





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HOJE NO
" RECORD"

Pandev: 
«Votei Mourinho mas 
passou-se algo estranho» 

O capitão da seleção da Macedónia, Goran Pandev, corroborou a denúncia de José Mourinho sobre as presumíveis irregularidades na votação para melhor treinador de 2012.
"Eu votei em Mourinho, sempre em Mourinho. Passou-se algo muito estranho", afirmou o jogador do Nápoles, que já trabalhou com o técnico português no Inter, ao canal "LaSexta".

O estranho é que, segundo a FIFA, Pandev terá votado em Del Bosque, em primeiro lugar, em Roberto Mancini, em segundo e em Jurgen Kloop, em terceiro.

"Telefonei a Mourinho a disse-lhe que, como capitão da Macedónia, votei nele. Não sei o que se passou", sublinhou o jogador.

"Mourinho estava triste. Todos sabemos que nesta votação aconteceram coisas estranhas, mas não podemos mudá-las. Nem eu, nem Mourinho", afirmou.

* Ninguém tira valor a Del Bosque, um excelente seleccionador, mas a FIFA é um covil de malandragem e não é de agora.


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RITA LELLO

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Outplaced’ 


 Avanços e recuos na privatização da RTP aparte, surge finalmente a proposta daquilo a que o Governo chama reestruturação do canal público de televisão.

Relvas diz que, nos momentos difíceis por que passamos, o orçamento de Estado não aguenta que lhe seja retirada uma parcela para suprir os desequilíbrios financeiros e operacionais da RTP. 

Estabelecem-se valores teto e metas, aplaude-se a mobilidade interna e o ‘outplacement', aumenta-se a contribuição audiovisual que pagamos mensalmente na factura da EDP - não se retira do orçamento para que já contribuímos, retira-se mesmo directamente do nosso bolso, outra vez - e o Governo, aplaudindo, chuta para a mandatada administração da empresa a responsabilidade da execução do plano de reestruturação - vulgo despedimentos em forma de rescisão amigável mas se não chegar avança-se mesmo para o despedimento colectivo.

Esta reestruturação não tem senão como objectivo garantir a competitividade que permitirá que a empresa seja uma boa aposta quando voltar ao mercado. É simples o processo, e aliás coerente com a prática do Governo nas mais variadas áreas: afunda-se a RTP e depois, alegando insustentabilidade, afirma-se que não há solução senão a privatização. Porque é esse o objectivo do Governo desde a sua formação, privatizar a RTP e acabar com o serviço público.

Só que o serviço público de televisão, a cultura e a informação não são um buraco negro de escoamento dos recursos públicos. O serviço público é um pilar da democracia e é nos momentos de crise que o Estado mais deve apoia-lo e garantir a sua existência.

O serviço público existe para promover a divulgação e a democratização da cultura erudita, para elevar a qualidade na cultura mediática de massas e para ser o garante de uma informação pluralista. Ora a persecução destes objectivos só pode ser assegurada por uma empresa pública, uma televisão com meios e capacidade para garantir a sua própria e autónoma produção de qualidade.
 
Actriz 

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
18/03/13 

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Seguro preocupado com crianças subnutridas em escolas públicas 

 O secretário-geral do PS, António José Seguro, expressou a sua preocupação com o estado de subnutrição com "que chegam muitas crianças" aos estabelecimentos de ensino e com uma escola pública "que reproduz desigualdades sociais". 
 "Naturalmente que fico muito preocupado com o estado em que muitas crianças chegam às escolas no que diz respeito às condições de nutrição, (...) sobretudo à segunda-feira", algo que "não deveria acontecer", sublinhou o líder do PS no final de uma reunião com professores na Marinha Grande, referindo-se a situações relatadas pelos docentes durante o encontro. 

 "A minha preocupação central é que eu hoje sinto, ao contrário do passado e do esforço que o país fez para ter uma escola que combata as desigualdades sociais, é uma escola que reproduz as desigualdades sociais", salientou. 

Uma situação inaceitável para o socialista, "porque a função da escola pública é precisamente a de combater as desigualdades sociais, proporcionando condições de formação e de educação de todas as crianças, independentemente do local onde residem ou do dinheiro que as suas famílias têm". O secretário-geral do PS afirmou ter saído do encontro com os professores "bastante preocupado (...), porque a escola representa a sociedade e há hoje um conjunto de problemas que existem na sociedade e que vão desabar na escola". 

A aposta na autonomia das escolas e nas novas tecnologias, o reforço do papel do professor e o investimento na estabilidade dos estabelecimentos de ensino foram algumas das ideias defendidas por António José Seguro, que voltou a frisar a importância dos Centros de Novas Oportunidades, "com que, na prática, o Governo acabou". 
 As declarações do líder nacional do PS foram produzidas no final de um encontro que decorreu na Escola Secundária Engenheiro Acácio Calazans Duarte, que concluiu a visita realizada aos distritos de Santarém e Leiria, integrada no programa "As Pessoas Estão Primeiro", com o qual Seguro pretende fazer o levantamento "dos graves problemas que afetam os cidadãos", em vários contactos pelo país. 

* As desigualdades sociais que o ensino reproduz revelaram-se com força nos governos de Socrates, só que ele  depois inventava uns aumentos para a função pública e acalmava-se o burburinho á volta desta situação. Este governo multiplica de forma feroz essas desigualdades, crianças com fome é crime,  para quando uns ministros na cadeia???

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MISTÉRIOS FANTÁSTICOS


1. A ESFINGE


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HOJE NO

"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Teodora Cardoso: 
"A troika é muito pior do 
que os mercados" 

A economista Teodora Cardoso considerou hoje que os mercados deram demasiado crédito a Portugal e criticou o excessivo optimismo da troika no plano de resgate para o país, considerando que em muitos aspectos a troika é pior que os mercados.
 "Antes, os mercados faziam todos os possíveis para nos financiarem. Agora, quem nos financia é a troika [Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional]. A troika é muito pior do que os mercados, em vários sentidos", afirmou a responsável, que preside ao Conselho de Finanças Públicas.

Teodora Cardoso lançou esta opinião no decorrer da sua intervenção no Fórum das Políticas Públicas, promovido pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa.

Já à margem do evento, questionada pelos jornalistas sobre esta afirmação, Teodora Cardoso afirmou que "há irracionalidade dos dois lados. Os mercados acharam que a dívida ia ser paga e deixaram-na chegar a níveis injustificáveis. A troika teve uma visão de muito curto prazo e, por isso, não fez a pressão necessária para avançarem outras reformas em Portugal".

Segundo a economista, até ao início da crise da dívida na Europa, "os mercados faziam todos os possíveis" para financiar Portugal, até porque "os mercados financiavam-se facilmente através do sistema que esteve na origem da crise de 2007".

Mas, a partir dessa data, "tudo isso foi ao ar", sublinhou, frisando que "os países reagiram à crise de forma diferente, porque também tinham condições diferentes".

Teodora Cardoso salientou que "dentro da União Europeia, houve países muito afectados pela crise e outros que não. Nem é preciso falar da Alemanha. No norte da Europa, devido à crise dos anos 90, os países tinham limitado o endividamento e resistiram melhor ao impacto da crise".

Ainda assim, na sua opinião, "não se pode dizer que tudo isto é uma desgraça vinda do exterior".

E a saída da crise está nas mãos dos portugueses, defendeu: "As medidas de carácter institucional não podem ser definidas pela troika. Nem sequer tem o conhecimento suficiente para isso sobre o país e sobre a sociedade portuguesa. Estas políticas têm que ser assumidas pelo próprio país".

Para tal, defendeu que "é preciso um pacto de regime para os temas profundos", já que as mesmas só são legitimadas "por uma maioria qualificada".

E acrescentou: "Não é possível que o principal partido da oposição, seja o PS, como agora, ou o PSD, diga que são necessárias reformas quando está no poder e as critique quando está na oposição".

Teodora Cardoso disse ainda que "as crises de balanço, como a actual, nunca se resolvem rapidamente", prolongando as dificuldades vividas pelos portugueses.

"Se não mudarmos de caminho, não conseguimos convencer os investidores a financiarem-nos. Onde é que vamos poder buscar financiamento? Agora, termos acesso a financiamento apenas para regressarmos ao sistema anterior e continuarmos a acumular dívida está fora de questão", salientou.

"As soluções têm que partir de uma reformulação do quadro institucional da política económica e tem que ser feita por nós e não pela 'troika'. A 'troika' não sabe, nem tem que saber. Uma reformulação desta natureza tem que ser consensual dentro do país para funcionar", considerou.

A responsável reforçou que Portugal está actualmente numa encruzilhada: "Podemos optar entre ter uma crise muito prolongada, sem alterar nada de fundo, ou reconhecer a realidade e procurar corrigi-la. Nessa altura poderemos recuperar o acesso ao investimento".

E concluiu: "O investimento é a chave da saída da crise. Mas esse investimento não pode ter por base o aumento da dívida. Os investidores têm que acreditar que vale a pena investir em Portugal. Há aqui a possibilidade de encurtar a crise. Ao reconhecer as suas razões e ao alterá-las, ganharemos a credibilidade dos investidores".

* Há já algum tempo que prestamos muita atenção às afirmações desta senhora, ao contrário do governo prima pela coerência.

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ANTÓNIO CHAÍNHO 


FADINHO SIMPLES



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HOJE NO

"DESTAK"

 PSD/Porto acusa candidatura de Rui Moreira 
.de "roubar" base de dados 

O PSD/Porto vai apresentar uma queixa-crime contra a candidatura de Rui Moreira por, alegadamente, ter roubado a base de dados dos militantes social-democratas, informou hoje o líder da concelhia do Porto, Ricardo Almeida. "Foi usada indevidamente a nossa base de dados dos militantes do PSD. 

Todos os militantes do PSD [do Porto] receberam, da parte da candidatura de Rui Moreira, um 'sms' e portanto estamos perante um crime de roubo da base de dados do PSD, a qual é confidencial e está protegida", afirmou Ricardo Almeida à Lusa. 

A Lusa tentou obter uma reação junto da candidatura de Rui Moreira mas não possível, até ao momento, um comentário.

* Deixós pousar

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CUIDANDO DO




CORPINHO 


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 HOJE NO
"i"

Vídeo de dupla portuguesa que retrata crise económica conquista os Muse

O trabalho de dois estudantes portugueses foi escolhido para ser o videoclipe do tema “Animals”, da banda britânica Muse.
O vídeo de Inês Freitas e Miguel Mendes, dois estudantes de Animação e Design Multimédia do Instituto Politécnico de Portalegre, foi o escolhido pelo grupo e também pelos seus fãs, que votaram através do Facebook.

O vídeo, que retrata em forma de animação a realidade económica actual e a dicotomia pessoas/poder financeiro, pode ser visto no site da banda, no Youtube e nas redes sociais.
Os dois alunos vão receber um prémio de 3500 euros por este trabalho, que será reproduzido num dos concertos da tounée de Verão dos Muse, onde se inclui uma passagem pelo Estádio do Dragão, no Porto, a 10 de Junho.

* Jovens fantásticos, veja o vídeo.


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3.ENRIQUEÇA A 
SUA BIBLIOTECA














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 HOJE NO
"A BOLA"

Adeptos do FC Porto vandalizam 
. restaurante em Málaga

«Destruíram tudo». Foram estas as palavras da proprietária de um restaurante de Málaga que viu cerca de 500 adeptos do FC Porto tomarem de assalto o estabelecimento, após a derrota na segunda "mão" dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

A reportagem do canal “Andalucía Directo” mostra as consequências da ressaca do afastamento dos portistas da competição.


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* Estamos à espera que Pinto da Costa diga que eram adeptos do Málaga travestidos de FCP. 

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CIÊNCIA E ILUSÃO
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HOJE NO
"PÚBLICO"

Hotéis e restaurantes estão a fechar
 por causa da lei das rendas 

AHRESP diz que há arrendatários que receberam notificações de aumentos médios de 700% a 900%. 

A área da hotelaria e da restauração tem registado encerramentos e dispensado pessoas devido à “situação caótica” que atravessa e que se deve, em parte, à nova lei do arrendamento urbano, admitiu nesta quarta-feira à Lusa Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP.

“Na situação caótica em que nos encontramos, com todos os custos de contexto que temos, como o IVA, mais um aumento de renda leva ao encerramento dos estabelecimentos”, afirmou.
Apesar de não dispor de números de encerramentos resultantes do aumento dos valores da renda, a dirigente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) garante serem “cada vez mais”.
AS PRÓXIMAS PORTAGENS
 “Este custo de contexto adicional está obviamente a motivar [encerramentos]”, notou Ana Jacinto, informando que através dos gabinetes jurídicos da associação se conhece “muita dispensa de postos de trabalho”.
“Para tentarem compensar o aumento da renda e para não fecharem de imediato as portas, vão fazendo a gestão que conseguem fazer. Obviamente, até com prejuízo para o próprio serviço, que irá ficar menos qualificado”, disse.

A responsável voltou a criticar a “colagem” do regime habitacional ou não habitacional, na lei do arrendamento urbano, que “trata da mesma forma realidades distintas”.
“Sempre que o arrendatário fazia obras, o senhorio aproveitava para fazer actualizações de rendas”, informou Ana Jacinto, indicando que no sector não há casos de desajustamentos de rendas ao mercado.
Porém, os senhorios estão a enviar cartas para actualização de valores, “porque não têm nada a perder”.
“Estamos numa relação completamente desequilibrada”, criticou Ana Jacinto, referindo-se aos arrendatários, que receberam notificações de aumentos médios de “700%/900%”.
Para a AHRESP, “há dois proprietários no arrendamento não habitacional, um é o proprietário das paredes, do imóvel”.

“Depois há um proprietário do espaço, do estabelecimento que foi criado, da mais-valia, da clientela”, acrescentou Ana Jacinto, para concluir que no mercado imobiliário em baixa ainda se tentam oportunidades.

“Como o mercado [imobiliário] não está famoso, obviamente que estas situações [despejos] não acontecem em qualquer local. O senhorio pode não ter facilidade em arrendar o espaço, mas os sítios que são, de facto, significativos, as zonas históricas e os estabelecimentos com nome estão a tornar-se muito apelativos”, concluiu.

*  O actual governo está a transformar Portugal numa selva.


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 U R B A N   A R T

















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Autoridades fazem buscas 
no apartamento de Lagarde 

Christine Lagarde é suspeita de cumplicidade de desvio de fundos. 

A polícia francesa está a fazer buscas à casa da directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Paris, avança a Reuters. A ex-ministra francesa e actual directora do FMI é suspeita de "cumplicidade de desvio de fundos".
 De acordo com o advogado de Largarde, Yves Repiquet, as buscas prendem-se com o "caso Taipe [tráfico de influências] e vão contribuir para afastar qualquer responsabilidade criminal da minha cliente neste processo".

A Justiça suspeita que Lagarde, na época ministra da Economia e das Finanças de Sarkozy, tenha actuado de modo ilegal ao declinar o uso de um recurso judicial na aprovação de uma indemnização do Estado ao empresário Bernard Tapie no valor de 285 milhões de euros.

Tapie era um dos principais financiadores da campanha eleitoral de Sarkozy. Os inspectores suspeitam que Largarde e o antigo Presidente francês agiram de forma concertada neste caso, com o objectivo de favorecer o polémico homem de negócios.

* Degradante é ver muitas figuras de topo da política e da economia mundial serem confrontadas com suspeições de prácticas criminosas. Em quem confiar???

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QUE ASSALTO!!!

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Seara impedido de se candidatar a Lisboa 

 O social-democrata Fernando Seara está impedido de se candidatar à Câmara de Lisboa nas autárquicas deste ano por decisão do Tribunal Cível de Lisboa, disse nesta quarta-feira à agência Lusa o movimento que interpôs a providência cautelar contra a candidatura.
Pedro Pereira Pinto, vice-presidente do grupo Movimento Revolução Branca, citou a decisão judicial, que lhe foi comunicada hoje. A decisão do tribunal foi tomada na segunda-feira, acrescentou a mesma fonte.
O Movimento Revolução Branca interpôs sete ações populares para impedir candidaturas de autarcas do PSD, entre as quais as de Luís Filipe Menezes, no Porto, e de Fernando Seara, em Lisboa. "Queremos prevenir a concretização de candidaturas ilegais, uma vez que na nossa ótica as mesmas violam a lei" de limitação de mandados, explicou o vice-presidente do movimento, em meados de fevereiro.
Entretanto, a assinatura formal do acordo de coligação entre o PSD, o CD, o MPT e o PPM em Lisboa, inicialmente marcada para quinta-feira, "vai ser reagendada para uma data oportuna", segundo informação disponibilizada pela empresa de comunicação que presta assessoria à coligação.
Segundo o movimento, a lei que estabelece limites à renovação sucessiva de mandados dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias impede igualmente as candidaturas de Fernando Costa a Loures, António Sebastião a Beja, Francisco Amaral a Castro Marim, Pedro Lancha a Estremoz e José Estevens a Tavira.
Em novembro de 2012, a Comissão Nacional de Eleições deliberou que a lei que estipula que o presidente de uma autarquia não pode cumprir mais de três mandados consecutivos se aplica apenas na mesma autarquia.
No dia 8 de fevereiro, o ministro Miguel Relvas, que tutela as autarquias, defendeu caber ao parlamento clarificar a Lei da Limitação de Mandatos, depois de o coordenador autárquico do Bloco de Esquerda, Pedro Soares, ter revelado à Lusa a intenção de o partido recorrer aos tribunais de comarca para pedir a impugnação das candidaturas de autarcas que atingiram o limite de mandatos e concorrem a outros municípios.

PSD VAI RECORRER

O líder da distrital social-democrata de Lisboa disse que o PSD vai recorrer da decisão do Tribunal Cível de Lisboa, que impede Fernando Seara de se candidatar à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas deste ano.
O Tribunal Cível de Lisboa declarou impedido o atual presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, de se candidatar à presidência da Câmara de Lisboa e o PSD e o CDS-PP de o apresentarem como candidato nas eleições autárquicas deste ano, segundo a sentença sobre uma providência cautelar interposta pelo Movimento Revolução Branca, a que a agência Lusa teve hoje acesso.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da distrital social-democrata de Lisboa, Miguel Pinto Luz, disse que o PSD vai recorrer da decisão e que a interpretação da candidatura deSeara da lei de limitação de mandados é diferente da do tribunal.
"O nosso entendimento não é este, por isso, vamos recorrer para as instâncias superiores [Tribunal da Relação]. Nós continuamos a acreditar que as candidaturas são possíveis e iremos argumentar nesse sentido", afirmou.

* O PSD vai usar a sua "influência" para que a Relação revogue a decisão da primeira instãncia. É que estes dinossauros não sabem fazer mais nada a não ser põr a mão no tacho.

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 CHAMARAM A
POLÍCIA

























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