quarta-feira, 6 de março de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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REFORMAS
E
PENSÕES



TVI24 - 04/03/13

   

CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"


Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre " O futuro das reformas e pensões", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações da
economista Margarida Correia Aguiar







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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

"Espero que os alemães tenham 
vontade de conhecer Portugal"

 O secretário de Estado do Turismo alemão, Ernst Burgbacher, disse esta quarta-feira em Berlim que espera que os "alemães tenham vontade de conhecer Portugal" e que é bom para Europa que o País tenha competitividade no setor.

No dia em teve início a Feira Internacional de Turismo de Berlim, Ernst Burgbacher marcou presença no certame onde se reuniu com o seu homólogo português, o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, de forma a estabelecer contactos com vista a potencializar Portugal como destino turístico na Alemanha. 
"Portugal tem feito um bom caminho no turismo e tem muito a oferecer em segmentos como o da saúde ou da educação e isso é visível nesta feira", afirmou à Lusa Ernst Burgbacher referindo-se também à presença portuguesa na feira berlinense.
O responsável, que apostou em evidenciar o bom caminho que Portugal tem feito no setor do turismo, referiu também que "é bom para Europa e para o país que Portugal tenha um turismo competitivo".
Por fim, o governante germânico concluiu que "espera que os alemães tenham vontade de conhecer Portugal, pois é um país que vale a pena ser conhecido".
As declarações de Ernst Burgbacher decorreram após um encontro com Adolfo Mesquita Nunes, na zona da Feira de Turismo destinada aos expositores portugueses.
 Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado do Turismo português sublinhou que o intuito do encontro com o seu homólogo alemão foi a criação "de pontes que permitam que o mercado alemão procure Portugal nas áreas do turismo de saúde e de bem-estar", assim como a troca de experiências relativamente ao sistema dual existente no ensino de hotelaria em Portugal.   
"É um objetivo do governo estabelecer contactos com a Alemanha nestas três áreas, de forma a potenciar ainda mais a vinda de turistas alemães a Portugal", salientou o governante português.
Por outro lado, o Adolfo Mesquita Nunes explicou que o mercado alemão é muito importante, pois trata-se do "maior mercado emissor de turistas" e é necessário "potencializar a oferta em áreas como o turismo de aventura, cultural, saúde", entre outras, de "forma a cativar mais turistas alemães".
A Feira Internacional de Turismo de Berlim conta nesta edição com a presença de 55 expositores portugueses, estando representadas sete regiões do país e empresas das áreas da hotelaria, companhias aéreas, agências de recetivo, entre outras.
No total, o certame que decorre até ao próximo dia 10 de março, terá a participação de cerca de 10 mil empresas ligadas ao turismo que representam 188 países.
Segundo a organização, a edição de 2012 foi visitada por mais de 170 mil pessoas.

* O grande problema de Portugal é a classe política, sempre foi constutída por uma maioria consolidada de inutilidades. Receamos que por sua causa não venham muitos turistas alemães.

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 FÁTIMA LOPES

PRIMAVERA VERÃO 
2013




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 HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Cáritas alerta que a pobreza vai continuar
 a aumentar em Portugal 

Meio milhão de crianças em risco 

Segundo dados da Cáritas sobre 2011, mais de meio milhão de crianças portuguesas estão em risco de pobreza ou exclusão social, alertando o responsável da Cáritas Europa que a pobreza vai continuar a aumentar e que as crianças serão as mais afetadas. 

Os dados constam do relatório “O impacto da crise europeia” que, numa primeira análise, dava conta que a taxa de pobreza infantil, em Portugal, chegava aos 22,4% em 2010, acima da média da União Europeia a 25 (20,5%). O relatório da Cáritas Europa analisou o impacto da crise económica e das medidas políticas para a enfrentar, em particular nos cinco países mais severamente afetados: Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha. 

Aqueles valores foram entretanto atualizados e a Cáritas revelou entretanto, com base nos dados do Eurostat, que o risco de pobreza infantil em Portugal aumentou para os 28,6% em 2011, mais uma vez acima da UE25 que está nos 27%. Tendo por base informação do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) que diz existirem em Portugal 2 202 509 crianças (dos 0 aos 18 anos), e estando a taxa de risco de pobreza infantil nos 28,6%, isso significa que existem 577 865 crianças em risco de pobreza ou exclusão social. 

Em conferência de imprensa, o secretário-geral da Cáritas Europa apontou que a pobreza está a aumentar em todos os países onde foi realizado o estudo e que o reflexo disso está na pobreza infantil e no desemprego jovem. 

“A pobreza infantil está sempre ligada à pobreza das famílias e como cada vez mais famílias pedem ajuda à Cáritas, significa que isto está a converter-se numa situação estrutural, o pior da crise não passou, o pior da crise ainda está para chegar”, alertou Jorge Nuno Mayer. Na opinião do responsável, é necessário uma convergência das políticas sociais e económicas e pediu que a União Europeia tenha consciência que quando toma decisões económicas, elas têm repercussões nas pessoas. “Não se pode pedir tanta austeridade quando a austeridade está a ser suportada pelas costas de pessoas que já não aguentam mais e um exemplo está nos pensionistas portugueses que agora têm menos recursos porque lhes cortaram as reformas”, apontou. 
 Por outro lado, chamou a atenção para o facto de muitos desses pensionistas estarem agora a sustentar três gerações de pessoas (avós, filhos e netos) por causa do aumento do desemprego, lembrando que quando se cortam as pensões, não é só o avô que deixa de comer, mas toda a família. O presidente da Cáritas Portugal, por seu lado, deu conta das reuniões que teve hoje com os ministros da Solidariedade e Segurança Social e da Economia, tendo ficado acertado com Pedro Mota Soares o arranque de experiências piloto para uma maior relação entre o atendimento nas paróquias e os atendimentos na segurança social. Eugénio Fonseca disse que voltou a defender a necessidade de constituir um Observatório Social Nacional para acabar com os dados estatísticos com “meses e meses de atraso”. 
 Já com o ministro da Economia, o responsável da Cáritas nacional divulgou o levantamento que está a ser feito sobre as oportunidades de negócio para desempregados e pediu a Álvaro Santos Pereira que se comprometa com uma “plataforma de comercialização para viabilizar os negócios suscitados por essas microiniciativas de emprego”. 

“O que mais nos preocupa é que a situação atual se torne normal e já não seja notícia amanhã que há tanta pobreza infantil ou desemprego jovem porque ao não ser notícia vai deixar de ser preocupação política e isso vai romper com a sociedade”, concluiu o secretário-geral da Cáritas Europa, Jorge Nuno Mayer.

* Mesmo com  577 865 crianças pobres os ministros ainda encontram motivos para rir ...
Claro que as fotos estão fora do contexto, é veneno.

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MARCELO MARRON

PRETO COMBINA COM TUDO



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

ILGA processa Estado por não 
permitir adoção por gays 

A ILGA Portugal, associação que defende os direitos dos homossexuais e lésbicas, disse hoje que entregou uma ação contra o Estado português, por não permitir a co-adoção de crianças em casais do mesmo sexo.
PAI HETEROSSEXUAL

A ação popular foi entregue no Tribunal Administrativo de Lisboa e visa também o Ministério da Justiça e o Instituto de Registos e Notariado, indicou a Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero (ILGA), em comunicado.
A iniciativa da associação baseia-se na condenação recente da Áustria, pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, por não permitir a co-adoção de crianças em casais do mesmo sexo, quando a permite em casais heterossexuais.
"Não temos dúvidas de que esta violação de direitos humanos acontece em Portugal e queremos, portanto, que a justiça para as famílias arco-íris não falhe - e também não tarde", afirmou, citado no comunicado, o advogado da ILGA Portugal no processo, Luís Grave Rodrigues.
Em nome "da qualidade de vida das crianças e das suas famílias", a associação pretende que seja reconhecida, no registo, a parentalidade a "ambos os membros do casal, casado ou unido de facto", nas situações "em que há co-parentalidade, mas em que a criança só tem uma figura parental legalmente reconhecida".
Na ação, a ILGA apresenta o testemunho de dez famílias.
O advogado Luís Grave Rodrigues defendeu o primeiro caso de um casal de lésbicas, Teresa e Lena, que reclamou o direito a casar-se, abrindo caminho à lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

* As crianças recebem maus tratos  em famílias de heterossexuais, todos os dias, algumas centenas em Portugal.

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ALEXANDRA MACHADO

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 Águas de Março

Numa altura em que a "Grândola Vila Morena" regressou como hino do protesto, as manifestações deste fim-de-semana, no entanto, trouxeram-me à memória outras músicas. Ainda mais quando muitos dos relatos de sábado davam conta de marchas silenciosas, de rostos fechados, de palavras sem sons.
É o sinal do desalento. Por mais manifestações que se possam (e devam) fazer, a folha de salário ao fim do mês (para quem ainda a recebe) é mais uma punhalada. Cada compra no supermercado é um ataque silencioso, ou cada ida a um restaurante. Cada factura da electricidade. Cada passagem pela bomba de gasolina. Safam-se os juros da compra da casa, mas logo o IMI chega para pagar. Cada número do desemprego silencia mais um pouco. Cada empresa fechada é mais uma punhalada. "É pau, é pedra, é o fim do caminho", cantava Elis Regina. E é essa a letra que me assalta quando vejo os manifestantes. São as águas de Março. "Das águas de março, é o fim da canseira". Será? 

Os rostos mostram a canseira e não o seu fim.

"É o fundo do poço, é o fim do caminho; No rosto o desgosto, é um pouco sozinho; É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto; É um pingo pingando, é uma conta, é um conto". A letra pode ser compreendida de várias formas. Mas olho para os restos e vejo: "É um espinho na mão, é um corte no pé".

Não penso que está tudo mal. Penso, ainda, que o País tem salvação. Que não é o fim do caminho. Houve, antes, quem tenha passado por pior. Quem nunca teve tanto. Mas o que silencia é olhar para o futuro. Que futuro?

Espanha está com cinco milhões de desempregados. Portugal caminha, silenciosamente, para o milhão de desempregados. E custa ver os números a aumentar pelo facto de haver muitas empresas que chegaram ao fim do caminho por incompetência dos seus gestores, mas ainda mais quando se chega ao fim do caminho por não haver clientes, por não haver Estado, por não haver banca, por não haver mercado. São as águas de Março. As águas feitas de lágrimas e de suor. "É uma ave no céu, é uma ave no chão; É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão". Há tanto nesta letra, escrita por Tom Jobim. E olho para os rostos da manifestação. É toda a gente que ali está. Não são os pobres. Não são os ricos. São todos. Uma grande classe média.

Esperemos que o eco chegue onde tem de chegar. São as águas de Março e "é a promessa de vida no teu coração".


*Jornalista


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
05/03/13

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HOJE NO
"RECORD"

Vercauteren: 
«Clube não paga sequer 
aos seus técnicos atuais» 

Franky Vercauteren, antigo treinador do Sporting, adiantou em entrevista ao jornal belga "Le Soir" que está envolvido numa batalha judicial contra os leões para receber o que alega ter direito e revelou que o clube não está a pagar à equipa técnica atual.
BABOSEIRAS
"Infelizmente, estou muito ocupado... administrativamente. 
O meu contrato não foi rescindido oficialmente e estou empenhado numa batalha de advogados. Mas vou ganhar a causa, só não sei quando, pois eles não pagam sequer aos seus funcionários e técnicos atuais", começou por dizer o belga na entrevista, onde sublinha ainda que "era impossível fazer um bom trabalho no Sporting".

* Tem razão Vercauteren quanto ao fazer um bom trabalho no Sporting, faltava-lhe competência. Se a actual equipa técnica não recebe salário mais a dignifica.

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ALBUNS CLÁSSICOS


4. The Dark Side of The Moon




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Documentário de 2003 do Canal História, que relata como foi gravado o álbum The Dark Side of the Moon, da banda musical Pink Floyd. 
Além dos integrantes do Pink Floyd conta também com a participação do engenheiro de som Alan Parsons.  



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

 EDP 
considerada uma das empresas 
mais éticas do mundo 

A EDP foi considerada uma das empresas mais éticas do mundo, comunicou hoje a empresa. A distinção foi atribuída pelo segundo ano consecutivo pela Etisphere, uma organização mundial que elabora todos os anos a lista "The World"s Most Ethical Companies - WME". 
 Esta selecção não é, contudo, um ranking que dita que uma empresa é mais ética que outra, mas sim uma lista de empresas com comportamentos éticos. 

Este ano, esta organização seleccionou 145 empresas oriundas de 100 países e de 36 sectores de atividade, incluindo claro a área da energia elétrica onde se destacaram a EDP, a National Grid UK/USA e a NextERA dos EUA. 

* Uma satisfação mas os chineses vão dar cabo da ética, não consta do dicionário.

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CANO ESTREMERA

COSAS NATIVAS




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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Que leis podem os bancos estar a violar?

Veja quais são as regras que a banca pode estar a violar e que fundamentam as buscas que estão a ser realizadas pelas autoridades policiais e judiciais por iniciativa da Autoridade da Concorrência.
 De acordo com o comunicado da Autoridade da Concorrências “as buscas prendem-se com a verificação de indícios de troca de informação comercial sensível no mercado nacional, que fundamentam suspeitas de infração ao artigo 9.º, n.º 1, da Lei n.º 19/2012 e ao artigo 101, n.º 1, do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia”.

Em causa estão praticas restritivas de concorrência explicitamente proibidas pela legislação europeia e pela lei portuguesa.

O número 1 do artigo 101 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia  diz o seguinte:

1. São incompatíveis com o mercado interno e proibidos todos os acordos entre empresas, todas as decisões de associações de empresas e todas as práticas concertadas que sejam susceptíveis de afectar o comércio entre os Estados-Membros e que tenham por objectivo ou efeito impedir, restringir ou falsear a concorrência no mercado interno, designadamente as que consistam em:
a) Fixar, de forma directa ou indirecta, os preços de compra ou de venda, ou quaisquer outras condições de transacção;

b) Limitar ou controlar a produção, a distribuição, o desenvolvimento técnico ou os investimentos;

c) Repartir os mercados ou as fontes de abastecimento;

d) Aplicar, relativamente a parceiros comerciais, condições desiguais no caso de prestações equivalentes colocando-os, por esse facto, em desvantagem na concorrência;

e) Subordinar a celebração de contratos à aceitação, por parte dos outros contraentes, de prestações suplementares que, pela sua natureza ou de acordo com os usos comerciais, não têm ligação com o objecto desses contratos.”

A legislação nacional, a lei 19 de 2012 de 8 de Maio, que aprova o novo regime jurídico da concorrência consagra no número 1 do seu artigo 9, relativo a “praticas restritivas de concorrência”:
1 — São proibidos os acordos entre empresas, as práticas concertadas entre empresas e as decisões de associações de empresas que tenham por objecto ou como efeito impedir, falsear ou restringir de forma sensível a concorrência no todo ou em parte do mercado nacional, nomeadamente os que consistam em:
a) Fixar, de forma directa ou indirecta, os preços de compra ou de venda ou quaisquer outras condições de transação;

b) Limitar ou controlar a produção, a distribuição, o desenvolvimento técnico ou os investimentos;

c) Repartir os mercados ou as fontes de abastecimento;

d) Aplicar, relativamente a parceiros comerciais, condições desiguais no caso de prestações equivalentes, colocando -os, por esse facto, em desvantagem na concorrência;

e) Subordinar a celebração de contratos à aceitação, por parte dos outros contraentes, de prestações suplementares que, pela sua natureza ou de acordo com os usos comerciais, não têm ligação com o objecto desses contratos”.

* Mas os bancos estão acima da lei, sempre estiveram, exemplos recentes temos o BPN e BPP que foram os mais descarados, os outros movem-se bem na esfera do poder.

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Urban Dance Camp

 
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HOJE NO
"DESTAK"

Alimentação rica em sal pode 
promover doenças autoimunes 

 Uma alimentação rica em sal pode promover doenças autoimunes como a esclerose múltipla ou a doença inflamatória do intestino, segundo estudos recentes divulgados hoje pela revista norte-americana 'Science', que vêm dar mais um argumento para não abusar deste tempero. 
 Estudos feitos em ratinhos e em células de cultura sugerem que o sal estimula a especialização das células TH17. Embora estas células do sistema imunitário protejam contra bactérias e fungos, estão também implicadas em patologias como a doença inflamatória do intestino, a psoríase ou a esclerose múltipla. 

As células TH17 amadurecem a partir de células estaminais e, dependendo da forma como são influenciadas, podem tornar-se benéficas ou prejudiciais.

* A comida não precisa de sal crescido porque a maioria dos alimentos já o tem na sua composição. Alegre o paladar com ervas aromáticas.

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4/OS AÉREOS DA 
DESGRAÇA





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HOJE NO
"i"

Partidos travam candidaturas independentes às eleições legislativas 

Petição reuniu mais de 6 mil assinaturas e conta com o apoio de Campos e Cunha, Henrique Neto e Ribeiro e Castro. AR debate o assunto 

E se o movimento Que Se Lixe a Troika quisesse concorrer às eleições legislativas de 2015? Não podia. Pelo menos não como movimento, tinha de se constituir como partido e só então podia formalizar a sua candidatura. Em Portugal, o artigo 151.o da Constituição estabelece que só os partidos políticos podem concorrer às eleições legislativas. Farto da “falta de alternativas” no sistema político português, um grupo de jovens lançou uma petição online para mudar este artigo e abrir a eleição a movimentos independentes. Em menos de quatro meses conseguiram reunir mais de 6 mil assinaturas e a proposta vai ser discutida no parlamento, mas o mais certo é esbarrar nas reservas dos partidos.
 A ideia da petição online para mudar o artigo 151.o (ao lado, em amarelo) começou numa conversa informal entre antigos colegas universitários. “A verdade é que existe muita contestação, mas é preciso passar à prática e mudar coisas mais objectivas”, sublinhou Bruno Martins, o primeiro signatário da petição e integrante do Movimento Independente para a Representatividade Eleitoral (MIRE), que no passado dia 14 de Fevereiro entregou a petição na Assembleia da República, em declarações ao i. Com 35 anos e a trabalhar em Angola, Bruno Martins considera que neste momento, no sistema político português, “há falta de alternativas”, e essa foi a principal razão para o grupo de cerca de 15 amigos lançar a petição.

A iniciativa foi crescendo principalmente através das redes sociais e o número de signatários passado pouco tempo do lançamento da petição online surpreendeu Bruno Martins. “Temos um grupo no Facebook, mas o MIRE nunca teve reuniões nem nada disso. O movimento não é estruturado, acontece tudo através das redes sociais”, assegurou Martins.

Notáveis apoiam 
A iniciativa chamou a atenção de deputados e outras figuras políticas. Entre os 6285 signatários encontram-se nomes como Campos e Cunha, ex-ministro das Finanças, Henrique Neto, antigo deputado e dirigente socialista (ver P&R) e José Ribeiro e Castro, deputado e ex-líder do CDS. “De forma geral, sou aberto a candidaturas independentes. Os sistema democrático ganha em ser aberto”, afirmou ao i o deputado centrista, que se preocupa há muito com o descontentamento e o afastamento progressivo da população portuguesa do sistema político. “Há 20 anos que se fala em mudar as leis eleitorais. Como foi possível chegarmos a isto? Aumentou o descontentamento e ao mesmo tempo a aspiração a reformas bem dirigidas, que aumentem a qualidade da decisão política e do controlo por parte dos eleitores”, alertou Ribeiro e Castro.

A alteração deste artigo envolveria sempre uma revisão constitucional. Para o MIRE, mais que apressar uma revisão da Constituição, a ideia é “marcar a agenda política”. “A mensagem da petição passou pela simplicidade da ideia. É difícil ser contra esta ideia, embora haja quem desconfie”, diz Bruno Dias.

Partidos desconfiam  
Os partidos garantem que estão abertos à discussão, mas olham com reservas para a possibilidade de perderem o exclusivo nas candidaturas ao parlamento. A deputada social--democrata Maria Paula Cardoso entende que as candidaturas independentes se “esgotam na causa” que defendem e “têm dificuldade em apresentar um programa de continuidade”, mas garante que vai aproveitar a oportunidade para “propor a reflexão” dentro do PSD.
O vice-presidente da bancada do PS Mota Andrade não se opõe a esta mudança, mas receia a instrumentalização das legislativas para candidaturas de quem foi afastado pelos seus partidos. Apesar disso, o PS é o partido que manifesta mais abertura para acabar com o monopólio dos partidos. José Junqueiro diz que não conhece ainda a petição, mas concorda com “o princípio do alargamento da participação democrática”.
Já os comunistas não simpatizam com a ideia. “Quem concorre deve fazê-lo com base num programa de governo e é isso que torna os partidos estruturas responsabilizáveis”, disse o deputado António Filipe na audição parlamentar aos autores da petição. O assunto vai ser discutido em breve no parlamento, mas o mais certo é os partidos não concretizarem a pretensão destes cidadãos.

* São precisas ideias novas na casa das leis que neste momento  mais parece um  covil de interesses.
Os partidos com assento parlamentar defendem interesses corporativos e têm muito medo da existência de deputados verdadeiramente independentes, livres do jugo da obediência servil partidária.
É urgente uma lei que permita a existência de círculos uninominais.


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 SOLDADOS DA PAZ


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 HOJE NO
"A BOLA"

Maratonista Wesley Korir eleito deputado

O campeão em título da maratona de Boston, Wesley Korir, foi eleito deputado à Assembleia Nacional do Quénia, segundo os resultados confirmados esta quarta-feira pela Comissão eleitoral, em Nairobi.
«A campanha eleitoral foi dura. Como atleta e candidato independente, não foi fácil para mim. A forma como conduzi a minha campanha, sobre os problemas de desenvolvimento, convenceu muitos eleitores», afirmou o atleta queniano em declarações à agência AFP.

Wesley Korir venceu a maratona de Boston em abril de 2012 e, apesar das suas novas funções, já disse que quer defender o título a 17 de abril deste ano.

* Que seja tão bom político como atleta. 

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A DIVERSIDADE ÉTNICA NO CONGRESSO NACIONAL DO POVO














Orgulho nas suas raizes e na sua cultura


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Microsoft admite “erro” 
que levou a multa da UE 

 A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira uma pesada multa à empresa americana, no valor de 561 milhões de euros, correspondentes a 1% da facturação em 2012. 

A Microsoft admitiu que foi um “erro” o que levou a que deixasse de apresentar, na sequência de uma actualização ao Windows, uma janela com a apresentação de vários browsers para além do Internet Explorer, que vem instalado com aquele sistema operativo.

“Já pedimos desculpas por isso”, afirmou a Microsoft em comunicado. “Disponibilizámos à Comissão [Europeia] um relatório completo e honesto da situação, e tomámos medidas para melhorar o nosso desenvolvimento de software e os outros processos de forma a ajudar a evitar erros destes – ou algo semelhante – no futuro.”
A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira uma pesada multa à empresa americana, no valor de 561 milhões de euros, correspondentes a 1% da facturação em 2012. Desde 2010 que o regulador europeu obrigava a Microsoft a mostrar aos utilizadores do Windows uma janela com vários browsers alternativos ao Internet Explorer, cuja pré-instalação no sistema operativo (que domina praticamente todo o mercado dos computadores pessoais) foi considerada uma prática anticoncorrencial. Esta janela de escolha tinha links para browsers como o Firefox, Opera e Google Chrome, mostrados numa ordem aleatória.
 Porém, uma actualização do Windows 7 (chamada Service Pack 1 e distribuída entre meados de 2011 e meados de 2012) não exibia aos utilizadores a janela de escolha, o que desencadeou a investigação que culminou na multa. Os browsers são, em geral, programas gratuitos, mas incluem uma série de predefinições que afectam o comportamento dos utilizadores e a afluência a serviços online, como motores de busca, que são rentabilizados de várias formas, incluindo publicidade.
O comissário europeu para a concorrência, o espanhol Joaquín Almunia, afirmou que a multa deverá servir de exemplo: “Espero que isto leve as empresas a pensar duas vezes antes de considerarem a hipótese de falharem as suas obrigações internacionais.”

* Um "erro" com uma multa quase de borla...

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SUBIDA ALUCINANTE




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Departamentos comercial e 
de marketing no centro das buscas 

Pelo menos dois dos grandes bancos portugueses foram alvo de diligências da operação conduzida pelo DIAP, Concorrência, TIC e PSP. 
Segundo apurou o Económico, as buscas das autoridades centram-se nos departamentos comercial e de marketing das instituições financeiras visadas, sendo que pelo menos dois dos maiores bancos portugueses foram alvo dessas diligências. 

Em causa estão suspeitas de prática concertada da banca em prejuízo da concorrência, segundo informou a Procuradoria-Geral da República em comunicado.

* Tudo gente séria!

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POSTAIS TERRESTRES
 DO GOOGLE














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