sexta-feira, 1 de março de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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POSTURA CERTA




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HOJE NO
"RECORD"

Luís Filipe Vieira: 
«Não aceitamos perdão ao Sporting» 

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, manifestou-se esta sexta-feira contra um eventual perdão da dívida bancária do Sporting, garantindo que, a existir um perdão, o Benfica exigirá que tenha "as suas consequências".

"Não sabemos quais serão as consequências [da crise financeira do Sporting], dizem que poderá haver um determinado tipo de perdão. Mas para haver perdão tem de haver consequências. Estejam os benfiquistas todos descansados que estamos bastante atentos ao que se vai passar no Sporting", afirmou o presidente do clube encarnado, numa apresentação à comunicação social de novidades relacionadas com a Benfica TV e com as contas entregues pela SAD benfiquista à Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários.

Luís Filipe Vieira começou por considerar que "o Sporting faz falta ao futebol português, é um clube centenário, e tem uma mancha de milhões de adeptos e sócios", porém, e ainda que o Benfica não queira "envolver-se", não pode "aceitar que haja um perdão sem as suas consequências. Penalizar quem geriu bem é que não pode acontecer. Se houver perdão, tem que haver perdão para o Benfica também", afirmou.

O presidente benfiquista, que evitou fazer referências diretas aos bancos mais expostos ao problema do Sporting - BES e Millenium BCP -, afirmou ainda que "faz impressão que num país destes, onde se expulsam pessoas porque não pagam renda ou a prestação ao banco - os metam na rua -, e que hoje venham dizer com leviandade que vão fazer um perdão a um clube de futebol, seja ao Benfica, seja ao Sporting ou o clube que for".

"O Sporting começa a ser preocupante para o sistema financeiro e ficamos preocupados que o justo pague pelo pegador. Não nos podemos esquecer de que um determinado banco que está bastante exposto ao Sporting Clube de Portugal [BES e BCP] que diga que quer sair do futebol, da maneira como o diz", disse Luís Filipe Vieira, sublinhando que "o justo não pode pagar pelo pecador".

Na única referência a um banco Luís Filipe Vieira disse que "a única coisa" que o Benfica pode dizer é que o BES é um grande parceiro" e que "sempre foi encarado" como tal. "E sendo parceiro nós respeitámo-lo sempre", afirmou.

Domingos Soares Oliveira, administrador da SAD do Benfica, foi no entanto mais crítico, porém elegeu o BCP como alvo. "É difícil entender que bancos intervencionados, que são intervencionados com os nossos impostos, possam utilizar o dinheiro dos contribuintes para facilitar perdões de dívida, seja a quem for", afirmou. Entre BES e BCP, apenas a segunda instituição financeira está na situação descrita pelo administrador da SAD encarnada. 

* Luís Filipe Vieira tem a memória curta, o Benfica até benefícios do município lisboeta teve, dos bancos nem falar.

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 13.AS PUDOREZAS











lina-posada-nude























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 HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Universitários da UMinho 
já usam roupa da caridade 

Muita da roupa e calçado recolhidos na Universidade do Minho no âmbito de uma campanha de solidariedade não chegam às instituições previstas: ficam na própria academia, solicitados por estudantes em dificuldades. 
 "Há cada vez mais estudantes que procuram roupa nos nossos serviços", garante Carlos Silva, administrador dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM), os quais, no último mês, e fruto da campanha realizada dentro dos campi da Universidade do Minho (UMinho), doaram cerca de 400 peças de roupa a estudantes que pediram ajuda. 

"As carências estão a aumentar. Além de poupar nas refeições, com um decréscimo na afluência às cantinas, os estudantes estão, agora, a procurar calçado e roupa", revela o administrador dos SASUM. 

* Roupa usada não faz mal a ninguém, há portugueses que nem a usada têm. Estudem meninos, o futuro está no estudo.

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B-A HISTÓRIA DA CIRURGIA
   

4- CORAÇÕES SANGRENTOS


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Hospitais da CGD já são da brasileira Amil

A HPP Saúde, que detém por exemplo o Hospital dos Lusíadas e o Hospital da Boavista, já não pertence à Caixa Geral de Depósitos. Ficou hoje concluída a venda à brasileira Amil. Último passo estava relacionado com autorização da PPP do Hospital de Cascais para a operadora do Brasil. 
 
Os hospitais que até hoje pertenciam à Caixa Geral de Depósitos passaram esta sexta-feira, 1 de Março, a serem posse da operadora de saúde brasileira Amil – Assistência Médica Internacional.

Com a “verificação das condições administrativas e governamentais” a que a operação estava sujeita, ficou concluída a alienação da HPP Saúde por um valor global de 85,6 milhões de euros, indicou o banco estatal em comunicado distribuído às redacções. A este montante há possibilidade de virem a ser acrescentados outros 6 milhões de euros, “caso sejam atingidos determinados objectivos”. A CGD não adianta quais esses objectivos.

Entre as condições administrativas que foram necessárias, estava a posição da Autoridade da Concorrência - que indicou que a operação não precisava de ser analisada - e a aprovação do Ministério das Finanças e Saúde.

“Esta operação reforça o sucesso que tem vindo a ser alcançado na alienação em mercado de activos nacionais, atraindo o interesse de diversos investidores, num contexto particularmente desafiante que a economia nacional vive”, declarou Norberto Rosa, vice-presidente da CGD e presidente do conselho de administração da Caixa Seguros e Saúde, citado pelo comunicado.

A HPP Saúde tem o Hospital da Boavista (Porto), o Hospital da Misericórdia de Sangalhos (distrito de Aveiro), Hospital dos Lusíadas (Lisboa), Hospital de Santa Maria de Faro, Hospital de Albufeira e Hospital São Gonçalo de Lagos.

Além disso, é dona da Clínica Fórum Algarve e ainda gere o Hospital de Cascais em regime de parceria público-privada. Neste último caso, a PPP foi transferida para a Amil e foi nesse sentido que o Ministério da Saúde teve de intervir. O acordo no que diz respeito ao Hospital de Cascais foi publicado hoje em "Diário da República".

Este é um dos passos para a concretização da privatização de toda a unidade Caixa Seguros e Saúde, da CGD, algo que foi imposto no acordo de ajustamento assinado pelo Governo português com a troika. O banco estatal comprometeu-se a desfazer-se dos seus activos não estratégicos.

A compra formal da HPP Saúde pela Amil, entretanto adquirida pelos norte-americanos DA UnitedHealth venceu, em Outubro, as propostas vinculativas apresentadas pela Espírito Santo Saúde e a parceria Frontino/Artesia, que unia Jaime Antunes e um “private equity” brasileiro”.

“O novo accionista da HPP Saúde, demonstrou, desde o início, o seu comprometimento no desenvolvimento deste projecto e na valorização da qualidade e capacidade dos quadros da HPP Saúde”, acrescentou Norberto Rosa, no comunicado.

* Quando a saúde é mesmo negócio... pouca diferença faz duma funerária.

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JORGE FIEL

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O Rio é fino como um alho

Ó! meu Porto onde a eterna mocidade diz à gente o que é ser nobre e leal, teu pendão leva o escudo da cidade que na História deu o nome a Portugal... Confesso que sinto um arrepio na espinha quando, a sublinhar a entrada em campo da nossa equipa, a instalação sonora passa o hino do F.C. Porto, cantado pela voz límpida de Maria Amélia Canossa e tocado pela London Philharmonic Orchestra. 
Não é muito racional, mas penso que todos - portistas ou salgueiristas, benfiquistas ou sportinguistas - sabemos que o futebol não é o território da razão, mas da emoção e da paixão.

Maria Amélia Canossa faz parte de um geração de cançonetistas, como Tony de Matos e Simone de Oliveira, que marcaram o panorama musical do Portugal dos anos 60. Quando recordo Tony de Matos, vêm-me à memória "Só nós dois" (...é que sabemos quando nos damos bem). Falam-me de Simone de Oliveira e desato logo a trautear "Desfolhada" (eira de milho, luar de agosto, quem faz um filho, fá-lo por gosto) com a minha voz desafinada.

O hino do Porto é a minha reação pavloviana ao nome da Maria Amélia Canossa, que Rui Rio planeia distinguir quando no 25 de abril distribuir pela última vez as medalhas da cidade.

Uma escolha algo estranha por vir de um político que a primeira coisa que fez após ser eleito presidente da Câmara foi levar à cena um western de 4.ª categoria, com o Porto a fazer de cidade selvagem do Faroeste, reservando para ele o papel do xerife que enfrenta um bando de malfeitores, onde se conluiava perigosos agentes culturais, empreiteiros e o F.C. Porto.

O Rui é fino como um alho. Esta estratégia resultou em plano para um político como ele, para quem o Porto não era o ponto de chegada, mas o trampolim para altos voos em Lisboa. Ao declarar guerra a Pinto da Costa conquistou a simpatia dos alegados seis milhões de antiportistas.

Durante uma dúzia de anos, Rio cometeu a proeza de ser o único autarca da Europa a recusar a varanda dos Paços do Concelho ao clube que leva mais alto o nome da cidade - os campeões europeus de 2004, vencedores da Taça UEFA de 2003 e da Liga Europa de 2011, e campeões nacionais em 2003, 2004, 2006, 2007, 2008, 2009, 2011 e 2012.

No ano passado, Rui surpreendeu ao dar a medalha de mérito municipal, grau cobre, ao Manuel do Laço, sócio símbolo do seu Boavista. Este ano vai dar a medalha de mérito municipal, grau prata, à cantora do hino do Porto. Tem lógica, apesar de ter pena que ele se tenha esquecido do Lourenço trompetista.

Já agora, que estamos a falar de distinções, desconfio que o próximo presidente da (e não de? ) Câmara vai entregar ao F.C. Porto as chaves da cidade, depositando-as nas mãos do seu líder histórico, Pinto da Costa. Pois, como canta Maria Amélia Canossa, "quando alguém se atrever a sufocar o grito audaz da tua ardente voz, ó! Porto então verás vibrar a multidão, num grito só de todos nós".

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
25/02/13

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HOJE NO
"DESTAK"

Maioria das câmaras não tem planos municipais de emergência atualizados 
 - diz a Asprocivil 

O presidente da Asprocivil - Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Proteção Civil, Ricardo Ribeiro, disse hoje que a maioria das câmaras não tem os planos municipais de emergência aprovados e atualizados.

 "Segundo as últimas informações que tivemos, pouco mais de 20% das câmaras têm os planos municipais de emergência aprovados e atualizados e só 18% das autarquias têm os seus comandantes operacionais nomeados", adiantou à agência Lusa Ricardo Ribeiro, num seminário que assinalou o Dia Mundial da Proteção Civil, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, em Leiria. 

Recordando o temporal de 19 de janeiro, o especialista criticou a falta de organização e de preparação para responder às catástrofes. "O SIRESP [Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança em Portugal] deixou de funcionar em vários concelhos e sem comunicações não há organização nem coordenação. 

Isto acontece porque a análise de riscos não é bem feita."

* Os srs. autarcas que falam tanto e não fazem o trabalho de casa...

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3-VINHO
DO PORTO

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HOJE NO
"i"

Seguradoras querem restringir 
às famílias em dificuldades resgate 
dos PPR para pagar casa ao banco 

A Associação Portuguesa de Seguradoras defendeu hoje a limitação às famílias em dificuldades do resgate de PPR para pagar crédito à habitação e considerou que a lei lesa o Estado ao permitir resgates sem perda de benefícios fiscais.
"Seria mais correto existirem regras que limitassem o acesso a essa possibilidade de resgate", disse hoje Seixas Vale, na Comissão parlamentar de Orçamento e Finanças.
O presidente da associação que representa as seguradoras a operar em Portugal está a ser ouvido hoje, no parlamento, em Lisboa, no último dia de audições que vão servir de base às alterações que serão feitas à lei que, desde janeiro, permite a qualquer cidadão (mesmo sem dificuldades financeiras) resgatar os Planos de Poupança Reforma (PPR) e PPR Educação (PPRE) para pagamento das prestações de crédito à aquisição de habitação, sem penalizações e perda de benefícios fiscais.
Para Seixas Vale, esta possibilidade deveria ser dada a "famílias com dificuldades" e até de "forma mais intensa do que prevista na lei".

Para o responsável, o âmbito alargado da lei vai custar dinheiro ao Estado, já que esta permite levantar os fundos para pagar crédito à habitação sem perda dos benefícios fiscais.
"Pagamos todos para quem tem PPR, e esses só são 15% da população. Permitir que não haja penalização de benefícios fiscais é um duplo benefício a uma parte da população e àquela que tem maiores níveis de rendimento", que é, em geral, a que faz os planos de poupança, disse Seixas Vale, defendendo que restringir o resgate às famílias em dificuldades iria reduzir "as perdas potenciais do Estado".

O presidente da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS) disse ainda que a atual lei penaliza as seguradoras que poderão ver reduzido os montantes sob gestão, além de que se houver resgates significativos terão de vender ativos para proceder aos reembolsos. "E podem não o fazer nas melhores condições de mercado, o que penaliza quem continua nos fundos", afirmou.

O responsável pela APS disse também hoje, no parlamento, que existem atualmente cerca de 2,5 milhões de contratos de PPR que se estima que abranjam 1,5 milhões de portugueses. O presidente do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) já tinha dito hoje, também na Assembleia da República, que atualmente há 13 mil milhões de euros em PPR sob gestão das seguradoras, sobretudo, mas também de sociedades gestoras de fundos de pensões.


* Um devaneio do sr. Seixas Vale, os cidadãos estão a ter PREJUÍZOS FISCAIS, os benefícios anteriores já arderam na voragem gasparina
As seguradoras são entidade pródigas a receber e avaras a pagar.

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JAIRO

CABALLO LOCO




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 HOJE NO
"A BOLA"

Europeus pista coberta: 
Final e recorde nacional para 
Patrícia Mamona no triplo salto

Patrícia Mamona bateu o recorde nacional do triplo salto em pista coberta, na qualificação dos Europeus que decorrem em Gotemburgo.
A atleta portuguesa saltou 13.99 metros, marca que bate em cinco centímetros o anterior recorde nacional (13.94), que Patrícia Mamona partilhava com Susana Costa.

Os 13.99 metros permitiram ainda a Patrícia Mamona se qualificar para a final de domingo. A atleta portuguesa ficou em quinto na qualificação, tendo sido a primeira das que não se qualificaram diretamente. As quatro primeiras saltaram mais que 14,10 metros, marca que dava automaticamente o apuramento para a final.

Susana Costa, outra portuguesa em prova na qualificação, ficou pelo caminho. Saltou 13.74 metros, o que lhe valeu o 12.º lugar.

A final do triplo salto dos Europeus de pista coberta de Gotemburgo, com a participação de Patrícia Mamona, está marcada para as 10.05 horas de domingo. 

* Na final já estão dois, valentes.

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BIC BIC BIC BIC



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HOJE NO

"PÚBLICO"

Isaltino acaba de criar duas empresas 
em Maputo e está lá em visita oficial

Isaltino Morais deixa a Câmara de Oeiras em Outubro, mas há muito que está preparar o seu futuro.
Em Setembro do ano passado, criou, através de uma escritura pública outorgada em Maputo, uma empresa dedicada ao turismo e à caça. No mês seguinte, igualmente num notário da capital de Moçambique, constituiu uma outra empresa, esta virada para a importação e exportação. Neste momento, encontra-se naquele país em visita oficial, na qualidade de presidente da Câmara de Oeiras. Na comitiva, viaja pelo menos um dos seus sócios, que é também seu adjunto no município.
A criação das duas sociedades - a Magoco, Sociedade Agro-Pecuária, Turística e Cinegética da Marávia, Lda. e a Messa Energia, Import Export, Lda. - foi revelada pelo Boletim da República, publicação oficial da República de Moçambique, nos dias 15 e 18 do mês passado. Precisamente um mês antes do início da viagem que o autarca não comunicou - apesar de estar obrigado a fazê-lo - ao Tribunal de Oeiras, onde o processo em que foi condenado a dois anos de prisão se encontra pendente.


Na Magoco, com sede em Maputo, Isaltino tem como sócios Rui Cóias (um português que viaja com passaporte diplomático da Guiné-Bissau e que está ligado à criação de cavalos e ao sector imobiliário em Portugal), Sérgio Ngoca (empresário moçambicano), José João Ramos Diniz (criador de cavalos, empresário da construção civil com actividade em Oeiras e ex-candidato à Assembleia Municipal de Oeiras nas listas de Isaltino), Abílio Diruai (empresário moçambicano) e Emanuel Gonçalves. Este último é adjunto de Isaltino na Câmara de Oeiras e membro da administração da Aitecoeiras, uma agência de promoção do investimento criada pelo município que colaborou na preparação da actual visita de Isaltino a Moçambique.



Quanto à Messa Energia, que está sedeada no mesmo local que a Magoco, a sua actividade principal tem a ver com a comercialização de material eléctrico. Os seus sócios, além de Isaltino, Sérgio Ngoca e Emanuel Gonçalves, são Natacha Morais e Fernando Rodrigues Gouveia.

A primeira é uma empresária moçambicana do sector turístico, com actividade em Inhambane, município moçambicano com o qual Isaltino celebrou um acordo de geminação em 1999, no quadro do qual uma delegação da Aitecoeiras ali se deslocou no Verão passado.


O segundo, Fernando Rodrigues Gouveia, é o patrão do grupo de construção civil MRG, líder das parcerias público-privadas com os municípios portugueses e sócio da Câmara de Oeiras em duas parcerias particularmente mal sucedidas. Ambas foram objecto, em Dezembro, de um relatório do Tribunal de Contas onde se lê que a escolha da MRG (detentora de 51% do capital das duas empresas criadas com o município) "violou os princípios da transparência, da igualdade de tratamento, da prossecução do interesse público, da boa-fé e da imparcialidade". O tribunal diz mesmo que a MRG foi alvo de "tratamento privilegiado face aos demais concorrentes". As parcerias estabelecidas por esta empresa com Oeiras e outros municípios estão a ser investigadas pelo Ministério Público desde há mais de um ano. Em Janeiro do ano passado, a Polícia Judiciária efectuou buscas na sede da MRG, em Coimbra, e nas câmaras de Oeiras e Campo Maior, no quadro desses inquéritos.


O PÚBLICO tentou ontem falar com Fernando Gouveia, mas a sua secretária informou que ele se encontrava fora do país, não esclarecendo se estava em Moçambique com Isaltino Morais. Também não foi possível contactar Emanuel Gonçalves, que acompanha Isaltino, nem Rui Cóias ou José Diniz. Isaltino fez saber que falaria com o PÚBLICO na segunda-feira.

Relvas em Maputo para apoiar cooperação
Miguel Relvas, que foi secretário de Estado de Isaltino Morais, quando este era ministro das Cidades em 2002, está em Moçambique desde quarta-feira para uma visita oficial que hoje termina.
Segundo a Lusa, Relvas manifestou ontem a disponibilidade do Governo português para apoiar a formação de autarcas moçambicanos. "Manifestei a nossa disponibilidade para ajudarmos no processo de formação de autarcas e de funcionários autárquicos. Temos uma boa experiência nessa área, temos um centro de estudos de formação autárquica, que já apresentou uma candidatura em Moçambique", disse o ministro, depois de um encontro com Adelaide Amorane, ministra moçambicana dos Assuntos Parlamentares.

* Temos o direito de perguntar: o que anda a justiça portuguesa a fazer???

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BELA, A 



TERCEIRA IDADE
















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HOJE NO

"DIÁRIO ECONÓMICO"

Volvo Ocean Race 
vale 72 milhões a Lisboa 


Um impacto económico entre os 29 e os 34 milhões de euros e um retorno mediático de 72 milhões foi quanto valeu a passagem da Volvo Ocean Race por Lisboa, no ano passado

Hoje, na apresentação em Lisboa do regresso da prova para as edições de 2014/15 e 2017/18, João Lagos, promotor do evento, regozijou-se com a manutenção da competição na capital.

"Estamos perante um dos cinco maiores acontecimentos desportivos à escala universal que até 2018, pelo menos, promoverá a imagem do nosso país pelos quatro cantos do mundo, oferecendo uma exposição mediática única e inigualável", referiu.

Uma das novidades da edição de 2014/15 é o regresso das mulheres com uma tripulação 100% feminina. E vai ser estreado o veleiro Volvo Ocean 65 que rende o Volvo Open 70, estando garantidas passagens por Alicante (Espanha), Recife (Brasil), Abu Dhabi, Auckland (Nova Zelândia), Itajaí (Brasil), Newport (EUA), Lisboa (Portugal) e Gotemburgo (Suécia).

Para António Costa, presidente da câmara lisboeta, "a realização da escala da Volvo Ocean Race em Lisboa nas próximas edições, na medida em que se trata de uma das maiores provas náuticas do Mundo, representará uma oportunidade única para promover internacionalmente a cidade, a sua cultura e património e, como tal, mais um marco importante nesta urbe eleita como centro de grandes eventos".
No ano passado, ao longo de 11 dias, passaram mais de 200 mil visitantes pela marina de Pedrouços, centro de operações da prova. De acordo com o estudo da consultora Pricewaterhouse Coopers Portugal, a passagem por Lisboa proporcionou impacto económico entre os 29,2 e os 34,4 milhões de euros, um efeito económico directo de 16,4 milhões de euros e efeitos indirectos a oscilar entre os 13 e os 18 milhões de euros.

Em simultâneo, segundo a organização, a Volvo Ocean Race em Lisboa foi objecto de 700 horas de cobertura televisiva com audiência estimada de 111 milhões de telespectadores em 37 países. No plano da imprensa, a prova chegou a 700 milhões de leitores através de 1421 artigos e, na Internet, por via do site oficial da Volvo Ocean Race, foram garantidas 5,5 milhões de visitas e 17 milhões de page views.

* Lisboa merece

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 PULSEIRA MÁGICA


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

"Portugal tem povo de marinheiros 
capaz de superar tormentas"

 O ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou esta sexta-feira que "Portugal tem povo de marinheiros capaz de superar as maiores tormentas", tendo apelado ao consenso entre a coligação e o PS para preparar o País pós-troika. 
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Num debate parlamentar, convocado de urgência pelo PS, Gaspar frisou que reconhecia a "seriedade" da situação económica e social do País, mas assegurou que o programa de ajustamento financeiro mantém os prazos - junho de 2014 - e o envelope financeiro de 78 mil milhões de euros. Ou seja, o que o Governo pretende, junto da troika, é mais tempo para alcançar as metas do défice. 

O líder do PS, António José Seguro, insistiu em dizer "basta" à política do Governo, defendeu o aumento do Salário Mínimo Nacional, bem como das pensões mais reduzidas, além da renegociação das condições de ajustamento financeiro aos credores estrangeiros. 

Os socialistas não pouparam críticas ao facto de o primeiro-ministro não estar presente no debate. Pelo Governo estão em plenário Vítor Gaspar e o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.

* O problema é que o "povo de marinheiros capaz de superar tormentas" tem como ministros "velhos do Restelo".

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ATÉ A BARRACA ABANA



TENDA LIVRO



Enrosque-se com um bom livro e aprecie a .... natureza com esta tenda totalmente impressa como um Livro por Jack Maxwell.

TENDA CARRINHA


Uma réplica à escala do Volkswagen Campervande 1965 VW 2, foi agora autorizada pela Volkswagen. Pode ser em amarelo, azul ou encarnada e vai-se distinguir de todas as outras. 


TENDA MAMA




Popular na Bélgica no verão de 2009


TENDA BOLHA



Desenhada para se ficar tão próximo da natureza quanto possivel, devido à  incrível panoramica dada pela estrutura transparente.

TENDA TENHA UM QUARTO


Os estilistas da FieldCandy pensam que as tendas devem ser mais que funcionais, devem ser engraçadas

TENDA COBERTURA DE CARRO



É uma tenda desenhada para parecer uma cobertura de carro, assim já pode acampar no meio da cidade sem ser perturbado.

TENDA CARRUAGEM DE METRO LONDRINO

Com esta tenda pode juntar 72 pessoas, é uma excelente opção para festas.


TENDA ESPACIAL


Acampar com esta tenda torna-se uma graça fora deste mundo, inclui  4 túneis vendidos em separado


TENDA SANDWICHE
Corte fatias de pão, barre com manteiga, coloque dentro queijo, alface, tomate e maionese, e adicione duas pessoas divertidas.


TENDA QUILT



No fim dum dia cansativo tudo o que quer é enrolar-se no seu saco cama, imagine só quão mais confortavel será enrolar-se num quilt de patchwork.



HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Governo vai divulgar 
trimestralmente dados comparativos 
Hospitais públicos em análise 

O secretário de Estado da Saúde anunciou hoje que, a partir de abril, serão divulgados trimestralmente dados comparativos dos vários hospitais públicos relativamente a uma “bateria” de indicadores económico-financeiros, de qualidade, de acesso e outros. Segundo Manuel Teixeira, o objetivo é “aumentar a boa competição entre hospitais e prestadores, o que é essencial para a boa concorrência e será um pré-requisito para potenciar a liberdade de escolha dos utentes”. 
Falando na sessão de abertura do encontro “PPP em Saúde”, que decorre no Porto por iniciativa da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, Manuel Teixeira afirmou que se tratará de um “salto qualitativo” relativamente aos dados atualmente já divulgados pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) relativamente aos hospitais com o estatuto de entidade pública empresarial (EPE) e aos hospitais do setor público administrativo (SPA). 

Conforme sustentou, será também “muito importante” que neste diagnóstico periódico estejam contempladas as parcerias público-privadas (PPP) na saúde, que incluem os hospitais de Braga, Loures, Cascais e Vila Franca. “Tem que haver um esforço para que haja informação mensal sobre os hospitais e é importante que as PPP aí estejam também”, disse. Em declarações aos jornalistas no final da sua intervenção no encontro, o secretário de Estado explicou terem sido escolhidos “um conjunto de indicadores de natureza económico-financeira, de qualidade, de acesso e outros”, tendo os hospitais sido “juntos por grupos comparáveis”. 

 “Todos os três meses vão sair indicadores que os comparam”, disse, esclarecendo que não se tratará de um ‘ranking’, no sentido em que não haverá um 1.º, 2.º ou 3.º classificado, pretendendo-se antes “dar informação que permita que a gestão interna [de cada hospital] se compare com os hospitais comparáveis” em aspetos como “o custo de pessoal por doente, as horas médico/enfermeiro por doente ou a demora média”. 

O objetivo, frisou, é “permitir que, de forma sistemática, os hospitais se comparem entre eles e procurem aproximar-se dos melhores de cada grupo”.

* O dedo de Paulo Macedo.

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