sábado, 23 de fevereiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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DE LADO TAMBÉM 

SÃO LINDAS/6
Jessica Cediel

Rachelle Wilde


 
Jordan Carver


 Nadine Velazquez



Emanuele Guimarães


 
Brooklyn Decker


Nicky-Whelan


 Suelen Carvalho



 Lake Bell


 Rosie Jones

Sam Heuston

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DEFENDENDO
OS OCEANOS


 UM VÍDEO COM A QUALIDADE "GREENPEACE"

Procedimentos para ter legendas em português
1- Na barra de baixo clique em "CC"
2- Clique em english (automatic captations), surgem legendas em inglês
3- Volte a clicar em "CC"
4- Clique em translate captations
5- Ponha a seta em Afrikans e clique, desloque o cursor até à palavra português.

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A VIDA PRIVADA


DE SALAZAR
  

5º Episódio 

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* Uma excelente ficção produzida pela SIC que com a devida vénia reproduzimos passado alguns anos.
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 MUITA CLASSE

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A primeira-dama norte-americana voltou a mostrar toda a sua elegância e à vontade numa rubrica humorística do programa de televisão de Jimmy Fallon. Michelle Obama abanou as ancas e os ombros num estilo parecido ao de Beyoncé.

A rubrica está integrada na iniciativa "Let's Move", que Michelle Obama apadrinha e que visa incentivar os pais a fazerem mais exercício com os filhos e, assim, lutar contra a obesidade. E, para mostrar que até nas tarefas domésticas, isso se pode fazer, a primeira-dama norte-americana fez uns passos de dança a que chamou "Evolução da Dança das Mães".

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BAPTISTA BASTOS

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Socialismo: 
procura-se e deseja-se?

Ao contrário do que dizem línguas bífidas, o conclave de Coimbra, que reuniu distintos socialistas e alguns menos distintos, forneceu certos motivos de reflexão. 

Exactamente pela circunstância de nada de relevante haver servido de pábulo a uma Imprensa tão deserta de ideias quanto a melancólica vida geral portuguesa. Os jornais desejavam zaragata: o previsível "duelo" entre Seguro e Costa foi água chilra. António Costa saiu apoiando um triste documento de intenções, cujas essas, as intenções, eram alegremente nulas. 

Apelidado, apressadamente, de Documento de Coimbra, o virtuoso testemunho (diz-se por aí) devorou horas a graves pensadores do PS e nada exprime que suscite um debate, um sobressalto, uma inquietação, uma expectativa. Seguro pode descansar. Costa, muito astuto e politicamente mais preparado, fez umas negaças, recreou correligionários cabisbaixos com o rumo do PS, recuou e aguarda o momento propício para atacar de frente. E este não é o momento. Ninguém sabe quando o será, acaso nem o próprio Costa. Afinal está a proceder como Seguro o fez com Sócrates. Histórias de chacais emboscados. Saiu de Coimbra caído nos braços do secretário-geral, e muito feliz com aquela miséria toda. Quem estará realmente interessado em dirigir uma nave de loucos? Todos aguardam, nenhum sabe bem o quê. 
 
Passos Coelho prossegue na tarefa de demolição a que se propôs. Ignora que não se altera um Estado e as suas estruturas sociais, culturais e morais com contas de subtrair. Galbraith, hoje esquecido, provou-o com os exemplos do nazismo e do fascismo. É impressionante a desfaçatez com que este homem nos mente, falando como quem se dirige a mentecaptos. 17 por cento de de-sempregados não o comovem nem demovem. Ameaça que a praga não vai parar. Estamos a morrer como pátria, como nação e como povo mas coisa alguma emociona estes macacos sem fé e sem sonhos. Ri, alarvemente, com o Vítor Gaspar ("um génio" na expressão dessoutro "génio", António Borges), e chega a ser comovente o preguiçoso desdém com que Paulo Portas é tratado pela parelha. 

Chegados a este ponto, é lícito perguntar: até onde a democracia pode admitir e sustentar estas indignidades? E onde pára o dr. Cavaco?, auto-omitido por natureza, mas obrigado, pelas funções constitucionais, a fazer algo que impeça a ruptura total. E os socialistas, que "socialismo" ambicionam, se é que ambicionam algum "socialismo"? E, depois de Mário Soares o ter colocado na gaveta, não sufocou definitivamente?

A tempo: confesso-me extremamente sensibilizado com as manifestações de simpatia e, até, de estima, por mim recebidas, durante uns percalços de saúde que me obrigaram a hospitalização. Uma vez ainda, a minha gratidão a todos, e à mística de humanismo de todos aqueles que trabalham e defendem o Serviço Nacional de Saúde. Bem hajam!

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
20/02/13

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5. A PESTE NEGRA


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 Como é hábito os episódios anteriores foram editados nos sábados precedentes à mesma hora.
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GIUSY FERRERI


MA IL CIELO È SEMPRE PIÙ BLU






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HOJE NO
"i"

OE. 
Governo já tem um buraco 
de 1,3 mil milhões nas contas 

Revisão do PIB e queda da receita no final de 2012 abrem buraco de 0,8% sinalizado já na má execução de Janeiro. “Plano B” vale 0,5% e não chega para tapar 

A revisão para o dobro da previsão oficial para a recessão este ano e a derrapagem na receita fiscal no último trimestre de 2012 abrem um buraco potencial de 1,3 mil milhões de euros (0,8% do PIB) nas contas do Orçamento do Estado para 2013 (OE/2013), mostra a análise de riscos incluída no orçamento e um relatório da unidade de técnicos do parlamento. O “plano B” de austeridade, avaliado em 0,5% do PIB, não chega para tapar o buraco significativo aberto tão cedo e sugere que, sem correr atrás do défice com mais medidas, a meta anual de 4,5% do PIB terá que ser flexibilizada.
 A revisão do recuo do produto interno bruto real em um ponto percentual (de -1% para -2%) é um dos casos que consta da análise de riscos no relatório do OE/2013, que define um impacto negativo de 0,4% do PIB no saldo das contas públicas (670 milhões de euros). A materialização deste risco já é visível no boletim de execução orçamental de Janeiro, divulgado ontem pelas Finanças. O primeiro mês é apenas indicativo (e está inquinado por alguns factores pontuais), mas as contas revelam o agravamento estrutural de várias rubricas cruciais, dependentes da conjuntura económica (os “estabilizadores automáticos”): a receita do IVA, a mais valiosa para o Estado, caiu 4% em Janeiro (o OE/2013 conta com uma subida anual de 2,2%); a despesa com subsídios de desemprego saltou 33% em termos homólogos (o OE/2013 inclui uma subida de 4,7%). 

A somar a este desvio por via do erro de previsão da recessão  em 2013 junta-se outro de igual dimensão devido a outro erro de previsão, desta feita no final de 2012. A projecção da receita fiscal para este ano teve por base a estimativa da receita de 2012 apresentada em Outubro do ano passado, que nos últimos três meses derrapou 670 milhões de euros. Os dois desvios somam   1,34 mil milhões de euros ou 0,8% do PIB que, sem qualquer política adicional de correcção, colocaria o défice em 5,3% (acima da meta de 4,5% assumida com a troika).

O secretário de Estado das Finanças, Manuel Rodrigues, indicou ontem que “o governo está atento à execução orçamental e discutirá no sétimo exame [da troika] eventuais poupanças adicionais”. Rodrigues admitiu um orçamento rectificativo.
No entanto, a magnitude das medidas adicionais – que, segundo o “Jornal de Negócios”, incluem um programa de rescisão de contratos no Estado para acelerar a redução da factura salarial pública – é de 800 milhões de euros, deixando ainda de fora um desvio próximo de 0,3% do PIB.

Sem um segundo pacote de medidas, e tendo em conta o risco elevado sobre a economia e a execução orçamental (e ainda o risco pendente no Tribunal Constitucional), o défice derrapará. É o que a Comissão Europeia indica no boletim de Inverno (ver texto ao lado), com uma previsão de 4,9% do PIB para o défice este ano, um desvio transportado para 2014 (previsão passa de 2,5% para 2,9% do PIB).

A caminho de uma contracção de 2% – o terceiro ano seguido de recuo económico – e de uma taxa de desemprego superior a 17% (ver texto ao lado), o governo voltou a mostrar ontem que não quer correr tanto assim atrás da meta nominal do défice (influenciada pela conjuntura económica). “Não é preciso juntar mais austeridade à austeridade”, afirmou ontem o primeiro-ministro Passos Coelho, numa conferência de imprensa com o chanceler austríaco, em Viena.

O governo vai pedir mais um ano para colocar o défice abaixo de 3% do PIB, invocando o efeito da conjuntura externa (que explica, contudo, só um terço da revisão anunciada do PIB)  e aproveitando o contexto europeu de excepções dadas a outros países – ontem, o governo de França (cujo défice derrapou para 4,6% em 2012) pediu mais um ano.

*  Este governo não acerta uma.

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BATE-CHAPAS PARA QUÊ?




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

DECO diz que sete sites 
de 'vouchers' violam a lei 

A DECO fez uma investigação anónima a sete 'sites' de empresas que vendem 'vouchers' e, além de detetar problemas nos reembolsos e na informação ao consumidor, concluiu que todos violam a lei por não entregarem fatura da compra.

Refeições em restaurantes, estadias em hotéis e produtos foram comprados pelos técnicos da DECO entre dezembro e janeiro através dos 'sites' Cardume, Descontocasião, Descontos, Goodlife, Groupon, LetsBonus e Planeo, concluindo a investigação - que vai ser divulgada na edição de março da revista Proteste - que "todos violam a lei". "A nossa experiência anónima nos 'sites' de descontos revelou várias falhas e ilegalidades", lê-se na publicação a que a Lusa teve acesso, que destaca como maiores problemas a informação e a política de reembolso, "num total desrespeito" pelos direitos dos consumidores. 

Logo na informação fornecida, os técnicos detetaram que a lei é ignorada no que toca aos prazos para desistir da compra: "Há quem não dê esta informação e quem informe mal sobre a contagem do prazo", refere a DECO. As empresas de venda de cupões também revelaram falhas no reembolso dos montantes gastos, imputando ao consumidor as despesas com a devolução do produto, algumas até abateram os portes de envio ou as taxas de intermediação bancária, o que a DECO diz ser "inaceitável e ilegal". 

A experiência veio também comprovar outras irregularidades, como a "prática corrente" de reembolsos incompletos em caso de desistência da compra, e as devoluções em forma de crédito para novas compras, sem dar a possibilidade ao consumidor de optar por receber o dinheiro de volta. "Também constatámos que, por regra, o consumidor tem dificuldade em obter uma fatura da compra. 

Os 'sites' enviam por e-mail apenas o cupão, os produtos não trazem fatura e os restaurantes, salvo raras exceções, não dão o documento e remetem para os 'sites'. Apesar desta aparente confusão, é no 'site' que recai a responsabilidade de fornecer a fatura", alerta. Dada a violação dos direitos dos consumidores, a DECO "exige" uma maior intervenção da ASAE, a quem já remeteu as conclusões do estudo, e reclama uma maior fiscalização e aplicação de coimas dissuasoras das práticas ilegais detetadas

* DECO - uma instituição que todo o português deve respeitar.

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1- LINDOS E

PINTADOS

















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 HOJE NO
"A BOLA"

Marcha: 
Inês Henriques e Ana Cabecinha 
dominam no México
As portuguesas Inês Henriques e Ana Cabecinha estiveram em grande no Grande Prémio de marcha de Chihuahua, no México, ao ocuparem os dois primeiros lugares.
A vencedora foi Inês Henriques, com o tempo de 1:33.46 horas, à frente de Ana Cabecinha (1:34.14). A terceira classificada, primeira não portuguesa, foi a mexicana Mónica Equihua (1:35.29).
A prova mexicana foi realizada em altitude. 

* EXCELENTE

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Desportos Unidos



Anúncio banido da Tv norueguesa, considerado demasiado assustador

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6.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL
























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HOJE NO
"PÚBLICO"

Juristas defendem novo diploma para clarificar erro na lei dos mandatos 

Jorge Miranda diz que Seara e Menezes não podem ser candidatos. Outros constitucionalistas têm interpretações diferentes. Mas o melhor é que o Parlamento esclareça tudo com uma nova lei. 

O significado da troca de uma preposição na Lei de Limitação dos Mantados divide juristas. Mas muitos estão de acordo num ponto: o melhor é que a Assembleia da República faça um novo diploma, a clarificar a confusão jurídica que está a baralhar as próximas autárquicas.
Para o constitucionalista Jorge Miranda, não existem dúvidas: o texto publicado da Lei de Limitação de Mandatos de 2005 é o que conta para efeitos jurídicos e esse refere “presidentes de câmara” e não “da câmara”.
 Como tal, impede Fernando Seara e Luís Filipe Menezes de se candidatarem a um quarto mandato em qualquer autarquia do país. São ambos candidatos do PSD – em Lisboa e Porto, respectivamente – nas eleições autárquicas deste ano, depois de doze anos à frente (três mandatos) das câmaras de Sintra e Gaia.
Já o constitucionalista Tiago Duarte diz que independentemente de ser "da" ou "de", a lei pode ser interpretada das duas formas mas sempre à luz do princípio da renovação da classe política consagrado na Constituição.

A Presidência da República informou recentemente a Assembleia da República de que o texto publicado em 2005 não correspondia ao que fora aprovado pelos deputados. A versão original dizia que o “presidente da câmara” ou o “presidente da junta de freguesia” não podiam exercer tais cargos além de três mandatos. Na lei publicada, fala-se em presidente “de câmara” e “de junta”.
A Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) assumiu a responsabilidade das alterações linguísticas na lei, justificando o acto com as regras de revisão aceites na publicação de diplomas no Diário da República. Numa nota enviada à Lusa, a INCM refere que, não tendo a lei sido rectificada pela Assembleia da República (AR) “deve ter havido concordância” do gabinete do seu então presidente, Jaime Gama, relativamente à forma como foi finalmente publicada.

O INCM justifica a alteração em Diário da República porque, explica, “não estando identificada a câmara ou a junta, deve utilizar-se a menção genérica do titular do cargo, ou seja, 'o presidente de cou 'o presidente de junta'".
“Este problema é um problema jurídico de interpretação, mas também é um problema político”, disse Jorge Miranda ao PÚBLICO. “Tendo ficado [no texto] ‘presidentes de câmara’ não podem candidatar-se a uma câmara diferente.”
Seja como for, acrescenta, “nada impede que a Assembleia faça uma lei alterando esta”, clarificando que não há impedimentos a candidaturas a uma outra câmara. “Melhor seria que a Assembleia da República fizesse uma lei a esse respeito", conclui Jorge Miranda.

Duas interpretações possíveis
Também o constitucionalista Tiago Duarte considera que o problema político existe e só se resolve com uma alteração à lei, “clarificando num sentido ou noutro" aquilo que os deputados quiseram quando aprovaram a lei em 2005.

Mas ao contrário de Miranda, considera que ter “de” ou “da”, para efeitos de interpretação da lei, é indiferente. O importante, diz, é que “a lei continua a ter que ser interpretada em conformidade com a Constituição, ou seja, à luz do princípio da renovação da classe política”.

E aí admite duas interpretações. Aquela que valoriza esse princípio – e que partilha – ou a que restringe os direitos dos presidentes de câmara o menos possível, não os proibindo de se candidatarem em qualquer município. “As duas hipóteses são legítimas”, diz ao PÚBLICO.
“Só se consegue uma verdadeira renovação se aqueles titulares que já estão em acção há 12 anos saírem de cena para dar lugar a outros. Se apenas forem mudando para outros municípios, são sempre os mesmos, não abrem espaço para outros candidatos que não tenham um passado político”, continua. Mas admite “uma leitura diferente” e que “se opte pela solução menos restritiva possível”, ou seja, uma que defenda que “já há alguma renovação se [os políticos] mudarem para outro município”.

Também o jurista Paulo Saragoça da Matta considerou “irrelevante” a utilização da preposição “de” ou “da”. “Atendendo ao espírito legislativo, tanto faz”, disse à rádio TSF. “A lógica é não permitir que uma mesma pessoa exerça pessoalmente o mesmo cargo ao longo de um período infinito, porque de acordo com a interpretação que está a querer ser dada, uma pessoa pode toda a vida ser autarca bastando-lhe mudar de uma câmara para a vizinha.”
Para evitar interpretações diferentes, o constitucionalista Bacelar Gouveia defendeu, também em declarações à TSF, “uma nova lei que esclareça” o problema. “Se não o fizer, só os tribunais o podem fazer”.

* Duas constatações:
-Os profissionais da INCM sabem escrever português.
-O sr. Presidente da República gosta muito de dinossauros...

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5.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL

 

 

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TUDO DEPENDE DA PERSPECTIVA

 




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4.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL

 

 

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Ministro alemão defende 
carne de cavalo para pobres 

 O ministro do Desenvolvimento alemão, Dirk Niebel, apelou que os produtos à base de cavalo retirados do mercado por terem um rótulo falso sejam distribuídos aos pobres, numa entrevista ao diário 'Bild' neste sábado publicada.

"Mais de 800 milhões de pessoas morrem de fome no mundo. E, infelizmente, na Alemanha, também há pessoas que têm dificuldades financeiras, mesmo na alimentação (...). Acho que não podemos, aqui na Alemanha, deitar fora comida boa", acrescentou Niebel, citado pela AFP.
O NAZI FDP
É a primeira vez que um ministro alemão aborda o assunto. Niebel está a seguir os passos do deputado conservador Hartwig Fischer, que para convencer os mais necessitados, deixou-se fotografar para um dos jornais mais lidos na Alemanha a saborear um prato de lasanha de cavalo.
"É bom! Não consigo ver a diferença em relação às outras lasanhas", explicou o deputado ao jornal que tem mais de 10 milhões de leitores.
A ministra dos Assuntos Sociais alemã, Ursula von der Leyen, considerou o debate "absurdo".
Para a governante, "quer sejam ricos ou pobres, todos querem saber aquilo que comem".
O escândalo da carne de cavalo selado falsamente rebentou na Alemanha há 10 dias, o que levou o governo alemão a anunciar medidas para reforçar os controlos de sanções contra a indústria alimentar.
Também esta semana a empresa finlandesa Pouttu anunciou que pediu às autoridades sanitárias autorização para entregar os produtos que retirou do mercado porque continham carne de cavalo a instituições de caridade.
A Pouttu decidiu, na quinta-feira, retirar cinco toneladas de pratos de 'kebab' depois de detetar, através dos seus controlos de qualidade, vestígios de carne de cavalo em produtos cuja rotulagem mencionava outras carnes.
O presidente executivo da empresa, Pekka Kosonen, afirmou que a ideia foi sugerida por internautas preocupados com os efeitos ambientais da incineração de toneladas de embalagens com pratos de carne.

* Nazismo à Século XXI,  Merkel tem um nazi no governo.

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3.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL

 

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 DRAMA NA RUA

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2.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL

 

 

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HOJE NO
"RECORD"

Jorge Grave 
bate recorde nacional 
do lançamento do disco 
MELHOR MARCA EM 11 CENTÍMETROS

O atleta Jorge Grave, do Benfica, bateu este sábado o seu próprio recorde nacional do lançamento do disco, ao lançar o engenho a 61,00 metros, no campeonato nacional de lançamentos longos, em Leiria.

Jorge Grave, que ingressou na presente temporada no clube encarnado, melhorou em 11 centímetros a anterior melhor marca (60,89 metros), que detinha desde julho de 2012.

Nas outras provas, destaque para Irina Rodrigues, do Sporting, que venceu a prova feminina do disco com 59,76 metros.

Sagraram-se ainda campeões os atletas leoninos Sílvia Cruz (54,66 metros) e Hélder Pestana (65,50), no dardo, e Vânia Silva (61,00) e Dário Manso (68,32), no martelo. 

* Só o trabalho leva a estes resultados

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1.RECRIAR 

 

É POSSÍVEL




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Subterraneos do Porto












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