quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




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 II

 PROVOCANTÍSSIMAS
Kelli Hutcherson


 Alice Baton


 
Nadine Velazquez


Marisa Cruz

Sofia Vergara


Jodie Gasson


Alice Goodwin


 
Brooklyn Decker


Nicky-Whelan


Suelen Carvalho

 Rosie Jones



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HOJE NO
"PÚBLICO"

Há carne de vaca picada à venda em Portugal sem condições, diz a Deco 

Estudo em 34 talhos de Lisboa e Porto revela uso de “aditivos enganosos”, e “panorama abundante de microrganismos, alguns potencialmente patogénicos”. ASAE garante que existe controlo e fiscalização. 

Carne contaminada com salmonela, listéria e outros micro-organismos, carregada de conservantes proibidos, e colocada à venda a temperaturas muito superiores ao estabelecido por lei: um estudo da DecoProteste em 34 talhos na zona da Grande Lisboa e do Grande Porto revelou resultados “alarmantes”. A carne picada que se encontra à venda representa um perigo para a saúde pública, alerta a associação de defesa do consumidor.

“A fiscalização falhou”, denuncia a Deco, numa crítica à actuação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). “Os nossos resultados mostram que a fiscalização tem sido pouco eficaz”, declarou ao PÚBLICO, Nuno Lima Dias, técnico da associação e um dos responsáveis pelo estudo. “Esta questão é bem mais grave do que a presença de carne de cavalo em produtos alimentares, que não representa um perigo para a saúde”.

O inspector-geral da ASAE, António Nunes, disse ao PÚBLICO não reconhecer a crítica e garantiu “a carne e os produtos transformados à base de carne são sistematicamente avaliados”. A ASAE, afirma o responsável, tem uma especial preocupação com a carne transformada.

António Nunes diz que não se pronuncia sobre o estudo da Deco por não o conhecer, mas considera uma amostra de 34 talhos pouco representativa. “Temos várias operações por ano, vamos a vários locais e já temos feito várias apreensões e suspensões”, afirma, não partilhando, contudo, da visão da Deco sobre uma situação de incumprimento generalizado no sector.

Nos últimos quatro anos, a ASAE fiscalizou 4230 estabelecimentos ligados à venda e preparação de produtos à base de carne, instaurou 818 processos por contra-ordenação e 91 processos crime, o que corresponde a uma taxa de incumprimento de 21%, indicam dados oficiais. Em 2012 foram colhidas 209 amostras, correspondendo a 173 produtos à base de carne, 18 de carne fresca e 18 de carne picada, e foram detectadas 20 amostas não conformes.

O mais preocupante no estudo da Deco é, para Nuno Lima Dias, a quantidade de sulfitos encontrados – estes conservantes que são inibidores de microorganismos, dão uma aparência de frescos a produtos que não o estão e foram detectados (em alguns casos em elevadas quantidades) em 60 % das amostras de carne picada recolhidas.

“Os sulfitos evitam, por exemplo, que a carne escureça”, explica. E não tem dúvidas de que representam um sério perigo para a saúde pública, podendo causar dores de cabeça, náuseas, problemas cutâneos ou digestivos, e, em alguns casos, crises de asma. O técnico da Deco lembra que a legislação obriga a identificar claramente a existência de sulfitos nos produtos em que estes estão autorizados, como acontece com o vinho. E nesses casos é obrigatório fazê-lo a partir de 10 miligramas de sulfitos por quilo ou litro. “Encontrámos na carne picada valores 100 ou 150 vezes superiores”

Muito grave também, para a Deco, é o facto de na maioria dos estabelecimentos visitados a carne estar a temperaturas muito acima dos 2º C previstos pela lei. Só oito talhos respeitavam a legislação – os 26 restantes tinham temperaturas muito superiores (4,6ºC em média em Lisboa, 6,3ºC no Porto), embora os expositores indicassem temperaturas muito inferiores.

Para além da salmonella (encontrada em 25% das amostas) e da listéria monocytogenes (em 35%), foram detectados na carne picada indicadores de contaminação fecal como o E.coli, e “elevado número de bactérias”. Um “panorama abundante de microrganismos, alguns potencialmente patogénicos” que leva a Deco aconselha os consumidores a só comprarem carne picada no momento e a cozinhá-la muito bem. No que diz respeito à composição foi identificado elevado teor de gordura e de colagénio (tecido conjuntivo, tendões, etc, com fraco valor alimentar).

Perante os resultados, a associação de defesa do consumidor exige que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território proíba a venda de carne previamente picada a granel, autorizando apenas a venda de carne picada à vista a pedido do consumidor.

* Carne picada não é carne com pica

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 III- O UNIVERSO

  2- COLISÕES CÓSMICAS





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António Damásio

  Em busca de compreender a consciência




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Igreja alemã autoriza pílula do 'dia seguinte' a vítimas de violação 

 A Igreja católica alemã decidiu esta quinta-feira autorizar nos hospitais que gerem a distribuição da pílula dita do ‘dia seguinte’ como contracetivo de emergência às mulheres vítimas de violações.

Esta posição da Igreja alemã, tomada durante a assembleia geral de bispos em Trier, no oeste do país, surge depois da polémica criada, no final de janeiro, pela decisão de dois hospitais católicos de recusar este tratamento a uma mulher violada.
De acordo com um texto divulgado pelos bispos alemães,"as mulheres vítimas de violações têm naturalmente direito a uma ajuda humana, médica, psicológica e espiritual. Neste quadro, a administração de uma 'pílula do dia seguinte' é possível, na medida em que tem um efeito contracetivo e não abortivo".
No documento, os bispos sublinham que "continua a ser proibido usar procedimentos farmacêuticos e/ou médicos que levem à morte de um embrião".

* Parece justo, embora a pílula do dia seguinte não seja flor que se cheire

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ALBERTO GONÇALVES

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Sodoma e Camorra

Venho por este meio confessar um delito, o de não exigir facturas aos comerciantes. Se as facturas forem emitidas automaticamente, atiro-as ao lixo. Se as facturas me forem úteis para efeitos de garantia do produto, procuro guardá-las algures (e consigo perdê-las logo a seguir). Mas se as facturas apenas pretenderem denunciar uma transacção às Finanças para que estas beneficiem de um processo que lhes é moral e materialmente alheio, não contem comigo. 

Convencido de que o cumprimento universal aliviaria os contribuintes cumpridores, houve um tempo em que o bem-comum me parecia mais importante do que a margem de lucro dos particulares. 

Hoje, sei que, salvo pormenores, o bem comum é largamente uma artimanha propagandística e que os particulares em causa saberão dar à verba um destino melhor do que os senhores que nos governam: qualquer que seja o destino e quaisquer que sejam os senhores, não existe alívio para o contribuinte, excepto na medida em que invariável e crescentemente é aliviado do que é seu. Se o dono do restaurante X aproveita os rendimentos não declarados para adquirir um Mercedes ou 2 mil pares de sandálias, antes o Mercedes e as sandálias do homem do que o patrocínio de amigalhaços, grevistas, excedentários e aberrações em que o Estado desperdiça considerável parte do saque fiscal.

Uma das aberrações são os funcionários da autoridade tributária agora destacados para vigiar estabelecimentos, surpreender negociatas desprovidas de factura e multar os hediondos prevaricadores. Isto é, os impostos também visam pagar as criaturas incumbidas de policiar in loco o pagamento dos impostos. 

Perante tão perfeita paródia da racionalidade estatal, resta-nos rir primeiro e tentar com que o fisco não ria por último.
Os resultados do nosso trabalho já são extorquidos em quantidade suficiente e segundo métodos impossíveis de contornar. É da mais elementar lucidez resistir, dentro do possível, a extorsões adicionais. Não vou ao ponto de, à semelhança de Francisco José Viegas, sugerir que se mande os empregados do fisco "tomar no cú". O Francisco exagera nos brasileirismos: os verbos "levar" ou "apanhar" chegam e sobram para um Governo com aura liberal, hábitos socialistas e processos napolitanos. 

Quarta-feira, 13 de Fevereiro
Aí, valentes
No Parlamento, o deputado do CDS Hélder Amaral lembrou a ocorrência de greves na CP durante 295 dos 366 dias de 2012. Num ápice, sobretudo as bancadas dos partidos comunistas ergueram-se indignadíssimas, não sei se por discordarem dos números se por discordarem da respectiva divulgação. Os números parecem plausíveis, a divulgação parece pertinente.

O que não parece razoável nem pertinente é a reacção da extrema-esquerda, com uma das suas representantes a proibir o referido deputado de questionar a "coragem" dos que ousam "lutar". Está bem que as forças em questão nunca se destacaram particularmente pela defesa do contribuinte, ainda que este financie um serviço de que não usufrui. 

Mas começa a ser um nadinha exagerado o fervor dessa gente em benefício de "trabalhadores" que só ocasionalmente trabalham e em prejuízo dos trabalhadores que gostariam de o fazer e, muitas vezes, não conseguem. A maioria das classes médias, ou seja os cidadãos que não cederam aos truques ambientalistas e mantêm a liberdade que o automóvel privado proporciona, paga com fastio os amuos da CP e vai à sua vida. Porém, os azarados incapazes de sustentar um carro e dependentes da instabilidade emocional dos transportes públicos não vão a lado nenhum: ficam pendurados nas estações, à espera de uma carruagem que, como o Godot da peça, nunca chega. 

Numa época em que os "progressistas" de serviço patrulham minuciosamente o verbo do próximo à cata de ofensas a pobrezinhos teóricos, é interessante notar o desprezo dos "progressistas" pelos pobres de carne e osso, consagrado no gesto ou, como eles repetem, na "luta" - contra os que já estão no chão. Coragem é o termo. 

Quinta-feira, 14 de Fevereiro
O monólogo das civilizações
Uma das poucas reacções dissidentes à abdicação de Bento XVI veio, sem surpresas, do chamado "mundo muçulmano". Um porta-voz dos sunitas egípcios mostrou-se esperançado de que o próximo Papa retome o diálogo entre o Vaticano e pelo menos aquela parcela do Islão, aliás interrompido por esta quando Bento XVI, por acaso um paradigma de ecumenismo, não apreciou devidamente os recorrentes atentados contra minorias cristãs e citou uma descrição menos abonatória de Maomé.

Eis mais um exemplo acabado do multiculturalismo unilateral que teima em presidir às relações entre o Ocidente e os observadores de Alá. "Eles" têm o direito e até o dever de discriminar e ocasionalmente assassinar os infiéis que estiverem a jeito. "Nós" temos o dever de tolerar o exercício e até o direito de o legitimar mediante "argumentos" sobre a tolerância, a compreensão e a paz universal. A "eles", sobra-lhes crença cega e fúria purificadora. A "nós", com raras excepções, resta-nos a dúvida e o medo. Joseph Ratzinger é uma dessas excepções. 

Outra é o historiador e jornalista dinamarquês Lars Hedegaard. Conhecem? Não admira, dado que os media internacionais nunca lhe deram particular atenção, a não ser para referir o "populismo" de "extrema-direita" da força política a que pertence (na verdade, o Partido Popular rejeita a islamização da sociedade) ou o caso em que se viu acusado de violar as leis anti-racistas do seu país (na verdade, Hedegaard decidiu discordar do simpático tratamento a que os muçulmanos remetem as mulheres; acabou indultado). Hedegaard também fundou a International Free Press Society, a qual premiou os responsáveis pelos célebres cartoons do Profeta. 

Há dias, Hedegaard foi alvo de uma tentativa de homicídio na sua própria casa. O homicida, com aspecto árabe, chegou disfarçado de carteiro e a arma falhou. Hoje, Hedegaard é forçado a esconder-se. O falso carteiro continua à solta. Numa prova de que vão longe os tempos da solidariedade para com Salman Rushdie, praticamente ninguém noticiou o facto. O Islão, seja o radical, seja o "moderado" que raramente condena a falta de moderação, já conquistou o nosso silêncio e a nossa subserviência. De batalha em batalha, não tardará a ganhar uma guerra brutalmente desigual.

Sexta-feira, 15 de Fevereiro
Terra da fraternidade
Durante a intervenção do primeiro-ministro num debate parlamentar, uma ou duas dúzias de candidatos frustrados ao Ídolos irromperam numa interpretação de Grândola, Vila Morena. Após serem escoltados para fora do edifício (e obtido o título oficioso de mártires), os ociosos explicaram aos repórteres excitados com o acontecimento: a cantoria provou que o povo é quem mais ordena. Curioso. Na minha ingenuidade, pensava que o povo não consiste num punhado de criaturas autodesignadas para falar em seu nome, mas nos milhões que se expressam nas urnas e que por acaso entregaram o poder ao referido primeiro-ministro.

O que sem dúvida ficou provado foi a valentia do dr. Passos Coelho, consagrada no momento em que, ao ser interrompido, considerou a interrupção um acto de, cito incrédulo, "bom gosto". Bom gosto na escolha da cantiga, que até o próprio José Afonso achava esteticamente fraquinha? Bom gosto na homenagem ao artista que celebrizou a cantiga, um defensor da luta armada e da generalidade dos regimes mais sanguinários do século XX? Bom gosto na evocação do 25 de Abril, mesmo que os improvisados cançonetistas da AR desejassem e desejem o oposto daquilo que, a bem ou a mal, o golpe de Estado nos legou de melhor, leia-se a liberdade?

É difícil escolher. É fácil notar que a vontade de parecer tolerante levou o dr. Passos Coelho a quase congratular gente sem tolerância alguma e, no fundo, a abdicar perante referências de extremistas que, aqui, passam por consensuais. Digam o que disserem, não é normal que uma democracia faça permanentes vénias aos seus maiores inimigos. Porém, é normal que uma democracia assim seja a que temos.

Bento XVI
Muito acima da generalidade dos líderes internacionais no intelecto, Joseph Ratzinger é o exacto oposto dos líderes portugueses na atitude. O primeiro anunciou a saída quando se sentiu incapaz, os segundos já são incapazes quando entram. Talvez por isso, o primeiro chegou sob desconfiança e partiu sob aplausos. À cautela, os segundos esgotam os aplausos na chegada. 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
17/02/13

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Providência cautelar aceite 
Tribunal do Porto 
vai analisar candidatura de Menezes 

Movimento Revolução Branca considera que o candidato do PSD viola a lei porque já teve três mandatos em Gaia. A providência cautelar interposta para impedir a candidatura de Luís Filipe Menezes (PSD) à Câmara do Porto foi aceite pelo Tribunal, que já notificou os interessados. 

De acordo com o segundo o vice-presidente do Movimento Revolução Branca, Pedro Pinto Pereira, o 3.º Juízo Cível da Comarca do Porto “recebeu o procedimento cautelar e já ordenou a citação dos interessados para o exercício do contraditório”, designadamente Luís Filipe Menezes e o PSD. 

O movimento interpôs sete ações populares para impedir candidaturas de autarcas do PSD, entre as quais as de Luís Filipe Menezes, no Porto, e de Fernando Seara, em Lisboa. “Queremos prevenir a concretização de candidaturas ilegais, uma vez que, na nossa ótica, as mesmas violam a lei de limitação de mandatos”, explicou o vice-presidente do Movimento Revolução Branca, Pedro Pereira Pinto. 

Segundo o movimento, a lei que estabelece limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias impede igualmente as candidaturas de Fernando Costa a Loures, António Sebastião a Beja, Francisco Amaral a Castro Marim, Pedro Lancha a Estremoz e José Estevens a Tavira. Pedro Pinto Pereira esclareceu que o facto de estas ações incidirem apenas sobre candidatos do PSD deve-se ao facto de “ser para já o único partido que aprovou as candidaturas de autarcas que não podem concorrer, pela lei”, sublinhando que “assim que qualquer outro partido faça o mesmo, terá que se avançar de novo para os tribunais”. 

Em novembro de 2012, a Comissão Nacional de Eleições deliberou que a lei que estipula que o presidente de uma autarquia não pode cumprir mais de três mandatos consecutivos se aplica apenas na mesma autarquia. 

A 7 de fevereiro, a associação cívica Transparência e Integridade anunciou que pretendia solicitar a intervenção dos tribunais para impedir candidaturas autárquicas de quem já tenha cumprido três mandatos noutros concelhos ou freguesias.

* Os dinossauros excelentíssimos

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 I-O HOLOCAUSTO
ROMANO

 1-CARTAGO


 As Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago, se iniciaram em 264 a C. e terminaram em 146 a.C. Cartago, cidade fundada pelos fenícios, controlava todo o comércio na bacia do Mediterrâneo e monopolizava a ligação com o oriente. Ao final de três grandes guerras, os romanos tornaram-se senhores do Mediterrâneo - Mare Nostrum. O arqueólogo Dr. Richard Miles, da Universidade de Cambridge, nos EUA, estuda as ruínas de Cartago e revela novas evidências sobre o holocausto romano.


Fonte:ConradZiegfried

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 Homossexualidade de 
D. Carlos Azevedo era conhecida 

O padre Carreira das Neves afirma que sabia que o ex-bispo auxiliar de Lisboa é homossexual e que "tinha problemas complicados".
 D. Januário Torgal Ferreira sabia desde 2007 que Azevedo "tinha tido um comportamento homossexual" "Sabiamos apenas que o D. Carlos era homossexual e mais nada. 

A homossexualidade é reconhecida e ele tem pessoas a quem, tanto quanto sei, tem pessoas a quem o dizia, ele confessava-se homossexual", adiantou à SIC o padre Carreira das Neves. Uma orientação sexual que, para o professor da Universidade Católica, não é um problema. "O ser homossexual não é pecado nenhum. 

O ser homossexual é como ser heterossexual, isto depende da ciência. O problema é o pecado. Portanto se, porventura, há assédio, isso é pecado. Mas tanto o é para um homossexual, como para um heterossexual", disse ainda Carreira das Neves. Sobre as acusações de assédio sexual agora divulgadas pela Visão, tanto Carreira das Neves, como D. Januário Torgal Ferreira, dizem que não eram novidade. "Sim, sim, ouvi. D. Carlos Azevedo, bispo e tal.. pronto, que tinha tido um comportamento desta ordem e que houve uma pessoa que o incriminou, que havia da parte dele um comportamento homossexual", declarou à TSF o bispo das Forças Armadas, adiantando que teve conhecimento da acusação em 2007. 

"Já tinha ouvido coisas, rumores. Já sabia que havia, em relação a D. Carlos, alguns problemas complicados. E sabia apenas que tinha ido para Roma e que talvez por causa desses problemas complicados", disse, por seu lado, Carreira das Neves à SIC. "Sendo um homem honesto não posso diluir as liberdade de expressão, mas também não tenho quaisquer argumentos que me provem que isso não é verdade", rematou D. Januário Torgal à TSF. 

 * Ainda ontem o D. Carlos negava a sua homossexualidade que por nós não tem problema, problema é o caos de valores que a igreja defende e torpedeia , tanto no país como no Vaticano onde finalmenre se reconhece a existência de  um lobby gay.
Por cá até dizem que há um ministério que tem um lobby fortíssimo.

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 LAURA PAUSINI


LA SOLITUDINE




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HOJE NO

"RECORD"

Eva Vital e Ricardo Monteiro 
com mínimos para Europeus 
NOS 60M BARREIRAS E 60M PLANOS RESPETIVAMENTE 

Eva Vital (na foto), nos 60 metros barreiras, e Ricardo Monteiro, nos 60 metros planos, obtiveram mínimos para o Campeonato da Europa de Gotemburgo, a realizar de 1 a 3 de março.

Os dois atletas do Benfica aproveitaram da melhor forma as Provas de Preparação que a Federação organizou no Centro de Alto Rendimento (CAR) do Jamor.

Eva Vital, que no domingo passado, em Pombal, ficara a três centésimos dos necessários 8,22 segundos nas barreiras, conseguiu precisamente essa marca, batendo novamente o recorde nacional de sub-23. Ricardo Monteiro obteve também o mínimo de 6,72 nos 60 metros, conseguindo esta marca duas vezes, nas eliminatórias e final.

São assim já 11 os atletas portugueses que deverão ter lugar no Europeu. O prazo para obtenção de mínimos termina no domingo, dia em que se realiza o Meeting Cidade de Pombal. Nas provas de hoje, Susana Costa ficou aquém dos 13,80 metros no triplo, ao saltar 13,46 metros, e Diogo Ferreira, apesar de ter igualado o seu recorde pessoal no salto com vara (5,40 metros), ficou a 10 centímetros do mínimo. Edi Maia, que já alcançou mínimos, foi hoje segundo, igualmente com 5,40 metros.

* Trabalhadores e valentes
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 Sandálias novas

(estes paquistaneses)





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Nova lei do álcool não impede menores de 18 anos de beberem vinho e cerveja ..

 A nova lei do álcool, aprovada esta quinta-feira pelo Governo, aposta no reforço da fiscalização nos estabelecimentos de consumo e proíbe a sua venda entre a meia-noite e as 8 horas em alguns locais, como bombas de gasolina. 

Em conferência de imprensa, no final do conselho de ministros, o secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, afirmou que "a venda de bebidas alcoólicas vai ser proibida entre a meia-noite e as 8 horas fora dos estabelecimentos de restauração e bebidas e dos localizados em portos e aeroportos de acessibilidade reservada a passageiros, bem como dos recintos de diversão noturna".

 Leal da Costa adiantou que este diploma visa, como medida de saúde pública, "colocar barreiras ao consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes" através do aumento da idade mínima de acesso e da proibição da sua venda em determinados locais.
A nova lei introduz a diferenciação dos limites etários, passando para os 18 anos a idade mínima da venda e consumo de bebidas espirituosas.

Para o vinho e a cerveja, a idade mínima para a venda e o consumo mantém-se nos 16 anos.
Tanto Leal da Costa, como o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Marques Guedes, recusaram, na conferência de imprensa, que o Governo esteja a ceder a pressões da indústria da cerveja e do vinho ao estabelecer esta diferenciação.
O secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde sublinhou que com esta medida o Governo está "a eliminar em 50% o consumo de álcool em jovens e a diminuir significativamente a probabilidade de embriaguez", segundo conhecimentos estatísticos.

Leal da Costa salientou também que a nova legislação vai reforçar a fiscalização nos locais de venda e consumo de bebidas alcoólicas, correspondendo esta medida "a uma forma muito eficaz de dissuadir os estabelecimentos e os prevaricadores a vender álcool a menores de idade"
"Com o diploma será muito mais eficaz o exercício das medidas dissuasoras para os prevaricadores, prevendo-se o encerramento temporário do estabelecimento quando a lei for violada", sustentou. 

Além das coimas está previsto um conjunto de sanções acessórias para os estabelecimentos, como o encerramento imediato em caso de flagrante delito ou a interdição da atividade por um período até dois anos.

O secretário de Estado afirmou também que o Governo não pretende sancionar ou penalizar comportamentos, antes pretende o Governo de forma progressiva colocar barreiras ao consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes, especialmente os menores de 16 anos. 

Leal da Costa disse ainda que a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e as forças de segurança vão passar "a fazer uma fiscalização mais frequente, consequente e continuada destes processos de forma a eliminar alguns destes focos de risco". 

Na conferência de imprensa, Marques Guedes afirmou também que a nova legislação vai "responsabilizar as próprias famílias", passando a ser obrigatório, em casos de deteção pelas autoridades de fiscalização de jovens em situação de intoxicação alcoólica, a notificação aos responsáveis do menor.

* O  álcool manda muito peso.


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DOUTRO SÉCULO


DITADORES

EUROPEUS 



İsmail Enver (em turco otomano: اسماعيل انور), conhecido pelos europeus como Enver Paxá (em turco: Enver Paşa) ou Enver Bey (22 de novembro de 1881 - 4 de agosto de 1922) foi um oficial militar e político turco, um dos líderes da revolução organizada pelos chamados Jovens Turcos. Liderou o exército do Império Otomano na Guerra dos Bálcãs e na Primeira Guerra Mundial. Graças as suas contribuições à revolução, ele recebeu o apelido de Hürriyet Kahramanı ("Herói da Liberdade").



Josef Vissarionovitch Stalin (em russo: Иосиф Виссарионович Сталин; Gori, 18 de dezembro de 1879Moscou, 5 de março de 1953), nascido Iossif Vissarionovitch Djugashvili (em russo : Иосиф Виссарионович Джугашвили, translit. Ióssif Vissariónovitch Djugashvíli;; em georgiano: იოსებ ბესარიონის ძე ჯუღაშვილი, translit. Iosseb Bessarionis dze Djuğashvili), foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e do Comitê Central a partir de 1922 até a sua morte em 1953, sendo assim o líder soberano da União Soviética.
Sob a liderança de Stalin, a União Soviética desempenhou um papel decisivo na derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945) e passou a atingir o estatuto de superpotência, após rápida industrialização e melhoras nas condições sociais do povo soviético, durante esse período, o país também expandiu seu território para um tamanho semelhante ao do antigo Império Russo.




Adolf Hitler (Braunau am Inn, 20 de abril de 1889Berlim, 30 de abril de 1945), por vezes em português Adolfo Hitler, foi o líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP), também conhecido por Partido Nazi (português europeu) ou nazista (português brasileiro), uma abreviatura do nome em alemão (Nationalsozialistische), sendo ainda oposição aos sociais-democratas, os Sozi. Hitler se tornou chanceler e, posteriormente, ditador alemão. Era filho de um funcionário de alfândega de uma pequena cidade fronteiriça da Áustria com a Alemanha.
As suas teses racistas e anti-semitas, assim como os seus objectivos para a Alemanha ficaram patentes no seu livro de 1924, Mein Kampf (Minha luta). Documentos apresentados durante o Julgamento de Nuremberg indicam que, no período em que Adolf Hitler esteve no poder, grupos minoritários considerados indesejados - tais como Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, e judeus - foram perseguidos no que se tornou conhecido como Holocausto. A maioria dos historiadores admite que a maior parte dos perseguidos foi submetida a Solução Final, enquanto certos seres humanos foram usados em experimentos médicos ou militares



Benito Amilcare Andrea Mussolini OSMMGCTE (Predappio, 29 de julho de 1883 - Mezzegra, 28 de abril de 1945) foi um político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é creditado como sendo uma das figuras-chave na criação do Fascismo.
Tornou-se o Primeiro-Ministro da Itália em 1922 e começou a usar o título Il Duce desde 1925. Após 1936, seu título oficial era "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Fascismo, e Fundador do Império". Mussolini também criou e sustentou a patente militar suprema de Primeiro Marechal do Império, junto com o rei Vítor Emanuel III da Itália, quem deu-lhe o título, tendo controle supremo sobre as forças armadas da Itália. Mussolini permaneceu no poder até ser substituído em 1943; por um curto período, até a sua morte, ele foi o líder da República Social Italiana.



António de Oliveira Salazar GCTEGCSEGColIHGCIC (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889Lisboa, 27 de Julho de 1970) foi um político nacionalista português e professor catedrático da Universidade de Coimbra.
O seu percurso político iniciou-se quando foi Ministro das Finanças por breves meses em 1926. Depois disso, foi também ministro das Finanças entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas.
Instituidor do Estado Novo (1933-1974) e da sua organização política de suporte, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como presidente do Ministério, entre 1932 e 1933, e como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1933 e 1968. Os autoritarismos que surgiam na Europa foram amplamente experienciados por Salazar em duas frentes complementares: a propaganda e a repressão. Com a criação da Censura, da organização de tempos livres dos trabalhadores FNAT, da Mocidade Portuguesa, masculina e feminina, o Estado Novo procurava assegurar a doutrinação de largas massas da população portuguesa, enquanto que a polícia política (PVDE, posteriormente PIDE, a partir de 1945), em conjunto com a Legião Portuguesa, combatiam os opositores, que, quando objecto de julgamento, eram-no em tribunais especiais (Tribunais Militares Especiais e, posteriormente, Tribunais Plenários).



 Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo Franco y Bahamonde GColTEGCBTO (Ferrol, 4 de dezembro de 1892Madrid, 20 de novembro de 1975), vulgarmente conhecido como Francisco Franco, foi um militar, chefe-de-estado, ditador espanhol, Regente do Reino de Espanha desde outubro de 1939 até sua morte, em 1975.
Quando da implantação da República (1931) é afastado de cargos de responsabilidade (é destacado para os governos militares da Corunha e das Baleares). O triunfo das forças de direita em 1933 fá-lo regressar a altos cargos do exército. Planifica a cruel repressão da Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião.[3] Quando Gil Robles ocupa o Ministério da Guerra, é nomeado chefe do Estado-Maior Central (1935). Em 1936, o governo da Frente Popular nomeia-o comandante militar das Canárias. Dali mantém contacto com Emilio Mola (chamado «O director») e Sanjurjo, que preparam o levantamento militar.
Em 17 de Julho voa das Canárias até Marrocos, revolta a guarnição e torna-se comandante das tropas. Cruza o Estreito de Gibraltar com meios precários (aviões cedidos por Mussolini e Hitler e navios de pouca tonelagem)[2] e avança até Madrid por Mérida, Badajoz e Talavera de la Reina. Apodera-se rapidamente da direcção militar e política da guerra (setembro de 1936). Em Abril de 1937 une os partidos de direita e coloca-se à frente da nova organização como caudilho. Em Janeiro de 1938 converte-se em chefe de Estado e do governo. Anos mais tarde diz que apenas presta contas da sua atividade "perante Deus e perante a história".


Enver Halil Hoxha (pronuncia-se: ɛnˈvɛɾ ˈhɔdʒa, 16 de outubro de 1908 - 11 de abril de 1985), foi o líder da Albânia do fim da Segunda Guerra Mundial até sua morte em 1985, como o Primeiro Secretário do Partido Trabalhista da Albânia. Ele também atuou como primeiro ministro da Albânia de 1944 a 1954, ministro da defesa de 1944 a 1953, ministro das relações exteriores de 1946 a 1953, Líder da Frente Democrática de 1945 até sua morte e Comandante-em-chefe das forças armadas albanesas de 1944 até sua morte.
A liderança de Hoxha foi caracterizada pelo isolacionismo e sua aderência firme e manifesta ao Marxismo-Leninismo antirrevisionista da metade da década de 1970 em diante. Após sua ruptura com o maoísmo no final da década de 1970 e início da década de 1980, inúmeros partidos maoístas se declararam hoxhaístas. A Conferência Internacional dos Partidos e Organizações Marxistas-Leninistas (Unidade e Luta) é a mais conhecida coligação de tais partidos hoje em dia.



Nicolae Ceauşescu GColSE (Scorniceşti, 26 de janeiro de 1918Târgovişte, 25 de dezembro de 1989) foi um líder comunista, presidente da Romênia comunista de 1965 até sua execução em 1989.
Diz-se que o seu primeiro contacto com o Jucar Partido Comunista Romeno deu-se quando roubou uma mala que continha, por acaso, panfletos do partido. Ao ser apanhado pela polícia, foi enviado para uma prisão junto com outros presos comunistas.
Foi membro do Partido Comunista Romeno (PCR), na altura ilegal, antes da Segunda Guerra Mundial e foi preso em 1936 e 1940. Após a Segunda Guerra Mundial, quando a Roménia começou a cair na alçada soviética, Ceauşescu foi secretário da União de Juventudes Comunistas (1944-1945). Depois da tomada de poder por parte dos Comunistas em 1947, assumiu o cargo de ministro da Agricultura e serviu, em seguida, como ministro adjuvante das forças armadas no governo estalinista de Gheorghe Gheorghiu-Dej e chegou a ocupar a segunda posição na hierarquia do partido.


Erich Honecker (Neunkirchen, 25 de agosto de 1912Santiago do Chile, 29 de maio de 1994) foi um político alemão, governando a Alemanha Oriental de 1976 até 1989.
Em 1971 substituiu Willi Stoph no cargo de secretário-geral do Partido Socialista Unificado da Alemanha (PSUA) e Walter Ulbricht no cargo do Presidente do Conselho Nacional de Defesa. Em 29 de outubro de 1976 foi eleito Presidente do Conselho de Estado pelo parlamento da República Democrática Alemã (RDA) (em alemão: Volkskammer, em português: Câmara do Povo).
Em novembro de 1990, um mês após a reunificação da Alemanha, foi iniciado um inquérito oficial. Honecker foi preso por um dia e refugiou-se, depois de estadias em - entre outros - num hospital militar das forças armadas soviéticas perto de Berlim, para Moscovo, União Soviética, em 13 de março de 1991. Devido à ordem de prisão existente foi extraditado de volta para o território alemão em 29 de julho de 1992, onde foi preso e julgado por ser um dos responsáveis do Schießbefehl, ordem de atirar em todas as pessoas que tentaram cruzar o Muro de Berlim e a fronteira fortificada entre a Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental.




 Wojciech Witold Jaruzelski (Kurów, 6 de julho de 1923) é um político e militar comunista da Polônia. Ocupou os cargos de primeiro-ministro (1981-1985), chefe do conselho de estado (1985-1989) e presidente da Polônia (1989-1990).

Lutou na Segunda Guerra Mundial e tornou-se general em 1956. Chefe do Estado-Maior em 1965 e Ministro da Defesa da Polônia entre 1968 e 1981, Jaruzelski tornou-se, em seguida, chefe do governo e secretário do Comitê Central do Partido Operário Unificado Polaco. Utilizou o estado de exceção para reprimir o sindicato Solidariedade em dezembro de 1981 e requisitou a prisão dos líderes do movimento, incluindo Lech Wałęsa.
Formou o Conselho Militar de Salvação Nacional, que tomou o poder e submeteu o país à hegemonia soviética, com um tímido processo de reforma econômica e social para calar a oposição interna.
No final de 1982, a lei marcial foi suspensa e Wałęsa, libertado. Três anos depois, Jaruzelski abandonou o cargo de primeiro-ministro para se tornar presidente do Conselho de Estado. Abriu caminho para uma reforma democrática na Polônia, a partir das diretrizes de Mikhail Gorbatchev. Contudo, desacreditado, não conseguiu recuperar sua popularidade, apesar de seu programa de reformas.



Slobodan Milošević, em sérvio Слободан Милошевић;   [sloˈbodan miˈloʃevitɕ], (Požarevac, 20 de agosto de 1941Haia, 11 de março de 2006) foi presidente da Sérvia de 1989 a 1997 e da República Federal da Jugoslávia de 1997 a 2000. Também foi o principal líder do Partido Socialista da Sérvia desde a sua fundação, em 1990.
Milošević renunciou à presidência iugoslava entre manifestações que se seguiram à concorrida eleição presidencial de 24 de setembro de 2000. Foi preso pelas autoridades federais iugoslavas em 31 de março do ano seguinte, sob suspeita de corrupção, abuso de poder e apropriação indébita. Foi também preso pelo Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia (TPII), um comitê das Nações Unidas, sob a acusação de crimes contra a humanidade, de violar as leis e costumes de guerra, violações graves às Convenções de Genebra e genocídio, por seu papel durante as guerras na Croácia, Bósnia e Kosovo.
 A investigação inicial a respeito de Milošević não foi adiante, por falta de evidências concretas, o que motivou o primeiro-ministro sérvio, Zoran Đinđić, a enviá-lo para Haia, Países Baixos, sede do Tribunal Penal Internacional, para ser julgado pelos crimes de guerra.


EXCERTOS IN "WIKIPÉDIA"


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