quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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PORQUE O PAPA RENUNCIOU






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REGRESSO DE 
PORTUGAL
AOS MERCADOS




TVI24 - 18/02/13



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"


Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre a situação do "Regresso de Portugal aos mercados", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do economista Prof. João Moreira Rato.






HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

 Confiança na Justiça desce 
para menos de metade em 15 anos 

Fundação Francisco Manuel dos Santos lança Portal da Opinião Pública com mais de 100 indicadores. 

 A confiança dos portugueses na Justiça não pára de diminuir a cada ano que passa, tendo sofrido uma redução de quase metade na última década (apenas 29% tende a confiar hoje nas instituições judiciais). 

Pelo contrário, mesmo numa altura de crise, a confiança nos partidos políticos subiu de 12% para 18% entre Maio e Novembro de 2012, num sinal de recuperação semelhante à percepção que os portugueses têm da situação económica do país e que melhorou no final do ano passado, depois de quedas constantes desde 2009. 

Estes são alguns dos dados que é possível encontrar no novo Portal da Opinião Pública (POP) - o mais recente projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos, coordenado por Pedro Magalhães, do Instituto de Ciências Sociais - que reúne mais de 3000 números em 100 indicadores sobre valores, atitudes e comportamentos dos europeus nos últimos 20 anos.

* Um país que tem mais confiança nestes partidos políticos do que na justiça, está de rastos .

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CHOROS




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
  
Banco Farmacêutico 
apoiou 50 mil pessoas 

Cerca de nove mil medicamentos foram doados, durante a V Jornada de Recolha de Medicamentos do Banco Farmacêutico, numa iniciativa que teve a adesão de 111 farmácias e beneficiou 69 instituições que, no total, dão apoio a 50 mil pessoas.

Segundo dados divulgados esta quarta-feira, a iniciativa, ocorrida no sábado, contou com 400 voluntários, mais do que em anos anteriores, mas o número de medicamentos recolhidos foi ligeiramente inferior ao do ano passado.
As mais de 100 farmácias que participaram nas jornadas pertencem às regiões do Alentejo, Algarve, Covilhã, Lisboa, Santarém e Setúbal.
A iniciativa tem como objetivo "sensibilizar os portugueses a doar medicamentos e produtos de saúde, em colaboração com as realidades assistenciais que operam localmente".
"Se, de alguma forma, o número de doações reflete as dificuldades que os portugueses estão a viver e a incerteza em relação ao futuro, é de enaltecer a generosidade de todos aqueles que contribuíram com o seu donativo e a adesão e apoio de todas as farmácias envolvidas", declarou Luís Mendonça, presidente do Banco Farmacêutico.
A edição deste ano, em Portugal, contou com o apoio de 111 farmácias, da Ordem dos Farmacêuticos, da Associação Nacional de Farmácias e da Logista Pharma.
O Banco Farmacêutico nasceu em Milão, de uma colaboração entre a Companhia das Obras e a Associação Lombarda dos Proprietários de Farmácia.
A primeira Jornada de Recolha de Medicamentos decorreu em dezembro de 2000, em Itália. Desde então, realiza-se todos os anos, no segundo sábado do mês de fevereiro.
Atualmente, a iniciativa abrange cerca de 3500 farmácias e já beneficia mais de 450 mil pessoas carenciadas, nos diferentes países.

* Cada vez  mais a necessidade de ser solidário.


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LENTE DE AUMENTO

FÍSICA MODERNA




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

APAV apresenta relatório anual 
Perto de 900 crianças vítimas de crime 

Perto de 900 crianças e jovens, a maioria raparigas, com idades entre os 11 e os 17 anos, foram vítimas de crime em 2012 e pediram ajuda à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, segundo o relatório anual hoje divulgado. Com idades entre os zero e os 17 anos, a APAV registou um total de 887 crianças e jovens vítimas de crime em 2012, representando 9,9 por cento de um universo de 8945 vítimas. 

As estatísticas da APAV indicam que 53% das vítimas são raparigas, 45% têm idades entre os 11 e os 17 anos e 32,4% entre os seis e os 10 anos. A maioria das vítimas pertence a famílias nucleares com filhos (41,3%), seguindo-se os núcleos monoparentais (26,3%). 

 Mais de metade (50,9%) das vítimas frequenta o pré-escolar e o ensino básico 3ºciclo e, “apesar do número não ser tão significativo”, 12,9% “não detinha nenhum nível de ensino”, apesar de a maioria estar em idade escolar. Os dados indicam que 9% das vítimas residiam no distrito de Lisboa (9%), seguindo-se os Açores (5%), Faro (4,2%), Vila Real (2,3%) e Porto (2,1%). Tendo em conta que cada vítima pode ser alvo de vitimação por mais do que um autor de crime, a APAV totalizou 898 agressores, a maioria dos quais (68,9%) tinha relações de parentalidade com as vítimas. Segundo o relatório, 82% dos agressores são homens, 14,1% têm entre os 35 e os 40 anos, 10,1% entre os 45/50 anos, 7,4% apenas sabiam ler e escrever, 42,3% estavam empregados, 24,6% eram dependentes do álcool e 18,6% não tinham antecedentes criminais. 

A vitimação continuada representou 70% dos casos, com uma duração entre os dois e os seis anos. A maior parte dos crimes (59,2%) ocorreu na casa onde vive a vítima e o agressor, seguindo-se a residência da vítima (8,6%) e o lugar/via pública (6,7%). A APAV refere que 43% das vítimas não apresentaram queixa junto das entidades policiais, enquanto 32% fizeram-no, a maioria (50,4%) à PSP, encontrando-se a maior parte dos processos (56,3%) em fase de inquérito. As situações reportadas às Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) representaram 8% dos casos (72). 

 Do universo de 8945 vítimas diretas de crime apoiadas pela APAV em 2012, 81% eram adultos até aos 64 anos de idade, a grande maioria (85%) mulheres. A faixa etária mais prevalente situa-se entre os 35 e os 40 anos de idade (10,2%), seguindo-se a dos 45/50 anos (8,9%). A maior percentagem dos adultos vítimas de crime reside no distrito de Lisboa (8,7%), seguindo-se as que vivem nos distritos do Porto (3,4%) e de Setúbal (2,1%). Em 34,4% das situações de vitimação, a relação entre autor do crime e vítima era a de cônjuge e 13,8% dos casos a relação era a de companheiro/a. A grande maioria dos agressores (79,5%) são homens, 16,1 têm entre os 36 e os 50 anos, 38,9% são casados, 9,2% apenas sabe ler e escrever e 36,7% estão empregados. 

Os dados indicam ainda que 17,4% eram dependentes do álcool e 8% não tinham antecedentes criminais. A maioria das situações de vitimação (62,8%) foi de caráter continuado (62,8%), com duração entre os dois e os seis anos (13,3%), ocorrendo a grande maioria na residência comum da vítima e do agressor (49,2%). 
 Cerca de 10% dos crimes ocorreram na via pública. 

* HEDIONDO


MARGARIDA BOTELHO

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Um num milhão e meio

“É fotógrafo, está desempregado e foi obrigado a vender o seu material fotográfico para fazer face às despesas. Chama-se Daniel Rodrigues e venceu o primeiro prémio do World Press Photo, na categoria Daily Life” – começa assim a notícia do PÚBLICO online sobre um caso que devia fazer corar de vergonha o Governo português.

Não apenas porque o caso de Daniel Rodrigues, de 25 anos, é uma triste e óbvia situação de desperdício das capacidades de um jovem num país que precisa como de pão para a boca de gente capaz, criativa e produtiva. Devia fazer corar de vergonha o Governo e os que assinaram com as troikas o memorando que nos agride todos os dias, porque o caso de Daniel Rodrigues é o de um desempregado entre um milhão e meio de outros desempregados em Portugal. É um dos 40% de jovens com menos de 25 anos que estão desempregados no nosso país. Nem todos poderiam ganhar um prémio tão prestigiado internacionalmente como Daniel, mas todos juntos formam o maior libelo acusatório contra esta política.

Desde que entrou em vigor o Pacto de Agressão assinado entre FMI, BCE, União Europeia, PS, PSD e CDS, foram destruídos mais de 400 mil postos de trabalho. As estatísticas do desemprego batem todos os recordes. E a estes números há que somar, pelo menos, os 250 mil portugueses forçados a emigrar por não terem saída no seu país. O Governo e a sua política condenam ao desemprego e à pobreza milhões de pessoas.

Dirão os acólitos das troikas que a crise é uma oportunidade. Dirão os fantasistas que o problema está na rigidez do mercado de trabalho e da legislação laboral. Dirão os mais fanáticos que o que faz falta é reduzir mais ainda o valor e o tempo do subsídio de desemprego, para incentivar os preguiçosos e pouco empreendedores a irem trabalhar. Argumentos idiotas num país com um milhão e meio de desempregados em sentido lato e em que mais de metade já nem sequer tem acesso a nenhuma prestação social. Argumentos mentirosos de quem opta por fazer parte do minoria que prefere ser parte activa na propaganda do Governo e das troikas, em vez de enfrentar a realidade e defender os interesses do seu povo e do seu país.

A realidade é outra e é bem distinta. Em Portugal, despede-se muito e facilmente – basta ver noticiários ou consultar com regularidade a informação disponibilizada pelo movimento sindical unitário. O problema do país não é a rigidez do mercado de trabalho. Pelo contrário: a precariedade é uma praga que alastra a todos os sectores de actividade, a todas as gerações de trabalhadores e que assume as formas mais abjectas – gente “contratada” à hora, ao dia, à semana ou ao mês, sem vínculo, a recibo verde, na mais completa ilegalidade.

O facto de um quarto da população activa estar no desemprego não é só consequência da crise. É consequência de décadas de política de direita e de destruição do aparelho produtivo do país. Mas também é causa de mais recessão e mais desemprego. É um brutal desaproveitamento do maior recurso que o país tem para se desenvolver: os trabalhadores, com as suas experiências, qualificações e aptidões diversas. Não haverá desenvolvimento do país sem criação de emprego.

Este Governo, como todos os que se submetem ao que assinaram com as troikas, não está em condições de tomar as medidas que se impõem. Como referiu o Comité Central do PCP reunido no domingo (17 de Fevereiro), este é “um rumo de desastre a que é preciso pôr termo”. E, quanto mais depressa, melhor. Uma das palavras de ordem mais ouvidas no sábado em todo o país, nas manifestações convocadas pela CGTP-IN que juntaram dezenas e dezenas de milhares de pessoas em 24 cidades de todo o país, foi “está na hora do Governo se ir embora”. Sem querer, o World Press Photo acaba por confirmar essa urgência.

Álvaro Cunhal, cujo centenário do nascimento se assinala este ano, disse em tempos uma frase de extraordinária actualidade: “Tomemos nas nossas mãos os destinos das nossas vidas”. O que o nosso país precisa é que o milhão e meio de desempregados, que os trabalhadores que viram os seus salários cortados, os jovens a quem querem roubar o futuro, tomem nas suas mãos as suas vidas e imponham a ruptura com estas políticas.


Membro da Comissão Política do 
Comité Central do PCP

IN "PÚBLICO"
18/02/13 

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Chamadas para o 112 
por falta de dinheiro estão a subir 

 Todos os dias cerca de 20 pessoas ligam para o 112 a pedir ajuda, muitas com ideias suicidas por não suportarem a falta de dinheiro para alimentar os filhos, cabendo aos psicólogos do INEM dar-lhes argumentos para viver. 

 Estas pessoas "no limite" ligam para o número de emergência nacional (112), mas são encaminhadas para os psicólogos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) pelos elementos do Centro de Orientação dos Doentes Urgentes (CODU), atentos aos sinais de desespero. 

Márcio Pereira, coordenador do Centro de Apoio Psicológico e de Intervenção em Crise (CAPIC) do INEM, revelou à agência Lusa que a mediação dos psicólogos aumentou 70 por cento em 2012, em relação ao ano anterior. No ano passado, estes profissionais atenderam 5.500 casos de situações de cariz psiquiátrico ou psicológico. São pessoas desesperadas que dão sinais de um sofrimento profundo, com a crise que se vive a estar na origem de muitas das ideias suicidas. "Estão no desespero. Entendem que não têm outra alternativa e ligam para o 112", disse Márcio Pereira, revelando que muitas das pessoas que ligam ficam surpreendidas com a existência de um psicólogo para os ouvir. 

Apesar da frequência, que cresce dia a dia, deste tipo de casos, quem os ouve não deixa de ficar surpreendido com a violência do sofrimento de quem liga. "Ligam porque querem ajuda, alguém que lhes ajude a aliviar a dor que sentem", como aconteceu recentemente com um homem de 30 anos que, depois de ingerir uma dose maciva de comprimidos da mulher, ligou a dizer que ia morrer. Esse homem "não tinha dinheiro para dar comida aos filhos e não conseguia ultrapassar isso", contou, revelando que este caso, como acontece com 99,9 por cento dos atendidos pelo CAPIC, teve sucesso e os meios chegaram ao local a tempo de impedir o suicídio. 

Na origem deste aumento de casos de desespero está, na perspetiva dos psicólogos do INEM, descompensações de doentes mentais, em alguns casos devido à falta de dinheiro para as consultas e até para os medicamentos, mas sobretudo "o sentimento de desesperança que se vive no país". Há também quem ligue apenas para pedir que não seja a família a descobrir o corpo, após o suicídio, mas muitos acabam por encontrar na conversa com o psicólogo uma alternativa e motivação para procurar ajuda.

* O FADO DA TROIKA


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ALBUNS CLÁSSICOS

2. The Dark Side of The Moon




Documentário de 2003 do Canal História, que relata como foi gravado o álbum The Dark Side of the Moon, da banda musical Pink Floyd. 
Além dos integrantes do Pink Floyd conta também com a participação do engenheiro de som Alan Parsons.

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HOJE NO
"RECORD"

Antigo campeão búlgaro devolve 
medalha em protesto

O lutador búlgaro Valentin Yordanov, campeão olímpico em Atlanta1996, renunciou esta quarta-feira à medalha de ouro em protesto pela retirada da luta do programa olímpico dos Jogos de 2020, anunciou a federação búlgara da modalidade.

"Em sinal de protesto, entrego ao Comité Olímpico Internacional (COI) a minha medalha de ouro ganha nos Jogos de Atlanta. Estou solidário com os milhões de atletas e simpatizantes do nosso desporto que estão contra a ideia de retirar a luta do programa olímpico", afirmou Valentin Yordanov, numa carta dirigida ao presidente do COI.

Valentin Yordanov refere que a "luta é parte integrante do movimento olímpico, e um dos fundamentos dos Jogos Olímpicos da Era antiga e da moderna".

Em Atlanta, Yordanov sagrou-se campeão olímpico na categoria de 52 quilos, e durante a carreira alcançou sete títulos mundiais e outros tantos europeus.

O presidente da Federação Internacional de Luta, o suíço Raphael Martinetti, demitiu-se no domingo em protesto contra a retirada da luta do programa dos Jogos Olímpicos de 2020.

A aprovação do programa olímpico de 2020 será feita pelo COI em setembro, em Buenos Aires.

* Verticalidade e coragem

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 EROS RAMAZZOTTI


UN'EMOZIONE PER SEMPRE




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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


Cancerosos estão sem remédios 
há quinze dias no Hospital de Braga 

Há cerca de duas semanas que Paulo Jorge Marques, doente oncológico, não recebe a medicação que devia no Hospital de Braga. 
O SINAL DO INCONFORMISMO

Por causa de "rutura no fornecimento", confirma a unidade hospitalar. O Hospital de Braga está sem medicamentos para o tratamento, em regime de ambulatório, de doentes do foro oncológico. 

Fonte hospitalar confirmou ao Jornal de Notícias a existência de "uma rutura de fornecimento da medicação". Aquela unidade hospitalar bracarense garantiu, todavia, que está a "envidar todos os esforços para a normalização da situação".

* Tristemente vai ser um hábito.

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 E se fossem 
gorduchos

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Reding admite que é preciso 
"mais tempo" para Portugal 

A vice-presidente da Comissão Europeia (CE) Viviane Reding admitiu esta quarta-feira no Porto ser necessário "mais tempo" para Portugal construir um futuro sólido.
"Estou muito preocupada com a situação económica e penso que cada cidadão deste país [Portugal] sabe que a situação não é fácil e que precisamos de mais tempo para construir novas estruturas para construir um futuro sólido para as próximas gerações", afirmou a responsável pela Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania da CE.
Viviane Reding, que falava momentos antes de um encontro com empresários na Associação Comercial do Porto, disse que a maior parte do Eurogrupo está "ciente que vai ser preciso tempo para ultrapassar a crise", mas também assinalou que "Portugal conseguiu voltar aos mercados e isso são boas notícias".

Reding disse ainda que em Março o Eurogrupo vai discutir a forma como dois países podem sair do programa de ajuda externa: Irlanda e Portugal.

"Só o facto de esta discussão existir mostra que, apesar de todas as dificuldades que as pessoas sentem neste país, as coisas estão a seguir na direcção certa. Em Março, os ministros das finanças vão olhar para os números e os factos e ver a maneira de Portugal se manter sozinho novamente", frisou.

A dirigente luxemburguesa destacou ainda a forma "notável" e a "coragem" do Governo português em levar as reformas por diante, que acredita serem "absolutamente necessárias".

"Este país estava em muito mau estado e teria sido uma catástrofe para as próximas gerações se isso tivesse continuado", referiu.

A responsável da CE lembrou também o regresso de Portugal aos mercados - sinal de que "as coisas estão na direcção certa" - e a forma como a Europa ajudou o país "no momento em que não se conseguia refinanciar sozinho".

Assinalou, porém, que "isso é solidariedade mas não é a solução. A solução é a de que cada país seja capaz de se aguentar sozinho".

Sobre as manifestações de descontentamento entre os portugueses quanto às políticas do Governo, salientou que talvez "as pessoas ainda não vejam a luz ao fundo do túnel, mas têm de saber que os sacrifícios que fazem são para o bem do país e Portugal sairá da crise mais sólido do que antes".

A Comissão Europeia integra, juntamente com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu, a troika de ajuda financeira a Portugal.

* Gaspar, finalmente, também já reconhece... a asneira que tem defendido

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2/OS AÉREOS DA 
DESGRAÇA































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HOJE NO
"DESTAK"

 Europol ajudou Polícia Judiciária 
na descoberta de 1.901 notas falsas 
de 200 euros

As 1.901 notas de 200 euros falsas apreendidas no Grande Porto são de "excecional qualidade" e só foi possível descobri-las após uma investigação internacional que juntou Judiciária e Europol, disse hoje a coordenadora de Investigação Criminal da PJ/Porto.
"Esta falsificação é muito boa, tem uma ótima qualidade, não só pelo papel, mas também por ter na sua execução um conjunto de elementos de segurança que fazem com que a nota pudesse passar mesmo naquelas máquinas de infravermelhos", explicou a coordenadora de Investigação Criminal Damiana Neves, acrescentando que a marca de água é o elemento com pior qualidade.

As notas falsas de 200 euros, cuja contrafação foi feita no estrangeiro, foram apreendidas na posse de um indivíduo de 46 anos, que circulava com o valor total de 380.200 euros, explicou Damiana Neves, numa conferência de imprensa realizada hoje à tarde, referindo que a investigação se prolongou por cerca de um mês.

* Parabéns sinceros à P.J.

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 Preservativo 


com gelado





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HOJE NO
"i"

António Barreto. 
Coesão social continua ameaçada e políticos não explicam o que se passa 

A coesão social continua ameaçada e os políticos não explicam aos portugueses as decisões sobre a crise, criticou hoje o sociólogo António Barreto, para quem todos os povos um limite para os sacrifícios exigidos.

"A coesão [social] continua ameaçada, não há sinais de suavização, de suavidade, e creio que tanto os políticos do Governo como os da oposição continuam a manter uma insuficiente explicação, [nomeadamente] afetiva com a população que lhes permita explicar o que se está a passar", disse o especialista.

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos falava aos jornalistas depois da apresentação do Portal Opinião Pública (POP), uma parceria desta entidade e do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa para disponibilizar dados acerca das atitudes e valores dos europeus, e dos portugueses, sobre assuntos como família, religião, economia ou trabalho.
"A cada dia que passa acrescenta-se uma ameaça às anteriores e é mais difícil saber hoje até onde se pode ir", referiu o especialista.

Aliás, "todos os povos têm um limite e o português também, não sabemos é onde ele está", alertou.
Questionado acerca da reação dos portugueses à crise económica e às medidas de austeridade, António Barreto defendeu que "a ideia de que quando uma pessoa passa o limite se limita a ir para a rua e queimar coisas é errada".

Agora "vamos ver como é que os portugueses se comportam na rua, no trabalho", acrescentou.
A forma como cada cidadão reage às dificuldades, à frustração e ao sentimento de injustiça difere.
"As pessoas podem fazer manifestações pacíficas, menos ordeiras ou violentas, mas também podem trabalhar pior, trabalhar mal, não ter ideias ou não ter imaginação", não fazer novos planos, imigrar ou ter problemas de família.
Ainda acerca das manifestações públicas, o presidente da Fundação, alerta que não pode classificar-se "tudo da mesma maneira".

Respondendo à situação em que um grupo de particpantes numa conferência no ISCTE não deixou o ministro adjunto e da Presidência Miguel Relvas discursar, António Barreto salientou que, em democracia, todos têm direito a falar.
Perante "10 ou 20 estudantes a cantar a Grândola Vila Morena e a impedir um ministro de falar, posso sorrir nos primeiros segundos, depois já não sorrio porque eles têm o direito de falar, mas o ministro também e não gostei do que se passou", frisou.

António Barreto disse aos jornalistas que os responsáveis da Fundação Francisco Manuel dos Santos chegaram a ponderar avançar com uma parceria com uma instituição ou empresa para enfrentar os elevados custos do trabalho de divulgação de dados estatísticos.
Até agora, essa decisão não foi tomada porque "muitas das parcerias implicam perda de independência, de caráter ou de personalidade", explicou, admitindo, no entanto, ser possível que tenham de voltar a refletir sobre esse assunto.

* Sempre manifestámos muito respeito por António Barreto, e estamos muito atentos às suas opiniões, consideramos no entanto ser desnecessário ouvir mais um dos maiores enganadores contemporâneos deste país, paladino da legalidade sem ética.

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 7/MENSAGENS
SEM DÓ





















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  HOJE NO
"A BOLA"

«Quem sair mais cedo da Europa fica mais perto de ganhar o título», diz Jorge Jesus
 
Pragmático. Jorge Jesus fez há poucos minutos a antevisão do jogo de amanhã, com o Leverkusen, para a Liga Europa, mas logicamente falou das competições internas e do campeonato, grande objetivo dos encarnados para esta temporada. E, por isso, o treinador benfiquista acredita que, entre Benfica e FC Porto, o que primeiro for eliminado da Europa fica em melhores condições para conquistar a liga.
 «Das duas equipas que estão na frente [Benfica e FC Porto], aquela que sair mais cedo da Europa tem mais hipóteses de ganhar o campeonato», disse Jorge Jesus, garantindo, porém, que sonha em chegar a uma final europeia.

«Já estive numa meia-final, mas a ambição de um treinador é chegar a uma final europeia e, por isso, este é um jogo importante para atingir essa marca», considerou o treinador. 

* Jorge Jesus quando não alimenta picardias fala com senso. 

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MEXEM-SE MUITO...



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HOJE NO
"PÚBLICO"

D. Carlos Azevedo nega acusações 
de assédio sexual 

Bispo diz que é uma pessoa calorosa e que é com essa atitude que recebe as pessoas que o procuram em dificuldades, mas nega qualquer "atitude imoral".

"Nego totalmente as acusações de assédio sexual." É assim que bispo D. Carlos Azevedo reage à notícia da revista Visão que o aponta como suspeito de assédio sexual.
O ex-bispo auxiliar de Lisboa, e actual membro do Conselho Pontifício da Cultura do Vaticano, disse na noite desta quarta-feira ao PÚBLICO que já tinha ouvido uns "zunzuns" sobre uma queixa contra si, mas que "nem pessoalmente nem institucionalmente" foi informado da mesma. "A Nunciatura nunca falou comigo, nunca fui chamado a depor." Mais: nunca recebeu "um reparo". E lamenta o "sencionalismo" que "destrói a vida das pessoas".

A revista Visão, que vai para as bancas nesta quinta-feira, relata que foi em 2010 que um padre do Porto apresentou uma queixa ao núncio apostólico, apresentando-se como uma das vítimas de assédio. Ao PÚBLICO, D. Carlos Azevedo diz que tem "um jeito de ser caloroso, afectivo", para com as pessoas que o procuram para falar das suas dificuldades, mas que "nunca houve qualquer relação que justificasse a ideia [de que houve] qualquer atitude imoral". E fala de uma possível "incompreensão por parte de outras pessoas".

Os alegados casos de assédio a membros da Igreja Católica Portuguesa remontam aos anos 1980 mas só terão sido conhecidos após uma denúncia feita em 2010 ao núncio apostólico em Portugal.

O representante da Santa Sé terá recebido uma queixa de um sacerdote e actual coordenador nacional das capelanias hospitalares, validando-a e desencadeando um inquérito realizado pela Nunciatura que, segundo a Visão, permitiu referenciar outros casos suspeitos.

A revista revela ainda, segundo a Lusa, que a investigação foi efectuada com conhecimento e colaboração de sectores da hierarquia católica.

O resultado das diligências por parte da Nunciatura não é conhecido, mas, em Novembro de 2011, aquele que era apontado como possível sucessor do cardeal-patriarca José Policarpo foi nomeado delegado do Conselho Pontifício da Cultura.

Uma nota hoje divulgada pelo porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Manuel Morujão, e citada pela Lusa, diz que o bispo Carlos Azevedo, "envolvido em acusações de comportamentos impróprios", conta com a "oração fraterna" do episcopado.

"Contrariando as nossas expectativas, vemos que o nome do bispo D. Carlos Azevedo, actualmente em Roma, está envolvido em acusações de comportamentos impróprios, não conformes com a dignidade e a responsabilidade do estado sacerdotal", sublinha a CEP. Os bispos sublinham que não podem nem devem "julgar apressadamente" sobre a veracidade dos relatos, mas recordam que de qualquer membro da Igreja se espera um comportamento exemplar", sobretudo "por quem se comprometeu a viver o celibato sacerdotal".

O comunicado termina referindo que Carlos Azevedo pode contar com a “solicitude” dos bispos e com a sua “oração fraterna”.

-As pessoas em primeiro lugar têm direito ao bom nome. 
-Regra geral os suspeitos de pedofilia negam tais actos. 
-As corporações religiosas têm sempre uma oração frataerna para os seus associados.

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  4.CONVICTAMENTE

























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