sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 ESPELHOS DE VIDA

LIN DANCE THEATRE 






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HOJE NO
"i" 

Falta de aderência entre rodas e carril originou acidente em Alfarelos, revela inquérito 

O inquérito ao acidente ocorrido na segunda-feira à noite na Estação de Alfarelos/Granja do Ulmeiro, no concelho de Soure, concluiu que a colisão entre os dois comboios foi motivada por falta de aderência entre as rodas e o carril.
Essa falta de aderência originou deslizamentos de ambos os comboios e contribuiu para a não imobilização dos mesmos antes do sinal de entrada da Estação de Alfarelos, refere o documento hoje divulgado.
 O embate de um comboio ‘intercidades’ na retaguarda de um ‘regional’, parado à entrada da estação de Alfarelos/Granja do Ulmeiro, na segunda-feira, pelas 21:15, provocou 15 feridos ligeiros, assistidos nos Hospitais da Universidade de Coimbra, além de oito outros que receberam tratamento e/ou assistência psicológica de equipas do INEM, mobilizadas para o local do acidente. Já todos os feridos tiveram alta médica.

* Sabe-se que a autoridade europeia reguladora do tráfego ferroviário e de tudo o que o envolve, recusou aceitar o relatório conjunto elaborado pela CP e REFER por não lhes reconhecer credibilidade. Mais, o GISAF, entidade que devia fiscalizar os acidentes ferroviários e única  acreditada na União Europeia, não funciona há dois anos. Este governo é brilhante.
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Os preservativos 
também se vestem






















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HOJE NO
"A BOLA"


Dezenas de jogadores da Liga inglesa inscritos em «site» de encontros
 
A Imprensa inglesa revela que dezenas de futebolistas da «Premier League» e da «Championship» estão inscritos num «site» de encontros maioritariamente para pessoas casadas.
De acordo com o Daily Mail, jogadores do Manchester United, Chelsea e de muitos outros clubes estão inscritos neste «site» cujo objetivo é facilitar encontros a homens casados sob sigilo e discretamente.

A agência de encontros em questão terá mais de 695 mil membros inscritos. 

* A vida privada é de cada um, tudo o resto é falsa moral e inveja. 

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A-A HISTÓRIA DA CIRURGIA
 

  5- POR DENTRO DO CÉREBRO






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HOJE NO
"PÚBLICO"

Estado perdeu 1715 milhões de euros
 em Certificados de Aforro em 2012 

No último mês de 2012, os privados investiram 66 milhões de euros em Certificados de Aforro e levantaram 65 milhões.

O Estado perdeu 1715 milhões de euros em Certificados de Aforro ao longo de 2012, ainda que em Dezembro, pela primeira vez desde pelo menos há dois anos, as emissões tenham sido superiores às amortizações.

De acordo com o Boletim Mensal do IGCP, o instituto que gere a dívida pública portuguesa, a 31 de Dezembro de 2011, os portugueses tinham 11.384 milhões de euros aplicados em Certificados de Aforro, um valor que caiu para os 9669 milhões no final do ano passado (-1715 milhões de euros).
No último mês de 2012, os privados investiram 66 milhões de euros (emissões) em Certificados de Aforro e levantaram 65 milhões (amortizações), uma situação que já não se verificava há, pelo menos, dois anos.

Em Agosto do ano passado, o Governo alterou as condições de remuneração dos Certificados de Aforro das séries B e C, que passaram a ter um prémio fixo a partir de Setembro de 2012, ficando em ambas as séries com um retorno de cerca de 3,2%.
No caso da série B, a melhoria da remuneração traduziu-se num aumento do prémio fixo de 1,0 por cento (100 pontos-base), passando a remuneração a ser de 3,2808%.

Para a série C, o Governo decidiu suspender o prémio em vigor e substituí-lo por um prémio fixo de 2,75% (275 pontos-base), obtendo-se uma remuneração de 3,268%.
Tanto a série B como a série C passaram a ser indexadas a taxas de juro de curto prazo.
Na altura, o Governo esclareceu que estas condições excepcionais de remuneração vigoram de 1 de Setembro de 2012 a 31 de Dezembro de 2016, data após a qual serão retomadas as condições originais, estabelecendo-se um limite máximo de remuneração de 5%.

* Até ao ataque de Teixeira dos Santos a esta poupança dos "remediados/pobres", os certificados para além da pequena mais-valia financeira tinha uma influência positiva na auto-estima do cidadão, agora está o assalto sócio/fiscal concretizado e as pessoas levantam os certificados em recurso extremo.

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HELENA CRISTINA COELHO

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Este país não é para pequeninos?

Há momentos para ter opinião e há momentos para ser neutro. De um regulador, espera-se que evite os primeiros, mas que não fuja dos outros. Por isso, quando a presidente da Anacom, entidade que regula as telecomunicações, defende o reequilíbrio de forças no mercado, está a cumprir o seu papel.

Porém, quando admite que uma operadora está numa situação tão difícil que só uma fusão com uma empresa maior lhe pode garantir hipóteses de sobrevivência, está a ir além das suas competências. Mas foi isto que Fátima Barros fez ontem, no Parlamento, quando, a propósito dos planos de fusão entre a Zon e a operadora móvel da Sonaecom, afirmou ser "muito mais preocupante para a situação da Optimus se esta não entrar na fusão, porque corre sérios riscos de não aguentar a concorrência". Ou quando recordou, na sequência do mesmo assunto, que "os pequeninos acabam por morrer, como têm morrido ao longo do tempo". Fátima Barros devia ter ficado pela clarificação das regras do jogo, excedeu-se ao revelar como ele deve terminar. Pior: comentou publicamente a situação financeira de uma empresa privada, quando não tem intervenção na sua gestão directa, e partihou a convicção de que só a fusão pode salvar a Optimus do fim, quando essa decisão cabe a accionistas e ao mercado.

Há sempre fortes e fracos, grandes e pequenos em qualquer sector. As telecomunicações não são excepção e é sabido que esse equilíbrio de forças não tem sido fácil de manter. Daí ser ainda mais importante que o regulador faça bom uso da camisola de independência que é suposto vestir nesse lugar: garantir que o jogo funciona e que as regras são cumpridas sem prejuízo de ninguém. Como no futebol, não é o árbitro que incentiva a transferir jogadores da equipa mais fraca para a mais forte só para garantir que o desafio é justo. É a cada equipa que compete escolher o campeonato e jogar com as armas e trunfos que tem. Quem não conseguir ganhar, terá de deixar o jogo pelo seu próprio pé e procurar as alternativas que achar convenientes para voltar ao campo.

Independentemente do agrado ou descontentamento que a fusão entre Zon e Optimus possa gerar, a verdade é que ela está em marcha e, a concretizar-se, deverá mesmo resultar no desaparecimento da Optimus. É ingénuo pensar, num processo de fusão como este, que o pequeno fica grande - é o grande que fica maior. O que significa que, a cumprir-se esse cenário, o problema coloca-se de novo: formam-se dois gigantes no sector (PT e Zon/Optimus) e fica um terceiro mais pequeno (Vodafone).

E então como vai ser: voltamos à teoria de que os pequenos só sobrevivem devorados pelos grandes? Nessa altura, tal como agora, a principal preocupação da Anacom deve ser a de evitar que a concorrência sobrevive sem ser engolida também. O resto são negócios privados.


IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
24/01/13

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"


Bancos cortam 
avaliação das casas em 7,7% 

O valor médio da avaliação bancária para efeitos de crédito à habitação recuou 7,7% em 2012, para os 1035 euros por metro quadrado. 

Segundo o INE, os apartamentos, cuja avaliação era, em média, de 1.170 euros/m2 em 2011, passaram a 1.064 euros no ano passado, uma descida de 9%, enquanto as moradias, que eram avaliadas em 1.043 euros/m2 passaram para 985 euros (-5,5%). Todas as regiões registaram variações negativas entre 2011 e 2012, mas as que mais se desatacaram foram Lisboa, onde a avaliação bancária teve um decréscimo de 9,7%, e os Açores, onde caiu 11,8%. 

O INE salienta, no entanto, que este inquérito à avaliação bancária incorpora nova informação relativa às Regiões Autónomas, alterações medidas pela diferença dos valores médios em euros por metro quadrado que tiveram um impacto reduzido para o total do país, mas foram significativas para a Madeira e os Açores. 

 Em Dezembro de 2012, o valor médio da avaliação bancária no país situou-se em 1.019 euros/m2, correspondendo a uma variação mensal de 0,2% e homóloga de 5,1%. A Madeira e o Algarve registaram as maiores descidas face a novembro, respetivamente 18 euros (-1,4%) e 17 euros (-1,3%), para 1.302 euros/m2 e 1.291 euros/m2. 

Na Área Metropolitana de Lisboa, o valor médio de avaliação subiu 0,2% face a novembro, para 1.194 euros, mas teve uma descida homóloga de 5,9%. Na Área Metropolitana do Porto, o valor foi idêntico ao de novembro (964 euros), mas diminuiu 4,4% em termos homólogos. 

 * Há poucos anos era um fartar vilanagem por parte da banca, inflacionava-se a avaliação das casas para incluir o automóvel ou o  "barquito", cidadãos que não ganhavam líquido mais de 800 euros exibiam na carteira quatro cartões de crédito, os telefones não paravam a dizer-nos que nos davam um crédito imediato de 5 ou 10 mil euros e de repente a miséria e a agiotagem. 
A banca compra dinheiro, não nos cansaremos de repetir, a 0.75% e vende-o a 9%, grande negócio.

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A-CIVILIZAÇÕES PERDIDAS

1.5 ATLANTIDA E OUTRAS



 Como é hábito os episódios anteriores desta série fora editados nas sextas-feira precedentes à mesma hora.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

250 mil portugueses estarão 
dependentes de ansiolíticos 

Cerca de 250 mil portugueses terão sinais de dependência de ansiolíticos ou de medicamentos para dormir e quatro em cada 10 já tomaram algum destes remédios pelo menos uma vez na vida, segundo um inquérito divulgado esta sexta-feira pela Deco.

A associação de defesa do consumidor Deco realizou um inquérito a mais de 12.500 pessoas, tendo uma amostra representativa da população adulta portuguesa.
Os resultados, publicados na edição de fevereiro/março da revista Teste Saúde, indicam que haverá cerca de 250 mil portugueses com sinais de dependência.
Foram analisados os utilizadores de ansiolíticos e hipnóticos, sabendo-se já que, neste grupo, os fármacos mais usados são as benzodiazepinas, que provocam dependência.
Cerca de um quarto dos utilizadores destes remédios revelou sinais de "uso problemático", com a sensação que o efeito dos comprimidos está a diminuir ou que está a causar maios danos que benefícios.
Segundo a revista, um quinto dos inquiridos que toma estes fármacos admitiu grande preocupação e nervosismo quando não tem os comprimidos à mão ou não os toma nas horas habituais.

* Com todo o maior  respeito que temos pelos estudos da DECO, verdadeira defonsora do consumidor português, achamos escasso o número apontado.

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BILLY JOEL
  

  PIANO MAN




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Em causa o fim dos cursos de engenharia 
Alunos da Católica em "pânico" 

Os alunos de Engenharia da Universidade Católica estão em "pânico" com o fim dos cursos "já em fevereiro", por decisão do Conselho Superior, que deverá garantir a conclusão dos estudos na instituição apenas aos finalistas. 

Na associação de estudantes de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa, o ambiente é entre o “pânico” quanto ao futuro e a “desilusão” pela forma como foi tratado o processo de acabar com os cinco cursos de Engenharia. “Disseram-nos que os alunos que estão no último ano ainda poderão terminar a licenciatura aqui na Católica. Assim como os alunos de mestrado. Já todos os outros, que ainda não estão na iminência de terminar serão transferidos já no próximo semestre”, contou à Lusa a presidente da associação de estudantes de Engenharia, Sónia Vaz. 

Os alunos dos cursos de Mecânica, Civil, Biomédica, Informática e Industrial desconhecem ainda para onde serão transferidos, apesar de o segundo semestre começar já em fevereiro. As dúvidas poderão ficar esclarecidas durante a tarde de hoje, já que está agendada uma reunião para as 14h30 entre os estudantes e a reitora da universidade, Maria da Glória Garcia. 

 Em plena época de exames, os alunos foram surpreendidos pela decisão através de um comunicado da Reitoria e da Direção da Faculdade, divulgado internamente esta quinta-feira. "A Universidade Católica Portuguesa procura agora soluções que acautelem devidamente o percurso académico dos estudantes, bem como a situação dos docentes e funcionários, após análise cuidada e detalhada de cada caso”, informa o comunicado enviado às redações. Sónia Vaz disse que o ambiente é de desilusão: “Os alunos estão desiludidos pela forma como foi encaminhado o comunicado, sem nenhum esclarecimento aos alunos, que ficaram todos em pânico. Nem sabem se têm de estudar para os exames”. 

Entre os alunos paira o receio de que se repita a história que recentemente envolveu o fim do curso de arquitetura da Católica. “Há cerca de três anos acabaram com o curso e os alunos foram integrados no (Instituto Superior) Técnico mas, no ano seguinte, tiveram de se candidatar como alunos externos e não conseguiram ficar no Técnico. 

Ficaram abandonados e tiveram de se candidatar a outras Faculdades. Queremos garantias de que não corremos esse risco”, afirmou a presidente da Associação de Estudantes. Os alunos dos cursos de Engenharia da Universidade Católica gastam, em média, mais de cinco mil euros por ano em propinas. “Num semestre em que os alunos façam os 30 créditos, a mensalidade é de 508 euros”, lamentou Sónia Vaz, sublinhando que em causa está o futuro de cerca de 130 alunos dos cinco cursos. 

Segundo explicou Sónia Vaz, nos últimos anos, a Universidade tem vindo a reduzir a oferta de cursos de engenharia: este ano, apenas Biomédica abriu vagas para novos alunos. “Decidiram abrir vagas para Mecânica, Civil e Biomédica, mas este ano só abriu Biomédica, porque foi o único que teve candidaturas suficientes, que rondaram as 25”, recordou, lembrando que no caso de Informática e Industrial, as inscrições para novos alunos já não abrem “há alguns anos”. 

* Os cursos técnicos são caros, implicam grande investimento em equipamentos e laboratórios o que reduz lucros e o espaço que ocupam podem ser utilizados por cursos mais "teóricos", isto é mais lucrativos que são uma bem-aventurança p'ró negócio.

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EFEITOS ESPECIAIS



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Perito alemão critica 
estratégia de Portugal para salários

Um responsável do Instituto Alemão para Investigação Económica (DIW) considerou hoje que a estratégia para reduzir os custos do trabalho que Portugal está a levar a cabo não é a melhor por ser exclusivamente através da redução dos salários. 

Falando à margem do "I Fórum Portugal-Alemanha", que hoje encerra em Lisboa, o chefe do departamento de macroeconomia do instituto DIW, Christian Dreger, reconheceu em declarações à agência Lusa que Portugal já alcançou "progressos significativos" no quadro do seu processo de reajustamento. Como exemplo, este especialista referiu o facto de Portugal ter conseguido reduzir os custos unitários de trabalho "em cerca de cinco por cento". 

 Contudo, Christian Dreger vincou que essa redução "não foi conseguida em termos de produtividade, mas exclusivamente através da redução salarial". "Essa é uma estratégia, mas não uma estratégia que corresponde propriamente à estratégia de crescimento da União Europeia, que preconiza uma aposta no crescimento inteligente", afirmou. É por isso que a redução dos custos laborais é "só mais um elemento nos vários esforços" que Portugal tem de levar a cabo no quadro do seu processo de reajustamento, afirmou Dreger, que hoje participou no painel "Portugal e Alemanha: Parceiros na inovação e na competitividade num mundo globalizado". 

Para este especialista do Instituto Alemão para Investigação Económica, com sede em Berlim, é "mais importante" que Portugal leve a cabo uma "reforma para diversificar e sofisticar a sua estrutura exportadora" para que dessa maneira "consiga apostar mais em inovação e em tecnologia de ponta". "Portugal continua muito focado numa produção com forte intensidade de mão-de-obra e nesse domínio as perspetivas não são certamente cor-de-rosa", disse. 

Acresce que a "estratégia de crescimento baseado nas exportações" que Portugal está a levar a cabo torna-se "muito difícil num altura em que a zona euro está em recessão", alertou.

* Os governantes portugueses sabem muito sobre esta matéria, são no entanto incapazes de reduzir os custos de trabalho através do aumento da produtividade, chama-se indolência política.

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 AS MENSAGENS



NA WEB/4





















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HOJE NO
"RECORD"

FPF abre processo disciplinar 
aos dragões

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) abriu um processo ao FC Porto, devido à utilização irregular de três jogadores na Taça da Liga, disse esta sexta-feira à Lusa fonte próxima ao processo.

O FC Porto pode ser desclassificado da Taça da Liga por utilização irregular de Fabiano, Abdoulaye e Seba frente ao V. Setúbal, menos de 72 horas depois de terem alinhado na equipa B, contrariando o regulamento.

Após a abertura do processo disciplinar, o CD remeteu os documentos para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), uma vez que terá de ser a Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) do organismo a desencadear a instrução e a deduzir a acusação, acrescentou a fonte. Em condições normais, uma vez que a prova é organizada pela LPFP e sujeita ao seu Regulamento de Competições e Regulamento Disciplinar, o processo deveria ter sido desencadeado pelo organismo.

A mesma fonte referiu que este processo não pode ter sido decidido esta sexta-feira, uma vez que o número dois do Artigo 259.º do Regulamento Disciplinar da LPFP, que regula a tramitação do processo sumário, estipula um prazo de cinco dias para que tal aconteça. A abertura do processo disciplinar por parte do CD da FPF suspende a homologação do resultado do encontro entre FC Porto e V. Setúbal, que, em condições normais, seria feita em 30 dias.

O Regulamento de Competições da LPFP, sobre a inscrição e participação de equipas B na 2.ª Liga por clubes da 1.ª Liga, dita, no artigo 13.º, que "qualquer jogador apenas poderá ser utilizado pela equipa principal ou equipa B decorridas que sejam 72 horas após o final do jogo em que tenha representado qualquer uma das equipas, contadas entre o final do primeiro jogo e o início do segundo".

O trio foi titular na vitória caseira dos dragões sobre a formação setubalense, por 1-0, com golo de João Moutinho, no encontro da terceira jornada do Grupo A da terceira fase da Taça da Liga, disputado a 9 de janeiro, e que teve início às 17h30, ou seja, 71 horas e 45 minutos após o final do jogo anterior.

A 6 de janeiro, o guarda-redes brasileiro, o defesa senegalês e o avançado brasileiro tinham alinhado, também de início e durante os 90 minutos, no encontro do FC Porto B diante da Naval, da 21.ª jornada da 2.ª Liga, que teve início às 16h00 e terminou cerca das 17h45. De acordo com o artigo 78.º Regulamento Disciplinar da LPFP, sobre a inclusão irregular de jogadores, o clube será punido com as sanções de derrota e de subtração de pontos (dois a cinco), enquanto o artigo 44.º frisa que a sanção da derrota prevê a perda dos pontos correspondentes ao jogo em causa e a sua atribuição ao adversário.

Logo, o FC Porto poderá perder os três pontos conquistados e cair o segundo lugar do Grupo A, por troca com os sadinos, que assim garantem a passagem às meias-finais da prova, onde devem defrontar o Rio Ave. Na outra meia-final, Sp. Braga recebe o Benfica, vencedor das últimas quatro edições do troféu.

* Não somos adeptos do FCP e lei é lei, mas a aplicação da lei refere-se neste caso a uma "panasquiçe" de 15 minutos que pode deitar por terra o esforço e valor dos jogadores da equipa.
Assim não.

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NOVA YORK VAZIA





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 Era um lingrinhas/6




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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

 Desempregados tratados como "bandidos" em centros de emprego

O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza denunciou, esta sexta-feira, que há centros de emprego que tratam os desempregados como "bandidos" e esquecem-se que, para terem direito a subsídio de desemprego, essas pessoas já descontaram para a Segurança Social.
Sérgio Aires falava no decorrer do debate promovido pela rádio Antena 1 sobre "Estado Social. Que futuro?", em Lisboa, no qual criticou o facto de alguns centros de emprego tratarem os desempregados como "bandidos". No final do debate, o presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal admitiu à agência Lusa que alguns centros de emprego, em algumas zonas do país, estão a passar por situações "que os próprios funcionários nunca imaginaram", "desde o número de pessoas que acorre aos centros de emprego até ao volume de trabalho que também aumentou".

 Sérgio Aires frisou que se trata de um "trabalho meramente burocrático" porque as "pessoas vão aos centros de emprego marcar presença" em vez de irem procurar ofertas de emprego ou mostrar que andam à procura de emprego. "É provável que o cansaço de alguns funcionários de alguns centros de emprego ajude a que esta interpretação seja feita, principalmente em cidades onde o desemprego é mais acutilante, como Setúbal ou o Porto, mas a verdade é que os ecos que nos chegam é que as pessoas são tratadas como se não tivessem direito a receber aquele valor e estão a tirar dinheiro a alguém", criticou. 

Sublinhou que esta é uma situação "emocionalmente muito pesada" para alguém que não contava estar desempregada, que tem outras pessoas a cargo e que muitas vezes para terem algum rendimento extra têm de fazer coisas "inimagináveis" como ir buscar um familiar a um lar para poder ter acesso ao valor da pensão e complementar assim o rendimento mensal do agregado familiar. "Tudo isso em cima desta mesma pessoa e ainda por cima vai a um centroi de emprego e é tratado como se o dinheiro que está a receber no estivesse a roubar a alguém, não é positivo", apontou, apesar de admitir que os centros de emprego também estão atualmente "numa situação muito complicada". 

Sérgio Aires alertou também que, se muitas vezes as pessoas desempregadas recorrem à economia informal, "não é porque são bandidos, mas porque têm contas para pagar e pessoas para alimentar". "O que os nossos políticos têm de pensar é que se não se fizer nada no sentido de criar e reforçar a economia formal, a economia informal vai crescer", apontou. 

Acrescentou que há preconceito em relação ao desemprego, às pessoas desempregadas, a quem recebe o Rendimento Social de Inserção (RSI), com todas as pessoas "que ficam nesta dependência do Estado como se o Estado não tivesse obrigação de lhes pagar". 

O responsável deixou ainda um alerta em relação ao caminho que se está fazer em matéria de reforma do Estado Social e de como se pode estar a caminhar para o fim do Estado democrático dado que "a coesão social está em risco".

* Esse tratamento não é inocente, alguém o induz a fazê-lo...

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 Era um lingrinhas/5




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 2/PARA VIVER
               E SONHAR

Das mais simples e acolhedoras


ao tradicionalismo conservador



ou como se fosse uma jóia incrustrada


talvez um bloco temático


 num desafio ao fio de prumo


recambiada do Ártico


ou na magia do abismo



a noite revela-a em pleno


no céu e no mar


em qualquer lugar


 na  simplicidade do tempo


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 Era um lingrinhas/4





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