quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O NOVO CEMITÉRIO
 DE LISBOA 





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 SOPRA A DOCE BRISA...























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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ex-inspetor "espantado" 
com falta de manual 

 O Tribunal de Lisboa confrontou hoje um ex-agente da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) com a inexistência de um manual de procedimentos na farmácia do hospital de Santa Maria, ao que este se mostrou "espantado". 

Na audiência de hoje, daquele que ficou conhecido como o caso de "cegueira de Santa Maria", o presidente do coletivo de juízes da 7ª. vara criminal de Lisboa, Alfredo Gameiro Costa, confrontou o ex-subinspector Felisberto Jerónimo, com o facto de já ter ficado provado em tribunal que não havia manual de procedimentos quando, em julho de 2009, seis pessoas ficaram parcial ou totalmente cegas, depois de terem recebido injeções intraoculares. 

Alfredo Gameiro Costa invocou depoimentos de audiências anteriores, depois de o subinspetor ter afirmado que, quando inspecionou o hospital na sequência do incidente, ter tido conhecimento de que havia um manual de procedimentos que, apesar de estar em atualização, lhe teria sido "exibido". 

 O ex-inspetor disse ainda não ter a certeza de quem teria exibido o manual, admitindo, como possibilidade, a então diretora do serviço de farmácia do hospital, Regina Lourenço. Os factos remontam a 17 de julho de 2009, quando seis pessoas cegaram total ou parcialmente no hospital de Santa Maria, em Lisboa, depois de lhes terem sido ministradas injeções intraoculares, supostamente com Avastin. 

Os arguidos, o farmacêutico Hugo Dourado e a técnica de farmácia Sónia Baptista, são acusados de seis crimes de ofensa à integridade física, por negligência, e incorrem numa pena de prisão de dois anos. Felisbelo Jerónimo assinou o relatório "preliminar" da IGAS de 31 de julho de 2009. 

 "Fizemos um relatório preliminar e chegámos a algumas conclusões com fragilidades", disse, atribuindo-as ao nível do funcionamento da farmácia, pelo que basearam o relatório nos dados do Infarmed. Felisbelo Jerónimo - que se encontra aposentado da IGAS desde julho de 2009 - disse ainda recordar-se de ter ido a Santa Maria, pela primeira vez, no âmbito daquele caso, a 23 de julho. Sobre a causa provável da cegueira dos seis pacientes do hospital, atribui-a a "uma eventual troca de seringas", por "erro humano". 

Quando questionado pelo advogado da arguida sobre a existência de medicamentos diferentes, no tabuleiro em que estavam as alíquotas com as injeções que viriam a ser ministradas aos pacientes, o ex-inspetor do IGAS invocou "ter memória visual" de que existiam. A afirmação foi contestada pela defesa da arguida, pois, após os seis casos de cegueira de Santa Maria, o hospital cessou a utilização de alíquotas na preparação do medicamento, conforme tem sido dito ao longo deste julgamento, iniciado em fevereiro de 2012. 

Felisberto Jerónimo também não conseguiu explicar o motivo por que o relatório da IGAS atribuiu os casos de cegueira à administração de "bevacizumab" (Avastin). Nem o subinspetor da IGAS nem a então inspetora do Infarmed Erica Cardoso, farmacêutica, que hoje prosseguiu o depoimento, se mostraram contra a utilização de alíquotas na preparação de medicamento, ainda que a segunda tenha sublinhado tratar-se de "um método que exige preparação adequada e cuidados redobrados". A audiência de hoje ficou ainda marcada pelo facto de o presidente do coletivo de juizes ter invocado razões "economicistas", no uso de Avastin. 

"Os problemas sempre surgiram, mesmo nos EUA, porque quem utiliza alíquotas faz a análise da relação risco/benefício, mesmo que haja pessoas que acabam por ter reações adversas graves", disse, sublinhando que, em Portugal, também "tiveram consciência disso, mas preferiram arriscar". "Enquanto uma ampola de Lucentis custa cerca de 2.000 euros, uma de Avastin custa 50 e dá para uma dezena de intervenções", frisou. O julgamento prossegue a 04 de fevereiro, com a audição da primeira testemunha de defesa de Hugo Dourado.

* Estranho, seis pessoas ficam cegas e os presumíveis culpados podem levar até 2 anos de prisão, um indíviduo rouba um supermercado e leva 2 anos à mesma, com que intuito é que as leis são redigidas deste modo?

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 II- O UNIVERSO

  2- VIAJAR NO ESPAÇO




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HOJE NO
"RECORD".

Sérgio Silva assina pelo Sporting 
Reforça atletismo leonino 

Sérgio Silva, que era atleta da extinta Conforlimpa, vai passar a correr pelo Sporting, clube por quem assinou esta quinta-feira o fundista, que também é o melhor praticante português de duatlo. O atleta, de 30 anos, continua ligado ao Galitos no duatlo, modalidade em que foi quinto no último Mundial. Em 2011, foi o primeiro no Mundial de Gijon, título que perderia depois, por doping, sendo sancionado com seis meses de suspensão, já cumpridos.
No atletismo, Sérgio Silva já representou o Maia e o Maratona, estando ligado ao Grupo Desportivo e Recreativo da Conforlimpa desde o início da época, em outubro. Entretanto, o clube acabou por ser extinto no final de 2012, por falta de patrocinadores, e os seus atletas puderam vincular-se a outro emblema, ainda no decurso da época: Pedro Ribeiro regressou ao Maia, José Moreira e Licínio Pimentel reforçaram o Benfica e agora Sérgio Silva ingressa no atletismo dos "leões".

"Mais que um sonho, é uma motivação extra, numa altura difícil, estar num clube como Sporting, formador de grandes glórias do atletismo mundial", disse o atleta, após assinar pelo novo clube. Abreu Matos, coordenador do atletismo do Sporting, refere que "é sempre uma mais valia ter um atleta como o Sérgio Silva".

A estreia com a nova camisola vai dar-se no próximo domingo, na Corrida dos Reis da ilha do Pico (Açores). Os recordes pessoias de Sérgio Silva, no atletismo, datam de 2011 - 1:03.34 horas na meia-maratona e 2:16.21 na maratona, finalizando o ano como quinto melhor luso. Em 2012, praticamente não competiu, por estar suspenso.

* Uma boa notícia para os leões.

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Janine Shepherd

Um corpo partido não é uma pessoa partida 




A esquiadora de cross-country Janine Shepherd ansiava por uma medalha olímpica - até que foi atingida por uma carrinha num treino de bicicleta. Ela partilha uma história poderosa do potencial humano para a recuperação. A sua mensagem: "tu não és o teu corpo", e "desistir dos velhos sonhos pode permitir a realização dos novos."

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Português lidera equipa que 
estuda sistema de monitorização 
global da biodiversidade 

Uma equipa internacional de cientistas, liderada pelo português Henrique Miguel Pereira, está a desenvolver um sistema de monitorização da biodiversidade, à escala global, que espera estar a funcionar em 2015. 

No fim do ano, o grupo de 30 cientistas prevê concluir a identificação das variáveis essenciais a medir, propondo, como exemplo, a abundância populacional de espécies ou a sua diversidade genética. Henrique Miguel Pereira, investigador do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, disse à agência Lusa que, apesar da "crescente preocupação relativamente à perda da biodiversidade", não há "um sistema de monitorização global" que avalie "como está a evoluir" anualmente. 

As variáveis selecionadas seriam medidas, combinando observações remotas por satélite, com observações obtidas por organizações locais, regionais, nacionais e internacionais. 
 O projeto, que se propõe "harmonizar as diferentes variáveis" usadas pelos países e criar outras, pode ajudar a perceber como a floresta está a mudar, a partir de uma imagem tridimensional do "habitat", captada por um satélite com uma cobertura global. 

"Quando há desflorestação, (a imagem) permite-nos saber que houve uma zona de árvores que foi cortada e queimada ou convertida numa zona agrícola ou de pastos", exemplificou o investigador. Para o clima existe, atualmente, o Sistema de Observação Global do Clima, que definiu 50 variáveis essenciais para a sua monitorização regular. 

O trabalho da equipa de Henrique Miguel Pereira é divulgado na sexta-feira, na revista científica "Science". O investigador vai liderar a delegação portuguesa que, entre 21 e 26 de janeiro, participa em Bona, na Alemanha, no primeiro plenário da Plataforma Intergovernamental para a Biodiversidade e os Serviços dos Ecossistemas, onde são esperadas representações de mais de cem países. 

Henrique Miguel Pereira espera que a plataforma seja um espaço de "partilha de responsabilidades", inclusive financeiras, dos diferentes países na monitorização da biodiversidade.

* Inteligência portuguesa

ANA SÁ LOPES

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Não senhor, 
       não está mandatado 

Os portugueses votaram num homem que dizia coisas radicalmente diferentes 

Passos Coelho afirmou ontem estar mandatado para pôr em prática as recomendações do famoso relatório do FMI – que como ficou implícito defende e apoia entusiasticamente. “Então se o governo não tem mandato para reformar as políticas públicas, tem mandato para quê?”, perguntou ontem o primeiro-ministro, enfaticamente, a partir dos Açores, no seu primeiro discurso depois do lançamento da bomba e recolha de respectivos estilhaços. Infelizmente para Passos Coelho, é falso que o governo “esteja mais do que mandatado”. É verdade que Passos Coelho, muito antes de Teixeira dos Santos chamar o FMI, tentou estar mandatado para isto. Esforçou- -se, trabalhou para isso, fez os possíveis para arranjar um mandato que lhe permitisse no futuro fazer implodir o Estado social. No Verão de 2010, pouco tempo depois de ter vencido as eleições internas no PSD, Passos Coelho encarregou uma comissão de fazer uma proposta de revisão constitucional para conduzir o país a um Estado mínimo. A proposta foi feita. Existiu um papel, que foi desancado dentro e fora do PSD. 

O que fez o primeiro- -ministro depois de ter o papel na mão – e de ter percebido a sua impopularidade? Escondeu-o. Aquele que era o seu verdadeiro programa eleitoral desapareceu na iminência das eleições. O discurso foi matizado, suavizado e perfumado. Na campanha eleitoral, Passos Coelho travestiu-se num defensor do Estado social e abjurou toda a doutrina expressa no projecto de revisão constitucional e na sua pequenina bíblia produzida antes de se ter tornado presidente do PSD: o livrinho “Mudar”. 

Mas depois tudo mudou. Tanto no programa eleitoral como em toda a campanha, Passos Coelho retirou da discussão pública tudo o que pudesse fazer o cidadão sonhar que o futuro primeiro-ministro iria colocar em risco o Estado social. Além de ter prometido não aumentar os impostos, atacou várias vezes a política de austeridade e os “ataques aos alicerces básicos do Estado social” promovidos pelo governo socialista; reclamou que “Portugal não precisa de mais austeridade”; anunciou que não contassem com ele “para mais ataques à classe média” e jurou que não olharia para alguém com rendimento pouco acima dos 1000 euros como se fosse rica. E quanto à ideia, propagada pelo PS, de que o PSD queria liberalizar os despedimentos, Passos desmentiu com vigor. Não, o PSD não está mandatado para nada. Os portugueses votaram num homem que dizia coisas radicalmente diferentes.

IN "i" 
14/01/13


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal é o quarto país da UE com menor percentagem de lares ligados à Internet 

O acesso à Internet e à banda larga nos lares portugueses está abaixo da média da União Europeia. A acessibilidade aumentou face ao estudo de há dois anos, tendo convergido com a UE na Internet. Contudo, divergiu no que diz respeito à banda larga. 

Em Portugal, 61% dos lares tinha acesso à Internet em 2012, segundo os dados divulgados pelo Eurostat, que mediu a proporção de residências com um ou mais habitantes entre os 16 e os 74 anos que têm acesso à Internet. Em 2010, o acesso era de 54%. 
A proporção de lares com acesso à Internet é quarta mais baixa do conjunto de 27 países da União Europeia, segundo os dados divulgados pelo Eurostat. No que diz respeito ao acesso por banda larga, a percentagem era de 60% dos lares portugueses, em 2012, naquela que é a quinta menor percentagem de acesso.Há dois anos, eram 50% os lares que tinham banda larga. 

Na União Europeia, mais de três quartos (76%) da população têm acesso à Internet e 72% têm acesso através de ligação por banda larga. Há dois anos, estas percentagens eram de 70% e 61%, respectivamente 

A proporção de lares com acesso à Internet aumentou, em Portugal, face ao inquérito realizado em 2010, revela o relatório do Eurostat. Contudo, só no acesso à Internet é que houve convergência com a União Europeia. Face a 2010, a percentagem de habitações com acesso à Internet aumentou sete pontos percentuais em Portugal, convergindo com a União Europeia, onde o crescimento foi de apenas seis pontos percentuais. Já no acesso através de banda larga, o crescimento no território português foi de 10 pontos percentuais, comparando com uma melhoria de 11 pontos percentuais na UE.

* Um indicador importante no que respeita à melhoria social.

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 2-SENTE QUE É




BOM OU MAU?





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HOJE NO
"DESTAK"

Mais de metade dos pilotos 
portugueses admite ter adormecido durante voo - inquérito 

Mais de metade dos pilotos portugueses admite ter adormecido involuntariamente em voo, indicou um inquérito realizado por investigadores apoiados pelo Instituto Nacional de Aviação Civil, que contou com as respostas de 456 profissionais.

 De acordo com a coordenadora do inquérito, Cátia Reis, estas são situações que consistem em "microadormecimentos, em que os pilotos perdem a cognição, 'desligam' e o piloto que está ao lado pode ou não aperceber-se da situação". 
Da parte da direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), Nuno Queiroz destaca que o fenómeno da fadiga dos pilotos está em cima da mesa numa altura em que está a ser discutida a uniformização da legislação europeia sobre horas de voo pela Agência Europeia de Segurança Aérea. 

* Esta é uma noticia capciosa, o cockpit tem dois pilotos para segurança absoluta e além disso a maior parte do tempo em voo vai ligado o piloto automático. 
Os pilotos portugueses são dos melhores do mundo, veja-se o número reduzido de acidentes com aeronaves portugueses.

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 PERCY SLEDGE 
  

WHEN A MAN LOVES A WOMAN



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HOJE NO
"i"

Ricardo Salgado esqueceu-se de 
declarar 8,5 milhões de euros ao fisco 

Antes de ser ouvido na Operação Monte Branco, o presidente-executivo do BES fez três rectificações à sua declaração original de IRS de 2011 O presidente-executivo do Banco Espírito Santo (BES) deslocou-se ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) no passado dia 18 de Dezembro para prestar depoimento na investigação em que estão sob escrutínio os crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais.

Onze dias antes, Ricardo Salgado liquidou a última de três rectificações de IRS realizadas fora de prazo, num total de 4,3 milhões de euros de IRS pagos a mais face à colecta inicial de Maio.
A primeira declaração entregue foi em Maio, altura em que o presidente do BES liquidou apenas 182 765 euros, o correspondente ao IRS pago sobre um total de cerca de 1,1 milhões de euros de rendimentos seus e da sua mulher, Maria João Bastos.

A primeira rectificação do banqueiro à declaração de IRS de 2011 deveu-se a 25 mil euros de rendimentos de capitais da mulher e a 655 mil euros de rendimentos de capitais no estrangeiro do próprio Salgado que não tinham sido declarados em Maio.
A segunda rectificação foi entregue a 30 de Agosto, tendo por base a declaração de um rendimento total de 8,5 milhões de euros de rendimentos de Ricardo Salgado obtidos em Angola. Este novo valor deu origem a uma liquidação de imposto de cerca de 3 milhões de euros.

Foi já em vésperas de se deslocar ao DCIAP que Ricardo Salgado terá feito a última rectificação, que levou a uma nova liquidação no seu IRS de 2011: 1,3 milhões de euros.
Assim, contas feitas, e ao invés do declarado inicialmente, a colecta correspondente aos seus rendimentos foi superior a 4,5 milhões, e não de 183 mil euros.
Esta situação é semelhante ao que o i tinha já noticiado em relação a Amílcar Morais Pires, administrador-executivo e chief financial officer (CFO) do BES, que também declarara inicialmente rendimentos inferiores aos que realmente auferiu neste ano, sendo obrigado a pagar mais 1,1 milhões de euros de IRS.

Ligação à Operação Monte Branco 
A ligação de altos quadros do BES à Operação Monte Branco terá surgido, segundo o i apurou junto de fontes judiciais, quando Rosário Teixeira, procurador do DCIAP, requereu autorização ao juiz Carlos Alexandre para realizar buscas à sede do BES Investimento, com o argumento de que existiam indícios da prática dos crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais, tráfico de influências, corrupção e abuso de informação privilegiada nos processos de privatização de 21,35% da EDP, concluído no último semestre de 2011, e de 40% da REN, adjudicada em Fevereiro de 2012.

Um dos motivos que podem ter estado na origem destas regularizações ao fisco por parte de Ricardo Salgado é a tentativa de precaver qualquer acusação pelos crimes de fraude fiscal e de branqueamento de capitais. Isto porque, desde a Operação Furacão, o DCIAP tem o entendimento (sufragado pelo Tribunal da Relação de Lisboa) de que o pagamento dos impostos em falta pode levar à suspensão do procedimento criminal.
Questionada pelo i, fonte oficial da Procuradoria-Geral da República garantiu, contudo, que até ao momento ainda nenhuma suspensão provisória do procedimento criminal foi conseguida no Processo Monte Branco, pelo que estas regularizações tributárias não serviram até agora de base a nenhuma decisão: “O processo não atingiu ainda a fase das decisões de suspensão provisória.”

Reacção do BES  
Contactada ontem cerca das 20h, fonte oficial do BES desmentiu a existência de qualquer fuga ao fisco por parte de Ricardo Salgado. “A informação enviada é falsa: o Dr. Ricardo Salgado não foi ao DCIAP explicar qualquer ‘fuga ao fisco’. Essa informação é caluniosa e enquadra-se numa saga de mentiras que o jornal i vem prosseguindo relativamente a quadros do grupo BES.”

* Gente rica pode "esquecer-se" os pobres fazem fraudes

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 BEM VINDOS
A BORDO




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HOJE NO
"A BOLA"

Comité Olímpico Interacional quer que Armstrong devolva medalha olímpica



O Comité Olímpico Interacional vai exigir a Lance Armestrong que devolva a medalha de bronze que conquistou no contra-relógio, nos Jogos de Sidney, em 2000. Esta decisão surge depois do ciclista ter admitido, num programa de televisão, a utilização de doping durante a carreira.

Armstrong já foi oficialmente informado da intenção do COI.

Recorde-se que o ciclista já havia sido desprovido dos sete títulos de vencedor da Volta a França, pelas mesmas razões. 

* O campeão do desapontamento

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DOUTRO SÉCULO
   
ESTAÇÕES
 
 
CAMINHOS DE FERRO



 ROSSIO - LISBOA


 S. BENTO - PORTO



 STA. APOLÓNIA - LISBOA


 CAMPANHÃ - PORTO

 COIMBRA - B
 ENTRONCAMENTO


 BRAGA

 VIANA DO CASTELO


 VILAR FORMOSO


 BARREIRO


AVEIRO

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Emigração aumentou 85% em 2011 

Quase 44 mil residentes em Portugal abandonaram o país nesse ano. Números estão longe de reflectir a situação actual. 

Quase 44 mil pessoas residentes em Portugal emigraram em 2011 para outro país, um aumento de 85% face às 23.760 pessoas que partiram para o estrangeiro em 2010, revelam os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre estimativas anuais de emigração.

A faixa etária com maior número de saídas em 2011 foi entre os 25 e 29 anos, quando, no ano anterior, tinham sido sobretudo as pessoas com idades entre os 20 e os 24 anos a abandonar o país. No total, em 2011, emigraram 43.998 pessoas, a esmagadora maioria das quais (41.444) é de cidadãos nacionais.
Estes dados estão longe de reflectir a situação actual em matéria de emigração, cujos números terão disparado no último ano, em consequência da crise económica e do forte aumento do desemprego. Em 2012, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado das Comunidades, terão emigrado perto de 100 mil residentes em Portugal, um número que se aproxima das grandes vagas migratórias da década de 1960.
Países como a Suíça, a França ou o Luxemburgo mantêm-se entre os principais destinos da emigração portuguesa, a que se juntam agora outros países como Angola, o Reino Unido ou o Brasil.

* Nas décadas de 50 e 60 emigravam analfabetos vítimas da ditadura salazarenta, agora emigram pessoas que estudaram vítimas dos pulhíticos.

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 Animais inteligentes,
donos não tanto




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo vai introduzir mais portagens 
nas ex-SCUT e na A3 

O Governo prepara-se para introduzir mais 15 pórticos e praças de portagens nas auto-estradas nacionais. Segundo um documento oficial do Governo português, a que o Económico teve acesso, está prevista a introdução de sete novos pórticos para cobrança de portagens nas ex-SCUT do Norte Litoral, entre Porto e Viana do Castelo, e mais quatro na ex-SCUT da Costa de Prata, entre Mira e o Porto.
O documento do Governo, apresentado à ‘troika' na sexta avaliação do memorando de entendimento, prevê ainda a introdução de novo pórtico de cobrança de portagens na ex-SCUT do Grande Porto e de uma nova praça de portagem na concessão Norte, no troço Longra-Felgueiras. 

O Governo quer também colocar dois novos pórticos de cobrança de portagens na concessão da Grande Lisboa, nos troços Alcabideche-Linhó e Ranholas-Lourel, além de defende a reintrodução de portagens da A3, gerida pela Brisa, no troço entre o Porto e a Maia. 

 Segundo este documento entregue pelo Governo à ‘troika', a receite esperada com 15 pontos de cobrança de portagens nas auto-est6ardas portuguesas deverá gerar um acréscimo de re3ceitas entre 47 e 70 milhões de euros por ano.

* Não existe uma medida no que respeita ao incremento da economia, o objectivo é assaltar o nosso bolso.

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 TANTO PARA  OS OLHOS
  COMO PARA 
A PIROSEIRA
















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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

"Ninguém aconselhou os 
portugueses a emigrarem"

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, afirmou esta quinta-feira, em Paris, que "ninguém aconselhou os portugueses a emigrarem", considerando, no entanto, que a emigração não deve ser um "estigma" para quem precisa de um emprego e não consegue encontrá-lo em Portugal.

A falar aos jornalistas no consulado-geral de Portugal em Paris, no fim de uma visita de trabalho a França, Pedro Passos Coelho esclareceu que "ninguém", no Governo, "aconselhou os portugueses a emigrarem".

"A emigração, quando ocorre de forma mais massiva, expressa uma situação de défice e de ´não solução' interna na economia que a origina", afirmou, lembrando que Portugal vive "um tempo de recessão económica", e que isso significa que muitos portugueses não encontram no seu país "as oportunidades de realização profissional e de emprego de que dependem também para poder satisfazer as suas responsabilidades familiares".
Neste contexto, acrescentou, e embora o executivo esteja "a trabalhar para que a situação possa ficar ultrapassada", o Governo entende que deve prestar a quem decide sair "todo o apoio possível", e que a busca de oportunidades além-fronteiras não deve ser "um estigma".
Minutos antes, a falar para elementos da comunidade portuguesa em França, o primeiro-ministro expressou o seu "apreço" pela forma como estes portugueses "conseguiram, ao longo dos anos, e com o seu mérito, conquistar uma posição de prestígio e de reconhecimento na sociedade francesa".

* ALDRABÃO



Governo aconselha 
jovens a emigrarem 
«Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras» 

Os jovens portugueses desempregados devem emigrar, em vez de ficarem na sua «zona de conforto», disse no sábado o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Alexandre Miguel Mestre.

«Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras», disse o governante, que falava para uma plateia de representantes da comunidade portuguesa em São Paulo e jovens luso-brasileiros, citado pela Lusa.

Segundo o mesmo responsável, o país não pode olhar a emigração apenas com a visão negativista da «fuga de cérebros».

Para Miguel Mestre, se o jovem optar por permanecer no país que escolheu para emigrar, poderá «dignificar o nome de Portugal e levar know how daquilo que Portugal sabe fazer bem».
IN "TVI 24"
30/10/11 - Domingo

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 O FLUXO DAS PESSOAS EM TOQUIO
DURANTE O TSUNAMI DE FUKUSHIMA





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

BPN 
Parlamento unido exige justiça 
na punição dos criminosos 

Os grupos parlamentares uniram-se hoje na exigência de que os poderes judiciais atuem rapidamente e de forma eficaz para que sejam punidos os responsáveis pelo buraco de 3400 milhões no Banco Português de Negócios (BPN). 

Esta posição comum foi transmitida por deputados do PSD, CDS, PS, PCP e Bloco de Esquerda no debate em plenário do relatório de conclusões da comissão de inquérito parlamentar sobre a nacionalização e reprivatização do BPN - documento que foi aprovado pela maioria PSD/CDS, com as abstenções do PS e PCP e o voto contra do Bloco de Esquerda. 

O apelo mais veemente para uma rápida intervenção dos poderes judiciais partiu do líder da Juventude Social Democrata (JSD), Hugo Soares. "Os crimes não têm ideologia e os tribunais não têm partido. É momento de a culpa não morrer solteira, é momento dos tribunais condenarem aqueles que fizeram os portugueses pagar pelo BPN, doa a quem doer", disse o deputado do PSD, recebendo uma prolongada salva de palmas. No mesmo sentido, o deputado e porta-voz do CDS, João Almeida, defendeu que "cabe agora à justiça dar sequência ao trabalho político". "A justiça, infelizmente, tem estado muito atrás do trabalho que tem sido feito no Parlamento. Onde está a punição para os que cometeram crimes?", interrogou-se, numa intervenção em que também criticou a supervisão do Banco de Portugal (quando era chefiado pelo socialista Vítor Constâncio) e a opção pela nacionalização seguida pelo Governo de José Sócrates. 

 Por parte do PS e do Bloco de Esquerda fizeram-se referências indiretas extremamente críticas em relação ao papel desempenhado pelo ex-ministro social-democrata Dias Loureiro enquanto ex-membro da administração da Sociedade Lusa de Negócios (SLN). "A responsabilidade por aquilo que aconteceu no BPN pertenceu a quem aproveitou a sua posição política para fazer negócios ruinosos. Pedimos que a justiça funcione, mas não se compreende que quem deve dezenas de milhões de euros ostente uma vida de luxo, algumas vezes acompanhado por membros do atual Governo", apontou o vice-presidente da bancada socialista Basílio Horta. 

A seguir, o coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo, retomou este ponto e disse: "Há uma linha que nos separa do PSD - essa linha passa pelo Copacabana Palace". [um hotel do Rio de Janeiro, Brasil]. João Semedo justificou também o motivo que levou o Bloco de Esquerda a ser a única força política que votou contra o relatório de conclusões da comissão de inquérito. "Votámos contra por aquilo que o relatório não diz. 

A venda do BPN ao BIC foi uma venda de favor, por um preço de amigos [40 milhões de euros] e por razões de ordem política", sustentou, numa crítica ao atual Governo. Pela parte do PCP, Honório Novo expôs os motivos da sua abstenção face ao relatório, considerando que a comissão de inquérito "não quis esclarecer os motivos da intervenção do primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] na venda ao BIC". "Ao contrário das conclusões, a venda ao BIC não foi feita pelo preço possível, tendo sido antes um preço de amigos ou de favor, porque nem sequer levou em conta os resultados das mais recentes avaliações que tinham sido feitas ao BPN", apontou o deputado do PCP. 

Na questão judicial, Honório Novo referiu-se diretamente a personalidades que estiveram envolvidas no período anterior à nacionalização do BPN, como o antigo presidente do banco, Oliveira e Costa, ou ex-dirigentes sociais-democratas como Dias Loureiro e Duarte Lima. "Infelizmente, a justiça tarda em pronunciar-se", declarou Honório Novo, antes de também criticar a opção do Governo socialista de José Sócrates "de nacionalizar os prejuízos do BPN, deixando de fora a SLN". 

O deputado social-democrata Duarte Pacheco, autor do relatório de conclusões, e o socialista Vitalino Canas, que presidiu à comissão de inquérito, consideraram exemplar a forma como decorreram estes trabalhos e elogiaram o facto de o texto final ter merecido um consenso alargado. 

* Muito giro, depois de um ror de anos a deixar que pessoas implicadas se safem, os senhores deputados manifestam-se agora pela justiça célere mas, veladamente pedem que não se mexa em determinadas pessoas...
O que esconde tanta hipocrisia e acusação aos tribunais se os deputados fazem  leis para encobrir as próprias negociatas.?!?!

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