terça-feira, 15 de janeiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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DISCRETAMENTE

SINAIS DE FOGO/7





Claire Danes

 
Laetitia Casta



 Nicky Whelan


 Kelly Hu


 Isabeli Fontana



 Torrie Wilson


 Cindy Crawford

 Cintia Dicker



 Alexis Thorpe


Gabrielle Union


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Médico recebia dinheiro 
para inventar doenças 

Quatro pessoas, entre elas um médico de Pombal, são acusadas de falsificar documentos para obtenção de pensões de invalidez. O clínico foi suspenso. 

Uma funcionária da PSP de Coimbra é suspeita de corrupção Para o Ministério Público (MP), não há dúvidas de que uma comerciante de Coimbra liderava, com o apoio do marido, de uma amiga e de um médico de Pombal, uma associação criminosa que se dedicava a falsificar documentos e a produzir relatórios médicos falsos para que dezenas de beneficiários da Segurança Social, aparentemente saudáveis, fossem considerados inválidos e conseguissem "benefícios fiscais perante a administração tributária". 
 Alguns candidatos chegaram a pagar mais de cinco mil euros. 

* Este médico não define a classe, em qualquer profissão seria desonesto.

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IX. O MUNDO



SEM NINGUÉM


5- Condenado e Enterrado



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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ex-estrategas de Sócrates assumem comunicação do PS 

Luís Bernardo e Mafalda Costa Pereira vão voltar a liderar a comunicação do PS. Equipa de Sócrates regressa para assessorar Seguro.
O Partido Socialista vai reforçar a sua equipa estratégica de comunicação. Na próxima semana, Luís Bernardo assume a coordenação da estratégia de comunicação política no Largo do Rato, em regime de colaboração externa.

Simultaneamente, Mafalda Costa Pereira assumirá a coordenação da equipa de comunicação. Nesta equipa assim reforçada vão manter-se Ricardo Pires (actual assessor da bancada parlamentar do PS) e Cláudia Veloso (actual assessora de António José Seguro).

O regresso ao Rato de Luis Bernardo e Mafalda Costa Pereira reedita a equipa que coordenava a comunicação de José Sócrates, no Governo anterior.

* Entre Socrates e Seguro há alguma diferença?

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 RAQUEL VARELA
Indigne-se, compre o livro


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 Canal Q com moderação de GUILHERME FONSECA

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HOJE NO
"DESTAK"

Cicciolina funda partido político DNA 

 A ex-atriz pornográfica está de regresso à política, liderando um novo partido que promete lutar a favor da legalização da prostituição e do matrimónio homossexual. 

Cicciolina lidera com o seu companheiro sentimental, o advogado Luca Di Carlo, o partido DNA – sigla de Democracia, Natureza e Amor – que se diz pronto para concorrer às eleições de 24 de fevereiro. A ex-deputada do Partido Radical (1986-1992) promete agora um salário mínimo garantido para os jovens, nem que para tal tenha de reduzir na despesa militar. 

* Por cá ninguém nos diverte...são corruptos e sensaborões.

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FILOMENA MARTINS

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Os políticos que temos 

Temos um relatório de técnicos do FMI encomendado pelo Governo, cuja realização já em curso foi anunciada por Marques Mendes num canal de TV por cabo sem que ninguém, da oposição e dos parceiros sociais, tivesse sido convidado para o debate. Temos a versão preliminar desse relatório, datada de dezembro, divulgada como uma bomba atómica por um jornal económico, quando era desconhecida quer da oposição e dos parceiros sociais quer também de vários membros do Governo, entre eles os do outro partido da coligação. Temos um secretário de Estado e também um primeiro-ministro a garantirem, entre elogios ao trabalho "bem feito" apesar dos inúmeros "pressupostos errados", que a versão final desse mesmo relatório chegara coincidentemente ao Governo na manhã do dia em que o jornal a divulgou. E temos novamente o comentador político a revelar que o Governo vai criar uma comissão para estudar todas as medidas propostas no mês e meio que falta para que o plano final seja apresentado à Europa e - a sério - a convidar o PS para a liderar. Ou seja, temos um documento, que, não sendo a Bíblia do Governo, inclui seguramente muitos dos mandamentos que este vai aplicar ao País, anunciado entre programas televisivos, jornais e segundos planos do Executivo. Temos pois muito mais que o gravíssimo problema de comunicação governamental sublinhado por Pinto Balsemão. Temos uma tremenda falta de consideração pelos portugueses.

O descrédito
Temos um primeiro-ministro que nos propôs no seu programa eleitoral discutir o Estado que podemos pagar, mas que só vai cumprir essa promessa por imposição externa, quando já perdeu todo o consenso político e social para a fazer, e ainda por cima à pressa e sob pressão, à conta de um corte anunciado mas nunca explicado de 4 mil milhões. Temos o líder de um Governo que tem nas mãos um relatório que, expurgado da ideologia - e obviamente dos dados errados que alguém disponibilizou para que torturados dessem o resultado final desejado --, elenca problemas graves do País, cujas reformas necessárias e há muito identificadas têm sido sempre empurradas com a barriga, que só o vai aplicar porque sim e para que os números finais do Excel fiquem a verde. Ou seja, temos mais uma oportunidade política perdida, porque a forma e o método com que tudo vem sido feito deixou este PM sem margem, credibilidade ou aceitação para a discussão séria, serena e decisiva que se impunha.

O maquiavelismo
Temos um Presidente que anuncia o envio do Orçamento do Estado para o Tribunal Constitucional numa mensagem televisiva, mas que nunca fez uma declaração de interesses pelo facto de uma das normas que manda fiscalizar o atingir diretamente e a muitos dos que lhe são próximos. E temos o mesmo Presidente que, apesar do seu passado, garante que não é dado a intrigas e jogos políticos, mas que, dias depois do discurso de Ano Novo violento contra o Governo, dá uma entrevista em que fala sobre a RTP e a obrigação constitucional de manter um serviço público usando exatamente o mesmo argumento (e até as mesmas palavras) que o CDS-PP e que troca o semblante carregado por sorrisos, salamaleques e elogios ao receber Paulo Portas nas comemorações do dia da diplomacia. 

O equilibrismo
Temos um parceiro de coligação sempre com um pé fora e outro dentro do Governo, sempre a pesar os custos políticos de bater com a porta ou continuar a pisar as areias movediças. Temos um líder da maioria que num dia põe os seus acólitos em uníssono a criticar as pressões do Governo ao Tribunal Constitucional e lança às canelas dos seus colegas do Executivo o líder-sombra da oposição, o protocandidato-presidencial-com-grandes-hipóteses Bagão Félix, e no dia seguinte é ele próprio, o estadista, a dizer que o atual momento obriga a um consenso político. 

As atitudes
Temos um ministro das Finanças que há meses justifica as mais duras medidas de sempre para os portugueses dizendo que as mesmas são a única forma de se evitar o despedimento maciço de funcionários públicos e agora mantém silêncio sobre um relatório, por ele encomendado, que agrava as medidas já em curso e sugere que se despeçam ainda mais trabalhadores e por menos dinheiro.
Temos outro ministro, neste tempo em que o Governo prepara o pacote de austeridade IV, a achar que pode exibir as suas capacidades financeiras num resort de luxo do outro lado do Atlântico, na companhia de quem quiser e sem se importar que o vejam.
Temos um líder da oposição que, enquanto se entretém a escolher para câmaras importantes os primeiros alvos inimigos do seu antecessor, propõe tão timidamente eleições antecipadas que todos percebem que o que quer mesmo é que o atual Governo aplique este plano infernal e passe pelo purgatório até ao juízo final quando for tempo de, com o caminho limpo dos pecados, começar de novo e fazer diferente.
E temos um FMI que tem metade dos seus altos responsáveis a dizer que a austeridade é um mau remédio e que é preciso mudar a prescrição para a crise ao mesmo tempo que a outra metade recomenda que se aumente a dosagem da receita em curso.
Só se espera que não tenhamos portugueses a acharem que tudo isto é já normal. Até os adeptos do Sporting estão a forçar mexidas no clube.

Directora adjunta

 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
12/01/13

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HOJE NO
"i"

 Tribunal alemão condena empregados 
do Lidl a multa de 1,5 milhões por 
venda de queijo contaminado 

Um tribunal alemão condenou hoje quatro empregados da cadeia de supermercados Lidl a uma multa conjunta de 1,5 milhões de euros pela venda de queijo contaminado com a bactéria listeria, que provocou uma morte.

A sentença do tribunal de primeira instância de Heilbronn determinou que a empresa reagiu tarde aos indícios de que o queijo não estava próprio para consumo mas o tribunal não deu como provada a responsabilidade penal dos arguidos na morte de uma pessoa e nos danos provocados em outras quatro que adoeceram depois de comerem o queijo.

A Lidl aceitou a decisão judicial e admitiu, através de um porta-voz, que cometeu um erro ao interpretar mal as análises de rotina a que foi sujeito aquele produto lácteo.

O tribunal considerou que os primeiros indícios de contaminação do queijo surgiram em junho de 2009 e que o Lidl deveria tê-lo retirado de comercialização no fim desse ano, o mais tardar.
O queijo, fabricado pela empresa austríaca Prolactal, só saiu das prateleiras em 23 de janeiro de 2010, depois de uma advertência do governo austríaco.

Quatro pessoas ficaram doentes e uma acabou por morrer devido à ingestão do produto. A listeria pode provocar graves infeções nos seres humanos. Doentes, grávidas, idoso e recém-nascidos são especialmente vulneráveis.

* Se fosse cá a multa seria de 10 mil euros e o Lidl ainda teria direito a mandar prender qualquer pobre que, faminto, roubasse uma laranja. É por isto que a Alemanha é diferente.

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 I-TABU
AMÉRICA LATINA 
3.Corpos Transformados


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HOJE NO
"A BOLA"

Águias e dragões multados por comportamento incorreto do público

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol multou a SAD de Benfica e FC Porto por reincidência no comportamento incorreto dos adeptos no clássico do último domingo, no Estádio da Luz.
Os bárbaros da Luz
Os encarnados foram punidos com multa de € 4,368, ao passo que os azuis-e-brancos terão de desembolsar € 5,286.
A SAD do FC Porto viu ser-lhe aplicada outra multa, cujo valor está ainda por apurar, respeitante a aplicação acessória da sanção de reparação. 
Os bárbaros das Antas

* Não é com multas de cinco mil euros que os dirigentes dos clubes se preocupam em conter os bárbaros adeptos, o valor  da multa até faz cócegas, tudo o que seja menos de 250 mil é pouco, a bem da educação.

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ROBERTA FLACK 

KILLING ME SOFTLY





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HOJE NO
"PÚBLICO"

Marc e Eddy ficaram felizes quando 
. souberam o dia da sua morte 

Gémeos surdos, de 45 anos, souberam que iam ficar cegos em breve. A impossibilidade de voltarem a ver-se tornou-se insuportável e pediram para morrer. Um hospital belga aceitou o seu pedido de eutanásia. Morreram por injecção letal em Dezembro. 

 Marc e Eddy Verbessem, gémeos, surdos, de 45 anos, morreram no passado dia 14 de Dezembro na Bélgica. Morreram por que pediram para morrer. Além da sua surdez, descobriram que estavam a perder a visão e que iriam ficar cegos. Saber que em breve deixariam de poder ver-se e assim perder a única forma de comunicação, um código de linguagem gestual criado pelos dois, foi “insuportável”, segundo a família. Na segunda vez que recorreram aos médicos para que lhes fosse concedida a eutanásia, o pedido foi aceite. Mas num país onde a morte assistida é legal, este foi um caso considerado excepcional, já que nenhum dos homens sofria de uma doença terminal ou dor física permanente. É o primeiro caso de eutanásia de gémeos que se conhece no mundo.

Eram inseparáveis, partilhavam um apartamento em Putte, Norte da Bélgica, que mantinham impecavelmente limpo, cozinhavam e conseguiam comunicar através de uma linguagem gestual que criaram. Trabalhavam como sapateiros. “Viviam juntos. Faziam a comida e limpezas. Podíamos comer no chão. A cegueira ia torná-los totalmente dependentes e eles não queriam ir para uma instituição. O enorme medo de que nunca mais se poderiam ver, ou ouvir, nem à família, era insuportável para os meus irmãos”. O testemunho citado pelo Daily Telegraph é do irmão mais velho dos gémeos, Dirk Verbessem, que ao contrário dos pais apoiou aquele que passou a ser o único objectivo na vida de Marc e Eddy nos últimos meses. Porquê? “Muito perguntarão por que os meus irmãos optaram pela eutanásia, quando há tantos cegos e surdos que têm uma vida normal. Mas os meus irmãos enfrentaram doença atrás de doença. Estavam exaustos”. Os gémeos estavam a perder a visão devido a um glaucoma (uma doença do nervo óptico que leva à cegueira). Eddy tinha ainda uma deformação da coluna vertebral e recentemente tinha sido submetido a uma cirurgia ao coração.
 Terão sido estes os argumentos que levaram os médicos a aplicar uma injecção letal aos dois irmãos no dia 14 de Dezembro, no Hospital da Universidade de Bruxelas, em Jette. Antes, o hospital da sua área de residência recusou-se a fazê-lo, justificando a decisão com a lei do país para a morte assistida. Segundo o Daily Telegraph, o hospital alegou que “existe de facto uma lei [que permite a eutanásia] e que é aberta a muitas interpretações”. “Se a qualquer cego ou surdo for permitida a eutanásia, não estamos no bom caminho”, defenderam, por outro lado. Para os médicos a quem foi feito o primeiro pedido de eutanásia, o caso dos gémeos não podia ser entendido como um caso de “sofrimento insuportável”, uma das condições que a lei belga exige para que a eutanásia seja concedida.

Ao jornal britânico, Chris Gastmans, professor de Ética Médica na Universidade Católica de Lovaina, sustentou que aceitar a eutanásia num caso como este coloca várias questões, nomeadamente se será a “única resposta que se pode dar em situações como esta”. “Neste caso, como eticista sinto-me desconfortável. Hoje, parece que a eutanásia é o único caminho correcto para terminar com uma vida. Não penso assim. Numa sociedade tão saudável como a nossa, devemos encontrar outra forma de responder à fragilidade humana”.

Wim Distelmans, o médico que aceitou o pedido dos gémeos e que autorizou o processo, disse apenas sobre o caso ter a certeza que “os gémeos reuniam todas as condições para recorrer à eutanásia”.
Como ou sem o apoio da família, Marc e Eddy estavam felizes quando lhes foi dita a data em que iriam morrer. “Estavam muito felizes. Ficaram aliviados com o fim do seu sofrimento”, contou David Duford, um dos médicos da equipa do Hospital da Universidade de Bruxelas, à estação de televisão RTL. A despedida da família foi feita de uma “forma serena e bonita”, revela ainda o médico. No seu adeus, os gémeos olharam um para o outro e fizeram um último gesto de despedida. Morreram pouco depois por injecção letal. Os seus corpos foram depois cremados e as suas cinzas colocadas em urnas idênticas, lado a lado.

Além da Bélgica, apenas a Holanda permite legalmente que uma pessoa possa morrer por sua vontade expressa em casos de doença terminal ou sofrimento físico intolerável e que sejam confirmados pelos médicos. A Suíça tolera o suicídio assistido, tendo que ficar garantido que o doente que o pede e a equipa que o ajuda não têm interesse na morte.

Após a morte dos gémeos, os socialistas belgas apresentaram uma emenda à lei da eutanásia. Se for aprovada, a morte assistida poderá ser pedida por menores, “que tenham capacidade de discernimento” para tomar essa decisão, e aplicada a doentes de Alzheimer.

* Uma polémica questão de humanidade mas nós congratulamo-nos com a decisão.

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 HÁ HORAS DE SORTE


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal é dos países da União 
Europeia com maior nível 
de desigualdade do rendimento 

Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia, e o impacto das prestações em dinheiro, na diminuição das desigualdades, é ligeiramente inferior à média europeia, segundo um investigador do Banco de Portugal. 
 No Boletim Económico de Inverno, hoje publicado, um dos artigos, da autoria de Nuno Alves, do departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BdP), debruça-se sobre a redistribuição do rendimento em Portugal e na União Europeia. 
 O objectivo passou por avaliar a eficiência redistributiva das prestações sociais em dinheiro, nos vários países da União Europeia, sublinhando que estas prestações incluem todas as transferências em dinheiro, recebidas pelos cidadãos ou famílias, relativas a desemprego, doença, acidente, invalidez, exclusão social, educação ou habitação. 

 O autor lembra que "as políticas redistributivas visam assegurar uma maior equidade e uma maior igualdade de oportunidades entre os cidadãos", e conclui, em primeiro lugar, que "as políticas de redistribuição reduzem significativamente a desigualdade do rendimento na União Europeia, embora com uma elevada heterogeneidade entre países". 
3 milhões

 "Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia - particularmente acentuada no rendimento base e na mediana superior da distribuição do rendimento - e um grau de redistribuição, por via das prestações em dinheiro e dos impostos sobre o rendimento, próximo da média europeia", lê-se no artigo. 

Por outro lado, no que diz respeito ao sistema de impostos, Nuno Alves sublinha que este "tem sempre um papel fundamental" no que diz respeito ao financiamento "do instrumento mais poderoso de combate às desigualdades no longo prazo: o investimento em educação". 

 "Numa sociedade com uma desigualdade excessiva como a portuguesa, existe necessariamente uma discrepância acentuada entre quem sustenta o pagamento de impostos e quem mais beneficia das prestações sociais em dinheiros", aponta o investigador. 

Avaliando a eficiência de cada instrumento de política, o autor aponta que, em Portugal, as prestações em dinheiro (excluindo pensões) têm um impacto redistributivo relativamente baixo no contexto europeu. "A decomposição deste impacto permite apurar que este resultado decorre exclusivamente da dimensão relativamente modesta daquelas prestações em Portugal", já que, "em termos de eficiência, Portugal é mesmo um dos países em que as prestações em dinheiro são mais orientadas para os rendimentos mais baixos", lê-se no relatório. 

O autor acrescenta que, no que se refere aos impostos sobre o rendimento, "o seu efeito redistributivo em Portugal é superior à média europeia, o que resulta de uma maior progressividade dos impostos sobre o rendimento". 

 Esta análise teve por base os dados de 2010 da EU-SILC, as estatísticas europeias sobre rendimentos e condições de vida.

* Portugal tem um governo que aposta em "enricar" os ricos e empobrecer os pobres.

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OLHAR 2XS














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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Supremo dá razão a 'viúvos' 
nas uniões de facto 

A Segurança Social passa a estar obrigada a pagar prestações sociais por óbito de um dos elementos de uma união de facto, mesmo que a morte do beneficiário ocorra antes da entrada em vigor do regime legal que introduziu essa possibilidade, a Lei nº 23/2010 de 30 de Agosto. 

Um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) publicado esta terça-feira em Diário da República vem uniformizar jurisprudência, depois de uma série de decisões divergentes, determinando que a alteração legal introduzida em 2010 “é aplicável também às situações em que o óbito do beneficiário ocorreu antes da entrada em vigor do novo regime”. 

No mesmo acórdão, o Supremo dá provimento ao recurso de uma mulher cujo companheiro, com quem viveu 11 anos em união de facto e de quem teve dois filhos, morreu em 2008, e a quem tinha sido negada pensão de sobrevivência e subsídio por morte.
O acórdão do STJ manda o Instituto da Segurança Social pagar a Rosa Cristina Ferreira Jorge estas prestações sociais desde 1 de janeiro de 2011, data a partir da qual a nova lei passou a produzir efeitos. 

Dos 39 juízes do STJ que assinam o acórdão, dois não concordaram com a decisão e votaram vencidos.
Até ao momento tinham chegado ao Supremo 16 recursos de pessoas a quem tribunais de 1.ª instância e a Relação tinham negado o pagamento das prestações sociais. Em 14 deles foi dada razão aos queixosos e em dois foi negado provimento. 

* Fez-se Justiça.

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 IMAGENS E
CORAGENS



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Futebol 
Liga de clubes acusa Controlinveste 
de lançar “campanha caluniosa 
de desinformação e mentira”

 A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) acusou hoje os órgãos de comunicação social pertencentes ao grupo Controlinveste de lançarem uma “campanha caluniosa de desinformação e mentira” contra o organismo, em comunicado publicado no seu site oficial. 

Em causa está o número de golos do paraguaio Óscar Cardozo, avançado do Benfica, que, segundo a LPFP, marcou 13 no campeonato, de acordo com os relatórios de jogo, apesar de vários órgãos de comunicação social apenas contabilizarem 12, não considerando um golo marcado na vitória por 3-1 sobre o Sporting. 

 “Esta campanha caluniosa de desinformação e mentira contra a Liga Portugal tem sido levada a cabo pelos meios de comunicação social pertencentes ao grupo Controlinveste, do mesmo grupo da Olivedesportos”, denuncia a Liga de clubes. 

 O organismo de clubes reagiu desta forma à notícia intitulada “Site da Liga insiste no golo de Cardozo”, divulgada no site do diário desportivo O Jogo, a 14 de janeiro, e da notícia “Golo-fantasma de Cardozo continua a contar para a Liga”, publicada na edição de 15 de janeiro do Jornal de Notícias. 

“Sem princípios éticos, apreço pela liberdade, respeito pela verdade e independência jornalística, esta campanha apenas serve os interesses monopolistas e anticoncorrenciais da Olivedesportos, colocando em causa a liberdade de imprensa”, acusa a LPFP.

* Já existem poucas guerras por aí...

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 MODA P'RA 

MACHO


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Relação anula decisão de levar 
a tribunal Marinho Pinto 

O Tribunal da Relação de Lisboa anulou a decisão do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) em levar a julgamento o bastonário dos Advogados, Marinho e Pinto, pelo crime de difamação agravada ao juiz Carlos Alexandre. 
No acórdão da 5.ª Secção da Relação, de 18 de dezembro, a que a agência Lusa teve hoje acesso, refere-se que é revogado o despacho do 1.º Juízo do TIC, de 12 de junho de 2012, considerando os juízes desembargadores que Marinho e Pinto não cometeu o crime que lhe foi imputado. 

 Num programa de televisão, o bastonário dos advogados proferiu declarações que o juiz do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal) de Lisboa considerou difamatórias as afirmações de Marinho e Pinto a propósito da medida "desproporcionada de prisão preventiva". Marinho e Pinto disse, na altura, que "as prisões são escolas superiores de criminalidade" e que o "juiz faz o que lhe apetece, decide, não tem limites na lei, torce a lei, adapta a lei aos seus preconceitos, aos seus medos, aos seus complexos". 

O bastonário Marinho e Pinto disse ainda existir "terrorismo de Estado", porém a Relação de Lisboa, apesar de admitir que "a linguagem usada" pelo bastonário "foi forte e exagerada", entendeu que as afirmações assumiam "pertinência" e que "a matéria abordada era daquelas que, sem dúvida, se pode considerar de interesse público". 

A decisão da Relação foi tomada por unanimidade. 

* Marinho Pinto tem razão quando afirma serem as prisões "escolas superiores de criminalidade" mas o juíz Carlos Alexandre é um homem sério. Precisamos destas pessoas a trabalhar para Portugal ser melhor, apela-se ao bom senso. . 

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 PROFISSIONAL
COMPETENTE



 Tem mais seriedade uma prostituta

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HOJE NO
"RECORD"

 Armstrong atirou a toalha ao chão

"Há sempre um momento na vida de um homem que este tem de dizer chega. Este momento chegou agora." Esta frase foi dita por Armstrong em agosto de 2012, no momento em que desistiu de contestar as acusações da agência norte-americana antidopagem mas podia ter sido na última noite quando deu a entrevista a Oprah Winfrey, na qual terá confessado o uso de doping.

* Temos a sensação que fomos decepados dum braço de boa fé, as pessoas que o admiravam têm de estar desapontadas  em relação a Lance e desconfiadas a qualquer ídolo que apareça seja qual for a modalidade, isto não mata mas desmoraliza.

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 COLCHAS MODERNAS


P'RA TAPAR AS PERNAS














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