sábado, 12 de janeiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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  PRATIQUE OUSADIAS
















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 C A R I C A T O S

TRAVOLTA


 BARAK OBAMA


BRITNEY SPEARS


FRED MERCURY


ORSON WELLS


ELVIS PRESLEY

Arnold Schwarzenegger


Kort Corbain, Davi Grobi 
e Krist Novoselic


Rosie O' Donnell 
e Dan Aykroyd


Woody Allen


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 APRESENTANDO


PORTUGAL1956



 Em 1956 a NATO ou OTAN produziu filmes revelando características dos paíse que na altura constituíam a Aliança Atlântica.
Eis o que disseram de nós...

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PEDRO SOUSA CARVALHO




O sorriso de Carlos Moedas 

 É triste que a discussão sobre a reforma do Estado e sobre o relatório do FMI esteja reduzida ao sorriso de Carlos Moedas, ao esgar de Passos Coelho, ao franzir do sobrolho de António José Seguro ou ao morder da língua de Paulo Portas. 

É triste que a discussão sobre a reforma do Estado e sobre o relatório do FMI esteja reduzida ao sorriso de Carlos Moedas, ao esgar de Passos Coelho, ao franzir do sobrolho de António José Seguro ou ao morder da língua de Paulo Portas. 
A divulgação do relatório do FMI está a provocar uma onda de indignação, até do lado do PSD, e ontem o presidente da Câmara de Cascais e dirigente social-democrata, Carlos Carreiras, veio marcar o nível da discussão: "Eu, enquanto social-democrata, não gostei de ver um secretário de Estado de um Governo liderado pelo meu partido... e confesso que, do ponto de vista simbólico, também me chocou porque havia um sorriso nos lábios". Carlos Moedas, que é um tecnocrata, se calhar ficou embevecido e deslumbrado com tantos números, gráficos e tabelas do relatório do FMI. 

E se o relatório trouxesse uma folha de Excel anexada e um simulador ‘online' seria um portento e um prodígio. Mas a fisionomia de Moedas pouco interessa aos portugueses que estão assustados com o que aí vem. O que interessa é que Moedas tem razão pelo menos numa coisa: o relatório do FMI, independentemente de algumas omissões e um ou outro dado desactualizado, é um autêntico compêndio sobre como se pode cortar nas despesas do Estado e serve para aquilo que foi feito, para lançar a discussão sobre a reforma do Estado. 

O erro de Moedas, que para político tem pouco jeito, foi não ter explicado de forma clara aos portugueses que a catrefada de medidas propostas pelo FMI não é para ser executada na íntegra. Aliás, se somarmos o impacto de todos as propostas do FMI chegaríamos a um corte de despesa exorbitante de cerca de dez mil milhões de euros, quando o Governo já disse que a intenção é apresentar à ‘troika' um plano de redução permanente de despesa de quatro mil milhões de euros. 

O segundo erro do Governo neste processo - este de Passos Coelho e não de Carlos Moedas - foi o de ainda não ter explicado aos portugueses por que razão quer cortar quatro mil milhões. Por que não oito mil milhões? Por que não dois euros ou cinco cêntimos? E a explicação é relativamente simples: todas as medidas de monta que o Governo tomou até agora para cortar o défice são medidas temporárias e que, se somadas, vão dar, mais coisa, menos coisa, quatro mil milhões de euros: a sobretaxa de IRS, a taxa adicional de solidariedade, o corte dos salários na Função Pública, a Contribuição Extraordinária de Solidariedade e o corte de subsídios na Função Pública e nos pensionistas. Quando estas medidas forem revertidas, nem que seja por imposição do Tribunal Constitucional, abre-se uma cratera no défice e toda a austeridade que sofremos até agora terá sido em vão. 

Não é demais recordar que o Constitucional já chumbou uma vez o corte dos subsídios e só aceitou o corte de salários no Estado com a justificação de ser uma medida temporária. E ainda falta dizer de sua justiça sobre as normas mais polémicas do Orçamento deste ano. Mas Passos não dá esta explicação por uma razão simples. Se o disser assim, preto no branco, as pessoas vão perguntar, e com razão, o que andou o Governo a fazer durante este tempo todo, desde que ganhou as eleições em Junho de 2011? 

Por que é que fez 80% da consolidação do lado da receita, e só agora se lembrou dos cortes estruturais na despesa? Assumir este erro seria o primeiro passo para lançar uma discussão séria sobre a reforma do Estado que é necessária e fundamental; e até seria bem acolhida pelos portugueses se lhes fosse explicado de uma forma honesta que a contrapartida poderá ser um alívio da carga fiscal que já roça um nível confiscatório. E nessa altura estaríamos se calhar todos mais disponíveis para debater essa reforma. Até lá, vamo-nos entretendo a interpretar o sorriso de Carlos Moedas. 

Será que foi um sorriso amarelo? Foi sorriso de resignação? Foi irónico? Ou será que foi um sorriso de nervosismo de quem está a perder o País e o controlo da situação? 

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
11/01/13

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I-CONSTRUÍNDO
                                    UM IMPÉRIO

VIII. ROMA



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PETER GABRIEL 
  

SOLSBURY HILL

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HOJE NO
"RECORD"

NATAÇÃO
António José Silva 
eleito presidente da Federação 

António José Silva foi este sábeleito presidente da Federação Portuguesa de Natação, derrotando Paulo Frischknecht, depois de no primeiro ato eleitoral em dezembro, ter empatado com o então líder federativo a 19 votos.

A 22 de dezembro só ficaram definidos os representantes do Conselho Fiscal, do Conselho de Justiça, da Mesa da Assembleia Geral, cujo presidente é o ainda líder do Comité Olímpico de Portugal Vicente Moura, do Conselho de Disciplina e do Conselho de Arbitragem, todos saídos da lista C. 

Hoje, no Complexo de Piscinas do Jamor, Oeiras, repetiram-se as eleições para a presidência da FPN, na qual António José Silva foi eleito, com 20 votos, contra os 17 do seu adversário e um voto em branco.

Paulo Frischknecht, que estava no cargo desde 2004, perdeu a reeleição para o terceiro mandato consecutivo. A tomada de posse do novo presidente e restantes órgãos sociais realiza-se a 1 de fevereiro, pelas 18:00 na sede do Comité Olímpico de Portugal.

António José Silva, de 42 anos, foi nadador e jogador de polo aquático, treinador e presidente da Associação Portuguesa de Técnicos de Natação. Atualmente é Pró-Reitor para o Desenvolvimento e Internacionalização na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e diretor do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

* Deseja-se sucesso à nova equipa dirigente

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GATO DETERMINADO




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HOJE NO
"i"

Descontos até 80% continuam a aliciar portugueses em época de crise 

O poder de compra das famílias tem vindo a baixar de forma acentuada, mas a época de saldos com reduções que poderão chegar aos 80% continua a despertar o interesse entre os portugueses que ainda procuram algumas pechinchas.

“As coisas estão bastante mais baratas, as lojas baixaram bastante os preços”, afirmou Sandra à agência Lusa - cujo apelido não quis identificar -, que aproveitou a manhã de sábado para fazer algumas compras na baixa de Lisboa.

Apesar de reconhecer que tem “menos dinheiro na carteira este ano”, Sandra afirmou que continua a valer a pena comprar nesta altura do ano.
“Os saldos são muito aliciantes, os preços são mais acessíveis, principalmente, nas grandes marcas” disse, por seu turno, Maria, que confessou à Lusa ter começado “só hoje” a procurar peças de vestuário e de calçado em época de saldos.

Segundo referiu, “nesta altura é francamente mais barato e compensa fazer compras agora”.
“Acho que este ano os preços estão mais baratos”, disse, acrescentando que este não teve de esperar tanto pela redução dos preços.

Já Luís, que por ali andava a passear, reconheceu que comprou “mais barato” no início deste ano, mas gastando menos dinheiro face ao ano passado: “Comprei mais barato, mas gastei muito menos porque não tenho disponibilidade financeira”.
Hugo Ribeiro, que percorria a rua Augusta, em Lisboa, onde passeavam mais turistas do que lisboetas, afirmou que aproveita esta época do ano para comprar alguns presentes de aniversário. Quanto aos preços, disse não ter sentido qualquer diferença face ao ano passado.

A Lusa tentou falar com vários comerciantes, mas todos recusaram, sendo visível o ‘stock’ acumulado em várias lojas da baixa lisboeta.
A época dos saldos arrancou a 28 de dezembro, apenas três dias depois do Natal, e mantém-se até ao final de fevereiro, mas não deverá recuperar o negócio “nem sequer para o nível do ano passado” e ficará marcada pelas liquidações para encerramento, antecipou à Lusa o presidente da Confederação do Comércio e Serviços (CCP), João Viera Lopes.

 Apesar do “fraco padrão geral, porque o rendimento das famílias baixou bastante”, a CCP espera “que se venda mais alguma coisa” durante os saldos de inverno, que decorrem até 28 de fevereiro, mas não tem dúvidas de que “não vai dar para recuperar o atraso do ano, nem sequer para o nível do ano passado”.
Em mais uma época de saldos marcada pela crise, a CCP lamenta “a deficiente gestão de expectativas, quer por parte do Governo, quer das instituições internacionais”: “Estão sempre a falar em sacrifícios, sacrifícios, sacrifícios e a sensação que temos é que as pessoas ainda estão a gastar menos do que poderiam, tendo em conta a incerteza em relação ao futuro”, afirmou Vieira Lopes.

* Mesmo com grandes descontos o movimento nas lojas é fraco e com poucos a comprar.

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 Pensa nos filhos,
e nos netos???


POLÍTICA DE TERRA QUEIMADA


DIVIRTA-SE ENQUANTO APODRECE


ABRINDO RATOEIRAS


 CANCRO DA AMAZÓNIA


NÃO VAI DE CAMISA


BEBERICANDO



O TEMPO ESCASSEIA




A CANALIZAÇÃO FEDE



O NOÉ JÁ NÃO TEM ARCA

ERA O POLO SUL

A SUA CASA É A TERRA


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

EUA tem estudo alarmante sobre alterações climáticas

A Presidência norte-americana divulgou na sexta-feira, no seu sítio na internet, o primeiro esboço de uma nova avaliação sobre o clima, que sintetiza em 400 páginas a opinião científica sobre as alterações climáticas e o impacto nos EUA.

"As provas sobre as alterações climáticas abundam, do topo da atmosfera às profundidades dos oceanos", apontam os autores do relatório, que sintetizam que "o planeta está a aquecer", o que atribuem em primeiro lugar à atividade humana.

No texto indica-se que a temperatura média nos EUA aumentou em 1,5 graus centígrados desde 1895, com a maior parte deste aumento (80 por cento) a ocorrer desde 1980, destacando-se a propósito que a última década foi a mais quente desde que há registos.

Espera-se também que a temperatura continue a subir nos EUA, mesmo no melhor cenário, que corresponde a "substanciais reduções" nas emissões de gases com efeito de estufa a partir de 2050.
Desta subida de temperatura vão aumentar as hipóteses de ocorrência de eventos extremos, com situações cada vez mais graves em termos de vagas de calor, secas ou incêndios.

As consequências incluem também o aumento da temperatura da água dos oceanos, dos dias de frio e da intensidade dos aguaceiros, bem como o aumento do nível das águas, acompanhado de reduções importantes da cobertura de neve, dos glaciares, das terras permanentemente geladas (permafrost) e do gelo no mar.

Os investigadores alertam que estas alterações já afetam e vão continuar a afetar a saúde humana, a disponibilidade de água, a agricultura, os transportes, a energia e muitos outros aspetos da sociedade.

O documento, que reflete o trabalho de mais de mil cientistas, dos setores público e privado, e vai agora ser sujeito à apreciação pública e científica, está disponível em http://www.whitehouse.gov/blog/2013/01/11/expanding-climate-change-conversation.

* Americanos, russos e chineses são mega destruidores.

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LOUCURA SUBMARINA





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HOJE NO
"A BOLA"


Dakar: 
Ruben Faria sobe ao terceiro 
lugar da geral de motos
 
O espanhol Joan Barreda venceu a oitava etapa do Dakar, na categoria de motos.
O melhor português, de forma surpreendente, foi Pedro Bianchi Prata, que estava a passar discretamente pela prova. O piloto foi quarto classificado, a 11.10 minutos do vencedor da tirada. Também Hélder Rodrigues integrou o top ten da etapa, tendo sido décimo, a 15.57 minutos. Paulo Gonçalves foi 39.º (a 24.22 minutos) e Mário Patrão 47.º (a 25.33).
Já Ruben Faria, apesar do 33.º lugar na etapa, subiu ao terceiro da geral e só está atrás dos franceses David Casteau e Cyril Despres. Faria é o único português nos dez primeiros da geral, já que Hélder Rodrigues é 14.º, Paulo Gonçalves 24.º, Mário Patrão 39.º e Pedro Bianchi Prata 81.º. 

* No pódio já está, agora é aguentar.


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ONTEM NO
"PÚBLICO"

Número de empresas inovadoras em Portugal supera média europeia 

Índice que mede a actividade inovadora na Europa coloca Portugal no grupo dos países com mais empresas inovadoras, mas abaixo da média europeia em termos de cooperação empresarial. Portugal está acima da média europeia na quantidade de empresas inovadoras, anunciou nesta sexta-feira o Eurostat, o gabinete de estatística da Comissão Europeia.

Entre 2008 e 2010, 60,3% das empresas portuguesas tiveram actividade inovadora, número que fica acima dos 52,9% registados como a média da União Europeia a 27.
Segundo o Eurostat, a Alemanha é o país com maior fatia de actividade inovadora no seu tecido empresarial, com 79%. A seguir à principal economia europeia ficou o Luxemburgo, com 68%, a Bélgica, com 61%, e, depois, Portugal, Suécia e Irlanda, os três na casa dos 60%. 

Os resultados são calculados através de um inquérito dirigido às empresas que avalia, sobretudo, o grau de inovação dos produtos, processos e organização de marketing, entre outros indicadores. De acordo com o Eurostat, a maior parte das questões tenta atestar a capacidade da empresa de melhorar ou de inventar novos produtos ou sistemas de gestão.
Os inquéritos da Comissão Europeia abordam ainda a capacidade e criatividade dos trabalhadores, afirma o documento publicado nesta sexta-feira.
Porém, Portugal posicionou-se abaixo da média europeia no que toca à taxa de cooperação entre empresas, universidades e institutos de pesquisa. 

Os dados do Eurostat afirmam que 20% das empresas com actividade inovadora em Portugal cooperaram com algum destes parceiros, abaixo da média de 27%. Portugal encontra-se imediatamente abaixo de Espanha, que registou uma taxa de cooperação de 22%, mas acima dos piores resultados europeus: Itália, com 12%, e Malta, com 18%. 

O gabinete de estatística da Comissão Europeia coloca novamente Portugal abaixo da média europeia, neste caso no campo da cooperação com empresas europeias. A média de cooperação comunitária das empresas dos 27 países da União Europeia encontra-se nos 11%, enquanto Portugal apresenta uma média de 9%, ligeiramente abaixo do marco europeu, mas à frente da Alemanha, com 8%, da Espanha, com 5%, e da Itália, com 4%. 

*  Num país que ainda tem senhores feudais como empresários é notável este indicador sobre inovação.

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From Russia



with love






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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Fábrica autorizada pelo tribunal 
a armazenar ácido 

Uma fábrica de Braga foi notificada pela CCDRN para se "desfazer" de 30 mil litros de ácido pirolenhoso, por alegadamente ser perigoso, mas o tribunal absolveu a empresa, concluindo que o produto até é bom para a agricultura.

Em causa a Fábrica de Carvões Vid'Alegre, que, segundo o seu advogado, Neco da Mota, até já conta com um incentivo de 8.800 euros do IAPMEI para um processo de certificação que lhe possibilitará começar a comercializar o ácido pirolenhoso.
Um produto que a fábrica obtém "a custo zero", já que resulta do aproveitamento do gás resultante da produção de carvão, que dessa forma fica retido, em vez de ser enviado para a atmosfera.
"É um produto tão perigoso, tão perigoso, que é usado na agricultura, nomeadamente na produção de alface, sendo aplicado não na raiz mas diretamente na folha", ironizou Neco da Mota.
Disse que o ácido pirolenhoso tem uma capacidade aceleradora do desenvolvimento de certas plantas, apontando o caso da alface, cuja produção aumenta entre 30 a 35% com a utilização daquele produto.
Acrescentou que o ácido pirolenhoso pode ser utilizado igualmente na indústria alimentar, nomeadamente na "cura" de presuntos e chouriços.
Segundo garantiu, se a fábrica tivesse sido obrigada a desfazer-se dos 30 mil litros teria um prejuízo "nunca inferior" a 80 mil euros.
"O que é verdadeiramente inaceitável é que se mande destruir um produto sem mais, sem análises laboratoriais, sem tentar perceber do que se trata", criticou.
Uma ação de fiscalização àquela fábrica efetuada em outubro de 2010 pelo Núcleo de Proteção do Ambiente de Braga da GNR detetou a existência naquela unidade de 28 bidões de mil litros cada, cheios com ácido pirolenhoso.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) aplicou-lhe uma admoestação, que Neco da Mota prefere classificar como uma "censura solene", mas com a pena acessória de encaminhar o produto para uma empresa devidamente certificada, para destruição, por alegados perigos para a saúde e para o ambiente.
A empresa recorreu para o Tribunal de Braga, que acabou por a absolver, tendo em conta o testemunho, classificado como "crucial", de Joana Carvalho, coordenadora do Departamento de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico do Centro de Valorização de Resíduos da Universidade do Minho.
Joana Carvalho garantiu que não há nocividade para a saúde humana e para o meio ambiente e reforçou que aquele ácido é utilizado em países como Brasil, Austrália e o Japão, nomeadamente na agricultura.

* Haja uma entidade acreditada que esclareça este imbróglio apesar de a justiça já ter decidido.

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ARROZ DE POLVO MALANDRINHO




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LAS VEGAS


















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