quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 O QUE NÓS



PROCURAMOS!





ESTA MERDA TEM DE ACABAR
(JACQUES FRESCO)

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O ESTADO SOCIAL
"Programa OLHOS NOS OLHOS"
TVI24




 Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre a saúde em Portugal, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do professor Medina Carreira

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

 Ministro da Saúde considera redução 
de fumadores insuficiente 

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, fez nesta terça-feira "um balanço positivo" das medidas tomadas para reduzir o tabagismo em Portugal, como a Lei do Tabaco, mas considerou insuficiente a redução de cinco por cento do número de fumadores. 

"É um número positivo, mas não é um número que consideremos suficiente", afirmou o ministro à Lusa, a propósito da redução do número de fumadores.
Isto porque, acrescentou durante a visita ao Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, "o tabagismo tem efeitos negativos em múltiplas patologias" e não só no cancro do pulmão.
A Lei do Tabaco, em vigor há cinco anos, reduziu em cinco por cento o número de fumadores, mas o Governo prepara nova legislação, mais restritiva, para proibir totalmente o fumo nos restaurantes e cafés.
O Ministério da Saúde já divulgou que está a estudar a comparticipação dos medicamentos para ajudar os fumadores a deixarem de fumar, ao mesmo tempo que vai avançar com legislação para impedir os novos restaurantes, cafés e afins de terem espaços para fumadores.
Os custos de saúde relacionados com o tabaco representam um encargo anual para o Estado de quase 500 milhões de euros, de acordo com dados do ministério tutelado por Paulo Macedo.

* Não somos antitabagistas primários, já fumámos e pagámos uma factura elevada, mesmo assim tivemos sorte.

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 O YOGA SEM
O CONSTRANGIMENTO
DA ROUPA




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

“Acordo de Concertação Social 
está em causa” 
 UGT ataca mudanças às compensações 
por despedimento 

João Proença diz que Governo viola um dos pontos fundamentais do acordo assinado aquando da entrada da «troika» em Portugal. 

 O secretário-geral da UGT considera que “é evidente” que o acordo da Concertação Social assinado aquando da entrada da «troika» (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) em Portugal está “em causa”, caso o Governo mantenha a proposta de lei hoje apresentada na Assembleia da República sobre as compensações por despedimento dos trabalhadores.
O líder da União Geral de Trabalhadores (UGT) falou em Lisboa numa conferência de imprensa sobre a proposta de lei hoje apresentada no Parlamento e também sobre a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, Cavaco Silva, considerando que “se o Governo viola um dos pontos fundamentais do acordo, o acordo está denunciado pelo Governo”. João Proença disse ainda que foi “com surpresa” que a UGT recebeu a notícia de que o Conselho de Ministros tinha aprovado a redução dos dias de indemnização dos trabalhadores em caso de despedimento, também por se tratar de uma medida que deve entrar em vigor no mês seguinte à data de aprovação da proposta de lei. “Se os 12 dias por ano são uma fraude, a entrada em vigor (do diploma) no dia seguinte à aprovação da lei é uma fraude redobrada”, defendeu o líder sindical, sublinhando que “houve um compromisso do Governo de que esta revisão das compensações só entraria em vigor na data da criação do fundo de garantia das compensações e o fundo ainda não está criado”. 

O secretário-geral da UGT, que disse que chegou a ser negociado um período superior a 18 dias por ano de trabalho para as compensações, referiu que o diploma hoje apresentado pelo Executivo no parlamento “viola princípios fundamentais e também os compromissos que o Governo assumiu em sede de concertação social”. “Nós não aceitamos esta situação e o Governo tem de honrar os seus compromissos (...) 

A UGT não aceita esta situação e exige a revisão, no quadro da Assembleia da República, da proposta de lei apresentada e, se não for feita esta revisão, a UGT tirará daí as devidas consequências”, garantiu João Proença. O responsável disse ainda que vai solicitar reuniões com o Presidente da República, com o Primeiro-Ministro e com os grupos parlamentares dos vários partidos para debater este assunto.

* A UGT  quiz protagonismo ao celebrar acordo com este governo, ficou bem na fotografia da época, ao invés da CGTP que abandonou a negociação.
Agora é o fiasco...

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5.TAROT ERÓTICO















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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

AMI apoiou mais de 15 mil pessoas 
e tem lista de espera 

 A Assistência Médica Internacional (AMI) ultrapassou, em 2012, a barreira das 15.000 pessoas apoiadas e, pela primeira vez, há listas de espera em alguns centros sociais para atendimento e encaminhamento, disse à Lusa o presidente da organização. 

Dados provisórios relativos à ação social da AMI apontam para um ligeiro aumento de pessoas apoiadas em 2012, que totalizaram 15.089, mais 152 do que em 2011.
A área da Grande Lisboa registou um aumento de utentes apoiados, passando de 6.827, em 2011, para 7.257, em 2012, enquanto no Grande Porto o sentido foi inverso: 5.993, em 2011, e 5.596, no ano seguinte.
"Como era expectável, 2012 foi um ano de pressão. Chegámos quase ao limite da disponibilidade das nossas técnicas, no que diz respeito à possibilidade de atendimento", disse o presidente da AMI.
Fernando Nobre adiantou que, no ano passado, foram servidas mais de 200 mil refeições a 2.200 pessoas, resultado do agravamento do desemprego que provocou o aumento da exclusão e da pobreza.
"Todos os nossos centros estiveram sob grande pressão e eu acredito que, em 2013, essa pressão vai manter-se, mas estamos prontos a dar a reposta cabal e indispensável a todos aqueles que chegarem até nós", assegurou.
Em termos nacionais, os centros Porta Amiga com maior frequência de população carenciada, no ano passado, foram o do Porto (3.499), Olaias (2.656) e Vila Nova de Gaia (2.097).
Quanto à população sem abrigo, a AMI apoiou 1.815 pessoas, em 2012, mais 24, em relação ao ano anterior.
Os serviços mais solicitados pela população carenciada foram o fornecimento de géneros alimentares, o refeitório, apoio social, roupeiro e enfermagem.
 
Segundo o presidente da AMI, o perfil das pessoas que procuram apoio social na AMI está a mudar: "Estão a surgir pessoas da classe média e média baixa, em que um dos cônjuges ou os dois ficaram desempregados, e estão a surgir mais pessoas novas".
Também o perfil dos sem abrigo está a mudar. Apesar dos homens continuarem a ser maioritários, começam a aparecer mais mulheres sem abrigo, sublinhou.
Desde há cerca de três anos, também começaram a recorrer à AMI pessoas licenciadas, que representam já cerca de quatro por cento dos utentes.
Fernando Nobre destacou ainda a existência de "maior empenho solidário por parte das empresas e dos cidadãos".
"As pessoas estão sensibilizadas e assimilaram que só todos juntos é que podem ultrapassar e sair da crise em que o país está", disse, acrescentando: "Estamos todos conscientes que temos de dar o máximo, e que os próximos anos continuarão a ser duros".

* Uma acção onde o Fernando é Nobre.

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VICENTE JORGE SILVA

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 Anos horríveis

Gostaria de desejar ao leitor um bom ano novo, mas receio que, desta vez, estivesse a cometer um acto cínico de humor negro. Com efeito, se 2012 foi o ano horrível que se sabe, 2013 promete ser ainda bem pior, pelo menos no que se refere a Portugal ou à Europa – e esperando-se que não forçosamente ao resto do mundo. 

Não é a primeira vez que o meu optimismo natural se confronta com sentimentos negativos, mas nunca como agora me vi envolvido por um ambiente colectivo tão sombrio e para o qual não vislumbro, a curto ou médio prazo, perspectivas de saída.

Não sabemos apenas que 2013 será, em Portugal, um ano mais horrível do que 2012. Sabemos também que faltam, como nunca antes aconteceu, motivos para acreditar na mera racionalidade de quem nos governa ou em alternativas fortes e duradouras para o bloqueio imposto pelo poder dos fortes e a impotência dos fracos.
Claro que há sempre a possibilidade de despertarmos pela insubmissão e a revolta – mas a sua concretização por meios pacíficos parece, dia a dia, mais vulnerável, e o recurso à violência comporta uma maldição de que a História já nos revelou, ciclicamente, o preço terrível.

Depois de já ter perdido a honra e a vergonha, como escrevi na última crónica, Passos Coelho não receou dirigir-se novamente aos seus compatriotas como se fossem imbecis inveterados. Ou então, porque ele próprio se sente tão confundido e desesperado na sua incongruência que já perdeu totalmente o controlo das palavras escolhidas para uma mensagem de Natal. 

Enquanto, por um lado, vem pregando a necessidade urgente de refundação do Estado – seja lá o que isso for… – o primeiro-ministro não temeu garantir na sua mensagem natalícia que «a esmagadora maioria das medidas que faziam parte» do chamado memorando de entendimento com a troika «está já concluída ou em fase de conclusão». Então como se explica que fale em «refundação» – ou seja, fundar de novo – se a «esmagadora» maioria das reformas estão concluídas ou em vias disso? Refundar, afinal, o quê? 

Mas Passos Coelho não recua perante os mais espalhafatosos contrasensos. No último debate quinzenal no Parlamento, afirmou que 2012 fora o pior ano desde o 25 de Abril, mas também «um ano de reformas como o país nunca tinha assistido»! Já 2013, apesar do agravamento esmagador da carga fiscal – como o país não conheceu desde 1974 – seria «um ano de estabilização e um ano de viragem», antecedendo o miraculoso «regresso ao crescimento» em 2014. Para quem vive e observa a realidade portuguesa, não será tudo isto simplesmente delirante?

Mas o primeiro-ministro arrisca-se também a contradizer o seu ministro das Finanças que, literalmente electrocutado pelos sucessivos falhanços das suas previsões, já anunciou desistir de novos palpites devido à ‘incerteza’ da conjuntura internacional.

No entanto, através do Banco de Portugal e da própria troika, tem-se querido fazer passar a ideia de que, apesar da dureza inédita das condições de vida impostas aos portugueses (é isso a que chamam «reformas»), o país tem caminhado na direcção certa para conseguir o ajustamento financeiro. Assim, o progressivo descontrolo das contas públicas e a impossibilidade de atingir os défices acordados com os credores internacionais dentro dos prazos anunciados não seriam necessariamente contraditórios com o sucesso do ajustamento. Haverá alguém que compreenda a racionalidade de tudo isto? Ou a lógica financeira é, pura e simplesmente, uma batata?

Financeiramente, vamos cumprindo como ‘bons alunos’ aquilo a que fomos obrigados, embora com contas caóticas e prazos descontrolados. O que importa são as aparências, é ser-se submisso e aceitar os ditames da sra. Merkel ou, já agora, dos próprios socialistas franceses que parecem querer dar razão àqueles que viam em Hollande um homem das sínteses e compromissos redondos e predisposto a recuar na primeira ocasião relativamente às promessas eleitorais (o que explica a sua política ziguezagueante que o eleitorado já castiga com um declínio vertiginoso de popularidade). 

O Presidente francês começara por exigir a Merkel um pacto de crescimento para contrabalançar o pacto orçamental e, à primeira vista, a chanceler cedeu a essas pretensões que tinham o apoio da Itália e da Espanha (o ‘bom aluno’ ficou calado…). Mas assim que o Parlamento francês aprovou o pacto orçamental, o pacto de crescimento tornou-se uma mera flor de retórica para oferecer galantemente à sra. Merkel. 

Há um episódio célebre da mitologia que inspirou vários pintores famosos, o Rapto da Europa. 2012 e 2013 são os anos horríveis em que a Europa (não mitológica e prisioneira do poder germânico-financeiro) se viu raptada outra vez. E o pior pode estar prestes a acontecer, quando já for tarde para libertá-la e salvar o que resta de um mito. 

IN "SOL"
31/12/12

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HOJE NO
"RECORD"

Africa Eco Race: 
Elisabete Jacinto em 2.º lugar na 5.ª etapa

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto foi segunda classificada na categoria de camiões da 5.ª etapa do Africa Eco Race em todo-o-terreno, ocupando o 7.º lugar da classificação geral da prova.

A equipa portuguesa da categoria de automóveis, Paulo Ferreira/Jorge Monteiro, apesar de ter sido apenas 11.ª na etapa, um traçado de 331 quilómetros, que ligou Gwirat Larjam a Dakhla, subiu ao sexto lugar da classificação geral, com um total de 19:02.34 horas, mais 2:25.07 do que o comandante, o francês Jean-Louis Schlesser.
Elisabete Jacinto gastou esta quarta-feira mais 3.48 minutos do que a equipa russa da Kamaz - Anton Shibalov, Evgeny Yakovlev e Dmitry Sotnikov -, vencedora hoje nos camiões e líder da geral, estando agora na segunda posição da classificação de camiões, com mais 30.33 minutos do que os piloto de leste.

O conjunto luso, que conta ainda com José Marques e Marco Cochinho, detém uma vantagem de 1:05.36 horas para o terceiro classificado, os checos Tomas Tomecek e Vijtech Moravek.

"Até agora tem corrido tudo muito bem. A equipa está muito feliz com os resultados alcançados. Agora temos de ter em conta que vamos entrar nos duros terrenos da Mauritânia", afirmou a piloto lusa, traçando um balanço à primeira parte da prova, em declarações à sua assessoria de imprensa.

* É uma valente.

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VI - HISTÓRIA DA CIÊNCIA

   
  6 - O QUE NOS FAZ HUMANOS?


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Comerciantes vão emitir faturas à mão devido a "radicalismo" do Governo

A maioria das empresas que não conseguiu adquirir as novas máquinas registadoras vai emitir faturas manualmente, adiantou a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, que acusou o Governo de "radicalismo" ao não conceder tolerância nos prazos.

"Não tem sentido este radicalismo da posição do Governo, que mais uma vez se coloca na posição de todo o detentor da verdade e que todo o tecido empresarial é um bando de pessoas que querem fugir ao fisco", criticou o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes.
A reforma do regime de faturação entrou em vigor a 1 de janeiro e, garantiu o Ministério das Finanças, "sem exceções", sendo que a fiscalização do cumprimento das novas normas será feita por equipas especiais da Autoridade Tributária (AT) logo no início do 2013.
Os comerciantes queixaram-se das dificuldades que estão a ter em atualizar ou modificar os seus sistemas de pagamento em tempo útil, para que, a partir de 1 de janeiro, possam cumprir as novas regras, que obrigam à emissão de faturas por cada compra efetuada.
No seguimento, a CCP pediu ao ministério das Finanças tolerância para os comerciantes que comprovassem terem feito a encomenda dos novos equipamentos até 31 de dezembro, evitando penalizações.
"Por parte do ministério das Finanças não houve qualquer resposta. Inclusivamente houve declarações públicas no sentido habitual de pura e simplesmente não ligar às preocupações das empresas", afirmou João Vieira Lopes, acrescentando que muitos empresários serão forçados a emitir faturas manualmente.
"O que sucede é que como existe associado a este sistema uma obrigatoriedade de comunicação em termos informáticos, independentemente das máquinas, as pessoas têm que testar o sistema, que não é neste momento claro. Prevemos que vá haver problemas técnicos nos primeiros meses com o sistema informático", disse o presidente da CCP, sublinhado que as dificuldades iniciais deveriam bastar para justificar uma maior tolerância por parte do executivo.
A CCP não tem um número exato de quantas empresas suas associadas estão afetadas pelo problema de fornecimento das novas máquinas registadoras, mas garante que são milhares. A confederação admite que alguns lojistas possam ter decidido encerrar "pela complicação desta burocracia e pela falta de rentabilidade do negócio", mas esse não será o cenário maioritário, nem sequer na hipótese de um encerramento temporário.
"Neste momento não temos nota de operadores que tenham suspendido a atividade, até porque a maioria, se suspender a atividade, fecha, porque as vendas já estão tão fracas que não o podem fazer. A maior parte vai correr o risco e veremos se vai existir bom senso por parte do ministério das Finanças", concluiu.

* Esta "factura simplificada" é uma imbecilidade que não moraliza o cumprimento fiscal e só faz gastar dinheiro inútil aos empresários.
Iremos verificar que a receita fiscal irá novamente reduzir. 
Quem ganha com a venda das novas máquinas e programas informáticos???


.THE BAND


THE NIGHT THEY DROVE OLD DIXIE DOWN





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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Como os traficantes colombianos usavam o HSBC para branquear capitais 

Quando alguns colombianos foram acusados pela justiça de branqueamento de capitais, em Janeiro de 2010, pouca atenção foi dada ao caso. Todos pensaram que se tratavam apenas de alguns pequenos operativos, que pagavam pelos crimes de um cartel inteiro. 

Um desses homens era Julio Chaparro, pai de quatro filhos, que tinha três fábricas de roupa para crianças, na Colômbia.

Para as autoridades americanas este caso era tudo menos vulgar. Segundo noticia a Reuters, Chaparro ajudou um sem número de traficantes a lavar dinheiro, que tiraram partido da falta de controlo nas transferência bancárias, por parte do HSBC. Esta foi uma das pistas mais importantes, que conduziu à multa de 1,9 mil milhões de dólares, cerca de 1,43 mil milhões de euros, pagos pelo banco.

Chaparro era o maestro da operação, segundo James Hayes, o agente responsável pela investigação. Por outro lado, Ephraim Savitt, o advogado de Chaparro, afirmou que este era um simples membro da operação, que tinha muitos intervenientes. Foi preso na Colômbia, em 2010, e extraditado para os Estados Unidos, em 2011, onde é acusado de branqueamento de capitais e de conspiração, estando a aguardar sentença.

Contudo, a maior parte dos procedimentos sobre o branqueamento de capitais continuavam ainda desconhecidos, até que algumas achas vieram a público. O grupo de operações americano usou uma fonte infiltrada, escutas, e investigou computadores e contas de correio electrónico.

Os cartéis vendiam os narcóticos nos Estados Unidos, enviavam o dinheiro para o México através de correios de droga, e este era depositado na unidade do HSBC daquele país, onde grandes depósitos podiam ser feitos sem qualquer suspeita, de acordo com o Departamento de Justiça americano.

Chaparro e muitos outros utilizavam as contas no HSBC México para depositar o dinheiro da droga, enviando-o para alguns negócios nos Estados Unidos. Os fundos eram depois utilizados para comprar bens de consumo, que eram exportados para a América do Sul, ficando assim completo o ciclo de branqueamento de capitais.

* E os branqueadores  portugueses que vivem à grande...

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 Pela coragem devia
ser promovida


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HOJE NO
"DESTAK"

2012 foi o ano em que menos carros se venderam desde 1985 

 O mercado automóvel teve, em 2012, o seu pior ano em quase três décadas, com apenas 95.290 carros vendidos em Portugal, menos 38 por cento do que em 2011, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). 
O FUTURO

A ACAP destaca que é preciso recuar a 1985 para encontrar um mercado inferior (93.013) ao deste ano. Em dezembro, venderam-se em Portugal 6.342 automóveis ligeiros, menos 44% do que o mês homólogo de 2011, altura em que o mercado tinha registado uma quebra homóloga de 60%.

* 2013 será "mais mau"

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  6 - GPS















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HOJE NO
"i"

Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut em férias de luxo no Rio de Janeiro 

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace.

Mas não foi o único. O ex-administrador da SLN, holding que era detentora de 100% do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram.

Localizado na Praia de Copacabana, o hotel que Miguel Relvas escolheu para passar uns dias de descanso, e que pertence ao grupo Orient-Express, tem hospedado ao longo de décadas membros da realeza, estrelas de cinema, teatro e música, assim como políticos e empresários. Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos no filme Flying Down to Rio com o Copacabana Palace como cenário principal, o hotel tornou--se internacionalmente conhecido.

A diária no Copacabana Palace, que reabriu a 12 de Dezembro, depois de extensas obras num valor estimado superior a 10 milhões de euros, custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço – e a preços de balcão. Uma refeição no hotel pode custar bem mais que a pernoita e os preços sobem em época alta, como acontece nos períodos de Natal e Ano Novo.
O Copacabana Palace tem um total de 243 apartamentos e suites. Todas as acomodações são projectadas de forma individual com móveis de época e obras de arte originais e possuem vista para o mar e amplas salas de estar.
Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio de Janeiro desde 2008, mas, pelo menos até há alguns anos, era na Baía onde passava – segundo dizia – as melhores férias da sua vida. De resto, as viagens ao Brasil, em trabalho ou turismo, são uma constante desde o tempo de Santana Lopes, quando era secretário-geral do PSD. 
A regularidade aumentou quando Relvas iniciou a sua actividade como gestor e consultor de empresas privadas, em 2006. A partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico, as idas ao outro lado do Atlântico tornaram-se ainda mais frequentes, até à sua entrada para o governo.
O Copacabana Palace está longe de padecer dos males que afectam a hotelaria em Portugal, sobretudo na região do Algarve. Mesmo tendo em conta a diferença de temperaturas – em Portugal é Inverno, enquanto no Rio de Janeiro é Verão –, e de preços, nunca antes as taxas de ocupação em território nacional atingiram níveis tão baixos.

Este ano, 16% dos hotéis portugueses encerraram na época baixa. Só no Algarve, e de acordo com dados da Associação da Hotelaria de Portugal citados pelo jornal “Expresso”, quase metade dos hotéis (48%) fecharam esta estação por falta de turistas.

*  Não existiam dúvidas sobre a sem vergonhice, é apenas mais uma constatação

 
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SIMON'S CAT

NUT AGAIN

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ONTEM NO
"A BOLA"

 Suzy Hamilton, de atleta olímpica a... acompanhante de luxo

Chama-se Suzi Favor-Hamilton e, ainda em 2000, competia nos 1500 metros nos Jogos Olímpicos de Sidney. Doze anos depois, revela ter sido acompanhante de luxo durante praticamente 13 meses.
O escândalo foi dado a conhecer inicialmente pelo site de investigação americano The Smoking Gun. Hamilton, que representou os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de 1992 (Barcelona), 1996 (Atlanta) e depois Sidney, em 2000, não demorou muito a confirmar a veracidade da notícia, através da rede social Twitter.

«Percebi ter cometido escolhas altamente irracionais e assumo total responsabilidade por elas. Não sou uma vítima, sabia o que estava a fazer. Fui atraída para o trabalho de acompanhante, em grande parte, por dar-me mecanismos de defesa quando estava a passar por um período difícil no meu casamento e na minha vida. Era uma saída para a vida que tinha. Era uma vida dupla», escreveu Hamilton, que revelou ainda que o seu marido tinha conhecimento da sua vida... dupla.

«Tenho procurado a ajuda de um psicólogo nas últimas semanas e vou continuar, assim que consiga resolver as coisas. Não consigo dizer o quanto lamento por todas as pessoas que magoei, como resultado das minhas ações, e agradeço o apoio da minha família, e as pessoas próximas. Quero mudar e voltar a ser uma boa mãe, mulher, filha e amiga», escreveu a antiga atleta, atualmente com 44 anos.

Suzy Hamilton de dia, Kelly Lundy... de noite. Era este o nome artístico da atleta, que cobrava 600 dólares (450 euros) à hora e 6000 dólares (4500 euros) por um dia. A tabela de preços estava afixada no site de uma agência ilegal de acompanhantes de luxo, onde surgia ainda a informação de um suplemento de 300 dólares pelo... ato sexual.


* Um exemplo a não seguir

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 VAI CASAR  EM 2013? 
VARIE, ESCOLHA O MODELO















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Confederação do Comércio acusa 
Finanças de tratar empresas 
como inimigos

Os comerciantes pediram tolerância, mas o Ministério das Finanças não cedeu e a reforma da facturação entrou mesmo em vigor no dia 1, sem excepções à regra. Num arranque de ano que promete ser duro para o sector, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) acusa a equipa de Vítor Gaspar de tratar as empresas como inimigos.

“A posição do ministério é extremamente negativa. Na prática está-se a tratar qualquer contribuinte empresarial como um inimigo ou alguém que está a cometer fraude”, criticou João Vieira Lopes, presidente da CCP.
A confederação tinha pedido ao Governo uma “atitude mais pedagógica e menos punitiva”, permitindo que as empresas que fizessem prova da encomenda das novas máquinas (necessárias para aplicar a facturação electrónica) não fossem penalizadas. Contudo, a Autoridade Tributária garantiu que o novo regime entraria em vigor “sem excepções” e desde o início do ano que tem “equipas especiais” a fiscalizar o cumprimento da nova lei.
“Não conseguimos quantificar mas há uns milhares de pessoas que não conseguiram ter máquinas atempadamente. É natural que, com a crise, se adie o investimento o mais possível”, diz João Vieira Lopes, revelando que em causa estão custos que rondam os 700 a 1500 euros. Além disso, acrescenta, há atrasos na entrega das máquinas por parte dos fornecedores. “Lamentavelmente, o ministério insiste em considerar os empresários como inimigos”, critica.
De acordo com o presidente da CCP, os comerciantes que ainda não têm sistema instalado estão a passar facturas à mão.

A reforma da facturação é encarada pelo Governo como “decisiva” para um combate eficaz à economia paralela. Todas as transacções comerciais passam a ter factura obrigatória, mesmo quando não é solicitada pelo consumidor.
A medida abrange todos os sectores económicos, desde restauração, cabeleireiros, hipermercados ou oficinas de reparação de automóveis. Os empresários têm de comunicar ao fisco todos os dados das facturas até ao dia 8 do mês seguinte, medida que terá “forte impacto”, nomeadamente, para as grandes superfícies. De acordo com a Associação das Empresas da Grande Distribuição são emitidos mensalmente 65 milhões de talões de caixa.
A reforma prevê ainda um benefício fiscal em sede de IRS aos consumidores finais, correspondente a uma parte do IVA suportado em quatro sectores: reparação e manutenção de automóveis e motociclos, alojamento, restauração e cabeleireiros e institutos de beleza.

* Se o governo pudesse, para reduzir o défice, vendia os Clérigos e a Torre de Belém.

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