terça-feira, 25 de dezembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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BOM NATAL



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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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BOAS FESTAS












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IX. O MUNDO



SEM NINGUÉM



 2- Condenado e


Enterrado






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O PASSEIO
DO RATO













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LUÍS VILARIÇA

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 Tou chim? 

Num país com 10 milhões de habitantes existem 16,6 milhões de telefones que podem ser utilizados para efectuar ou receber chamadas móveis. Desses, cerca de 13,4 milhões estiveram em utilização em Setembro de 2012 (fonte: ICP-ANACOM).

Num sector tão importante e presente na vida dos Portugueses, como os números acima demonstram, é natural que o processo de fusão Zon/Optimus levante dúvidas nos consumidores e na concorrência, mas neste caso não há razões para alarme. Zon e Optimus são empresas complementares: nos segmentos onde uma é forte a outra não e vice-versa. Daqui decorre que esta é uma concentração sem lado pernicioso: os consumidores não perdem nenhuma oferta importante (as áreas candidatas a desaparecer como sejam o móvel da Zon, ou a TV da Optimus, não têm expressão).

Deste processo também não resulta qualquer posição dominante de mercado. Pelo ‘share' concluí-se que resulta um concorrente mais forte, mas que sozinho não comanda o mercado. Neste ponto convém relembrar a ANACOM que em Portugal actua como ‘watchdog'.

Os consumidores têm a ganhar. Podem beneficiar de propostas agressivas resultantes de uma organização mais eficiente com custos absolutos mais baixos, ao mesmo tempo que surgirá uma nova oferta integrada, o Quadruple Play (TV, Voz Fixo, Voz Móvel e Internet), que actualmente apenas tem expressão na PT. Já para os concorrentes esta situação não é bem vinda. A líder PT passa a ter um concorrente que pelo seu tamanho, notoriedade e diversidade da oferta lhe fará frente. Depois do ‘spin-off' forçado da TVCabo pela Opa de 2006 da Sonaecom este é um novo e grande, se bem que previsível, revés.

A Vodafone fica isolada como um operador especializado no móvel, num exemplo de que por vezes ser uma multinacional é uma desvantagem. Aquilo que faria sentido numa lógica de negócio nacional (a fusão da Zon com a Vodafone) colidiu com uma estratégia global da Vodafone para os seus negócios. PT e Vodafone são potenciais perdedores. Depende como reagirem. Os consumidores terão a ganhar. Depende como aproveitarem.


Gestor e Chartered Marketer

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
21/12/12


 PAUSA PARA
REFLECTIR






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 LINDSEY STIRLING

SILENT NIGHT




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FRASES NADA
SIMPÁTICAS 















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FROM US TO YOU


JINGLE BELL 



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 FELIZ  NATAL



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INGINHEROS...

















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PARVOEIRA 

 

MACHISTA




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OS NAZIS TAMBÉM

FESTEJAVAM O NATAL













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ATITUDES


OLÍMPICAS




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N A T I VI D A D E /2

 
 
 
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COM AJUDAS DESTAS....



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BOM DIA





m.