quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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HOSPITAL DE S.JOÃO 

"Programa OLHOS NOS OLHOS"

TVI 24 - 17/12/12



Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre a saúde em Portugal, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este fabuloso programa é extenso mas terrívelmente claro.
Fique atento às declarações do Prof. António Ferreira

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HOJE NO
"DESTAQUE"

Eurovisão sofre várias desistências 

Polónia, Eslováquia, Bósnia-Herzegovina e Turquia faltarão ao evento. A Suíça aposta numa banda do Exército de Salvação, com músico de 94 anos, um verdadeiro recorde. 

 O próximo Festival Eurovisão da Canção promete ser diferente dos seus antecessores. Por variados motivos. A começar pela actuação do mais idoso músico alguma vez a concurso, o contrabaixista suíço Emil Ramsauer, de 94 anos. 

O ancião integra o colectivo Heilsarmee, a banda do Exército de Salvação escolhida pelo público helvético para representar a Suíça no certame europeu a realizar em Maio, em Malmo, na Suécia. A estranha formação – mas quem somos nós para falar depois dos Homens da Luta?!? – defenderá o hino rock You and Me. 

Recorde-se que a Suíça não vence o festival desde 1988, ano em que uma ainda desconhecida Celine Dion arrebatou os votos do júri. Ainda não é certo que a participação desta banda do Exército de Salvação seja efectivamente aceite. Há que analisar primeiro se o tema não choca com os estatutos do festival que proíbem canções políticas. Em 2009, a canção da Georgia foi banida por conter referências directas a Vladimir Putin. 

Mais tarde o país desistiria da competição. No próximo ano, Portugal não será o único país ausente da festa de música, já que também a Polónia, a Eslováquia e a Bósnia-Herzegovina desistiram do certame por dificuldades financeiras. É possível que a Grécia e o Chipre tomem decisão idêntica, tal é a crise. Entretanto, a Turquia retirou a sua participação, em protesto do novo sistema de voto que resulta da combinação dos votos de um júri internacional e dos telespectadores. 

Também considera injusta a qualificação automática dos “Cinco Grandes”, referindo-se ao facto de o Reino Unido, a Alemanha, a França, a Espanha e a Itália se qualificarem automaticamente para a final do Festival, independentemente da posição alcançada do ano anterior, por serem os países que mais contributo financeiro dão para o evento. O país anfitrião do espectáculo também está imediatamente qualificado.

* Já é o festival da asneira

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NEUROTIC SURVIVAL
IRENE FACCIO




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HOJE NO
"i"

Governo está a avaliar programa 
"Impulso Jovem", diz Santos Pereira 

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, disse hoje que o Governo está a avaliar o programa de
 combate ao desemprego "Impulso Jovem", que até agora apoiou cerca de mil jovens, um número "bastante aquém" do esperado pelo executivo.

Em audição na Comissão de Economia e Obras Públicas, o governante declarou que os atuais níveis de desemprego em Portugal, nomeadamente dos jovens, "não são aceitáveis".
Nesse sentido, o Governo está a avaliar - com o intuito de melhorar a "eficácia" - o programa "Impulso Jovem", situação normal que resulta da implementação do programa ter sido feita há seis meses, disse o ministro.

O Conselho de Ministros aprovou no início de junho o programa de combate ao desemprego "Impulso Jovem", que envolve mais de 344 milhões de euros e tem como objetivo abranger 90 mil jovens.
O programa prevê, nomeadamente, uma redução da taxa social única (TSU) de 90 por cento, até ao montante máximo de 175 euros, para as empresas que contratem a termo jovens desempregados de longa duração, por um período mínimo de 18 meses.

O 'passaporte emprego', que garante, no final de um estágio profissional de seis meses (com formação profissional mínima de 50 horas), um prémio de integração caso ocorra a celebração de um contrato de trabalho sem termo é outra das medidas do programa.

* Um impulso "arrelvado" é necessáriamente rasteiro.

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3.TAROT ERÓTICO









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HOJE NO
"BOLA"
 
«O jogo que interessava à TVI era outro» 
- Pinto da Costa
 
Durante a apresentação dos resultados da operação de emissão de obrigações da SAD portista, que decorreu na Bolsa de Lisboa, o presidente do dragões, Jorge Nuno Pinto da Costa foi questionado em relação ao facto do jogo de hoje, diante do Nacional, não ter direito a transmissão televisiva. Pinto da Costa garantiu que nada teve a ver com a decisão e que o único critério foi a opção da emissora, a TVI.
«Justificação? Simplesmente o jogo que interessava à TVI era outro. Não tive nada a ver com essa decisão», garantiu.
Recorde-se que o jogo do Benfica, no terreno do Olhanense, terá direito a transmissão televisiva em direto.
Presente na Euronext, Pinto da Costa não estará assim, naturalmente, na Madeira, ao lado da equipa portista, que defrontou o Nacional, às 18 horas, para a Taça da Liga.

Pode custar a Pinto da Costa já que o FCP é a melhor equipa deste país, mas Benfica é a maior marca, a que mais vende.

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SHASHI THAROOR




Um mundo de alunas

Uma das perguntas mais difíceis que me fizeram quando era subsecretário-geral das Nações Unidas, especialmente quando me dirigia ao público em geral, foi: “Qual é a coisa mais importante que se pode fazer para melhorar o mundo?”

É o tipo de questão que tem tendência a revelar o lado burocrata, até mesmo no comunicador mais directo, como se nos sentíssemos obrigados a explicar a complexidade dos desafios que a humanidade enfrenta: como é que algo não imperativo pode ser distinguido acima de outros objectivos; como é que a luta pela paz, a luta contra a pobreza e a batalha para erradicar as doenças devem ser travadas lado a lado; e assim por diante – de um modo estupidificado.

Nessa altura eu aprendi a dar as respostas, que estas perguntas praticamente impossíveis requerem, com prudência e ousadia. Se eu tivesse de escolher algo que devemos fazer acima de tudo, neste momento propunha uma mantra com duas palavras: “educar raparigas”.

Tão simples quanto isso. Nenhuma acção tem provado fazer mais pela raça humana do que a educação das crianças do sexo feminino. Estudos científicos e projectos de investigação determinaram aquilo que o senso comum talvez já nos tenha dito: se educar um rapaz, você educa uma pessoa; mas se educar uma rapariga, você educa uma família e beneficia uma comunidade inteira.

A evidência é surpreendente. O aumento da escolaridade das mães tem um impacto mensurável na saúde e na educação dos seus filhos, bem como na produtividade quando chegam à fase adulta. Filhos de mães instruídas superam consistentemente os filhos de pais instruídos e de mães analfabetas. Dado que, em geral, as crianças passam a maior parte do seu tempo com as suas mães, isto não surpreendente muito.

Uma rapariga que tenha mais de seis anos de escolaridade está melhor preparada para procurar e utilizar aconselhamentos médicos, para imunizar os seus filhos e para estar ciente da importância das práticas sanitárias, que vão desde o ferver a água até ao acto de lavar as mãos. Um estudo da Organização Mundial de Saúde concluiu que “em África, os filhos das mulheres que têm cinco anos de escolaridade, são 40% mais propensos a viverem além dos cinco anos de idade”.

Além disso, um estudo da Universidade de Yale revelou que a altura e o peso dos recém-nascidos de mães que têm uma educação básica eram regularmente mais elevados do que os dos bebés de mães sem escolaridade. Um projecto da UNESCO demonstrou que “cada ano adicional de educação de uma mãe reduz a probabilidade da taxa de mortalidade infantil em 5% a 10%”.

As vantagens da educação na saúde vão além do parto e da saúde infantil. A SIDA propaga-se duas vezes mais depressa, como demonstra um estudo da Zâmbia, entre as raparigas sem estudos do que entre as raparigas que andaram na escola. As raparigas instruídas casam-se mais tarde e são menos susceptíveis de serem maltratadas por homens mais velhos. As mulheres instruídas tendem a ter menos filhos e com intervalos mais sensatos, facilitando um maior nível de cuidados; as mulheres com sete anos de escolaridade, de acordo com um estudo, tiveram menos dois a três filhos do que as mulheres sem nenhuma escolaridade.

O Banco Mundial, com a sua típica precisão matemática, estimou que por cada quatro anos de escolaridade, a fertilidade é reduzida em cerca de um nascimento por mãe. A razão por que a taxa de fertilidade no estado indiano de Kerala é de 1,7 por casal, ao passo que em Bihar é superior a quatro, deve-se ao facto de as mulheres de Kerala serem instruídas, enquanto metade das mulheres de Bihar não o são. Quanto maior for o número de raparigas a frequentar a escola secundária, o Banco acrescenta, maior é o crescimento do rendimento per capita do país.

Além disso, as mulheres aprendem com as outras mulheres, o que faz com que as mulheres sem escolaridade procurem igualar ou ultrapassar o sucesso das mulheres com escolaridade. E as mulheres gastam mais do seu dinheiro com as suas famílias, coisa que os homens não fazem necessariamente (afinal de contas, as lojas rurais de araca na Índia, prosperam graças aos hábitos de consumo auto-indulgentes dos homens). E, quando as raparigas com escolaridade trabalham nos campos, visto que são muitas que o têm de fazer no mundo em vias de desenvolvimento, os seus conhecimentos adquiridos nas escolas traduzem-se directamente no aumento da produtividade agrícola e numa diminuição da malnutrição. Eduque uma rapariga e você beneficia uma comunidade.

Aprendi muitos destes pormenores com a minha ex-colega Catherine Bertini, premiada com o Prémio Mundial da Alimentação em 2003, devido ao seu trabalho incansável e eficaz como directora do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas. Como ela mesma disse no seu discurso de agradecimento: “Se alguém vos dissesse que, com apenas 12 anos de investimento de cerca de mil milhões de dólares por ano, poderiam, em todo o mundo em vias de desenvolvimento, aumentar o crescimento económico, reduzir a mortalidade infantil, aumentar a produtividade agrícola, melhorar a saúde materna, melhorar a saúde infantil e a nutrição, aumentar o número de crianças – meninos e meninas – na escola, desacelerar o crescimento da população, aumentar o número de homens e mulheres que sabem ler e escrever, diminuir a propagação da SIDA, adicionar novas pessoas à força laboral e serem capazes de melhorar os seus salários sem terem de despedir ninguém, o que diriam? Que grande negócio! O que é? Como é que posso aderir?”

Infelizmente, o mundo ainda não está com muita pressa em “aderir” ao desafio de educar as raparigas, que ficam constantemente para trás, em relação aos rapazes, no acesso à educação no mundo em vias de desenvolvimento. Estima-se que 65 milhões de raparigas em todo o mundo não conhecem o interior de uma sala de aula. No entanto, não educá-las custa mais ao mundo do que colocá-las na escola.

Certamente, não há melhor resposta. O ex-secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, disse de uma forma simples: “Nenhuma outra política tem tanta probabilidade de aumentar a produtividade económica, diminuir a mortalidade infantil e materna, melhorar a nutrição, promover a saúde, incluindo a prevenção do VIH/SIDA, e aumentar as hipóteses de educação na próxima geração. Vamos investir nas mulheres e nas raparigas”.

Tradução: Deolinda Esteves/Project Syndicate

IN "PÚBLICO"
17/12/12

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Cavaco não envia OE 
para fiscalização preventiva 

O registo de entrada de documentos no TC é, por regra, feito até às 16h, não tendo sido remetida para análise documentação de Belém. O prazo para o Presidente da República pedir a fiscalização preventiva do Orçamento do Estado para 2013 ao Tribunal Constitucional termina formalmente nesta quarta-feira, não havendo registo de entrada do documento.
 Tal como o Expresso noticiou na última edição, o Cavaco Silva não deverá enviar o Orçamento do Estado para 2013 para o Tribunal Constitucional para fiscalização preventiva. Para que o OE entre em vigor a 1 de Janeiro, Cavaco deverá promulgar o Orçamento até ao final do ano, podendo depois enviar o documento para fiscalização sucessiva.

O registo de entrada de documentos no TC é, por regra, feito até às 16h, não tendo sido remetido para análise documentação de Belém, noticiou a RTP.

Cavaco Silva reiterou na segunda-feira que não cederá a nenhuma pressão e afirmou que a lei do Orçamento estava “a ser analisada com todo o cuidado”. “Tomarei a decisão tendo em conta os pareceres jurídicos aprofundados que mandei fazer e tendo em conta a minha avaliação do superior interesse nacional”, afirmou, citado pela Lusa.

*  Há poucas semanas comentámos que Cavaco Silva não iria desobedecer às ordens que Merkel lhe veio dar. Quando alguma vez  tiver uma atitude de vincada personalidade a terra treme de surpreendida.

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VI - HISTÓRIA DA CIÊNCIA

   
  4 - O QUE NOS FAZ HUMANOS?





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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Selecção de Basquetebol 
sem visto para entrar em Angola 

Selecção nacional sub-18 de Basquetebol foi impedida de participar num torneio em Angola por não terem sido concedidos vistos. 

 A selecção nacional sub-18 de Basquetebol viu-se impedida de participar num torneio em Angola para o qual foi convidada pelas autoridades de Benguela depois do consulado angolano não ter concedido os vistos aos jogadores. A Federação vai falar com o Governo.
Um Trio de facínoras

Mário Saldanha, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, disse ao Económico que o convite partiu há três meses do Governo Provincial de Benguela e que Portugal aceitou porque é normal regular participar em torneios em Angola.

"Há um óptimo relacionamento entre as duas federações, a portuguesa e a angolana, por isso não entendemos o que aconteceu. Os jogadores estavam preparados para viajar, faltaram às aulas, tomaram as vacinas e por razões que desconhecemos os vistos não foram concedidos", disse Mário Saldanha, explicando que não foi dada qualquer justificação à Federação Portuguesa de Basquetebol.

A Federação esperou até às 17h00 de sexta-feira pelos vistos para poder embarcar Domingo para Angola. Mas os serviços do consulado fecharam e os vistos não foram concedidos, inviabilizando a viagem dos jogadores da selecção de sub-18.

Mário Saldanha diz ter ficado "surpreendido" e pretende dar conhecimento da situação formalmente ao secretário de Estado do Desporto, para que o assunto siga para o Ministério dos Negócios Estrangeiros e seja "resolvido diplomaticamente".

"Temos boas relações com a Federação e o ministro do Desporto angolano. Não entendemos o que se passou, não sabemos por que razão mas esta é uma questão que deve ser resolvida pela via diplomática", disse Mário Saldanha.

*Andamos agachados ao dinheiro ensanguentado angolano que até mostrarmos as cuecas, como  sobas que são permitem-se estas atitudes.
Vamos ficar sentados à espera da reacção do MNE.

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PENTATONIX


CAROL OF THE BELLS




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Presidente de Junta emigra para o Canadá

O presidente da Junta de Freguesia de Castelo do Neiva, em Viana do Castelo, eleito pelo PSD em 2009, já não passa o Natal em Portugal. O aperto da crise económica obrigou-o a procurar trabalho no estrangeiro e, precisamente no dia 24, parte para o Canadá.
Porque não emigram?
"Eu tinha um restaurante, onde investi cerca de 400 mil euros, mas, devido a esta crise e à má gestão de que o nosso País tem sido alvo, vi-me obrigado a fechar as portas. Como não consigo viver com os 270 euros que ganho na junta, volto para o Canadá", afirma Augusto Bandeira.
O autarca, de 49 anos, diz que nunca pensou chegar a este ponto e espera um dia regressar novamente a Portugal. "Vim do Canadá há 18 anos para ficar na minha terra e nunca pensei que teria de voltar a emigrar", diz Augusto Bandeira, sublinhando que "as portagens da A28 e o aumento do IVA na restauração ditaram o meu destino".
"Como é possível que se pague 23 por cento de IVA por uma sopa e seis por cento para dormir num hotel? Como?", questiona o autarca, manifestando-se "muito desiludido com os governantes, incluindo os do PSD".
Augusto Bandeira já pediu suspensão do mandato.

*  Se Augusto Bandeira tivesse investido 200 mil no PSD, não teria necessidade de emigrar, encontrar-lhe-iam competência suficiente para outros desempenhos políticos.

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 GINÁSIANOS





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HOJE NO 
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Ministro da Economia 
“500 milhões para capitalizar empresas” 

Álvaro Santos Pereira defendeu a conclusão das redes transeuropeias de transportes e de energia até 2020. O ministro da Economia afirmou hoje, num debate dedicado ao tema da reindustrialização do país, que está em marcha uma linha de capitalização de empresas de 500 milhões de euros e defendeu a conclusão das redes transeuropeias de transportes e de energia até 2020. 
 Na estratégia de fomento industrial entre 2013 e 2020, de acordo com o titular da pasta da Economia, “está a necessidade de conclusão das infraestruturas e das redes transeuropeias de transportes, nomeadamente a ferrovia em bitola europeia de Portugal até França”. 

Ao nível financeiro, o ministro da Economia declarou que o projeto de reindustrialização “passa por linhas de crédito”, mas também “de linhas de capitalização de empresas”. “Em colaboração com a Caixa Geral de Depósitos, o Governo está a trabalhar numa linha de capitalização de 500 milhões de euros”, adiantou. 

No debate, o ministro da Economia deixou mais um recado de carácter político. “Os incentivos fiscais têm de ser fortes e arrojados de forma a tornar o país mais atrativo para o investimento nacional ou estrangeiro”, declarou.

* Mais um ministro que acordou esta semana, ontem foi Vitor Gaspar que falou sobre "os impostos intoleráveis e insustentáveis".
Mas estas palavras são engodo, porque Santos Pereira sabe que os donos da Europa não querem uma ferrovia transeuropeia , querem para os países periféricos o "poucaterra, poucaterra, poucaterra"

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O YOGA É PARA TODOS










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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Cristóvão obteve informação 
sobre árbitros nas Finanças

Ex-vice presidente do Sporting é acusado de obter dados pessoais de árbitros junto de uma funcionária da Autoridade Tributária. Ficheiro continha nomes e dados das contas bancárias

A informação pessoal sobre nomes e contas bancárias de árbitros da I Liga que terá chegado às mãos de Paulo Pereira Cristóvão, ex-vice presidente do Sporting, foi recolhida nos computadores da Autoridade Tributária. Segundo o despacho de acusação da 9ª secção de Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, Pereira Cristóvão terá contactado com um funcionário reformado das Finanças, a quem forneceu uma lista de nomes. Posteriormente, a companheira deste último, funcionária da Autoridade Tributária no ativo, recolheu as informações.
Os nomes terão sido posteriormente agrupados por ficheiros, sendo que um deles, ainda de acordo com o despacho de acusação do Ministério Público, continha, para além dos nomes, uma relação dos respetivos bens e contas bancárias dos árbitros.

O documento do DIAP de Lisboa, que confirma a acusação contra Paulo Pereira Cristóvão e Vítor Viegas, refere que o valor da alegada burla ao Sporting rondará os 60 mil euros, entre pagamentos a uma empresa ligada a Paulo Pereira Cristóvão e pagamentos de faturas de quatro telemóveis ao dispor do arguido enquanto vice-presidente do Sporting, que este terá distribuído por três pessoas.

O ex-vice-presidente do Sporting, Paulo Pereira Cristóvão, juntamente com o sócio gerente da sociedade comercial "Businlog", Vítor Viegas, foi acusado pelo DIAP de sete crimes relativo ao caso Cardinal, no qual o árbitro assistente José Cardinal viu uma quantia ser depositada na conta bancária no valor de dois mil euros dias antes do jogo Marítimo-Sporting

Cristóvão foi assim acusado de um crime de burla qualificada, um crime de branqueamento de capitais, um crime de devassa por meio de informática, dois crimes de peculato, um crime acesso ilegítimo qualificado, um crime de denúncia caluniosa qualificada.

O Ministério Público requereu ainda a proibição de Paulo Pereira Cristóvão exercer qualquer atividade no dirigismo desportivo. 

* Era um dos braços de Godinho Lopes e andava a tentar ser o Vale e Azevedo leonino.


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3/como eram ... 


como ficaram














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HOJE NO
"RECORD"

Godinho Lopes: 
«Faltava-me um braço direito» 
PRESIDENTE DESTACA COMPETÊNCIA DE JESUALDO 

Godinho Lopes mostrou-se satisfeito com a contratação de Jesualdo Ferreira, afirmando que o novo manager vem preencher uma posição em falta no clube leonino.

"Para poder fechar este ciclo de reestruturação faltava uma pessoa que preenchesse um conjunto de requisitos fundamentais. O que referi em fases anteriores, em que tinha decidido seguir um regime presidencialista, mantém-se, mas faltava alguém que pudesse ser o meu braço direito de forma a que os adeptos do futebol fossem tratados com um nível de competência diferente", referiu o presidente do clube verde e branco, na apresentação do professor, em Avalade.
Na qualidade de manager, Jesualdo terá carta branca para decidir sobre todos os aspetos da vida futebolística do clube, em estreita colaboração com Godinho, como deixou claro o líder. "Será o responsável por todo o futebol. A sua posição de manager significa que vai cobrir todas as áreas relativas ao futebol do sporting. Haverá uma ligação direta comigo para que os temas sejam decididos de forma responsável", explicou, acrescentando: "No que se refere à organização que a SAD possa vir a sofrer, Jesualdo terá carta aberta para o fazer. Não fazia sentido ir buscar alguém com 40 anos de carreira para depois impedi-lo de tomar posições no clube."

Godinho manifestou ainda confiança na retoma dos leões a partir de agora. "A esperança está renovada. Desejo boas vindas a Jesualdo. Faltava no palmarés ser responsável pelo Sporting. Mas a sua responsabilidade comparada com outros clubes onde esteve acaba por ser mais abrangemte. Não vem única e exclusivamente para treinar. Aqui terá oportunidade de colocar ao serviço todos os seus conhecimentos", vincou

* Quem irá Godinho Lopes buscar para ser os miolos que lhe faltam, para haver competência???

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 MUITO FELIZES














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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS

Meninos sentem mais dor que as 
meninas e a principal é a de barriga

Um estudo realizado pela Universidade do Porto a 8647 crianças portuguesas, nascidas este milénio, indica que os meninos se queixam mais de dor do que as meninas, sendo a "dor de barriga" o principal mal de que padecem.

 O estudo pioneiro em Portugal, denominado "Geração XXI", apresentado esta quarta-feira no Porto, e cujos objectivos passam por conhecer o crescimento e desenvolvimento das crianças nascidas no início deste milénio, revela que do total dos rapazes avaliados 47% queixa-se de dor nos últimos três meses, enquanto que do total das meninas, queixam-se de dor 42%.

A dor de que as crianças mais se queixam é a "dor de barriga" (52,1%), logo seguida de dor de cabeça (44,4%) e "dor nas pernas" (36%). A dor de garganta e de dentes vem logo a seguir.
Dores de braços (6,6%), dores de peito (8,3%) e dores na zona pélvis (10,8%) são as dores de que as crianças se queixam menos.

No campo dos conflitos entre pais e filhos, o documento indica que quanto mais estudos têm os progenitores, mais se regista "disciplina não violenta", ou seja, o mãe/pai explica ao filho o que "estava a fazer errado", "tira regalias (brinquedos)", ou põe-no de castigo (ficar no quarto).

Por outro lado, quanto menos estudos têm os progenitores mais maus tratos físicos (graves ou extremos) são inflingidos às crianças. Maus tratos físicos são, por exemplo, bater na criança em alguma parte do corpo, atirá-la para o chão ou bater-lhe com a mão fechada ou dar um pontapé com força.

Maus tratos físicos extremos são, definidos no estudo, o agarrar pelo pescoço e sacudir a criança, queimar ou derramar líquido quente nele de propósito ou ameaçar com uma arma branca ou de fogo.
O estudo revela também que perto de 40% das crianças portuguesas sofrem de peso a mais e que as meninas têm mais "excesso de peso" e "obesidade" do que os rapazes, havendo um agravamento de peso a mais dos quatro para os sete anos de idade.
 Do total das crianças avaliadas, 34,7% das meninas tem peso a mais aos quatro anos de idade (23,1% sofre de excesso de peso e 11,6% sofre de obesidade), enquanto que nos meninos o peso a mais situa-se nos 31,7% (22% com excesso de peso e 9,7% com obesidade), lê-se no estudo.

O peso a mais nas crianças agrava-se dos quatro para os sete anos, principalmente no género masculino, que aumenta no campo da obesidade, por exemplo, de 9,7% para 15,9%, ou seja regista-se um aumento de 39%. Nas meninas há também um aumento de obesidade dos 11,6% para os 16,4%, ou seja mais 29,3% aos sete anos do que aos quatro anos de idade.
Um outro indicador do estudo é que o peso das crianças é tanto maior, quanto menor é a escolaridade da mãe.
A prevalência de excesso de peso e de obesidade nas crianças com sete anos de idade é na ordem dos 19,7% com as mães que têm o 9º ano de escolaridade ou menos, baixando para os 11,7% de crianças com peso a mais se as mães tiverem o 12º ano de escolaridade ou estudos superiores.
Uma outra conclusão do estudo é que os filhos de mães que apresentam excesso de peso ou obesidade, têm maior incidência de peso a mais.

Nas mães com obesidade, 30,7% dos seus filhos padecem também de obesidade aos sete anos de idade; e as progenitoras com excesso de peso, regista-se que 23% dos seus filhos sofrem também desse excesso.
As crianças avaliadas neste estudo pioneiro em Portugal nasceram todas entre abril de 2005 e agosto de 2006, em cinco maternidades públicas do Grande Porto, e têm sido observadas desde os primeiros meses de gestação até aos dias de hoje por técnicos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, confirmou à Lusa o coordenador do projeto Henrique Barros.

* Um estudo importante para uma profunda tristeza

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