quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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T-SHIRTS
SORRIDENTES/8





















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Banca terá de comunicar com clientes 10 
. dias após verificar risco de incumprimento 

Os bancos vão ser obrigados a criar estruturas e formar os seus trabalhadores para perceberem se os seus clientes podem entrar em incumprimento. E terão 10 dias para entrar em contacto com os clientes após verificarem “indícios de degradação” da capacidade financeira.

O Banco de Portugal estabeleceu novas regras para a banca com o intuito de tentar diminuir o crédito malparado. As novas normas vão vigorar a partir do dia 1 de Janeiro de 2013 e estabelecem alguns parâmetros para que as instituições financeiras acompanhem de forma mais próxima os seus clientes e evitem que estes entrem em incumprimento.


Assim, fica definido que as instituições têm de “implementar sistemas informáticos que possibilitem a identificação oportuna da ocorrência de factos que indiciem a degradação da capacidade financeira do cliente bancário e que emitam alertas dessa situação.”
Além disso, os bancos terão também de preparar os seus trabalhadores para que assim que se apercebam que há risco de incumprimento informem a “estrutura responsável” para que a situação possa ser analisada de forma célere.
A banca deverá ainda “desenvolver mecanismos” que ajudem os próprios clientes a comunicarem este tipo de situações, “nomeadamente através da criação de canais específicos nos respectivos sítios da Internet.”

Depois de verificada a situação de “degradação” a instituição tem um “prazo de 10 dias” para fazer o “primeiro contacto com o cliente bancário”.
O Banco de Portugal não especifica o que considera ser “indícios de degradação da capacidade financeira”, apenas refere que esta situação tem de ser acompanhada “sempre que, em face da informação disponível, seja previsível que o cliente bancário venha a incumprir.”
O regulador estabeleceu ainda critérios de contacto com os clientes, definindo que não poderá haver contactos “desleais, excessivos ou desproporcionados”. 

E mesmo que a instituição contrate uma segunda empresa para que seja ela a tentar recuperar os pagamentos em atraso, o banco tem de se certificar que essas empresas cumprem com as normas estabelecidas. 

* Repare-se: "O regulador estabeleceu ainda critérios de contacto com os clientes, definindo que não poderá haver contactos “desleais, excessivos ou desproporcionados”.
Esta frase do Banco de Portugal admite que os bancos têm vindo a actuar com deslealdade, excessiva e desproporcionadamente contra os seus clientes, uma afirmação poderosa.
Porque o Banco de Portugal não pune os prevaricadores??

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TEORIAS INTERESSANTES DA CRIAÇÃO DO MUNDO


1. OS MAIAS





De acordo com os Maias existiam duas pessoas, Tepeu and Gucumatz, os quais se sentavam e pensavam acerca de coisas e essas coisas passavam a existir. 
Eles pensaram nas montanhas, na terra, nos oceanos, no céu e nos animais e assim elas apareceram. 
Eles usaram barro para criar as pessoas, mas o barro desfazia-se quando se molhava por isso fizeram-nas de madeira. Mas estas pessoas provocaram desordens e o deus criou um dilúvio e varreu-os a todos. E recomeçaram de novo, foi assim que a Terra se tornou no que é hoje.

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HOJE NO
"DESTAK"

Arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer morreu no Rio de Janeiro aos 104 anos 

O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer morreu quarta-feira à noite aos 104 anos no Rio de Janeiro, revelou fonte hospitalar, citadas pelo jornal O Globo e pela agência Efe. 

 Niemeyer estava internado num hospital em Botafogo desde novembro e estava com respiração assistida devido a uma infeção respiratória. 

 O arquiteto de reputação mundial foi responsável por obras emblemáticas, destacando-se as obras que deixou nas cidades de Brasília e Niterói. 

 * Morreu um génio, seja qual for o sítio para onde vá que continue a projectar maravilhas.

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 1.TAROT ERÓTICO












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HOJE NO
"i"

PSD desafia Seguro a seguir exemplo 
de Guterres e fazer "mea culpa"
 em relação ao passado 

O PSD acusou hoje o secretário-geral do PS de ter estado “clandestino" durante os governos de José Sócrates e desafiou-o a seguir o exemplo do seu antecessor António Guterres, assumindo responsabilidades em relação ao passado.

As acusações do dirigente da bancada social-democrata Luís Menezes foram feitas em plenário, na Assembleia da República, e motivaram imediatamente um pedido de defesa da honra por parte do Grupo Parlamentar do PS, com José Junqueiro a alegar que António José Seguro tinha sido alvo de insulto por parte do PSD.

Luís Menezes começou por fazer um discurso a evocar a memória do antigo primeiro-ministro e fundador do PSD, Francisco Sá Carneiro, mas a evolução do debate levou-o a acusar o PS de se "acobardar" perante a projetada reforma do Estado.

"O PS nuns dias diz sim e em outros dias diz não, renegando o seu passado", disse.
Depois, Luís Menezes lançou uma série de ataques diretos ao líder socialista: "Se António José Seguro esteve seis anos calado e sentado na última fila [da bancada do PS], é porque esteve na clandestinidade. Em vez de renegar o passado, António José Seguro deveria fazer um 'mea culpa', como António Guterres, que foi sério", afirmou.
José Junqueiro negou que o PS renegue o passado e devolveu que é o PSD "quem renega o presente por cegueira, já que está a conduzir o país para o abismo".

O vice-presidente da bancada socialista defendeu em seguida a conduta do líder do seu partido, rejeitando que alguma vez Seguro tenha renegado a luta política.
"Aquilo que o PSD fez neste debate, com estes insultos, revela o grande incómodo por António José Seguro ser o líder partidário com melhores índices de popularidade e por o PS estar à frente em todos os estudos de opinião. Mas, senhor deputado Luís Menezes, para isso é necessário insultar o secretário-geral do PS e o PS?", questionou José Junqueiro.

Luís Menezes ripostou, usando a ironia: "Está bem, posso alterar a palavra clandestino e digo antes que António José Seguro foi cúmplice seis anos do anterior Governo. O secretário-geral do PS chegou a esse cargo sem apresentar uma única ideia, mas não chegará a primeiro-ministro sem apresentar uma única proposta", disse.

No seu discurso inicial, antes da dura troca de palavras com José Junqueiro, Luís Menezes sustentou a tese de que os setores que atualmente se encontram "acantonados" contra o Governo são os mesmos que em 1979, quando Francisco Sá Carneiro liderava a AD (Aliança Democrática), caraterizavam como "reacionário e ultraliberal" o programa então em vigor.

Sobre a importância da reforma do Estado, o "vice" da bancada do PSD defendeu que "o Estado não pode continuar a gastar mais do que aquilo que obtém dos impostos dos portugueses".
Na resposta, José Junqueiro traçou qual o limite colocado pelo PS: "Reforma do Estado sim, atraiçoar o Estado social não", declarou.

* Anda tudo louco:
O PSD ESQUECEU-SE:
- Que Cavaco Silva com medo de perder eleções mandou Fernando Nogueira para os cornos do touro para perder por ele.
- Que o patriota Durão Barroso pediu aos portugueses para votarem nele e baldou-se do governo para ir servir de mordomo, muito bem pago, a Merkel e Sarkozy, deixando na berlinda Santana Lopes e Ferreira Leite estupefacta.

O CDS ESQUECEU-SE:
- Que Paulo Portas abominava a classe política até ao dia em que levou ao colo Manuel Monteiro para melhor o apunhalar.
- Que o seu líder  se esconde sorrateiro ao abrigo do MNE e vai espalhando intriga no seio do governo sempre sob a capa de virgem ofendida.

O PS ESQUECEU-SE:
- De todos os cambalachos do governo de Socrates, dos saltos à vara do Armando, dos ex-considerados pedófilos.
- De ter prosápia de esquerda para abocanhar ao centro.

Repare-se que é à esquerda do PS que se revela o espírito de missão dos políticos. Vá-se espreitar, eles deixam, que vida fazem os deputados do PCP, Bloco e Verdes para se perceber a vilanagem dos partidos do "arco da governação".

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FRANCISCO SARSFIELD CABRAL

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As lições 
    esquecidas da crise

A crise financeira internacional levou à publicação de inúmeros livros, artigos, estudos, analisando as causas da crise e as medidas para evitar que se repita (atenção: as crises da dívida portuguesa, assim como a grega, a espanhola, a italiana ou mesmo a irlandesa, têm causas sobretudo nacionais).

Um texto curioso foi publicado no Financial Times de 15 de Novembro, com o título ‘Marx teria orgulho nos banqueiros’. O autor (que desconheço) é Karl Sternberg, fundador do Oxford Investment Partners. Ou seja, alguém que conhece o sector financeiro por dentro.

‘Banqueiros’ designa aqui os gestores bancários, a vários níveis, sendo empregados que ganham muito. A tese de Sternberg é que os trabalhadores (os banqueiros...) levaram para casa todo o dinheiro dos bancos através de salários, prémios, ‘bónus’ e outras extravagâncias, à custa dos capitalistas (os accionistas). 

Com a ajuda dos contabilistas, diz ele, o staff das instituições financeiras convenceu os accionistas de que, para terem pessoal competente, lhe teria de pagar fortunas. Assim, ‘o trabalho descobriu um instrumento para destruir os capitalistas muito mais eficaz do que os sindicatos’. Marx estaria agora a rir. 

Daí, escreve Sternberg, não serem de estranhar os actuais ‘cantos de sereia’ dos banqueiros, alertando para as consequências – nefastas, na perspectiva deles – de mais regulação para o sector. Ora, para Sternberg «é a regulação que pode reconduzir a banca ao sistema capitalista». 

Nos Estados Unidos da América (EUA), por exemplo, a lei de regulação financeira (Dodd-Frank Act) é considerada, nos meios bancários, excessivamente complexa. E nos EUA ouvem-se vozes dizendo que não aplicarão as ‘demasiado complicadas’ regras de Basileia III (obrigando, nomeadamente, os bancos a rácios de reservas de capital mais exigentes, para se protegerem das crises). Repare-se que o Dodd-Frank não reintroduziu a separação entre bancos comerciais e bancos de investimento, imposta em 1933 e anulada em 1999, quando Clinton era presidente dos EUA. Na Europa, os bancos pedem mais tempo para aplicarem as regras de Basileia III.

Num recente colóquio promovido pela Comissão Europeia e pelo Banco de Portugal (BdP), o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, fez uma análise pessimista sobre o pouco que se avançou, sobretudo na Europa, na reforma da regulação bancária – apesar de há cinco anos ser consensual que o défice de regulação era uma das principais causas da crise... 

Carlos Tavares apontou factos. Por exemplo: a transparência dos mercados tem diminuído; os reguladores continuam sem informação sobre os mercados não regulados e têm menos informação sobre os regulados; é hoje maior a dimensão do chamado shadow banking (área que escapa à regulação); aumentaram os produtos financeiros complexos; ainda não foi tratado o conflito de interesses de agências que, simultaneamente, fazem rating e consultoria à mesma empresa; não diminuiu a desalavancagem (redução do endividamento, sobretudo), medida pelo rácio activos financeiros/Produto Interno Bruto (PIB), sendo historicamente altos os níveis de dívida privada. 

Ou seja, não foram tiradas as lições do que se passou desde há cinco anos. Nem se regressou aos valores tradicionais da banca. Um alerta do Presidente da CMVM que merece atenção. 


IN "SOL"
04/12/12

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HOJE NO
"A BOLA"
 
FIA abre a porta à entrada da Citroen 
e de Sébastien Loeb no WTCC
 
A Federação Internacional Automóvel, reunida em Istambul, admitiu esta quarta-feira a entrada da Citroen e, consequentemente, de Sébastien Loeb no campeonato do mundo de carros de turismo (WTCC) em 2014.

«O princípio de um novo regulamento técnico foi aceite pelo Conselho Mundial, a fim de permitir a entrada de carros mais espetaculares, com uma maior aerodinâmica, graças a uma redução do peso e aumento da potência», escreveu a FIA em comunicado.
Recorde-se que Loeb afirmou, em setembro, que em 2013 só iria correr em algumas provas do WRC e que, em 2014, queria participar no mundial de WTCC com a Citroen.
O companheiro de equipa de Loeb na Citroen, no WTCC, poderá ser o polaco Robert Kubica, ex-piloto de Fórmula 1. Segundo a revista francesa AutoHebdo, a Renault também poderá entrar no WTCC e contratar Yvan Muller, tricampeão do mundo, à Chevrolet.

* O desporto onde os cifrões falam mais alto

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VI - HISTÓRIA DA CIÊNCIA

   
  2 - O QUE NOS FAZ HUMANOS?


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Dez ideias para quem quer ser voluntário 
e não sabe por onde começar 

Guia de ajuda para quem procura uma forma de ajudar os outros. Nesta quarta-feira celebra-se o Dia Internacional do Voluntário. 

Dizemos de nós próprios, portugueses, que gostamos de ajudar o vizinho, o amigo, o conhecido e o desconhecido. O que os números mostram é que o fazemos fora das organizações.

De acordo com o Eurobarómetro e o European Value Study, Portugal está entre os países da União Europeia em que a participação em actividades de voluntariado é mais baixa. No Dia Internacional do Voluntário, o PÚBLICO deixa dez sugestões a quem quer dar um pouco do seu tempo aos outros mas não sabe por onde começar. Na própria rua ou do outro lado do mundo, com trabalhos mais ou menos especializados. Até para quem gosta de pagar para trabalhar. Sim: essas pessoas existem.

Bolsa do Voluntariado
Uma espécie de classificados para quem oferece e quem procura trabalho voluntário. 

A Bolsa do Voluntariado foi criada há seis anos pela Entrajuda, uma instituição privada de solidariedade social, para que houvesse “uma ponte entre quem quer dar e quem precisa de receber”. No site, podem registar-se candidatos que querem “dar tempo por uma causa” ou voluntários especialistas, também organizações que precisem de divulgação ou empresas que precisem de voluntários.

Voluntariado Jovem
Também destinado a jovens, mas dentro de fronteiras. O Voluntariado Jovem, promovido pelo Instituto Português da Juventude, agrega projectos de curta ou longa duração por todos os distritos e em várias áreas de intervenção. 
 Apoio a crianças ou a idosos, reabilitação e renovação das áreas urbanas, direitos humanos ou igualdade de género, só para dar alguns exemplos. E há lugar para todos (a pesquisa pode mesmo ser feita por distrito e pelos dias da semana em que se está disponível).

Serviço Voluntário Europeu
Uma das formas mais fáceis de fazer voluntariado enquanto se conhece outro país. E com muito por onde escolher: são 4000 os projectos na base de dados da Comissão Europeia. 

As oportunidades estão espalhadas pelos 27 Estados-membros e mais algumas dezenas de parceiros de todo mundo e abrangem as mais variadas áreas. Podem candidatar-se ao Serviço Voluntário Europeu jovens com idades entre os 18 e os 30 anos. A duração de cada projecto pode ir até aos 12 meses e a lista de vagas é diariamente actualizada no site.

Nações Unidas
Esta sugestão não é para quem quer fazer voluntariado durante umas semanas, durante umas férias. 

Os projectos de voluntariado das Nações Unidas não duram menos de seis meses a um ano e os critérios de selecção são dos mais exigentes: mais de 25 anos, formação superior, dois anos de experiência profissional e domínio de pelo menos uma língua estrangeira. Os programas da ONU, em cooperação com governos e organizações locais, abrangem 130 países e 115 categorias profissionais, da agricultura à saúde, passando pela educação e pelo desenvolvimento de comunidades.

Go Abroad
Pagar para trabalhar noutro país? Sim, há quem queira. Viajar não tem de ser apenas conhecer novos lugares de guia turístico em punho e há muita oferta de programas de voluntariado em viagem, em que os custos da deslocação e do alojamento ficam a cargo dos participantes. 
O site Go Abroad agrega 27.000 participantes neste tipo de programa de voluntariado. Entre os destinos mais populares estão a Índia, o Peru, a África do Sul, a Costa Rica, a Tailândia e o Equador. Os projectos na área da saúde, construção, conservação da natureza ou trabalho em orfanatos são dos mais populares.

Do Something
O site Do Something, da TESE, Associação para o Desenvolvimento, é uma plataforma online criada para motivar jovens para causas – por exemplo, nas áreas do ambiente, das artes, da discriminação ou da pobreza. 

Depois de decidirem qual é a sua causa, são guiados na escolha de projectos em que podem fazer voluntariado. E se não houver nenhum que lhes agrade totalmente, podem criar o próprio projecto.

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Mais Valia
Um projecto de voluntariado que não é para jovens. A Fundação Calouste Gulbenkian criou um novo programa de voluntariado especializado, destinado a pessoas com mais de 55 anos. 

O destino dos profissionais das áreas da saúde, educação e artes a que se dirige o programa Mais Valia são os PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Para reformados, desempregados ou pessoas no activo que possam tirar umas férias mais compridas do que o costume. Cada missão tem a duração de dois meses e as candidaturas decorrem até ao final de Abril.

Recados & Companhia

Para promover a solidariedade inter-geracional, o Instituto Português da Juventude criou uma rede de voluntariado jovem de solidariedade inter-geracional a funcionar em Sintra, Loures, Setúbal, Gaia, Coimbra e Porto, chamada Recados & Companhia
Aqui ser voluntário significa acompanhar idosos no dia-a-dia. Nas idas às compras ou ao médico, num passeio. Às vezes, apenas fazer companhia. Podem candidatar-se jovens com idades entre os 16 e os 30 anos.

Programa {Aconchego}
“Companhia para quem precisa, casa para quem estuda.” Ainda antes dos cortes nas bolsas de estudo do ensino superior, antes de os universitários terem aderido à moda da marmita, já a Fundação Porto Social e a Federação Académica do Porto tinham encontrado forma de dar alojamento (quase) gratuito a parte dos estudantes que chegavam de fora. 
 Um grupo seleccionado de idosos disponibiliza quartos que tenham a mais, os hóspedes retribuem com companhia (dinheiro, só para ajudar a pagar as contas da água e da luz). Este foi um dos primeiros projectos do género, que se foram multiplicando depois por outras cidades. Em Coimbra, por exemplo, existe o Lado a Lado.

Pista Mágica
Em Matosinhos, foi criada uma escola que dá formação exclusivamente na área do voluntariado, chamada Pista Mágica

Os cursos destinam-se a quem é ou quer ser voluntário, a quem quer lançar um projecto ou criar uma organização sem fins lucrativos ou a quem gere equipas de voluntários. O objectivo da escola, lê-se no site, é uma mudança de paradigma: na base da solidariedade não deve estar apenas a boa vontade mas o “fazer bem”. 

* No dia Internacional do Voluntariado ou nos dias mais próximos "voluntarize-se", ajude integrado numa equipa.

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ROBERTO CARLOS

  MULHER DE 40  50  60 ....




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Segurança Social 
"Recibos verdes" estão a ser 
notificados de nova base de descontos 

Pouco depois de corrigidos os erros do ano passado, a Segurança Social volta a comunicar nova base de descontos a "recibos verdes". 

A Segurança Social já está a notificar os trabalhadores independentes da nova base contributiva a que serão sujeitos a partir de Dezembro. Esta é uma obrigação que decorre do Código Contributivo. De acordo com este diploma, os "recibos verdes" têm de ser reposicionados em escalões contributivos, todos os anos, em Outubro. 

Estes escalões têm a ver com o rendimento relevante do ano anterior.
Uma nota publicada no site da Segurança Social indica que os trabalhadores independentes já estão a ser notificados da base contributiva e da taxa que deverá começar a ser paga em Dezembro, por referência ao mês anterior. Estes valores vigoram durante o próximo ano.
ESTARÁ A MASCAR?

Este processo de posicionamento dos trabalhadores independentes teve início em 2011, pela primeira vez. Mas os serviços admitiram que foram cometidos vários erros que levaram milhares de trabalhadores a pagar mais, ou menos, do que deviam. Quem pagou menos terá agora de repor os valores em falta e quem pagou acima do previsto poderá pedir a devolução desses montantes ou mantê-los na Segurança Social para abater em contribuições futuras.

Pouco depois de corrigidos os erros que se arrastavam desde Novembro de 2011, a Segurança Social vem agora comunicar aos trabalhadores uma nova base contributiva a partir de Dezembro (nos casos em que houve variações de rendimentos em 2011, face a 2010).

* Os portugueses não vão pagar sobre uma eufemística base contributiva, vão pagar sobre um ardiloso plano de "assalto ao bolso de quem trabalha" para continuar a sustentar os proxenetas da política.

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 É DO JURÁSSICO...



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Cientistas identificam zonas de alto risco para sismos de grandes dimensões

Um grupo de investigadores identificou zonas da crosta terrestre que estão mais expostas à ocorrência de sismos de grandes dimensões, como aqueles que devastaram a Indonésia e o Japão nos últimos anos. 

"Descobrimos que 87% dos 15 sismos mais fortes registados no século passado [com uma magnitude igual ou superior a 8,6] estão associados a regiões localizadas na intersecção entre uma zona de fractura oceânica e uma zona de subducção [também denominada zona de Benioff-Wadati ou depressão tectónica, é uma zona onde convergem duas placas tectónicas] ", referiu Dietmar Muller, investigador da Universidade de Sidney, Austrália.
Esta correlação com as fracturas oceânicas, uma espécie de "cicatrizes" localizadas no fundo dos oceanos, e as zonas de subducção foi verificada em 50% dos casos analisados, que englobaram os 50 sismos mais devastadores do século XX (com magnitude igual ou superior a 8,4).
Para a realização deste estudo, publicado esta quarta-feira na revista europeia ‘Solid Earth’, os cientistas analisaram um total de cerca de 1.500 sismos.
Após essa análise, os peritos cruzaram os dados cartográficos com recurso a um algoritmo idealizado inicialmente para analisar as preferências dos utilizadores de Internet.
Esta descoberta poderá permitir aperfeiçoar a fiabilidade das cartas das zonas de forte risco sísmico.

 Idealizadas a partir de dados reunidos desde 1900, estas cartas muitas vezes não referenciam regiões que podem ser zonas de alto risco.
 Foi o caso da zona onde ocorreu o sismo de Tohoku-Oki (com uma magnitude de 9), seguido de um tsunami, que devastou o Japão em Março de 2011. O sismo fez mais de 15 mil mortos.
Alguns meses depois, um grupo de cientistas divulgou que a intensidade do sismo tinha sido tão violenta que teria afectado o campo gravitacional da Terra.
"Mesmo que não consigamos compreender completamente a física dos ciclos sísmicos longos, qualquer melhoria na análise dos dados estatísticos deve ser levada em conta, uma vez que pode contribuir para reduzir os danos e a perda de vidas humanas", concluiu Muller.

* Afinal quais são as zonas de alto risco, ficam no segredos dos deuses???

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SERETONINA









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