sábado, 24 de novembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 AMIGA DA ONÇA



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PARA ADULTOS SEM 
O MÍNIMO DE PUDOR

 


  5-MESMO MUITO


SÓRDIDAS























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Pam Warhurst
Como podemos comer as 
nossas paisagens



O que deve uma comunidade fazer com a sua terra que não é utilizada? Plantar alimentos, evidentemente. Com energia e humor, Pam Warhurst conta no TEDSalon a história de como ela e uma equipa crescente de voluntários se juntaram para tornarem parcelas de terra não utilizada em jardins vegetais comunitários, e para mudarem a narrativa da alimentação na sua comunidade.

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 A  PAZ NO MUNDO






 * Clique no mapa, em seguida passe o rato pelos países e identifique-os  a Portugal está atribuída a cor verde, é a melhor.

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SANDRA CARDOSO


  

Coitado (s)

 Imagine que no tempo de vacas gordas e de descontrole despesista acumulou dez créditos. Com um comprou um carro, com outro um computador, as férias que já lá vão. Tudo a juros altíssimos, mal negociado e tendo como por base a filosofia depois paga-se. Esse dia chegou, mas as suas condições mudaram e não tem como pagar os juros, quanto mais os empréstimos. É aí que decide que precisa renegociar a sua dívida, fazer um empréstimo global, que lhe permita pagar as dívidas dos créditos originais, em condições mais favoráveis, ou seja, com uma taxa de juro mais baixa e em mais tempo. Primeiro passo: Arranjar na banca quem empreste, segundo conseguir um ‘fiador’, ou seja, alguém que se responsabilize em casa de incumprimento. Feito isto, tem um novo plano de pagamentos para honrar.

Foi mais ou menos isto que aconteceu na Madeira com o aval do Estado para um empréstimo de 1100 milhões. É de salutar, de facto. Uma boa medida, que é contabilística, mas que vem desonerar os custos dos bombos da festa pagantes, ou seja os contribuintes. Mas não me parece que seja caso para haver heróis levados em braços. Até porque as contas continuam lá por pagar e pelos de sempre. É claro que pode-se dizer que há dificuldades de comunicação com Lisboa e que isto é um grande feito negocial e até há quem dispute protagonismos. Se há problemas neste âmbito devem-se a quem nunca respeitou os princípios básicos como o reporte de dívida.

Incomoda-me estes heróis de pacotilha, palavra. Os mesmos que por “palavras, actos ou omissões” levaram a este estado de coisas. E se agora limpam a casa é porque a sujaram anos a fio, descontroladamente, com a cumplicidade medrosa deste lado do mar.  E ainda não disseram o que importa: Quanto é que esta 'limpeza' vai custar?

Tanta preocupação com os heróis e nem uma palavra aos mártires de sempre. É muito fácil chutar para Lisboa as responsabilidades do que de mau se abate sobre este, outrora, cantinho do céu. É pela austeridade, pelo mosquito, pelo mau tempo, pelo mau feitio, até. E quando os ventos se viram para o bombo da festa responsável é soprar com força essas  'más-línguas' para longe. O jornal do regime, uma das monstruosidades que os bombos da festa reais pagam, serve para isso.

Tudo para esconder o óbvio: Que o rei da autonomia, que por ela estrebuchou por aí fora, serviu-se dela somente para se manter no poder, como objectivo primeiro. Houve uma altura que essa sede serviu para dar infra-estruturas às populações criando um aparente círculo virtuoso, mas apenas aos mais desatentos. Contas feitas o que temos é um livro de fiados que não acaba, um mosquito que não se controla, e melgas - de dentro e de fora - que não dão descanso ao homem. De facto: Coitado


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
23/11/12

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I-CONSTRUÍNDO
                                    UM IMPÉRIO

I. ROMA

video



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LUIS GOES

ROMAGEM À LAPA




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HOJE NO
"RECORD"

Karaté: Portugal foi 9.º 
em combate por equipas nos Mundiais
 Prova decorreu em paris 

Portugal alcançou este sábado um inédito 9.º lugar no torneio masculino de combate por equipas dos Campeonatos do Mundo de karaté, a decorrer em Paris até domingo. 

A equipa constituída por Nuno Dias, Nuno Moreira, Filipe Reis, Hugo Pina, Nuno Mestre, Vitalie Certan e Jorge Machado arrancou com um triunfo por 3-1 sobre a Grécia, campeã europeia em 2011, mas perdeu depois por 3-1 perante a equipa da casa, apoiada pela maioria dos 16 mil espectadores do pavilhão de Paris-Bercy.

Graças à qualificação da França para a final, Portugal viria a ser repescado e teve oportunidade de ir em busca da medalha de bronze, iniciando esse percurso com nova vitória, desta vez sobre o Cazaquistão, por 3-0.

No entanto, no embate em que uma vitória lhe permitiria aceder à luta pela medalha, a equipa lusa foi batida pela congénere de Marrocos, por 3-2, e quedou-se pelo 9.º lugar, o melhor resultado da participação portuguesa nos Mundiais de Paris.

A equipa feminina de combate, composta por Inês Rodrigues, Catarina Vilhena, Liliana Félix e Ana Madureira, limitou a sua participação ao primeiro confronto, perdendo com o México, por 3-1.

Portugal encerrou este sábado a sua participação nestes Mundiais, que contaram com a presença recorde de 113 países e 1.435 atletas. 

* 9º lugar num total de 113 países tem mérito.

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 6.PINGO DO 
QUOTIDIANO




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GATOS
AMERICAN 
       SHORTAIR 

Inicialmente usado como caçador, este gato conquistou espaço também como companheiro devido a suas inúmeras qualidades.
Descendente de gatos domésticos que chegaram à América com os primeiros imigrantes, esta raça se desenvolveu ajudando os lares, celeiros e armazens americanos a manter sob controle os ratos, devido à sua habilidade em caçá-los. Era chamado de Domestic Shorthair, que significa "Doméstico de Pêlo Curto" e a partir de 1966 foi adotado o nome de American Shorthair, em referência ao reduzido tamanho de sua pelagem. Além de curta ela é espessa, o que lhe dá resistência ao frio. Chama a atenção por apresentar-se em inúmeras cores, sendo que somente a CFA - Cat Fancier's Association, a primeira a reconhecer a raça em 1985, descreve 61 delas em seu padrão oficial. No Brasil, a Tica - The International Cat Association e a WCF - Word Cat Federation o reconhecem também, enquanto que a Fife - Federação Internacional Felina Européia não.
De porte forte e atlético, é extremamente ágil e ativo, com um corpo de médio para grande, chegando a pesar até cerca de 6 kg, ligeiramente mais longo que alto. Sua conformação deve indicar poder e resistência.

O seu passado de trabalho reflete-se no temperamento atual, disposto à atividade, ávido por um ambiente com espaço e estimulante ao exercício, onde possa correr e brincar para não tornar-se preguiçoso e entediado. Goza da reputação de ser excelente saltador. Apreciador da vida ao ar livre, de natureza rústica, saudável e resistente, adapta-se a ficar dentro de casa ao lados dos donos. Afetuoso, bom caráter, esperto e curioso, se afeiçoa a toda a família e amigos sempre que receber respeito e atenção. É um gato extremamente quieto e curiosamente seu ronronar é alto. Muito amoroso e inteligente, trata-se de um excelente companheiro.

AMIGOS

Paciente e gentil, é fácil de disciplinar e treinar, podendo aprender a conviver com outros animais, inclusive com pássaros, normalmente também aceitando bem as brincadeiras brutas de crianças. Sylvia Roriz, do Syarte Cat's House, Rio de Janeiro-RJ conta que seus Americans Shorthair se dão tão bem com uma cadela mestiça que vive com eles e que tiram até comida de dentro de sua boca. Mais impressionante é a convivência dos gatos da criadora com uma pomba Rolinha adotada pela família. "Bolinha, a Rolinha, foi encontrada no chão e levada diariamente dentro de minha bolsa ao trabalho para que eu pudesse alimentá-la. Quando chegava em casa, a colocava na barriga do Riquinho, um de meus American Shorthairs, para que ela ficasse aquecida. Silver, o filho de Riquinho, brincava com ela passando as patas em seu corpo, mas sem expor as unhas, para não machucá-la".

ACÇÃO

O seu passado de trabalho reflete-se no temperamento atual, disposto à atividade, ávido por um ambiente com espaço e estimulante ao exercício, onde possa correr e brincar para não tornar-se preguiçoso e entediado. Goza da reputação de ser excelente saltador. Apreciador da vida ao ar livre, de natureza rústica, saudável e resistente, adapta-se a ficar dentro de casa ao lados dos donos. Afetuoso, bom caráter, esperto e curioso, se afeiçoa a toda a família e amigos sempre que receber respeito e atenção. É um gato extremamente quieto e curiosamente seu ronronar é alto. Muito amoroso e inteligente, trata-se de um excelente companheiro.

AMIGOS 

Paciente e gentil, é fácil de disciplinar e treinar, podendo aprender a conviver com outros animais, inclusive com pássaros, normalmente também aceitando bem as brincadeiras brutas de crianças. Sylvia Roriz, do Syarte Cat's House, Rio de Janeiro-RJ conta que seus Americans Shorthair se dão tão bem com uma cadela mestiça que vive com eles e que tiram até comida de dentro de sua boca. Mais impressionante é a convivência dos gatos da criadora com uma pomba Rolinha adotada pela família. "Bolinha, a Rolinha, foi encontrada no chão e levada diariamente dentro de minha bolsa ao trabalho para que eu pudesse alimentá-la. Quando chegava em casa, a colocava na barriga do Riquinho, um de meus American Shorthairs, para que ela ficasse aquecida. Silver, o filho de Riquinho, brincava com ela passando as patas em seu corpo, mas sem expor as unhas, para não machucá-la".

FICHA

Características: deve assemelhar-se a um atleta com corpo forte, musculoso. A cabeça é ovalada. Pescoço forte, com espessura constante e ligeira curvatura; orelhas médias arredondadas nas pontas e inseridas afastadas; olhos grandes, largos, alertas, bem separados com ligeira inclinação para cima e, dependendo da coloração da pelagem, nas cores cobre, ouro, verde, azul, avelã e um olho com cor diferente do outro; focinho quadrado; pernas musculosas e patas firmes, cheias, redondas com almofadas pesadas e 4 dedos na frente e 5 atrás. Os ombros, peito e patas traseiras bem desenvolvidos. A cauda de tamanho médio, espessa na raiz, afilando abruptamente, deve ter o comprimento igual à distância dos ombros à base da mesma. Evite os exemplares com excessiva robustez ou alongamento, com cauda muito curta, pelagem longa e macia e olhos protuberantes, características indesejáveis segundo o padrão da raça.

Pelagem: curta e densa para proteger do frio e a pele de machucados superficiais e nunca fina, longa ou suave.

Cores: 61 reconhecidas pela CFA entre branco, preto, azul, vermelho, Silvers, Chinchillas, Cameos, Shadedes, Smokes, Tortoiseshells, Creams, Tabbies e bicolores, exceto os exemplares nas cores chocolate, sable, lavanda, lilás, cores de Siamês e com marcação tabby do Abissínio. O padrão da The Internacional Cat Association - TICA reconhece todas as cores.

Peso aproximado: fêmeas 4,5kg - machos 6,3kg.

Reprodução: amadurecem sexualmente rápido. Ninhada média de 4 filhotes, cujas cores são identificáveis ao nascer, exceto os smokes.

Cuidados: escovação semanal com escova de borracha e diariamente na época da troca de pêlos. Controle a alimentação para evitar obesidade por causa de seu natural apetite.

IN "PET BRAZIL"

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  HOJE NO
"i"

Governador do BdP partilhou 
com banqueiros documentos 
sobre banco de fomento 

Carlos Costa sentiu necessidade de explicar-se a Faria de Oliveira e a Ricardo Salgado depois de gestores terem criticado a futura instituição financeira 

Tudo começou com uma notícia do “Expresso” de 13 de Outubro. O semanário noticiava a criação de um grupo de trabalho no Ministério das Finanças para estudar a criação de um banco de fomento com o objectivo de financiar a economia a partir dos 20 mil milhões de euros que deverão ser distribuídos a Portugal no próximo quadro comunitário de apoio entre 2014 e 2020. Carlos Costa, governador do Banco de Portugal (BdP), era apresentado com o autor material da ideia – que tinha transmitido ao ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar –, logo contestada por vários banqueiros, embora de forma anónima.

Costa defende desde o Verão a criação de uma instituição financeira de capitais públicos que passe a gerir os fundos comunitários reembolsáveis que venham a ser atribuídos a Portugal a partir de 2014. Tudo para aumentar a eficácia na gestão desses fundos – cujas taxas de execução costumam ser baixas – e injectar dinheiro na economia.
Ao que o i apurou, Carlos Costa ficou visivelmente incomodado com as críticas da banca e, mesmo sem conhecer os seus autores, decidiu contactar Faria de Oliveira, chairman da Caixa Geral de Depósitos mas também presidente da Associação Portuguesa de Bancos. No mesmo contacto, o governador do BdP decidiu facultar ao representante corporativo da banca as suas reflexões pormenorizadas sobre o banco de fomento (ver peça ao lado) que, segundo o próprio Carlos Costa, tinham sido transmitidas em Julho, a título pessoal, a Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, a Silva Peneda, presidente da Conselho Económico e Social, e ao ministro Vítor Gaspar.

O líder do supervisor fez questão de sublinhar a Faria de Oliveira que a instituição por si defendida não é um banco. Isto é, não será uma entidade para concorrer com a banca comercial. Para melhor explicar o seu ponto de vista, Carlos Costa disponibilizou ao seu interlocutor um documento do BdP, e da sua autoria, intitulado “Multiannual financial Framework 2014-2020”, com os pormenores e os eventuais problemas do futuro banco de fomento.
Confrontado pelo i com estas informações, fonte oficial limitou-se a afirmar que o BdP “não faz comentários a documentos que não publica”.

Banqueiros passam ao ataque 
 Faria de Oliveira transmitiu o “recado” de Carlos Costa aos banqueiros privados, mas estes não ficaram descansados. No dia 6 de Novembro, numa conferência do “Diário Económico”, Fernando Urlich, presidente do Banco Português do Investimento, Vieira Monteiro, líder do Santander Totta, e Ricardo Salgado, CEO do Banco Espírito Santo (BES), arrasaram a ideia a uma só voz e em on. Ulrich foi o mais duro, tendo afirmado que o novo banco seria uma “perda de tempo” e um desperdício de recursos.
O governo respondeu através de Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, recusando o que apelidou “críticas de grupos interesses”, ao mesmo tempo que assegurava que a decisão de avançar para o banco de fomento seria “meramente política”.

O presidente executivo do BES foi precisamente o banqueiro seguinte a quem Carlos Costa deu explicações. Ao que o i apurou, o governador do Banco de Portugal enviou uma missiva ao presidente do Banco Espírito Santo no dia 11 de Novembro onde fez questão de afirmar que o BdP contribuiu, de forma reservada, para a criação de uma instituição financeira que optimize a utilização dos fundos estruturais e complemente o sistema bancário no financiamento de pequenas e médias empresas.
Costa disponibilizou igualmente a Ricardo Salgado o mesmo documento do BdP enviado a Faria de Oliveira. O regulador do presidente do BES informou-o ainda que o contributo final do BdP tinha sido remetido, a título reservado, ao ministro Vítor Gaspar, cabendo ao governo uma decisão final sobre este assunto.

Ricardo Salgado, assim como Faria de Oliveira, acabou por recuar nas críticas. No passado dia 13 de Novembro, Salgado acabou por constatar que o banco de fomento “pode mesmo ajudar as pequenas e médias empresas portuguesas a ter financiamento em condições mais atraentes a médio e longo prazo”, tendo sido seguido pelo chairman da CGD.

* Promiscuidades

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 5.PINGO DO 
QUOTIDIANO


Teosterona

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ACELERADAMENTE



video


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ajudar à proteção civil 
Base de dados sobre cheias e inundações para prevenir 

Uma base de dados sobre cheias, inundações e desabamentos de terra ocorridos em Portugal continental entre 1865 e 2010 está a ser criada para ajudar os responsáveis da proteção civil, disse hoje à Lusa o coordenador do projeto, José Luís Zêzere. O projeto chama-se "Disaster - Desastres naturais de origem hidrogeomorfológica em Portugal: base de dados SIG para apoio à decisão no ordenamento do território e planeamento de emergência" e contabiliza ocorrências que tenham provocado mortos, feridos, desaparecidos ou desalojados, explicou o também professor no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.

"Perceber como estas coisas se passaram é fundamental para prevenir as próximas", defendeu José Luís Zêzere.
Por isso, a informação vai ser disponibilizada às populações, mas também às entidades responsáveis pela proteção civil e planeamento do território.
Baseado na recolha de informação em cerca de 145 mil exemplares de 16 jornais de todo o país, o estudo aponta que as cheias e deslizamentos de território são mais frequentes nos concelhos de Lisboa, Coimbra, Porto, Vila Nova de Gaia, Vila Franca de Xira, Loures, Oeiras, Santarém Odivelas, Peso da Régua e Sintra.

No período analisado, foram encontradas 1.903 ocorrências de cheias e deslizamentos de terras, responsáveis por 1.300 mortos.
Em 11 dos 150 anos estudados, registaram-se mais de 40 ocorrências de cheias com consequências sociais, "o que é muita coisa para um país tão pequeno como o nosso e oito delas são posteriores a 1978", frisou José Luís Zêzere.

Segundo o investigador, a ocorrência de vítimas devido a cheias e deslizamentos de terra foi mais frequente entre 1935 e 1969 do que nos últimos anos que realça a existência, nas últimas décadas, de mais condições de segurança dos territórios.

Há "tendência para pensar que as ocorrências de cheias e inundações ou catástrofes naturais ligadas direta ou indiretamente ao clima estariam a crescer, em alguns casos, de forma exponencial, com o tempo", disse o investigador.
No entanto, o projeto "Disaster" leva José Luís Zêzere a concluir que "esse crescimento exponencial não existe".
No século XXI "não temos mais ocorrências do que tivemos em alguns períodos do século XX" e o período em que "ocorreram mais danos sociais provocados por cheias e por instabilidade de vertentes em Portugal foram as décadas de 30, 40, 50 e 60", explicou o professor.
Os dados "refletem em termos temporais aquilo que habitualmente é entendido e descrito como variabilidade natural do clima", ou seja, há anos em que chove mais e, noutros, menos.
Os primeiros resultados do projeto serão divulgados na segunda-feira, quando passam 45 anos sobre a cheia que afetou a região de Lisboa em 1967.

Este é o "exemplo extremo" desta base de dados e refere-se à cheia da região de Lisboa de 26 de novembro, "a segunda maior catástrofe conhecida em Portugal continental depois do terramoto de 1755" e que o especialista reconheceu não ter a noção de que "tinha sido tão concentrada", numa distância de 50 quilómetros.
"As pessoas começaram a morrer, figurativamente, no Estoril, Oeiras, Algés" numa zona afetada que se prolongou até Vila Franca de Xira, referiu.

Segundo referiu, em quatro horas -- a partir das 22:00 do dia 25 de novembro de 1967 -- foram contabilizados oficialmente cerca de 400 mortos "antes de a censura ter começado a funcionar", mas "o número que se estima deve andar próximo dos 700".

* Ciência Portuguesa, do melhor

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 4.PINGO DO 
QUOTIDIANO


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ENVENENA-SE??


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HOJE NO
"A BOLA"
 
Allyson Felix e Usain Bolt 
eleitos atletas do ano
 
Usain Bolt, campeão olímpico dos 100, 200 e 4x100 metros, e Allyson Felix, medalha de ouro nos 200, 4x100 e 4x400 metros nos Jogos Olímpicos de Londres, foram eleitos atletas do ano pela Federação Internacional de Atletismo, numa cerimónia realizada em Barcelona.
 Trata-se da quarta vez que Bolt é merecedor desta distinção da IAAF. Quanto a Allyson Felix, é a primeira vez que a norte-americana é distinguida. 

* Por inteiro mérito

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 3.PINGO DO 
QUOTIDIANO




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 P I O N E I R I S M O
 E  V A N G U A R D A


















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Mafiosos italianos receberam durante 
anos ajudas europeias à agricultura 

Entre os beneficiários está Gaetano Riina, actualmente detido, irmão do antigo “chefe dos chefes” mafiosos, Salvatore Riina, que também está na prisão. 

GAETANO
Destacados mafiosos receberam, durante anos, centenas de milhares de euros de ajudas europeias à agricultura, aproveitando uma falha jurídica, revelam decisões do tribunal de contas italiano.
Condenados e suspeitos investigados pela polícia receberam ajudas provenientes da Política Agrícola Comum (PAC) que, no caso de alguns, chegaram a 153 mil euros.

As sentenças do tribunal em que é exigida a devolução de apoios mostram que, ao longo de 20 anos, mafiosos – alguns dos quais estavam na prisão – receberam ajudas que, somadas, ultrapassaram os dois milhões de euros. A parte de leão, cerca de 1,8 milhões, foi recebida na Sicília.

A legislação italiana proíbe a atribuição de apoios a pessoas condenadas, mas se o montante for inferior a 153 mil euros não é necessário apresentar registo criminal que prove que o beneficiário não é acusado de crimes mafiosos.
SALVATORE

Entre os mais destacados mafiosos que receberam ajudas europeias está Gaetano Riina, irmão do antigo “chefe dos chefes” mafiosos, Salvatore Riina, actualmente na prisão. Gaetano foi preso no ano passado e acusado de tentar reconstituir o império do irmão. Em 1997 recebeu mais de 42 mil euros.
Outro mafioso que recebeu fundos foi Antonio Piromalli, membro da Ndrangheta, a máfia calabresa, que obteve 25.720 euros para a plantação de olivais em 2005, 2008 e 2009.

"Até há dois meses não tínhamos sequer uma lista dos mafiosos para comparar com os destinatários dos fundos”, disse à AFP Giancarlo Nanni, director da Agea, agência italiana que gere os apoios europeus à agricultura. "Os mafiosos são muito inteligentes, sabem exactamente como contornar os controlos jurídicos", disse.

Contactado pela AFP, o representante da Comissão Europeia em Roma disse que cabe "aos países membros impedir e gerir as ilegalidades e recuperar as ajudas pagas indevidamente".
Fabio Granata, deputado oriundo da Sicília, advogado penalista e membro da comissão parlamentar antimáfia, declarou-se chocado. "Não acredito nos meus olhos! É um problema de vontade política, é indesculpável", disse.

 * As instâncias europeias são menos fiáveis e sérias do que querem parecer.

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 2.PINGO DO  
QUOTIDIANO




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WASHINGTON VAZIO


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Banco Alimentar recolhe 700 litros 
de leite no primeiro dia 

O Banco Alimentar contra a Fome já tinha recebido perto de 700 litros de leite e mais de 200 quilos de salsichas, um dia depois do arranque da campanha online de recolha de alimentos. Até às 13h30, tinham sido doados 694 litros de leite, 215 quilos de salsichas, 199 quilos de açúcar, 222 litros de azeite, e 151 litros de óleo. 

Na primeira campanha online, realizada em maio de 2011, o Banco Alimentar já tinha recolhido à mesma hora 4.126 litros de leite, 1.741 quilos de açúcar, 1.610 litros de azeite, 1.424 litros de óleo, 1.088 quilos de salsicha e 390 quilos de atum.

Contactada pela agência Lusa, a presidente da Federação Portuguesa de Bens Alimentares, Isabel Jonet, disse que não se pode fazer um balanço comparativo entre um ano e outro, explicando que a campanha teve de ser antecipada este ano para coincidir com a 10.ª jornada da Liga de Futebol.
A divulgação oficial da campanha só será feita no próximo fim-de-semana ao mesmo tempo que será realizada a tradicional recolha de donativos à porta dos supermercados.
"Nós nunca fazemos uma divulgação separada e tivemos de antecipar a data de abertura da campanha para coincidir com a 10.ª jornada da liga", explicou, adiantando que essa comparação só poderá ser feita quando começar a "campanha saco" à porta dos estabelecimentos comerciais.
Isabel Jonet adiantou que este sábado e no domingo os jogadores da Liga de Futebol vão apelar à participação na campanha nas suas t-shirts, com a inscrição www.alimentestaideia.net, a morada electrónica do portal de doações do Banco Alimentar.

www.alimentestaideia.net
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  1.PINGO DO 
QUOTIDIANO




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FAROFA QUALY





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PARKOUR FELINO






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ESCOLHAS DE SÁBADO

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 COMPRE JORNAIS








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BOM DIA



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