quinta-feira, 8 de novembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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Manusear a Cultura



















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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Privatização da ANA 
Governo aprova caderno de encargos 

O Governo aprovou hoje o caderno de encargos para a privatização da ANA e mantém que todo o processo deve estar concluído "até ao final do ano ou logo no início de 2013". "Hoje aprovou-se o caderno de encargos e o Governo conta, se as coisas correrem normalmente, na próxima semana, selecionar as propostas já para uma segunda fase", afirmou o secretário de Estado da Presidência, Luís Marques Guedes, aos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros. 

 O governante referiu que caberá depois aos ministros das Finanças e da Economia fixarem um prazo máximo para a apresentação de propostas vinculativas", que serão posterioramente avaliadas, cabendo ao Conselho de Ministros escolher o candidato vencedor. "Penso que continua a ser possível, se não houver nenhuma perturbação especial no processo, levar a conclusão da análise das propostas e a proposta do candidato vencedor da operação a Conselho de Ministros até ao final do ano ou logo no início 2013", declarou Marques Guedes. 

 A resolução fixa as condições finais aplicáveis à realização da venda por negociação particular das ações da ANA S.A. até 100 por cento do seu capital e as condições específicas referentes à oferta pública de venda dirigida a trabalhadores da empresa e das demais sociedades do grupo. 

De acordo com o secretário de Estado da Presidência, este caderno de encargos "segue a mesma metodologia de trabalho" aplicada nas privatizações da EDP, da REN ou dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Luís Marques Guedes assinalou contudo que o Governo deverá fixar um período de "indisponibilidade de ações" entre os quatro e os oitos anos, um "período mais alargado" do que no caso da EDP, por exemplo, por a ANA-Aeroportos ter "infraestruturas de natureza diferente e com interesse estratégico".

* Primeiro venderam os anéis, agora as entranhas.

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NA ÁSIA CRESCE-SE
MUITO DEPRESSA 

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 TEM CINCO ANOS, REVELA A ORIGEM DO VÍDEO

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Petição pública pede demissão
 de Isabel Jonet 

As declarações da presidente do Banco Alimentar Contra a Fome estão a provocar uma onda de indignação nas redes sociais e já há quem peça a sua demissão 

 "Esta senhora deveria ter consciência de que o protagonismo que vem assumindo se deve, essencialmente, à generosidade dos dadores que, muito provavelmente, desconhecem a mentalidade 'caritativa' e 'salazarenta' - no pior do que o Dr. Oliveira Salazar nos deixou - que, salvo melhor entendimento, a caracteriza." 

Começa assim o texto da petição dirigida a Isabel Jonet, com o título "Demita-se! O Banco Alimentar Contra a Fome merece". Em causa estão os comentários feitos passada terça-feira, na Sic Notícias, nos quais defendeu que os portugueses têm de "reaprender a viver mais pobres" e que "estamos a empobrecer porque vivíamos acima das nossas possibilidades". 

"Tínhamos pensado que poderíamos viver melhor porque estava tudo garantido, alguém havia de pagar (...), mas deixou de ser assim", disse, acrescentando que "cá em Portugal podemos estar mais pobres, mas não há miséria"."Há que fazer uma lógica quase doméstica, de contabilidade doméstica, se não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não podemos comer bifes todos os dias."

Numa carta aberta enviada hoje à presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, o Movimento Sem Emprego (MSE), que no seu site tem uma carta intitulada "Uma Canja para Jonet", classifica o nível das declarações de "aviltante" e que, enquanto presidente da Federação Europeia dos Bancos Alimentares Contra a Fome "a sua influência aumenta na proporção da miséria que nos vai impondo". "Sabemos que é rica e privilegiada e nunca falou da fome coma a boca vazia", lê-se ainda na missiva do MSE.
Também na página oficial do Banco Alimentar Contra a Fome sucedem-se as críticas às palavras de Jonet, acompanhadas de promessas de não voltar a contribuir com produtos alimentares, enquanto presidir à associação."A senhora diz que não há pobreza por isso não precisam do meu contributo." 


* A insanidade mental tomou conta do país e insurge-se contra quem tem dedicado os melhores anos da sua vida a apoiar os mais necessitados. 
É certo que Isabel Jonet não passa fome em casa mas também não é perdulária nem ostenta riqueza, nem circula em automóveis pagos com o nosso dinheiro.
Dirige uma instituição que mata a fome todos os dias a milhares de pessoas, haverá alguém do MSE que queira o seu lugar, talvez???
Os responsáveis pelo desemprego e pela fome em Portugal são os políticos, gostaríamos saber quem são os orquestradores desta onda alienada de contestação. 
Já ontem  dissemos que não concordávamos com Isabel Jonet no seu comentário sobre a miséria, ela existe e até acrescentamos que a pior miséria é a mental, aquela que atiça a irracinal populaça contra a Presidente do Banco Alimentar. De resto tudo o que ela referiu está certo, temos de saber empobrecer, porque o país é pobre e dirigido por indigentes intelectuais.
RESPEITEM ESTA SENHORA

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 Carta aberta a 

 

Angela Merkel

 

Cara chanceler Merkel,

Antes de mais, gostaríamos de referir que nos dirigimos a si apenas como chanceler da Alemanha. Não votámos em si e não reconhecemos que haja uma chanceler da Europa. Nesse sentido, nós, subscritores e subscritoras desta carta aberta, vimos por este meio escrever-lhe na qualidade de cidadãos e cidadãs. Cidadãos e cidadãs de um país que pretende visitar no próximo dia 12 de Novembro, assim como cidadãos e cidadãs solidários com a situação de todos os países atacados pela austeridade. Pelo carácter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda. A senhora chanceler deve ser considerada persona non grata em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive.

Mesmo assim, como o nosso governo há algum tempo deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República, dirigimos esta carta directamente a si. A presença de vários grandes empresários na sua comitiva é um ultraje. Sob o disfarce de "investimento estrangeiro", a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo.

Esta interpelação não pode nem deve ser vista como uma qualquer reivindicação nacionalista ou chauvinista – é uma interpelação que se dirige especificamente a si, enquanto promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa. Tão pouco interpelamos o povo alemão, que tem toda a legitimidade democrática para eleger quem quiser para os seus cargos representativos. No entanto, neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome. 

E não estamos sozinhos. No próximo dia 14 de Novembro, dois dias depois da sua anunciada visita, erguer-nos-emos com outros povos irmãos numa greve geral que inclui muitos países europeus. Será uma greve contra governos que traíram e traem a confiança depositada neles pelas cidadãs e cidadãos, uma greve contra a austeridade conduzida por eles. Mas não se iluda, senhora chanceler. Também será uma greve contra a austeridade imposta pela troika e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário. Será, portanto, uma greve também contra si. E se saudamos os nossos povos irmãos da Grécia, de Espanha, de Itália, do Chipre e de Malta, saudamos também o povo alemão que sofre connosco. Sabemos bem que o Wirtschaftswunder, o “milagre económico” alemão, foi construído com base em perdões sucessivos da dívida alemã por parte dos seus principais credores. Sabemos que a suposta pujança económica alemã actual é construída à custa de uma brutal repressão salarial que dura há mais de dez anos e da criação massiva de trabalho precário, temporário e mal-remunerado, que aflige boa parte do povo alemão. Isto mostra também qual é a perspectiva que a senhora Merkel tem para a Alemanha. 

É plausível que não nos responda. E é provável que o governo português, subserviente, fraco e débil, a receba entre flores e aplausos. Mas a verdade, senhora chanceler, é que a maioria da população portuguesa desaprova cabalmente a forma como este governo, sustentado pela troika e por si, está a destruir o país. Mesmo que escolha um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita, saiba que essas manifestações e protestos ocorrerão em todo o país. E serão protestos contra si e aquilo que representa. A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força. Cada vez conhecemos melhor a realidade. As histórias que nos contavam nunca bateram certo e agora sabemos serem mentiras descaradas.

Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal.
* Esta carta circula na internet e o estimado visitador também pode ser subscritor da mesma, para tal basta ir ao seguinte endereço: 
"http://carachancelermerkel.blogspot.pt/ "
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HOJE NO
"RECORD"

Dulce renova aposta no 
Europeu de crosse 
Corre domingo na amora para ser selecionada 

Dulce Félix só pensa no Europeu de Corta-Mato (Budapeste, a 9 de dezembro), onde tentará repetir, pelo menos, o segundo lugar da época passada. 

* E que tenha sucesso.

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KARIN AHL

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A Europa deve optar
         pela banda larga do futuro JÁ! 

A Internet, a banda larga e as telecomunicações, e a informação de nova geração, constituem os pilares sobre os quais deverá ser construída a Europa do futuro. 

A Internet, a banda larga e as telecomunicações, e a informação de nova geração, constituem os pilares sobre os quais deverá ser construída a Europa do futuro. Temos que tomar as decisões certas hoje de modo a criarmos uma Europa orientada ao futuro. A UE pode sair da atual crise económica com a sua posição de player do mercado global das telecomunicações e dos serviços de banda larga muito mais forte, mas este é um grande desafio. É necessário que haja uma liderança forte, capaz de suportar as opções dos decisores na sua escolha da única solução de acesso à banda larga verdadeiramente preparada para o futuro: a Fibre to the Home (fibra até casa)!

O FTTH Council Europe está consciente do longo e árduo caminho que temos pela frente. Deixem-me dar-vos um exemplo daquilo que enfrentamos hoje em dia: o governo local da Baixa Áustria- o maior estado federal deste país com mais de 1.6 milhões de habitantes, enviou recentemente uma carta aos seus municípios rurais, informando-os de que a sua banda larga iria ser atualizada com a última tecnologia wireless, permitindo um downstream de 8 Mbps. Isto significa que 5 milhões de euros do erário público irão ser gastos em tecnologia que já nem sequer tem capacidade para suportar os objetivos mais elementares da Agenda Digital para a Europa (DAE) 2020 da Comissão Europeia!

Este é um excelente exemplo de como os responsáveis pelas decisões na União Europeia estão a lidar com as TIC e a banda larga. Desde a Agenda Digital 2010 publicada pela Comissão Europeia, que há quem defenda que os objetivos da banda larga são demasiado ambiciosos. Mas se tivermos em linha de conta as ambições e os planos das economias mais desenvolvidas fora da Europa, concluímos que estas metas são apenas as apropriadas, ou até talvez menos do que isso.

Após dois anos de crise crescente, os governos da Europa e os decisores começam a questionar as metas definidas pela DAE, atrasando etapas e eliminando objetivos, em vez de enfrentarem o desafio e de transformarem a Europa num mercado competitivo. Submetamos os seus principais argumentos a um exame sobre a realidade:
- Não é evidente que o mercado precise de mais velocidade
- O financiamento das redes não é possível
- A Europa tem problemas mais urgentes do que a banda larga

Não é evidente?
 A maioria dos operadores de telecomunicações de grande dimensão admite que a Fiber to the Home é a solução ‘end game’, no entanto queixam-se de que não há provas quanto à procura da banda larga. O FTTH Council Europe analisou as taxas de arranque das redes de fibra que já existem há alguns anos. O resultado? Os consumidores subscreverão produtos de fibra de alta velocidade, mesmo que estes sejam comercializados a preços premium. O arranque é uma questão de tempo, e os consumidores que já experimentaram a banda larga e a qualidade dos serviços são muito leais. No entanto, muitos europeus desconfiam da largura de banda anunciada, sobretudo à medida que os estudos têm vindo a demonstrar as enormes diferenças entre os níveis de velocidades prometidos e os que realmente são disponibilizados.

Quando alguém nos diz “ninguém vai precisar de 100 Mbps nos próximos 10 anos’, devemos considerar o seguinte: há um século atrás os governos alegavam que não existiam provas de que mais carros viessem a ser vendidos, e portanto concluíam que não havia necessidade de construir mais estradas. Em 1985, Tom Watson, CEO da IBM afirmou que “há mercado para cerca de 5 computadores a nível mundial”. Em 1981, Bill Gates defendia que “nenhum computador pessoal irá alguma vez precisar de mais de 640 kB de memória”.

Há apenas 10 anos atrás os consumidores não conheciam a televisão de alta definição on demand, os LCD-TVs bi-screen, os tablets, os smartphones, o comércio eletrónico ou as máquinas fotográficas digitais. Os primeiros dispositivos 4k, com quatro vezes mais resolução do que a televisão de alta definição, vão estar à venda já no próximo Natal. Os consumidores europeus em breve irão exigir serviços que estão amplamente disponíveis noutras partes do mundo, mas os operadores não os poderão disponibilizar na Europa.

O financiamento é impossível? 
Um dos maiores desafios que se coloca em relação às infraestruturas de banda larga – mas que pode ser superado com sucesso, é o da dimensão dos investimentos necessários e a falta de financiamentos para este tipo de projetos. Visando contribuir para a ajudar a disponibilizar os fundos necessários ao financiamento das infraestruturas de banda larga, o FTTH Council conduziu vários estudos sobre este assunto e desenvolveu mesmo um projeto especial de financiamento para redes de fibra.

Muitos dos estudos disponíveis fazem uma análise a nível europeu ou apenas nacional e avançam com indicadores assustadores. Contudo não revelam quais os modelos subjacentes tornando por isso impossível a verificação das afirmações que fazem. Daí que o FTTH Council Europe tenha decidido criar o seu próprio projeto de custos, preferindo apoiar-se num modelo de cálculo baseado nos custos dos projetos de fibra existentes e nos dados de informação geográfica que estão disponíveis e são reais, em vez de ir pelo caminho da extrapolação das estimativas aproximadas.

E os resultados foram surpreendentes: afinal disponibilizar redes de fibra ótica junto de quase todas as famílias europeias terá um custo muito mais reduzido do que aquilo que se supunha; na verdade custará menos de metade do valor estimado: pouco mais de 200 mil milhões de euros! (Só a Alemanha já gastou mais de 80 mil milhões de euros em infraestruturas de telecomunicações nos últimos 10 anos…).

Além disso, nos últimos 18 meses, os fundos de pensões, os investidores públicos e privados, bem como os bancos regionais de investimento começaram a avaliar as possibilidades nesta área e a fazer investimentos. Nessa sequência iremos ter um ‘Investors Day’ durante a FTTH Conference em Londres, já em Fevereiro de 2013, visando reunir e aproximar ainda mais os investidores e dos projetos de fibra.

Importa também ter presente que a iniciativa da União Europeia ‘Connected Europe Facility’ (CEF) prevê para o período de 2014-2016 a alocação de 7 mil milhões de Euros, de um orçamento total de 9.2 mil milhões de Euros, para a banda larga. As ferramentas inovadoras de financiamento e os modelos de parcerias público-privadas irão contribuir para aumentar ainda mais este orçamento.

Assuntos mais urgentes do que as TIC? 
Ainda que 9.2 mil milhões de Euros seja um valor reduzido face ao orçamento de 1,000 mil milhões de Euros da União Europeia, o CEF está debaixo de um ataque cerrado. Os decisores de vários países vão mesmo ao ponto de questionar até as mais pequenas alocações orçamentais para a banda larga, preferindo investir em estradas, ferrovias ou aeroportos, apesar de para estas infraestruturas existir já uma proposta de orçamento cujo valor é quatro vezes superior ao do CEF. O orçamento do CEF pode mesmo vir a ser substancialmente reduzido nos próximos meses. O que muitas vezes os decisores europeus não mencionam nem tão pouco os estudos económicos sobre a banda larga é a crescente concorrência à escala global e a necessidade imperiosa dos vencedores terem a garantia de um acesso mínimo à banda larga. A este movimento não é alheio o fato de atualmente as principais marcas e fornecedores das TIC, das aplicações e dos serviços de banda larga preferirem basear as suas sedes fora da Europa.

O FTTH Council Europe apoia incondicionalmente os objetivos definidos pela DAE, e de acordo com os quais fica claro que apenas a Fiber to the Home poderá disponibilizar a velocidade que é necessária para o upload e o download, bem como garantir a qualidade dos serviços, agora e no futuro. A Fiber to the home habilita as aplicações e os serviços na área da saúde, do teletrabalho e do entretenimento em casa, que irão assegurar que a Europa continuará a ser um líder económico à escala global. Assim, enfraquecer os objetivos definidos pela DAE irá ter como resultado a diminuição da capacidade concorrencial da Europa no contexto mundial.

Segundo a Arthur D. Little, por cada aumento de 10% na penetração da banda larga gera-se um acréscimo de 1% no PIB. Por cada 1.000 novos clientes finais são criadas 80 novas oportunidades de emprego. Ainda que focados apenas nos efeitos diretos decorrentes da disponibilização da banda larga, os estudos da OCDE, do Banco Europeu e de outras entidades, revelam que as redes de fibra “à prova de futuro” produzem um impacto positivo na produtividade e no crescimento económico. Na verdade, estas redes podem mesmo contribuir para vencer a atual crise económica, preparando a Europa para enfrentar com sucesso os desafios mundiais depois de 2020.

A Solução 
A conclusão é simples: a Europa simplesmente deve avançar com a implementação das redes de fibra ótica que garantem a banda larga “à prova de futuro”, o mais rapidamente possível. Só assim será possível garantir o desenvolvimento bem-sucedido da economia europeia, da nossa sociedade e do ambiente. Contudo para alcançar esta meta, o setor europeu das telecomunicações terá que passar por mudanças significativas, que poderão não ter o suporte imediato quer do mercado, quer do público, mas que constituem os alicerces fundamentais do sucesso da Europa a longo prazo. Alguns dos grandes operadores poderão mesmo vir a desaparecer. Porém continuar a protegê-los poderá colocar em risco toda a União Europeia.

A UE precisa de uma liderança forte e de decisores que compreendam o impacto da banda larga e das TIC no longo prazo. Se eles tomarem as decisões certas hoje, estarão a assegurar que a Europa terá acesso à largura de banda de que necessita para vencer no mercado global até 2020 e para além dessa data.

No próximo ano haverá eleições na Baixa Áustria. O governo local pode ter a expectativa de ganhar os votos dos cidadãos que têm hoje menos de 8 Mbps de largura de banda. No entanto podem ter subestimado os utilizadores finais que já estão descontentes e têm vindo a reclamar por considerarem insuficiente a atualização dos 6 Mbps que atualmente são disponibilizados pela ligação ADSL, e por acharem que os 5 milhões de Euros do erário público alocados a esta operação deveriam ter sido melhor investidos.

É preciso trabalharmos em conjunto para assegurar que os decisores europeus entendem a importância das TIC. É preciso trabalhar no sentido de assegurar que as redes de fibra ótica “à prova de futuro” são disponibilizadas junto do maior número possível de lares europeus. Fazendo-o estaremos a assegurar que a Europa será bem-sucedida e terá um futuro brilhante.

Presidente do Board do FTTH Council Europe

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
07/11/12

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Cão arrastado pelas ruas amarrado 
por corda a um carro

Sparky sobreviveu a uma morte horrenda depois de ter sido abandonado por uma carrinha que o arrastou pelas ruas de Vila Real amarrado por uma corda. Página criada no Facebook para angariar fundos para tratar o cão já tem 1500 seguidores.

Foi na segunda-feira. Ana Beatriz Loureiro, uma enfermeira do Porto a trabalhar em Vila Real, saía do supermercado Lidl quando foi abordada por duas estudantes da Universidade de Trás-os-Montes, que tinham assistido a toda a cena.
"Confirmei logo. Houve pessoas que contaram o que viram, automobilistas que apitaram, mas o condutor nada fez. Entrou no parque do Lidl e abandonou o cão", conta Ana Beatriz.
Para documentar o horror, a enfermeira fotografou o rasto de sangue nas ruas circundantes ao supermercado e os ferimentos do animal. Com a chegada da PSP e o consentimento das autoridades veterinárias, levou o animal para o Hospital Veterinário da UTAD.
"Ele é extremamente meigo, mas está muito ferido e precisa de tratamento", explicou a enfermeira, que criou uma página no Facebook para recolher fundos para ajudar a pagar a conta médica.
O batismo de Sparky nasceu assim que Ana pôs os olhos no jovem animal: "Tinha visto o filme do Tim Burton e lembrou-me o cão do filme com esse nome".
A página criada no Facebook (Sparky- acorrentado e arrastado por um carro em Vila Real) já tem cerca de 1500 seguidores. A conta para ajudar cão maltratado é: 001800032299121002035.

* Quem faz isto a um animal faz o mesmo ao pai ou à mãe, um bandido.

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 II -VISÕES DO FUTURO
 
3- A REVOLUÇÃO DA BIOTECNOLOGIA


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Biotecnologia é tecnologia baseada na biologia, especialmente quando usada na agricultura, ciência dos alimentos e medicina. A Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU possui uma das muitas definições de biotecnologia. 

A definição ampla de biotecnologia é o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produção de bens e serviços. Nesta definição se enquadram um conjunto de atividades que o homem vem desenvolvendo há milhares de anos, como a produção de alimentos fermentados (pão, vinho, iogurte, cerveja, e outros). Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informação genética, incorporando técnicas de DNA recombinante. 

A biotecnologia combina disciplinas tais como genética, biologia molecular, bioquímica, embriologia e biologia celular, com a engenharia química, tecnologia da informação, robótica, bioética e o biodireito, entre outras.


 "Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade."


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Mercado externo diminui 
encomendas à indústria portuguesa 

O índice de novas encomendas na indústria nacional mantém a tendência negativa mas, em Setembro, a variação da procura interna não foi a única que o penalizou. O mercado externo está a fazer menos encomendas a Portugal e a penalizar o índice de novas encomendas recebidas pelas indústria nacional, revelam os dados publicados esta quinta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O índice de novas encomendas recebidas pela indústria portuguesa desceu 10,3% em Setembro face ao mesmo mês de 2011, depois de uma variação negativa homóloga de 9,4% no mês anterior.

O indicador pretende mostrar a evolução da procura de bens e serviços na indústria nacional, como indicação da produção futura em Portugal. Desde Novembro de 2011, que o índice, cuja variação é calculada através de média móvel dos três meses anteriores, apresenta movimentos negativos.

Com a crise e a austeridade em território nacional, as encomendas feitas pelo mercado interno à indústria portuguesa têm, há um ano, registado variações negativas.

As novas encomendas feitas em Portugal e recebidas pela indústria portuguesa caíram, em termos homólogos, 20,5%, uma ligeira recuperação face à queda de 21% de Agosto.

Pelo contrário, registou-se uma deterioração da procura externa, que se encontra num movimento descendente há três meses. Sem uma procura significativa vinda de Portugal, a indústria nacional fica dependente do desempenho das encomendas feitas fora do país.

As novas encomendas vindas do mercado externo desceram 2,4% em Setembro em relação ao mesmo mês do ano passado, um agravamento face aos 0,4% de Agosto, de acordo com o INE. A procura de bens e serviços produzidos pela indústria portuguesa já não está a ser impulsionada pelo estrangeiro.

Quando se analisa a evolução mensal do índice de novas encomendas, o mercado externo volta a penalizar a variação do desempenho total. Registou-se uma quebra de 2,3% em Setembro da procura vinda do estrangeiro que, contrabalançada pela subida de 1,1% na procura interna, conduziu a uma descida de 1% das encomendas totais.

*  E andavam os iluminados da governo a lançarem foguetes por causa das exportações, bem avisámos deste fogo fátuo mas preferiríamos não ter razão.

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.MARIA  CLARA

FADO DE LISBOA




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HOJE NO
"DESTAK"

Falta de desejo sexual nas mulheres 
pode aumentar com a crise  

 A falta de desejo sexual e a inexistência de orgasmo são os dois principais tipos de disfunção sexual nas mulheres e que podem amplificar-se na atual crise económica, levando a mais divórcios, avisou hoje um especialista. 

 "Nenhuma mulher vai morrer, a não ser que se suicide, por ter problemas de disfunção sexual. Mas pode levar ao divórcio, pode levar a conflitos conjugais, conflitos consigo própria", considerou o diretor do Serviço de Urologia do Hospital da Lapa (Porto), Mário Reis, em entrevista telefónica à Lusa, reconhecendo que a crise pode aumentar a depressão e a ansiedade, que são fatores de inibição de desejo sexual. 

 O médico crê que a crise levará a um aumento da disfunção sexual nas mulheres, em Portugal.

* Já não chegava a dos homens...que mais irá acontecer.

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 DANÇARINO D
PALMO E MEIO


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 10.SÃO OSSOS 
DO OFÍCIO


  * A arte de Francois Robert

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HOJE NO
"i"

Medicamentos:
Há 355 à venda 
a custo zero nas farmácias  

Quase um em cada cinco medicamentos com genéricos tem uma opção gratuita no mercado É de borla. É esta a resposta que pode ouvir nas farmácias caso apresente uma receita com um dos 107 princípios activos para os quais existem hoje 355 opções de genéricos a custo zero. Não precisa de ter rendimento mínimo ou uma doença crónica: embora não sejam medicamentos que o Estado comparticipa a 100%, as últimas alterações no mercado e a forma como funciona o sistema de comparticipações faz com que cada vez sejam mais as opções gratuitas para o utente.

Uma análise do i aos preços no Guia dos Genéricos e Preços de Referência do Infarmed, actualizado esta semana, permite concluir que neste momento há uma opção gratuita para quase um em cada cinco medicamentos com genéricos disponíveis. Para as farmácias tem sido mais um prego no caixão: não facturam nada na hora por estas vendas e os reembolsos só chegam mais tarde. Mas fontes do sector asseguram que esta situação é vantajosa para o utente e para o SNS.

Zero As contas do i confirmam, mas primeiro as explicações: os remédios a custo zero para os utentes resultam de uma combinação de factores, como a medida da troika que forçou os genéricos a custarem metade do que custam os remédios de marca, a revisão anual de preços, que levou a baixas de 20%, as novas regras de prescrição de remédios por princípio activo e a obrigatoriedade de as farmácias terem à venda três dos cinco mais baratos de cada grupo. A isto junta-se a legislação em vigor: o Estado tem três patamares de comparticipação para os utentes do regime geral: 37%, 69% e 90%. Este financiamento é calculado em função de um preço de referência, conta feita de três em três meses pelo Estado com base nos cinco preços mais baixos dentro de cada grupo, alteração introduzida em 2010, porque até então o tecto era o genérico mais caro.

Como em algumas situações os preços dos genéricos caíram em em média quase 50% no último ano, tornando-se muito próximos uns dos outros, e acentuou-se a concorrência entre laboratórios por lugar no lote dos mais baratos, em alguns casos a conta passou a incluir o preço do remédio de marca, mais caro. Isto faz com que o preço de referência, que determina até que tecto o Estado financia um remédio, seja superior ao preço de alguns genéricos. O Estado, em vez de pôr um travão e insistir que só comparticipa 69% ou 90%, aceita cobrir o custo completo do medicamento para o utente – ainda que não reembolse por cima as farmácias. A última revisão foi em Outubro e, passado um mês, a realidade é esta: 244 remédios comparticipados a 90% estão a ser vendidos a custo zero para o utente e 74 que o Estado comparticipa a 69% também saem de borla.

A título de exemplo, considere--se o medicamento para a hipertensão arterial Lisinopril + Hidroclorotiazida (20 mg + 12,5 mg). Existem 12 genéricos com esta dosagem. Um deles, da empresa Basi, sai de borla ao utente, que de outra forma pode ter de pagar por um genérico até €3,94. O preço de referência fixado para este remédio é de 9,21 euros. Como a comparticipação é de 69%, o Estado financia até 6,35 euros. O genérico que sai de borla custa 5 euros, pelo que que toda a despesa do utente é coberta. O genérico seguinte custa 9 euros, o que significa que o utente tem de pagar €2,65. O Estado podia poupar? Podia. Se aplicasse a comparticipação de 69% sobre os cinco euros que são o custo real do remédio, o utente pagaria 1,55 e o Estado assumia só €3,45.

O i questionou o Infarmed sobre este diferencial e a resposta foi que as revisões trimestrais tendem a introduzir correcções. Paulo Lilaia, da Associação Portuguesa de Genéricos, esclareceu que, mesmo assim, ao favorecer a opção pelo genérico mais barato e se a adesão for grande, sai mais barato e é uma opção política. As contas do i para este remédio confirmam: pela segunda opção mais barata, de 9 euros, o Estado esgota o tecto de 6,35 e o utente ainda tem de pagar 2,65. Se optasse por outra forma de comparticipação, o Estado pouparia 1,55; assim incentiva os utentes a irem atrás do mais barato e a diminuir a hipótese de ter de cobrir mais vezes os 6,35 quando pode apenas cobrir cinco.
Esta dinâmica não gera só remédios a custo zero, há por exemplo 33 que custam ao utente menos de 10 cêntimos.

* Não é tão bom como parece. Os médicos dizem que há genéricos de qualidade duvidosa e, naturalmente, serão os mais baratos.
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 9.SÃO OSSOS 
DO OFÍCIO

  * A arte de Francois Robert

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 DOUTRO SÉCULO
   
CULTURA FÍSICA


SALÃO DE GINÁSTICA SEC XIX

A ginástica é um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a prática de uma série de movimentos exigentes de força, flexibilidade e coordenação motora para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.


GINÁSIO INÍCIO SEC XX

Desenvolveu-se, efetivamente, a partir dos exercícios físicos realizados pelos soldados da Grécia Antiga, incluindo habilidades para montar e desmontar um cavalo e habilidades semelhantes a executadas em um circo, como fazem os chamados acrobatas. Naquela época, os ginastas praticavam o exercício nus (gymnos – do grego, nu), nos chamados gymnasios, patronados pelo deus Apolo.

ALUNO COM "PERSONAL TRAINER"
O termo ginástica originou-se do grego gymnádzein, que tem por tradução aproximada "treinar" e, em sentido literal, significa "exercitar-se nu", a forma como os gregos praticavam os exercícios. Seu sentido advém da ideia primeira, que é a prática milenar de exercícios físicos metódicos, ao contrário da ginástica surgida como modalidade esportiva. A denominação ginástica, foi ainda inicialmente utilizada como referência aos variados tipos de atividade física sistematizados, cujos fins variavam de atividades para a sobrevivência, como na pré-história, aos jogos, ou à preparação militar, para o atletismo e as lutas.



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Milenar, a ginástica fez parte da vida do homem pré-histórico enquanto atividade física, pois detinha um papel importante para sua sobrevivência, expressada, principalmente, na necessidade vital de atacar e defender-se. O exercício físico utilitário e sistematizado de forma rudimentar era transmitido através das gerações e fazia parte dos jogos, rituais e festividades. Mais tarde, na antiguidade, principalmente no Oriente, os exercícios físicos apareceram nas várias formas de luta, na natação, no remo, no hipismo e na arte de atirar com o arco, além de figurar nos jogos, nos rituais religiosos e na preparação militar de maneira geral.


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Como prática esportiva, a ginástica teve sua oficialização e regulamentação tardiamente, se comparada a seu surgimento enquanto mera condição de prática metódica de exercícios físicos, já encontrados por volta de 2 600 a.C., nas civilizações da China, da Índia e do Egito, onde valorizava-se o equilíbrio, a força, a flexibilidade e a resistência, utilizando, inclusive de materiais de apoio, como pesos e lanças. Este conceito começou a desenvolver-se pela prática grega, que o levou através do Helenismo e do Império Romano. Foram os gregos os responsáveis pelo surgimento das primeiras escolas destinadas à preparação de atletas para exibições ginásticas em público e nos ginásios.


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Seu estilo nascia da busca pelo corpo são, mente sã e do ideal da beleza humana, expressado em obras de arte deste período: socialmente, os homens reuniam-se para apreciar as artes desenvolvidas na época, entre pintura, escultura e música, discutiam a filosofia, também em desenvolvimento e, para divertirem-se e cultuarem seus corpos, praticavam ginástica, que, definida por Platão e Aristóteles, era uma prática que salientava a beleza através dos movimentos corporais.


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Foi ainda na Grécia Antiga, que a ginástica adquiriu seu status de educação física, pois esta desempenhava papel fundamental no sistema educativo grego para o equilíbrio harmônico entre as aptidões físicas e intelectuais. Já em Esparta, na mesma época, este conceito servia unicamente ao propósito militar, treinando as crianças desde os sete anos de idade para o combate. Tal pensamento fez sua participação nos Jogos diminuir com o passar dos anos.


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Em Atenas, todavia, só a partir dos quatorze anos, os rapazes praticavam a educação física: exercitavam-se nas palestras, que eram locais fechados e, sob os conselhos dos sábios, praticavam os exercícios. Aprovados, seguiam, ao completarem dezoito anos, para os ginásios, nos quais, tutelados pelos ginastes, formavam-se inseridos num ambiente em que se exibiam obras de arte e onde os filósofos reuniam-se para discutir sobre a união corpo e mente.

GINÁSTICA FEMININA MEADOS SEC XX

Apresentado à Roma, este conceito esportivo atingiu fins estritamente militares, de prática nas palestras, para os jovens acima dos quatorze anos, e adquiriu um novo nome, o de ginástica higiênica, aplicada nas termas, já que os romanos viam o culto físico como algo satânico e, em nome de Deus e da moral, decretaram o fim dos Jogos Olímpicos antigos, nos quais estava inserida a ginástica enquanto festividade e preparação.No entanto, parte do povo manteve o culto ao corpo e a educação física como práticas secretas.


EQUIPAMENTO DE FISIOTERAPIA

 Na Idade Média, a ginástica perdeu sua importância devido à rejeição do culto ao físico e à beleza do homem, ressurgindo somente na fase renascentista, influenciada pela redescoberta dos valores gregos, aparecendo assim nos teatros de rua, que motivavam os espectadores a praticarem em grupo as atividades físicas.




Na Idade Média, a ginástica perdeu sua importância devido à rejeição do culto ao físico e à beleza do homem, ressurgindo somente na fase renascentista, influenciada pela redescoberta dos valores gregos, aparecendo assim nos teatros de rua, que motivavam os espectadores a praticarem em grupo as atividades físicas. Estruturalmente, ressurgiu o termo ginástica higiênica, voltada para a prática do exercício apenas direcionada para a manutenção da saúde do indivíduo, descrita na obra Arte Ginástica, de Jeronimus Mercurialis. Por volta do século XVIII, recuperou-se e desenvolveu-se conceituada em duas linhas, como expressão corporal e como exercício militar, após a publicação de Émile, livro do pedagogo Jean-Jacques Rousseau, que defensor da aprendizagem indutiva, definiu:

O exercício tanto torna o homem saudável como sábio e justo (…) quanto maior sua atividade física, maior sua aprendizagem


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