sábado, 13 de outubro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 HOSPITAL


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IDENTIFIQUE-SE
         COM ESTA CAUSA






"Perderei a minha utilidade no dia em que abafar a voz da consciência em mim". Mahatma Gandhi


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PARA ADULTOS SEM 
O MÍNIMO DE PUDOR


  2-MESMO MUITO


SÓRDIDAS






















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Bahia Shehab
Mil vezes não

  

A historiadora de arte Bahia Shehab há muito que tem um fascínio pela escrita árabe de 'não'. Quando a revolução varreu o Egito em 2011, ela começou a pintar a imagem nas ruas dizendo não aos ditadores, não ao regime militar e não à violência.

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 PIN UP'S

 















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MARIA DO CARMO MARQUES PINTO



Portugal e a UE: ‘be smart’! 

Diz-se que Portugal é um país médio, no computo geral da União Europeia. É. Que é um país pobre relativamente à média europeia. 

Também é verdade. Que não é fácil fazer ouvir a nossa voz. Não é. Que a nossa localização geográfica face ao epicentro europeu é uma desvantagem. Certamente. Que a atual situação acentua ainda mais essa sensação de impotência perante a inevitabilidade de determinadas decisões tomadas em Bruxelas. Acentua. Que todos estes fatores somados não contribuem para reforçar o apego a um processo de integração que, no futuro, limitará a nossa margem de manobra como país soberano que nos conhecemos. É assim.

Ao que parece, então, espera-nos, nessa Europa que caminha a marchas forçadas para uma União Política, um futuro negro, desolado, definitivamente marginal. Aponta-se, então, demagogicamente, a alternativa histórica: As relações com os países que formaram parte de Portugal e que hoje emergem como grandes protagonistas no quadro global. Mas se Portugal é um país médio, pobre, cuja voz é difícil de se fazer entender no quadro da União Europeia, face ao quadro global, a nossa desvantagem, como ator global é infinitamente maior.

Ser membro da União Europeia é muito exigente. É. Porquê? Por tudo o que afirmei no princípio do artigo. Somos um país médio, pobre, periférico, em crise. Uma enorme desvantagem. Invertê-la requer desenhar uma estratégia que contraponha ou faça emergir as vantagens face às desvantagens.

Por exemplo. Àqueles que advogam a vocação atlântica e a nova centralidade geográfica de Portugal face à globalização - que é certa - como a nossa primeira prioridade da política externa, eu digo: A União Europeia, se soubermos ser determinada e estrategicamente inteligentes, oferece-nos a plataforma idónea para cultivar, aprofundar e até rentabilizar essa nossa centralidade e relacionamento especial com os novos países emergentes de língua portuguesa. Alguém tem dúvidas de que o êxito da nossa estratégia com Timor se deveu ao nosso empenho como país da União Europeia? Ou posto de outra forma: Alguém acredita que o êxito teria sido o mesmo caso não fossemos um Estado-membro da União? Eu não. E a lista de exemplos não tem fim.

Qual é a conclusão? Que ser membro da União Europeia não se confina ao uso limitado dos poderes que advêm do nosso estatuto formal. Que o uso do chamado ‘soft power' e mais do que ele, do ‘smart power' nos confere, face aos enormes ativos de que dispomos como país e que alguns vêm como sub-aproveitados e desperdiçados, um estatuto que extravasa largamente a quota de poder que se nos atribui pelos Tratados da União.

Dúvidas acerca disto, parece-me, não há. Somos um Smart com enormes ativos incorporados que não só nos diferenciam mas que podem fazer de nós um vencedor. Exercer como esse ‘smart' que somos, no quadro da União, porém, requer uma visão e um aproveitamento estratégico desses ativos que incorporámos no nosso estatuto: A de que a União Europeia, que também somos nós, Portugal, é a melhor plataforma que poderíamos ter para realizar todos esses desígnios que bailam nas nossas entrelinhas como país. Portanto, ‘let's be smart'! Ou, como diria Fernando Pessoa, mais poética e filosoficamente: "És melhor que tu. Não digas nada, sê!"

 Especialista em temas europeus

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
12/10/12

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8.AH BOCA LINDA

JORGE CRUZ

  Médico da Unidade do Pulmão 

do Centro Clínico da Fundação Champalimaud

«A legislação em relação ao tabaco já é razoável, com a proibição de fumar nos espaços públicos, mas poderá haver a tolerância zero, como já é aplicada nalguns países»,
«A questão da tolerância zero põe sempre alguns problemas éticos, mas eu, pessoalmente, defendo que não se devia fumar em lado nenhum, pura e simplesmente, e não só em recintos fechados»

"SOL"

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 ALCOOL 


               PERIGOSO


video



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MEMÓRIA/8



Manifestantes da CGTP pedem demissão do Governo - SÁBADO

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H- CONSTRUÍNDO
                                    UM IMPÉRIO

V. EGIPTO




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7.AH BOCA LINDA

MARCELO REBELO DE SOUSA

  PROFESSOR CATEDRÁTICO

«Nunca se viu um Orçamento com tantos documentos não definitivos»

"JORNAL DE NEGÓCIOS"

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MEMÓRIA/7




Mãe há só duas. Histórias de lésbicas que engravidam com inseminação artificial - VISÃO

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PÉ NA TERRA

ESCADAS DE LUAR



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6.AH BOCA LINDA

MOTA AMARAL

  EX - PRESIDENTE DA 

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 

"Um dia é uma coisa e no dia

. seguinte já é outra"

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 

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MEMÓRIA/6


Ensino público. Em 30% das escolas mais de metade dos alunos são pobres - "i"

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B I K E S

















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5.AH BOCA LINDA

JOSÉ MOURINHO

  TREINADOR PORTUGUÊS

«Não, não tenho um balneário difícil. Difícil é quando eles saem do balneário. Eu sou treinador 24 horas mas só treino com eles três ou quatro horas por dia. E difícil é esse tempo»

"A BOLA" 

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MEMÓRIA/5


PSP GRAVOU IMAGENS DE DOIS PROTESTOS VIOLANDO A LEI - PÚBLICO

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 SEM RODAS É ARRISCADO





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4.AH BOCA LINDA

RUI VIEIRA NERY

MUSICÓLOGO 

"Governo em situação de ilegitimidade absoluta"

"CORREIO DA MANHÃ" 

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MEMÓRIA/4



 FARMÁCIA DE LUTO - JORNAL DE NOTÍCIAS

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1.Absolutamente
               Românticos













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