sexta-feira, 28 de setembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 A VIDA DE PRATA/4

FOLHA ENREGELADA

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  Dinheiro  
não educa














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HOJE NO
"DESTAK"

Ministro anuncia gabinete do investidor
. para agilizar investimentos 

O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, anunciou na sexta-feira a intenção de criar um gabinete do investidor, com o objetivo de agilizar os investimentos que estejam parados há mais de 12 meses. 

 Falando em Vilamoura, na cerimónia de abertura do I Fórum Empresarial do Algarve, o membro do Governo garantiu que o novo organismo vai agilizar "tudo o que seja investimento que está parado há 12 meses", pelas mais diversas razões, porque "é tempo de dizer basta" aos entraves burocráticos. "Portugal não se pode dar ao luxo de desperdiçar estes investimentos e o Estado tem que dar o exemplo, ao providenciar este gabinete", afirmou. 

* Mas o maior encrave do país é o governo que continua cego e surdo ao sofrimento dos portugueses. 

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 A VIDA DE PRATA/3


TEMPESTADE EM NAIROBI

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ASTÚCIA


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HOJE NO
"i"

Governo prepara novo regime das SCUT 

O presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) revelou hoje que o secretário de Estado da tutela lhe disse que o Governo "está a preparar um novo regime de isenções de portagens nas SCUT", para vigorar a partir de janeiro.

Segundo Ribau Esteves, que é também presidente da Câmara de Ílhavo, "o Governo prepara um novo regime de isenções de portagem nas SCUT, que deverá vigorar a partir de janeiro de 2013", conforme lhe foi transmitido pelo secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, segunda-feira, em Coimbra, na reunião do Conselho Regional em que suscitou a questão.
"Suscitei ao secretário de Estado a questão na segunda feira, se ia haver um regime novo ou se pura e simplesmente acabavam as isenções, no conselho regional, e a resposta foi de que vai haver um novo regime, que estará em vigor em janeiro de 2013 e mais não disse", afirmou aos jornalistas.

O responsável defendeu hoje que as deslocações de curta distância devem ficar isentas no novo regime de portagens nas SCUT que o Governo está a preparar, salientando que a CIRA "há muito que defende um regime de isenções assente nos circuitos de curta distância, o que, no caso da região, permitirá que quem usa a A17 e a A29 para evitar afunilar a EN109 a possa usar sem pagar".

"Relembramos ao Governo que esse princípio (da isenção para deslocações de curta distância) não fere a legislação comunitária (que serviu de argumento ao Governo para acabar com o regime de isenções para os residentes) porque trata todos os cidadãos por igual", disse.

O presidente da CIRA diz ser a favor do princípio de que as SCUT devem ser pagas por quem as utiliza, mas "não vale a pena onerar as próprias SCUT que assim geram pouca receita porque têm uma quebra de tráfego brutal, nem os cidadãos com um custo dispensável, e mesmo a qualidade de vida de áreas residenciais, como é o caso das localidades entre Ovar a Vagos, no eixo da EN109", que passaram a registar elevados níveis de tráfego, desde a introdução de portagens.

Ribau Esteves defende ainda que o Governo aproveite a revisão do regime das SCUT para recuar no estabelecimento de portagens ao longo da A25, que em sua opinião prejudica a economia nacional, já que se trata do principal corredor rodoviário de exportações do País.

"Continuamos a defender que a A25 não deve ser portajada, nomeadamente porque o transporte de mercadorias não tem objetivamente qualquer alternativa, e é um eixo fundamental para as exportações do País, nomeadamente para as regiões do norte e centro, que exportam 60 por cento dos produtos, sendo que o único canal que têm é a A25/E80", disse.

* É possível que apareça um novo regime mas não é para melhorar os bolsos utentes...


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 A VIDA DE PRATA/2


TURBINAS DE LÂMINAS

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9.1-A IGREJA CATÓLICA

CONSTRUTORA DA CIVILIZAÇÃO


 

A MORALIDADE OCIDENTAL

 




Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. 

NR: Há muito que somos zurzidos por muitos amigos e alguns visitadores, pela nossa atitude agreste, alguns dizem agressiva, em relação à igreja católica, nos vários comentários que por vezes dirigimos à estrutura ou a alguns dos seus intérpretes.
Lá nos vamos defendendo destas "vis" acusações referindo que só zurzimos em quem se põe a geito...
Mas, como apreciamos a imparcialidade decidimos editar uma série longa em defesa acérrima da igreja católica, não para nos redimirmos ou ganharmos o céu mas por respeito aos nossos amigos e visitadores que professam esta religião.
 
A Redacção


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HOJE NO
"A BOLA"

Belenenses chega a 
acordo com credores 

Afinal nenhum bem do Belenenses vai sair esta sexta-feira das instalações do clube em virtude dos azuis do Restelo terem chegado a um acordo de última hora com os credores. 

«Confirma-se, de facto, uma iniciativa de penhora com remoção. Ambas as partes falaram e chegaram a um acordo. 

Não é um ponto final na situação mas as partes, de forma construtiva, vão continuar e tentar resolver a situação num curto prazo. Hoje nada vai sair das instalações», afirmou Cassiano Neves, diretor-geral da SAD. 

* Ao que o caciquismo conduz um clube, não falamos da actual direcção.

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 A VIDA DE PRATA/1


OLHO DE PEIXE

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ADRIANO MOREIRA




O futuro do poder militar 


Por muito insuspeita que seja a imparcialidade científica de um analista, e sobretudo de um doutrinador, em relação à nacionalidade a que deve lealdade (allegiance), a atenção de Joseph Nye ao poder militar não pode deixar de ser condicionada quer pela sua experiência de governo, quer pela longa e recompensada carreira académica. 

Neste caso admito que com vantagem para o rigor possível da prospetiva, numa circunstância em que os juízos de certeza quanto ao futuro são impossíveis, os juízos de probabilidade são uma audácia, e os juízos de possibilidade estão sempre sujeitos à imprevisível variação das circunstâncias.
Por isso é certamente com larga e fundamentada prevenção que no seu último trabalho sobre "o futuro do poder", recentemente traduzido para português, se ocupa do poder militar, em tese e particularmente em relação aos EUA.

Na data em que se discute a reformulação do conceito estratégico de defesa e segurança português, as observações do professor merecem atenção, sobretudo não podendo deixar de ter em conta a Aliança e, em relação a ela, expressa ou implicitamente, o que diz respeito à pluralidade de interesses dos aliados, e o que interessa especificamente aos EUA, ou que particularmente inquieta os cidadãos americanos, como são os casos do Iraque e do Afeganistão: lembrando, para marcar a mudança em relação aos tempos que vivemos, a fórmula desatualizada de Napoleão, segundo o qual "Deus está do lado dos grandes batalhões".
Tem interesse, sobretudo para os pequenos países, inevitavelmente envolvidos, direta ou indiretamente, nos conflitos que exigem o recurso à violência das armas, os motivos pelos quais considera que a força militar, e o seu papel, diminuíram no século passado. 

Em primeiro lugar estima que os arsenais nucleares, em relação aos quais o Irão é uma constante fonte de inquietações, estão a perder importância porque os líderes avaliam a relação entre o seu custo e os objetivos que razoavelmente tenham em vista, incluindo os custos humanos e devastação inevitável. 

Por isso, mesmo para os Estados emergentes, a sua posse é mais dissuasora do que o seu uso; conclui assim que "as armas nucleares continuam a ser importantes na política mundial, mas não como arma de guerra". Por outro lado, adianta, as forças convencionais tornaram-se excessivamente dispendiosas, lembrando que a França conquistou a Argélia com 34 000 soldados mas não conseguiu manter a colónia no século XX com 600 000. Finalmente, cresce nas democracias uma ética antimilitarista, com menos efeitos nos EUA do que noutras potências, segundo concede.
Infelizmente os factos, que não ignora nem omite, vão demonstrando que a deterioração da paz, mesmo apoiada na lógica e na argumentação da poupança, não só mantém o grave resultado condenado pelos discursos dos projetistas da paz que deixaram tantas palavras de esperança, como não impediu que o complexo militar industrial tenha inspirado o desânimo de Eisenhower no seu discurso do adeus. 

É evidente que existem outros meios de conseguir a hegemonia, quando o acordo falhe, designadamente a dependência financeira e económica, mas basta ter lembrança das intervenções em curso, para além dos variados conflitos armados locais que já tendem todos para internacionais, para aceitar a evidência de que é a guerra o que está é em mudança, falando-se na "guerra de quarta geração", e que a dispensabilidade das Forças Armadas é negada pela evidência de que a distinção entre civis e militares "pode vir a desaparecer". 

A novidade inquietante é que as guerras transnacionais ultrapassam as antigas guerras entre Estados, e a segurança torna-se um desafio mais complexo.
Propor uma estratégia inteligente da parte dos EUA é uma regra já válida anteriormente à indefinida mudança para a chamada quarta geração. O urgente parece ser definir uma política inteligente para que o "interesse nacional permanente" não implique abandonar a paz.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
25/09/12

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Estados europeus sugerem botão 
para denunciar conteúdos 
terroristas na Internet 

Um grupo de trabalho liderado pela Holanda e que reúne vários Estados da União Europeia definiu um conjunto de propostas para reduzir o impacto do uso terrorista da Internet, entre as quais um já polémico botão que permitiria a qualquer pessoa denunciar uma página que considere suspeita.

De acordo com o El País, as conclusões do projecto – chamado CleanIT, de que fazem ainda parte a Alemanha, Espanha, Reino Unido e Bélgica e que tem financiamento europeu – foram entregues sob a forma de recomendações e de tópicos a discutir à European Digital Rights, uma organização internacional de defesa dos direitos dos cidadãos, num documento confidencial que acabou por vir a público e gerar controvérsia.

Entre as sugestões, está a criação de um botão de denúncia de conteúdos que os utilizadores considerem ser terroristas. Este botão, que, de acordo com as sugestões do grupo, faria parte do browser ou do próprio sistema operativo, seria desenvolvido e financiado a nível europeu e permitiria que os utilizadores fizessem denúncias anónimas às autoridades.

Outra medida polémica que se pode ler no documento do CleanIT, é a sugestão de que as empresas de Internet permitam unicamente nomes e fotografias reais dos utilizadores. Além disso, a pedido da empresa de Internet, o utilizador deverá fornecer provas de que aquele é o seu nome real, se for denunciado pelo botão. As empresas de Internet armazenariam a identidade real dos utilizadores para fornecer às autoridades no caso de uma investigação.

No centro do debate, ouve-se do lado das críticas a acusação de que as mudanças propostas no documento implicam uma violação das directivas comunitárias.

O responsável do Clean IT, But Klaasen, que trabalha no Ministério holandês da Justiça e Segurança, assegurou que compreende a “histeria” em volta da publicação do documento porque conduz a más interpretações. Klaasen insiste que é apenas um texto em discussão. Deste modo, publicado assim “assusta as pessoas". "Por isso é que não queríamos que fosse publicado, porque é material ainda de reflexão. E estamos conscientes de que há ideias muito duras”, segundo o El País

O El País refere ainda que Joe McNamee, director da European Digital Rights, escreveu que “o documento mostra o quanto os debates internos nessa iniciativa se afastaram dos seus objectivos publicamente declarados, assim como das normas jurídicas fundamentais que sustentam a democracia europeia e o Estado de direito”. McNamee assegura que o texto lhe foi desviado por um participante que queria mostrar que alguns deles não concordavam com as propostas, mas temiam expressá-lo e ser considerandos “brandos” contra o terrorismo.

* Os políticos europeus querem usar cidadãos de boa fé e tranformá-los na nova Gestapo anarquica e pseudo-democrática.
Sabe-se que o terrorismo também é financiado por democratas insuspeitos, sedentos de maior poder e ganância.

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 A VIDA DE AZUL/4

Urso polar em Svalbard

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2- ISAAC NEWTON


  

Um trabalho do NG a enfatizar a componente ocultista do pensamento de Newton


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Programa para telefones indica 
como fintar pórticos na autoestrada 

Uma empresa da Covilhã inventou um programa para telefones que indica ao condutor de um automóvel como fugir aos pórticos de portagem na autoestrada da Beira Interior. A aplicação com o nome "A23 evitar pórticos" foi desenvolvida pela firma Estrela Sustentável, funciona em dispositivos iPhone e custa 79 cêntimos, referiu David Ferreira, programador.

O telefone emite sinais sonoros dois quilómetros antes de cada saída que é preciso seguir para evitar pórticos na autoestrada.
Depois, indica num mapa, no visor do telefone, uma estrada alternativa e emite outro aviso quando já é possível voltar à A23, sem pagar portagens.

A empresa está a desenvolver o mesmo programa para a autoestrada A25, entre Aveiro e Vilar Formoso, e vai disponibilizar versões para dispositivos móveis que funcionem com a plataforma Android.
David Ferreira e Alexandre Silva, programadores, criaram a aplicação para pouparem dinheiro nas viagens a Lisboa e só depois se lembraram de a vender ao público.

"É também uma forma de protesto" contra o pagamento de portagens, sublinha David Ferreira.
O programa já conta com mais de 200 utilizadores e os criadores acreditam que o número vai crescer no inverno, sobretudo no Natal, época em que mais pessoas visitam a Serra da Estrela.
A empresa Estrela Sustentável dedica-se ao desenvolvimento de programas para computador e dispositivos móveis.

"A23 evitar pórticos" é uma aplicação nativa para iPhone que utiliza mapas Bing da Microsoft e os guarda em memória - ou seja, durante a viagem é necessário ter GPS ativo, mas o programa dispensa ligação à Internet, desde que os mapas tenham sido carregados.

* As ex-scut tornaram-se um tormento para quem delas não pode prescindir, basta dizer que um veículo classe 2 paga 39 €  de Torres Novas à Guarda indo pela A23.
Os inventores do programa deviam ser premiados.

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A VIDA DE AZUL/3


 
 Pinguins à beira dum iceberg

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GAITEIROS DE LISBOA

CAPA CHILRADA




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Racionamento de medicamentos de cancro e sida: "Nunca direi uma estupidez dessa natureza" 

O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) garantiu esta manhã, em conferência de imprensa, em Lisboa, que nunca afirmou que os medicamentos para os doentes oncológicos, com sida ou artrite reumatóide, em fase terminal, deveriam ser racionados.

"Será que mais dois meses de vida, independentemente da qualidade de vida, justificam uma terapêutica de 50 mil, 100 mil ou 200 mil euros?", foi a questão levantada ontem por Miguel Oliveira da Silva e que deu origem a acesas discussões. Esta manhã, o responsável defendeu a sua posição.
"Tratou-se de uma pergunta e não uma afirmação. Nunca direi uma estupidez dessa natureza", garantiu.
Como tal, o CNECV garantiu que o parecer sobre um modelo de deliberação para o financiamento do custo dos medicamentos para o cancro, a Sida e a artrite reumatoide, elaborado a pedido do Ministério da Saúde e que ontem foi divulgado, pretende “que não haja nunca, em Portugal, falta do essencial em medicamentos no tratamento, dos meios auxiliares de diagnóstico, independentemente da idade e dos recursos financeiros da população portuguesa”.
"Racionamento na política e na economia da saúde e da bioética é um termo benigno - significa optimizar recursos. No sentido coloquial, tem uma carga negativa, pois as pessoas identificam-no com a falta do essencial. Ora este parecer veio para que não haja nunca, em Portugal, falta do essencial em medicamentos no tratamento, dos meios auxiliares de diagnóstico, independentemente da idade e dos recursos financeiros da população portuguesa", garantiu Miguel Oliveira da Silva.
"É importante que fique muito claro que este Conselho considera eticamente ilegítimo que se faça escolhas com base na idade. Realmente as pessoas mais velhas são as pessoas que já contribuíram para a Segurança Social, para terem acesso aos melhores cuidados de saúde, portanto, nunca esteve na ideia deste parecer que o racionamento poderia ser, de facto, por idades", acrescentou Ana Sofia Carvalho, uma das relatoras do parecer.
Como tal, as propostas do CNECV assentam num modelo constituído por três fases essenciais, que visam a "maximização da dignidade de todos os doentes tratados" e combatendo a "iniquidade geográfica" existente no país ao nível dos cuidados de saúde.
Segundo Ana Sofia Carvalho, o modelo tem três fases para qualquer doença. "Temos uma primeira fase, que envolve clínicos, investigadores (...) e as comissões de farmácia e terapêutica, na qual serão escolhidos os melhores fármacos para determinada doença. Depois este grupo reúne-se com o grupo das administrações hospitalares e então teremos que, perante os melhores fármacos, fazer uma análise de custo-efectividade. Escolher daqueles os mais baratos dos melhores."
Para a conselheira, o facto de os medicamentos serem mais baratos "não quer dizer que o médico não tenha possibilidade de o alterar para outro mais caro, se se justificar, mas a nível geral existe esta lista".
Numa última fase, a lista dos medicamentos será enviada para o Ministério da Saúde, a quem caberá tomar a decisão, que deve ser a nível nacional, e de elaborar uma lista dos fármacos a comprar para determinada doença.
"O que o modelo propõe é que as escolhas sejam feitas a nível nacional e que os doentes com a mesma patologia, independentemente da idade, do sexo, da localização geográfica, não sejam tratados de forma desigual", concluiu a relatora. 
No parecer, o CNECV propõe que o direito à excepção da prescrição de determinado medicamento, devidamente fundamentada, deve estar comtemplado (tal como a penalização da excepção não fundamentada), assim como a existência de uma declaração de conflitos de interesses pública, de forma a assegurar a independência e a responsabilização na prescrição dos fármacos. 
O documento enfatiza ainda a redução de custos de prestação nas intervenções e nos exames médicos, se estes foram mal justificados e/ou desnecessários. 
Em forma de conclusão, é no entender da CNECV, que muitas das vozes discordantes não têm fundamento. 
"Muito do que se disse ontem, nomeadamente as reacções de algumas personalidades, não correspondem ao que nós dizemos. Esta proposta pode ajudar o Ministério da Saúde a poupar dinheiro e estar ao mesmo tempo o Serviço Nacional de Saúde sustentado em princípios éticos de que este Conselho não abdica", concluiu Rosalvo Almeida, também ele relator do parecer. 

* Ontem o sr. dr Miguel Oliveira e Silva disse o que disse para quem o quiz ouvir, hoje apressa-se a emendar e dá o dito por não dito, pelo menos deu a cara, é de homem.

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 A VIDA DE AZUL/2


BARRACUDA - ESCOLA MARINHA

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A LÓGICA DA BATATA


















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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Forças de segurança participam
. na manifestação de amanhã 

Alguns movimentos, como os responsáveis pelo protesto de 15 de setembro, e estruturas sindicais das forças e serviços de segurança participam amanhã, em Lisboa, na manifestação convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP). 

Apesar da manifestação ter sido convocada por uma central sindical, alguns movimentos sociais vão aliar-se ao protesto, que vai decorrer no Terreiro do Paço, em Lisboa, para demonstrar o desagrado contra as medidas de austeridade do Governo. Os subscritores do apelo “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, que reuniram a 15 de setembro centenas de milhares de pessoas em diversas cidades do país, apelam à participação e pedem aos portugueses para que esqueçam divergências e se unam a outras forças organizadas e aos movimentos “numa frente de resistência comum”. Também a Plataforma 15 de Outubro apela à participação na manifestação convocada pela CGTP para o Terreiro do Paço, defendendo ser "fundamental reforçar e radicalizar" os protestos "até à queda do Governo". 

Os polícias também vão marcar presença no protesto através da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que integra elementos da PSP, GNR, Polícia Marítima, Guardas Prisionais, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Caso se verifiquem situações complicadas durante a manifestação, os polícias têm a obrigação de agir e exercer a sua autoridade, revelou fonte policial. Segundo o estatuto profissional da PSP, um polícia é obrigado agir, mesmo quando está à civil e fora da atividade profissional, sempre que esteja em causa um ilícito criminal, sob pena de incorrer numa sanção disciplinar. 

Sobre o dispositivo policial preparado para a manifestação, a PSP não divulgou números, mas adiantou que vão estar operacionais elementos da esquadra da zona e do trânsito, Equipas de Intervenção Rápida e elementos da investigação criminal, além dos agentes que pertencem ao Corpo de Intervenção e ao Grupo Operacional Cinotécnico da Unidade Especial de Polícia. Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa disse à Lusa que a PSP manteve reuniões com a CGTP, adiantando que é a própria central sindical que não pretende grupos violentos na manifestação. 

A mesma fonte adiantou que a PSP está preparada para a eventualidade de integrar a manifestação grupos que não pertencem aos sindicatos. A manifestação vai ainda provocar cortes no trânsito durante a tarde de amanhã (sábado), nomeadamente na Avenida da Liberdade, Rua do Ouro, avenidas Infante D. Henrique e 24 de julho e os acessos entre o Martim Moniz e a Praça da Figueira.

* As forças de segurança têm um papel ingrato a cumprir mas a crise não passa ao lado dos agentes.

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 A VIDA DE AZUL/1


TUBARÃO-BALEIA

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 2 - ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS ?




Este filme baseia-se no livro cujo título é o mesmo que ficou famoso nos anos 1970 ao descrever como hipótese a suposta vinda de seres extraterrestres, como sendo os deuses que visitavam o planeta Terra no passado.

Däniken passou a ser considerado um dos escritores mais reconhecidos mundialmente, publicando 28 livros, todos traduzidos para 32 línguas e vendido mais de 62 milhões de exemplares.

Uma produtora alemã lançou então em 1972 esse documentário baseado no livro.

Com locações em diversos países, este filme mostra os fundamentos deste marco da ufologia. O escritor Erich Von Däniken procura provar, por meio de descobertas arqueológicas e textos sagrados, que todos os deuses das antigas civilizações eram, na verdade extraterrestres.

NR. Nos anos setenta, quando alguns dos pensionistas andavam pelos 20 anos, este autor e outros editaram muitos livros de ficção que entusiasmavam os jovens adultos da época, já que  em Portugal a censura dava muito pouca possibilidade de boas leituras.
Havia pelas cidades do país alguns livreiros que tinham sempre uma prateleira secreta com livros proíbidos para uma clientela muito restrita.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Segurança Social com défice 
de 694,1 milhões de euros 

 A Segurança Social poderá registar um défice de 694,1 milhões de euros em 2012 e assim contribuir para um agravamento do défice pela primeira vez em pelo menos 11 anos, de acordo com as estimativas do Governo enviadas pelo INE para Bruxelas. 

Na segunda notificação ao abrigo do Procedimento dos Défices Excessivos enviada a Bruxelas, e hoje publicada pelo INE, o saldo da Segurança Social pode ser negativo em 694,1 milhões de euros. Este valor contrasta de forma muito pronunciada com a anterior previsão do Governo (incluída pelo INE no reporte enviado a Bruxelas em março) que apontava para um saldo positivo de 98,5 milhões de euros.
ACELERANDO PARA O PREJUÍZO

Esta é apenas a terceira vez, desde que o INE apresenta estas contas, que o saldo da Segurança Social é negativo.
"Na série de contas nacionais do INE com dados das Administrações Públicas desde 1995, a Segurança social apenas apresentou uma necessidade de financiamento em 1995 e 2001", esclarece fonte oficial do Instituto.
As previsões para 2012 são da responsabilidade do Ministério das Finanças, enquanto no caso das contas de 2010 e 2011 os números apurados pelo INE são provisórios, mas já com vários dados finais incluídos nestas contas.
No caso da Segurança Social, o saldo registado em 2011 foi também revisto em baixa passando de 490,3 para 438,4 milhões de euros e ajudando assim à revisão em alta hoje conhecida do défice desse ano, de 4,2 para 4,4%.
Recorde-se que a primeira estimativa do Governo para o défice de 2011, já com as receitas totais da transferência dos fundos de pensões da banca para a Segurança Social, era de 4% do PIB.
O valor acabou por ser revisto para 4,2% do PIB e agora para 4,4%.

* Mais uma vez a elite "arrelvada" ministerial "amanda" em Março para o ar a notícia de saldo positivo de quase 100 milhões na Segurança Social e agora leva com a vergonha de ter um défice  de quase 700 milhões. 
O ministro Mota pegou na lambreta e fez um peão de 800 milhões de diferença, não está mau para um "yes man".

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