segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Remédio para matar marido. 


Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra numa farmácia e diz ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Mas… não posso vender isso assim.  Qual é a finalidade?
- Matar o meu marido!
- Para este fim… piorou… não posso vender !

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido comendo a mulher do farmacêutico.

-Ah bom !!! ...
COM RECEITA É OUTRA COISA !!!

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SUBLIMINAIS/12

SEC XX





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 NA PREVENÇÃO ES O GANHO




 

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

ADN pode ser usado para descobrir
 rosto de um suspeito 

A identificação de cinco genes que contribuem para o formato e características do rosto é um passo para uma futura tecnologia de reconstrução do rosto através do ADN. A tornar-se uma realidade, a tecnologia poderia ser usada pelas autoridades para identificar suspeitos.

Cientistas da "Erasmus University Medical Center", em Roterdão, nos Países Baixos, encontram-se a estudar o ADN de 10 mil europeus e a relacioná-lo com nove características da face vistas em exames de ressonância magnética, juntamente com mais oito características analisadas a partir de fotografias.
Segundo a revista New Scientist, até agora os genes identificados não permitem obter muitos dados, apenas medidas como a distância dos olhos face ao nariz ou o comprimento deste
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"É um começo, mas estamos longe de prever como é a cara de alguém", explica Manfred Kayser, da "Erasmus University Medical Center", citado pela publicação.

Contudo, se os cientistas conseguirem identificar mais genes ligados ao rosto, talvez no futuro as autoridades consigam obter a imagem da cara de um suspeito apenas com uma amostra de ADN.

A ciência já descobriu cinco genes que contribuem para o formato e características da cara e há testes para prever a cor dos olhos, da pele e do cabelo através do ADN terminados ou em desenvolvimento.

Também na Universidade do Estado da Pensilvânia investigadores estão a trabalhar na tecnologia, através de um estudo de mais de sete mil características faciais de população africana e caucasiana.

* A ciência é bem vinda sempre se fôr para proteger as pessoas, nunca para inventar culpados.

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SUBLIMINAIS/11

SEC XX





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  MODELOS TRANSEXUAIS

 Lea T.


A brasileira Lea t. nasceu como Leandro Cerezo em 1981, mas isso não a impediu de se transformar numa das mais famosas modelos transexuais da actual indústria de moda.
Lea tem sido considerada a musa da casa de alta costura Givenchy. 


 

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Merkel defende continuação de austeridade em Portugal mesmo que haja recessão

 A chanceler alemã, Angela Merkel, voltou hoje a defender a redução das dívidas públicas e reformas estruturais como solução para a crise na Espanha e em Portugal, mesmo que para isso tenham de passar por uma fase de recessão.

"Por causa do elevado endividamento, os mercados financeiros internacionais hesitam em investir na Europa, por isso, temos de mostrar de forma convincente que aprendemos com os erros do passado, e respeitar o Pacto de Estabilidade, foi para isso que aprovámos o Tratado Orçamental", disse a chefe do Governo alemão em conferência de imprensa, em Berlim.

Se os países mais vulneráveis contraírem menos dívidas, naturalmente que terão uma fase recessiva, mas simultaneamente é preciso fazer uma política de novo orientada para o crescimento, e como há pouca margem de manobra, têm de se fazer reformas estruturais, que não custam dinheiro", acrescentou Merkel.

A chanceler sublinhou ainda que "em Espanha por um lado há um momento recessivo, mas simultaneamente aumentam as exportações e os postos de trabalho na indústria, só que isso ainda não é tão forte que anule a outra tendência", admitiu.

Merkel voltou também a defender a recente decisão do Banco Central Europeu (BCE) de comprar ilimitadamente dívida pública de países-membros, contestada, no entanto, pelo presidente do Banco Central Alemão, Jens Weidmann.

A dirigente democrata-cristã advertiu, simultaneamente, que a actual crise "deve ser resolvida por via política", mostrando-se convicta de que essa é a opinião de Weidmann.

A decisão do Banco Central Europeu "é justificada no âmbito da sua missão de manter a estabilidade monetária, e o seu mandato é claramente delimitado pelos Tratados Europeus, e a política orçamental não é da sua competência", vincou a chanceler federal.

Merkel anunciou ainda que em Novembro haverá uma cimeira extraordinária da União Europeia para clarificar a atribuição de verbas aos Estados-membros no âmbito do orçamento comunitário de 2014 a 2020, "e para que estes saibam que meios terão para promover o crescimento e o emprego".


* Ela até parece determinada e uma mulher sem medo mas quando se fala do filme do Maomé acagaça-se toda. Lixar os portugueses não custa.

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SUBLIMINAIS/10

SEC XX





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 DROGAS LEGAIS?


  

 Esta semana investigamos o aumento da utilização das chamadas drogas legais na Europa, substâncias que imitam os efeitos das drogas ilícitas.

Vamos a Portugal falar com consumidores e peritos e também à Roménia, outro exemplo de um país que se debate sobre uma questão complexa.

"Eu não sei até que ponto elas são perigosas tão perigosas como a heroína, ou se são assim... como a cannábis que não tem um impacto assim tão grande", explica um consumidor.

São conhecidas por vários nomes, em diferentes países: substâncias psicoativas, drogas legais, estimulantes ou substâncias etnobotânicas.
Fazem parte de um novo fenómeno que está a crescer na Europa. Substâncias legais que imitam os efeitos das ilícitas. Mas são também foco de um debate crescente.

As novas drogas aparecem no mercado a uma velocidade de mais de uma por semana. Alguns países estão preocupados com a saúde, outros têm uma abordagem diferente.

Portugal é um dos países onde as lacunas legais permitem comprar estes produtos, essencialmente, sintéticos.

Para alguns, a tentação de experimentar estas novas substâncias é demasiado grande.

"Estão facilmente disponíveis. Conseguimos ir a uma loja, facilmente, e adquirir essas drogas. E essas drogas são novas. E é também uma oportunidade de experimentar novas drogas. E a polícia também não nos pode dizer nada, prender ou levar, não nos pode fazer nada. Por isso sentimo-nos mais seguros, dessa forma, a consumir essas drogas. Também estão mais facilmente acessíveis", diz um ex-consumidor.

A internet é outro meio de aquisição destas drogas, apesar dos esforços dos governos há centenas de sítios disponíveis.

Em alguns países estas drogas legais são vendidas em lojas. Em Portugal, por exemplo...

"Funciona, geralmente, onde o Estado é muito protetor e interfere demasiado na vida do cidadão. É preciso ter livre arbítrio, hoje em dia funciona, basicamente, nos países onde a legislação não é forte. A loja existe por causa de uma falha da legislação", explica o dono de uma destas lojas, em Lisboa.

É o caso de Portugal onde não se prendem pessoas pela posse de pequenas quantidades de drogas.

Para Carla Joaquim, assistente social da Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência, o seu trabalho é muito importante:

"Nós avaliamos sempre as consequências dos consumos das substâncias, tanto lícitas como ilícitas, na pessoa. Faz-se uma avaliação psicossocial, tentamos perceber se existem problemas psicológicos ou psiquiátricos. Perceber quais são as influências dos consumos nas pessoas."

No último ano foram detetadas 49 novas substâncias através de um sistema de alerta da UE a lista deste ano já alcançou as 36. As autoridades dizem que as questões de saúde são a sua maior preocupação.

Roumen Sedefov, trabalha no Centro Europeu de Monitorização para Drogas e Adição, para ele há graves problemas:

"Estas são substâncias que nunca foram testadas em humanos. São substâncias que não têm nenhuma história em uso humano. Substâncias sobre as quais sabemos muito pouco em termos toxicológicos, perfil de segurança, farmacologia. Por isso, é claramente algo a que temos de estar atentos, algo que precisamos conhecer, sempre que substâncias novas entram mercado."

Algumas das chamadas drogas legais estão relacionadas com doenças e mesmo mortes em alguns países empurando a questão para a agenda política. Londres abriu mesmo aquilo a que chama de Club Drug Clinic.

Bruxelas está, atualmente a rever as medidas para compreender se funcionam, particularmente no caso das novas drogas. No final do ano haverá novas propostas.

Individualmente, alguns países já entraram em ação. A Roménia proibiu, no ano passado, mais de 40 novas substâncias.

Aqui, os peritos, realçam uma outra preocupação. Os consumidores estão a injetar as novas drogas mais baratas, mais fáceis de encontrar.

Uma equipa de troca de seringas diz que as substâncias artificiais estão a ser injetadas, muitas vezes, com sangue contaminado, pela partilha de seringas. A possibilidade de contágio, pelo HIV e de doenças infecciosas, aumenta.

Mas há outra questão, a mistura de novas drogas pode ser muito mais perigosa do que a das antigas drogas ilícitas.

Dan Popescu é o coordenador da equipa de troca de seringas, em Bucareste, para ele a realidade está a mudar:

"Os consumidores de heroína podiam viver 10, 15, 20 anos. No caso destas drogas legais podem morrer entre 6 a 12 meses, se se injetarem, se não tiverem sorte e, normalmente, eles não são muito cuidadosos."

* Um interessante trabalho do "EURONEWS" publicado a 12/07/12

NR: Drogas, legais podem ser, inofensivas nunca! É mais um negócio pouco inocente destinado a entorpecer mentalidades através duma dependência tóxica.
Quem ganha em legalizar drogas? O poder, quanto mais estruturalmente fracas as cabeças das pessoas mais fácil dominá-las!!

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HOJE NO
"DESTAK"

Estreia vista por quase 2 milhões 
bate recorde de audiências  

Na terça-feira é eliminada a primeira concorrente. Na Casa há 23 habitantes, 10 homens e 13 mulheres. Poucos minutos depois de entrar na casa, Wilson descobriu o primeiro segredo. Hélio foi “apanhado”. 

Nesta 3.ª edição reality show da TVI – verdadeira recordista em termos de audiências, com quase 1/5 de Portugal (quase 2 milhões de espectadores e mais de 50% de share) a assistir à estreia – não faltarão argumentos para várias tramas paralelas. 

Há raparigas e rapazes visualmente interessantes, há gente nascida no estrangeiro, há ex-casais (Alexandra e Fábio), casais verdadeiros (Tatiana e Ruben) e também falsos (Bruno e Jessica). Há um primo de Cristiano Ronaldo, um bissexual, um ex-sequestrado numa prisão da Venezuela. Há quem tinha sido abandonado pelos pais no dia em que fez 12 anos.

 Há quem tenha recuperado de um mês de coma. Há dois pares de gémeas, sendo que algumas são cúmplices da Voz (Nicole e Daniela). Há bailarinas de danças orientais, jogadores profissionais de póquer e feirantes. Há uma Cátia Marisa (sem acento no A) que faz lembrar a Cátia Palhinha da edição anterior... Há moças ciumentas e agressivas que batem nos namorados. 

Há moços musculados que foram vítima de violência (quase) doméstica. Há muitos corações traídos e outras tantas almas mimadas. Há um fenómeno mundial da Internet (Hélio) a quem o medo não lhe assiste quando anda de skate quanto mais dentro de um reality show. 

Há um personal trainer com pinta de galã (Cláudio) e olho azul que, afinal, no Verão fora apresentado no jet set italiano como namorado do veterano apresentador de tv Alessandro Cecchi. As más-línguas dizem agora que é acompanhante de luxo. Já se viu que aqui há de tudo, como na farmácia.

* No Jardim Zoológico há animais mais bem divertidos. Tudo aponta que este programa seja ainda mais execrável que o anterior, mas o povo que não tem dinheiro vai alugar o canal de cabo que dá direito a visitarem a casa a qualquer hora e vai pagar, porque não, com o que recebe do RSI.

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SUBLIMINAIS/9

SEC XX





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ANA CRISTINA SILVA

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 Análise da OTOC 
  
Controlos da circulação, 
                     venda e detenção de bens 

No âmbito de medidas de combate à fraude e evasão fiscais é sempre mais fácil exercer um efetivo controlo quando estamos perante operações sobre bens físicos. É, portanto natural que, nos últimos tempos, se tenham reforçado as medidas de controlo em relação à posse, circulação e transações sobre tais bens.

Em 1 de abril deste ano entrou em vigor a extensão da obrigação dos documentos de transporte serem também emitidos em programas certificados. Certo que tal obrigatoriedade não se aplica a todos os sujeitos passivos, porque existem algumas dispensas, mas para muitos operadores económicos isso significou que ficaram impedidos de usar documentos manuais para acompanharem os bens durante o seu transporte.

Os dados referentes ao transporte de bens ficam, então, armazenados, na base de dados do programa informático que, sendo certificado, também contém mecanismos que impedem, a posteriori, a alteração desses dados.

A partir de 1 de janeiro de 2013, antes do início de um transporte de bens, os sujeitos passivos de IVA passam a ter de comunicar à Autoridade Tributária (AT), os elementos constantes do documento de transporte emitido.

E, tal como sucede já há largos anos, qualquer circulação de bens em território nacional pode ficar sujeita a controlo físico das mercadorias e dos documentos que as acompanham, durante o transporte, por parte da GNR e dos próprios serviços da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Quando o transporte de bens dê lugar a uma venda, os dados facultados podem ser cruzados com os dados obtidos pela AT por via de outra comunicação que também se torna obrigatória a partir de 1 de janeiro do próximo ano: a da comunicação dos dados das faturas por via eletrónica.

Embora se admita a necessidade de reforço dos mecanismos de fiscalização não deixa de se registar alguma sobreposição destes controlos, nomeadamente por via da recentemente estabelecida obrigação da comunicação do transporte de bens.

Lembramos que, a estrutura de dados do SAF-T (PT) de faturação contém (por enquanto) como único campo obrigatório relativo aos dados constantes dos documentos de transporte, a data do envio da mercadoria, que será a data da guia de remessa associada. Mas inclui também outras informações relativas ao transporte, embora como campos não obrigatórios.

Conscientes que o SAF-T (PT) é uma ferramenta muito poderosa para os Serviços de Inspeção da AT, não se pode, desde logo, afastar de hipótese que não se venha ainda a aprimorar tal ferramenta para recolher mais informação, inclusive em relação à circulação de bens.

A Lei do Orçamento do Estado para 2012 prevê também uma autorização legislativa a nível da implementação da obrigatoriedade de comunicação, também por via eletrónica, dos inventários. A ser exercida esta autorização legislativa permitirá completar o círculo, ao facultar dados que se prevê serem ainda mais concretos para controlar transmissões de mercadorias não declaradas.

Analisando a informação que é transmitida atualmente à AT, via IES, sobre os inventários, constatamos que é claramente insuficiente para que se conclua pela sua relevância efetiva nesse objetivo de evitar a evasão fiscal, Lembramos que a estrutura de dados do SAF-T (PT) de faturação contém (por enquanto) como único campo obrigatório relativo aos dados constantes dos documentos de transporte, a data do envio da mercadoria, que será a data da guia de remessa associada, a nível das vendas não declaradas.

Um maior detalhe da informação transmitida e comunicações com alguma periodicidade durante o ano, e não apenas os atuais dados anuais agregados, decerto se revelarão de maior utilidade para Administração Fiscal.

Se, como contribuintes, nos podemos congratular com medidas que visem, no limite, uma maior justiça fiscal, evitando que alguns se furtem ao pagamento dos impostos devidos por meio de esquemas artificiosos, conduzindo a que os outros tenham de pagar mais, não podemos deixar de constatar que terá sempre de existir a devida ponderação na implementação destas medidas.

Qualquer declaração que tenha de ser apresentada, qualquer ficheiro que tenha de ser produzido e enviado, qualquer documento que tenha de ser emitido para efeitos fiscais implica, em regra, custos para as entidades – os chamados custos de cumprimento. Mais do que nunca, neste momento difícil para a nossa economia, qualquer nova obrigação fiscal que implique custos adicionais relevantes para as empresas deve ser bem justificada, nomeadamente quanto à sua eficácia e quanto à sua conjugação com outras medidas já implementadas. Afinal não se pode combater a fraude e evasão fiscais apenas à custa dos contribuintes.

Artigo redigido ao abrigo do novo acordo ortográfico
comunicacao@otoc.pt

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
16/09/12

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 SACO DE COMPRAS 2012/13





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HOJE NO
"i"

Ensino. 
Psicólogos ainda não estão nas escolas
 e têm contratos de apenas 30 dias 

Muitos dos psicólogos selecionados para as escolas estão a ser contratados através de acordos renováveis todos os meses, denunciou hoje o sindicado, alertando também para o facto de a maioria ainda não ter sido colocada.
"À exceção dos psicólogos que trabalham nas escolas de intervenção prioritária (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e que têm contratos até ao final do ano letivo, todos os outros têm contratos que têm de ser renovados todos os meses", denunciou hoje Elsa Couchinho, dirigente do Sindicado Nacional de Psicólogos.
De acordo com a responsável, "o Ministério da Educação e Ciência coloca os psicólogos nas escolas através de contratos de duração máxima de 30 dias, renováveis enquanto a necessidade se mantiver".

Elsa Couchinho sublinha ainda que estes profissionais não têm direito a ajudas de custo nas deslocações, nem a subsídio de refeição ou apoio para comprar material pedagógico.
Além da instabilidade profissional, o sindicado lamenta que, ao contrário do prometido pelo ministério, a maioria dos psicólogos ainda não está a trabalhar, apesar de as aulas terem agora começado.
"O ano letivo começou hoje na maioria das escolas e a maior parte dos psicólogos ainda não foi colocada, penso que não chegam a dez os que já estão nas escolas. Todos os outros não estão, nem sabem quando para lá irão. No ano passado houve casos em que só começaram a trabalhar em janeiro", denunciou a dirigente do SNP.
Em agosto, o MEC autorizou a contratação de 176 psicólogos, mantendo assim o número do ano anterior.
De acordo com Elsa Couchinho, este número é insuficiente: "Os 176 psicólogos vão colmatar apenas algumas lacunas que existem. Claro que não é preciso um psicólogo por escola, mas estes números estão muito abaixo dos padrões esperados".
Aos psicólogos que estão agora a ser agora contratados "a conta-gotas", juntam-se cerca de outros 200 que pertencem aos quadros.  

* Os psicólogos constituem uma classe proscrita na sociedade portuguesa, não deve haver grupo profissional que seja alvo de tanto desrespeito.

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SUBLIMINAIS/8

SEC XX




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 3.LOCOMOTIVAS A VAPOR





 Encontrámos esta interessante série sobre máquinas de caminho de ferro a vapor, mas apenas com som e legendagem em lingua castelhana, não é difícil entender.

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HOJE NO
"A BOLA"
 
«Não sei quanto tempo 
continuarei a jogar ténis» - Nadal
 
 Rafael Nadal concedeu uma entrevista à revista “Vanity Fair”, onde abordou o calvário de lesões que o obrigou a abdicar da participação nos Jogos Olímpicos de Londres e no US Open.
 
O tenista espanhol fez questão de recordar que o ano de 2012 estava a ser «uma das melhores temporadas» da sua carreira e que não sabe quando será a altura de colocar um ponto final na carreira.

«Não sei quanto tempo continuarei a jogar ténis. Dentro de cinco anos terei 31 e tendo em conta que comecei aos 16... Talvez ter parado agora sirva para prolongar um pouco mais a minha carreira», afirmou.

«Até que o meu joelho voltou a dar-me problemas, na final do Roland Garros, tinha sido uma das melhores temporadas da minha vida. Sentia-me capaz de ganhar qualquer competição. Depois vieram estes momentos complicados», lamentou o atual número quatro do ranking mundial.

Com a época de 2012 a caminhar a passos largos para o final, começa a ganhar consistência a teoria de que Rafa Nadal pode regressar aos courts apenas em 2013.

 * Um excelente atleta que gostaríamos de ver regressar em grande. 

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SUBLIMINAIS/7

SEC XX




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Montserrat Caballé y Montserrat Martí 

Duetto Buffo Di Due Gatti



Mãe e filha intrepretam O Duetto buffo di due gatti (tradução literal: Dueto humorístico (bufo) de dois gatos) é uma peça popular, para dois sopranos, usualmente atribuída a Rossini.

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  ONTEM NO
"PÚBLICO"

Centenas de milhares na rua contra a troika e o Governo num dos maiores protestos de sempre

Os manifestantes não foram contabilizados, mas as manifestações nas cerca de 40 cidades em que houve protestos apontam para que centenas de milhares se tenham manifestado este sábado contra a troika e as medidas do Governo.

O dia de protestos visto pelos jornalistas do PÚBLICO.

22h00, Lisboa O ambiente acalma na manifestação frente à Assembleia da República. Alguns manifestantes começam a dispersar. Chega ao fim uma das maiores manifestações de protesto realizadas em Portugal desde o 25 de Abril de 1974. Os portugueses saíram à rua para dizer “basta” à medidas da troika e do Governo em 40 cidades do país. Luciano Alvarez

Lisboa, 21h25 Manifestantes lançam várias bombas de fumo contra a polícia frente à Assembleia da República. O ambiente aquece. PÚBLICO

21h15, Lisboa Protestos intensificam-se frente à Assembleia da República. Manifestantes rebentaram uma bomba de fumo. Luciano Alvarez

21h13, Funchal Os promotores da manifestação anti-troika na Madeira não decidiram se vão repetir a iniciativa a 22 de Setembro. No final do protesto que concentrou cerca de cinco mil madeirenses na Praça do Município, depois de cantarem o Hino Nacional e proclamarem vivas a Portugal, os manifestantes reuniram-se numa espécie de assembleia popular que foi consultada sobre a realização ou não de nova manifestação no próximo sábado. Face à dificuldade de tomar uma decisão no local, Duarte Rodrigues, um dos promotores da mobilização de hoje, anunciou aos presentes que a decisão será tomada oportunamente, após ouvir a opinião das pessoas, nomeadamente através das redes sociais, e conhecer o que vier a ser acordado relativamente a outras manifestações noutras cidades do país. Tolentino de Nóbrega

20h47, Lisboa Largo fronteiro à Assembleia da República já está completamente cheio de manifestantes. Luciano Alvarez

20h26, Lisboa Houve breves desacatos frente à Assembleia da República. As grades de contenção dos manifestantes chegaram a ser derrubadas, mas foram entretanto repostas. PÚBLICO

20h16, Funchal Milhares de madeirenses manifestaram-se este sábado na baixa do Funchal. Os manifestantes entoaram palavras de ordem contra as medidas anunciadas pelo Governo. “Abaixo a mamadeira, Jardim para a rua” e “A luta continua, Alberto João para a rua”, protestaram no final da concentração, no Largo do Município. “Troikem o Passos”, “A incompetência tem limites”, “Presidente da Republica procura-se, ”Eles roubam e o povo é quem paga”,” Passos ladrão, o vosso lugar é na prisão"e "Quem semeia miséria colhe fúria", foram algumas das inscrições em cartazes e faixas exibidas no protesto. Tolentino de Nóbrega

19h56, Lisboa Alguns dos manifestantes que participaram na marcha alfacinha, que acabou na Praça de Espanha, rumaram para a praça frontal à Assembleia da República, onde vão continuar os protestos. Luciano Alvarez

19h54, Portimão Cerca de um milhar de pessoas manifestaram-se em Portimão contra as medidas de austeridade impostas pelo Governo e pediram a demissão do executivo de coligação PSD/CDS-PP liderado por Pedro Passos Coelho. Os manifestantes concentraram-se às 16h, em frente da Câmara de Portimão, e desfilaram depois pelas ruas da baixa da cidade até à marginal, onde quem quis tomou a palavra para dizer o que entendia e protestar contra as medidas de austeridade, como as alterações à Taxa Social Única, que disseram estar a agravar o nível de vida dos portugueses. Com palavras de ordem como “Passos ladrão, não vales um tostão” ou “Passos atenção, não queremos exploração” e cartazes com frases como “Troika que os pariu”, os manifestantes deram voz ao seu desagrado pelo novo pacote de medidas de austeridade anunciadas e contra a situação difícil que o Algarve e o país atravessa em termos de desemprego. Lusa

19h48, Lisboa Manifestação também é oportunidade de negócio: na Av. de Berna vendem-se cornetas no meio da rua. "Duas, cinco euros! Duas, cinco euros!" Hugo Torres

19h44 Corre nas redes sociais um apelo a uma manifestação na sexta-feira, à porta do Palácio de Belém, durante a reunião do Conselho de Estado. PÚBLICO

19h20, Coimbra A manifestação desagua no Parque Verde, junto ao Mondego. O comissário da PSP aponta para 20 mil pessoas. Graça Barbosa Ribeiro

19h14, Viseu O Rossio de Viseu foi hoje palco de uma das maiores manifestações desde o 25 de Abril de 1974 na cidade, com mais de 2.000 pessoas a participar no protesto nacional. A partir das 16h já se contava mais de uma centena de pessoas na praça do Rossio (praça da República), onde se situa a câmara municipal de Viseu, mas, por volta das 17h, foi perceptível que esta seria uma das maiores manifestações de sempre na cidade. Num pequeno palco improvisado sucederam-se as intervenções de populares, cujo mote que a todas tocou foi a influência da austeridade na vida das pessoas, tendo o poeta António Gil sublinhado a ideia de as forças de segurança e as Forças Armadas “também estarem com este protesto”. Lusa

19h02, Funchal Milhares de pessoas desfilaram hoje no Funchal. Tolentino de Nóbrega

18h50, Lisboa Segundo a SIC-notícias na cauda da manifestação, um grupo de militantes de extrema direita desfila cercado por um cordão de protecção policial. PÚBLICO

18h47, Lisboa Uma pessoa foi hoje detida na manifestação “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, em frente aos escritórios do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Lisboa, na Avenida da República. A Lusa presenciou a detenção, feita por polícias à paisana, depois de vários manifestantes terem arremessado tomates, petardos e garrafas de cerveja contra a porta do edifício nº 57, onde o FMI tem escritórios no 9.º andar. Lusa

18h46, Coimbra Os manifestantes não chegaram a encher o ponto de concentração, a Praça da República. Mas foram muitos os que incorporaram o cortejo quando, às 17h45, as pessoas começaram a descer a avenida Sá da Bandeira, em direcção à baixa da cidade. "Há muito que não via tanta gente na rua", disse um elemento da PSP, que admitiu que o número de manifestantes ultrapassasse os cinco mil. A mancha humana estava pontuada por bandeiras de Portugal. "Não é pelo pais que lutamos?", justificou Lurdes Nunes, que, aos 46 anos, participava pela primeira vez numa manifestação de rua. O filho de 28 anos regressou a casa, desempregado. Ela e o marido são funcionários públicos e sentem que depois de "uma vida a trabalhar para não dever nada a ninguém" estão a "pagar o que os outros gastarram". Graça Barbosa Ribeiro

18h42, Lisboa Hugo Guerra, 18 anos, estudante-trabalhador, é um dos que empunha cartazes. "É terceira ou quarta manifestação a que venho. Como jovem, conheço bem as dificuldades". Também Francisco Salpico, 49 anos, engenheiro na Câmara Municipal de Lisboa, é um assíduo destes protestos: "Tenho participado em muitas [manifestações] nos últimos dois anos. O que é grave é que é um suicídio do país". Enquanto desembocavam na Praça de Espanha, alguns manifestantes cantavam "A troika não manda aqui" e havia quem apelasse a uma greve geral. João Pedro Pereira

18h32, Porto “Ladrão”, “Gatuno” e “O povo unido já mais será vencido”, são as palavras mais gritadas. Sara Dias de Oliveira

18h30, Beja Beja “ tem avondo” (está farta) da política do Governo A palavra de ordem da manifestação de ontem (hoje) em Beja, recuperou um termo do vocabulário local “tem avondo” para realçar a saturação que os mais de meio milhar de manifestantes expressaram contra a política do Governo. O número de pessoas que se concentraram na Praça da República em Beja numa tarde de intenso calor surpreendeu cada um dos presentes. “Há muito que não se via tanta gente junta numa luta em defesa dos seus direitos” exultou um dos organizadores da manifestação de Beja e que se estendeu a mais 23 cidades portugueses. Uma bandeira portuguesa e outra espanhola simbolizaram um objectivo comum num contexto social em que “já não há tempo para mais compassos de espera” avisou um dos oradores. O reconhecimento de que “andávamos todos adormecidos” realçou um dos oradores perante o invulgar número de pessoas presentes e de todos os quadrantes políticos, da direita à esquerda radical “irmanados” num mesmo objectivo: “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”.Ficou patente que se esperava menos gente e que as pessoas se deslocavam na expectativa de um fiasco. Advogados, professores, quadros superiores da Função Pública, médicos, estudantes, trabalhadores rurais e operários davam conta de como o problema de fundo que os levou à manifestação é transversal.Carlos Dias

18h,28, Berlim Cerca de 40 pessoas manifestaram-se hoje diante da Embaixada de Portugal em Berlim contra a “troika” e a política de austeridade do executivo PSD/CDS, solidarizando-se com idênticos protestos marcados para numerosas cidades portuguesas. Os manifestantes, a sua maioria jovens estudantes portugueses recentemente emigrados por causa da crise no seu país empunhavam cartazes em português, inglês e alemão, com inscrições como “Trabalho Indigno Não É Trabalho”, “Emigração Não É erasmus? F... Troika”, “Menschen Statt Banken” (Pessoas em vez de Bancos) e “Austerity Labs no Pasaran”. (Laboratórios da Austeridade não Passarão). Lusa

18h20, Lisboa Grande concentração à frente da troika. Arremessadas garrafas de água, uma garrafa de cerveja, tomates e papéis. Insultos constantes. Foram também lançadas duas garrafas de vidro contra a porta de vidro. Polícia sem reacção. Hugo Torres

18h05, Porto Avenida dos Aliados está cheia. A manifestação começa a subir a Rua Sá da Bandeira Sara Dias Oliveira

18h, Lisboa Manifestação chegou à Praça de Espanha. A coluna de manifestantes enche, pelo menos, toda a Av. de Berna. João Pedro Pereira

17h48, Bruxelas A acção de protesto contra a austeridade convocada para hoje em Bruxelas reuniu algumas dezenas de manifestantes diante da representação permanente de Portugal junto da União Europeia, entre os quais as eurodeputadas Marisa Matias (BE) e Inês Zuber (PCP). Com cartazes onde se podia ler “Povo para a rua! Governo para a rua!” e “Contra os ladrões marchar, marchar”, as cerca de meia centena de manifestantes concentraram-se à hora marcada (17h locais, 16h de Lisboa), no quarteirão das sedes das instituições europeias, em frente ao edifício da representação diplomática portuguesa junto da União Europeia (encerrada por ser sábado), e, apesar do ambiente pacífico, a manifestação mereceu um forte dispositivo policial.Lusa

17h43, Lisboa A cabeça da manifestação está a chegar à Praça de Espanha e ainda há gente a sair do Saldanha. João Pedro Pereira

17h35, Paris Cerca de 30 portugueses, todos jovens, formados, indignados e solidários com a situação que o país atravessa, juntaram-se em frente da embaixada de Portugal em Paris para contestar as políticas do Governo e pedir um país “com oportunidades”. Lusa

17h30, Lisboa SIC Notícias transmite imagens via helicóptero. A coluna de manifestantes em Lisboa é impressionante. Luciano Alvarez

17h22, Lisboa Uma multidão compacta começa a avançar muito lentamente para fora da Praça José Fontana em direcção ao Saldanha. Para além dos muitos cartazes, há bandeiras de Portugal e um ocasional cravo. Ouve-se "Governo para a rua".João Pedro Pereira

17h15, Porto Milhares de pessoas estão na Avenida dos Aliados, no Porto, gritando palavras de ordem como “Passos ladrão, pede a demissão” e “O povo não quer gatunos no poder”. Lusa

17h00, Lisboa Os manifestantes decidiram ser criativos com os cartazes: "Frita-se o Coelho, deixa-se feliz o país inteiro", "O que queres ser quando fores grande? Ministro para ajudar os ricos", "Estado ladrão, Democracia prostituição". Há quem use bidões como uma espécie de bombos de improviso. A manifestação assobia, aplaude, gritou em uníssono "gatunos, gatunos" e "O povo unido jamais será vencido". E prepara-se para arrancar para um percurso atípico nestes protestos e que terminará na Praça de Espanha. João Pedro Pereira

16h59, Lisboa Centenas de pessoas deslocam-se ainda na Av. Fontes Pereira de Melo e ruas próximas em direcção à Praça José Fontana, onde está marcado o início da manifestaçãoLuciano Alvarez

16h45 A 15 minutos da hora marcada para o início da manifestação, a Praça José Fontana está a encher. No coreto no centro da praça foi afixada uma faixa com o mote dos protestos deste sábado:
"Que se lixe a troika. Queremos as nossas vidas". As colunas que estavam a lançar música sobre a multidão foram desligadas e começam a ouvir-se as primeiras palavras de protesto. João Pedro Pereira

16h36, Braga Começa a ser difícil quantificar o número de participantes na manifestação de Braga. Quando começa uma assembleia popular num palco instalado na Avenida Central, há cerca de 6000 pessoas a participar no protesto, mas, a cada momento, vai chegando mais pessoas ao centro da cidade. Samuel Silva

16h06, Braga O percurso da manifestação contra as medidas de austeridade feito pelas principais ruas da cidade fez com que mais pessoas se juntassem ao protesto. Neste momento são já cerca de 5000 pessoas que cruzam o jardim de Santa Bárbara, novamente em direcção a Avenida Central. Samuel Silva

15h47, Braga A manifestação já conta com cerca de 2000 pessoas, muito acima do registado nas ultimas manifestações de indignados na cidade. O protesto segue agora em cortejo pelas principais ruas bracarenses, acompanhado por um dispositivo policial de cerca de 15 agentes da PSP fardados. O euro deputado Rui Tavares é presença notada na manifestação, dizendo-se "emocionado" com a mobilização popular na cidade. "Não tenho muito mais a dizer do que as outras pessoas que aqui estão. Estamos todos a fazer a mesma reivindicação contra uma luta de classes dos ricos contra os pobres", destacou, em declarações aos jornalistas. Samuel Silva

15h30, Braga Cada vez mais pessoas juntam-se ao protesto. Sao já perto de mil pessoas. Os jovens estão na fila da frente, mas reuniram-se também reformados, professores, pequenos empresários e desempregados. As palavras de ordem dirigem-se sobretudo ao primeiro-ministro e ao ministro das Finanças, mas há também cartazes de protesto com a cara de Paulo Portas e críticas ao PS. Samuel Silva

15h15, Braga À hora marcada, a manifestação no centro de Braga conta com cerca de 200 participantes. Reunidos junto à esplanada da Avenida Central o grupo, maioritariamente constituído por jovens, empunha faixas pedindo a "suspensão do pagamento da divida" e grita repetidamente a frase "Passos, ladrão, teu lugar é na prisão". Samuel Silva

14h16, Funchal A realização do rali Município do Funchal e do concerto Banda Panda marcada para o Parque da Santa Catarina obrigaram os promotores da manifestação anti-troika a alterar o percurso do protesto. A concentração dos manifestantes não ocorrerá no topo do parque, como estava previsto, mas na praceta do Infante. Ao apelo para a manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" aderiram já mais de 2500 madeirenses. Tolentino de Nóbrega

* E somos pacíficos, estamos convencidos que os desacatos frente à AR foram encomendados, por quem, não sabemos.

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SUBLIMINAIS/6

SEC XX





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 BRILHANTES 
PATOS BRAVOS


















 Não pense que estas obras de arte existem apenas em países do terceiro mundo, em Portugal são bem frequentes, se calhar nós também somos terceiro mundistas


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Mexidas na TSU 
podem custar 68 mil empregos 

Estudo da Universidade do Minho conclui que as mudanças da TSU terão impacto negativo no emprego

Os professores da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho não acreditam que as alterações nas contribuições das empresas e dos trabalhadores para a Segurança Social tenham um efeito positivo na questão do desemprego. Muito pelo contrário. Estas mudanças não deverão ter impacto a curto-prazo, levando, no entanto, a uma redução mais de 30.000 empregos a longo-prazo. E, no desemprego de longa-duração, as perspectivas também não são animadoras.

As conclusões fazem parte do estudo "Emprego e TSU: O impacto no emprego das alterações nas contribuições dos trabalhadores e das empresas", onde os docentes e economistas contrariam a visão do Governo quanto ao impacto no mercado de trabalho decorrentes das mudanças da Taxa Social Única (TSU) para os trabalhadores e empresas no emprego, anunciada por Passos Coelho há pouco mais de uma semana.
"De acordo com o modelo empírico estimado, as alterações dos descontos para a Segurança Social levam a que se perca cerca de 33.000 empregos. Considerando um intervalo de confiança de 95%, os nossos resultados sugerem que a perda de empregos pode ser na ordem dos 68.000", aponta o estudo. Na melhor das hipóteses, estas alterações deverão conduzir à criação de 1.000 postos de trabalho.
Por outro lado, no desemprego de longa duração (55% do desemprego total em 2010), o impacto da descida das contribuições das empresas é "estatisticamente não significativo", enquanto o aumento da TSU para os trabalhadores irá "traduzir-se num aumento do peso dos desempregados de longa duração".
 Tudo isto num cenário de redução de emprego acompanhada por um abandono dos trabalhadores do mercado de trabalho. "A subida da TSU para os trabalhadores tem um impacto negativo assinalável na população activa. Tal efeito pode dever-se, por exemplo, à redução do salário líquido que leva ao abandono do mercado de trabalho (via emigração, por exemplo)", sublinham os especialistas.
O estudo foi realizado por Luis Aguiar-Conraria, Fernando Alexandre, Joao Cerejeira e Miguel Portela, da Universidade do Minho, e por Pedro Bação, da Universidade de Coimbra. 

 * Só os sabichões da toika que afinal erram que se fartam e os iluminados do governo é que marram neste desvario financeiro, já chega de incompetência e omissões.