quinta-feira, 13 de setembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


 ESTA É FOLEIRA


- Durante algum tempo vais deixar de me ver!"

  Ela pergunta:
  "- Mas vais de ferias? Vais deixar-me???"
  "- Não!" responde ele: "- Vira-te!"
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Como os filhos 
de pais alcoólicos 
olham para os progenitores

  

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HOJE NO
"DESTAK"

Estaleiros de Viana 
Ministro da Defesa diz que tem 
de haver "prioridades" porque 
"não há dinheiro para tudo"

 O ministro da Defesa Nacional disse hoje ser necessário "saber definir prioridades", a propósito da revogação de uma resolução de 2004 que encomendava a construção de vários navios e lanchas aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).

"É preciso saber definir prioridades, não há dinheiro para tudo e nós temos que, dentro dessas prioridades, fazer uma gestão eficiente e equilibrada", afirmou José Pedro Aguiar-Branco, no Funchal, à margem de uma conferência sobre "Cooperação civil-militar na ajuda de emergência".

O Conselho de Ministros revogou hoje uma resolução de 2004 que encomendava a construção de seis navios patrulha oceânica (NPO) e cinco lanchas de fiscalização costeira (LFC) aos ENVC. 


* O governo andará à deriva até se afundar, não precisa de barcos...

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Não é milagre nem fotoshop
é mudar de vida, largue a fast food, ande a pé













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HOJE NO
"i"

Secretário de Estado do Desporto
. apupado no Seixal 

O secretário de Estado do Desporto e Juventude, Alexandre Mestre, foi hoje apupado por cerca de uma centena de manifestantes contra a austeridade à chegada à Associação Náutica do Seixal, onde vai participar numa conferência.

“Concelho do Seixal diz não ao pacto de agressão”, lia-se numa tarja erguida pelos manifestantes, que apuparam o governante, assim como membros do elenco municipal do Seixal e o presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura.
Os manifestantes gritaram palavras de ordem como “gatunos, gatunos”, “o povo não aguenta, o custo de vida aumenta” ou “está na hora do Governo ir embora”.
Alexandre Mestre vai ser orador na iniciativa "Café com...", sob o tema "Como se ‘fabrica’ um campeão olímpico?", na qual estarão também presentes Vicente Moura e o canoísta Fernando Pimenta, medalha de prata nos Jogos Olímpicos Londres2012.

* Que bicho mordeu à Náutica do Seixal para convidar o "emigratório" para conferenciar??

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Médico quebra mitos sobre a saúde 

Laranja é boa a qualquer hora do dia, café previne demências e doenças do fígado e é inútil beber dois litros de água por dia. Apenas algumas das falsas crenças sobre o que faz bem e faz mal arrasadas pela investigação científica. Saiba mais. 

 Uma das vertentes do Programa Harvard Medical School-Portugal, que resulta de uma parceria entre a Universidade norte-americana e escolas de Medicina e laboratórios portugueses, é a divulgação de informação na área da saúde relevante e validada cientificamente. O médico Vaz Carneiro expõe a verdade por detrás dos mitos. 

Exercício sem dieta não emagrece 
Fazer exercício físico sem um programa alimentar hipocalórico tem um "efeito negligenciável" em termos de perda de peso, garante o diretor do Programa Harvard Medical School-Portugal. Em estudos com adultos obesos que analisaram o efeito do exercício regular intenso e moderado verificou-se uma perda de peso muito discreta (entre 0,6 e 4,8 quilogramas aos 8 meses). No entanto, a composição do corpo melhorou, com diminuição do perímetro abdominal e das ancas. Ou seja, o exercício físico tem vários efeitos muito benéficos, como melhorar a silhueta, substituindo a gordura por massa muscular, e prevenir doenças cardiovasculares. Mas, para emagrecer, é preciso que seja acompanhado de uma dieta hipocalórica. 

Não usamos apenas 10% das nossas funções cerebrais 
Não se sabe a origem desta ideia nem como se chegou a tal percentagem, mas disseminou-se a ponto de assumir o estatuto de factoide científico, apesar de totalmente falha de sustentação. Se efetivamente só usássemos 10% do nosso encéfalo, o que estariam os outros 90% a fazer? As funções cerebrais são atividades complexas que implicam várias áreas e diversas estruturas. A memória, por exemplo, não reside num determinado ponto. As mais modernas técnicas de imagiologia demonstram que todo o cérebro está permanentemente em atividade, embora certas áreas possam estar mais ativadas em função da atividade que está a ser processada. 

 Comer laranja faz bem a qualquer hora do dia 
 É um daqueles mitos veiculados por um provérbio: "De manhã é oiro, à tarde prata e à noite mata". A crença de que o efeito da laranja pode variar de acordo com a hora em que é ingerida não tem qualquer fundamento científico. O médico António Vaz Carneiro garante que a laranja faz bem a qualquer hora, a não ser que haja algum tipo de intolerância e, nesse caso, prejudica a qualquer hora. 

Tomar banho após refeição não provoca afogamento 
 Quem não se lembra de ter de esperar três horas, sob o sol inclemente da praia, para poder ir tomar banho? Tudo por causa do medo da congestão e afogamento. Afinal, não há uma associação entre estar a fazer a digestão e risco aumentado de afogamento. "Não parece haver qualquer problema entre comer e ir para a água", explica Vaz Carneiro. Os casos de afogamento podem explicar-se por diversos fatores - como não não se saber nadar, a ação de certos medicamentos, hipotermia devido à água muito fria e grandes diferenças entre a temperatura exterior e da água. 

 Beber dois litros de água por dia é inútil 
Esta popular recomendação é acompanhada de justificações do género "temos de fazer funcionar os rins" e "limpar o nosso organismo". A verdade, porém, é que a água é uma daquelas substâncias que são estritamente reguladas pelo organismo: só se aproveita a que se necessita. Portanto, a água ingerida deve ser a suficiente para matar a sede. Mais: não só é inútil como pode ser perigoso, porque obriga os rins a trabalhar em excesso. 

Café previne diabetes, demências e doenças do fígado 
A má reputação de que o café goza, mesmo entre os profissionais, é uma injustiça que Vaz Carneiro está apostado em combater. Sendo uma das bebidas mais consumidas em todo o Mundo, foi objeto de 37 mil estudos, nas últimos 30 anos. As conclusões podem surpreender. Diz o professor da Faculdade de Medicina de Lisboa que os resultados "sugerem um efeito protetor do café na incidência da diabetes mellitus tipo 2, demência (Alzheimer ou não), doenças hepáticas (cirros e carcinoma hepatocelular) e doença de Parkinson". Mais: não existem provas que liguem o café ao cancro ou a um aumento do risco cardiovascular. Isto é válido para a população em geral e significa que os efeitos positivos aumentam proporcionalmente à quantidade ingerida, garante. Quem tiver sensibilidade aos componentes do café e ficar demasiado excitado com esta bebida, deve evitar. 

Grávidas devem vacinar-se contra a gripe
 É exatamente o contrário do que se diz. As grávidas devem vacinar-se porque quando infetadas pelo vírus da influenza (gripe) apresentam maior risco de complicações para a sua saúde e dos fetos. Sendo um grupo de risco, a vacina afigura-se como uma prática recomendável, assegura Vaz Carneiro, exceto em caso de alergia ou condição específica. 

Suplementos vitamínicos anti-oxidantes não evitam cancro 
A ingestão de suplementos antioxidantes não tem efeitos benéficos. "Se fizer uma dieta equilibrada não necessita destes suplementos vitamínicos que, no mínimo, são inúteis e, no máximo, prejudiciais", considera Vaz Carneiro. O reforço vitamínico para prevenção de certas doenças também é um mito que a investigação não apoia. 

A vitamina A não apresenta quaisquer benefícios na prevenção do cancro do cólon, do cancro da mama e no cancro em geral, apresentando mesmo um risco mais elevado de cancro do pulmão. Quanto à C, não existe evidência que previna o cancro ou doença cardiovascular. E a vitamina D é ineficiente a prevenir o cancro, a patologia cardíaca e a demência. Em resumo: é um mito sem sustentação, alimentado pela fácil disponibilização destes produtos, e que pode constituir um perigo para a saúde pública.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
02/04/12

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 MAGOS
          IMPERFEITOS


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HOJE NO
"A BOLA"

Crime baixou seis por cento durante as Olímpiadas: sucesso de Londres eleva fasquia para o Rio 

Terminados que estão os Jogos Paralímpicos de 2012, cuja cerimónia de encerramento se realizou no passado domingo, é hora de se começarem a conhecer os primeiros balanços por parte das autoridades britânicas. E o primeiro é muito animador.

Ao que parece o espírito olímpico foi levado à letra em Londres, uma vez que numa primeira análise o comissário da Polícia Metropolitana da capital britânica garante qu a taxa de crime baixou durante a realização dos eventos.

«A nossa primeira avaliação é que durante este período o crime baixou na ordem dos 6 por cento apesar do facto de termos tido muito mais gente a viajar para Londres», referiu Bernard Hogan-Howe.
De facto, e apesar de todo o aparato policial e militar em que a capital do Reino Unido esteve mergulhada nos últimos meses, apenas 9 pessoas foram detidas no interior dos recintos desportivos, segundo avança o Telegraph.

O jornal inglês relembra ainda que as situações mais complicadas se resumiram a cinco, prendendo-se com agressões físicas a pessoal do exército britânico em áreas relativamente distantes do Parque Olímpico.

Em traços gerais, a confirmarem-se estes números, poderá concluir-se que a operação de segurança foi um tremendo sucesso, elevando muito a fasquia para a próxima cidade anfitriã dos eventos, o Rio de Janeiro, onde as taxas de crime são das mais elevadas do Mundo. 

* Um bom resultado das forças de segurança britânicas mas gostávamos de ver como foram feitos os cálculos.

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ANA SÁ LOPES




A última vida 
        de Paulo Portas


Paulo Portas tenta convencer-nos de que “fuma mas não inala” o programa da troika

Chegaria o dia em que o notável esforço do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros para sair da fotografia do processo de destruição nacional em curso se tornaria patético. Foi ontem.
Quem ouvisse Paulo Portas à entrada de uma comissão parlamentar poderia imaginar que o líder do CDS estava a pré- -anunciar uma ruptura na coligação governamental na sequência do não cumprimento pelo governo de uma condição imposta pelo partido: o não aumento de impostos. Mas isso não irá acontecer. Quando assinou a coligação com o PSD e o programa da troika, Portas obrigou-se a uma agenda destrutiva da economia nacional e à retirada de rendimentos aos “pensionistas” e “reformados” que durante tanto tempo foram os principais destinatários do seu discurso. Resta-lhe agora tentar convencer-nos de que está contra as medidas, embora nada faça para as boicotar.
Portas invocou o seu “patriotismo” para ficar em silêncio. Podemos deduzir que o fez para se esquivar a criticar o governo de que faz parte em momento de avaliação da troika? Mas se o ministro de Estado não deixou um frémito de apoio às medidas anunciadas por Passos Coelho e Gaspar, fica claro que não tomará qualquer atitude para impedir que as medidas mais gravosas vão para a frente. É certo que Paulo Portas tem a bomba atómica na mão: não a usará.
Todos estes movimentos políticos são uma forma de Paulo Portas tentar convencer-nos de que fuma “troika”, mas não inala. O homem que enviou aos militantes do CDS uma carta onde deu a sua palavra de que impediria a imposição de mais impostos vai ter de recuar em toda a linha.
É um facto que a presença do CDS no governo não tem qualquer influência nos destinos do país. Se Portas pretende disfarçar esse facto com as suas voltas ao mundo enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, já não consegue enganar ninguém.
A presença no governo de Pedro Passos Coelho pode vir a revelar-se a sua última vida política – que já sobreviveu a tudo, a vários escândalos, ao governo Santana Lopes, etc., etc. Mas não sobreviverá à destruição do país, ao seu empobrecimento violento (na linha das promessas de Pedro Passos Coelho há precisamente um ano), a uma implosão social que só agora está a começar.
Quando estivermos todos mortos, o défice terá um excelente desempenho. Mas, nessa altura, Paulo Portas também estará morto. E o CDS terá o destino de outros antigos partidos.

IN "i"
12/09/12
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HOJE NO
"PÚBLICO"


Doentes com Parkinson queixam-se 
de falta de medicamento, 
Infarmed desconhece ruptura 

Doentes e familiares de pessoas com a doença de Parkinson denunciaram esta quinta-feira que o medicamento Sinemet continua a faltar no mercado, apontando semanas de espera e deslocações a dezenas de farmácias para tentar comprar o fármaco.

O presidente do Infarmed justificou em Maio a falta do medicamento para estes doentes nas farmácias com o aumento de procura por parte dos utentes, alegando que, em Abril, houve o maior abastecimento deste fármaco dos últimos meses.

Afastanto a hipótese de exportação paralela, Jorge Torgal citou os números referentes ao volume de abastecimento das farmácias com esse fármaco nos últimos meses, revelando uma média mensal de 40 mil embalagens.

No entanto, depois de, na altura, terem sido dadas garantias pelo laboratório que produz o Sinemet (Levodopa + Carbidopa) - Merck - de que a situação seria resolvida num curto espaço de tempo, o presidente da Sociedade Portuguesa das Doenças do Movimento (SPDMov), o médico Joaquim Ferreira, veio agora alertar para o facto de o problema se manter.

“O problema mantém-se, e, na nossa opinião, é um problema com grande gravidade. Neste momento os doentes têm de percorrer 10 ou 20 farmácias para que tenham acesso ao medicamento. É um medicamento vital, se os doentes não o tomarem têm consequências graves para o seu estado de saúde”, disse à Lusa Joaquim Ferreira.

De acordo com o médico, e apesar de em contactos recentes ter recebido a confirmação, por parte do laboratório, de que o medicamento está a ser disponibilizado, os relatos que lhe chegam dos doentes são de dificuldade na aquisição do Sinemet, com muitos que vivem em pequenas aldeias a não conseguirem assegurar deslocações a farmácias onde o medicamento possa estar disponível.

Nalguns casos, afirmou o médico, verificou-se mesmo a paragem da medicação. “Em doentes já em estado avançado da doença, ao pararem a toma da medicação ficam completamente bloqueados do ponto de vista da mobilidade, deixam de se conseguir mexer”, explicou, acrescentando que, em média, uma caixa deste medicamento dá para tomas entre duas semanas a um mês.

Rosa Teixeira da Silva, mulher de um doente de Parkinson, contou à Lusa como os problemas na aquisição do Sinemet deterioram a mobilidade do marido. “O meu marido piorou na mobilidade. Retomou a medicação, mas ainda não recuperou. Só saiu de casa para ir ao médico”, revelou, acrescentando que, há cerca de um mês e meio, depois de percorrer todas várias farmácias. foi obrigada a pedir ajuda num dos estabelecimentos, que resolveu o problema mandando vir os medicamentos do Algarve.

Maria Ivone Santos, que vive perto de Torres Vedras, diz que está “muito pior” desde que foi obrigada a deixar de tomar os medicamentos. “Estive umas duas semanas sem os tomar. Tremo mais. Em vez de tomar os quatro comprimidos de que preciso por dia, tive de reduzir para darem para mais tempo”, disse.

Maria Silvina Franco, mulher de outro doente de Parkinson, que quando a situação foi primeiramente conhecida, em Abril, se queixou ao Ministério da Saúde e ao Infarmed, diz que as caixas de Sinemet continuam a chegar às farmácias “aos bochechos”.

“O problema mantém-se. [O meu marido] não deixou de tomar a medicação porque [eu] não os deixo acabar, mas chego a estar um mês à espera de uma caixa”, disse, acrescentando que a farmácia onde normalmente se abastece apenas recebe 25 caixas do medicamento por mês.

Em resposta às questões colocadas pela Lusa, o Infarmed esclareceu que “não recebeu qualquer notificação de ruptura de stock”, tendo recebido a confirmação por parte do laboratório de que se mantém “o regular abastecimento do mercado”.

“De salientar ainda que o Centro de Informação do Medicamento e Produtos de Saúde do Infarmed não tem registado pedidos de informação relativos à dificuldade de acesso ao referido medicamento”, acrescentou o regulador do medicamento em Portugal.

* Esta falta do medicamento não é uma mera falha na gestão de stocks, é uma falta programada  e emanada dum lobby para exercer pressão  sobre uma qualquer entidade.

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 I -VISÕES DO FUTURO
 
2- A REVOLUÇÃO QUÂNTICA

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 A revolução quântica poderá transformar qualquer idéia da ficção científica em ciência real. Desde metamateriais com propriedades tão impressionantes quanto a invisibilidade, passando por energia quântica ilimitada e supercondutores de temperatura, até o elevador especial de Arthur C. Clarke. 
Alguns cientistas predizem, inclusive, que na segunda metade do século qualquer um poderá ter um produtor molecular que reagrupará as moléculas para produzir qualquer coisa a partir de qualquer material. 
Como usaremos este poder à nossa disposição?


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Aprovada extinção e mudança 
de estatuto de 139 fundações

 O conselho de ministros validou hoje propostas de extinção ou mudança de estatuto para 139 fundações e a manutenção de outras 91. 

Num comunicado, o conselho de ministros anuncia ter aprovado "as propostas de decisão relativas ao processo de censo às fundações", estipulando quais é que serão alvo de "extinção, redução ou cessão de apoios financeiros públicos [ou] cancelamento do estatuto de utilidade pública".

Ainda segundo o comunicado, o censo às fundações identificou 558 entidades; destas, foram excluídas as fundações religiosas e as que não responderam ao inquérito. Outras 174 fundações são de solidariedade social, alvo de um "processo de avaliação qualitativa" que "estará brevemente terminado".
Restam 230 fundações. Segundo o comunicado, foi decidida a "manutenção" para 91 delas; para as restantes 139, o destino será a extinção, o corte (parcial ou total) de dinheiros públicos ou a perda do estatuto de utilidade pública.
O comunicado não especifica que fundações terão que destino. Inquirido pela Lusa, o Ministério das Finanças não disponibilizou a lista das 139 fundações, mas ela deverá ser conhecida ainda esta semana.

A "conclusão definitiva do processo" está pendente "dos procedimentos legalmente exigidos", lê-se no comunicado do conselho de ministros.

No mês passado, o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Luís Marques Guedes, foi designado pelo Executivo para avaliar as fundações.
O Governo quer extinguir "dezenas de fundações" para cortar entre 150 milhões a 200 milhões de euros por ano, cerca de metade do apoio financeiro concedido.

* O país cresce quando for exterminada a "Fundação dos Políticos Corruptos e Ofícios Correlativos"

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PHIL COLLINS
IN THE AIR TONIGHT





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Universidade de Ânglia Oriental, Inglaterra
Sexo melhora qualidade do sono 

Há novos indicadores que o sexo faz bem à saúde. Um estudo realizado com moscas fêmeas registou benefícios não apenas em funções relacionadas com a reprodução e fertilidade, mas com a qualidade do sono, imunidade e alimentação.

Segundo cientistas da Universidade de Ânglia Oriental, Inglaterra, o que provoca estes benefícios nas moscas é uma proteína - chamada de "peptídeo do sexo" ­- presente no sémen dos machos. Os genes beneficamente afectados estão ligados à ovulação, à percepção de nutrientes e à reacção à luz - que influencia a regulação do sono.

* Uma excelente notícia para quem sofre de insónias!  Sexualizem, se a insónia for grande sexualizem até ficarem  a arfar, verão que um sono repousado os irá confortar.
Também será uma excelente notícia para as lojas de venda de artigos eróticos, é claro que quem vive só não pode sexualizar com o primeiro transeunte que lhe passa à frente dos olhos, não senhor, mas há uns artefactos modernos e limpinhos que também dão conta do recado sem exporem ninguém na praça pública. Para os mais púdicos até existem cintos de castidade com vibrador.
Quem não ficará muito contente com esta investigação serão mesmo os fabricantes de psicótrópicos que vendem diáriamente toneladas de  drunfos para dormir.
E as farmácias, além das "pillow" para um sono melhor, será que vão passar a vender outros artigos???
Sexualizem porque quem nos f... é o governo.


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  ISLÃO/7


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 No que respeita a religiões temos muito pouca consideração mas, no entanto, respeitamos em absoluto a fé de quem as pratica. Há um ror de semanas que temos, às sextas-feira, editado um trabalho em defesa da Igreja Católica, estamos a falar da igreja não do catolicismo. Achamos de inteira justiça difundir um trabalho sobre o Islão, mau grado a história contemporânea registe actos criminosos em nome da fé extremista. É da sua competência, estimado visitador, comentar sobre o assunto, com inteligência, sem recorrer à calúnia. 

Lembramos os Srs. Visitadores que esta série teve início a 28/06/12 e se prolongou por todas as quintas-feira do mês de Julho. Retomámo-la a 06/09, obrigado.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Comissão para as PPP regressa
Inquérito retomado

A comissão de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP) rodoviárias e ferroviárias vai retomar os trabalhos na próxima terça-feira, com o ex-ministro de Estado das Obras Públicas João Cravinho e o ex-secretário de Estado do Orçamento João Carlos Silva. 

Naquela que será a segunda fase de audições, a primeira PPP a ser analisada será a Fertagus, a concessionária do comboio da Ponte 25 de Abril, revelou o presidente da comissão parlamentar de inquérito às PPP do setor rodoviário e ferroviário, o deputado do PCP António Filipe. 

Na terça-feira, os deputados vão questionar o ex-ministro das Obras Públicas João Cravinho e o ex-secretário de Estado do Orçamento João Carlos Silva. Nos dias seguintes, serão ouvidos José Luís Catarino, presidente da concessionária, e António Brito da Silva, que presidiu ao conselho de administração do extinto Instituto Nacional do Transporte Ferroviário. 

 Na sexta-feira, é a vez de José Braamcamp Sobral, que presidiu à comissão para o concurso da Fertagus. 


* Inquérito ao covil 

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DOUTRO SÉCULO

ou talvez não 







 O cinto castidade foi um acessório projetado para ser usado sobre o ventre, envolvendo totalmente os órgãos genitais e trancado ao redor da cintura por cadeado de modo a frustrar, limitar ou restringir a atividade sexual (penetração), orgasmo e a masturbação. Ao mesmo tempo, o cinto de castidade não impede a realização de outras funções fisiológicas, para que a sua utilização por períodos longos ou até indeterminados seja viável. Os cintos de castidade podem ter sido usados de forma voluntária com a finalidade de proteção contra estupro, para evitar doenças, infidelidade ou ainda para eliminar a "possibilidade de o usuário cair na tentação e pecar (luxúria)" dentro de preceitos cristãos, e se auto-flagelar dentro de um contexto religioso rigoroso.



Podem ter sido usados de forma obrigatória, com o intuito de torturar fisicamente ou psicologicamente inocentes, para intimidar, punir, coagir ou para obter falsas confissões.
Alguns pesquisadores consideram o uso de cinto de castidade na Idade Média como falácia, isto é, sem comprovação.


De qualquer forma, embora seja contrário ao senso comum, os cintos de castidade não são coisas de um passado remoto. Não são só objetos de museu, não caíram em desuso e nem estão extintos, mas continuam sendo produzidos, vendidos e utilizados hoje em dia, principalmente por homens, porém em um contexto totalmente diferente.


Ao longo dos anos foram criados e aperfeiçoados vários dispositivos, tanto para mulheres quanto para homens, buscando melhorias ergonômicas como segurança, higiene, tamanho e conforto para possibilitar o uso contínuo e indeterminado com maior garantia de eficácia e discrição.



Provavelmente foi na Europa da Idade Média onde se tem notícia que surgiram os primeiros modelos de cintos de castidade femininos, possivelmente na Itália, na cidade de Carrara, há aproximadamente seiscentos anos atrás e depois na França, Inglaterra e até na Península Ibérica. Mas alguns estudiosos alegam que esses objetos surgiram apenas no início do século XIX.


Há alguns registos de uso de dispositivos de castidade no Japão e Índia feitos de cordas e complexas amarrações. Não há registros de cintos masculinos naquela época, apenas existiam modelos femininos, sempre usados como forma severa de opressão sexual contra atos de traição a seus cônjuges.

MACHO NÃO ESCAPA

A submissão feminina ao cinto não era sempre consensual e havia um viés religioso intrínseco ao uso do aparato. O seu uso era compulsório, bastante desagradável e degradante à mulher, porém era justificado como forma de dominação, mortificação ou para evitar infidelidades, estupros ou o conceito cristão de "pecado da carne" e a "queda ao inferno".
A mulher escondia o cinto de castidade da sociedade da época por debaixo das volumosas saias e vestimentas para evitar embaraço ou troça.



 Possivelmente, durante a Inquisição, no tempo das Cruzadas e na época das Grandes Navegações, como os homens costumavam se ausentar por meses, anos ou até mesmo por décadas, cuidando de diversos interesses pessoais, religiosos ou do Estado, muitos deixavam as suas esposas, concubinas, filhas ou prometidas desprotegidas, sozinhas e disponíveis ao chamado "pecado" (um conceito cristão de transgressão às severas leis impostas pela Igreja) ou a outros pretendentes. 


A invenção do cinto de castidade feminino representava uma possibilidade de controle à distância e garantia de posse, em uma sociedade bastante primitiva nas questões das liberdades individuais e direitos da mulher e do homem. Não é de se espantar que na mesma época a prática da escravidão fosse aceita pela sociedade, religião dominante e era praticada amplamente nas colônias como forma de exploração da mão-de-obra de negros e nativos.



Naquela época a abstinência sexual voluntária ou negação do prazer foi considerada como pureza, um tipo de virtude desejável (hoje em dia em algumas culturas e situações esse conceito permanece). O prazer sexual feminino e masculino, liberdade sexual em muitos lugares, inclusive no interior do Brasil, é visto ainda como um tabu ou violação de preceitos de pureza ou rebeldia contra os fundamentos basilares da cultura judaico-cristã. 

VERSÃO CHINESA MASCULINA
O conceito do "pecado original" e a mitológica "queda de Adão" estão intimamente correlacionados com a bíblica "descoberta do conhecimento do bem e do mal". O prazer sexual feminino é tabu, ou seja, a mulher foi pretensamente a "causadora de todo o mal", pois, segundo a mitologia judaico-cristã, "detém o poder da sedução, recebendo a culpa por atentar contra a pureza da criação". Dessa forma, o uso do cinto, poderia ser justificado e tornado obrigatório e não poderia ser contestado, caso fosse requerido. Não cabia ao homem se educar, conter os seus instintos e desejos sexuais, mas a mulher deveria ser tolhida e se sacrificar para evitar a consumação de atos considerados "libidinosos".

 
Além de garantir a "virgindade" de forma cruel, o uso do cinto pretensamente "evitava" a disseminação de doenças venéreas, gravidez, estupro e a masturbação. Provavelmente o uso do cinto de castidade também se tornou uma forma de castigo, uma punição para mulheres adúlteras, excessivamente libidinosas ou por pura crueldade ou até por sadismo pervertido. De qualquer forma o uso de cintos foi aceito socialmente como uma forma de controle feminino, com aval religioso e aceitação em conventos, mosteiros e outras instituições religiosas e sociais.

O Uso atual

Há registro de uso de cintos na França, Alemanha, Américas e Austrália por homens e mulheres no final do século XX.

 Segundo estatísticas recentes cerca de trinta mil homens vão trabalhar trancados em seus cintos de castidade masculinos no Reino Unido todos os dias, segundo o jornal The guardian. Dessa forma o uso atual é muito mais difundido do que na antiguidade e, curiosamente, se tornou predominantemente masculino. 

Embora ainda existam diversos modelos femininos disponíveis para aquisição; A novidade realmente são os modelos masculinos, porque além da troca de papéis com relação ao passado, são muito variados em formato, materiais, preço e fabricação. As vendas alcançam percentuais muito superiores aos dos modelos femininos. Todavia, como outrora, o seu uso continua sendo sigiloso para não chocar, causar embaraço ou escárnio.

A utilização atual do cinto de castidade se tornou um ato consciente e opcional (consensual) e pode estar intimamente relacionado com algumas práticas fetichistas, inclusive com o BDSM, porém não exclusivamente, porque pode ser uma opção de um casal interessado em banir definitivamente a possibilidade da traição masculina ou evitar a masturbação por inúmeros motivos.


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O ÓDIO MATA




DIGA NÃO AO RACISMO!!!!!


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   HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Portugal é um dos 3 países com mais
. desigualdades sociais 

Portugal é o país da União Europeia, com exceção da Letónia e Lituânia, a ter maiores desigualdades na distribuição dos rendimentos das famílias, revela um estudo que vai ser apresentado na sexta e no sábado em Lisboa. 

O estudo da 'Accenture', que vai ser divulgado no Centro Cultural de Belém num encontro promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, revela que, embora tenha vindo a decrescer, as desigualdades na distribuição dos rendimentos pelas famílias portuguesas "são mais elevadas em Portugal do que em todos os países europeus, exceto Letónia e Lituânia".
De acordo com o estudo, os 20 por cento mais ricos têm um rendimento seis vezes superior ao dos 20 por cento mais pobres, embora a diferença tenha sido mais alta um ponto, entre 1995 e 2005.
O risco de pobreza atinge os 43, 4 por cento e é atenuado por apoios sociais, cifrando-se nos 17,9 por cento, ou seja, uma em cada cinco pessoas é considerada pobre e uma em cada três pessoas com mais de 65 anos vive só e é considerada pobre (35 por cento), números que estão abaixo da média europeia, que é de uma em cada quatro pessoas (24 por cento).

A discrepância entre ricos e pobres (também designada por Índice de Gini), que se situa nos 33,7 por cento, em contraponto com os 30,5 por cento da média europeia, ajuda a explicar as assimetrias existentes entre quem vive em áreas urbanas de quem vive em zonas rurais. Por isso, o estudo conclui que "o despovoamento do Portugal rural em favor das áreas urbanas e do litoral é uma tendência prevalecente".

Assim se explica que as regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto, que ocupam apenas 2,4 por cento do território, concentram 31,5 por cento da população residente.
No setor económico, Lisboa, Porto e Albufeira (Algarve) são os municípios do país onde se registam mais pagamentos por habitante, através das caixas de multibanco. Da mesma forma, entre os 558 ecrãs de cinema existentes no país, 80 estão em Lisboa, 31 em Vila Nova de Gaia e 21 em Oeiras, enquanto 198 dos 308 municípios não têm nenhum.

Na saúde, um médico de família tinha, em 2010, em média 145 utentes no Grande Porto e 757 no Alentejo Litoral. Em relação ao índice de envelhecimento, o número de idosos por cada cem jovens era, em 2011, de 179 no Alentejo e 118 na região de Lisboa, o mesmo se verifica em matéria de densidade populacional: Alcoutim, Mértola e Idanha-a-Nova têm menos de sete habitantes por quilómetro quadrado, ao passo que na Amadora, Lisboa e Porto existem 5.000.
O despovoamento das zonas rurais tem contribuído para a redução do número de explorações agrícolas (de 785.000 em 1979 para 305.000 em 2009) e para o abandono dos campos, aumentando assim o número de incêndios florestais (2349 em 1980 e 22.026 em 2010).

* Atão e o que faz o ministro da lambreta para contrariar esta tendência??? 
Anda de carro...

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A NUDEZ HUMILHANTE??


Uma violação da intimidade 
ou uma ferramenta vital  
         para a segurança aérea?

A questão dos scanners corporais nos aeroportos europeus tem gerado polémica e ao mesmo tempo tem sido usada para justificar a necessidade de vigiar mais atentamente o respeito dos direitos fundamentais.

Os scanners corporais apareceram na Europa depois de um atentado terrorista falhado em 2009. Um jovem nigeriano tentou fazer explodir uma bomba a bordo de um voo que fazia a ligação entre Amesterdão e Detroit, nos Estados Unidos. Os explosivos estavam camuflados na roupa interior.

Algumas imagens disponíveis na Internet e nos media dão a ideia de que a versão do corpo despido não é assim tão detalhada ou gráfica.
Mas outras gravuras mostram que são revelados mais pormenores do que se espera.

Anna Maria Darmanin teve a experiência em primeira mão, poucos dias depois da organização para a qual trabalha ter sido instada a emitir um parecer sobre os scanners corporais: "Foi horrível. Primeiro nem sequer sabia que ia passar por um scanner corporal. Enviaram-me para uma estrutura de vidro. E só uma vez dentro é que percebi tratar-se de um scanner corporal. Quando sai queixei-me, dizendo que tenho o direito de escolha. Responderam-me dizendo que ou passava pelo scanner ou ficava em terra. Foi humilhante, porque senti que a minha dignidade foi violada, os meus direitos, só porque queria voar. Penso que não se deve sacrificar os direitos individuais em nome da segurança."


Bruxelas trouxe novas regras, citando artigos da Carta dos Direitos Fundamentais.

Os passageiros ganharam o direito de recusar o scanner corporal e optar por uma alternativa. No entanto, este continua a ser um ponto de fricção entre Bruxelas e Londres, gerando acalorados debates.

A nova lei diz também que as imagens não podem ser armazenadas e que o inspetor que as analisa deve fazê-lo num compartimento separado do scanner.

E, por razões médicas, apenas scanners corporais sem raio-X podem ser usados nos aeroportos europeus.

Para responder aos dilemas da privacidade, alguns aeroportos optaram por novas tecnologias. Figuras humanas genéricas substituíram as imagens a nu.

Mas a Big Brother Watch, uma das primeiras organizações a manifestar-se sobre a matéria considera que ainda há muito a fazer para agradar a gregos e troianos.


"Uma coisa é satisfazer os advogados e os reguladores. Outra, bastante diferente, é ouvir histórias de pessoas obrigadas a levar crianças, por exemplo, para passarem pelos scanners. O mesmo em relação aos homens que visualizam imagens de mulheres a atravessar o scanner. Por isso ainda há questões por resolver. Mas penso que o debate avançou positivamente. Como podemos tornar esta tecnologia aceitável ao nível da privacidade, em vez de passar por cima deste problema? Porque por vezes, infelizmente, em nome da segurança esquecem-se outras questões", lembra o diretor da organização Nickle Pickles.

"Este é um verdadeiro exemplo em que os direitos fundamentais foram considerados desde o início na avaliação de impacto que acompanhou a proposta, em que a Comissão colocou em cima da mesa algumas opções, opções políticas, o que poderíamos melhorar em termos de segurança por um lado e os direitos fundamentais.
E claro, o interesse da Comissão é juntar as coisas e mostrá-las em conjunto. E a opção política final, que é o que temos presentemente na legislação, é a melhor opção que foi possível", diz Claudia Fusco, da Comissão Europeia.

A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia ganhou oficialmente um vínculo legal quando o Tratado de Lisboa entrou em vigor no final de 2009. Está dividida em seis categorias diferentes: dignidade, justiça, liberdades, solidariedade, direitos dos cidadãos, igualdade.

Mas há receios de que as pessoas não entendam como e porque é que a Carta é útil.

Precisam de saber, por exemplo, que só tem vínculo legal nos países da União Europeia onde se implementa a lei da UE.

A Comissão Europeia deve lançar em breve um relatório anual sobre os progressos na aplicação da Carta.


A título de exemplo, um caso que não estaria a coberto da Carta seria uma queixa por uma busca da polícia na rua.

Como não existe uma lei europeia neste domínio, Bruxelas não poderia dar seguimento a tal queixa.


* Um excelente trabalho do "EURONEWS"
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