sábado, 8 de setembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 SUGESTÃO




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 OBSTIPAÇÃO



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OOPS...



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Malte Spitz
A vossa operadora móvel
está a vigiar-vos

 

 Que tipo de dados são guardados pela vossa operadora móvel? Malte Spitz não estava muito preocupado quando pediu à operadora Alemã para partilhar a informação que guardava sobre ele. Depois de respostas vazias e um processo judicial, o Spitz recebeu 35.830 linhas de informação, um relato detalhado ao minuto de seis meses da sua vida.
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 DE MESTRE



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Academia de Ballet

do Bolshoi

EXAME PARA "PAS DE DEUX"

2012




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 Para conversas
relaxantes



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 Quem diz a verdade...





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CARLOS BARBOSA DA CRUZ

                                                                    
  

A porta dos fundos


O Conselho Estratégico do Futebol Profisssional da UEFA, na sua reunião de 18 de maio, abordando a questão dos fundos de jogadores, ponderou negar a inscrição nas competições europeias a jogadores, cujos passes, ou parte deles, pertençam a terceiras entidades. Esta questão dos fundos de jogadores é assunto bicudo, porquanto, se por um lado, alivia a pressão financeira dos clubes, por outro é instrumento da maior opacidade nas transações que envolvem esses passes, bem como compromete a transparência e verdade desportivas.

Efetivamente, é confortável para os clubes cederem, no todo ou em parte, os chamados direitos económicos sobre os jogadores a estruturas financeiras externas, por uma razão óbvia: gastam, no imediato, menos dinheiro. O pior vem depois. Com efeito, para os titulares do chamado investimento em ativos, o que conta prioritariamente é a valorização do mesmo, com vista à sua rápida alienação, o que envolve determinados pressupostos, qual seja o de que esse jogador tem de jogar e dar nas vistas.

São várias as estórias conhecidas de treinadores que na hora de fazer a linha são confrontados com as exigências dos ditos fundos de incluir os seus activos na equipa. É mais um afloramento do princípio de que o dinheiro fala sempre mais alto, colocando os clubes numa situação de dependência e transformando-os em verdadeiras barrigas de aluguer.

Mas não fica por aqui o desconforto. É que as conveniências dos fundos não coincidem necessariamente com os interesses dos clubes nos quais os jogadores estão “parqueados”. Os clubes olharão sempre mais para as prioridades desportivas e os fundos para a vertente económica. São ilustrativas as diligências que a Traffic fez no defeso de colocar o Xandão no mercado italiano, com o Sporting sem saber se ele ficava ou partia...

Quanto à transparência, estamos conversados. Em primeiro lugar, a verdadeira titularidade dos fundos e organizações congéneres está normalmente ocultada por convenientes localizações em paraísos fiscais, por forma que ninguém nunca sabe, ao certo, quem é o dono de quê.

Depois, os fundos têm frequentemente os seus activos dispersos por diversas equipas, muitas das quais, concorrentes entre si; e a lógica das aplicações financeiras pode levar a que determinado jogador seja posto mais em destaque, que determinado jogador faça tudo para não se magoar, que determinado jogador se guarde para as competições europeias em detrimento das nacionais, tudo isso ao arrepio da verdade desportiva.

Finalmente, todos estes circuitos financeiros tão tortuosos e sofisticados, conduzem inexoravelmente à dúvida se, em alguns casos, não estaremos perante verdadeiras lavandarias de dinheiro.

O aprofundamento das regras internacionais do fair play desportivo, trará, com toda a probabilidade, o fim deste modelo; os clubes portugueses que estão nele alavancados (e são muitos!), que se cuidem.

PS – Ajudava à transparência, saber-se como foi a repartição dos dinheiros, nas vendas do Hulk e do Witsel; penso, porém, que o generoso Zenit deve estar muito agarrado com cláusulas de confidencialidade...


 IN "RECORD"
06/09/12

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 NÃO SE DISTRAIA




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LUTE POR ISTO





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 G- CONSTRUÍNDO

  UM IMPÉRIO

V.RUSSIA




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 ATRAENTE




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MAFALDA  ARNAUTH
O MAR FALA DE TI



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 NATUREZA


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PULI  

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Classificação F.C.I.:
Grupo 1 - Cães Pastores e Boiadeiros (Exceto Boiadeiros Suíços)
Seção 1 - Cães Pastores
Padrão FCI nº 55 - 13 de setembro de 2000.
País de origem: Hungria
Nome no país de origem: Puli
Utilização: Pastoreio e guarda
Sem prova de trabalho

RESUMO HISTÓRICO: 
Hungria. 
Dotado de uma longa história, que remonta há mais de mil anos, esta energética e expressiva raça de cães pastores esteve desde sempre associada ao serviço que prestou no pastoreio das ovelhas, nas margens das planícies húngaras. 
Levada à Hungria pelos Magiares, a descendência do Puli (ou Boiadeiro) é na verdade desconhecida, apontando-se por vezes como referência o antigo Terrier Tibetano, pela sua semelhança física. Por volta dos séculos XVII e XVIII, a Hungria foi repovoada por imigrantes do oeste europeu que levaram consigo os seus cães alemães e franceses. 
O cruzamento destes últimos com o Puli Húngaro, originou o aparecimento de novas espécies: o Pumi e o Mudi, que depressa se vulgarizaram, chegando mesmo a colocar em risco a própria existência do seu antecessor. 
Esforços desenvolvidos no século XX, permitiram a recuperação e o controle do Puli Húngaro, que surgiu em público em 1923, na Exposição de Cães de Budapeste, o que lhe valeu, no ano seguinte, o reconhecimento pela FCI (Federation Cynologique Internationale). Em 1959, são estabelecidos os parâmetros desta classe de cães pelo Clube de Puli Húngaro, provocando um claro crescimento desta raça. Atualmente, a sua criação generalizou-se na Austrália, Grã-Bretanha, Bélgica e Alemanha, sendo já um popular participante nas exposições caninas.

APARÊNCIA GERAL: cão de tamanho médio com constituição forte, quadrada e fina, porém sem ossatura muito leve. O corpo um pouco magro é bem musculoso em todas as partes. A construção das partes individuais do corpo são difíceis de serem julgadas, porque todo o corpo é coberto por uma pelagem fortemente desenvolvida, com tendência a formar caracóis e cordões. É recomendado tocar o cão quando este estiver sendo julgado. A pelagem da cabeça é tão abundante que ela parece redonda e os olhos ficam cobertos. A cauda fortemente coberta de pelos, enrolada sobre o dorso, dá aparência de uma ligeira elevação da linha superior na região da parte traseira.

PROPORÇÕES IMPORTANTES 
• o comprimento do corpo é igual à altura na cernelha. 
• a profundidade do peito é ligeiramente menor do que a metade da altura na cernelha. 
• o comprimento do focinho é 1/3 do comprimento total da cabeça. 

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: temperamento ativo e com extraordinária capacidade para aprender. Ama as crianças e é um excelente cão de guarda. Sua forma atual o adaptou para uso desportivo.

CABEÇA: vista de frente, redonda; vista de perfil, parece ser elíptica. 
REGIÃO CRANIANA 
Crânio: estreito e fino. Arcadas superciliares fortemente desenvolvidas. 
Stop: levemente marcado. 
REGIÃO FACIAL 
Trufa: relativamente pequena; preta. 
Focinho: não pontudo; cana nasal reta. 
Lábios: firmes, com pigmentação escura. 
Maxilares / Dentes: completa mordedura em tesoura de acordo com a fórmula dentária (42 dentes). 
Olhos: de tamanho médio; marrom escuros; inseridos ligeiramente oblíquos e separados a uma distância média um do outro. A expressão é viva e inteligente. As bordas das pálpebras são bem aderentes ao globo ocular e bem pigmentadas. 
Orelhas: inseridas a uma altura média com base larga. As orelhas são pendentes, em forma de V, com pontas arredondadas. 
Pescoço: tamanho médio, firme, bem musculoso. Forma um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal e é coberto por uma pelagem densa.

TRONCO 
Linha superior: reta, dando uma leve impressão de subida para a parte posterior devido ao porte da cauda. 
Cernelha: ligeiramente elevada em relação à linha superior. 
Dorso: de comprimento médio, reto, seco e musculoso. 
Lombo: muito fortemente musculoso e curto. 
Garupa: curta, ligeiramente descendente. 
Peito: profundo, longo, com costelas bem arqueadas. 
Linha inferior: gradualmente subindo para o posterior.

CAUDA: inserção média e portada em uma curva achatada sobre a garupa. Bem coberta por uma pelagem densa. Quando esticada, deve atingir o jarrete.

MEMBROS 
ANTERIORES: 
Ombros: escápula oblíqua, firmemente apoiada na caixa torácica. Uma linha vertical a partir da cernelha toca a parte da frente do peito no seu ponto mais profundo. O ângulo entre a escápula e o antebraço é de 100° a 110º. 
Braços: moderadamente longos e bem musculosos. 
Cotovelos: bem rentes à caixa torácica. O ângulo entre o antebraço e o braço varia de 120° a 130º. Antebraços: longos, retos, com músculos secos. 
Patas dianteiras: curtas, redondas, firmes, com dedos bem juntos. Unhas: pretas ou cinza ardósia escuro. Almofadas de cor escura e elásticas. Patas paralelas, apontando para a frente e moderadamente afastadas uma da outra.
POSTERIORES: 
Pernas estão separadas a uma distância média e são paralelas. O ângulo entre a pélvis e a coxa é de mais ou menos 100° a 110°. Angulação do joelho é de 100° a 110º. 
Coxas: longas e bem musculosas. Jarretes: secos, de contornos bem definidos. 
Metatarsos: curtos. 
Patas traseiras: um pouco mais achatadas que as dianteiras; caso contrário são iguais.

MOVIMENTAÇÃO: muito ativa e vigorosa. Passos curtos. A movimentação é tipicamente requebrada e saltitante. O cão tem tendência a girar em seu próprio eixo. 

PELE: sem rugas, firme, com pigmentação forte. As zonas livres de pelos são pretas ou cinza ardósia em todas as cores da pelagem.
PELAGEM 
Pelo: a pelagem dos filhotes é densa, ondulada ou crespa. Mais tarde, formam-se tufos de pelos que se desenvolvem em cordas fortemente estruturadas. A pelagem consiste em um pelo externo rústico e um subpelo mais fino. 
A proporção entre esses dois tipos de pelo determina a qualidade da pelagem. Se a pelagem de cobertura é muito mais forte do que o subpelo, a estrutura da pelagem é atípica e os pelos ficam sobressaindo um pouco. 
Se o subpelo é predominante, o que é indesejável, isso resulta em uma pelagem feltrada e de textura muito macia, difícil de ser tratada. A correta proporção entre os 2 tipos de pelagem, o que é geneticamente fixado, produz as estéticas borlas ou cordões, que são fáceis de serem tratados. 
Os cordões no lombo, na garupa e na parte traseira da coxa são os mais longos (20 a 30 cm). Eles são mais curtos na cabeça e nos membros (10 a 12 cm). A pelagem na cabeça é ideal quando os pelos formam uma forte estrutura de cordões cobrindo a região facial. Tanto uma pelagem escovada, quanto uma total falta de cuidados são indesejáveis.

 COR 
a) • preta. • preta com pequenas nuanças em ferrugem ou mechas acinzentadas. • fulvo com uma distinta máscara preta. Uma mancha branca no peito, não excedendo mais do que 3 cm de diâmetro, é permitida. Branco entre os dedos não é considerado falta. 
b) • branco pérola, sem qualquer sombra de louro amarelo. Qualquer cor ou marcação desviando dessas cores são indesejáveis.

TAMANHO: 
Machos: 39 a 45 cm - ideal: 41 a 43 cm. 
Fêmeas: 36 a 42 cm - ideal: 38 a 40 cm. 

PESO: 
Machos: 13 - 15 kg. 
Fêmeas: 10 - 13 kg. 

 IN 
- "CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA E CINOFILIA" 
- http://br.viarural.com/animais/pequenos/pets/grupo-01/puli.htm 

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 OS FILHO


DA PAUTA



  


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 TENACIDADE




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O PASSADIÇO DO BORGO 

A PASSAGEM SECRETA DO VATICANO 



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 SIMPLEX




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SOM BUÉ


  


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 ACONCHEGO


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ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 51





Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos aos sábados  do mes  de Julho  para tras  às 13h00

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 DESCANSADAMENTE






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BOM  APETITE









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A BELEZA DOS OLHOS





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APRENDER ATÉ MORRER




 * Este inglês é fácil....

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NORUEGA




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BOM DIA









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