sábado, 1 de setembro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 PERGUNTAS E RESPOSTAS

P1: O que são as pequenas saliências a volta do mamilo das mulheres?
R1: É Braille e quer dizer 'beije-me'. 

P2: O que é um beijo Australiano? 
R2 : É o mesmo que um french kiss só que lá em baixo. 

P3: O que se faz com 365 preservativos usados? 
R3: Derretem-se, faz-se um pneu e chama-se um Goodyear. 

P4: Porque é que o nome dos furacões é sempre nome de mulheres? 
R4: Porque quando chegam são loucos e molhados e quando partem levam carro e casa junto. 

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CAFE MULLER


 PINA BAUSCH



Maravilhe-se com esta coreografia, amplie para  ecrã total e não deixe ser perturbado enquanto assiste a este espectáculo, faça de conta que está numa sala pública.
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ESTIMADOS
VISITADORES 

Estamos a regressar de férias durante este fim de semana e retomaremos por completo as nossas edições segunda-feira dia 3/9.
Desejamos para quem esteve a repousar uns dias bem passados, para quem trabalhou em Agosto que tivesse dado por bem empregue o seu tempo, para quem, infelizmente, não trabalhou nem descansou por via da crise miserável que atravessamos, os nossos votos para que dias melhores cheguem depressa.

Em Agosto Portugal não melhorou nem um bocadinho, o governo continua a "arrelvar" o povo e preparam-se mais broncas, cá estaremos para as denunciar.

Saudações bloguianas

A redacção
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ALMORRÓIDA REALISTA

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O seguinte texto foi publicado recentemente no El País, tendo-se tornado absolutamente viral em Espanha. Reflecte sobre o terrorismo financeiro e a captura económica. Chama as coisas pelos seus nomes e faz uma análise sobre o capitalismo actual que está a incendiar não só Espanha como todo o mundo. O título é "Um canhão pelo cú", e é escrito por Juan José Millas.


















Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.


Juan José Millas


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     NÍVEL 
             RASTEIRO












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LÍLIA BERNARDES

  

Na terra 
    do fertilizante assassino 
de venda livre 

Falo da hipocrisia da venda livre de um fertilizante assassino vendido por tuta e meia que mata sem remissão de pecados 

Nos finais dos anos 80, a zona velha da cidade estava cheia de "erva". alguma plantada nos jardins públicos. O haxixe entrara havia pouco tempo. E a cocaína era "coisa para ricos, senhores de carros metalizados, lá para cima...para os lados do novo turismo". Era assim que se falava. Nesta cidade antiga de mercadores, com cheiro a marinheiros, prostitutas e gente de má fama, havia uma mistura engraçada de malta que vinha das artes, do teatro, das poesias ditas num palco improvisado, mistura com jovens que já faziam viagens a Lisboa e iniciavam o tráfico de tabletes castanhas moldadas em palmilhas partilhando, assim, o odor dos ténis sem marca. 

Lembro-me de uma das primeiras reportagens que fiz para a Revista de Domingo deste Diário, intitulada "Zona Velha SOS", e apanhei logo com as críticas do costume.  Ou seja, para os responsáveis da altura e que são os mesmos de agora não estava a acontecer nada. Era tudo invenção jornalística num momento em que o alerta era um apelo à intervenção imediata.

Nessas noites de caneta e bloco acompanhada pelo Marote ou pelo Spínola de máquinas com rolo a preto e branco, dois grandes fotógrafos, andámos pelas ruas de Santa Maria, Largo do Corpo Santo, tabernas, bares e esquinas, praia de santiago a altas horas e vimos de tudo. Achava eu, na altura. Hoje penso que aquilo não era nada. Era, sim, o embrião de algo que se alastrou como uma onda gigante que varreu as ilhas. Nesses anos, crianças (sim, crianças) vendiam medicamentos,  100 escudos cada comprimido, não digo o nome para não dar ideias, e que eram roubados, surrupiados aos avós,  a pessoas de terceira idade. Vendiam para depois serem engolidos com uma mistura de álcool e a garantia de pedrada certa. Se a zona velha foi durante anos a má da fita, e enquanto se achava que o caso era circunscrito a um terreiro, o negócio da droga ganhava proporções alarmantes. Em roda livre subiu a avenida. 
A heroína passou a entrar directamente nas veias e atravessou a sociedade não escolhendo  classes sociais. Antes pelo contrário, enquanto andavam uns tristes amarrados ao haxixe porque não tinham mais de 500 paus para investir numa "chinesa" partilhada, os que tinham dinheiro, sobretudo da mesada choruda dos pais, mergulhavam de cabeça do "pó de anjo". Depois tudo desabou.

Vieram os processos de desintoxicação, a luta para que as escolas não fossem atingidas, as campanhas umas atrás das outras, SIDA no vocabulário e o sindroma transferido pelas seringas e as vidas desfeitas. As mortes. As angústias mas ainda a esperança de que, um dia, uma limpeza total poderia devolver a realidade a quem dependia da alucinação e do entorpecimento. Os dias e os anos passaram e eis quando surge no mercado livre a pior das drogas, não falo da metilenodioximetanfetamina, a pílula do amor mais conhecida por ecstasy, uma droga sintetizada, feita em laboratório, e que é ilegal.

Falo da hipocrisia da venda livre de um fertilizante assassino vendido por tuta e meia que mata sem remissão de pecados, que leva à loucura, algo que não tem retorno. Estou-me nas tintas para quem diz que vende o produto a "adultos, a pessoas responsáveis" e que até paga impostos e que tem as portas abertas porque a legislação assim o permite. Para o diabo que os leve com o bloom fertilizante para plantas e jardins.

Espero que esses empresários tenham consciência do inferno que criaram e espalharam. Espero que haja legislação forte que meta esta gente na ordem para que as polícias possam actuar, mandando uma meia dúzia que aí anda fertilizar o chão de uma cela.



IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
28/08/12

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 G- CONSTRUÍNDO
  

UM IMPÉRIO


IV.RUSSIA





b
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BONO

ANGELS OF HARLEM





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PUTINICES





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  EM FORMA












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 TATOOS E ANATOMIA








 Sistema reprodutor feminino


Feto humano




 Tendões, musculos e ossatura da mão


Carcinoma do coração



Sistema osteo-articular  cervical, toráxico e lombar, 
visão posterior




Rim


Estruturas vascular, muscular e ligamentar 
do membro superior



 Cérebro (mal desenhado)




 Esboço grosseiro de músculos do hemitórax 
e braço esquerdo




 Esqueleto oósseo, exagerado, dum feto

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 MEIGUINHOS












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 Ponha aqui o seu pézinho


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ANTARTICA









A Antartica tem as temperaturas mais baixas do planeta, chegando a atingir os 70 graus negativos. Os ventos podem chegar acima dos 300kms por hora. Contém 90% do gelo existente e a maior reserva de água doce da Terra.


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PRETO VERSUS BRANCO


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BOM DIA




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