terça-feira, 24 de julho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA





MOTAS

O moscovita  Mikhail Smolyanov fabrica motas com design personalizado que estão a ficar cada vez mais populares no estrangeiro


'O Espirito da Victória' 
fabricada em honra da Victoria de 1945

Versão em preto


'Estilo Steampunk' 
 versão1

'C-Org.'
Algumas das partes dos componentes podem ser criadas apartir de substancias organicas. Depois da implantação de partes de hardware e de um  tratamento especial, a construção torna-se firme e muito leve.





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HOJE NO
"i"

Compra do BPN. Passos Coelho 
reuniu duas vezes com BIC
Intervenção do primeiro-ministro foi determinante 
para evitar liquidação do BPN nacionalizado

O primeiro-ministro Passos Coelho tentou convencer o BIC a não desistir da compra do BPN nacionalizado em duas reuniões. Um primeiro encontro com Luís Mira Amaral, presidente do banco de capitais luso-angolanos, e uma segunda reunião com Fernando Teles, enquanto accionista do BIC Portugal.

A revelação dos dois encontros de Passos Coelho com responsáveis do BIC foi feita por Maria Luís Albuquerque, secretária de Estado do Tesouro das Finanças, que está a ouvida pela segunda vez na comissão parlamentar de inquérito ao BPN.

O governo tinha interesse que o negócio chegasse a bom porto havia uma grande vantagem em termos de manutenção de postos de trabalho e de preservação da estabilidade do sistema financeiro em Portugal. Do lado do BIC, havia a manifestação de interesse de ter um banco de retalho.

Depois de o BIC ter desistido de negociar com governo a compra do BPN, Passos Coelho foi forçado a intervir. "Existiram duas reuniões. A primeira com o Engengeiro Luís Mira Amaral, onde o Sr. primeiro-ministro quis saber as razões da desistência", explica a secretária de Estado. "Foi dito que os accionistas tinham perdido o interesse e ele próprio [Mira Amaral] achava que era uma situação irreversível."

Uma segunda reunião foi realizada com Fernando Teles, enquanto accionista, no sentido de aferir da indisponibilidade dos accionistas em regressar à mesa das negociações.

Maria Luís Albuquerque garante ainda que não foram feitas cedências da parte do governo quando as negociações foram retomadas. "Houve foi um espírito construtivo, menor crispação e maior empenho na procura de soluções e menos na identificação de problemas", acrescenta.

*Os governantes e banqueiros portugueses têm uma especial atracção por servir o líder mais corrupto de África, porque será????

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IV . O MUNDO


SEM NINGUÉM

4- a ameaça à capital


video


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HOJE NO
"A BOLA"

«Este será o ano em que me distinguirei de outros atletas em todo o mundo» - Bolt 

A forma menos boa em que se apresentou nos últimos meetings em que esteve presente não afasta a confiança de Usain Bolt para os Jogos Olímpicos. Aliás, em declarações ao jornal The Guardian, mais confiança o atleta jamaicano não podia evidenciar: «Este será o momento e o ano em que me distinguirei de outros atletas em todo o mundo. 

 Muitos atletas lendários, muita gente me precedeu mas a minha hora chegou.» Bolt diz que os Jogos de Londres serão um teste ao compatriota e campeão do mundo dos 100 metros, Yohan Blake: «A corrida contará com atletas de muito grande classe e por isso será um nível muito diferente para Yohan. 

Vai exigir-lhe muita concentração e vai causar-lhe muito stress. Vai coloca-lo à prova, não apenas como atleta mas também como pessoa. Veremos a que ponto ele é bom.» 


*  Este ano ainda não fez resultados que lhe permitam tanta basófia!!!

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 TRANSPARÊNCIAS


















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Ordem culpa “ministros neoliberais” 
por haver médicos a acumular salários 

Para o bastonário da Ordem dos Médicos não há duvidas: as situações detectadas pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde de médicos com vínculo ao SNS que são também prestadores de serviço nos locais onde trabalham e de remunerações acima do previsto resultam “da introdução de regras de mercado na saúde, defendidas por ministros neoliberais como Luís Filipe Pereira, Correia de Campos e Paulo Macedo”.

Em declarações ao PÚBLICO a propósito do relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) divulgado nesta terça-feira, o bastonário José Manuel Silva estranha o momento escolhido pela tutela para a divulgação do documento, numa altura em que decorrem negociações entre os sindicatos e o Ministério da Saúde, nas quais dois dos temas são as carreiras médicas e a contratação de médicos em regime de prestação de serviços.

“A Ordem dos Médicos recorda que os médicos fizeram greve em defesa do Serviço Nacional de Saúde, das carreiras médicas e das contratações públicas dos médicos, precisamente para lutar contra estas situações anómalas, embora pouco frequentes, que são consequência da empresarialização dos hospitais e da introdução de regras de mercado na saúde, defendidas por ministros neoliberais”, disse José Manuel Silva, citando o nome dos antigos ministros Luís Filipe Pereira (PSD) e Correia de Campos (PS), bem como do actual ministro Paulo Macedo – deixando de fora o nome de Ana Jorge (PS).

De acordo com o relatório da IGAS, citado pela agência Lusa, a inspecção avaliou o valor/hora da contratação de serviços médicos em regime de prestação de serviços e identificou situações de médicos que acumulam salários. “Foram sinalizadas situações de médicos que têm relação jurídica de emprego no SNS e que simultaneamente acumulam enquanto prestadores de serviço nos seus próprios serviços ou noutros”, refere a IGAS. A inspecção foi desencadeada a pedido do ministro Paulo Macedo.

O despacho que regula esta questão determina que não podem ser contratados clínicos que estejam dispensados do trabalho no serviço de urgência, que acumulem funções públicas ou que prestem trabalho em regime de tempo parcial. Quanto aos valores a pagar, a IGAS detectou mais de 20 entidades que não cumpriam a legislação. O despacho de 2011 do secretário de Estado da Saúde fixa em 25 euros/hora o valor de referência para médicos não especialistas e de 30 euros para especialistas. Há casos em que o valor mensal de pagamentos chega aos 20 mil ou aos 40 mil euros. Ainda assim, o custo total com este tipo de contratos em 2011 baixou 13% em relação a 2010, para cerca de 80 milhões de euros.

O bastonário dos médicos defende, por isso, que o Ministério da Saúde “não se deve admirar com as consequências” dos mecanismos de mercado introduzidos, garantindo que a contratação de médicos em regime de prestação de serviços – o que implica uma empresa intermediária – é sempre mais oneroso que o eventual pagamento de horas extraordinárias aos clínicos. Questionado sobre se os médicos que aceitaram estas situações não cometeram nenhuma ilegalidade, José Manuel Silva respondeu que “se alguém cometeu alguma ilegalidade foram os conselhos de administração dos hospitais que os contrataram, mas que é compreensível pois querem responder às necessidades dos doentes”.
A situação não é, porém, nova. Já em Abril de 2011 a IGAS tinha em mãos 22 casos de médicos  em regime de exclusividade para o Serviço Nacional de Saúde mas que ao mesmo tempo trabalhavam em empresas de prestação de serviços pagas pelo Estado. As situações de fraude foram detectadas no âmbito da auditoria pedida pela então ministra da Saúde, Ana Jorge, em 2010. A inspecção visou, por exemplo, identificar casos de médicos aposentados que estivessem a trabalhar para o SNS através de empresas de prestação de serviços – o que é uma prática ilegal. A IGAS detectou valores superiores aos cem euros por hora em alguns casos.


* Os médicos sabem muito bem fazer pela vidinha e uma vigaricezinha a coberto da lei não mata ninguém.!

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DANI RODRIK


  

Os vencedores 
                (relativos) 
da nova economia mundial 

A economia mundial enfrenta uma incerteza considerável a curto prazo. Será que a zona euro conseguirá resolver os seus problemas e evitar uma dissolução? Será que os Estados Unidos construirão um caminho para um relançamento do crescimento? Será que a China encontrará uma forma de reverter o seu abrandamento económico?
As respostas a estas perguntas irão determinar como é que a economia mundial evoluirá ao longo dos próximos anos. Mas, independentemente da forma como esses desafios imediatos são resolvidos, está claro que a economia mundial está também a entrar numa nova fase difícil a longo prazo – uma fase que será substancialmente menos hospitaleira para o crescimento económico do que possivelmente qualquer outro período, desde o final da Segunda Guerra Mundial.

Independentemente da forma como irão lidar com as suas dificuldades actuais, a Europa e os EUA sairão da situação com dívidas elevadas, baixas taxas de crescimento e políticas internas contenciosas. Mesmo no melhor cenário, no qual o euro permanece intacto, a Europa ficará atolada na árdua tarefa de reconstruir a sua união desgastada. E, nos EUA, a polarização ideológica entre democratas e republicanos continuará a paralisar a política económica.

De facto, em praticamente todas as economias avançadas, os altos níveis de desigualdade, as tensões na classe média e o envelhecimento da população irão alimentar conflitos políticos num contexto de desemprego e de escassez de recursos fiscais. À medida que estas velhas democracias se concentram cada vez mais nelas próprias, elas tornar-se-ão parceiras menos úteis a nível internacional – menos dispostas a sustentar o sistema de comércio multilateral e mais prontas a responder unilateralmente às políticas económicas, em qualquer lugar suspeito de ser prejudicial aos seus interesses.

Enquanto isso, os grandes mercados emergentes, como a China, a Índia e o Brasil não são susceptíveis de preencher o vazio, uma vez que se manterão empenhados em proteger as suas soberanias nacionais e os seus espaços de manobra. Como resultado, as possibilidades de cooperação mundial, no que diz respeito a questões económicas e outros assuntos, ficarão mais longínquas.

Este é o tipo de ambiente mundial, que diminui o potencial de crescimento de cada país. A aposta segura é que não veremos um retorno do tipo de crescimento que o mundo – especialmente do mundo em desenvolvimento – vivenciou nas duas décadas anteriores à crise financeira. É um ambiente que irá produzir profundas disparidades no desempenho económico em todo o mundo. Alguns países serão muito mais prejudicados do que outros.

Aqueles que serão menos prejudicados irão partilhar três características. Primeiro, não serão sobrecarregados com elevados níveis de dívida pública. Segundo, não estarão excessivamente dependentes da economia mundial e o factor impulsionador dos seus crescimentos económicos serão internos, em vez de externos. Finalmente, serão democracias resistentes.

Ter níveis de dívida pública baixos a moderados é importante, porque os níveis de dívida que atingem os 80-90% do PIB tornam-se num grave empecilho para o crescimento económico. Imobilizam a política fiscal, conduzem a graves distorções no sistema financeiro, originam lutas políticas em assuntos de tributação e incitam conflitos de distribuição dispendiosos. Os governos que estão preocupados com a redução da dívida, não são susceptíveis de realizarem os investimentos necessários para a mudança estrutural a longo prazo. Com poucas excepções (como a Austrália e a Nova Zelândia), a grande maioria das economias avançadas do mundo está ou estará em breve nesta categoria.

Muitas economias de mercado emergentes, tais como o Brasil e a Turquia, conseguiram controlar o crescimento da dívida pública, desta vez. Mas não impediram uma orgia de empréstimos nos seus sectores privados. Uma vez que as dívidas privadas têm maneira de se transformarem em passivos públicos, um baixo nível do fardo da dívida pública pode, na verdade, não dar a estes países a almofada que eles julgam ter.

Os países que dependem excessivamente dos mercados mundiais e das finanças globais para alimentarem os seus crescimentos económicos também ficarão em desvantagem. Uma economia mundial frágil não será hospitaleira para o grande número de devedores estrangeiros em termos líquidos (ou o grande número de credores estrangeiros em termos líquidos). Os países com elevados défices da balança de transacções correntes (como é o caso da Turquia) permanecerão reféns do sentimento nervoso do mercado. Os que têm elevados excedentes (como é o caso da China) estarão sob crescente pressão – incluindo a ameaça de retaliação – para controlarem as suas políticas “mercantilistas”.O crescimento, induzido pela procura interna, será uma estratégia mais segura do que o crescimento induzido pelas exportações. Isso significa que os países com um grande mercado interno e com uma classe média próspera terão uma vantagem importante.

Finalmente, as democracias funcionarão melhor, porque têm os mecanismos institucionalizados para a gestão de conflitos, que os regimes autoritários não têm. As democracias semelhantes à da Índia podem, às vezes, parecer caminhar muito lentamente e terem predisposição para o imobilismo. Mas elas fornecem espaços de troca de opiniões, de cooperação e de "dar e receber" entre grupos sociais adversos, que são cruciais nos momentos de turbulência e de confrontos.

Na ausência de tais instituições, o conflito distributivo pode facilmente passar a protestos, tumultos e desordem civil. É neste ponto que a democracia da Índia e da África do Sul tem vantagem sobre a democracia da China ou da Rússia. Os países que têm caído nas garras de líderes autocráticos – por exemplo, a Argentina e a Turquia – estão também, cada vez mais, em desvantagem.

Um importante indicador da magnitude dos desafios da nova economia mundial é o facto de haver tão poucos países que satisfaçam os três requisitos. De facto, algumas das mais espectaculares histórias de sucesso económico do nosso tempo – da China em particular – não cumpre mais do que um. Serão tempos difíceis para todos. Mas alguns – creio que o Brasil, a Índia e a Coreia do Sul – estarão em melhor posição do que os restantes.


Professor da Universidade de Harvard

Tradução: Deolinda Esteves/Project Syndicate

IN "PÚBLICO"
23/07/12

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SIMPLES


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Cavaco trava reorganização administrativa de Lisboa
 Parlamento tem de resolver as dúvidas sobre a nova freguesia do Parque das Nações.

O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou hoje o diploma que aprovou a reforma administrativa de Lisboa e advertiu, na mensagem enviada ao Parlamento, para a necessidade de qualidade e rigor na produção das leis.
Na mensagem que acompanhou a devolução do diploma à Assembleia da República, disponível no "site" da Presidência da República, Cavaco Silva observou que no decurso dos trabalhos parlamentares "foram expressas dúvidas quanto à fiabilidade do texto aprovado no que diz respeito à definição dos limites de freguesias e do município de Lisboa".
O diploma, que reduziu de 54 para 23 o número de freguesias da capital e criou a freguesia do Parque das Nações, em território até à altura pertencente ao município de Loures, foi aprovado com um insólito erro no mapa.
Além da parte do território de Loures que a nova freguesia do Parque das Nações transfere para Lisboa, o mapa aprovado também acaba por erradamente transferir uma parte de território atualmente pertencente a Lisboa para o concelho de Loures.
Na mensagem que acompanhou a devolução do diploma à Assembleia da República, Cavaco Silva constatou que os grupos parlamentares "não chegaram a um consenso quanto à forma de corrigir este erro, designadamente em sede de redação final do diploma" e disse que a "existência de erro foi também transmitida ao Presidente da
República pelos Presidentes das Câmaras Municipais de Lisboa e de Loures".
"Face a esta situação, está-se perante a singular circunstância de ser enviado ao Presidente da República para promulgação um texto legislativo em relação ao qual o seu próprio autor expressa, previamente, dúvidas quanto à exatidão do mesmo", refere Cavaco Silva, na mensagem.
"Neste contexto, o Presidente da República não pode deixar de notar, como já fez em anteriores ocasiões, que a qualidade e o rigor na produção das leis são um imperativo da maior importância para a segurança jurídica e para o estabelecimento de uma relação de confiança e de respeito dos cidadãos perante o Estado. O rigor deve ser uma condição sine qua non em todas as fases do processo legislativo", advertiu Cavaco Silva.

*  O título da notícia é capcioso, Cavaco não travou nada, impediu uma asneirada de todo o tamanho, desta feita o Presidente da República  agiu bem! 
Se fosse viável uma comparação transversal com o acto médico, os deputados que aprovaram esta lei tinham cometido erro grosseiro premeditado e provocado uma mortandade nos  cidadãos.

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6-TERRA RARA





Prepare-se para presenciar um verdadeiro e assombroso espectáculo. Mergulhe em oceanos e escale montanhas para conhecer o catastrófico passado e o violento presente de nosso planeta. Os eventos aqui registados são assustadores e fascinantes! Sabia que todos os anos uma média de 18.000 meteoritos cai na Terra; que apenas 7,4 km abaixo dos seus pés a temperatura chega a 3.000 graus; ou que o topo do Monte Everest um dia já foi o fundo do oceano? Fique por dentro da história da Terra, explore a Lua com os astronautas da Apollo, esteja presente na maior exploração subterrãnea do mundo. Veja o mais antigo artefacto geológico da Terra - uma rocha de 3.7 bilhões de anos. Descubra como a África e a América do Sul se separaram milhões de anos atrás. Testemunhe os efeitos devastadores de um terremoto e de um vulcão em erupção. Pare acreditar no poder deste extraordinário planeta! 

* Os episódios anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à mesma hora. 


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Parlamento: 
Centro de acolhimento ao cidadão

A Assembleia da República, presidida por Assunção Esteves, vai ter um centro de acolhimento ao cidadão, a partir do mês de Setembro. A 24 de Setembro está prevista ainda a primeira reunião descentralizada da presidente do Parlamento com os presidentes das comissões, a ter lugar em Setúbal.
Estas são algumas das medidas que a presidente do Parlamento quer ver implementadas, a par da criação de uma comissão de simplificação de legislação.
No balanço da actividade parlamentar da primeira sessão legislativa da actual Legislatura, o Governo apresentou à Casa da Democracia 122 iniciativas legislativas, a equipa de Passos Coelho participou em 103 sessões plenárias e em 336 reuniões de comissões.
Das 122 iniciativas do Executivo, "foram já publicadas, até ao momento, 42 leis e 21 resoluções da Assembleia da República", de acordo com o balanço feito pelos serviços do Parlamento.
Ao todo foram colocada 3650 perguntas ao Executivo, sendo que já foram dadas 2950 respostas.
Na próxima sessão legislativa vai a debate uma iniciativa legislativa do cidadão sobre a precaridade.

* Para que serve????

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AS 100 MELHORES CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
 .
Nº27
  FAIRYTALE OF 
NEW YORK
.THE POGUES



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Sindicatos recusam reunir com ministro 

A reunião prevista para ontem entre representantes da área do ensino com o ministro da Educação não se realizou porque as organizações representativas do setor recusaram ser recebidas separadamente, tal como proposto pela tutela.

 O encontro agendado para ontem, no qual deveriam ser avaliadas as políticas de educação do último ano letivo, foi pedido por cerca de uma dezena de organizações, entre sindicados, confederações de pais e organizações de dirigentes escolares.
Contudo, o Ministério da Educação decidiu realizar reuniões separadas com cada um dos grupos, o que não foi aceite pela totalidade dos dirigentes, que argumentaram que tinham acertado entre todos uma reunião específica, não querendo por isso tratar de forma separada cada uma das áreas.

'De um ministério, que é da Educação, exigia-se mais respeito pelos parceiros', disse Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, maior organização representativa dos professores.
De acordo com o que Ministério decidiu, sem comunicar às organizações, os representes dos pais seriam recebidos às 14h30, dos dirigentes das escolas, às 15h30, e, dos professores, às 16h30. Nenhum deles subiu para as reuniões quando foi chamado e disseram que só subiriam em conjunto, de acordo com o pedido que tinham feito para a reunião.
Nunca obtiveram qualquer resposta e, depois das 16h30, começaram a deixar as instalações do Ministério da Educação, na Estrada das Laranjeiras, em Lisboa.
'Não sei o que é que o Ministério ganha com isto', desabafava Mário Nogueira aos jornalistas. 

*Os agentes da educação deviam ter mais respeito uns pelos outros, os professores durante muitos anos atingiam o topo da carreira sem grandes avaliações de desempenho, ao contrário do resto da função pública.
Os professores são pessoas esforçadas como qualquer outro trabalhador e o desemprego atinge transversalmente todos os sectores da sociedade. 
Os sindicatos querem emprego para todos os professores mesmo que não existam alunos em número suficiente para determinada disciplina. Há alunos há trabalho, não há alunos há desemprego, horários zero é que não!!!
Não querem reunir com o ministro porque preferem ir à molhada, está mal.

"Os professores portugueses são os segundos da Europa que mais tempo passam a impor disciplina na sala de aula. De acordo com os dados do Inquérito Internacional de Ensino e Aprendizagem, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em Portugal perde-se 16,1 por cento da aula a manter a ordem, o que corresponde a cerca de 15 minutos em cada bloco de 90 minutos de aula. Brasil (17,8%), Malásia (17,1) e Islândia (16,7) são os países nos quais esse valor é superior ao de Portugal. A média da OCDE é de 12,9 por cento.

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ATENÇÃO
SISMO





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ALMORRÓIDA ORANGINA

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O POLVO LARANJA

 O CLAN DUARTE LIMA
 Lá diz o povo, a verdade é como o azeite. 
Acaba sempre por vir à tona.

 "O POLVO" E A OPERAÇÃO FACE OCULTA 
COM O RABO DE FORA

1- A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face Oculta foi redirecionada pela investigação e pelos Media para passar a visar principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.

2. Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.

3. O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A tática então escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar» a comunicação social ! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.

4. Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.

5. Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser ajustado entre os amigos vendedores e compradores, quiçá com umas comissões a transferir para a Suíça.

6. Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha ótimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.

 7. Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projeto não será da responsabilidade do município de Oeiras."

8. Como assim, "mudança de opinião do governo"?

9. Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.

10. No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.

11. Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008.
Desgostado com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja



NR:Se o estimável visitador tem alguma coisa a acrescentar estamos à sua disposição, especular não é assim tão mau.

Enviado por ANTÓNIO CUNHA

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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Mulheres trabalham menos 
mas estão mais com os filhos 

As mulheres portuguesas trabalham, em média, menos quatro horas semanais dos que os homens, mas dedicam 23 horas por semana a cuidar dos filhos e 17 às tarefas domésticas, segundo um relatório do Observatório das Famílias.

 O relatório anual do Observatório das Famílias e das Políticas de Família (OFAP) diz que "a participação de homens e mulheres no mercado de trabalho é pautada por diferenças de género de ordem vária: as mulheres têm remunerações mais baixas, posições mais desqualificadas e mais precárias e trabalham, em média, menos quatro horas semanais do que os homens".

Contudo, Portugal está muito longe da diferença de 10 horas de trabalho entre homens e mulheres registada em países como a Irlanda, a Alemanha e a Holanda, em parte resultante do forte peso que o trabalho feminino a tempo parcial tem nestes países, adianta o documento publicado no site da OFAP.
Relativamente ao cuidado com os filhos, os homens portugueses dedicam, em média, 16 horas por semana a esta tarefa, estando ainda longe das 23 horas registadas pelas mulheres, em valores médios.
"Esta distância de sete horas entre os cuidados prestados no feminino e no masculino é inferior à diferença média europeia de doze horas, e está longe da de países em que atinge valores muito superiores, como a Noruega, a Estónia ou a Holanda", refere o relatório elaborado por Karin Wall, Sofia Aboim, Mafalda Leitão e Sofia Marinho.

Embora os noruegueses e os holandeses ultrapassem largamente a média europeia de 18 horas de cuidados no masculino, ao contrário dos portugueses, que estão ligeiramente abaixo da média, curiosamente, nestes países, a diferença entre homens e mulheres é muito superior à portuguesa, assim como é superior o número de horas de cuidados prestados pelas mulheres.
Segundo o relatório, esta situação pode, em parte, ser explicada pelas especificidades dos regimes de trabalho e de género e das políticas públicas de articulação trabalho/família destes países.
No que toca ao número de horas de trabalho doméstico, as mulheres portuguesas trabalham, em média, mais 10 horas do que os homens, embora esta diferença tenha diminuído três horas, em relação aos valores médios de 2002. 

No entanto, esta diminuição deve-se à redução do número de horas de trabalho doméstico que as mulheres fazem, que passou de 20 para 17 horas, aproximando-se da média europeia de 16 horas, e não ao aumento da participação dos homens nestas tarefas, que se mantém nas sete horas, situando-se ligeiramente abaixo da média europeia (oito horas).

Os resultados provisórios do Censo 2011 indicam que 12 por cento da população possui o ensino superior e, desta, 61% são mulheres, "retratando o protagonismo feminino na profunda alteração ocorrida na estrutura de qualificações da população portuguesa". 

A maior percentagem de atividade feminina (88%) encontra-se na faixa etária dos 25 aos 34 anos, fase da vida pessoal em que se tende a entrar na vida conjugal e a ter filhos, mantendo-se nos 87% na faixa dos 35/44 anos, em que muitas mulheres ainda estão a ter filhos ou têm filhos em idade escolar.


* Desigualdade do género, injustamente.

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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA 
DE LEUCEMIAS E LINFOMAS




Inscreva-se como sóci@ da APLL por apenas € 5/ano. As verbas que recolhidas através dos novos sócios ou donativos revertem integralmente a favor dos doentes: oferecemos pijamas, uma vez que o tratamento de quimio e radioterapia os leva a transpirar imenso, pelo que têm de trocar de pijama várias vezes ao dia; oferecemos um plafond de 200/250 euros/mês, conforme o caso, para compra de medicamentos em farmácia por doentes carênciados, que permitam complementar o tratamento ambulatório - estes casos são analisados pela assistente social do IPO do Porto e remetidos para a APLL.

Dadores de Sangue

As colheitas de sangue podem salvar vidas. Os doentes sujeitos a tratamentos de quimio, rádio e imunoterapia precisam, muitas vezes, de transfusões de sangue aquando do tratamento.

Dadores de Medula

O registo como dador de medula óssea não traz benefícios directos ao dador. No caso de se encontrar um dador compatível com um doente que precise de transplante, o dador poderá, ou não avançar com o processo de dádiva. Nos dias de hoje, o processo é extremamente simples e indolor, podendo ajudar a salvar uma vida.

Associação Portuguesa 
de Leucemias e Linfomas
Clinica Oncohematologia
R. Dr. António Bernardino de Almeida,
4200-072 Porto
Tel. 225 084 000 - ext. 3100 | 93 440 50 12
E-mail: geral@apll.org

Associação Portuguesa Contra a Leucemia
Rua D. Pedro V - nº 128
1250-095 Lisboa
Tel: 213 422 204/05
Fax: 213 422 206
E-mail: apcl@contraleucemia.org | 
Web: http://www.contraleucemia.org

CEDACE – Registo Português 
de Dadores de Medula Óssea
Centro de Histocompatibilidade do Norte
Pavilhão "Maria Fernanda"
R. Dr. Roberto Frias
4200-467 Porto
Tel: 225 573 470
Fax: 225 501 101
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HOJE NO
"RECORD"

Responsáveis recorrem à reserva 
de 1.200 soldados 

O secretário de Estado da Cultura, Olímpicos, Media e Desporto britânico, Jeremy Hunt, anunciou esta terça-feira o recurso aos 1.200 soldados que estavam de prevenção para garantir a segurança dos Jogos Olímpicos.

O evento, que vai começar dentro de três dias e prolongar-se até 12 de agosto, vai ficar assim com um contingente total de 18.200 militares.

Uma empresa privada não conseguiu angariar, através de concurso, os 10.400 seguranças acordados com a organização, forçando os responsáveis políticos britânicos a recorrer ao exército local. 

* Estranho, como jogos que fazem a apologia da competição em paz e respeito, são obrigados a estes níveis de segurança, não é de agora, há 40 anos aconteceu o massacre de Munique.

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 PHOTOCHOC



Bhopal Gas Tragedy 1984 (Pablo Bartholomew)

Uma tragédia provocado por envenenamento matou mais de 15 mil pessoa na Índia. A fábrica responsável por esta fuga de pesticida foi a Union Carbide India Limited (UCIL)

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PROCESSO DE BOLONHA
SIM E NÃO


  

Um trabalho da Euronews em 23/07/12

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HOJE NO
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Jardim estranha coincidência entre incêndios e declarações sobre bombeiros 

O presidente do governo regional da Madeira disse, esta terça-feira, que os fogos que assolaram a ilha provocaram um cenário "dantesco" e considerou como "estranha coincidência" os incêndios terem ocorrido após as suas declarações sobre os bombeiros.
"O que acabei de ver é dantesco. As pessoas, há medida que forem circulando no concelho de Santa Cruz, vão ter uma imagem que parece que houve aqui um bombardeamento de napalm", afirmou Alberto João Jardim, que está a realizar uma visita aos concelhos afetados pelos incêndios da última semana.
Em Santa Cruz, onde 40 casas foram destruídas pelo fogo, o governante manifestou preocupação pela "enorme quantidade de zona agrícola ardida".
O responsável adiantou que "estão identificadas as pessoas que precisam de habitação", explicando que algumas optam pelo apoio em dinheiro para comprar material para poderem ficar instaladas nas suas próprias casas.

Segundo o governante, outras não quiseram habitações do governo, optando por ficar alojadas em casas de familiares.
"No campo agrícola aqui no concelho montámos uma espécie de delegação da secretaria regional do ambiente para orientar as pessoas a preencher a papelada para ter os apoios europeus", explicou Alberto João Jardim.
O governante destacou a necessidade de limpar algumas zonas sobranceiras às estradas, "para evitar deslizamentos" de rochas ou de pedras, e de substituir algumas condutas de água que foram destruídas pelos incêndios.
A este propósito explicou que existem moradores que estão a ser abastecidos com água através de camiões cisterna.
Questionado sobre se este cenário poderia ter sido evitado se houvesse mais bombeiros, Alberto João Jardim respondeu negativamente.
"Sobre os bombeiros que existem, mantenho o que disse há dias. Aliás, é uma coincidência estranha depois do que disse isto suceder", afirmou o governante.
A 12 de julho, Alberto João Jardim disse que o governo madeirense não estava disposto a pagar 50 bombeiros onde só basta ter 30.
"Quanto aos bombeiros a questão é muito simples: em vez de quererem ser bombeiros municipais, foram-se fazendo associações. Depois o Governo foi-lhes fazendo as sedes, o equipamento que têm também foi o Governo que pagou e algumas associações, não todas, foram metendo gente sem ser preciso. E agora são eles {associações] que têm que resolver o problema", argumentou o governante madeirense.
A 12 de julho realizou-se na Madeira um protesto da Associação dos Bombeiros Profissionais para alertar "para a degradação das condições de trabalho e de vida dos bombeiros profissionais das associações humanitárias do Funchal, Machico e Santa Cruz".
"Não estou a levantar suspeitas sobre os bombeiros, estou a levantar suspeitas é sobre a coincidência que houve de uma ação feita aqui na Madeira, não pelos bombeiros de cá - porque a maior parte dos bombeiros de cá até nem estão filiados nessas organizações", declarou.

Alberto João Jardim considerou igualmente que este "é um problema que cabe investigar à Polícia Judiciária".
O governante reiterou que "há bombeiros a mais em uma ou duas corporações e só nessas", desabafando que "esta situação excecional até parecia que era para provar que não havia bombeiros a mais".
Antes de seguir para a Ribeira Brava, onde continuou a ver as consequências dos fogos, Jardim elogiou o trabalho dos bombeiros que "atuaram inteligentemente", sublinhando a estratégia de "defender as casas e deixar arder o que era mato".
Durante a tarde, Alberto João Jardim vai visitar os concelhos Calheta e Porto Moniz.

* Os  verdadeiros "incendiários" na Madeira são os governantes. Se o Governo Regional autorizou a proliferação de associações de bombeiros é porque lhe convinha fosse qual o motivo. Atentar ao bom nome dos bombeiros é uma pulhitiquisse.
Por causa dos pulhíticos madeirenses são as populações que sofrem.

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