domingo, 22 de julho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 NÃO PERCEBEMOS 
QUAL É O ESPANTO 
PELO MINISTRO MIGUEL RELVAS TER FEITO 36 CADEIRAS NUM ANO; 
QUALQUER CARPINTEIRO BRIOSO FAZ ISSO NUMA SEMANA!... 

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 Querida, eu cresci 
as miúdas!!!



Diane Kruger

Tyra Banks

 Anna Faris

Melanie Brown

Lindsey Lohan

Britney Spears

Salma Hayek

 Katherine Zeta Jones

Sarah Jessica Parker


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História do Assobio 



1)Colonel Bogey Theme 2)Sweet Georgia Brown 3)Whistle While You Work 4)Lassie 5)Andy Griffith Show 6)The Good, The Bad, And The Ugly 7)Daydream 8)Twisted Nerve 9)Sittin on The Dock of The Bay 10)Hello, Goodbye 11)Me And Julio Down By The Schoolyard 12)The Stranger 13)Goodbye Stranger 14)Angel In The Centerfold 15)Walk Like An Egyptian 16)Don't Worry, Be Happy 17)Patience 18)Regulators 19)Sissyneck 20)Love Generation 21)Young Folks 22)Home 23)Tighten Up 24)Pumped Up Kicks 25)Moves Like Jagger


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VICENTE JORGE SILVA




 A moeda furada


O debate parlamentar sobre o Estado da Nação foi um não-acontecimento. Uma suposta anormalidade absolutamente normal num pequeno país que apenas obedece, respeitosamente, à regra europeia.
Uma semana depois das expectativas criadas pelo recuo da sra. Merkel no último Conselho Europeu – e que, apesar da sua crescente popularidade caseira, lhe valeram severas críticas entre algumas elites alemãs –, a ordem recompôs-se: o pacto de crescimento proposto pela França desvaneceu-se na sua dimensão simbólica, enquanto a Espanha e a Itália voltaram a ser alvo da voracidade dos mercados financeiros (que haviam começado por acolher com euforia os resultados da cimeira de Bruxelas).
O sentido da emergência evaporou-se. Não há sintonia entre o tempo vertiginoso dos mercados e o tempo longo das decisões e construções políticas. Nada de novo, afinal, na frente europeia, apesar das esperanças de um pequeno milagre e de uma brecha na muralha.
Passos Coelho limitou-se a reafirmar a fidelidade religiosa do seu Governo ao memorando da troika e não esclareceu o que se propunha fazer para contornar as dificuldades colocadas pelo Tribunal Constitucional ao Orçamento do Estado do ano que vem. Para já, não haverá aumentos de impostos nem outras medidas congéneres. Mas ninguém adivinha o futuro e há sempre circunstâncias imprevisíveis que obrigam a dar o dito por não dito, como Rajoy acaba de demonstrar em Espanha, com os riscos já patentes de uma incontrolável explosão social.
O apelo – lançado por Passos e secundado por Portas – ao maior partido da Oposição para colaborar na estratégia governamental era um truque estafado para compor as aparências. Apesar de perseguido pelo fantasma de Sócrates – que os tenores da maioria não se cansaram, aliás, de agitar durante o debate –, Seguro aproveitou para tentar distanciar-se da cumplicidade forçada pelo memorando que o PS subscreveu. Mas a herança socrática é efectivamente um fardo pesadíssimo que os socialistas não conseguem atirar para trás das costas, por muitas voltas que queiram dar ao destino.
Em todo o caso, o álibi Sócrates, à força de ser repetido até à exaustão, acaba por pôr a nu a extrema vulnerabilidade do Governo e a sua política de navegação à vista perante o impasse da política de austeridade.
Não faz sentido, aliás, pretender cativar a cooperação de Seguro e, ao mesmo tempo, dizer que ele e Sócrates são duas faces da mesma moeda, conforme declarou no debate de anteontem o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro. Pelo contrário, o que se torna cada vez mais notório são as bizarras semelhanças entre Sócrates e Passos Coelho.
Não são decerto irmãos gémeos na postura e no estilo. Mas se Passos é indiscutivelmente mais suave, menos impetuoso e agressivo do que o seu predecessor – cultivando a imagem de aluno bem educado que se preza de ser –, também já não dispensa imagens de recorte trauliteiro, como a da «porcaria no ventilador», utilizada neste último debate.
A verdade é que Passos não pode exibir a candura e a higiene de costumes políticos que eram a sua imagem de marca inicial, quando o Governo imita os piores tiques do clientelismo socrático, distribuindo cargos de favor entre fiéis e apaniguados ou deixando enredar-se no burlesco folhetim Relvas (que, na sua vertente ‘doutoral’, é apenas um remake da engenharia universitária de Sócrates).
Mais do que isso, porém, é a atitude obstinada de negação da realidade, a cegueira e a arrogância política (mais dissimulada e sonsa em Passos Coelho), o que tende a fazer deles gémeos políticos, embora separados à nascença. E se a outra face da moeda de Sócrates fosse, afinal, Passos Coelho? Ou se ambos se reduzissem a uma moeda furada?


IN "SOL"
16/07/12

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ÚLTIMA HORA


Bêbados em Portugal 
querem ser Enólogos! 

Pedem equivalência 
com base na experiência!

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Os brinquedos 


muita "finos"

 



Uma louca miniatura dum Boeing 747, criada em 1994 com 32kg de peso, 3,7 metros de envergadura e 4,4 metros de comprimento. uma loucura de gente rica.

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FF e VANESSA


Interpretam

  ENDLESS LOVE




M
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ESTA SEMANA NA

"VISÃO"

Adoção por casais do mesmo sexo 

A adoção de crianças por casais do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. 
Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co adoção que salvaguarde os casos já existentes 
 
Garantir que as crianças que já vivem em famílias constituídas por casais do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal. É este o teor do diploma que quatro deputados do PS - Pedro Delgado Alves, Isabel Moreira, Elza Pais e Maria Antónia Almeida Santos - vão apresentar, ainda este mês, na Assembleia da República para que seja agendado e discutido depois das férias (o Parlamento encerra a 31 de julho e reabre a 3 de setembro).

Não se trata de consagrar a adoção, explica Isabel Moreira, deputada independente do PS, no sentido em que não se "fala de situações a constituir", mas sim de "co adoção, pois o que se pretende é resolver situações que existem". 

'Homofobia é inadmissível' 
E muitos destes casais têm-se juntado às Famílias Arco-Íris, um grupo da ILGA Portugal (associação de defesa dos direitos dos homossexuais) que apoia casais do mesmo sexo e com filhos. Paulo Côrte-Real, presidente da ILGA, não tem dúvidas de que a atual lei "privilegia o preconceito, ignorando a existência destas famílias" e que elas devem ter os mesmos direitos que as outras. 

Por isso, congratula-se por o projeto do PS incidir exatamente sobre "realidades e não sobre fantasmas, aqueles que muitos associam à homossexualidade".

* Os políticos são mais homofóbicos que o cidadão comum, saúde-se a atitude deste deputados.

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TANQUES QUE DANÇAM


E PARECE QUE VOAM

 

  


Veículos de combate russos que dançam e parece que voam, uma interpretação suavizada duma indústria cujo produto final é uma máquina de morte, terrível. 

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Relvas não quer sair sem vender a RTP 

Passos Coelho não remodela o ministro-adjunto sob pressão e Relvas não gostaria de sair, pelo menos antes de fechar a privatização de um canal da RTP.
O primeiro-ministro foi esta semana à Comissão Política do PSD defender o ministro: "Não o convidei para ministro da Educação nem por ter uma licenciatura. Ele é um doer [fazedor] e faz bem", afirmou. 

"FAZEDOR" »» de trabalho sujo

* O canal da RTP vai para o ZEDU ou para outro amigo qualquer, Relvas não perde um bom negócio, foi por ser esperto que se licenciou sem estudar, à séria.

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FLORESTA TALHADA















CS
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ESTA SEMANA NO

"SOL"

21 biliões de euros dos mais ricos 
em paraísos fiscais 

Os cidadãos mais ricos do mundo colocaram pelo menos 21 biliões de dólares (17,27 biliões de euros) em paraísos fiscais, o equivalente ao produto interno bruto combinado norte-americano e japonês, refere hoje um relatório da Tax Justice Network.

O relatório desta organização não governamental de defesa da transparência fiscal justifica este valor com dados recolhidos junto do Banco Internacional de Pagamentos e do Fundo Monetário Internacional.
COMUM EM TODO O MUNDO

James Henry, autor do relatório e antigo economista-chefe da consultora McKinsey, refere, citado pela agência noticiosa France Presse, que este valor é cauteloso, referindo ainda que os mais ricos do mundo poderão ter escondido em paraísos fiscais como as Ilhas Caimão e a Suíça cerca de 32 biliões de dólares.

«Estes activos estão protegidos por um grupo de facilitadores profissionais, altamente pagos e diligentes, na banca privada e nos sectores do direito, da contabilidade e dos veículos de investimento, que se aproveitam de uma economia global com cada vez menos fronteiras», disse James Henry.
Segundo o relatório, os dez maiores bancos privados geriram mais de seis biliões de dólares em 2010, contra 2,3 biliões cinco anos antes.

A Tax Justice Network tem uma agenda contra os paraísos fiscais e a favor da transparência do sistema fiscal.


 *  A democracia do dinheiro, os donos da banca, das indústrias das armas, dos remédios, do petróleo e do pão, são sempre  os mesmos, um bando de velhacos que todos os dias condenam milhares a morrer à fome.

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 RÚSSIA

FESTIVAL HIPPIE































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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

FMI quer cessar ajudas à Grécia.

O FMI tenciona cessar as ajudas financeiras à Grécia, o que poderá lançar este país da zona euro na falência já em Setembro - noticiou este domingo a edição electrónica do 'Der Spiegel'.
A intenção do FMI de não libertar mais dinheiro do programa de ajustamento financeiro negociado com Atenas já foi comunicada à União Europeia.A confirmar-se o fim da participação do FMI nas ajudas financeiras, a única solução para a Grécia será abrir falência, em Setembro, e regressar à antiga moeda, o dracma, situação sem precedentes na zona euro que deverá abalar profundamente a economia helénica, além de afectar os parceiros europeus. 

* Se isto acontecer é  princípio do fim da União Europeia, a tão badalada solidariedade entre nações está a dar o "pum" mestre, nem o pintando de verde nos safamos.

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POEMAS

   
MANIFESTO ANTI-CAVACO


por  Mário Viegas



  

Com a devida vénia à SIC


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ESTA SEMANA NO
"i"

Deputados faltam mais à sexta-feira 

 Trabalho político é o motivo mais alegado para justificar as faltas aos plenários de quartaa sexta-feira 

A sexta-feira é o dia em que os deputados mais faltam aos plenários da Assembleia da República. Trabalho político é a justificação mais comum para a ausência dos parlamentares nas vésperas do fim-de-semana. Os deputados têm um dia específico para dedicar ao trabalho político nos seus círculos eleitorais: a segunda-feira.

Mas a tendência mantém-se com a generalidade das faltas: seja por motivo justificado ou de força maior, o final da semana regista sempre um pico de cadeiras vazias em São Bento. Nem mesmo as ausências por doença são excepção: também aumentam à sexta-feira.

O i contou as faltas às 134 sessões plenárias do ano parlamentar, constatando que estas aumentam com o decorrer da semana: às quartas contam-se 243 faltas, às quintas 270 e o fim da semana, à sexta-feira, culmina com 402 faltas. Quanto aos motivos invocados pelos parlamentares, o trabalho político aparece como a principal justificação, seguido de doença, paternidade, força maior, luto, motivo justificado, assistência à família, casamento e trabalho parlamentar.

Em 2009, o então presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, ordenou mudanças no regime de presenças e faltas, deixando de ser necessário, na maioria dos casos, entregar qualquer prova para justificar a falta. A palavra dos deputados “faz fé” e não carece de “comprovativos adicionais” – é o caso, por exemplo, da justificação por “força maior”. “Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana”, pode ler-se no regime de presenças e faltas ao plenário. Na prática, a esmagadora maioria das faltas acaba por não necessitar de qualquer comprovativo.

Os deputados que mais invocaram trabalho político para as suas faltas foram os eleitos pelos círculos de fora da Europa e da Europa. Excepção feita ao secretário-geral do PS e deputado eleito por Braga, António José Seguro, que foi o quinto mais faltoso com esta justificação. Ao i, fonte do gabinete de imprensa do secretário-geral do PS justifica as 18 faltas de Seguro por este “se encontrar em actividade política de interesse para o país, fora do parlamento”. “Na actividade relevante encontram-se, por exemplo, a participação em reuniões e iniciativas europeias, o Roteiro em Defesa do Interior, o encerramento de uma conferência integrada nas comemorações do Dia da Europa ou uma audiência com o Presidente da República”, justifica a mesma fonte.

Já o deputado do PSD eleito pelo círculo fora da Europa, Carlos Páscoa Gonçalves, justifica ao i as 40 faltas com a “necessidade de deslocação às várias comunidades”. “O círculo fora da Europa engloba os quatro continentes. É diferente ter de fazer visitas às comunidades em África ou na Austrália do que em Lisboa, não há como fugir disso”, afirma. Contudo, o deputado frisa que estas faltas são “previamente” comunicadas ao grupo parlamentar e à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves. Também o deputado do PSD, eleito pelo círculo da Europa, Carlos Alberto Gonçalves, diz que os deputados dos círculos da emigração não têm “tempo útil” para responder às iniciativas e chegar sempre a tempo dos plenários.

Ao longo desta sessão legislativa houve apenas duas faltas injustificadas, dadas pelas deputadas do CDS Teresa Caeiro e Vera Rodrigues. Segundo o Estatuto dos Deputados é descontada uma vigésima parte do vencimento mensal pela primeira, a segunda e terceira faltas. Tendo em conta que o vencimento base ilíquido de um deputado, segundo dados disponíveis no site da Assembleia, é de 3624,41 euros então será descontado 181,22 euros ao deputado com uma falta injustificada.

A bancada do PS é a mais faltosa, tendo cada deputado faltado em média quase seis vezes. O PCP vem a seguir com uma média de cinco vezes, seguido do PSD com quatro, do CDS com três e meia, do BE com quase duas vezes e do PEV que não conta com qualquer falta. Dos 230 deputados eleitos, 51 não faltaram nenhuma vez aos plenários.


* É um  velho hábito lusitano, à sexta-feira há sempre um familiar doente, uma reunião fora e até trabalho político, ninguém confessa que se balda. Nem à sexta-feira os deputados constituem exemplo, salvo 51 que nunca faltaram.

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PASSEANDO PELO ORIENTE










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ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS

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