terça-feira, 10 de julho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 GENTE FELIZ

























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AS MAMAS VALEM UMA VIDA



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We Will Rock You
COMERCIAL DA PEPSI




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 PORQUE O VENTO APARVALHA OS HOMENS...





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HOJE NO
"DESTAK"

Aumenta número de idosas com HIV
 em estado avançado 

Não estão incluídas nos grupos ditos de risco e por isso, sentem-se mais protegidas de uma doença que acreditam ser um exclusivo dos mais jovens. Mas o que as mulheres com mais idade não sabem é que o risco, nelas, é acrescido. 

Sobreviver já não é palavra rara no vocabulário dos doentes com VIH/sida. E ainda que a cura continue a ser o objectivo final, a doença deixou de ser sentença de morte, cortesia da investigação, para, em muitos casos, se transformar numa doença crónica. 

No entanto, alerta Teresa Branco, especialista de medicina interna do serviço de Infecciologia do Hospital Fernando Fonseca, na Amadora, chegam aos serviços de saúde cada vez mais mulheres com sida «e portanto, já em fases muito avançada da doença». 

É sobretudo às de mais idades que isto acontece. Excluídas dos grupos ditos de risco, a mulheres mais velhas acabam por não se reconhecer como tal, ou seja, como estando em risco de infecção. «Muitas vezes já sem a preocupação de uma gravidez indesejada, com um novo parceiro da mesma idade, nem põem a hipótese de utilização de um preservativo. Ou com o seu companheiro de sempre, que muitas vezes desconhece a sua própria infecção, a mulher de mais idade só vai saber que se infectou quando fica doente», refere a médica. Por isso, reforça, é muito importante «chamar a atenção que esta não é uma doença só dos jovens, que pode afectar toda a gente». 

Aliás, as mulheres com mais idade têm até mesmo um risco aumentado, tendo em conta que «têm as mucosas mais frágeis, menos hormonas». Novos desafios O entender do tempo de vida destes doentes, que é já um facto – «a esperança de vida das pessoas infectadas assemelha-se, nos indivíduos que cumprem o tratamento, à da população em geral» –, acarreta problemas, dúvidas e dificuldades, como se os serviços de saúde estarão preparados para lidar com estes doentes. 

Teresa Branco defende que têm que «se organizar para lidar com uma doença crónica. Não é uma infecção para a qual se toma um antibiótico e se consegue uma cura. É uma doença que necessita de tratamento permanente e tomado de forma regular ao longo de toda a vida. Só assim se consegue manter o vírus controlado». 



 * Mais vale prevenir que remediar

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IV . O MUNDO 



SEM NINGUÉM

   2- a ameaça à capital


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 PORQUE O VENTO APARVALHA OS HOMENS...

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HOJE NO
"i"

Uso de contraceptivo reduziu as mortes maternas em 40% nos últimos 20 anos 

 O uso de contracetivos reduziu em 40% o número de mortes maternas registadas nos últimos 20 anos nos países em desenvolvimento, segundo um estudo divulgado hoje pela revista Lancet, que atribui a mudança à redução de gravidezes indesejadas. 

Cinco professores de instituições de investigação inglesas e norte-americanas coordenaram o estudo “Contracepção e Saúde”, publicado na revista médica, que apresenta novos dados sobre os efeitos do uso de contracetivos. 

De acordo com a investigação, o uso de métodos contracetivos nos últimos 20 anos permitiu às mulheres controlar as gravidezes indesejadas, reduzindo o número de mortes maternas em 40%. Em pouco mais de dez anos, o uso de anticoncecionais reduziu em cerca de 26% a taxa de mortalidade materna (risco de morte da mãe em cada 100 mil nados vivos). 

O estudo sublinha que o uso de contracetivos veio impedir gestações de alto risco, especialmente entre as mulheres com muitos filhos e aquelas cuja gravidez tinha terminado em aborto. No entanto, os investigadores estimam que mais 30% das mortes maternas poderiam ter sido evitadas se as mulheres tivessem tido acesso a métodos anticoncecionais. Os investigadores concluem por isso que os benefícios do uso de contracetivos para a saúde das mulheres superam os riscos. 

Da mesma forma, consideram que também pode melhorar os resultados perinatais (período compreendido entre a 28.ª semana de gestação e o 7.° dia de vida do recém-nascido) e a sobrevivência da criança, uma vez que permite aumentar o período entre os nascimentos dos filhos. Nos países em desenvolvimento, o risco de nascer prematuro e com baixo peso duplica quando a conceção acontece antes de terminarem os seis meses de um parto anterior. 

Da mesma forma as crianças que nascem antes de o irmão ter dois anos têm 60% mais de probabilidades de morrer na infância do que aqueles que nasceram dois anos após o nascimento do irmão. O estudo hoje divulgado é da autoria do professor John Cleland, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, do professor Agustin Conde-Agudelo que está associado a várias instituições de perinatologia e do Instituto Nacional de Saúde. O professor Herbert Peterson pertencente ao Departamento de Saúde Maternal e Infantil e Amy Tsui do Departamento da População, Família e Saúde Reprodutiva. 

* Contraceptivo, se calhar uma "modernice" na opinião do sr Cardeal Patriarca...


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EYEBOMBING





Eyebombing é o acto de colocar olhos arregalados em objectos existentes nos espaços públicos.  O objetivo é humanizar as ruas, e animar os transeuntes.



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 Federação com Fundo de Garantia Salarial para o futebol não profissional 

A Direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aprovou a criação de um Fundo de Garantia Salarial para o Futebol não profissional, que estará disponível para acorrer a situações de incumprimento salarial que afetem jogadores e treinadores. 

Em reunião realizada esta terça-feira, a direção liderada por Fernando Gomes decidiu ainda passar a distribuir por todas as Associações Regionais e Distritais a percentagem das receitas geradas pela realização dos jogos das Seleções Nacionais A e Sub-21 no nosso País, uma vez que até agora apenas as associações que recebiam os jogos eram beneficiadas financeiramente. 

O valor, até agora de 5 por cento do total das receitas, aumentou também para 10 por cento. 


*Justa decisão

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CARVALHO DA SILVA

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Trabalho, salário, dignidade! 

Revoltemo-nos e mobilizemo-nos contra a desvalorização do trabalho, contra a exploração oportunista, contra a ausência de dignidade com que tratam os trabalhadores. É ignóbil pagar a um enfermeiro ou enfermeira menos de 4 euros por hora, a jovens engenheiros, arquitetos, designers, economistas, etc., entre 400 e 600 euros por mês, impondo-lhes até a utilização de viaturas próprias para fazerem o trabalho. 

 É vileza e malvadez fazer-se toda uma campanha de motivação dos jovens para que façam formações com qualidade, e depois, por exemplo, os grandes escritórios de advogados, os grandes meios de Comunicação Social, múltiplas empresas das mais diversas áreas, explorarem estagiários e profissionais em início de carreira, colocando-os a fazer trabalho normal sem retribuição ou a troco de míseros subsídios. 

É revoltante observarmos multidões de trabalhadores que em call centers, ou noutras atividades, são remunerados por valores que oscilam entre os 2 e os 3 euros por hora. 

Não se admite que o salário mínimo nacional (SMN) continue tão baixo e que existam dezenas e dezenas de milhares de trabalhadores a quem nem sequer o SMN é pago, enquanto alguns senhores se abotoam com centenas de milhares ou milhões de euros por ano. 

É ainda revoltante ver governantes, serviços públicos como o IEFP, gestores ou patrões instalados, académicos ao serviço do sistema dominante a responsabilizarem individualmente os jovens pelo seu futuro, vendendo-lhes a trapaça do "empreendedorismo" neoliberal como solução milagrosa que tudo vai resolver. 

A redução violenta dos salários, o desemprego em massa e a generalização das precariedades no trabalho constituem-se hoje, inequivocamente, como três opções estruturantes das políticas que vêm sendo impostas aos portugueses. Não tenhamos dúvidas: elas fazem parte dos grandes objetivos a atingir pelo "governo interno" (de Passos Coelho) e pelo "governo externo" (da troika e C.ª), que as determinam como "necessidade". 

A crise surge a justificar o desemprego, o corte nos salários, as instabilidades e inseguranças no trabalho, mas estas duras realidades foram e são "matéria-prima" da gestação e do aprofundamento da própria crise. Serviram o cavalgar da ofensiva neoliberal, tornando a sociedade cada vez mais carregada de desigualdades na utilização e distribuição da riqueza; agora, aceleradamente, estão a alimentar um perigoso retrocesso social e civilizacional. 

Este retrocesso tem como alvo fundamental o trabalho, o seu valor e os direitos laborais e sociais a ele associados. 

O trabalho é atividade produtiva indispensável para a criação de "valores" de uso e de troca. É imprescindível que a economia seja sustentada pelo trabalho e não por processos de financeirização e especulação. 

O trabalho, valorizado e impregnado de comportamentos responsáveis, é espaço primordial de socialização. Em muitas situações tem até mais importância que o espaço família. 

 O trabalho digno, inserido num processo de efetivo desenvolvimento e sustentando-o, convoca aprendizagens e qualificações e desenvolve-as, sendo motor de avanços tecnológicos e organizacionais, de modernização de empresas e serviços. 

A valorização do tempo e das condições de trabalho é a única via segura para valorizar o tempo e as atividades do não trabalho. Um homem ou mulher que trabalha deve ter condições para efetivar o seu trabalho com motivação, dignidade e responsabilização, e a sua condição de trabalhador não pode tolher a condição de cidadão e do ser humano pleno. Se não houver salários dignos e tempo para a família, para a formação, para o lazer, para a participação cívica e política, jamais se sustentará um conjunto de atividades importantes das sociedades modernas desenvolvidas e a democracia será estrangulada. 

O salário não é um mero custo. Ele dinamiza a economia. Entretanto precisamos de substituir as loucuras do enfoque à competitividade e à produtividade por objetivos de desenvolvimento humano, mas isso não será feito com ataque aos valores do trabalho. Pela via da desvalorização do trabalho não se encontrará o desenvolvimento, o progresso, a justiça social a que o povo português tem direito. 



IN "JORNAL DE NOTÍCIAS 
07/07/12 


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Comer no nosso tempo 
Por Nuno Borges, nutricionista* 

 As pessoas que estão mais activas durante a noite, as chamadas "corujas", têm mais dificuldade em perder peso do que as "cotovias", que funcionam melhor durante a manhã. Seja qual for o seu ritmo biológico, saiba que o seu relógio interno dita muito mais do que a hora de ir dormir. Veja-se o caso dos trabalhadores por turnos, que são muito mais afectados por doenças relacionadas com desequilíbrios alimentares, como a obesidade, a diabetes ou a hipertensão arterial. 

O tempo é um dos factores que mais determinam a biologia de todos os seres vivos. Plantas e animais vivem ao ritmo dos dias e das estações do ano, alternando sono com vigília, períodos férteis com inférteis, alternando também o local onde vivem ou até a aparência. O Homem não foge a esta regra. Também a nossa espécie tem mecanismos biológicos que lhe permitem uma adaptação ideal do nosso organismo ao desenrolar inexorável da luz seguida do escuro, dos dias frios e curtos seguidos dos longos e quentes. Para isso, dispõe de um fascinante sistema de relógios internos, por sua vez coordenados por um relógio principal existente no cérebro. 

No entanto, a nossa cada vez mais complexa organização social tem vindo a alterar este padrão natural. Trabalhamos muitas vezes sentados, iluminados artificialmente e sob uma temperatura que pode diferir substancialmente da exterior. Fazemos o mesmo de Verão e de Inverno e, para cúmulo, algumas pessoas trabalham por turnos, ora de dia, ora de noite, contrariando de forma violenta as aptidões ancestrais para lidar com o tempo. Tudo isto, a que alguns autores chamam de jetlag social, parece ter consequências para a nossa saúde, nomeadamente no que diz respeito à nossa alimentação e à forma como ela nos afecta. 

Reconhecemos também hoje a existência de pessoas com perfis diferentes no que respeita aos seus ritmos biológicos: os que preferem o período matinal - por vezes designados de “cotovias” - e os que preferem o período nocturno – os chamados “corujas”. A estes dois tipos de pessoas correspondem sensibilidades diferentes à dieta e aos seus horários, sendo que as “corujas” parecem ter, por exemplo, maior dificuldade em perder peso e tendência para comer mais alimentos muito energéticos, como doces. Este fenómeno é especialmente amplificado nos trabalhadores por turnos, que são muito mais vezes afectados pelas doenças relacionadas com os desequilíbrios alimentares, como a obesidade, a diabetes ou a hipertensão arterial. 

Por outro lado, existem ainda muitas dúvidas sobre qual será o padrão ideal para o número diário de refeições, isto é, como é que o tempo nos deve pautar a alimentação. A noção de que devemos comer cinco, seis ou mais vezes por dia não tem, na realidade, sustentação científica que a justifique. Sabemos que é possível ser saudável com padrões de consumo distintos, quer no tipo de alimentos quer no horário e número de refeições diárias. De qualquer modo, a irregularidade das refeições parece que é uma das características mais relacionadas com problemas de saúde. Das poucas certezas que temos a este respeito é o interesse do pequeno-almoço, especialmente nas crianças e adolescentes. 

Ou seja, o afastamento do tal ritmo “natural” acompanha-se muitas vezes de um número acrescido de problemas, muitos dos quais estão directamente relacionados com a nossa alimentação. Quando olhamos para o problema crescente da obesidade e para a dificuldade em lidarmos com ele, fica claro que a abordagem futura deverá incluir não só os bem estabelecidos aspectos ligados à dieta e à actividade física como também a introdução de modificações nos nossos ritmos biológicos. Este novo dado deverá merecer a atenção das autoridades a quem compete desenhar as estratégias de combate a estes problemas. Mas caberá também a cada um de nós tentar equilibrar-se o melhor possível com o nosso meio, respeitando uma sabedoria ancestral de separação de ritmos e fases. 


* Uma alimentação cuidada é a base primeira da saúde, coma bem e muitas vezes ao dia. Faça uns disparates de vez em quando.

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4-TERRA RARA


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Prepare-se para presenciar um verdadeiro e assombroso espectáculo. Mergulhe em oceanos e escale montanhas para conhecer o catastrófico passado e o violento presente de nosso planeta. Os eventos aqui registados são assustadores e fascinantes! Sabia que todos os anos uma média de 18.000 meteoritos cai na Terra; que apenas 7,4 km abaixo dos seus pés a temperatura chega a 3.000 graus; ou que o topo do Monte Everest um dia já foi o fundo do oceano? Fique por dentro da história da Terra, explore a Lua com os astronautas da Apollo, esteja presente na maior exploração subterrãnea do mundo. Veja o mais antigo artefacto geológico da Terra - uma rocha de 3.7 bilhões de anos. Descubra como a África e a América do Sul se separaram milhões de anos atrás. Testemunhe os efeitos devastadores de um terremoto e de um vulcão em erupção. Pare acreditar no poder deste extraordinário planeta! 

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Factor trabalho tem o pior contributo 
para o PIB em 20 anos 
  Emprego deverá recuar 3,9% este ano, 
diz o Banco de Portugal. 

De acordo com o Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal, publicado hoje, há 20 anos que o factor trabalho não era tão prejudicial à evolução da economia. "Antevê-se um forte contributo do factor trabalho para a redução do PIB em 2012", avança o supervisor, prevendo que a quebra no emprego retire 2,6 pontos percentuais ao PIB este ano. 


Desse modo, continua o Banco de Portugal, "o contributo do factor trabalho para a evolução da actividade económica deverá ser o mais negativo registado nas últimas duas décadas, uma vez que se projecta uma taxa de variação anual do emprego de -3,9%". 

No Boletim de Primavera, a previsão para o emprego era de uma contracção de 1,5%. Já em 2013 o factor trabalho terá um contributo um pouco melhor, ainda que se mantenha negativo. Deverá retirar 0,4 pontos ao PIB, "num contexto de quedas menos acentuadas do emprego", que deverá recuar 0,7% no próximo ano. 

Recorde-se que a taxa de desemprego em Portugal supera já os 15% e a escalada do número de desempregados tem surpreendido o Governo e a própria ‘troika', por se estar a fazer a um ritmo muito superior ao que seria de esperar tendo em conta a evolução da actividade económica. O desemprego é, aliás, um dos maiores riscos à execução orçamental deste ano. 


* O Banco de Portugal é actualmente uma entidade insuspeita.

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 SABEDORIA



 E  se for esperto pode ter a sorte de ir para Lusófona...


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AS 100 MELHORES CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº 39

THE KILLING MOON
DECHO AND THE BUNNYMEN




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Henrique Jales condenado 
a cinco anos de pena suspensa 

 Henrique Jales, o funcionário da TVI que abusou de uma menina de 13 anos em Abril do ano passado, foi esta terça-feira condenado a cinco anos de prisão, com pena suspensa. 

Para a suspensão da pena, o colectivo de juízes teve em conta o facto do arguído ter indemnizado, por sua vontade, a vítima, de não ter antecedentes criminais e ter confessado os seus crimes em sede de tribunal. Apesar da ressalva de que ninguém pode garantir que o arguido não volte a cometer abusos sexuais, os magistrados dizem ter a certeza de que Henrique Jales tem consciência de que errou e de que não pode voltar a cometer os mesmos crimes. 

Giuseppe Leanza encobridor de padres pedófilos,  


* Não há indeminização que sare as feridas provocadas por um violador. Cinco anos com pena suspensa é a cereja em cima do bolo para um tipo de criminoso que nunca se arrepende. 
E se a próxima vítima for um familiar de um dos juízes que agora o soltaram??? 
Não acreditamos nesta justiça.

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O BOSÃO DE HIGGS





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Mais de 14 mil milhões 
 Crescimento do crédito malparado impulsionado
 pelo aumento das dívidas das empresas. 

No caso das famílias, valor diminuiu em maio. Os «números negros» continuam a fazer história. Segundo dados do Banco de Portugal, ontem divulgados, o crédito malparado atingiu os 14.255 milhões de euros em maio, mais 319 milhões do que no mês anterior. 
 Estes valores revelam que 5,7 por cento dos empréstimos concedidos a famílias e empresas são de cobrança duvidosa – o valor mais alto desde que a instituição tem registo dos dados. A contribuir para este aumento está o incumprimento das empresas: no final de maio, havia 9417 milhões de euros de crédito malparado, o equivalente a 8,5% do total de empréstimos concedidos. 


Também aqui o crédito de cobrança duvidosa está ao nível mais alto de sempre. Já no caso das famílias, embora o malparado continue em níveis historicamente altos, diminuiu ligeiramente em maio. 

Do total de 137.521 milhões concedidos a particulares, 4838 milhões são de cobrança duvidosa, o correspondente a 3,5 por cento do total. No mês anterior, o peso era de 3,6 por cento. O crédito ao consumo continua a ser aquele com maior peso dos empréstimos malparados (10,9), enquanto no crédito à habitação 1,9 por cento dos empréstimos estão em incumprimento. 

Os dados do Banco de Portugal mostram também que o financiamento da banca à economia continua a reduzir-se, com particular impacto sobre as famílias. Em Maio, os bancos nacionais emprestaram 4052 milhões de euros a famílias e empresas em Maio, menos 17 por cento do que no período homólogo. 


* Não são as exportações que salvam estas famílias e empresas a não ser que o sub-produto a exportar sejam elas mesmas. 

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O PARAÍSO DOS HOMENS
 


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SETUBAL  À  NOITE


















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