sábado, 30 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


-

34- DANÇAS NATIVAS

DANÇA DA BOLÍVIA 
CHACARERA





.
.


TAILÂNDIA





.



TAILÂNDIA


 



-


BELLA FIGURA


  

Coreografia de Jiri Kylian



 .
-


TAILÂNDIA



.
.

FRANCISCO FERREIRA


Francisco Ferreira, da Quercus, 
faz um balanço da Rio+20 

Ao contrário do habitual nas conferências das Nações Unidas, os líderes, na conferência Rio+20 entre 20 e 22 de Junho, limitaram-se a aceitar a versão previamente aprovada, o que é inadmissível quando o objetivo da sua presença era aumentar a ambição e garantir um futuro melhor às próximas gerações 

 Duas décadas depois da ECO/92, que iniciou todo um conjunto de processos, nomeadamente três convenções nas áreas do clima, desertificação e biodiversidade e estabeleceu uma agenda para a sustentabilidade às escalas local e global (Agenda 21), o cenário não é animador. O aquecimento global não está a ser contido, as áreas desertificadas estão a aumentar e não se tem conseguido parar a destruição de muitos ecossistemas. Exigia-se mais da Conferência Rio+20 para contrariar estas tendências e não deixa de ser lamentável que, 20 anos depois, a erradicação da pobreza continue a ser um dos grandes problemas da atualidade, evidenciando que não se fez o trabalho de tornar a sociedade mais justa e equitativa. Isabella Teixeira, Ministra do Meio Ambiente do Brasil, teve um golpe de mestre quando numa conferência de imprensa, para responder às críticas de alguns líderes políticos, em particular François Hollande, Presidente da França, e também das organizações não governamentais de ambiente, mostrou as notícias aquando do final da ECO/92, com as críticas que também se fizeram nessa altura por não se ter isso mais longe. Realmente, destas conferências há sempre um misto de reações - é injusto dizer que não houve avanços mas, depois, percebe-se que também não há compromissos fortes para o futuro e, mesmo havendo, e olhando para as três convenções referidas anteriormente, percebe-se que os céticos tinham alguma, senão mesmo bastante razão. 

Mas o Brasil não queria repetir o desaire da conferência sobre alterações climáticas, em 2009, em Copenhaga, em que se deixou para os chefes de Estado e de governo a decisão sobre um documento final, com muitas opções por fazer, e que resultou num acordo fracassado. 

Depois de três dias de reuniões preparatórias (entre 13 e 15 de Junho), seguidas de uma maratona negocial entre sábado e terça-feira em que o Brasil assumiu a responsabilidade de conduzir os trabalhos como organizador da Rio+20, chegou-se a um documento a ser aprovado pelos chefes de Estado e de governo. Assim, no dia anterior ao verdadeiro início da conferência, o texto final estava terminado, mas foram retirados os aspetos mais controversos e mais ambiciosos, ficando apenas os consensos genéricos. 

Ao contrário do habitual nas conferências das Nações Unidas, os líderes, na conferência Rio+20 entre 20 e 22 de Junho, limitaram-se a aceitar a versão previamente aprovada, o que é inadmissível quando o objetivo da sua presença era aumentar a ambição e garantir um futuro melhor às próximas gerações. 

O objetivo principal da Rio+20 era definir o roteiro de áreas como a economia verde para os próximos anos, ou seja, como gerar empregos em áreas com baixo impacte ambiental. São exemplos disso a reciclagem de materiais, a eficiência energética e a aposta nas energias renováveis, a biodiversidade e a proteção dos oceanos, a gestão das grandes cidades. Por outro lado, havia que comprometer os países e assegurar os meios de implementação (incluindo questões de financiamento), em particular os destinados aos países em desenvolvimento. Em termos institucionais, a criação duma Agência Mundial das Nações Unidas para o Ambiente era uma das questões relevantes à escala internacional. Infelizmente, o que se conseguiu de mais concreto foi um plano a dez anos para termos padrões de consumo e produção mais sustentáveis; a criação de um fórum de alto nível para o desenvolvimento sustentável e orientações gerais nas diferentes áreas sectoriais. Falharam decisões fundamentais como a promoção de uma maior equidade no uso dos recursos, a recusa à subsidiação dos combustíveis fósseis, uma posição sobre os problemas do recurso à energia nuclear, ou a promoção de uma maior informação e formação da população para estimular a participação sobre desenvolvimento sustentável. 

Da Rio+20 saem orientações para as Nações Unidas e para os diversos países. Em Portugal, a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS 2015), atualmente em vigor, está na gaveta. Não se pretende mais documentos complicados e extensos mas sim uma revitalização da estratégia, simplificando-a, como forma de Portugal responder de forma integrada, inclusiva e prática aos desafios gerais que a Rio+20 propõe. É preciso perceber como queremos o nosso país em 2020, e também 2050, e por isso olhar o futuro independentemente dos governos e traçar os grandes objetivos para uma melhor qualidade de vida dos portugueses através de indicadores simples e claros. 

Num outro lugar do Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo, reuniu-se a Cúpula dos Povos. Milhares de pessoas discutiram como deveria ser a nossa sociedade respeitando a vontade e os valores ambientais e sociais das populações. Muitas ideias talvez possam parecer ingénuas ou extremistas mas, sem dúvida, que o espírito do encontro foi muito mais animador que o encontrado no RioCentro, onde a oportunidade de uma geração de governantes resultou pouco promissora. 



 IN "VISÃO" 
23/06/12 

.
.


TAILÂNDIA






.


 F – CONSTRUÍNDO

  UM IMPÉRIO

  IV.GRÉCIA



video



.
.


TAILÂNDIA





.
 AS 100 MELHORES 

CANÇÕES DOS ANOS 80
.


 (PARA A NME)
 .
Nº 48

PULL UP TO
THE BUMPER

GRACE JONES



.
.


TAILÂNDIA






 DOGUE
      BRASILEIRO


 

Classificação CBKC: Grupo 11 - Raça não reconhecida pela FCI. 
Padrão CBKC NR 04 
País de origem: Brasil 
Nome no país de origem: Dogue Brasileiro 
Utilização: Guarda Prova de trabalho
Para o campeonato, é exigida Prova de Apreciação de Caráter.

HISTÓRIA 
Pedro Ribeiro Dantas, em 1978, era criador de bull terriers em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. Após insistência de um vizinho, que tinha uma cadela boxer, aceitou cruzar um de seus bull terriers com a boxer. 

Nascida a ninhada, Pedro gostou de uma filhote e resolveu criá-la, batizando-a com o nome de Tigresa por conta da sua marcação de pêlos rajada. À medida que Tigresa crescia, demonstrava excepcionais qualidades. Era muito obediente, muito carinhosa, aprendia fácil e tinha uma excelente compleição física e vigor. 
Ao contrário dos bull terriers, que com o passar dos anos sua seleção privilegiou o desenvolvimento de hipertipias (características físicas exageradas) em detrimento da funcionalidade (parecido com o que aconteceu com o buldogue inglês), Tigresa era uma cadela muito funcional, ágil, forte e excelente na guarda. 
Seu vigor físico era superior aos dos bull terriers e boxers, não se cansava fácil, cheia de disposição e sem problemas de saúde ou estruturais musculo-esqueléticos. Também se notou que Tigresa era uma cadela muito mais tolerante em relação aos bull terriers, quando os mesmos provocavam ela costumava esquivar das agressões e se impor a eles sem usar da agressividade usando apenas o seu potencial físico superior e seu equilíbrio.
 Percebendo que da cruza resultou num cão funcional, equilibrado, excelente na guarda e com excelente vigor físico, Pedro procurou informações junto a outras pessoas que pegaram filhotes da ninhada para criar. Seus donos relataram que os cães eram excelentes na guarda, extremamente dóceis com a família assim como tinham também um excelente vigor físico. Procurou-se então fazer mais um cruzazamento de bull terrier e boxer (entre cães diferentes do primeiro) para ver se as características da ninhada se mantinham. 
Ao comprovar que as características se mantinham, cruzou-se os cães de diferentes linhas de sangue para ter a certeza se nasciam cães com as mesmas características ou com as hipertipias dos seus ancestrais. Foi comprovado mais uma vez que as características se mantinham, então foi decidido iniciar o desenvolvimento de uma nova raça canina. 

Desenvolvimento 
Após a primeira geração de cruzamentos entre bull boxers, Pedro Dantas foi cruzando ao longo da década de 80 os cães e seus descendentes. Sem intenção de fazer números, fazia ele cruzamentos esporádicos e planeados doando os filhotes a conhecidos para criar. 
Com o nascimento das ninhadas, de maneira cuidadosa, anotava-se as informações da árvore genealógica de cada cão. Também se percebia as características dos cães, tais como comportamento dos cães em relação à família e outros animais, seus instintos de guarda, doenças e porte físico. 
Constatou-se que, de maneira praticamente uniforme, os bull boxers tinham as seguintes características 
 - Extremamente eficientes na guarda, provavelmente pegando as boas características de guarda do boxer e do bull terrier num cão só. 
-  Extremamente apegados à família e equilibrados, pegando do boxer e do bull terrier a dedicação e amor que tem pelo dono e pela família. 
- Porte físico equilibrado e potente, herdando as características físicas do boxer melhoradas assim como as do bull terrier melhoradas, herdando, também, a maior tolerância a dor do bull terrier. 
- Cão com longevidade por volta dos 13 anos de idade. 

Nesta altura, o criador da raça não estava totalmente convencido de que o bull boxer era um cão com características físicas e de temperamento únicas para formar uma outra raça. Sendo assim, adquiriu alguns exemplares de raças similares para comparar. 
Adquiriu o American Staffordshire Terrier. Percebeu-se que fisicamente eram suficientemente diferentes e a questão do caráter e do instinto também eram suficientemente diferentes. Decidiu-se, então, por cruzar alguns exemplares de bull boxer com o american staffordshire terrier para ver se as características se mantinham (físicas e psicológicas). Para surpresa de Pedro Dantas, ao menos na primeira geração, as características do bull boxer se mantinham nos filhotes e exemplares adultos. Com o teste, não foi inserido mais sangue de American Staffordshire Terrier e se convenceu criar a raça, fechando o sangue nos exemplares de bull boxers já existentes. 

ASPECTO GERAL: cão de aspecto sólido, maciço e não esgalgado, sem parecer, no entanto, atarracado ou desproporcionalmente pesado. Deve dar impressão de agilidade e força, com músculos muito fortes, longos e marcados, dando a impressão de grande potência e impulsão. Ossos fortes. 

TEMPERAMENTO / COMPORTAMENTO: cão ativo, atento e observador, de expressão séria para estranhos e meiga para com o dono. Equilibrado, apto à disciplina, porém destemido quando provocado ou sob comando. Não deve dar demonstrações gratuitas de agressividade, principalmente diante de outros cães. 

PROPORÇÕES IMPORTANTES: o comprimento do tronco deve ultrapassar a altura na cernelha em aproximadamente sete por cento. A profundidade do peito deve ser de aproximadamente 50% da altura na cernelha. O comprimento da cabeça deve ser proporcional ao tamanho do cão. 

CABEÇA: de comprimento médio. Relativamente profunda na região craniana. Arco zigomático de largo para médio. A largura do arco zigomático deve sobressair em relação à do focinho, não devendo, no entanto, tal proporção ser exagerada. Linha superior do crânio, vista de frente ou de perfil, ligeiramente convexa. O sulco mediano deve ser visível e a pele da testa ligeiramente franzida, dando ao cão uma expressão séria quando atento. A distância do occipital ao stop em relação a do occipital à ponta do focinho deve ser de 50%. Masséteres relativamente bem pronunciados. 

REGIÃO CRANIANA 
Crânio: relativamente largo. 
Largura: a largura do crânio, na altura do arco zigomático, deve exceder em 7% a distância entre o occipital ao stop e ser o dobro da largura do focinho na altura dos dentes caninos superiores. 
Stop: leve, visto de perfil ou de frente. 
REGIÃO FACIAL 
Focinho: de comprimento médio, reto, mandíbula bem definida e muito forte, com poderosa potência de mordida.
Trufa: preta ou podendo acompanhar a diluição da cor da pelagem (cão cinza, rajado-azul, isabela ou fígado) - trufas vermelhas cor-de-carne não são admitidas; 
Bem desenvolvida, com narinas abertas. 
Dentes: fortes, bem alinhados, com fechamento frontal em tesoura ou torquês. 
Lábios: ajustados e curtos, com comissura labial relativamente ampla. 
Olhos: amendoados, do mel ao castanho escuro. Separados. Moderadamente pequenos. Pálpebras ajustadas não devendo mostrar a conjuntiva. 
Orelhas: de inserção ligeiramente acima da linha dos olhos. Operadas, opcionalmente, semi-curtas, em triângulos isósceles. Caso íntegras, deverão ser semi-caídas com caimento fronto-lateral. 

PESCOÇO: de comprimento médio. Forte, ligeiramente arqueado, engrossando do crânio aos ombros. Levantado, de porte relativamente alto. Desprovido de barbelas. 
TRONCO 
Linha Superior: alta na cernelha e descendente para a garupa. 
Cernelha: alta, região da cernelha muito musculosa. 
Tórax: alto e forte. 
Dorso: relativamente curto. 
Peito: profundo, mas não em excesso (aproximadamente 50% da altura na cernelha). 
Costelas: profundas e razoavelmente bem arqueadas. Antepeito: largo, visto de frente, sem dar a impressão, no entanto, de atarracamento. 
Lombo: levemente arqueado. Ventre: linha inferior levemente esgalgada. 
Garupa: levemente arredondada.

CAUDA: grossa. De inserção média, devendo ser portada acima da linha do dorso, quando o cão se movimenta; com postura muito levemente côncava, nessa mesma condição, se vista de frente. Opcionalmente operada, permanecendo o comprimento, neste caso, em, aproximadamente, vinte por cento a mais do que o da cabeça do cão. Se íntegra, oitenta por cento mais longa. 

MEMBROS
MEMBROS ANTERIORES: retos, com ossos retos e arredondados. 
Ombros: fortes e musculosos. 
Braços: fortes e musculosos. 
Carpos: fortes, com dedos fortes e arqueados. 
MEMBROS POSTERIORES: muito musculosos, fortes, com boa angulação. 
Coxas: muito musculosas. 
Jarretes: curtos e corretamente direcionados para frente. Patas: de gato. 

MOVIMENTAÇÃO: deve ser fluente, com força e agilidade. As patas devem se mover paralelamente com boa flexão, inclusive nos joelhos. 

PELE: grossa, relativamente solta, mas sem qualquer resquício de barbelas. 
PELAGEM: curta (até 2,5cm na cernelha) ou média; densa; luzidia e áspera. É aceita, sem restrições, a variedade de pelo médio, não devendo, no entanto o comprimento do pelo, na altura da cernelha, ultrapassar 4,7cm. 
COR: qualquer cor, variação ou combinação de cores são aceitas sem qualquer restrição. 

TAMANHO: 
Altura: 
machos: de 54 a 60 cm (preferencialmente 58 cm); 
fêmeas: de 50 a 58 cm (preferencialmente 56 cm). 
Peso: 
machos: de 29 a 43 kg (preferencialmente 39 kg); 
fêmeas: de 23 a 39 kg (preferencialmente 33 kg). 

OBS: as alturas e pesos devem ser respectivamente proporcionais. 

TÍTULO DE CAMPEÃO: Somente poderá obter o título de campeão os machos e fêmeas aprovados na apreciação do caráter, em anexo, em que deverão obrigatoriamente demonstrar coragem e, principalmente, controle. Os cães considerados atípicos, por falta de iniciativa, ou considerados perigosos, não poderão obter tal distinção. 



IN 
-CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
- WIKIPÉDIA

.
.


TAILÂNDIA






-



 UM POUCO ESQUISITOS






































.
.


TAILÂNDIA






.


       USS INDEPENDENCE






USS Independence (LCS-2) é um navio da classe Independence de navios de combate costeiros. Este é o sexto navio da Marinha dos Estados Unidos a ser nomeado com o conceito de independência. O projeto foi elaborado pelo consórcio General Dynamics para o programa LCS da Marinha, e concorre com a classe Freedom, concebida pela Lockheed Martin. A sua velocidade e autonomia são os grandes diferenciais para esse tipo de embarcação, que é capaz de manter uma velocidade constante de 70 km/h durante quatro horas seguidas

.
.


TAILÂNDIA





.


ESCULTURAS  EFÉMERAS










M
.


TAILÂNDIA





-
 
 
ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 46



  
 
Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00

 .
.


TAILÂNDIA






-


 AS 15 MAIORES ÁREAS

 METROPLITANAS DO MUNDO

 
14ª. Los Angeles, USA/2
Área metropolitana: 14,7 milhões de pessoas
Cidade: 3,8 milhões de pessoas
Los Angeles é a segunda maior cidade dos Estados Unidos em área ocupada. Uma extensa malha viária com vias expressas, avenidas e circulares internas menores cobre toda a cidade.


Detalhe urbano: 
 Los Angeles abriga as maiores populações mexicanas, guatemaltecas e coreanas fora dos seus países. Praticamente 40% da população da cidade não nasceu nos Estados Unidos.



 .

 HISTÓRIA 
1950 - 1990 
Na década de 1950, Los Angeles já era um dos principais centros industriais e comerciais dos Estados Unidos. Depois de Detroit, Los Angeles fabricava mais carros do que qualquer outra cidade americana; depois de Akron, era a maior fabricante de pneus do país; e depois de Nova Iorque, era o maior centro americano de manufaturação de roupas.
PREFEITURA
Uma lei que propusera limites para a altura máxima de prédios a serem construídos na cidade foi rejeitada em 6 de novembro de 1961. Isto, mais a contraditória renovação urbana no bairro de Bunker Hill (pitoresca, mas decadente), culminou na construção de vários arranha-céus em Los Angeles, desde então até a década de 1990. 
Diversas vias expressas foram construídas a partir da década de 1940, conectando Los Angeles com seus subúrbios. O pequeno e ineficiente sistema de transporte público da cidade (centralizada em um sistema ferroviário de passageiros, e algumas linhas de eléctricos  e light rail) foi desativada na década de 1950 (pressionada pela General Motors), o que tornou Los Angeles uma cidade voltada para o carro. 
UM FUNICULAR INAUGURADO EM 1901
Com mais fábricas sendo construídas e mais carros transitando nas vias públicas de Los Angeles, a poluição atmosférica tornou-se um sério problema em Los Angeles, especialmente em dias com poucos ou nenhum vento, onde a poluição gerada por fábricas e veículos acaba acumulando-se próximo ao solo, causando a formação de smog. Em 1989, um novo plano diretor, com extensão de 20 anos, foi implementado na cidade, cujo objetivo era reduzir os altos níveis de poluição atmosférica na cidade. 
Nesta mesma década, foi construído um sistema de metrô e de light rail, em uma tentativa de diminuir os constantementes congestionamentos que ocorrem nas auto-estradas da cidade, e diminuir a poluição atmosférica gerado por veículos.

1990  em diante 
A década de 1990 foi marcada por intensos conflitos raciais, agravada pela opressão policial. O incidente mais conhecido é o de Rodney King, um motorista afro-americano, que foi parado por quatro policias na cidade, em 3 de março de 1991. 

Os policias espancaram King, que sofreu graves ferimentos. Os policias foram indiciados, mas nenhum deles foi condenado, mesmo com as provas do crime tendo sido gravadas em um vídeo. O processo fora realizado em um subúrbio branco de Los Angeles, e todos os jurados eram brancos. O veredito do processo resultou em um grande motim popular nas ruas da cidade, especialmente em bairros afro-americanos. Como resultado, 53 pessoas morreram, 2,4 mil pessoas ficaram feridas e houve-se mais de um bilhão de dólares em danos. Os policias foram processados novamente em 1993. Dois deles foram condenados a dois anos de prisão, e os outros dois, absolvidos. A prefeitura de Los Angeles depois seria condenada a pagar uma indenização de 3,75 milhões de dólares para Rodney King. 

Geografia 
Los Angeles está localizada no sudoeste dos Estados Unidos, e no sudoeste do Estado americano de Califórnia, na costa do Oceano Pacífico. Situa-se a aproximadamente 560 km sul da cidade de San Francisco e a 210 quilômetros nordeste de San Diego e da fronteira mexicana. 
 Com uma área total de 1 290,6 km², Los Angeles atualmente é uma das maiores cidades americanas em área, embora no início do século XX, a cidade tinha apenas uma pequena fração da área atual. Os limites municipais de Los Angeles cresceram com a gradual anexação de cidades vizinhas, como Hollywood, San Pedro, Van Nuys e Westwood, atualmente, distritos da cidade de Los Angeles. 

A maior distância entre dois pontos norte-sul em Los Angeles é de 71 quilômetros, e a maior entre dois pontos leste-oeste é de 44 quilômetros. São cerca de 550 km em fronteiras municipais com outras cidades vizinhas. De sua área de 1 223 km², 1 214,9 km² ficam em terra firme, e 75,7 km² em corpos de água. O ponto mais elevado da cidade é o Monte Irmã Elsie (Sister Elsie Peak, em inglês), que possui uma altitude de aproximadamente 1 680 metros. 
Localizada num terreno bastante acidentado, a altitude média de Los Angeles é de 84 metros, estando a um mínimo de 0 metros nas praias de Santa Ana, e a um máximo de 1 680 metros (no monte Irmã Elsie). Os terremotos são uma ameaça diária em Los Angeles. O passado sísmico da cidade não é tão trágico quanto o de San Francisco, mas, nada impede que um sismo devastador aconteça na cidade.

Região metropolitana 
Los Angeles é a sede de condado do Condado de Los Angeles, o condado mais populoso dos Estados Unidos, com um total de 10 179 716 habitantes. 


São 88 cidades, todas parte da região metropolitana de Los Angeles, das quais dez possuem mais do que 100 mil habitantes. Long Beach, Glendale e Santa Clarita são as cidades mais populosas e importantes do condado. Muitas cidades do condado estão completamente cercadas pela cidade de Los Angeles, caso de West Hollywood, Westwood, San Pedro e Culver City. 
Cidade População
1 Los Angeles 4 045 873
2 Long Beach 492 642
3 Santa Ana 353 184
4 Anaheim 346 823
5 Riverside 311 757
6 Irvine 209 806
7 Glendale 207 157
8 San Bernardino 205 493
9 Huntington Beach 201 993
10 Oxnard 194 905

Outras estão cercadas por Los Angeles e pelo Oceano Pacífico, como Santa Mônica e Torrance. A região metropolitana de Los Angeles é composta pelos condados de Los Angeles, Riverside e Orange, que possuem quatro grandes aglomerações urbanas distintas: Los Angeles-Long Beach, Condado de Orange, Riverside-San Bernadino e o Condado de Ventura. No total, são 12 146 000 habitantes e 4 319,9 km² de área urbanizada, o que torna a região metropolitana de Los Angeles a segunda mais habitada dos Estados Unidos, a terceira mais habitada da América do Norte, bem como uma das maiores do mundo.

Clima 
Los Angeles possui um clima bastante agradável, em comparação a outras grandes cidades americanas. Invernos amenos e verões quentes tornam as praias de Los Angeles bastante movimentadas quase o ano inteiro. 

A temperatura média no inverno é de 13ºC, com mínimas entre 12 °C e 10 °C, e máximas entre 18 °C e 21 °C. A temperatura média no verão é de 23 °C, com mínimas entre 12 °C e 17 °C, e máximas entre 24 °C e 38 °C. Precipitação cai na maioria das vezes na forma de chuva, embora no inverno, algumas vezes neve na cidade. Porém, a maior parte da neve acaba derretendo rapidamente ou na atmosfera ou no solo. 
A taxa de precipitação média anual na cidade é de 38 cm. As maiores temperaturas sempre são registradas nos meses de Agosto e Setembro, principalmente em ocasiões de Vento Sant'Ana, onde a umidade relativa do ar chega a ficar abaixo dos 10% por vários dias e as temperaturas até a 37 graus na cidade de Los Angeles e a mais de 41 graus nas cidades mais ao interior do estado, como Riverside e San Bernardino. 
Do final do mês de Maio até meados de Julho o litoral da Califórnia vive uma situação de ventos marítimos que chegam ao continente e provocam dias de tempo muito nublado, névoa e temperaturas amenas. Nesse período, nas áreas litorâneas do Condado de Los Angeles as temperaturas máximas não ultrapassam os 20 graus e no centro da cidade elas só vão ficar acima dos 25 graus a partir de Julho. 

 O Inverno é a estação chuvosa, onde costuma-se registar temperaturas mais baixas, mínimas em torno de 5 °C e máximas inferiores a 13 °C no mês de Dezembro e no começo de Janeiro. Depois disso, ventos secos predominam e aumentam as temperaturas por um bom tempo, sendo observados período de muita oscilação da temperatura, normalmente com manhãs de 8 °C e tardes de 25 °C.

Poluição 
O uso extensivo de veículos pela população de Los Angeles e a geografia da cidade, com montanhas cercando toda a região mais densamente habitada fazem com que a cidade sofra bastante de poluição atmosférica. 

Muito das emissões geradas pelos veículos acaba ficando presa, por causa das montanhas, bem como as emissões geradas pelas indústrias ali localizadas. Outro problema é a crescente contaminação dos lençóis de água localizados sob a cidade.

Terramotos 
Como outras cidades localizadas na Califórnia, Los Angeles está localizada numa região altamente vulnerável a terramotos. A Califórnia é uma das regiões do mundo mais sujeitas a terremotos. 

Existem mais de 300 falhas geológicas no Estado. Além de estar a poucos quilômetros da zona de choque (encontro) entre a Plac-a do Pacífico e a Placa Norte-Americana, Los Angeles fica sobre um terreno relativamente húmido e macio, o que aumenta a vulnerabilidade das estruturas ali instaladas em um caso de um grande terremoto. O terramoto mais recente foi o Terramoto de Northridge, ocorrido em 1994, que causou danos de propriedade avaliados em bilhões de dólares. 

Recentemente, no dia 29 de julho de 2008, um terramoto de 5,4 graus na escala Richter pôde ser sentido de Los Angeles a San Diego. O Centro de Geologia dos Estados Unidos informou que o epicentro do sismo estava localizado a 47 km ao sudeste do centro Los Angeles, próximo de Chino Hills. Felizmente, apenas cinco pessoas ficaram feridas e foram reportados apenas pequenos danos estruturais.


WIKIPÉDIA 

.
.
BICHINHOS ADORÁVEIS










M