sábado, 23 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Diz o marido para a mulher: 
- Lembras-te como éramos felizes há 30 anos atrás? 
-Como assim, nem sequer nos conhecíamos!!?? 
-Por isso mesmo. 

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ESTA MADRUGADA VAMOS EDITAR
"PEIDA-FORA-DE-HORAS"


"THE WAR OF THE DEMOCRACY"
ÀS 00H05 

Observe a promiscuidade entre o dinheiro e o poder político

FALTAM 20 MINUTOS 

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POR PORTUGAL
 
 
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33- DANÇAS NATIVAS

DANÇA DO PAÍS BASCO 
FANDANGO
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POR PORTUGAL
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 MÃE, a dieta
que prometeste???




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13.KAMASUTRAM



Kamasutram (Sânscrito: कामसूत्र), geralmente conhecido no mundo ocidental como Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita. O texto foi escrito por Vatsyayana, como um breve resumo dos vários trabalhos anteriores que pertencia a uma tradição conhecida genericamente como Kama Shatra.




“Ao contrário do que muitos pensam, o Kama Sutra não é um manual de sexo, nem um trabalho sagrado ou religioso. Ele também não é, certamente, um texto tântrico. Na abertura de um debate sobre os três objectivos da antiga vida hindu - Darma, Artha e Kamadeva - a finalidade do Vatsyayana é estabelecer kama, ou gozo dos sentidos, no contexto. Assim, Darma (ou vida virtuosa) é o maior objetivo, Artha, o acúmulo de riqueza é a próxima, e Kama é o menor dos três.” — Indra Sinha.



Kama é a literatura do desejo. Já o Sutra é o discurso de uma série de aforismos. Sutra foi um termo padrão para um texto técnico, assim como o Yôga Sútra de Pátañjali. O texto foi escrito originalmente como Vatsyayana Kamasutram (ou "Aforismos sobre o amor, de Vatsyayana"). A tradição diz que o autor foi um estudante celibatário que viveu em Pataliputra, um importante centro de aprendizagem. Estima-se que ele tenha nascido no início do século IV. Se isso for correto Vatsyayana viveu durante o ápice da Dinastia Gupta, um perído conhecido pelas grandes contribuições para a literatura Sânscrita e para cultura Védica.



"Foi dito por alguém que não há ordem ou momento exatos entre o abraço, o beijo e as pressões ou arranhões com as unhas ou dedos, mas que todas essas coisas devem ser feitas, de um modo geral, antes que a união sexual se concretize, ao passo que as pancadas e a emissão dos vários sons devem ocorrer durante a união. Vatsyayana, entretanto, pensa que qualquer coisa pode ocorrer em qualquer momento, pois o amor não se incomoda com o tempo ou ordem."




"Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável."


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POR PORTUGAL
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 Com tranquilidade




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Cristina Amodio

      

     Alessandro Molin
     


  


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POR PORTUGAL
 
 
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 Que desperdício






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JULIA GILLARD e LEE MYUNG-BAK


  

O evangelho 
       do crescimento 

Quase quatro anos após o início da crise financeira global, a economia mundial permanece frágil e o desemprego está inaceitavelmente elevado. Há cerca de 200 milhões de pessoas desempregadas em todo o mundo, incluindo cerca de 75 milhões de jovens. O crescimento está a enfraquecer em muitos países, o risco está a crescer e a incerteza intensificou-se, principalmente devido aos acontecimentos na Europa. Apenas uma rápida e sustentada recuperação poderá impedir o aumento dos custos humanos da estagnação económica. 

Quando o G-20 se reunir em Los Cabos, México, a 18 e 19 de Junho, o seu desafio será desviar a percepção pública, do pessimismo e da preocupação sobre o futuro, para uma mentalidade optimista de crescimento e estabilidade. Precisamos de acção resoluta para abordar a incerteza que confronta a economia global e de traçar um caminho no sentido da recuperação auto-sustentada e da criação de emprego. 

Vemos dois elementos como necessários para uma estratégia desse tipo. Em primeiro lugar, precisamos de uma mensagem clara por parte da Europa – a fonte imediata da preocupação económica global – confirmando que está a seguir passos decisivos para estabilizar e fortalecer os seus bancos, e que está concentrada no restabelecimento do crescimento ao mesmo tempo que se compromete credivelmente com a consolidação fiscal. Um elemento crucial para restaurar a confiança na Europa é o acordo relativamente a um “roteiro” para a zona euro que apoie a sua união monetária com uma união fiscal e uma união bancária, que incluam supervisão e garantia de depósitos pan-europeias. 

É essencial que a Europa se mova rapidamente para assegurar que os seus bancos estão adequadamente capitalizados e suportados. A este respeito, saudamos a recente decisão da Espanha de procurar assistência financeira da União Europeia para a recapitalização exigível dos seus bancos. São necessários passos decisivos para salvaguardar a saúde do sector bancário, não apenas para reduzir alguns dos riscos que preocupam os mercados, mas também porque a saúde das instituições financeiras é vital para o crescimento económico. 

A Europa deve ter planos credíveis de consolidação fiscal para restaurar a sustentabilidade da dívida, mas é também essencial que tenha uma estratégia de crescimento que inclua políticas dirigidas ao impulsionamento do investimento, libertando os mercados de produtos e de trabalho, desregulamentando os negócios, promovendo a competição e desenvolvendo competências. Estas reformas, que deverão incluir uma integração institucional mais profunda, serão politicamente difíceis e os seus benefícios levarão tempo a tornar-se completamente aparentes; mas a definição de um caminho claro aumentará a confiança pública no crescimento a longo prazo e na cooperação da Europa. 

Não subestimamos a magnitude das reformas que a Europa conseguiu nos anos recentes. Desde a reunião do G-20 em Cannes em Novembro passado, por exemplo, a Europa aumentou as suas barreiras de protecção financeira em 200 mil milhões de euros (252 mil milhões de dólares), reestruturou a dívida grega, avançou no sentido de fortalecer os seus bancos e regulamentações bancárias, estabeleceu regras para a disciplina fiscal e implementou uma gama de reformas nos mercados de trabalho e de produtos. 

Mas a magnitude dos desafios que confrontam a Europa implica uma necessidade urgente de reformas muito mais decisivas. Estamos confiantes de que a Europa agirá conjuntamente para vencer estes desafios, e continuaremos a apoiar tais esforços, porque a estabilidade e o crescimento Europeus interessam a todos nós. 

Em segundo lugar, precisamos de uma mensagem clara do G-20 de que todos os seus membros estão a aplicar políticas para um crescimento forte, sustentável e equilibrado. Para ter significado, a mensagem deve ser apoiada com acção: os membros do G-20 devem demonstrar que as suas políticas são claramente dirigidas à restauração do crescimento económico e da criação de empregos, e que serão responsabilizados por respeitarem os seus compromissos na totalidade. E os líderes mundiais devem ser inequívocos quanto à resistência ao proteccionismo e à abertura comercial e ao investimento. 

Em particular, acreditamos que um acordo internacional de facilitação de comércio é o passo correcto, porque reduziria os custos das exportações e importações e restauraria o alento à liberalização global do comércio. O G-20 deve demonstrar em Los Cabos que a reforma do Fundo Monetário Internacional continua. Isso significa que os países deverão cumprir o seu compromisso de aumentar os recursos do FMI em mais de 430 mil milhões de dólares, e que as quotizações e estrutura de gestão do Fundo devem reflectir as actuais mudanças globais na influência económica.O crescimento económico e novos empregos são cruciais para melhorar agora as condições de vida das pessoas e para assegurar a prosperidade das gerações futuras. As reformas necessárias para assegurar estes objectivos não são fáceis, e a mudança não acontecerá de um dia para o outro. Mas o mundo espera que o G-20 cumpra. 


Julia Gillard é a Primeira-Ministra da Austrália. 
Lee Myung-bak é o Presidente da República da Coreia. 

 Traduzido do inglês: António Chagas/Project Syndicate 


IN "PÚBLICO" 
20/06/12

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POR PORTUGAL

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 PRÓXIMO INVERNO





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F – CONSTRUÍNDO
  UM IMPÉRIO

  III.GRÉCIA



video



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POR PORTUGAL




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 Nem de trela




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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80
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 (PARA A NME)
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Nº 53
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JUST LIKE HEAVEN
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THE CURE




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POR PORTUGAL
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 ESTAMOS NO 
ÚLTIMO ANDAR




   POR PORTUGAL
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FLAMENCO ATACA


BANKIA





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POR PORTUGAL
 
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FAQUIR DE 
TENRA IDADE



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VOANDO NAS ÁGUAS




O Boeing 929 Jetfoil é o nome de um barco de transporte de passageiros de propulsão a jato d'água "hydrofoil" concebido pela Boeing . Boeing começou a adaptar muitos sistemas utilizados em aviões a jacto para "hydrofoils" . Robert Bateman liderou o desenvolvimento. A Boeing lançou o seu primeiro transporte de passageiros com propulsão a jato d'água h em Abril de 1974. Podia transportar de 167 a 400 passageiros. Foi baseado na mesma tecnologia pioneira pelos primeiros patrulha Tucumcari e também ausada nos veículos militares da classe Pegasus. Atualmente esta linha de produtos é vendido para a empresa japonesa Kawasaki. Destes Jetfoil foram construídos 3 em 1975 para o serviço nas ilhas havaianas e as operações eram feitas pela empresa em Honolulu Seaflite Inc. A empresa faliu e os barcos foram vendidos para Hong Kong e passaram a operar no rio das Pérolas até Macau. Cerca de duas dezenas de Jetfoils Boeing trabalharam em Hong Kong - Macau , Japão , Coréia do Sul , o Canal Inglês , as Ilhas Canárias , Estreito da Coreia , Arábia Saudita e Indonésia .


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ESCULTURAS  EFÉMERAS







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QUEM QUER LÁ VIVER??





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ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 45




Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00 

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 AS 15 MAIORES ÁREAS
 METROPLITANAS DO MUNDO
 
14ª. Los Angeles, USA 
Área metropolitana: 14,7 milhões de pessoas
Cidade: 3,8 milhões de pessoas
Los Angeles é a segunda maior cidade dos Estados Unidos em área ocupada. Uma extensa malha viária com vias expressas, avenidas e circulares internas menores cobre toda a cidade.


Detalhe urbano: 
 Los Angeles abriga as maiores populações mexicanas, guatemaltecas e coreanas fora dos seus países. Praticamente 40% da população da cidade não nasceu nos Estados Unidos.




Los Angeles (forma em inglês de Los Ángeles, espanhol para "Os Anjos") é a segunda maior cidade dos Estados Unidos. Com uma população de 3 792 621 habitantes segundo o censo de 2010 é a maior cidade do estado da Califórnia e do oeste dos Estados Unidos. Além disso, a cidade se estende por 1 302 km² no sul da Califórnia e é classificada como a 14ª maior área metropolitana do mundo, com 17,7 milhões de pessoas espalhadas por grande parte do litoral sul da Califórnia. 

 A área metropolitana Los Angeles-Long Beach-Santa Ana abriga 12 828 837 habitantes. Los Angeles é também a sede do condado de Los Angeles, o mais populoso e um dos condados mais multiculturais dos Estados Unidos. Os habitantes da cidade são referidos como "Angelenos". Los Angeles foi fundada em 4 de setembro de 1781, pelo governador espanhol Felipe de Neve como El Pueblo de Nuestra Señora la Reina de los Angeles del Río de Porciúncula 

Tornou-se parte do México, em 1821, após sua independência da Espanha. Em 1848, no final da Guerra Mexicano-Americana, Los Angeles e o resto da Califórnia foram adquiridos como parte do Tratado de Guadalupe Hidalgo, tornando-se parte dos Estados Unidos, o México manteve o território de Baja California. 

Los Angeles foi incorporado como município em 4 de abril de 1850, cinco meses antes da Califórnia tornar-se um estado estadunidense. Muitas vezes, conhecida por suas iniciais, "LA", e apelidada de "Cidade dos Anjos", Los Angeles é um centro mundial de negócios, comércio internacional, entretenimento, cultura, mídia, moda, ciência, tecnologia e educação. É o lar de instituições de renome cobrindo um vasto leque de campos profissionais e culturais e é um dos motores mais importantes da economia dos Estados Unidos. 

Em 2008, Los Angeles foi classificada a oitava cidade mais economicamente poderosa do mundo pela Forbes.com, e a terceira nos EUA, atrás apenas de Nova York e Chicago, fato pelo qual é considerada um dos maiores e mais importantes centros financeiros do mundo]. 
Como a sede de Hollywood, é conhecida como a "Capital Mundial do Entretenimento", a líder mundial na criação de filmes, produção de televisão, videogames e música gravada. A importância do setor de entretenimento para a cidade levou muitas celebridades à Los Angeles e seus subúrbios.


HISTÓRIA  
Nativos americanos viviam anteriormente na região, antes da chegada dos primeiros exploradores europeus. Entre as tribos, a tribo shoshone possuía uma aldeia chamada Yang-na, localizada onde está atualmente o centro de Los Angeles, ao longo do Rio Los Angeles. 
Em 1542, o explorador português João Rodrigues Cabrilho, explorando a costa oeste da América do Norte, em nome da coroa espanhola, descobriu a vila de Yang-na, e foi amigavelmente recebido por nativos. Cabrilho anotou a localização da aldeia indígena e continuou sua exploração. 

Até 1769, a região fora esquecida, por 227 anos, quando Gaspar de Portolá, um capitão da força militar espanhola, e Juan Crespi, um missionário espanhol, lideraram uma expedição partindo de San Diego para Monterey Bay. 
CRESPI

Eventualmente, o grupo chegaria à vila de Yang-na, onde Crespi escrevera no seu diário que o local onde ficava a aldeia indígena era um "lugar maravilhoso", e que tinha todas as condições necessárias para um grande assentamento. 
Gaspar e Crespi nomearam a cidade de Nuestra Señora la Reina de Los Ángeles de Porciúncula.

Colonização espanhola 
Os espanhóis logo começaram o povoamento da região, onde está atualmente Los Angeles. Primeiramente, em 1771, os espanhóis fundaram Missión San Gabriel Arcángel, um pequeno centro religioso, oito quilômetros a leste dos atuais limites municipais de Los Angeles. San Gabriel acabou por se tornar um importante centro agropecuário, cultural e religioso, e o mais importante de outros oito assentamentos criados pelos espanhóis ao longo da atual Califórnia. 
Depois da construção de San Gabriel, Felipe de Neve, o governador espanhol da Califórnia escolheu o lugar descrito como "maravilhoso" por Crespi para a construção de uma nova cidade. Soldados foram enviados por Felipe para o México, com ordens de oferecer dinheiro, terra livre, animais e equipamentos para as pessoas que quisessem mudar-se para a nova cidade a ser criada. 

Em 4 de setembro de 1781, um grupo de 44 pessoas - 11 homens, 11 mulheres e 22 crianças, com dois espanhóis no grupo, sendo o restante predominantemente afro-americanos, com alguns nativos americanos e descendentes de dois ou mais grupos étnico-raciais - chegaram na região descrita por Crespi. Este grupo havia saído em fevereiro de 1781. 

Ao chegarem, eles fundaram oficialmente El Pueblo de Nuestra Señora Reina de los Ángeles de la Porciuncula. 

Los Angeles é atualmente a única grande cidade americana a ter sido fundada por um grupo de assentadores predominantemente formado por afro-americanos. Em 1800, Los Angeles tinha cerca de 315 habitantes, e de uma comunidade agrária, a cidade passou a ser um centro pecuário. Os espanhóis criaram gigantescos lotes de terra, que eram vendidos a criadores. Estes lotes abrigavam milhares de bovinos e cavalos.

Era mexicana 
Em 1821, México tornou-se independente da Espanha. Os mexicanos tomaram controle de toda a Califórnia, e a cidade de Los Angeles passou para controle espanhol. Los Angeles e Monterey alternaram-se como a capital do territorio mexicano de Alta Califórnia. Em 1826, Jedediah Smith chegou a Los Angeles. Ele foi a primeira pessoa a chegar à cidade vindo da costa atlântica. 
Jedediah Smith
Em 1841, assentadores americanos começaram gradualmente a morar na Califórnia, muitos dos quais decidiram instalar-se na cidade de Los Angeles. Mesmo assim, os hispânicos continuaram em maioria na cidade. Em maio de 1846, os Estados Unidos e o México entraram em guerra. Em agosto do mesmo ano, tropas americanas capturaram Los Angeles. 
Porém, uma grande rebelião popular contra os americanos desenvolveu-se entre a população hispânica da cidade, e as tropas americanas recuaram. Em janeiro de 1847, Los Angeles foi capturada definitivamente pelos americanos. Tendo sido derrotados, os mexicanos assinaram o Tratado de Guadalupe Hidalgo, em 1848, que cedia a Califórnia aos Estados Unidos.

1850 - 1900 
 Em 4 de abril de 1850, Los Angeles foi elevada à categoria de cidade, e cinco meses mais tarde, a Califórnia tornaria-se o 31º Estado dos Estados Unidos. Los Angeles, então, tinha cerca de 1,6 mil habitantes e 73 km², sendo que sua população cresceu lentamente nas próximas duas décadas. Muitos dos antigos proprietários de lotes agropecuários faliram, por causa da burocracia existente no processo de confirmação de propriedade por parte da justiça americana. 
LA 1857
 Alguns mexicanos resistiram à presença americana. Em 1856, Juán Flores liderou uma grande revolta popular na cidade, o que arriscava o sul californiano. Ele acabou sendo enforcado, à frente de um público de mais de três mil espectadores. Outro mexicano famoso foi Tiburcio Vasquez, famoso entre a população hispânica, por seus feitos contra os gringos. Capturado em West Hollywood, ele foi considerado culpado de dois assassínios em 1874, e enforcado em 1875. 

A Chinatown de Los Angeles foi palco de uma revolta popular em 1871. Uma briga entre duas gangues chinesas resultou na morte de uma pessoa branca. Isto enfureceu a população branca da cidade, e um contingente de 500 brancos dirigiram-se à Chinatown da cidade, matando 19 homens e meninos de origem chinesa, dos quais somente um estava envolvido na morte da pessoa branca. O contingente também matou outra pessoa branca que tentou proteger essas 19 pessoas. 
Casas e estabelecimentos comerciais chineses foram assaltados. Um julgamento procedeu, mas apenas uma pessoa do contingente de 500 serviu algum tempo na prisão. Poços de petróleo, em Los Angeles, em 1896. 

Em 1876, uma ferrovia foi construída entre Los Angeles e São Francisco, o que forneceu a Los Angeles acesso ao resto do país via São Francisco. Outra ferrovia, ligando Los Angeles ao leste americano via Atchison, Topeka e Santa Fé foi completada em 1885, o que gerou grande concorrência entre as diferentes companhias que administravam a ferrovia Los Angeles-San Francisco e a ferrovia . Ambas as companhias começaram a baixar os preços da passagem de ida para a cidade, o que gerou um fluxo cada vez maior de pessoas vindas do resto dos Estados Unidos para Los Angeles. 

A tarifa eventualmente chegou a um mínimo de um dólar, e trens lotados de passageiros vindos do interior e do leste americano chegavam a Los Angeles diariamente. Esta concorrência também tornou Los Angeles um grande centro portuário, com produtos procedentes do interior dos Estados Unidos sendo despachados para o exterior via o porto de Los Angeles. Com tudo isto acontecendo, a população da cidade de Los Angeles cresceu dramaticamente, chegando a 50 mil habitantes em 1890 e dobrando em apenas dez anos, chegando a 100 mil na chegada do século XX.

1900 - 1950 
Graduais anexações de cidades vizinhas a Los Angeles fizeram com que Los Angeles lentamente crescesse em tamanho nos anos que se seguiram a 1890. Em 1910, quando a cidade de Hollywood foi fundida com a cidade de Los Angeles, esta passou a ter 233 km². 
PROSPECÇÃO DE PETRÓLEO
Uma gigantesca baía portuária foi construída entre 1889 e 1913. E bem no ano de sua inauguração, em 1913, o Canal de Panamá havia sido inaugurado. Los Angeles tornou-se o principal centro portuário do oeste do continente americano rapidamente. Los Angeles continuava a crescer, agora, alimentada pela indústria do petróleo, que havia sido encontrada pela primeira vez na cidade em 1892. 

Porém, a falta de fontes de água potável ameaçava o futuro de Los Angeles. Com a população da cidade em grande crescimento, temia-se que logo a única fonte de água potável de Los Angeles até então, o Rio Los Angeles, não seria mais suficiente para atender à crescente demanda de água potável usada pela população em crescimento. 
LA EM 1900

A fonte de água potável mais próxima de Los Angeles ficava a 250 km da cidade, no Rio Owens, que desemboca no Lago Owens, onde evapora. Entre 1899 a 1903, Harrison Gray Otis adquiriu fazendas e propriedades que ficavam na área do Rio e do Lago Owens Também planejava-se a construção do aqueduto que transportaria essa água para a cidade. 

Em julho de 1905, o Los Angeles Times publicara que os habitantes da cidade não teriam mais nenhuma água disponível, a não ser que eles comprassem papéis do governo, para o financiamento da construção do aqueduto. Água potável distribuída pelo sistema de água foi desviada para o sistema de esgoto da cidade, diminuindo a quantidade de água potável disponível, e criando condições de seca artificiais. Pessoas foram proibidas de regar seus jardins. 
Em um dia de eleições, os habitantes da cidade aceitaram que 22,5 milhões de dólares fossem investidos na construção do aqueduto. Com este dinheiro, e também graças a uma lei federal recém aprovada, que permitia a cidades a adquisição de propriedades fora de seus limites municipais, permitiu a Los Angeles comprar as terras adquiridas por Gray Otis. O aqueduto foi inaugurado en 1913, e garantiu de vez o fornecimento de água potável para os habitantes da cidade, bem como triplicou a área de Los Angeles, que passou a ter 1 165 km² (atualmente, Los Angeles possui 1 215 km²). 


IN "WIKIPÉDIA"

 (CONTINUA NO PRÓXIMO SÁBADO) 

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BICHINHOS ADORÁVEIS





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