sábado, 16 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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MARIDO HONESTO 

Uma senhora foi presa por roubar no supermercado. Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe: 

- O que é que a senhora roubou? 
Ela respondeu: 
- 1 lata pequena de pêssegos. 
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu: 
- Porque estava com fome. 
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata: 
- Tinha 6 pêssegos. 
O juiz então disse: 
- Vou-a mandar prender por 6 semanas, 1 semana por cada pêssego. 

Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido da senhora perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido.. . O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer. Então o marido disse: 

- Ela também roubou uma lata de ervilhas...


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 EURO 2012




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32- DANÇAS NATIVAS

DANÇA Da provença  
FARANDOLA
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 EURO 2012
 AS MUSAS INSPIRADORAS




Gianluigi Buffon (Itália)




Steven Gerrad (Inglaterra)



Anders Svensson (Suécia)


Robbie Keane (Irlanda)



IN "http://www.caixapretta.com.br"

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12.KAMASUTRAM

Kamasutram (Sânscrito: कामसूत्र), geralmente conhecido no mundo ocidental como Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita. O texto foi escrito por Vatsyayana, como um breve resumo dos vários trabalhos anteriores que pertencia a uma tradição conhecida genericamente como Kama Shatra.

“Ao contrário do que muitos pensam, o Kama Sutra não é um manual de sexo, nem um trabalho sagrado ou religioso. Ele também não é, certamente, um texto tântrico. Na abertura de um debate sobre os três objectivos da antiga vida hindu - Darma, Artha e Kamadeva - a finalidade do Vatsyayana é estabelecer kama, ou gozo dos sentidos, no contexto. Assim, Darma (ou vida virtuosa) é o maior objetivo, Artha, o acúmulo de riqueza é a próxima, e Kama é o menor dos três.” — Indra Sinha.

Kama é a literatura do desejo. Já o Sutra é o discurso de uma série de aforismos. Sutra foi um termo padrão para um texto técnico, assim como o Yôga Sútra de Pátañjali. O texto foi escrito originalmente como Vatsyayana Kamasutram (ou "Aforismos sobre o amor, de Vatsyayana"). A tradição diz que o autor foi um estudante celibatário que viveu em Pataliputra, um importante centro de aprendizagem. Estima-se que ele tenha nascido no início do século IV. Se isso for correto Vatsyayana viveu durante o ápice da Dinastia Gupta, um perído conhecido pelas grandes contribuições para a literatura Sânscrita e para cultura Védica.









"Foi dito por alguém que não há ordem ou momento exatos entre o abraço, o beijo e as pressões ou arranhões com as unhas ou dedos, mas que todas essas coisas devem ser feitas, de um modo geral, antes que a união sexual se concretize, ao passo que as pancadas e a emissão dos vários sons devem ocorrer durante a união. Vatsyayana, entretanto, pensa que qualquer coisa pode ocorrer em qualquer momento, pois o amor não se incomoda com o tempo ou ordem."







"Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável."


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           EURO 2012
 AS MUSAS INSPIRADORAS






Cristiano Ronaldo (Portugal)





Alessandro Matri (Itália)




Anton Zingarevich (Rússia)




Sergio Ramos (Espanha)


IN "http://www.caixapretta.com.br"

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DUO OSMOSE



  


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"Devíamos vender o ouro que anda ao pescoço dos santos nas procissões." D. Manuel Martins, ex-bispo de Setúbal 

Expresso, 
13-08-2011
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ALGUÉM QU' ACUDA 





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VIRIATO SOROMENHO MARQUES

 
Argumentos e hormonas 


Seja ou não o vencedor das próximas eleições gregas, Alexis Tsipras, o líder da coligação Syriza, já ajudou a mudar o enfoque sobre a crise europeia. Ao contrário do PASOK e da Nova Democracia, que permanecem reféns da leitura moralista sobre a origem da crise europeia - a única que justifica uma impiedosa austeridade sobre povos inteiros -, Tsipras tem chamado a atenção para três aspetos essenciais: a) esta crise tem responsabilidades partilhadas, que derivam do mau desenho inicial da União Económica e Monetária; 
b) O "risco moral" tanto pode ser atribuído aos países que acumularam dívida, como aos que impuseram "programas de ajustamento", que agravaram os problemas que pretendiam solucionar; 
c) Os custos da saída da Grécia da Zona Euro serão sistémicos. Pavorosos para o povo grego, mas dolorosos para a Zona Euro no seu conjunto, em particular para os países periféricos. O interlocutor de Tsipras é Merkel. À sua maneira, o político grego tenta fazer compreender à chanceler alemã que também Berlim tem mais a ganhar do que a perder com uma reestruturação temporal da dívida grega e da dos outros países intervencionados. 

Atenas fora do euro seria a prova definitiva da mortalidade irreversível do projeto europeu, condenando a Alemanha à tradicional insegurança estratégica do "país do meio". O único risco da postura de Tsipras, é a de apostar tudo na existência de uma superioridade da racionalidade argumentativa do lado alemão. Contudo, ao ler e escutar pessoas como o presidente do Bundesbank, Jens Weidmann, parece-me existir mais arrogância da vontade do que lógica e capacidade silogística. Tsipras pede aos alemães que façam contas, mas talvez ele não esteja a incluir a testosterona como fator irracional decisivo nos sucessos e catástrofes políticas. 


 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 
15/06/12 

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 EURO 2012



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"Eu já ouvi o primeiro-ministro [José Sócrates] dizer, infelizmente, que o PSD quer acabar com muitas coisas e também com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e isso é um disparate." 

 Pedro Passos Coelho 
01-04-2011

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EURO 2012



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 F – CONSTRUÍNDO

        UM IMPÉRIO


  II.GRÉCIA



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 EURO 2012





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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80
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(PARA A NME)
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Nº 59


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RUN TO THE HILLLS

  IRON MAIDEN


M
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SONHO 
VERSUS 
REALIDADE


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GALGO
AFEGÃO


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Classificação F.C.I.: Grupo10 - Lebréis Seção 1 - Lebréis de Pelo Longo ou Franjado 
Padrão FCI nº 228 - 12 de dezembro de 2011. 
País de origem: Afeganistão 
País Patrono: Grã-Bretanha 
Nome no país de origem: Afghan Hound 
Utilização: Corrida. Sem prova de trabalho 

RESUMO HISTÓRICO: 
A primeira menção à raça que hoje conhecemos como Afghan hound se encontra num papiro, datado aproximadamente de 400 a 3000 a . C, achado nas proximidades de Jebel Musa, localizada na pequena península do Sinai, entre o Golfo de Suez e o Golfo de Akaba, local que fazia parte do antigo Egito. Neste documento o cão é mencionado como hábil caçador e muito aceito pela nobreza. Em túmulos do vale do Nilo também foram encontradas reproduções destes animais. Acredita-se que inicialmente tenha sido presente de um Sheik a Mênfis, tendo recebido o apelido de cara de macaco.
Não se sabe exatamente quando a raça se instalou na parte norte do Afeganistão como também não foram encontrados traços de sua passagem pela Arábia ou pela, Pérsia- vias naturais de acesso.
Não se sabe exatamente quando a raça se instalou na parte norte do Afeganistão como também não foram encontrados traços de sua passagem pela Arábia ou pela, Pérsia- vias naturais de acesso.
Apesar de confirmada a origem Egípcia, há dúvidas se o Afeganistão fez grandes contribuições para o desenvolvimento da raça. Criado num país montanhoso e vivendo em regiões altas, onde invernos são especialmente severos, o Afghan pouco mudou em suas características marcantes. Pelagem compacta, sedosa, de textura fina e cobrindo todo o corpo; orelhas pendulares e um topete de pelagem sedosa no alto da cabeça. Outra característica hereditária da raça é a sua acomodação a qualquer tipo de temperatura- isto porque além de invernos gelados, o Afeganistão possui verões muito quentes.
Dotado de uma excelente visão e grande velocidade, era o cão mais indicado na caça a leopardos e na perseguição a gazelas e coelhos selvagens
Os primeiros Afghans chegaram na Inglaterra no início dos anos 1900, e um deles chamado “Zardin”, venceu de forma espetacular na exposição de 1907, realizada no “Crystal Palace” em Londres. A raça é também conhecida como “Tazi”, apoiada na sua semelhança com uma raça russa com este nome. Um dos “sighthounds” (lebréis) típicos do mundo, o Afghan – quem, como seu nome implica, é originário das montanhas do Afeganistão – é um caçador, e perseguirá a presa se lhe for dada oportunidade. Hoje em dia, também um glamoroso cão de exposição que deve combinar força e dignidade com um pelo longo e sedoso, bem como com uma expressão oriental. 

APARÊNCIA GERAL: dá uma impressão de força e dignidade, combinando velocidade e poder. A cabeça é portada orgulhosamente. 

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO: a expressão oriental é típica da raça. O Afghan olha através das pessoas. Digno e indiferente, com uma certa e penetrante ferocidade.

CABEÇA 
REGIÃO CRANIANA 
Crânio: longo, não muito estreito, com occipital proeminente. Bem balanceado e coberto por um longo topete. 
Stop: ligeiro. 
REGIÃO FACIAL 
Trufa: de preferência preta; sendo a cor fígado permitida em cães de pelagem clara. 
Focinho: longo, com maxilares fortes. 
Maxilares/Dentes: maxilares fortes com uma perfeita, regular e completa mordedura em tesoura, isto é, os dentes superiores recobrem os dentes inferiores e são inseridos ortogonalmente aos maxilares. Mordedura em torquês (mordedura em pinça, ponta com ponta) é tolerada.  
Olhos: escuros, de preferência, mas a cor dourada não deve ser penalizada. Aparência quase triangular, ligeiramente inclinados para cima do canto interno para o canto externo. Orelhas: inseridas baixas e bem para trás, portadas próximas à cabeça. Cobertas por longos pelos sedosos.  

PESCOÇO: longo, forte e com um orgulhoso porte da cabeça. 

TRONCO 
Dorso: nivelado, de comprimento moderado, bem musculoso. 
Lombo: reto, largo e bastante curto. Garupa: caindo ligeiramente para a cauda.Ossos do ilíaco proeminentes e afastados. 
Peito: de boa profundidade, com costelas bem arqueadas. 

CAUDA: não muito curta. De inserção baixa com um anel no final. Elevada, quando o cão está em ação. Com pelos escassos. 

MEMBROS
ANTERIORES 
Ombros: longos e inclinados, bem colocados para trás, bem musculosos e fortes, sem serem carregados. 
Braços: longos e inclinados. 
Cotovelos: vistos de perfil, verticalmente abaixo da cernelha. Próximos à caixa torácica. Não virando nem para dentro, nem para fora. 
Metacarpos: longos e elásticos. 
Patas: fortes e muito grandes tanto em comprimento quanto na largura e cobertas por pelos longos e espessos; dedos arqueados. Almofadas plantares bem apoiadas no solo. 
POSTERIORES 
Aparência geral: poderosos. Bem compridos entre os ossos das ancas e os jarretes, com uma distância comparativamente curta entre os jarretes e as patas. Joelhos: bem inclinados e bem angulados. 
Patas: longas, mas não tão largas quanto as anteriores; cobertas por pelos longos e espessos; dedos arqueados. Almofadas plantares bem apoiadas no solo.

MOVIMENTAÇÃO: suave e elástica, com estilo de alta classe. 

PELAGEM 
Pelo: longo e de textura muito fina na região das costelas, nos membros anteriores e posteriores e flancos. Nos cães maduros, o pelo é curto e fechado a partir do ombro e ao longo de toda a sela. Pelo longo na cabeça, da testa para trás, com um distinto e sedoso topete. No focinho, o pelo é curto. Orelhas e pernas com boa pelagem. Os metacarpos podem ser descobertos. A pelagem deve se desenvolver naturalmente. Qualquer evidência de tosa ou corte com tesoura deve ser penalizada. 

COR: todas as cores são aceitas. 

TAMANHO 
Altura ideal para:
machos: 68 a 74 cm
fêmeas: 63 a 69 cm 

NOTA: • os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal. 


IN - "CONFEDERAÇÂO BRASILEIRA DE CINOFILIA" 

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MICRO COMBOIO



o mais pequeno comboio do mundo 
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TECNOPARVOS





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ESCULTURAS  EFÉMERAS










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ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 44



  


 Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00 


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 AS 15 MAIORES ÁREAS


 METROPLITANAS DO MUNDO

























15ª. Moscovo, Rússia (2ª parte)

Área metropolitana: 13,7 milhões de pessoas
Cidade: 10,5 milhões de pessoas
Moscou foi considerada a cidade mais cara do mundo para funcionários expatriados em 2006, 2007 e 2008. Embora a capital da Rússia esteja cada vez mais rica, sua população vem declinando devido aos baixos índices de natalidade e à expectativa de vida curta.

Detalhe urbano
 Com mais passageiros do que as cidades de Nova Iorque e Londres juntas, Moscou possui o 2º sistema metroviário mais movimentado do mundo, depois de Tóquio. O metro moscovita atende mais de 9 milhões de pessoas por dia, possui 182 estações e percorre 301 quilômetros. 

METROPOLITANO 
O Metro de Moscovo (português europeu) ou Metrô de Moscou (português brasileiro), (em russo Московский метрополитен), ou ainda como palácio subterrâneo, foi inaugurado em 1935, sendo o maior do mundo por densidade de passageiros, transportando por volta de 3.341.500.000 pessoas por ano e cerca de 9,2 milhões de pessoas por dia. 

A sua rede é composta de 185 estações, distribuídas por 12 linhas através de 305,5 km (sexto mais extenso do mundo atrás de Nova Iorque, Londres, Paris, Tóquio e Seul).

Linhas

# Nome Inauguração Comprimento Tempo de viagem
1 Socolhnitcheskaia (em russo: Сокольническая) 1935 26.2 km 41 min
2 Zamoskvoretskaia (em russo: Замоскворецкая) 1938 36.9 km 50 min
3 Arbatsko-Pokrovskaia (em russo: Арбатско-Покровская) 1938 44.39 km 30 min
4 Filiovskaia (em russo: Филёвская) 1958 14.9 km 27 min
5 Kolhtsevaia (em russo: Кольцевая) 1950 19.4 km 29 min
6 Kalujsko-Rijskaia (em russo: Калужско-Рижская) 1958 37.8 km 58 min
7 Tagansko-Krasnopresnenskaia (em russo: Таганско-Краснопресненская) 1966 35.9 km 48 min
8 Kalininskaia (em russo: Калининская) 1979 13.1 km 17 min
9 Serpukhovsko-Timiriasevskaia (em russo: Серпуховско-Тимирязевская) 1983 41.2 km 58 min
10 Liublinsko-Dmitrovskaia (em russo: Люблинско-Дмитровская) 1995 21.2 km 25 min
11 Kakhovskaia (em russo: Каховская) 1995 3.3 km 5 min
12 Butovskaia (em russo: Бутовская) 2003 5.5 km



CULTURA 
Moscovo sedia o famoso Teatro Bolshoi, reconhecido no mundo inteiro como uma das melhores companhias de balé e ópera. Um dos mais notáveis museus de arte em Moscovo é a Galeria Tretyakov, que foi fundada por Pavel Tretyakov, um mecenas das artes que doou uma grande colecção privada para a cidade.

A Galeria Tretyakov é dividida em dois edifícios. A Antiga Tretyakov, a galeria original na área Tretyakovskaya, na margem sul do Rio Moscou, abriga as obras da tradição clássica russa. As obras dos famosos pintores pré-revolucionários, como Ilya Repin, bem como os trabalhos dos primeiros pintores russos de ícones podem ser encontrados na antiga Galeria Tretyakov. 

Os visitantes podem ainda ver os originais raros, do início do século XV, do iconógrafo Andrei Rublev.
 A Nova Galeria Tretyakov, criada nos tempos soviéticos, contém principalmente as obras dos artistas soviéticos, bem como de alguns artistas contemporâneos, mas há alguma sobreposição com a Antiga Galeria Tretyakov em relação à arte do século XX. 
Kazimir Malevich

A nova galeria inclui uma pequena reconstrução do famoso Monumento à III Internacional de Vladimir Tatlin e uma mistura de outras obras de vanguarda de artistas como Kazimir Malevich e Wassily Kandinsky. Aspectos do realismo socialista também podem ser encontrados dentro dos corredores da Nova Galeria Tretyakov. 

Outro museu de arte na cidade é o Museu Pushkin de Belas Artes, que foi fundado, entre outros, pelo pai de Marina Tsvetaeva. 

O Museu Pushkin é semelhante ao Museu Britânico, em Londres, em que suas salas são uma seção transversal de civilizações do mundo, com muitos moldes de gesso de esculturas antigas. No entanto, ele também abriga pinturas famosas de todos os tempos importantes de arte ocidental; obras de Claude Monet, Paul Cézanne e Pablo Picasso estão expostas lá.

PRAÇA VERMELHA 
A praça mais famosa do mundo fica no coração de Moscou, na Rússia. A Praça Vermelha foi palco de importantes acontecimentos históricos que mudaram o mundo. Ela tem um nome muito peculiar, chama-se Praça Vermelha – não por causa da cor dos tijolos ou dos muros, mas sim porque a palavra vermelho em russo também serve para caracterizar bonito. 
A praça separa a cidadela real, conhecida como Kremlin, do bairro histórico de Kitay-gorod. Como grandes ruas de Moscou partem da praça em várias direções, prolongando-se em rodovias para fora da cidade, a Praça Vermelha pode ser considerada como a praça central de Moscou e de toda a Rússia. Pensa-se que a praça tenha recebido seu nome atual (em substituição ao antigo, Pozhar) durante o século XVII.tamente com um guia ou por você mesmo sozinho. 

A Praça Vermelha, imediatamente a leste do Kremlin, é seu lado público. Datado do final do século 15, a Praça foi construída logo depois da finalização das paredes do Kremlin e os dois foram unidos na imaginação popular desde então. A Krasnaya Ploshchad, como é chamada em russo, foi originalmente separada do Kremlin por um canal, pavimentado em 1812. 

Ela fez mais do que compartilhar comemorações e protestos, mas atualmente, pode ser lembrada como o lugar das passeatas do Primeiro de Maio Soviético ou do Dia da Revolução de Outubro, quando a liderança de pedra soviética revisou suas ferramentas militares mais utilizadas. A história russa continua a passar por variações e disputas envolvendo os palácios, catedrais e cúpulas douradas do Kremlin. 
 Na extremidade sul da Praça fica a Catedral de São Basílio, construída em meados do século 16. Suas cúpulas coloridas fazem um alegre contraste com o cinzento e frio inverno de Moscou. 

O mausoléu de Lênin, construído para guardar os restos mortais do revolucionário Vladimir I. Lênin, fica adjacente às muralhas do Kremlin. As grandes filas de observadores que esperavam para ver os restos mortais do líder soviético desapareceram desde a queda da União Soviética, mas sempre há alguns curiosos fazendo fila na entrada.

CATEDRAL DE S. BASÍLIO 
A Catedral de São Basílio (em russo: Собор Василия Блаженногo/Sobor Basiliya Blazhennogo), é uma catedral ortodoxa russa erguida na Praça Vermelha em Moscou, Rússia, entre 1555 e 1561.

Construída sob a ordem de Ivã IV da Rússia, para comemorar a captura de Kazan e Astrakhan, marca o centro geométrico da cidade e o centro do seu crescimento, desde o século XIV. 

Foi o edifício mais alto de Moscou até a conclusão do Campanário de Ivã, o Grande, em 1600. O edifício original, conhecido como "Igreja da Trindade" e depois de "Catedral da Trindade", continha oito igrejas laterais dispostas ao redor do edifício central; a décima igreja foi erguida em 1588 sobre o túmulo do santo venerado local Vasily (Basílio). 

Nos séculos XVI e XVII a catedral, considerada o símbolo terreno da "Cidade Celestial", era popularmente conhecida como "Jerusalém" e serviu como uma alegoria ao Templo de Jerusalém no desfile de Domingo de Ramos com a presença do Patriarca de Moscou e do czar. O projeto do edifício, em forma de chama de uma fogueira subindo ao céu, não tem análogos no domínio da arquitetura russa: "É como nenhum outro edifício russo. 

Nada semelhante pode ser encontrado no milênio inteiro da tradição bizantina, do século V ao XV ... um estranhamento que surpreende pela sua imprevisibilidade, complexidade e beleza."
A catedral antecipou o clímax da arquitetura nacional da Rússia no século XVII. A catedral tem operado como uma divisão do Museu Histórico do Estado desde 1928. Foi completamente secularizada em 1929 e, em 2010, continuou a ser uma propriedade federal da Federação Russa. 

A catedral é parte do Kremlin e da Praça Vermelha, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1990. Pertencente à Igreja Ortodoxa Russa, a catedral teve sua construção ordenada pelo Czar Ivan o Terrível para comemorar a conquista de Kazan, que realizou entre 1555 a 1561. 

Em 1588 o Czar Fiodor Ivanovich ordenou que se agregasse uma nova capela no lado leste da construção, sobre a tumba de São Basílio o Bendito, santo por cujo nome foi chamada popularmente a catedral. São Basílio se encontra no extremo sudeste da Praça Vermelha, justamente à frente da Torre Spasskaya do Kremlin. Não sendo muito grande, consiste de 9 pequenas capelas construídas. 

Num jardim à frente a igreja há um estátua de bronze, erguida em honra a Dmitry Pozharsky e Kuzma Minin, que reuniram voluntários para o exército que lutou contra os invasores polacos durante o período conhecido como Tempos de Dificuldades.

 O conceito inicial era construir um grupo de capelas, cada uma dedicada a cada um dos santos em cujo dia o Czar ganhou uma batalha, mas a construção de uma torre central unifica estes espaços em uma só catedral. 

A lenda fala que o Czar Ivan deixou cego o arquitecto Postnik Yakovlev, para evitar que construísse uma construção mais magnífica para mais alguém. A Catedral de São Basílio não deve ser confundida com o Kremlin de Moscovo, que está situado na Praça Vermelha, mesmo local onde a Catedral de São Basílio está situada.
 
KREMLIN 
Com aproximadamente uma dúzia de palácios e igrejas, o Kremlin é um armazém vivo de oito séculos da história e cultura russa, isso sem mencionar o fato de ser um símbolo de seu poder. 
As muralhas do Kremlin - de quase 2,5 km de comprimento, com 19 metros de altura e 6,5 metros de grossura em alguns lugares - têm 20 torres e portões. Durante anos, o Kremlin foi uma fortaleza para os czares, centro de comando para o partido comunista e, atualmente, é a casa do presidente russo. Em russo, a palavra kreml significa "fortaleza", e muitas cidades russas têm seus próprios kremlins. 

O Kremlin de Moscou era, no começo, uma fortaleza de madeira, construída em 1156 por um príncipe que havia escolhido um lugar estratégico onde os rios Moscou e Neglinnaya se encontram. 
Muitos dos palácios e catedrais - que parecem fazer parte da essência da Rússia, criando uma atmosfera de conto de fadas - começaram a ser construídos três séculos e meio mais tarde, quando Ivan III trouxe arquitetos da Itália. Esses designers estrangeiros unificaram os estilos russos e importaram as idéias renascentistas para criar a Catedral de Assunção, a Câmara das Facetas e as muralhas e torres de tijolos do Kremlin. 

Em frente ao Kremlin de Moscou, a Catedral de Assunção é sua igreja principal. Os czares eram coroados embaixo de suas cúpulas de ouro. Pinturas cobrem as paredes, que primeiro foram douradas para dar a idéia de um manuscrito iluminado. Ícones sem preço, de tempos como o século 15, brilham na agradável luz. O trono de madeira de Ivan, o Terrível, de 1551, está guardado com todo seu elaborado e esculpido esplendor.

 O túmulo de cada líder da igreja russa até a era soviética está nas capelas. Perto da catedral, ergue-se o campanário octagonal de Ivan, o Grande, com mais de 80 metros de altura (e que já foi a estrutura mais alta de Moscou). No campanário adjacente há 21 sinos, sendo que o maior deles sempre era tocado três vezes para anunciar a morte de um czar. 

Na parte exterior, numa base de granito, fica o Sino Czar, que, com 200 toneladas, é o maior sino do mundo, mesmo nunca tendo sido tocado. Um grande pedaço dele rachou quando um incêndio tomou conta da fundição e água fria foi jogada no sino de bronze, que, por sua vez, estava queimando. O Arsenal agora é um museu (o Museu das Armas) que exibe não somente armas do Kremlin, mas também os grandes tesouros da Rússia. 
 A riqueza incalculável acumulada por princesas e czares inclui, é claro, os ovos Fabergé, criados por Gustav Fabergé e seu filho para a família Romanov. Exuberantemente decorados e enfeitados, os ovos contêm surpresas como pássaros mecânicos que cantam, flores e até um pequeno trem trans-siberiano que, quando alguém dá corda, realmente se move. 

O Museu das Armas também exibe carruagens, roupas e jóias, incluindo a carruagem dourada de verão de Catarina, a Grande, o vestido elaboradamente bordado que ela usou em sua coroação e seu cetro, com um diamante Orlov de 190 quilates na ponta. O diamante foi um presente de seu amante, o Conde Orlov, e originalmente retirado do olho de um ídolo de um templo indiano. Entre os tronos - feitos de marfim esculpido, decorados com pedras preciosas e todas as maravilhas possíveis - está o de Pedro, o Grande, que inclui um compartimento secreto em que sua meio-irmã se escondia para murmurar conselhos sobre os assuntos do estado. 
 O Kremlin é, por si só, uma coleção de classes, englobando vários palácios. O Palácio Terem parece ter sido tirado de um conto de fadas: uma construção maravilhosa, com o teto pintado de vermelho e branco, com 11 cúpulas douradas em formato de cebola. Ele foi construído entre 1635 e 1636 para o czar Mikhail Romanov, em cujo quarto real apenas ele, sua mulher e seus contadores de histórias cegos podiam entrar. A Câmara das Facetas, de estilo renascentista, nomeada por causa do trabalho em pedra de sua fachada, tem um hall abobadado que já foi usado como a sala de trono e sala de banquetes dos czares. Ambos os palácios eram integrados ao colossal Palácio do Grande Kremlin. 

Encomendado pelo czar Nicolau I em 1837, ele tem 700 salas e enormes halls cerimoniais. As paredes do Hall de São Jorge brilham com os nomes de militares inscritos em ouro, ao passo que seus seis candelabros brilham com 3 mil lâmpadas. 

No hall são realizadas recepções diplomáticas e cerimônias solenes; em 1961, o astronauta Yury Gagarin recebeu ali o prêmio "Golden Star Hero". Em 1994, a Rainha Elizabeth II da Inglaterra se encontrou com o presidente Boris Yeltsin em outra sala impressionante: pintada em creme e ouro, ela foi a sala do trono de Catarina, a Grande.

O BOLSHOI 
O Teatro Bolshoi (em russo: Большой театр - O Grande Teatro) é um edifício histórico da cidade de Moscou (Moscovo), capital da Federação Russa. 
Foi desenhado pelo arquiteto Joseph Bové (Osip Ivanovich Bové) para abrigar espetáculos de ópera e balé. É sede da Academia Estatal de Coreografia de Moscou, também conhecida como Academia de Balé Bolshoi, Companhia de Balé Bolshoi ou simplesmente Balé Bolshoi, sendo uma das mais antigas e prestigiosas companhias de dança do mundo. 

O prédio principal do teatro, reconstruído e renovado diversas vezes em sua história, é um importante ponto turístico moscovita e de toda a Rússia (sua icônica fachada neoclássica é representada na nota de 100 rublos). Em 28 de outubro de 2011, o Bolshoi foi reaberto depois de uma extensa renovação de seis anos que custou cerca de 21 bilhões de rublos (cerca de 680 milhões de dólares americanos). 
 A renovação incluiu a restauração da qualidade acústica original (que foi perdida depois de modificações levadas a cabo durante e época soviética), bem como a restauração da decoração que remonta à estética da Rússia Imperial. O edifício do teatro foi inaugurado em 1825 no centro de Moscovo, próximo ao Kremlin. A companhia foi fundada em 1776 pelo príncipe Peter Urussov e Michael Maddox. 

Depois de três anos a apresentar-se num recinto privado, o Teatro Petrovsky adquiriu-o. Em 1805, um incêndio destruiu o edifício, que foi posteriormente reconstruído. O Teatro Bolshoi possui uma única filial de sua escola de balé fora da Rússia. A filial situa-se na cidade de Joinville (Santa Catarina), no Brasil. 

O arquiteto criador do teatro, o russo Osip Ivanovich Bové, também conhecido como Joseph Bové, também foi o grande reconstrutor de Moscovo depois do Incêndio de Moscovo em 1812. O edifício que hoje se pode ver foi construído em 1825 sobre os restos do Teatro Petrovsky. O teatro foi inaugurado em 18 de janeiro de 1825 com a representação do ballet "Cinderela" do compositor catalão Fernando Sor. Durante o mês de março de 1776, o príncipe Piotr Uroussov recebeu a permissão da imperatriz Catarina II da Rússia para organizar representações teatrais, concertos e mascaradas. 

A trupe do Bolshoi foi fundada em 1776 por Pierre Uroussov e Michael Maddox, o seu associado britânico. Inicialmente, a companhia teatral apresentava-se em locais privados, mas em 1780 adquiriu o Teatro Petrovsky na rua Petrovka e começou a produzir peças teatrais e óperas. Desde a sua criação, o Teatro Bolshoi sedia sua companhia de ballet. 
O Bolshoi tem sido palco de numerosas estreias históricas, incluindo a de 4 de março de 1877 do famoso bailado O Lago dos Cisnes de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, e de várias composições de Sergei Rachmaninoff. Entre julho de 2005 e outubro de 2011 o teatro esteve em profunda remodelação No início das obras, os técnicos descobriram que a instabilidade do edifício era maior que o esperado, o que fez as obras prologarem-se por seis anos a um custo de cerca de 500 milhões de euros. 


 IN 
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