quinta-feira, 14 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 ESTATÍSTICA





PARA QUE SERVE O MEU BACHARELATO?






COISAS QUE AS PESSOAS DIZEM 
QUANDO ESCREVO COM A MÃO ESQUERDA




NOMES DAS VENCEDORAS DO MISS UNIVERSO




 O PARADOXO FEMININO



HIPÓTESES DE UM ATEU CHAMAR POR DEUS

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LOMBOS DE BACALHAU

enrolados em 


couve portuguesa



  



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  HOJE NO

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Fecho da MAC este ano confirmado 
a diretores de serviço 

A presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central, Teresa Sustelo, confirmou encerramento da Maternidade Alfredo da Costa até dezembro, numa reunião com os diretores de serviço da unidade. 
 Os profissionais serão transferidos progressivamente para o Hospital de D. Estefânia. A notícia foi avançada pela Renascença, tendo sido confirmada ao DN por Pedro Sereno, diretor do Serviço de Senologia da emblemática maternidade lisboeta, para quem o anúncio tem o condão de "acabar com meses de especulações, avanços e recuos" sobre o futuro da unidade. 

Um facto que não impediu este especialista de confessar a "dificuldade em entender" a medida, sobretudo quando existia a possibilidade de se transferir toda a equipa da MAC para o futuro Hospital de Todos os Santos: "Se houve concurso e está previsto que [o hospital] esteja construído dentro de três anos, é difícil de compreender o motivo para o encerramento nesta fase". 

Ainda esta semana o ministro da Saúde, Paulo Macedo, fez uma visita surpresa à MAC, que voltou a alimentar a esperança de que o fecho poderia ser revisto: "Disse maravilhas e, dois dias depois, veio a machadada final", resumiu o clínico. 


* Os proprietários dos hospitais privados a esfregarem as mãos de contentes. Foi um golpe baixo sr. ministro e um elevado déficit de cultura histórica.

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GUERREIROS




























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a BOLA 




É REDONDA






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  HOJE NO
"RECORD"

UEFA vai analisar cuecas de Bendtner
 Exibiu anúncio da casa de apostas 



A UEFA vai analisar as cuecas utilizadas por Nicklas Bendtner no jogo de quarta-feira frente a Portugal para avaliar se o jogador dinamarquês cometeu alguma infração do regulamento do organismo. Durante os festejos do segundo golo, Bendtner levantou a camisola, baixou ligeiramente os calções e exibiu um anúncio da casa de apostas Paddy Power na sua roupa interior. O regulamento da UEFA impede a utilização de mensagens publicitárias.

 * As próximas cuecas vão ter um preservativo bordado, tem de baixar mais os calções.

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ALMORRÓIDA FUTEBOLONA

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 TUGAMARQUÊS


Com as duas bandeiras era vitória pela certa a não ser que os jogadores fossem uns bruxos (empata fadas).
Não se sabe se o  Tuga da foto falhou algum lance.

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VAMOS DANÇAR

ELEANOR POWELL



  

 Eleanor Powell Torrey (21 de novembro de 1912 - 11 de fevereiro de 1982) foi uma atriz norte-americana e bailarina da década de 1930 e 1940, famosa pelo seu exuberante solo de sapateado. Powell nasceu em Springfield, Massachusetts. 
Dançou desde a infância, foi descoberta aos 11 anos pelo chefe do Vaudeville Kiddie, Gus Edwards . Quando ela tinha 17 anos, trouxe a sua graciosidade, estilo atlético para a Broadway, onde estrelou em várias revistas e musicais. Durante este tempo, ela foi apelidada de "a maior dançarina de sapateado" devido à rapidez e sincronismo com que dançava. 
Em 1950, Powell teve uma participação especial no "Duchess of Idaho", protagonizado por Esther Williams. 
Aparecia numa cena de salão, Powell hesitante é convidada a dançar por o actor Van Johnson e começa com uma performance clássica quase balet, até que é chamada à atenção por Johnson para dançar tudo o que é capaz. 
Ela então tira a saia, revelando as famosas pernas e passa a executar um "boogie-woogie" que mereceu as melhores críticas, chamando muitos espectadores às salas de cinema.

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  HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Gene gay masculino 
torna mulheres mais férteis 

A teoria da base genética da homossexualidade masculina ganha agora um novo fôlego. Uma equipa de investigadores italianos descobriu que as mães portadoras do chamado "gene gay masculino" têm maior probabilidade de ter filhos homossexuais e filhas com uma elevada fecundidade. 
A equipa de investigadores liderada por Andrea Camperio Ciani, da Universidade de Pádova, em Itália, descobriu que as mães e as tias de homens homossexuais tendem a ter mais filhos do que as mães de filhos heterossexuais. Segundo a teoria da base genética da homossexualidade, não se sabe, ao certo, quais são os "genes gay", mas já se sabe que pelo menos um deles está no cromossoma X, o da mãe, concluiu a equipa de Camperio Ciani. 

Assim, uma mãe que tenha o chamado "gene gay masculino" terá mais probabilidade de ter filhos homossexuais e filhas com uma elevada fecundidade. Ou seja, as mães que passarem este gene a uma filha, não terão uma filha lésbica, mas uma filha com alta possibilidade de vir a ter muitos filhos. Ao contrário do que indicavam estudos anteriores sobre esta matéria, o gene da homossexualidade masculina não torna as mulheres mais atraídas por homens, antes mais atraentes para o sexo oposto. 
VODKA

Segundo o jornal "Huffington Post", este novo estudo revela ainda que as mães e tias de filhos homossexuais têm até vantagens sobre as mães de filhos heterossexuais. São, divulga a equipa de investigadores italianos, mais férteis, menos expostas a problemas de saúde ginecológicos, mais extrovertidas e divertidas, mais felizes e mais relaxadas. "Por outras palavras, são perfeitas para os homens", disse Camperio Ciani ao "Huffington Post". 


* Uma felicidade 

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ALMORRÓIDA FUTEBOLONA


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   MICAELA




             SCHAEFER






A entusiasmante e copiosa modelo Micaela Schaefer é tão furiosamente adepta da selecção alemã que decidiu fotografar-se junto à porta de Brandenburg em Berlim para entusiasmar os jogadores germânicos. Porque não vai ela até ao hotel onde está alojada a selecção??? 

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ALBERTO CASTRO








Cegos 

"Talvez se pudesse comprar um pequeno país remoto" - esta a forma encontrada pelos alunos da Universidade da Carolina do Sul para resolver as dificuldades da ciência política na simulação das consequências de várias alternativas políticas e, assim, poder ombrear com a matemática, a física ou a química no estatuto de ciência exacta. No essencial, o chiste poder-se-ia aplicar à ciência económica, uma ciência social, por definição, mas que muitos não desistiram de tentar incluir no naipe das ciências exactas. Para os oficiantes desta crença, instalados em organizações como o FMI e o BCE, os resgates da Grécia, Irlanda e Portugal são uma oportunidade única de terem um laboratório de ensaios de modelos de política ou economia. Talvez mais cara, mas menos descarada, do que a compra, pura e simples, de um país.

No ambiente asséptico dos gabinetes, milhares de estudos são, todos os anos, desenvolvidos. Simula-se a realidade, com recurso a técnicas matemáticas sofisticadas e hipótese variadas. Há quem se atreva a incluir dados reais nesses ensaios e a tentar, dessa forma, perceber o que se passou para daí retirar lições para o futuro. Para os mais ortodoxos a conclusão é unânime: quando o Mundo não confirma o que os modelos previam, o problema está na realidade que não colabora e se afasta dos pressupostos estabelecidos. Se ela fosse bem comportada, preenchendo os requisitos previstos, tudo funcionaria sobre rodas.

Uma parte das dificuldades da ciência económica resulta de a esta ortodoxia se opor uma outra, de sinal oposto, que recusa toda a formalização, com o pretexto de que se trata de uma ciência social e de que pessoas e empresas não se podem representar, nem resumir, a funções matemáticas. Não obstante, comungam da mesma tentação de idealizar uma realidade inexistente e deliciam-se em contrapor à sofisticação matemática composições de alto recorte literário e igual vacuidade prática. Ambos constroem, em pólos e por vias antagónicas, amanhãs que cantam.

A semana finda deu-nos uma boa expressão dessa deriva. Confrontados com o elevado nível de desemprego, acima do que os seus modelos haviam previsto, os elementos da troika olharam para a realidade, tal como ela lhes é apresentada nos computadores e pelos sábios do seu círculo próximo, e descortinaram uma desconformidade: o mercado de trabalho ainda não é suficientemente flexível. Para o ser, não devia haver sindicatos, salário mínimo e toda uma tralha legislativa e institucional que não há como modelizar e que, portanto, não devia existir. Pouco importa que os salários reais estejam em queda acentuada e que os trabalhadores portugueses levem a moderação e flexibilidade salarial ao ponto de irem trabalhar sem receber (alguém lhes terá tentado explicar o que são salários em atraso?). Pouco importa que o próprio processo de ajuda tenha afectado a credibilidade internacional das empresas, forçadas a pagar a pronto as matérias-primas de que carecem e para o que não conseguem obter financiamento no sistema bancário. Pouco importa que o Governo continue sem saldar as dívidas das empresas de transporte à Banca, drenando-a de recursos que seriam preciosos no apoio às empresas, nomeadamente as exportadoras. Como não importa que algumas empresas estejam já à porta da falência (às vezes só evitada pelos salários em atraso) por o Estado, por pressão da troika, continuar a não pagar, por exemplo, às empresas fornecedoras do sistema nacional de saúde. O que importa é flexibilizar o mercado de trabalho. É isso que dizem os modelos.

Pois bem, com modelos ou sem eles, permito-me antecipar o seguinte: a não haver uma mudança radical que permita às empresas acesso mais fácil, e em melhores condições, a crédito para funcionamento de curto prazo, o fim do Verão vai ser tormentoso, com o aumento de falências, a retracção do ritmo de evolução das exportações, a escalada do desemprego e a dificuldade em cumprir as metas do acordo. Por mais flexível que seja o mercado de trabalho. A ortodoxia cega. 




IN "JORNAL DE NOTÍCIAS" 
12/06/12 


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SE

 OS GÉNIOS DO "EIXO DO MAL"



OS SÁBIOS DA "QUADRATURA  DO CÍRCULO"


SE ATÉ O "INSUSPEITO" PROFESSOR


 DIZEM QUE ELE MENTE!!!!!!


QUEM SOMOS NÓS PARA OS CONTRARIAR????



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  HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"




Colt diz que resultados na concessão de ouro do Alentejo são "impressionantes" 

Canadianos terminaram os testes na mina da Boa Fé e estão confiantes com os resultados. 

Os canadianos da Colt, que têm a concessão das minas da Boa Fé, junto a Montemor no Alentejo, disseram hoje em comunicado que tinham terminado os testes na região e que a "exploração em Boa Fé continua a gerar níveis impressionantes de ouro junto à superfície". 

A empresa que tem a concessão desta mina e de outra em Montemor, disse ainda que "a nossa confiança no potencial da região apoiou a decisão de começar a campanha de exploração em Montemor, em torno de Boa Fé". A Colt adiantou ainda que recebeu vários estudos que ajudarão a companhia a testar em maiores profundidades por depósitos conhecidos de ouro. 

Recorde-se que a empresa canadiana assinou um contrato com o Governo no final do ano passado para investir 53 milhões na Boa Fé, durante cinco anos. Nessa altura, nos 30 quilómetros de área a explorar, o potencial de extracção de ouro era de 12 milhões de onças de ouro. 


* A "Colt" sacou da arma, apontou ao negócio e deu um tiraço no governo português, tudo na boa fé.

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 2 *A MÚSICA É A ARMA*



Documentário sobre a vida turbulenta de Fela Anikulapo Kuti, o criador do afrobeat (gênero musical que funde os ritmos do oeste africano com o jazz norte americano). Referência para muitos músicos e pensadores negros, o "presidente negro", foi um constante questionador das corrupções políticas, injustiças, desigualdades na Nigéria e colonizações em África. Protagonizando a narrativa, Fela nos leva à República de Kalakuta, uma comuna auto declarada independente, e à notória casa noturna "Shrine", zona de perigo para o governo nigeriano

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  HOJE NO

"DESTAK"

Portas anuncia oito contratos fiscais 
com empresas para um investimento 
de 157 milhões de euros 


O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou hoje a assinatura de oito contratos fiscais com empresas que resultarão num investimento de 157 milhões de euros na economia portuguesa e contribuirão para criar 352 postos de trabalho. 

O Estado português vai conceder incentivos fiscais no valor de dez por cento deste investimento, cerca de 15 milhões de euros. 

Paulo Portas fez este anúncio na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros, na qualidade de ministro que tutela da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em articulação com o Ministério da Economia.

* Um anúnciozinho do sr. ministro. 15 milhões de euros de benefício fiscal devem corresponder a 50% ou mais do total dos impostos a pagar, uma "oxaria". Seria preferível pegar nos 15 milhões e emprestarem-no a juros muito baixos a pequenos empresários portugueses. Precisamos de investimento estrangeiro mas não a preço de saldo.
Dia Mundial para a Prevenção do Abuso de Crianças

Prevenção do Abuso de Crianças.

ALERTA PARA TODOS OS DIAS

"Mais de 20 mil crianças morrem por ano nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), sendo mais de 3.500 vítimas de violência e maus-tratos".
Os números foram recentemente divulgados num relatório do Centro de Pesquisa Innocenti da UNICEF e são sublinhados hoje, Dia Mundial para a Prevenção do Abuso de Crianças.
A nível nacional, e segundo dados recentes das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, em 2006 houve acréscimo de mais 10 mil processos do que em 2005. No total, 22.673 menores foram assistidos, sendo na maioria vítimas de negligência e maus-tratos.
Foi assinalado a 19 de Novembro - data que que pretende alertar os Governos e as organizações da Sociedade Civil para um papel mais activo na promoção e respeito dos Direitos da Criança (artigos 19º e 34º da Convenção dos Direitos da Criança), a Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV) exibiu um spot televisivo na SIC que alerta para o dever do Estado e responsabilidade de todos na protecção das crianças e prevenção da violência.
Ainda no âmbito das iniciativas que assinalaram a data a Sociedade Internacional para a Prevenção do Abuso e Negligência de Crianças (ISPCAN) organizaram a Conferência Regional Europeia sobre o Abuso e Negligência de Crianças, que  no dia 21 reuniu peritas/os internacionais e profissionais de 60 países no Centro de Congressos de Lisboa.
Em debate estavam as questões: Será possível parar o Abuso e Negligência de Crianças? O que poderemos aprender com os sobreviventes e seus familiares? Serão os actuais modelos de prevenção e intervenção eficazes?
Entre outros conferencistas, destacaram-se as presenças de Arnon Bentowim (Reino Unido), Kevin Browne (Reino Unido), Claire Brisset (França), Bragi Gudbrandsson (Islândia) e Carl Göran Svedin (Suécia).
Constituída notarialmente em 1993, a Associação de Mulheres Contra a Violência é uma organização não governamental (ONG), independente, laica e sem fins lucrativos, cuja missão é questionar e desafiar as atitudes, crenças e padrões culturais que perpetuam e legitimam a violência contra as Mulheres, Crianças e Jovens.
É membro fundador da Associação Portuguesa para a Prevenção do Abuso e Negligência de Crianças (2005).







Associação de Mulheres Contra a Violência
Alameda D. Afonso Henriques nº 78 - 1º Esq. 1000-125 Lisboa - Portugal
Telf: 21 3802160 | E-mail: sede@amcv.org.pt | Web: www.amcv.org.pt
 
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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80
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(PARA A NME)
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Nº 61
 
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THE WHOLE 
 
 
 OF THE MOON


  WATERBOYS






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  HOJE NO

"i"

Salário emocional. 
Quando o dinheiro não é tudo 

Com um investimento reduzido, as empresas oferecem aos funcionários uma ajuda integral, garantindo-lhe apoio nas várias vertentes da sua vida

Não tem a ver com pagamentos extra, prémios ou outro tipo de valores monetários que caem na conta bancária no final do mês. O salário emocional é, para alguns trabalhadores, muito mais que isso. São um conjunto de ajudas que as empresas proporcionam ao funcionário. E são cada vez mais as organizações em Portugal a procurar estes serviços. “Pode definir-se muito simplesmente como todas as componentes de retribuição não monetária, muitas vezes intangíveis”, diz António Brandão de Vasconcelos, presidente da Everis. 
No ano passado, a multinacional de consultoria ficou em segundo lugar dos Prémios Excelência no Trabalho. “Os efeitos do salário emocional fazem-se sentir quando conseguimos tornar as pessoas mais felizes no seu local de trabalho”, explica o responsável da Everis. Aumentar a produtividade, diminuir o absentismo, reforçar o compromisso com a empresa, deixar mais tempo livre para usufruir do que mais gosta de fazer. Na teoria parece vago mas na prática os ganhos do trabalhador são evidentes. Os funcionários ganham um assessor familiar, fiscal, financeiro, psicológico, médico e legal, e ainda têm parte da gestão do dia-a-dia garantida.

O salário emocional traduz-se em segurança, confiança, tranquilidade e equilíbrio para o trabalhador e é uma tendência que tem vindo a aumentar em toda a Europa. Especificamente em Portugal, cada vez mais empresas procuram um plano Trabalho-Vida da Albenture. Esta é uma das primeiras entidades no país especializada em gerir este tipo de salário, através de uma série de ferramentas que põe à disposição das empresas. “Para a empresa é uma forma de garantir que num contexto difícil o compromisso do funcionário com a empresa está garantido, e só as pessoas comprometidas são eficientes”, explica Regina Cruz, directora da Albenture, responsável pelo projecto.
 Profissionais e clientes satisfeitos, mais vendas e maior facturação para o agente. É desta forma que a RE/MAX destaca as mais-valias da sua organização. A empresa é líder em mediação imobiliária em Portugal e está no ranking anual das melhores empresas para trabalhar no país. “Quanto mais satisfeitos estiverem os profissionais, com mais gosto vão trabalhar, com mais motivação, porque têm paixão pela empresa e pelo trabalho”, afirma Catarina Água-Mel, directora da RE/MAX em Portugal.

Segundo a Albenture, não existem números reais no país, mas esta prestação de serviços é uma realidade presente nas empresas. A Ervis começou a aplicar as práticas deste conceito no dia em que abriu o escritório em Lisboa, já lá vão 13 anos. “Há uma maior retenção de talento, um aumento da produtividade e um compromisso para atingir os resultados pretendidos”, explica António Brandão Vasconcelos. Mesmo em tempos de crise, o salário emocional poderá ser uma arma eficaz. “Tem custos associados e os seus efeitos não são imediatos. No entanto, é nossa convicção que os benefícios superam largamente os custos”, acrescenta o responsável da consultora.

Para a directora da RE/MAX Portugal, é preciso combater o clima de incerteza com ferramentas a nível humano. É uma arma contra a crise, principalmente quando muitas empresas reduzem os seus colectivos e não promovem aumentos salariais. “É necessário manter os trabalhadores motivados num contexto de incerteza”, afirma Regina Cruz, da Albenture.

O salário emocional deve ser encarado, numa óptica de médio, longo prazo, como uma componente adicional do pacote retributivo. Aplica-se a todos os sectores onde haja uma forte concorrência, com pessoas altamente qualificadas e em que a perda de um colaborador acarrete um enorme custo para a empresa. A consultoria é um desses exemplos. Mas a Albenture apresenta estes serviços em todos os segmentos do mercado: tecnológicas, farmacêuticas, banca, distribuição, serviços, telecomunicações, entre outras.

Os vários especialistas contactados pelo i afirmam que é muito mais do que um aumento salarial, é uma aposta no indivíduo como parte fundamental na organização. “A valorização é muito importante”, acrescentam. Em pouco tempo, as empresas vêem o retorno de ter impulsionado internamente medidas de salário emocional. Conciliar a vida privada com a vida profissional é fundamental no momento conturbado do ponto de vista financeiro que as empresas atravessam. Há quem prefira abandonar o trabalho de sonho e procurar um novo posto que muitas vezes é menos remunerado mas permite restabelecer o clima laboral e o equilíbrio emocional e familiar.

A máxima “o dinheiro não é tudo” ganha cada vez mais força. E para o presidente da Everis pode sintetizar-se num conjunto de medidas: “Comunicar de uma forma totalmente transparente, ter tempo para ouvir, reconhecer e agradecer o empenho e o compromisso, celebrar colectivamente os êxitos, dar espaço para as preocupações são alguns pormenores”, enumera o responsável. No caso da empresa de consultoria, começa pelo trato. António Brandão de Vasconcelos faz questão de ser tratado só por António em vez de senhor engenheiro, mesmo pelos estagiários. “Estamos em presença de uma situação win-win”, concluiu.

* Investir para a felicidade de quem trabalha, são raros em Portugal os empresários com inteligência para o incrementar. 

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A CULPA É DA VACA




O vídeo está em Castelhano, fácil de entender e também fácil perceber a mensagem.


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  HOJE NO

"A BOLA"

Suécia indignada com castigo 
aplicado a guarda-redes 

Durante um treino da seleção sueca, o guarda-redes Johan Wilan perdeu um jogo, onde não podia deixar cair a bola, e os restantes jogadores decidiram aplicar um castigo, onde foi obrigado a baixar os calções. Depois, internacionais suecos começaram a rematar contra o rabo do guardião. 

Este incidente está a suscitar grande polémica na Suécia, isto porque é considerado como um mau exemplo. O chefe da delegação sueca, Lars Richt, também está ao corrente da situação e considerou que foi uma situação «infeliz». Por seu turno, os jogadores defendem que apenas se trata de um jogo e que acontece todos os dias. 

* É uma brincadeira, rídicula mas simplesmente brincadeira, não é patológico






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Um suave despertar



  



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  HOJE NO

"PÚBLICO"

Imprensa estrangeira 
não poupa Ronaldo

 O "capitão" da selecção portuguesa é avaliado 
com nota negativa pelos jornais internacionais. 

The Guardian (Inglaterra) 
O golo tardio de Silvestre Varela salvou Cristiano Ronaldo do embaraço e deixou vivas as esperanças de Portugal em chegar aos quartos-de-final numa noite na qual o jogador mais caro do mundo passou por um jogo que vai querer esquecer. Os falhanços de Ronaldo podiam ter saído caros quando Bendtner fez o seu segundo golo e levou a Dinamarca ao empate. 
El País (Espanha) 
Portugal vence sem a pontaria de Ronaldo. A estrela portuguesa voltou a ficar em branco numa tarde calamitosa quiçá uma das piores pela selecção, errou duas ocasiões claras de golo. 

INJUSTAMENTE AUSENTE
A Portugal podem apontar-se muitas coisas, mas não a falta de organização táctica. O seleccionador português desenhou uma equipa forte, dura a defender e rápida no ataque. Pepe mandou com a autoridade de um veterano. Sempre bem colocado, faz alarde do seu físico privilegiado para se antecipar e cortar o perigo rival. 

 L’Équipe (França)
 Malgrado um Ronaldo perdulário, Portugal conserva a hipótese de se qualificar graças à vitória in extremis 3-2 sobre uns dinamarqueses que nunca desistiram. Jogo com ritmo baixo e poucas explosões individuais, especialmente de Cristiano Ronaldo, decididamente longe da sua forma no Real Madrid. Cinco golos e, mesmo se às vezes faltou ritmo, o público de Lviv assistiu a várias reviravoltas no jogo. 
La Gazzeta dello Sport (Itália) Mas na recta final Varela marcou um golo justo que valeu três pontos. Quem esperava ver Cristiano Ronaldo saiu decepcionado: CR7 jogou mal e perdeu dois golos feitos, um deles parece ter sido um dos mais fáceis da sua carreira. 
INJUSTAMENTE AUSENTE

* A "ignorância é muito atrevida" e muitos jornalistas em vez de terem bom senso são autênticos algozes de figuras públicas. 
Então os pretensos "doutores da bola" não percebem que basta a presença de Ronaldo em campo para intimidar o adversário.
 As "eminências pardas do chuto" não viram o CR7 e também o Nani, incansáveis a atacar, a defender, no meio campo a construir jogo. 
Falhou dois golos quase certos é certo, mas é por este jogo que se põe em causa a dignidade profissional do jogador que é um dos que mais trabalha?? 
O problema da selecção é de  quem a orienta atávicamente sem demostrar capacidade para gerir recursos humanos. 
O problema da selecção é termos nos clubes mais de 80% de jogadores estrangeiros, alguns muito maus e que impedem os nossos jovens de amadurecerem e evoluirem nas equipas portuguesas. 


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MAQUINAS ANTIGAS

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 DOUTRO SÉCULO






Quem só escreveu em teclado de computador achará estas maquinetas bizarras. No entanto foram autênticos equipamentos revolucionários que vieram facilitar a vida de quem era obrigado a escrever. Vai reparar  nestes modelos modelos a existência dum rolo onde o papel em que se imprimia era colocado.

 


Um modelo em madeira e outro já com o chassis em metal da famosa fábrica Remington.  Para o dactilógrafo verificar o que tinha escrito era obrigado a levantar parte do chassis.





 No modelo da esquerda há um ponteiro que é conduzido para a letra que se pretende e um botão que acciona o mecanismo que imprime no papel.




Foi construída em Nova York em 1881, uma das melhores características dessa máquina foi a facilidade com que se pode alterar as fontes e conjuntos de caracteres. Preço de venda 40 dólares.





































A  Odell 2 foi uma das mais belas máquinas de escrever daquela época. É caracterizada pelo exclusivo estilo Art Nouveau

Máquinas da coleção de Martin Howard Early, canadiano.

 IN "http://visaoemfoco.ativoforum.com"







 Uma Liliput, mais versátil pela sua portabilidade, à direita a tampa que protegia o mecanismo quando era transportado.




Um revolucionário escritório ambulante, incluída uma pequena máquina, que facilitaria a vida de quem se deslocava com frequência




 Uma máquina mais sofisticada própria para imprimir folhas de grande formato e vários tipos de papéis.




 Por vezes os construtores procuravam designs mais elegantes, a haste que se observa entre as letras V e B é o espaçador de palavras.



 Uma Royal onde já é vísivel uma fita impressora com as cores preta e vermelha.




 Uma Remington com um moderno chassis protector do mecanismo e o rolo de grandes dimensões




 Esta máquina é de 1886



 A Lambert também dos finais do sec XIX, tinha o teclado num disco semelhante ao dos telefones da época.
 

Uma Oliva, portuguesa, portátil profusamente vendida na segunda metade do sec XX



E por último uma Underwood com duas teclas de cor utilizadas para funções especiais.
A Godrej and Boyce, empresa indiana que fabricava máquinas de escrever, fechou definitivamente as suas portas, em Mumbai em 2009.
Olivetti e Olympia pararam a produção de  máquinas de escrever no início dos anos de 1990.
Na oligarquia dos computadores ainda há uma fávrica resistente rata-se da norte-americana SWITEC.

DIZ-SE 


Segundo muitos, o inventor da máquina de escrever foi o padre paraibano Francisco João de Azevedo, em 1861, mas que por não tê-la patenteado na época teve a sua idéia copiada por 3 norte-americanos, que receberam autorização para produzir em escala industrial uma máquina quase igual à do brasileiro.


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