domingo, 3 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




 LOIRAS ... 



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AS MAMAS VALEM UMA VIDA





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ESTA SEMANA NA
"EXAME INFORMÁTICA"

Office chega ao iPad a 10 de novembro

Ao que tudo indica, a Microsoft já está na fase final de testes ao Office para iPad. Os últimos rumores apontam para 10 de novembro como a data da estreia. 

A equipa do Office Mobile já terminou a sua adaptação do Office ao iPad. Agora, é a equipa de usabilidade que está a testar e assegurar que esta versão da suite de produtividade se mantem fiel às suas origens, explica uma fonte anónima ao The Daily. 

Apesar das inúmeras alternativas, a suite de produtividade da Microsoft continua a ser a mais utilizada no mundo inteiro. Tudo indica que também em novembro, a Microsoft se prepare para lançar uma versão para o Android. 



* Falta pouco para ficarmos Andradoidos 

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 NUNCA CHEGUES 


INESPERADAMENTE


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ESTA SEMANA NO

"BLITZ"

Prisioneiros em Guantánamo poderão 
ter sido torturados com músicas de 
"Rua Sésamo" 

Canções da popular série infantil terão sido usadas como instrumento de tortura na base naval norte-americana. Uma reportagem do canal Al-Jazeera (citada pelo Público) refere que os prisioneiros de guerra eram sujeitos à audição de versões distorcidas das músicas de Rua Sésamo a um volume "intolerável ao ouvido humano". 

Já em 2003 o exército norte-americano terá corrido ao mesmo expediente, com prisioneiros capturados no Iraque e no Afeganistão. Segundo a Al-Jazeera haverá mesmo um documento da CIA com "diretrizes para métodos de interrogatório" que discrimina o tempo e o volume de cada música reproduzida: 18 por horas por dia num volume semelhante ao ruído provocado pelo trânsito numa auto-estrada; oito horas num volume equivalente a uma motorizada a arrancar; duas horas com música tão alta como o som de um martelo pneumático a trabalhar. 

 O compositor de mais duas centenas de músicas para Rua Sésamo , Christopher Cerf, confessa-se incrédulo: "a minha primeira reação foi "isto não é verdade, é demasiado despropositado". O critério do exército norte-americano não olha a géneros musicais. 
 Também o rock mais pesado já terá sido utilizado para tortura de prisioneiros: Metallica, Rage Against the Machine e AC/DC compuseram a banda-sonora ruidosa. "Gostávamos que metessem o George W. Bush numa dessas pequenas celas e pusessem a nossa música a tocar até que ficasse surdo", disse Tom Morello, dos Rage Against The Machine, em 2008. E a pop no feminino: a música de Christina Aguilera e Britney Spears terá sido escutada, em "altos berros", na base de Guantánamo. 


 * Suficientemente sórdido para não ser verdade. 

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DOEU . . . 






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  5 - EMIL CLORAN





A trajetória intelectual e biográfica do filósofo romeno Emil Cioran (1911-1995) é o tema deste documentário francês dirigido por Patrice Bollon e Bernard Jourdain. Intelectual lúcido, cético, e contundente; considerado o maior dos prosadores da língua francesa, por Saint-John Perse, o pensamento de Cioran vai denunciar implacavelmente as ilusões que garantem o sono da maioria: a felicidade, as utopias, o progresso da humanidade, a história redentora, etc
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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"
Fazem a revolução totalmente nua
Sejamos honestos. Você não acordou hoje preocupado com o estado do movimento dos direitos das mulheres na Ucrânia. Nem tem sentido angústia por ser um país onde as mulheres estão sub-representadas no Governo e nos empregos, onde a violência doméstica está generalizada e a indústria do sexo é florescente. Fotos de mulheres nuas? Foi isso que o levou a ler... E é assim que um grupo de feministas da Ucrânia consegue fazer coisas impensáveis, tornando outra vez espectacular o movimento feminista. 
As manifestantes em topless do Femen são politicamente inteligentes e seguidas internacionalmente, até por não conhecerem fronteiras. Em Roma, protestaram contra Berlusconi em topless, mas com o corpo pintado com as cores da bandeira italiana, e aos gritos de “A Itália não é um bordel!” Em Paris, invadiram o apartamento de Dominique Strauss-Kahn vestidas (bem, meio vestidas) de empregadas de limpeza, depois de ele ter sido acusado de tentativa de violação de uma empregada de hotel em Nova Iorque. No Vaticano, usaram hábitos transparentes enquanto exigiam “liberdade para as mulheres” e denunciavam a misoginia do Papa. Em Milão, invadiram desfiles de moda para protestar contra a exploração sexual das modelos. 
No Fórum Económico Mundial, em Davos, com cartazes onde se lia “Crise: feita em Davos”, despiram-se na neve para protestar contra a sub-representação das mulheres na política (isto foi um ano depois de o primeiro-ministro ucraniano Viktor Ianukovich ter dito que os delegados deviam visitar a Ucrânia na Primavera, quando as raparigas começam a tirar a roupa). O novo alvo principal do Femen é o Euro 2012, o campeonato de futebol que começa em Junho e é organizado a meias pela Ucrânia e pela Polónia. O grupo defende que o governo ucraniano pretende na prática legalizar a prostituição para tornar o país atractivo para turistas sexuais. 
Em Outubro passado, perante 60 mil fãs que tinham acabado de ver a actuação da cantora Shakira, as manifestantes invadiram o fosso do estádio olímpico de Kiev, exigindo um “Euro 2012 sem prostituição”. 
 A sede do Femen é o Café Kupidon, em Kiev (Cupido é o deus romano do desejo, filho de Vénus, deusa do amor, e de Marte, deus da guerra). É um bar fumarento, num buraco pouco iluminado. Canos industriais atravessam o tecto cinzento; cadeiras de madeira que não combinam riscam o chão de cimento. Cheira a fritos e banha, como na maioria dos cafés ucranianos baratos. No meio do fumo de cigarro, com uma brisa a perfume, e rodeado por portáteis e telemóveis, encontrei Anna Hutsol, de 27 anos, Oleksandra Shevchenko (conhecida como Sasha), de 23, e Inna Shevchenko, de 21, as principais activistas do Femen. Fundaram o grupo em 2008 com Oksana Shachko, que tem 25 anos e está nesta altura na prisão em Moscovo. Foram-me descritas como “boazonas” e, bem, é o que são. 
Na Ucrânia há muitas louras magras, de feições eslavas, com o cabelo pelo rabo e a usar sapatos de salto alto na neve, mas poucas são tão glamourosas como as do Femen. Sasha, uma loura frágil, estudante de Economia, usa um vestido preto curto de cabedal com um corte da moda. Inna (que era assessora de imprensa do presidente da Câmara de Kiev antes de ter sido despedida por causa dos seus protestos) está enfiada num vestido justo preto e tem botas de cano alto, com fitas a apertar atrás. Estão perfeitamente produzidas, da sombra dos olhos de Sasha aos pequenos brincos de cristal debaixo do cabelo louro comprido de Inna. Fundaram o Femen, dizem, porque as jovens precisavam de um novo tipo de feminismo. “O feminismo clássico já não funciona”, insiste Inna. Oksana acrescenta: “No início estávamos a fazer um grande esforço para nos mantermos afastadas da palavra ‘feminismo’. 
Somos populares, atraentes, bonitas, estamos a tentar chamar a atenção para os problemas, para encontrar soluções. Oferecemos um novo feminismo.” Começaram por fazer campanha pelos direitos das mulheres ucranianas (sobretudo contra o turismo sexual e a prostituição), mas agora o seu âmbito é mais alargado – incluindo a defesa do socialismo, na crença de que a igualdade para as mulheres depende da igualdade para todos. 

Na verdade, não andaram sempre em topless, fizeram alguns protestos vestidas, mas ninguém prestou atenção. Então, um dia de Agosto de 2009, durante uma manifestação em Kiev, Oksana arrancou a camisola espontaneamente. A imprensa ficou doida – e as raparigas repararam nisso. “Podemos ver muita exploração do corpo feminino. Nas panfletos das pizzas, nos cartazes, há sempre uma mulher. Por isso decidimos usar o corpo para promover as nossas ideias. O meu corpo é uma arma poderosa, e eu vou usá-lo”, diz Sasha. 


* FEMEN quanto baste... 

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  ONTEM NO
"i"

Nove meses depois, o governo prevê 
mais 188 mil desempregados em 2013 

Governo revê previsões do desemprego, que subirá para 16% no próximo ano e reage com estudo de corteda TSU para incentivar a contratação de jovens. 

Mas o impacto real será curto. O ministro das Finanças já tinha admitido a surpresa perante a subida muito rápida do desemprego – ontem vestiu a surpresa com novas previsões. O governo reviu a taxa de desemprego este ano de 14,5% para 15,5% e no próximo de 14,1% para 16%, numa confirmação de que a sangria recorde de postos de trabalho não só será mais forte, mas também mais prolongada do que o previsto. Para se perceber melhor como a magnitude do abalo apanhou o executivo de surpresa basta recuar até Agosto de 2011, data em que Vítor Gaspar apresentou as primeiras previsões: 13% para este ano e 12,6% para 2013. 

A enorme diferença face às projecções actuais significa que, grosso modo, em nove meses o governo passou a prever mais 139 mil desempregados este ano e mais 188 mil no próximo (tendo em conta a estimativa mais recente para a população activa em Portugal). A revisão comunicada por Vítor Gaspar à saída de uma reunião com associações patronais e sindicais coincidiu com a divulgação por parte do Eurostat de uma nova subida mensal do desemprego em Portugal, para 15,2% em Abril (mais uma décima face a Março), com a taxa para os jovens a saltar para um novo máximo de 36,6%. Portugal tem a terceira maior taxa de desemprego, global e jovem, a seguir à Grécia e a Espanha. 

A degradação acelerada do desemprego é explicada por um conjunto de factores que tornam esta recessão diferente das anteriores: empregadores e consumidores percebem o ajustamento da economia como sendo permanente (caso fosse temporário, os empresários tenderiam a reter trabalhadores), as empresas estão a ser muito pressionadas em várias frentes (recuo do financiamento, recuo da procura, atrasos nos pagamentos) e a zona euro continua mergulhada em incerteza. A análise das razões da perda do posto de trabalho, dados fornecidos ao i pelo Instituto Nacional de Estatística, confirma o efeito das falências e reestruturações empresariais: nos primeiros três meses do ano, 290 mil pessoas foram alvo de despedimento individual e colectivo (ver gráficos). 

Os dados mostram também que a sangria laboral está a afectar muito os trabalhadores com vínculos mais frágeis: cerca de 230 mil pessoas entraram no desemprego porque o contrato a prazo não foi renovado. Além do impacto social, uma revisão tão grande das taxas de desemprego constantes no Documento de Estratégia Orçamental até 2016 sugere que os números em que se baseia a estratégia de contenção do governo estão desactualizados. 

Por outras palavras, a dificuldade para cumprir os objectivos de Bruxelas e da troika será maior tendo em conta as medidas conhecidas hoje. “Que a revisão tem um impacto nas contas é evidente, desde a despesa com subsídios de desemprego à receita perdida em IRS, IVA ou contribuições sociais”, afirma o economista Miguel Beleza. “A revisão pode significar também um valor diferente, mais baixo, para o Produto Interno Bruto”, acrescenta. Apoio a jovens tem pouco impacto. 

Perante o avolumar inédito de pessoas sem emprego, o governo pondera algumas medidas de recurso, como o corte da Taxa Social Única suportada pelas empresas, caso contratem jovens. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, confirmou ontem que está a estudar a medida (como noticiado pelo “Jornal de Negócios”), aplicada apenas a jovens, no âmbito do programa Impulso Jovem. As medidas terão um impacto limitado no combate ao desemprego global – os jovens têm uma taxa muito alta de desemprego, mas representam menos de um quinto do total oficial de desempregados. 

O impacto no segmento jovem será sempre positivo, mas há dúvidas quanto à sua expressão. “À partida pode ter um efeito benéfico, porque cria oportunidades de primeiro emprego ou para desempregados há já algum tempo”, aponta Ricardo Paes Mamede, professor de Economia Política no ISCTE, em Lisboa. “Mas os efeitos serão menores caso não haja mínima estabilidade contratual”, junta. 

Os jovens entre 15 e 24 anos são o segmento da população activa com maior peso de contratos a prazo, mais de 50%. A combinação entre o peso de vínculos precários e o carácter temporário da medida (que é financiada pela reorientação de fundos comunitários) tipicamente leva os empregadores a contratarem e despedirem para aproveitarem o incentivo, explica ao i um economista que preferiu o anonimato. “Políticas activas de emprego temporárias não funcionam”, comenta. “É como o ditado: pode levar-se o burro à fonte, mas não se pode obrigar a beber”. 


* Nossa que ignorância, 16% é já em Julho/Agosto.

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3.CANNABIS


A ERVA MALDITA? 






Documentário médico onde o Dr. John Marsden analisa as origens da Cannabis, a maconha. Ele vai atrás de respostas para perguntas como: A maconha pode causar esquizofrenia? Ela pode levar alguém a buscar drogas mais pesadas? Ele entrevista pessoas cujas vidas foram destruídas ou revividas por esta planta que já vinha sendo usada há quase 3.000 anos antes de Cristo.

Um excelente trabalho da BBC


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DESLIZAMENTO


DE  TERRAS



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  HOJE NO
"RECORD"

GP Catalunha: 
Miguel Oliveira no pódio 

 Miguel Oliveira conseguiu o terceiro lugar no GP da Catalunha este domingo, somando o primeiro pódio da carreira no Moto3 - primeiro português a conseguir este feito numa prova Mundial -, depois de não ter terminado as três últimas corrida devido a quedas. Maverick Viñales venceu a corrida em 41m50s965, com Sandro Cortese no segundo lugar, a 7,7 segundos, com o português colado à roda traseira (a 1 centésimo). 

"Foi uma corrida muito dura. Não comecei bem e quase que sofri uma queda, mas conseguiu melhorar aos poucos e estou muito feliz por ter conseguido este pódio para a equipa, que está a fazer um grande trabalho. Merecemos este pódio", afirmou o piloto português logo após o final da corrida. Miguel Oliveira, que partiu da quinta posição da grelha em Montmeló, é agora 11.º da classificação de pilotos, com 27 pontos - Cortese lidera com 87. 

Classificação: 
1. Maverick Viñales (Espanha), Honda, 41:50.965 
2. Sandro Cortese (Alemanha), KTM, 41:58.717 
3. Miguel Oliveira (Portugal), Honda, 41:58.818 



* Não há um ministro do nosso governo que tenha um pingo de valor quando  comparado com os nossos atletas.

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OLGA ESPERANÇA


  
 Facturar faz o país avançar", ou não


O IVA é um imposto de matriz comunitária e a sua aplicação deveria ser uniforme nos diversos Estados-membros. 

Já dizia a anterior ministra das finanças que "Facturar faz o país avançar", ao referir-se à formalidade sobre a qual assenta o mecanismo de funcionamento do IVA, imposto que representa actualmente quase metade do total da receita fiscal em Portugal. 

O IVA é um imposto plurifásico, que se aplica em todas as fases do circuito económico mas que visa somente tributar o consumo, baseando-se no método do crédito do imposto: cada operador económico entrega ao Estado a diferença entre o imposto liquidado (cobrado aos seus clientes) e o imposto suportado (que por ele foi pago aos seus fornecedores). Por isso se diz que para os operadores económicos o IVA é um imposto neutro. 

No mecanismo de funcionamento do IVA, as facturas assumem um papel fundamental, na medida em que são, por um lado, o documento de suporte à liquidação do IVA e, por outro, incorporam um direito de crédito sobre o Estado. 

Neste contexto, e por forma a garantir a cobrança exacta do IVA e para evitar a fraude, a Directiva do IVA (Directiva 2006/112/CE) prevê que os Estados-membros imponham regras para a emissão das facturas e condicionem o direito à dedução do IVA suportado à existência de factura válida. 

Porém, e conforme já decidido por diversas vezes pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), "o princípio fundamental da neutralidade do IVA exige que a dedução do imposto pago a montante seja concedida se os requisitos substanciais estiverem cumpridos, mesmo que os sujeitos passivos tenham negligenciado certos requisitos formais". 

Ora, tratando-se o IVA de um imposto de matriz comunitária, a sua aplicação deveria ser uniforme nos diversos Estados-membros, para a qual contribui necessariamente a jurisprudência daquele Tribunal. 

Por esse motivo, em países como o Reino Unido, a Alemanha ou a Holanda, as autoridades fiscais locais têm o procedimento de, na sequência das decisões do TJUE, emitirem notas de informação aos contribuintes sobre as decisões daquele Tribunal, chegando inclusivamente a alterar entendimentos prévios e a comunicar aos contribuintes a possibilidade de estes recuperarem IVA de períodos anteriores. 

 Por cá, a concretização da jurisprudência comunitária continua bastante aquém do desejável, designadamente num contexto de mercado europeu global no qual o nosso país apresenta, como é demais conhecido, uma desvantagem competitiva significativa na área da fiscalidade. 

Em concreto, e no que concerne ao direito à dedução do IVA, que é o princípio fundamental do sistema comum do IVA, Portugal continua a desrespeitar o normativo e a jurisprudência comunitária, impondo limitações no direito à dedução manifestamente excessivas, chegando, espante-se!, a limitar o direito à dedução em situações cuja factura não inclui IVA (tendo o imposto sido autoliquidado pelo contribuinte). 

É indiscutível que as facturas são uma peça fundamental de controlo do IVA, mas a apreciação da sua validade na determinação do direito à dedução não pode ser efectuada de forma cega, em desrespeito pelo princípio fundamental do sistema comum do IVA e criando, no limite, situações de enriquecimento do Estado sempre que se comprova que o imposto em causa foi entregue pelo fornecedor nos Cofres do Estado. 

Na actual conjuntura económica e financeira, em que se assiste à diminuição do investimento estrangeiro e ao encerramento diário das subsidiárias e sucursais em Portugal, era desejável que, pelo menos em matéria de IVA, os operadores portugueses estivessem em pé de igualdade com os seus concorrentes dos restantes Estados-membros. 


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS" 
31/05/12 

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TORNADOS DE FOGO



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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Ligações da Akoya ao Espírito Santo 
sob suspeita 

A sociedade de gestão de fortunas de Michel Canals nasceu em Genebra, mas seria tão helvética como os pastéis de nata. Qual o rasto português seguido pela Operação Monte Branco? A ESCOM, empresa que em 2009 pertencia ao Grupo Espírito Santo (GES), pode ter sido acionista maioritária da Akoya, a sociedade de gestão de fortunas gerida pelo suíço Michel Canals e mais dois sócios, detidos em Portugal por suspeita de operarem a maior rede alguma vez detetada no nosso território em matéria de fraude fiscal e branqueamento de capitais. 
EX-ESPÍRITO SANTO

A associação entre a Akoya e a ESCOM foi confirmada à VISÃO por fontes da investigação da Operação Monte Branco, fontes do setor financeiro e ainda por João Rendeiro, fundador e antigo presidente do Banco Privado Português. Hélder Bataglia, presidente da ESCOM, desmente que o grupo tenha tido capital da empresa suíça agora sob suspeita das autoridades, mas admite que manteve conversações com Michel Canals, a título privado, quando o antigo banqueiro da UBS o desafiou a fazer "uma boa aplicação financeira no exterior através da Akoya".

 Através do consultor de comunicação Cunha Vaz, Bataglia esclareceu que Canals veio ter com ele numa altura em que era "referenciado e recomendado como pessoa séria na área da gestão de ativos". 

A ESCOM é atualmente uma empresa detida pelos angolanos da Sonangol, que a compraram ao GES em 2011. Tem interesses e negócios no petróleo, gás, diamantes, agricultura, energia, mineração, imobiliário e obras públicas. 


* Um Pântano....onde não podiam faltar os angolanos.

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CONDUTORES  ESPANTOSOS





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ESTA SEMANA NO
"VIDA ECONÓMICA"

"Ministério da Saúde devia ter coragem 
de combater o poder dos sindicatos"

 Hugo Meireles, que dirigiu o hospital Conde Ferreira e foi 10 anos presidente do hospital de S. Sebastião, na Feira, defende a contratação de médicos A 'troika' impõe controlos apertados às contas nacionais e o ministro da Saúde já alertou, por mais do que uma vez, que "os hospitais têm que olhar para os doentes, mas, também, para a sustentabilidade do serviço". 

E, por isso mesmo, devem ter "contas equilibradas", sabendo-se que o objetivo estipulado pelo Governo para 2012 aponta para um corte nos custos operacionais dos hospitais na ordem dos 5%. Não obstante, e apesar de os consumos de medicamentos em ambiente hospitalar, segundo a Associação Nacional de Farmácias (ANF), ter baixado 2,4% entre janeiro e março de 2012 -, os 35 hospitais e centros hospitalares do Serviço Nacional de Saúde que entregaram as suas contas à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) apresentaram, em março, resultados operacionais negativos de 95 milhões de euros. 

Valores que representam um aumento dos prejuízos de mais de 90% face ao mês anterior, pois passaram de um resultado global negativo de 49 milhões de euros em fevereiro para 95 milhões no mês seguinte, sendo que apenas cinco desses hospitais que reportaram resultados à ACSS melhoraram as suas contas face a fevereiro. Resultados que surpreendem Hugo Meireles, que dirigiu o hospital Conde Ferreira, foi 10 anos presidente da administração do hospital de S. Sebastião, na Feira, e que assumiu a presidência da comissão executiva do novo hospital de Braga até à sua entrega, há pouco mais de um ano, à gestão ao grupo José de Mello Saúde em regime de parceria público-privada. 

Em entrevista à "Vida Económica" à margem de uma sessão na Universidade Católica do Porto, a publicar na edição da próxima semana, o médico psiquiatra começou por dizer que "o futuro da Saúde em Portugal não é risonho", pois "temos ótimos profissionais de saúde e uma ótima rede hospitalar", mas a "sustentabilidade do sistema é que é o nosso principal problema". Ou não fosse verdade que a percentagem do PIB gasta em saúde cresceu "de forma insustentável" nos últimos anos - passou de 0,3% em 1976 para 5,5% em 2010 - e que a dívida dos hospitais já "ultrapassa os três mil milhões de euros". 

Questionado pela "Vida Económica" sobre o sucesso da gestão do hospital da Feira, onde esteve de 1998 a 2008 e onde deixou um saldo positivo de 16 milhões de euros e prazos médios de pagamento a fornecedores de 21 dias quando a média nacional vai nos 270 dias, Hugo Meireles não hesita na resposta: apesar das diferenças entre hospitais públicos e privados, "um hospital é uma empresa e tem de seguir todas as regras seguidas numa empresa". E o segredo, diz, é "a escolha das equipas" e a "fixação de objetivos" para os profissionais de saúde, nomeadamente os médicos e os enfermeiros. Aí, frisa o médico, é que está "a grande diferença". Questionado ainda sobre o porquê de um modelo de gestão de um hospital público com resultados positivos não ser replicado nas restantes unidades hospitalares do SNS, Hugo Meireles aponta uma resposta: "se o Ministério da Saúde tiver a coragem de mudar algumas regras" é possível replicar. O problema, acrescenta, é "combater o poder dos sindicatos". 


* Um anti-sindicalista primário

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ANA PAULA REISS

Interpreta ADRIANA CALCANHOTO





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ESTA SEMANA NO
"CORREIO DO MINHO"

Ponte da Barca acolhe 
VI Congresso Transfronteiriço de Cultura Celta 

Ponte da Barca acolhe, nos próximos dias 15 e 16 de Junho, o VI Congresso Transfronteiriço de Cultura Celta, promovido pela autarquia barquense, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, o Instituto de Estudos Celtas/Espanha, o Instituto de Estudos de Cultura Celta/Portugal e o Cenfipe - Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de Educação. 

O evento conta com uma plêiade de prestigiados especialistas portugueses e espanhóis, cujas aportações científicas contribuirão para a promoção do património material e imaterial da região, o estudo, a reflexão e o debate sobre a herança celta no Noroeste Peninsular. 

ESPECIALISTAS DE DIVERSAS ÁREAS CIENTÍFICAS 

O Congresso contará com a presença de especialistas de várias áreas: História, Etnografia, Psicologia, Cultura Clássica, Etnomusicologia, Direito e Sociologia. As diversas vertentes serão exploradas por especialistas nacionais e internacionais: António Melo (Universidade Católica Portuguesa/Braga, Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos); Barreto Nunes (Investigador); Brochado de Almeida (Universidade do Porto); Fernando Alonso Romero (Universidade de Santiago de Compostela); Francisco Álvares (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos); João Ferreira do Amaral (Investigador e Professor Catedrático do ISEG); João Carlos Major & Luís Saraiva (Universidade Católica Portuguesa/Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos); José Domingues (Universidade Lusíada do Porto); Mário Correia (Etnomusicólogo) e Ramón Sainero (Instituto de Estudos Celtas e UNED - Madrid). 
O evento científico, cuja realização se reparte, alternadamente, entre Espanha e Portugal, desde 2006, propõe a simbiose entre as diversas áreas científicas e comunidades académicas, tendo contribuído para a identificação, preservação e conservação do património material e imaterial de toda a área geográfica, criando sinergias entre municípios transfronteiriços e universidades nacionais e internacionais. O município de Ponte da Barca e a Universidade Católica Portuguesa, principais promotores do evento, sustentam e pugnam pela participação ativa dos professores, principalmente daqueles que exercem a sua atividade nesta região e, neste sentido, o congresso foi objeto de acreditação pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua para os grupos disciplinares 200, 400 e 420. 


* Temos muito ADN Celta 

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CARAS 
CADA UM USA-A ONDE QUER







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ESTA SEMANA NO
"SOL"
25% dos raptos são simulados 

Ana estava em pânico. O namorado ligara-lhe a dizer que fora raptado por três homens e metido num buraco. Estava escuro e não conseguia sair dali. A jovem correu à polícia, que começou a investigar o caso. Durante três dias, Ana recebeu telefonemas de Luís, que chorava com medo que o matassem. Mas afinal tudo tinha sido fingido: Luís queria perceber se a namorada gostava verdadeiramente dele. 

No ano passado, as autoridades policiais registaram 507 casos de rapto e sequestro no país. Grande parte são falsos. Dos 150 investigados, 25% foram simulados, soube o SOL junto de fonte do Ministério da Justiça. A maioria das simulações dura no máximo três dias. Foi o que sucedeu com Luís, que reapareceu ao fim desse período e, ao ser interrogado pela Polícia Judiciária (PJ), disse ter sido ‘libertado’ pelos raptores. Mas horas antes de Luís ter aparecido já as autoridades tinham descoberto que o sequestro era falso. «Conseguimos autorização judicial para localizar o telefone e, pelo histórico, percebemos que o buraco onde o rapaz estava não era buraco nenhum. O sinal do telemóvel passava da margem Norte para a margem Sul do Tejo», recorda ao SOL uma inspectora da PJ, acrescentando: «Mal o confrontámos com a verdade ele foi-se abaixo e confessou que inventara tudo. E explicou que só queria testar o amor da namorada». 

 De acordo com a Judiciária, quando a namorada soube «da verdade nem queria acreditar que ele tivesse fingido toda aquela situação». Apesar disso, Ana continuou a relação com Luís, quando ele foi acusado pelo Ministério Público de simulação de crime – que a lei pune com prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias. Amor proibido origina raptos na comunidade cigana O caso de Luís não é, porém, dos mais comuns. Na maioria das vezes, os sequestros ou raptos fictícios surgem da necessidade de justificar uma ausência. «As pessoas passam noites fora de casa ou faltam ao emprego e dizem que estiveram sequestradas», adianta ao SOL a inspectora, lamentando que as autoridades percam tempo a investigar estes casos. 
Há também, segundo dados da Polícia Judiciária, muitas situações de adolescentes que mentem aos pais para justificarem faltas às aulas. Pretexto não menos comum são os casos de infidelidade. Tem havido registo de raptos simulados por maridos ou mulheres que, para justificarem as ausências (uma vez que mantêm casos extraconjugais), alegam ter sido vítimas de sequestro. «São quase sempre situações de um ou dois dias», diz a inspectora da Polícia Judiciária, acrescentando que «muitas vezes quem simula um rapto nem sabe que está a cometer um crime». 

 Entre os processos investigados pelas autoridades muitos envolvem pessoas de etnia cigana. «Nesta etnia os casamentos são organizados pelos pais. E quando estes não aceitam o casamento, muitas vezes as raparigas são raptadas pelos namorados», conta aquela fonte da PJ, esclarecendo que, nesta situação, são ambos os noivos que fingem o rapto para poderem viver juntos: «Este tipo de raptos é quase uma tradição quando as famílias desta etnia não aceitam a união». 


 * No governo muito mais de 25% das intenções boas  são simuladas 


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RODA DOS ALIMENTOS





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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Europa prepara plano global 
para zona euro

 As instituições europeias estão a preparar um plano global para uma reestruturação "de fundo" da zona euro, que deverá ser apresentado na próxima cimeira no final de junho. A Comissão Europeia, o Conselho da União Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Eurogrupo estarão a preparar um plano global, encomendado pelos líderes da UE, para uma reestruturação "de fundo" da zona euro. 

De acordo com o jornal alemão "Welt am Sonntag", citado pela agência EFE, o plano abrangente deverá ser apresentado na próxima cimeira no final de junho. Os presidentes do Conselho da UE, Herman van Rompuy, da Comissão Europeia, Durão Barroso, do BCE, Mario Draghi e o presidente do Eurogrupo, Jean Claude Juncker terão ficado com esta responsabilidade na última cimeira informal realizada a 23 de maio. 

 Os líderes das instituições europeias deverão elaborar, segundo o jornal, uma espécie de "roteiro" que afetará a "todos os níveis" a UE. O objetivo é que o "projeto revolucionário" seja discutido, aprovado e adotado o mais tardar até final do ano. Promover o crescimento Van Rompuy, Barroso, Junker e Draghi trabalharão quatro áreas: reformas estruturais, união financeira, união orçamental e união política. O resultado será uma nova UE, refere o "Welt am Sonntag".
 De acordo com o jornal, o plano incluirá medidas concretas para impulsionar o crescimento e não se concentrará unicamente na austeridade, a via preconizada até agora pelo governo de Angela Merkel. O BCE estará a preparar-se para agir mais eficazmente e dotar-se de mecanismos centralizados de supervisão na banca. União orçamental O objetivo do "roteiro", cujo ponto alto será a união orçamental, é estar mais bem preparado para situações como a atual e responder à pressão internacional para superar a crise na zona euro, após dois anos de emergência permanente. 

 O jornal alemão lembra que a própria chanceler alemã apontou a necessidade de ser desenhado um programa abrangente para a zona euro esta semana ao referir que se deveria refletir sobre como deve evoluir a Europa "nos próximos cinco a 10 anos". Merkel manifestou disponibilidade para alterar certas posições até agora consideradas "inamovíveis", resultado quer das pressões dos parceiros europeus, quer dos opositores políticos. 


* Os políticos europeus não são melhores que os políticos portugueses. Todas estas demonstrações de empenhamento no trabalho são "manobras de diversão". Quem manda é o dinheiro do qual os responsáveis da Europa são absolutamente vassalos.

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 EMAGRECENDO
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ESTA SEMANA NO
"A BOLA"

«Nada nos correu como merecíamos» - Paulo Bento 

O selecionador nacional considera injusta a derrota diante da Turquia, naquele que foi o ultimo teste da Seleção antes do início do Euro-2012. «Quando se perde é normal dizer que tudo está mal, mas isso não é verdade. Nada no jogo nos correu como merecíamos», começou por dizer Paulo Bento, como que descansando os adeptos portugueses. «Pela forma como entrámos poderíamos ter marcado muito antes do golo da Turquia.

Tivemos 20 minutos extraordinários, mas não conseguimos marcar e sofremos um golo. Reagimos bem, corrigimos pouco no intervalo, pois a equipa estava a jogar bem. No entanto, acabámos por consentir o segundo golo, ainda que tenhamos também reagido muito bem. Chegámos ao 2-1, tivemos muitas oportunidades e falhámos uma grande penalidade.

Mas, na parte final, fomos infelizes novamente», foi o filme visto pelo selecionador nacional. «É óbvio que cometemos alguns erros, mas penso que os erros que cometemos custaram-nos caro. É um resultado injusto por aquilo que fizemos e temos de continuar a acreditar», vincou. 

A verdade é que Portugal despediu-se do público no Estádio da Luz novamente sob assobios. Paulo Bento desvalorizou: «O apoio do público foi fantástico, mas não podemos perder a esperança em cada jogo que disputamos.» 


* Há coisas bem piores, a coelheira a que chamam governo.

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