sábado, 2 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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Consciência pesada é um problema sério...

 Um casal estava a dormir profundamente como inocentes bebés.
 De repente, lá pelas três horas da manha, escutam ruídos fora do quarto.

A mulher, sobressaltada e totalmente espantada, diz para o homem:
 - Aaaaaiiiiiii, deve ser o meu marido!!!...

O homem levanta-se espantadíssimo e nu, pula como pode pela janela e cai em cima de uma planta com espinhos.

Em poucos segundos, volta e diz:
- Olha lá sua desgraçada... o teu marido sou eu!!!


- É?!?!? E saltaste da janela porquê?

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ALMORRÓIDA FURIOSA



Imprensa alemã 
"Estes portugueses 
não metem medo a ninguém" 

Imprensa alemã desvaloriza por completo a seleção portuguesa e assume que a seleção germânica vai bater Portugal na jornada inaugural do Euro 2012. 


"Estes portugueses não nos metem medo." A frase é do jornal alemão Das Bild, que ridicularizou a exibição de Portugal frente à Turquia, no estádio da Luz, onde os lusos perderam por 1-3 no último jogo de preparação para o Euro 2012. 

A Alemanha, recorde-se, será a primeira adversária de Portugal na fase de grupos, mas a imprensa alemã já dá a vitória por garantida. "Os turcos mostraram-nos como se batem os portugueses. Mas desta equipa não precisamos de temer", escreve o Das Bild.


 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 
02/06/12 


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ALMORRÓIDA RICALHAÇA




Arcebispo de Braga quase se engasgou com valor da reforma de Jardim Gonçalves 

O arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, confessou que quase se engasgou quando esta sexta-feira de manhã tomava o pequeno-almoço e leu que o antigo presidente do BCP, Jardim Gonçalves, recebe uma reforma de cerca de 175 mil euros. "Confesso que quase me engasguei", referiu Jorge Ortiga, que falava em Barcelos, durante a cerimónia de inauguração de uma creche, na presença do secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa. 
Jorge Ortiga, também Comissão Episcopal da Pastoral Social, pretendia assim reclamar mais igualdade e mais solidariedade social, numa altura de crise, em que há "tantos portugueses em dificuldades". No final, em declarações aos jornalistas, Marco António Costa lembrou que aquela reforma "não é paga pelo Estado, mas por um banco". 

Aproveitou para sublinhar que o Governo descongelou as pensões mínimas de mais de um milhão de portugueses, uma medida que significa "um esforço financeiro para o Estado superior a 80 milhões de euros". O Tribunal de Sintra declarou-se incompetente para julgar a pretensão do BCP quanto à redução da pensão de reforma de Jardim Gonçalves, absolvendo-o do pedido apresentado pelo banco, segundo revelou quinta-feira à Lusa uma fonte próxima do processo. 

O BCP pretendia baixar a pensão mensal do fundador e antigo presidente do banco, que rondará os 175 mil euros, entre outras regalias que Jardim Gonçalves manteve intactas após a sua saída do banco no final de dezembro de 2007. Depois de ter chegado a acordo com outros antigos administradores do banco, algo que não foi possível de alcançar com Jardim Gonçalves, o BCP avançou com uma ação judicial contra o gestor, cuja decisão foi agora conhecida, mas que ainda poderá ser passível de recurso. 

Contactada pela Lusa, fonte oficial do BCP escusou-se a comentar esta decisão do tribunal, proferida a 28 de maio. Na prática, isto significa que Jardim Gonçalves ganhou a primeira batalha neste processo que o opõe ao banco que fundou, pelo que continuará a receber a sua pensão de reforma e outras regalias tal como até aqui. Esta situação só poderá ser alterada com a abertura pelo BCP de um novo processo noutro tribunal ou recorrendo para uma instância superior que anule a decisão agora conhecida. 


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS" 
01/06/12 


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CINTOS PARA ELES






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PINTADINHA




A modelo brasileira Daniella Sarahyba posou com o corpo pintado para ensaio da revista americana ‘Sports Illustrated’.

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30- DANÇAS NATIVAS

DANÇA DO TIROL  
ZILLERTAER LANDLER




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 Assim se educa 

          com este amor...





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 CHINELICES





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 RADICAL




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 KIROS HADGU
 
 


  


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VICENTE JORGE SILVA




Histórias mal contadas 


Infelizmente, as histórias mal contadas abundam, cada vez mais, no jornalismo português. Não apenas devido à crescente ‘proletarização’ profissional, à escassez dramática dos meios humanos e técnicos que deveriam assegurar o rigor da actividade jornalística. Mas também porque – uma coisa está ligada à outra – os padrões deontológicos da imprensa entraram em degradação acelerada, minando a relação de confiança entre produtores e consumidores da informação. 

Se assim não fosse, provavelmente o ministro Miguel Relvas teria sido já obrigado a pedir a demissão ou a ser demitido depois das suas inqualificáveis tentativas de chantagem contra uma jornalista do Público e o próprio jornal. No entanto, as ligações perigosas entre um ministro e um ex-espião – que, tanto quanto se sabe, partilham uma obsessão mórbida pela vida privada de cidadãos ‘desalinhados’ – não constituíam apenas uma história com indiscutível relevância informativa.

 É que, atrás dessa história, emergiu outra de contornos nebulosos: a da forma como o Público geriu o assunto, após um comunicado do Conselho de Redacção (CR) do jornal que acusava a editora da secção Política (estranhamente não identificada) e dois membros da Direcção editorial (onde estariam os outros?) de parecerem intimidados com as pressões do ministro. 

Claramente desautorizada, a Direcção do Público acabou por ir a reboque do CR, denunciando finalmente essas pressões em termos tão vigorosos quanto tardios (a directora do jornal referiu até um pedido de desculpas apresentado por Relvas, mas que o próprio não confirmou). Ora, porque é que, perante um assunto de tal gravidade, os responsáveis editoriais do Público não se terão reunido, em tempo oportuno, com o órgão representativo dos jornalistas para esclarecer a situação? É um mistério que acaba por fragilizar a imagem do jornal e, indirectamente, favorecer a ‘vitimização’ do todo-poderoso Relvas ou a sua protecção – embora manifestamente desajeitada – por Passos Coelho. 

Os jornais não devem ser protagonistas das suas próprias histórias, mas têm um dever de lealdade e transparência para com os seus leitores. É assim que se dão ao respeito e cortam cerce as tentações indecorosas de abuso do poder. Desconheço os motivos que levaram a editora da Política e a Direcção do Público a reagir tardiamente às interferências intoleráveis de Miguel Relvas. Admito que o follow-up não publicado da notícia sobre a audição parlamentar do ministro, a propósito das suas ligações ao ex-espião Silva Carvalho, não correspondesse a parâmetros editoriais correctos. 

E é também possível que o CR do Público tivesse pecado por precipitação e corporativismo no seu comunicado. Mas a vida na redacção de um jornal é de uma natureza extremamente sensível e a responsabilidade de quem o edita e dirige impõe uma atenção permanente aos focos potenciais de crise de autoridade e confiança. Uma confiança que é também o seu maior capital junto dos leitores e da opinião pública. 

A mal contada história interna do Público prejudicou a história sobre as ligações entre o ministro e o ex-espião. E quem ficou a ganhar com isso foram infractores da liberdade de informação, políticos que julgam impunes a sua mitomania e os seus insuportáveis abusos, como Miguel Relvas. É tanto mais difícil exigir transparência na vida pública quanto somos pouco transparentes nos processos internos do trabalho jornalístico. 

IN "SOL" 
28/05/12 

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E – CONSTRUÍNDO

        UM IMPÉRIO


  
5.BIZÂNCIO




Bizâncio (em grego: Βυζάντιον, transl.: Byzántion; em latim: Byzantium) foi umacidade da Grécia Antiga, fundada por colonos gregos da cidade de Megara, em667 a.C., que recebeu o nome de seu rei, Bizas ou Bizante (Βύζας ou Βύζαντας, em grego). Os romanos latinizaram o nome para Byzantium. A cidade veio a se tornar o centro do Império Bizantino, a metade do Império Romano que falava o idioma grego, da Antiguidade tardia até a Idade Média, sob o nome de Constantinopla. Foi conquistada pelos turcos, em 1453, e passou a fazer parte do Império Otomano; em 1930 seu nome foi mudado novamente, e passou a chamar-se Istambul. 


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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80
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(PARA A NME)
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Nº 71
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  UNDER PRESSURE

  QUEEN AND DAVID BOWIE



  



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SPANIEL
      D'ÁGUA
                                              AMERICANO


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Classificação F.C.I.: 
Grupo: 8 Retrievers, Levantadores e Cães D’água. Seção 3 Cães D’água Padrão 
FCI nº 301 22 de janeiro de 1999. 
País de origem: Estados Unidos da América 
Nome no país de origem: American Water Spaniel Utilização: o American Water Spaniel foi desenvolvido nos Estados Unidos como um cão de caça para todos os propósitos, raça que busca a caça abatida a partir de barcos e canoas e que trabalha no solo com relativa facilidade. Sujeiro à prova de trabalho para Campeonato Internacional

HISTÓRIA 
O Cão de água americana (o American Water Spaniel) É uma raça de cão originário dos Estados Unidos, pouco conhecido fora da América do Norte. É conhecido desde meados de 1800, mas história d sua verdadeira origem é um mistério. 
A maioria dos peritos concordou que ele provavelmente foi desenvolvido nos vales dos rios Raposa e Lobo,  estado de  Wisconsin. Não há nenhuma documentação sobre raças específicas que foram usadas para desenvolver o cão de água americana. 
Doc Pfeifer, um especialista, tornou-se conhecido para obter o reconhecimento da raçanos anos 20. Acreditava que esse cão de água americana era  originado através da junção entre o extinto Spaniel água inglesa, cujo ancestral foi Turk Andaluz, e o Campo Spaniel. 
Alguns criticaram esta opinião mas agora é amplamente aceite que as raças envolvidas no desenvolvimento da American Water Spaniel incluem o inglês Spaniel de água, Campo Spaniel, Irlandês Water Spaniel e, possivelmente,  o Chesapeake Bay Retriever. 
Pfeifer disse não viu qualquer influência do Spaniel água irlandês naquela altura. O Cão de água americano foi desenvolvido como um cão de caça no período da história americana da ascensão da caça comercial de aves. Os caçadores necessitavam de  um cão para ser usado tanto tanto em terra como no pântano e que pelo seu porte facilmente poderia caber numa canoa ou num atrelado, sem se sentir aprisionado. Este cão teria também de proteger os despojos da caça. 
Tem sido salientado, por vários historiadores de raças de cães,  que os caçadores do meio-oeste americano fizeram uso intenso deste cão nos anos 20, até que uma conjuntura de mudanças econômicas desacelerou a sua criação. 

O Cão de água americano só foi formalmente reconhecido como um cão de raça puro até que  o United Kennel Club o incorporou no  livro de registos  em 1938 e o reconheceu em 1940. 

A raça também é reconhecida pela FCI e o Canadian Kennel Club. Ganhou  maior popularidade entre os anos 1920 e 1930, Posteriormente o cão de água americana tornou-se no “American esquecido” (“american esquecido“) por um longo tempo. No entanto, a tenacidade de alguns criadores tem mantido um número razoável de exemplares, para proteger a raça da extinção. American Water Spaniel club calcula que hajam 3000 cópias na América do Norte. O American Kennel Club registou 34 ninhadas em 2006 e 53 em 2005.

APARÊNCIA GERAL
O American Water Spaniel é um cão ativo, musculoso de tamanho mediano com uma pelagem que vai do ondulado ao encaracolado. 
Muita ênfase é dada ao tamanho apropriado e à simetria das partes, textura e cor do pêlo. É um cão de constituição sólida, muito musculoso, cheio de força e qualidades. 
A raça deve ter substância e ossatura o bastante para suportar sua estrutura muscular, mas não tanto, a ponto de parecer pesado. 

PROPORÇÕES IMPORTANTES 
É ligeiramente mais longo que alto, não tão quadrado ou compacto. Entretanto, proporções exatas não são tão importantes quanto o cão ser bem balanceado e saudável, capaz de desempenhar as atividades que a raça se propõe. 

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO: O comportamento indica inteligência, vontade de agradar e amizade. Grande energia e vontade para a caça, ainda que controláveis em campo. 

CABEÇA
A cabeça deve estar em proporção com o todo do cão. Comprimento moderado. A expressão é alerta, autoconfi ante, atrativa e inteligente. 
REGIÃO CRANIANA 
Crânio: bastante largo e cheio. 
Stop: moderadamente definido, mas não muito pronunciado. 
REGIÃO FACIAL 
Trufa: de coloração escura, preto ou marrom escuro. A trufa é suficientemente larga e com narinas bem desenvolvidas para garantir um bom faro. 
Focinho: moderado no comprimento, quadrado e com boa profundidade. Sem tendência a ser afilado. 
Lábios: secos e aderentes, sem excesso de peles ou rugas.  
Maxilares/Dentes: mordedura em tesoura ou torquês. Olhos: de tamanho médio, bem separados, e apesar de ligeiramente arredondados, não devem ser protrusos ou salientes. Pálpebras aderentes e não pendentes. A cor dos olhos pode ir do marrom amarelado claro ao marrom, avelã ou de tom escuro para harmonizar com a cor da pelagem. Olhos amarelos são desqualificantes. Olhos amarelos são de cor brilhante como o limão e não devem ser confundidos com o marrom amarelado claro. 
Orelhas: inseridas ligeiramente acima da linha dos olhos mas não tão altas na cabeça, são lobulares, longas e largas com suas pontas se estendendo até o nariz. 

PESCOÇO: redondo e de comprimento médio, forte e musculoso, livre de pregas. Sua inserção permite portar a cabeça com dignidade, mas seu arco não é acentuado.

TRONCO: bem desenvolvido, firmemente construído mas não exageradamente compacto. 
Linha superior: plana ou levemente inclinada e reta a partir da cernelha. 
Lombo: forte. 
Peito: caixa torácica bem desenvolvida, se estendendo até o cotovelo, nem muito larga nem muito estreita. 
Costelas bem arqueadas, mas sem que isto interfira na movimentação dos membros dianteiros. 
Flancos: sem ser esgalgado. 

CAUDA: de comprimento moderado, curvada; pode ser portada tanto ligeiramente acima quanto abaixo da linha de dorso. A cauda afila gradativamente até a sua ponta; portada alegremente e coberta por pêlos moderados formando franjas. ««««««««««««««««««««« 

MEMBROS 
ANTERIORES: de comprimento médio, retos e com boa ossatura, mas nunca tão curtos a ponto de impedir o trabalho de campo ou tão pesado que possa se mostrar desajeitado. 
Ombros: inclinados, limpos e musculosos.  
Metacarpos: fortes sem qualquer sugestão de fraqueza. Ergôs dianteiros são permitidos. 
POSTERIORES: todo o conjunto posterior mostra força e propulsão.  
Pernas: desde o jarrete até as almofadas plantares, são moderadas em comprimento, fortes e retas com boa estrutura óssea. 
Garupa: bem desenvolvida. 
Coxas: bem desenvolvidas. Jarretes: ligeiramente arredondados, não devem ser pequenos e de contornos agudos, muito marcados. Moderadamente angulados. Metatarsos: paralelos.

PATAS: o tamanho das patas em harmonia com o tamanho do cão. Dedos bem fechados, palmados e com almofadas plantares bem desenvolvidas. 

MOVIMENTAÇÃO: o Spaniel D’Água Americano, se move com equilíbrio entre a propulsão e o alcance. Na movimentação de ida e vinda, não devem ser observados sinais de cotovelos para fora. Quando visto por trás, a impressão é de que os posteriores, que devem ser musculosos e sem “jarretes de vaca”, se movem tão paralelos quanto possível, com os jarretes flexíveis participando do trabalho de propulsão, dando a aparência de poder e força. 

PELAGEM 
Pêlo: o pêlo pode ir do ondulado uniforme até o encaracolado (crespo). A quantidade de ondas ou anéis pode variar nas diferentes partes do cão. 
É indispensável que haja um subpêlo que proveja sufi ciente densidade para protegêlo do clima, da água ou do ambiente hostil, mas nunca muito rude ou muito macio. A garganta, pescoço e posterior do cão são bastante cobertos por pêlos. 
As orelhas bem cobertas por pêlos em ambos os lados e com o canal auditivo provido de pêlos. A região frontal também coberta de pêlos curtos e macios, sem topete. Cauda coberta até a ponta com franjas moderadas. As pernas têm franjas moderadas com ondas ou anéis para harmonizar com a pelagem do cão. 
A pelagem pode ser trimada para melhorar a aparência; as orelhas podem ser raspadas; mas nenhuma das duas atitudes é exigida. 
COR: fígado, marrom ou chocolate escuro sólidos. Um pouco de branco nos dedos ou no peito é permitido. 

TAMANHO / PESO: 
Tamanho: 
Machos e fêmeas: 38 a 46 cm para ambos. 
Peso: 
machos: pesam de 13,5 a 20,5 kg  
fêmeas: de 11,5 a 18 kg. As fêmeas tendem a ser ligeiramente menores que os machos. Não há preferência por qualquer tamanho dentro das medidas dadas para ambos os sexos, desde que as corretas proporções, boa substância e o equilíbrio sejam mantidos.

NOTAS: · os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.


 IN 
-"CONFEDERAÇÂO BRASILEIRA DE CINOFILIA"
- http://www.letocar.com


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CHICO ESPERTO





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ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 42




Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

 NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00

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4. RELÓGIOS 


E



CAIXASA
V










M
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VISTA DE CIMA
















Fotografias tiradas por Yann Arthus-Bertrand, fotógrafo francês que se dedicou à fotografia aérea. 

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BOM
 
DIA


M