sexta-feira, 1 de junho de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Uma bela mulher sai de um bar, muito bem vestida, cambaleando de bêbada. 
Com a chave na mão, caminha em direção ao seu automóvel, um BMW novíssimo, e tenta abrir a porta, sem sucesso, devido ao seu estado de embriaguez. 

Abaixa-se um pouco, para se aproximar mais da fechadura, mas acaba caindo sentada, de pernas abertas, ao lado da porta. 

Desesperada com a situação, olha pra baixo e, notando que está sem calcinha, começa a falar com a sua própria "perseguida": 
- Você paga o carro... 
- Você paga as jóias... 
- Você paga as minhas plásticas... 
- Você me dá tanto dinheiro... 
- Você permite que eu escolha o homem que me agrade... 
- Você paga a casa linda que eu comprei... 
- Você... 
De repente, começa a urinar-se e diz: 
- Não precisa chorar, boba! Eu não tô zangada contigo, tô só conversando!!!

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 PARA FAQUIRES






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 DEFINITIVO





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PORQUE NÃO???



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  NÃO MOLHAM



  OS PÉS
 





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DESCA(R)GA




OCEÂNICA




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CHOCANTE???





ACABADINHO DE CONFECCIONAR

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MODA MASCULINA

GUCCI

MEN SUMMER 2012

FASHION SHOW 





K
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 IMAGEM


SUGESTIVA




ESCAPE LIVRE


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 VERDADINHA





NUNCA VIMOS UM BURRO COM CASACO DE PELES 


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CHOCANTE???

 


NÂO TRATE OS OUTROS DO MODO 
QUE NÃO GOSTA DE SER TRATADO

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JANE FONDA

O TERCEIRO ACTO DA VIDA






Nesta geração, foram adicionados à nossa esperança de vida 30 anos extra -- e estes anos não são simplesmente uma nota de rodapé ou uma patologia. No TEDxWomen, Jane Fonda pergunta como podemos pensar sobre esta nova fase das nossas vidas.
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5.1-A IGREJA CATÓLICA

CONSTRUTORA DA CIVILIZAÇÃO


O SISTEMA UNIVERSITÁRIO





Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. 

NR: Há muito que somos zurzidos por muitos amigos e alguns visitadores, pela nossa atitude agreste, alguns dizem agressiva, em relação à igreja católica, nos vários comentários que por vezes dirigimos à estrutura ou a alguns dos seus intérpretes.
Lá nos vamos defendendo destas "vis" acusações referindo que só zurzimos em quem se põe a geito...
Mas, como apreciamos a imparcialidade decidimos editar uma série longa em defesa acérrima da igreja católica, não para nos redimirmos ou ganharmos o céu mas por respeito aos nossos amigos e visitadores que professam esta religião.
A Redacção

ASTRIA S. TUMINEZ


  

Poder para as mulheres da Ásia 


Os olhos de todos estão na Ásia. A China, outrora vista como pobre e atrasada, é agora a segunda maior economia mundial. A Índia, com a sua elevada população, com as suas proezas científicas e com a sua vitalidade empreendedora é outro poderoso motor do crescimento asiático. 

A somar a isto, há as formidáveis economias do Japão e da Coreia do Sul e o dinamismo do sudeste asiático faz com que o cenário que surge seja de aumento da riqueza, confiança e liderança. Ainda assim, poucas mulheres na Ásia chegam ao topo. As normas sociais desvalorizam as raparigas e mulheres, os abortos reflectem uma escolha de género, o que tem como resultado estimado que 1,3 milhões de meninas, por ano, não tenham nascido apenas na China e na Índia.

 Contudo, as mulheres beneficiaram do desenvolvimento económico na Ásia. De acordo com o Relatório Mundial das Desigualdades de Género do Fórum Economico Mundial de 2011 (World Economic Forum’s Global Gender Gap Report 2011), o crescimento da prosperidade reduziu as desigualdades de género em muitos países. As mulheres estão a progredir em termos de saúde, educação, oportunidades económicas e emancipação política o que pode ter influência numa liderança futura. 

Além disso, a família e os factores dinásticos ajudaram a catapultar as mulheres para os mais elevados cargos políticos. De facto, a Ásia tem o maior número de mulheres chefe de Estado que qualquer outra região do mundo, o que, acompanhado pelo sucesso de algumas, cria um ímpeto para a mudança da percepção do papel das mulheres, do estatuto e das capacidades. 

Os dados indicadores da liderança das mulheres na Ásia, ainda que limitados, mostram que as Filipinas, Austrália e Nova Zelândia estão consistentemente entre os desempenhos mais elevados. A somar a isto, os parâmetros económicos e ocupacionais – tais como mulheres em posições de gestão "sénior", taxas de promoção, remuneração e igualdade salarial – estes países são acompanhados por Singapura, Mongólia, Tailândia e Malásia. 

Enquanto o resto do sul da Ásia tem um desempenho pior na igualdade de género e nas habilitações das mulheres, tem, contudo, três países no top cinco em termos de participação política (Sri Lanka, Bangladesh e Índia). Os países do sul da Ásia lideram também em termos de mulheres nos parlamentos (Nepal e Paquistão); mulheres ministras (Bangladesh) e mulheres na liderança de governos sub-nacionais (Índia, Paquistão e Bangladesh). Mas tendo ocupado cargos de liderança por terem ligações familiares ou dinásticas não é um sinal de grande igualdade de género. E, enquanto uma acção afirmativa tem também aumentado a representação política das mulheres, os ganhos de uma liderança política limitada têm ainda de ser traduzidos para benefícios reais para as mulheres em geral. Além disso, enquanto o desenvolvimento beneficiou as mulheres, as relações entre o desenvolvimento humano e a liderança feminina não é directamente proporcional. 

Algumas das economias asiáticas que estão nos lugares mais elevados dos rankings de desenvolvimento humano, como o Japão e a Coreia do Sul, estão entre os piores em termos de terem mulheres nos lugares de topo das administrações, igualdade salarial, remunerações e emancipação política. Singapura e Hong Kong têm também significativas desigualdades de género em cargos de liderança apesar do elevado desenvolvimento humano. 

Na Ásia, muitas mulheres - 70% no Japão, 53% na China e 46% em Singapura – simplesmente não fazem a transição entre os cargos de gestão intermédios e os seniores. As mulheres precisam de mais apoio sistemático de forma a facilitar as suas escolhas de seguir carreiras de topo sem abdicar dos seus papéis de mães e educadoras. São necessárias melhorias significativas na orientação, licença parental, no acolhimento de crianças e no cuidado de crianças mais velhas, bem como, reformas mais equitativas em termos de género e plano de pensões. Finalmente, as normas sociais e culturais enraizadas continuam a ser o maior obstáculo intransponível à liderança das mulheres na Ásia. 

Uma campanha ampla é necessária para educar as pessoas, alterar a valorização e a percepção das meninas e das mulheres e dar às mulheres uma voz mais equitativa – em casa e em público – de forma a facilitar a sua transição para papéis de liderança. Mas a educação é apenas uma parte da solução. Programas de acções afirmativas podem agilizar a representação das mulheres em cargos de liderança, mas elas exigem tempo para terem um impacto profundo nas normas sociais. Contudo, com o tempo a exposição a líderes mulheres ao nível local pode reduzir os preconceitos e impulsionar as aspirações e as conquistas educacionais das jovens mulheres, como está a acontecer na Índia. Os governos, em particular na China e na Índia, podem intensificar os esforços para pôr fim à selecção de sexos. Mais leis – e melhor aplicação – são necessárias para reduzir a violência doméstica sobre as mulheres e aumentar o poder negocial através de uma ampla posse de propriedades, melhor acesso aos serviços de apoio e legais e uma maior liberdade para abandonarem os seus casamentos. 

Mas há um motivo para se estar optimista: o Paquistão e a Indonésia, são exemplos encorajadores e que mostram como parcerias entre o Governo, polícia, grupos de mulheres, solicitadores e organizações não-governamentais pode trabalhar para fortalecer a voz das mulheres e dar assim um contributo potencial para uma sociedade mais plena. Além disso, os governos asiáticos podem cultivar a liderança feminina em duas áreas da actividade económica, nas quais as mulheres já têm fortes características: agricultura e empreendedorismo. 

Para ter a certeza, o trabalho tende a ser reduzido em termos de produtividade e de escala e as mulheres frequentemente são empurradas para esses trabalhos pela pobreza. Mas os governos deveriam agarrar esta oportunidade para perseguir políticas que dessem às mulheres nestes sectores um maior acesso a capitais, formação (por exemplo, em orçamento e planeamento financeiro), tecnologias e redes. O desenvolvimento económico está positivamente correlacionado com a igualdade de género. Mas, e como aponto o Banco Mundial no seu Relatório de Desenvolvimento Mundial de 2012, a igualdade de género é um valor independente, não um instrumento para o crescimento económico e para a eficiência. 

O Banco Mundial destaca os progressos das mulheres em termos de educação, esperança de vida e participação no mercado de trabalho, contudo, descreve também problemas contínuos como uma taxa de mortalidade de meninas e mulheres excessiva em países de baixos e médios rendimentos, disparidades educacionais, oportunidades económicas desiguais assim como, autoridade desigual dentro e fora de casa. Desde o nascimento que as meninas na Ásia enfrentam obstáculos significativos para satisfazerem a totalidade do seu potencial humano – especialmente o seu potencial de liderança.

 É tempo de remover essas barreiras. A emancipação das mulheres asiáticas vai beneficia-las e enriquecer toda a região. 


Astrid S. Tuminez é vice-reitora da Lee Kuan Yew School of Public Policy, National University of Singapore. Vishakha N. Desai é presidente da Asia Society. 
Lançaram recentemente o livro "Rising to the Top? A Report on Women’s Leadership in Asia". 

 IN "JORNAL DE NEGÓCIOS" 
31/05/12

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DIA DA CRIANÇA




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III - GALÁPAGOS
  

6 - FORÇAS DA NATUREZA




O lugar que inspirou a teoria da evolução de Darwin. As ilhas Galapagos são um laboratório vivo, um cinturão geológico que gerou e viu morrer inúmeras espécies de plantas e animais. As ilhas ocidentais ascendem no mar dando mais chances a vida enquanto as ilhas orientais afundam garantindo a morte de vários seres e plantas. Entre os dois existem as ilhas centrais, fertéis e imponentes elas dão abrigo a um sem número de seres vivos. Em nenhum outro lugar na terra encontramos o ciclo da vida e da morte tão aparente quanto aqui. Veja os ciclos se desdobrando perante seu olhos nesta fantástica filmagem feita em alta definição HD pela BBC e o National Geographic Channel. 



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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº 72


  ROCK THE CASBAH

 THE CLASH




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AEROPORTOS DO OUTRO MUNDO

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Wellington International Airport 

Wellington International Airport (anteriormente conhecido como Rongotai Airport) ( IATA : WLG, ICAO : NZWN) é um aeroporto internacional localizado no subúrbio de Rongotai em Wellington , a capital da Nova Zelândia. 

O aeroporto é operado por Wellington International Airport Limited, uma joint venture entre Infratil e o Wellington City Council. 


História 
Rongotai Aeroport começou com uma pista de relva, em novembro de 1929. Foi inaugurado em 1935 mas foi fechado por razões de segurança em 27 de Setembro de 1947 por a superfície de relva se tornar inutilizável durante os meses de Inverno). 
 Durante o encerramento, Paraparaumu Airport , 35 milhas ao norte de Wellington, foi o aeroporto de Wellington, e tornou-se o aeroporto mais movimentado do país em 1949. 
A proposta de transferir o terminal do lado oriental até ao local do Campo de Golfe de Miramar foi apresentada em 1956. Casas foram desmanteladas para abrir caminho para a construção do novo Aeroporto de Wellington em 1958. O atual aeroporto foi oficialmente reaberto em 25 de outubro de 1959. 

-Paraparaumu Aeroporto foi considerado impróprio para aviões de grande porte devido ao terreno adverso. O comprimento original da pista foi 1630 m (5350 pés) e foi ampliado para  a sua extensão actual de 1936 m no início de 1970, para atrragem com DC-8s. 
A CIDADE
O terminal original Wellington foi construído como espaço temporário, dentro de um hangar, originalmente usado para montar o avião Havilland. Uma atualização do terminal doméstico, orçado em US $ 10 milhões, foi anunciado em 1981, mas em 1983 os planos foram arquivados porque as projeções de custos mais do que duplicaram. 

O terminal foi renovado em 1986 pela Air New Zealand. Em 1991, o aeroporto lançou um concurso para alargar a pista de "taxi way" mas o projecto foi abandonado após protestos de moradores locais. O plano envolvia a remoção do percurso perto do Golf Miramar e um grande número de imóveis residenciais e comerciais.

Em 1992, vários locais alternativos para Wellington Aeroporto foram considerados - Te Horo , Paraparaumu , Mana Island , Ohariu Vale , Horokiwi , Wairarapa e Pencarrow, mas a decisão foi feita para remodelar a estrutura existente em Rongotai. 

Um terminal novo foi concluído em 1999 e transformado em terminal internacional. A zona de segurança das extremidades norte e sul da pista foi aumentada de forma a cumprir com os regulamentos de segurança da ICAO. Desde 1998, que o aeroporto é propriedade particular em cerca de 2/3 , com o terço restante de propriedade do Conselho da Cidade Wellington.

No final de 2003 o aeroporto instalou uma grande estátua do Gollum no terminal, a fim de promover a estréia mundial de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei que já foi removida Em abril de 2006, Air New Zealand e Qantas anunciaram que se propuseram a entrar em acordo de codeshare, argumentando que o memso seria necessário para reduzir lugares vazios e perdas financeiras em rotas trans-Tasmanicas. A administração do aeroporto contra-argumentou afirmando que o codeshare iria sufocar a concorrência e crescimento de passageiros em vôos internacionais de Wellington, apontando para o que ele viu como um mercado de duopólio dominado pela Air New Zealand e a Qantas.
A CIDADE À NOITE

Problemas e desenvolvimento em curso 
O comprimento da pista tem limitado o tamanho de aeronaves que podem utilizar o aeroporto numa base comercial, e possíveis destinos no exterior estão limitados a um pequeno número de destinos na Australásia e Pacífico. 

Com 1.936 metros (6.352 pés), pista de Wellington é menor do que outras pistas para voos domésticos da Nova Zelândia, incluindo Palmerston North e Invercargill. 
Os Boeing 737 e Airbus A320 são aeronaves que não podem descolar quando com lotação completa mas os mais potentes Boeing 757 , Boeing 767 e Airbus A330 -200 já o fazem mas não existe número suficiente de passageiros regulares para aconselhar a sua utilização. 

Actualmente o Wellington parece um porta-aviões. Ele é ladeado de montanhas e ambas as cabeceiras terminam em mar. Este cenário é bastante cruel com os pilotos nos dias de forte vento de través, algo semelhante ao que acontece nos vídeos de pousos com vento cruzado no aeroporto de Hong Kong, China. As impressões dos pilotos que pousam lá são de comparar a experiência a um pouso num túnel de vento. 
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INCIDENTES

 

  Apesar da pista curta e ventos frequentes, tem havido muito poucos incidentes de segurança. 

Eis alguns dos mais sigificativos: 

- No show aéreo realizado no dia da abertura, em 1959 houve dois incidentes. 

- O hidrovião da Royal New Zealand Air Force Sunderland raspou a quilha ao longo da pista durante uma passagem baixa em condições turbulentas, voltou para a base em Hobsonville e foi para doca seca para reparação. 

- O bombardeiro da Royal Air Force Avro Vulcan abortou o pouso quando lhe faltou pista, causando rupturas no trem de aterragem esquerdo danificando os anexos da asa e linhas de combustível do motor, a aeronave voou para Ohakea base aérea onde ficou vários meses a ser reparado. 

- Em 17 de Fevereiro de 1963, Vickers Viscount 807, ZK-BWO, "Cidade de Dunedin" da Airways National Corporation despistou-se no extremo sul da pista acabando por parar danificado num barranco da estrada pública adjacente. 

- Em 1991, um United Airlines Boeing 747 fez uma aterragem não programada quando o seu destino, Auckland Airport , foi fechado pelo nevoeiro intenso. O avião foi originalmente desviado de Auckland para Christchurch, devido a neblina em Auckland, Christchurch também estava coberto de neblina. Com pouco combustível, o vôo foi desviado para Wellington. 

 - Em 21 de Novembro de 2007, um Cessna 172 propriedade de Asas sobre Baleias, partindo para Kaikoura numa viagem de observação de baleias, rodopiou na pista com fortes ventos do quadrante norte. Duas pessoas estavam a bordo escaparam apenas com ferimentos leves. O aeroporto foi fechado durante cerca de duas horas. 

- Em 17 de junho de 2008, Pacific Blue 737-800 foi arrastado lateralmente para longe de uma manga após uma forte rajada de vento pegou o avião pela cauda. Embora os passageiros já estivessem a bordo e a equipa de terra a trabalhar sob a aeronave, ninguém ficou ferido. 

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Core biopsy da mama 
Investigação de tumores
 em mastologia 



Os procedimentos invasivos guiados por ultra-sonografia tornaram-se valiosos aliados na investigação de diversas doenças. O câncer de mama é uma delas.

Ultra-som
O transdutor de ultra-som se aproxima e insona o parênquima mamário à procura da massa suspeita

Punção
Após ser localizada a massa, o médico introduz a pistola de punção através da pele e parênquima e a posiciona um pouco aquém dos limites do nódulo. Todo o procedimento é acompanhado pelo médico na tela do equipamento

Disparo 
A agulha é composta por duas partes:  uma externa que possui um bizel para abrir caminho nos tecidos e outra interna que avança com o disparo e penetra na massa, coletando um fragmento em uma incisura situada próxima à sua ponta. Este fragmento é cortado por um segundo avanço da agulha externa, que o aprisiona dentro da incisura da agulha interna. Todo o processo ocorre em uma fração de segundo. Aqui a velocidade foi diminuída com a finalidade de facilitar a compreensão

Coleta
O conjunto é retirado e as agulhas são destravadas expondo o fragmento capturado na incisura da agulha interna. Esta amostra da massa é que será encaminhada ao patologista para sua análise, definindo o tipo celular e seu caráter (maligno ou benigno) para planejamento do tratamento.


IN: http://www.artesmedicas.com

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DIA DA CRIANÇA


 



 QUE DESAGRADÁVEL

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DIA MUNDIAL 
DA CRIANÇA


O Dia Mundial da Criança é oficialmente 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança.
 Porém, a data efectiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal 
Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho, pois o mês de maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, no mundo inteiro a 1 de junho de 1950.
A Declaração dos Direitos da Criança foi proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959. Tem como base e fundamento os direitos a liberdade, estudos, brincar e convívio social das crianças que devem ser respeitados e preconizadas em dez princípios. Princípios Aprovada por unanimidade em 20 de Novembro de 1959, pela Assembleia Geral da ONU. 


É integralmente fiscalizada pela UNICEF. Organismo unicelular da ONU, criada com o fim de integrar as crianças na sociedade e zelar pelo seu convívio e interação social, cultural e até financeiro conforme o caso, dando-lhes condições de sobrevivência até a sua adolescência.

Acta da criação da 
Declaração Universal dos Direitos das Crianças UNICEF 

A 20 de Novembro de 1959, em reunião desta Assembléia e aprovada, passa a vigorar a seguinte declaração: 

 Toda criança tem Direitos 

Princípio I
À igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade. A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. 
Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer excepção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição económica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família. 

Princípio II 
Direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social. 
A criança gozará de protecção especial e disporá de oportunidade e serviços a serem estabelecidos em lei e por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança. 

Princípio III 
Direito a um nome e a uma nacionalidade. A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade. 

Princípio IV 
Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe. A criança deve gozar dos benefícios da previdência social.
 Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados. 

Princípio V 
Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente. 
 A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular. 

Princípio VI 
Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade. 
A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afecto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas. 

Princípio VII 
Direito á educação gratuita e ao lazer infantil. O interesse superior da criança deverá ser o interesse director daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais. 
A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito. A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade. 

Princípio VIII 
Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes. A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber protecção e auxílio. 



Princípio IX 
Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho. A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objecto de nenhum tipo de tráfico. 
 Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral. 

Princípio X 
Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos. 
A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes. 

 A DATA NOUTROS PAÍSES



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