terça-feira, 29 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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CANNES 2012



ANJA RUBIK
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CANNES 2012




HEIDI KLUM 

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CANNES 2012




 ANA BEATRIZ BARROS



CANNES 2012

DIANE KRUGER
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CANNES 2012

 VICTORIA HERVEY

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3-SEXUALIDADE
  


A DOIS
 




Esta série traz  a sexualidade retratada num tom festivaleiro, mete pessoas de bata branca para parecer científica, é uma curiosidade para esta hora da noite, não é obrigado a ver, mas se é um pouco fetichista...ou "cusca"..


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Passageiros fogem do comboio, metro e barco nas movimentações do dia-a-dia 

Num trimestre em que os preços dos transportes em Lisboa foram novamente aumentados, houve menos passageiros a utilizar o transporte ferroviário e fluvial para as suas viagens pendulares. Isto numa altura em que a taxa de desemprego continuou em máximos. Houve menos pessoas a utilizar o comboio e o metro para as movimentações quotidianas nos primeiros três meses do ano. 
 A queda de passageiros intensificou-se em Fevereiro, mês em que os preços dos transportes foram aumentados em Lisboa. A rede suburbana foi aquela que verificou o maior deslize no número de passageiro no primeiro trimestre de 2012, revelam os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta rede suburbana – que permite a concretização das movimentações pendulares por comboio – representa 90% do total de passageiros do modo ferroviário. 

O número de passageiros nesta rede caiu 8,8% nos primeiros três meses do ano, com o transporte de 31,7 milhões de passageiros. Em Janeiro, a quebra tinha sido inferior a 1%, mas em Fevereiro e Março as descidas do número de passageiros superaram os 12%. Foi em Fevereiro que entraram em vigor os novos preços dos transportes em Lisboa, com a entrada em funcionamento do passe Navegantes, que permite a conjugação dos vários meios de transporte em Lisboa. Os novos títulos registam agravamentos dos preços acima dos 5% que tinham sido definidos pelo Governo. 

O Executivo admitiu, em antecipação, uma quebra na procura do transporte público devido à reforma tarifária. Na totalidade do sistema de transporte ferroviário pesado (sem contabilizar o metropolitano), o número de passageiros caiu 8,4% para 35,2 milhões, “completando um período de quatro trimestres consecutivos com evoluções negativas”. 

 Metro do Porto perde passageiros pela primeira vez em dois anos 

Também o Metro de Lisboa verificou uma descida do número de passageiros transportados no primeiro trimestre e, mais uma vez, com a intensificação da quebra em Fevereiro (descida de 1,4% em Janeiro para 13,1 em Fevereiro e 15% em Março). Ao todo, foram transportados 41,3 milhões de passageiros pelo metropolitano de Lisboa, um número 9,6% abaixo do verificado no período homólogo. É uma quebra, indica o INE, que se verifica há três trimestres consecutivos. 

O Metro do Porto, por sua vez, “registou, pela primeira vez nos últimos dois anos, um decréscimo no número de passageiros transportados, ou seja, 14,2 milhões correspondentes a -1,7%”, indica o mesmo documento do gabinete de estatísticas português. Nota ainda para a diminuição do número de utilizadores do modo fluvial, menos 9,2% em termos homólogos, em contraposição ao aumento de 1,3% do volume de passageiros em transporte aéreo – impulsionada em Fevereiro pelas férias de Carnaval. O aeroporto de Lisboa foi o que mais contribuiu para o movimento positivo. 

 A redução do número de passageiros em transportes públicos era já antecipada, devido ao aumento dos preços, mas também pode estar associada a uma taxa de desemprego em máximos históricos em Portugal (14,9% no primeiro trimestre), que reduzirá a necessidade de deslocações diárias ao mesmo ritmo que em épocas onde há menos desemprego.


 * O termo "fogem" do título da notícia é enviesado, os passageiros não fogem, não têm dinheiro para entrar, é bem diferente. 

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LÁ VAI A LUTADORA







Esta mulher vai dar a volta ao mundo alertando sobre o cancro.
Por favor, reencaminhe-a para que ela chegue ao seu destino, e pense naqueles que no momento enfrentam essa doença terrível.
Ela está dando a volta ao mundo via e-mail!!!

SEJA MAIS SOLIDÁRIO EM 2012

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III . O MUNDO 



SEM NINGUÉM


  1 - os invasores






Os episódios das séries anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à mesma hora. 


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HOJE NO


"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Estatuto do aluno reforça 
autoridade do professor 

O reforço da autoridade do professor é uma das principais vertentes da proposta de novo Estatuto do Aluno que o Governo vai apresentar na próxima semana, afirmou hoje o secretário de Estado da Administração Escolar. 

Numa audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, João Casanova de Almeida afirmou que o documento "vai além do Estatuto do Aluno e contém normas éticas para o funcionamento das escolas". 
O governante indicou que o "reforço da autoridade" dos professores está consagrado no documento, que remete para os crimes praticados contra os professores no exercício da sua profissão, tal como tipificados no Código Penal. João Casanova de Almeida acrescentou que a proposta se orienta também pelo "reconhecimento e respeito da autoridade do professor pelos encarregados de educação e pelos alunos".


 * Irá acabar a rebaldaria de alunos mal educados e pais irresponsáveis??? Até que enfim! 

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ESTÁ INCOMODADO?







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ALMORRÓIDA MATA-HARI



Caso dos espiões 
Como Silva Carvalho dominava os serviços

Por António José Vilela 

 No Verão do ano passado, o Governo mandou inspeccionar os serviços secretos, mas a audição de Jorge Silva Carvalho decorreu de forma bastante peculiar: o seu amigo e auditor principal, José Luciano Amaral, que fora nomeado recentemente director adjunto do SIS, ouviu-o a sós, não gravou o testemunho ou sequer foi feito um auto de declarações formal. 
SAPATO ESPIÃO

A revelação foi feita pelo próprio Luciano Amaral nas declarações que prestou no inquérito judicial, onde disse também que se limitara a escrever notas à mão num encontro que decorreu nas proximidades da residência de Lisboa de Jorge Silva Carvalho. José Luciano Amaral fez questão de frisar aos investigadores da PJ e do MP que “não era amigo de casa” de Jorge Silva Carvalho, mas no processo estão três mensagens, enviadas ao director do SIED, que revelam uma grande proximidade entre os dois. 

Numa delas, quando Luciano está prestes a tomar pose como director adjunto do SIS em Abril de 2001, é usado até vocabulário maçónico. Mas as duas mensagens mais relevantes são seguramente as que Luciano Amaral enviou no próprio dia da audição parlamentar de Silva Carvalho, a 7 de Setembro de 2011. A primeira seguiu às 6h 44m e 20, com o auditor da inspecção a desejar-lhe sorte e a revelar-lhe não ter dúvidas de que Silva Carvalho irá portar-se com dignidade.

 Na mensagem, o auditor das secretas invoca ainda a defesa da Pátria e a prevalência da verdade. Depois, já ao final da tarde, às 19h 26, volta à carga e recomenda paciência a Jorge Silva Carvalho e aconselha-o a não tomar nenhuma atitude sem antes os dois falarem com alguém que Luciano Amaral apenas identifica com uma alcunha. 

As mensagens que a PJ apreendeu nos telemóveis e computadores de Jorge Silva Carvalho revelam que o ex-espião conseguiu rodear-se de operacionais dos serviços secretos que tinham por ele uma verdadeira adoração. Alguns, como João Alfaro, que estava também na Ongoing, ou J.L, o chefe das Operações do SIED, ou ainda Paulo Félix, um ex-SIS e PJ contratado pelo grupo de Nuno Vasconcellos, chegaram a jurar-lhe fidelidade. Mesmo o seu ex-número dois no Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), João Bicho, que foi demitido após conhecer-se a acusação do MP, prenunciou-lhe um lugar na História se conseguisse concretizar a fusão do SIS e do SIED num único serviço. 
Durante a auditoria que corria nos serviços para investigar as vigilâncias ilegais e a ligação à empresa Ongoing, J.L disse a Jorge Silva Carvalho, a 20 de Julho de 2011, que as perguntas que estavam a ser feitas pelos auditores não o incluíam ou sequer à empresa – segundo lhe terá dito, a averiguação centrava-se genericamente nas ligações dos espiões com empresas, grupos de media e jornalistas. 

Na opinião dos investigadores do Ministério Público (MP), os sms apreendidos no processo revelam que seriam estes (ex) espiões que forneciam informação interna dos serviços secretos a Silva Carvalho, mesmo depois de ter sido contratado, em Novembro de 2011, pelo grupo Ongoing – João Bicho chegou até a enviar-lhe pessoalmente, e através de e-mail, notícias escolhidas pelo Serviço de Prevenção do SIED e cujas fontes eram os órgãos de comunicação social nacionais e internacionais. 
NUNO VASCONCELOS

Uma informação que o ex-espião remetia directamente, por exemplo, para Nuno Vasconcellos e outros administradores do grupo Ongoing. As mensagens que estão no processo, e que legalmente não podem ser transcritas de forma literal pela SÁBADO, revelam igualmente que é aos amigos espiões que Jorge Carvalho terá recorrido quando estavam a decorrer as auditorias aos serviços secretos. 

A 2 de Agosto, o ex-director do SIED enviou uma mensagem a F.R (na sequência da acusação do MP deixou também o cargo de director de Segurança do SIS e do SIED) a pedir-lhe ajuda. Cinco minutos depois, F.R. (Irmão de Silva Carvalho na loja Mozart) diz-lhe que pode contar com ele. O processo crime confirma ainda que havia relações muito próximas entre Jorge Silva Carvalho e outro elemento das secretas destacado para as auditorias internas ordenadas no ano passado pelo secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Júlio Pereira. Em causa está a espia F.T, que “secretariou” o trabalho numa das auditorias e foi “inquiridora” em outra. 

No testemunho que prestou no inquérito judicial, a espia negou que a “empatia” que tinha com Jorge Silva Carvalho – fora também promovida no SIED e mais tarde indicada a Miguel Relvas para ser a número dois dos serviços que actuam no estrangeiro – lhe tivesse afectado o trabalho.


IN "SÁBADO"
25/05/12

NR: Absolutamente tenebroso, felizmente existem jornalistas temerários.

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HOJE NO
"RECORD"

Leonardo Jardim de saída

 Leonardo Jardim está de saída do comando técnico do Sp. Braga. 
Foi este o resultado da reunião que ocorreu na manhã desta terça-feira entre o técnico e António Salvador, presidente do clube minhoto. 
 A reunião demorou mais de uma hora e meia e, após uma conversa tranquila, Salvador comunicou o "divórcio" ao técnico, garantindo que a rescisão era o melhor caminho. 
Para a saída ser oficial, falta apenas Leonardo Jardim assinar a desvinculação. 
O treinador madeirense, que tinha mais dois anos de contrato, deixa o Sp. Braga depois de ter estado apenas uma temporada ao comando da equipa. Terminou o campeonato em 3.º. 


* Ele há por aí razões que a razão desconhece...

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PEDRO TADEU



  A culpa da Grécia
       e a culpa da Alemanha

Quando, em maio de 1945, a Alemanha perdeu a II Guerra Mundial, tinham morrido, ninguém sabe ao certo, uns 40 milhões de pessoas. O país estava literalmente destruído e contava, por sua vez, cerca de sete milhões de mortos. As potências vencedoras decidiram viabilizar economicamente a nova Alemanha, apesar de a terem separado da Áustria e de a terem dividido: a RFA sob a tutela da Grã-Bretanha, França e Estados Unidos; a RDA sob a tutela da União Soviética. Mas esta solução foi bem melhor do que a que Churchil, o primeiro--ministro inglês da guerra, chegou a planear: transformar o país num enorme campo agrícola, sem indústrias, sem serviços, sem nada.

De 1947 até 1952 a Alemanha Ocidental recebeu, do Plano Marshal, 3,3 mil milhões de dólares. Esta dívida foi paga ao longo de 25 anos, até 1978: mil milhões pelo Governo, os restantes 2,3 mil milhões por um Fundo que emprestou esse dinheiro a juros baixos e a prazos longos, principalmente a pequenas e médias empresas.

A partir de março de 1960 - 15 anos depois do fim da guerra - a Alemanha Ocidental - graças a um dos maiores crescimentos económicos de sempre, de que o povo da RFA tem todo o mérito mas que só foi possível realizar por não ter faltado dinheiro para investir - começou finalmente a pagar indemnizações devidas a 11 Estados : a Grécia recebeu 115 milhões de marcos alemães, a França 400 milhões, a Polónia cem milhões, a Rússia sete milhões e meio, a então Jugoslávia oito milhões. Foram pagos três mil milhões de marcos a Israel e 450 milhões a organizações judaicas.

Depois da reunificação da Alemanha, com a queda do bloco soviético, a reconstrução da RDA custou, de 1991 a 2009, 1,3 biliões de dólares, sendo que 120 mil milhões vieram de ajudas externas.

Hoje a Alemanha é um dos países que mais contribuíram para ajudar o exterior. É uma das quatro ou cinco economias mais fortes do mundo. É um grande Estado. «««««««««««««««« 

Olho o que se passa na Grécia, onde a população, martirizada por cinco anos de austeridade, exige o fim do acordo com a troika e pede, simplesmente, mais tempo e melhores condições para pagar o que deve e para recompor a economia do país. A Alemanha olha-a com desdém, recusa o apelo, ameaça tirá-la do euro, culpa-a por irresponsabilidade e exige castigo por não cumprir os acordos da troika.

Olho esta suposta culpa dos gregos e comparo-a com a culpa dos alemães, há 67 anos. Se os vencedores da guerra de então tivessem sido tão insensatos como os dirigentes da atual guerra financeira, que restaria, agora, da grande Alemanha? 



 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 
22/05/12 

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Setores da segurança privada 
e limpeza são problemáticos, alerta inspetor-geral do trabalho 

O inspetor-geral do trabalho alertou, esta terça-feira, para os problemas "indescritíveis" de descriminação nas empresas de limpeza e a "grande desregulação" no setor da segurança privada que levou à realização de uma campanha para pôr ordem nesta atividade. 

 "As questões de discriminação nos trabalhos da limpeza é uma coisa indescritível", estando a Autoridade das Condições de Trabalho (ACT) a intervir diariamente devido às queixas que lhe chegam, disse José Luís Forte na Subcomissão de Igualdade, em que foi ouvido sobre o tema "independência económica e igualdade de género no mercado de trabalho".

 O inspetor-geral do trabalho apontou também várias ilegalidades que se passam no setor da segurança privada, que envolve 40 mil trabalhadores e 110 empresas licenciadas. "Estão a aparecer empresas que não estão a cumprir nada, não estão a pagar os mínimos contratuais, não estão a fazer os descontos para a Segurança Social, não estão a cumprir os períodos de descanso dos trabalhadores e têm muito menos trabalhadores dos que deviam numa portaria de 24 horas", disse o responsável à Lusa no final da audição. 

A "grande desregulação da atividade, sentida pelas próprias associações de empregadores", levou à assinatura, este ano, de um compromisso entre todos os parceiros sociais (CGTP, UGT e as duas associações empresariais do setor da segurança privada) para harmonizar a atividade, avançou. Estas entidades chegaram a acordo relativamente aos valores numéricos mínimos da contratação coletiva de trabalho aplicável a todo o sector. Esta situação, "detetada pelos empregadores", levou à realização de uma campanha por parte da ACT para a qual 60 inspetores tiveram formação específica. O que se passa nesta área é "concorrência desleal", frisou, adiantando que, se esta campanha for bem-sucedida, vai "obrigar a harmonizar procedimentos, a pagar aquilo que é devido aos trabalhadores e a entregar as contribuições para a Segurança Social". "Para se cumprir os mínimos haverá seguramente mais trabalhadores e desaparecerão as empresas que estão a mais", disse, explicando que a campanha tem duas fases: a primeira de divulgação de boas práticas e da legislação e a segunda será uma campanha inspetiva "mais intensa e pouco tolerante". 

Questionado pelos deputados sobre a discriminação entre homens e mulheres no mercado de trabalho, José Luís Forte adiantou que tem havido um aumento de queixas nesta área. Para dar resposta a esta e outras situações relacionadas com a igualdade de género no mercado de trabalho, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) está a dar formação aos inspetores da ACT nesta área. Também ouvido na Subcomissão de Igualdade, o provedor de Justiça explicou que não pode dar sequência às queixas relacionadas com discriminação em empresas privadas.

 "O Provedor de Justiça não tem competências para fazer recomendações eficazes a empresas privadas", disse à Lusa Alfredo José Sousa, explicando que estas situações são remetidas para a ACT e para a CIG. Alfredo José Sousa reiterou que só pode intervir em queixas do cidadão contra ações ilegais na administração pública, dando como exemplo o caso das trabalhadoras da empresa ANA-Aeroportos, que exerceram o seu direito à dispensa para amamentação ou aleitamento e perderam o direito ao pagamento do prémio de assiduidade. 


* O sr Inspector Geral do Trabalho só pecou por defeito nas suas afirmações, faltou-lhe acrescentar que muitas destas empresas existem para lavagem de dinheiro e que mudam de local frequentemente para não serem apanhadas pelos inspectores do trabalho, segurança social, finanças e tribunais. Muitos dos "empresários" destas empresas têm calotes enormes nos bancos e empresas de leasing chegando a utilizar o nome de conjuges para mais vigarices. Os empregados uns escravos...


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8.Como nasceu o nosso
 
PLANETA




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HOJE NO
"DESTAK"

Hospital de S. João notifica Infarmed 
para efeitos secundários de medicamento oral para esclerose múltipla

 O Centro Hospitalar de São João, no Porto, enviou ao Infarmed uma notificação de suspeita de efeito secundário potencialmente fatal de um medicamento oral para esclerose múltipla, confirmou à Lusa fonte do hospital.

Em resposta a questões colocadas pela Lusa, fonte do conselho de administração do Centro Hospitalar de São João esclareceu que, na semana passada, foi efetuada a "notificação de suspeita de efeito adverso potencialmente fatal" do Fingolimod, substância ativa do primeiro fármaco oral para a esclerose múltipla. 

A notificação foi enviada devido ao caso de um doente, utilizador do medicamento em causa, que veio a morrer naquela instituição hospitalar, sem que se saiba, ainda, se esse acontecimento esteve, ou não, relacionado com a toma do fármaco. 


* Parece um bocado extemporâneo, um morto sem saber ao certo a causa da morte porque razão se notifica??? Não é procedimento científico como convém a um hospital.

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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº 75

  DEAD KENNEDYS


  TOO DRUNK TO FUCK




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HOJE NO


"i"

Metralhadora portuguesa
 de alta precisão é fracasso 
de vendas nos EUA 

A pistola-metralhadora de nome “Lusa”, desenvolvida em Portugal, e importada por uma empresa norte-americana, como só vendeu 2 mil unidades nos Estados Unidos, vai deixar de ser fabricada pelos portugueses e perder o nome. 

A arma vai ser redesenhada para ficar mais parecida com a HK e daqui a um mês voltará a ser comercializada nos EUA. Tendo em conta que o nome “Lusa” não teve qualquer sucesso, a arma vai passar a chamar-se “Night Scout” e custará menos de 900 euros por unidade, o mesmo da antecessora. Para a qualidade da mesma, a relação qualidade/preço é muito satisfatória, esclarecem especialistas.

O modelo da pistola-metralhadora portuguesa em causa é o “LusaA2”, uma arma compacta de calibre 9x19mm, com uma velocidade de disparo de 790 metros por segundo e alcance de 400 metros, concebida e desenvolvida pelas Indústrias Nacionais de Defesa de Portugal (INDEP). Portugal desenvolveu as três versões da arma, gastando para o efeito cerca de 10 milhões de euros, desde 1983, só que nunca foi produzida em massa, devido ao seu elevado custo. A metralhadora começou por ser criada para servir as forças de segurança e militares nacionais. O negócio acabou por ser vendido a um grupo de empresários norte-americanos por 40 mil euros, em 2004. 

Apesar de ter tido um baixo índice de vendas, foi considerada pelos especialistas, como fiável e de alta precisão. Estima-se que com o novo nome, se venham a vender cerca de 300 armas por mês. 

* Só um idiota poria o nome "LUSA" a um equipamento que mata, ainda bem que foi um fiasco" Sugerimos outros nomes para a nova arma: "SOCRATINA", "TEIXARINA", "STEP RABBIT", "GASPARINA", são nomes mortíferos. 

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PENSANDO O CORPO



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HOJE NO
"A BOLA"

«Pinto da Costa tinha influência na Seleção» - Scolari 

Quatro anos depois de ter abandonado o comando da Seleção Nacional, Luiz Felipe Scolari abriu o livro e, em entrevista à RTP, relata episódios que, até agora, permaneciam na esfera privada da FPF, nomeadamente sobre a alegada influência de Pinto da Costa na equipa das quinas.

 O treinador brasileiro dá agora a conhecer, por exemplo, os motivos que o levaram a prescindir de Vítor Baía, quando este representava o FC Porto. «O presidente do FC Porto disse-me que ele não estaria nos planos do clube, que não jogaria e que estava em conflito com o treinador e com a Direção. 

A partir daí passei a olhar com outros olhos. Fiz as mesmas perguntas a pessoas que trabalhavam na Seleção antes de eu chegar e ouvi histórias sobre o balneário, comando e liderança e decidi que não iria convocá-lo», conta Scolari, sustentando que expor o assunto na opinião pública seria uma afronta «a um dos maiores dirigentes» do futebol português. «Não interessava esclarecer, porque seria uma guerra que poderia ter com um dos maiores dirigentes, uma pessoa que tinha influência na Seleção, como era o presidente do FC Porto», indica. «Todo o mundo sabe que ele [Pinto da Costa] tem grande influência. 

Pode opinar sobre jogadores, pode, numa conversa muito interessante com o presidente da Federeção, sugerir a ideia de jogar aqui ou ali», refere Scolari, adiantando que a relação com o líder do FC Porto normalizou depois de abandonar o cargo de selecionador. 


* Há línguas viperinas que dizem ser Miguel Relvas o "Pinto da Costa" da política!

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LEIRIA  À  NOITE




Vista Aérea

 Vista do Rio Lis


Vista do Castelo  

Fachadas e Castelo



Zona Antiga


Lago da Fonte


Lago da Fonte



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HOJE NO
"PÚBLICO"

O vírus Flame é uma das ameaças mais complexas alguma vez detectadas

 Foi detectada a existência de um vírus informático que dá pelo nome de Flame e que já foi descrito como uma das ameaças mais complexas alguma vez detectadas.

Pensa-se que este vírus, que desencadeou um complexo ciberataque à escala mundial, tem recolhido dados privados de uma série de países, incluindo Israel e Irão, afirmaram especialistas citados pela BBC. A empresa de segurança informática russa Kaspersky Labs indicou à estação britânica que o malware estará operacional desde pelo menos Agosto de 2010. 

A mesma empresa indicou que os ataques terão origem num programa estatal, mas não quiseram indicar qual a eventual origem geográfica da ameaça. As investigações às origens e objectivos deste ataque foram levadas a cabo em parceria com a International Telecommunication Union, da ONU. No passado foi já noticiada a existência de complexo malware internacional com um alvo específico, como o Stuxnet, o vírus que infectou centrais nucleares iranianas. Porém, o novo vírus Flame não terá como objectivo causar danos físicos, mas antes recolher dados sensíveis dos seus alvos, indicou Vitaly Kamluk, perito da empresa Kaspersky Labs. O professor Alan Woodward, do Departamento de Computação da Universidade do Surrey, disse à BBC que este é um ataque muito significativo. “Isto é basicamente um aspirador industrial de informações sensíveis”, disse, explicando que ao contrário do Stuxnet, que tinha um objectivo específico, este malware pode apanhar tudo aquilo que lhe chegar e considerar potencialmente interessante. Kamluk explicou à BBC como o vírus actua: “Uma vez infectado um sistema, o Flame dá início a um complexo sistema de operações, incluindo a monitorização do tráfego, a recolha de capturas de ecrã, a gravação de conversas áudio, o registo de acções no teclado e por aí fora”.

 Relata a BBC que este vírus consegue detectar conversas telefónicas, gravá-las e enviá-las para os “espiões” e consegue igualmente fazer capturas de ecrã detectando automaticamente quando estão abertos programas “interessantes”, como e-mail ou mensagens instantâneas. Mais de 600 alvos específicos foram atingidos, desde indivíduos e empresas até governos e instituições académicas. Uma unidade informática governamental iraniana alertou recentemente para o facto de este vírus Flame ser responsável por “recentes perdas massivas de dados” nacionais.

 Os investigadores dizem que poderá demorar vários anos a ser analisado, por causa do seu tamanho e da sua complexidade, o que sugere que a sua origem poderá ser governamental (ou criada com apoios estatais) e não fruto do trabalho de cibercriminosos independentes. 

“Actualmente há três categorias de indivíduos/organizações que desenvolvem malware e spyware: hacktivistas, cibercriminosos e Estados”, disse Kamluk. “O Flame não tem a intenção de roubar dinheiro de contas bancárias. E também é diferente do simples malware usado pelos hacktivistas. Por isso, ao excluirmos os cibercriminosos e os hacktivistas, chegamos à conclusão que o mais provável é que a ameaça venha do terceiro grupo”, indicou o mesmo responsável. Entre os países afectados pelo ataque contam-se o Irão, Israel, Sudão, Síria, Líbano, Arábia Saudita e Egipto.

 “A geografia dos alvos e também a complexidade da ameaça não deixa qualquer dúvida sobre a hipótese de ter sido um Estado-nação a patrocinar a investigação que deu origem a isto”, disse Kamluk. 

O primeiro registo da actuação do vírus Flame foi detectado pela empresa Kaspersky em Agosto de 2010, apesar de ser provável que o malware estivesse a operar desde antes. 

* Esta notícia é importante para quem navega na net, se tiver cuidado com o seu equipamento está a cuidar do dos outros cibernautas, chama-se solidariedade.

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WONDERLAND 




clique no botão 'CC', no rodapé, para ter as legendas em espanhol.Podendo assim ter uma  explicação detalhada deste fantástico parque.
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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PPP 
Sonegação de informação quis “impedir-me de ter acesso a arranjinhos”

Manuel Avelino Jesus acusa o anterior Executivo de não lhe ter fornecido a informação de que precisava para fazer o seu trabalho. O professor Manuel Avelino Jesus, que pertenceu à comissão de avaliação das Parcerias Público-Privadas acordada entre o Governo de Sócrates e o PSD, acusa o anterior Executivo de não lhe ter fornecido toda a informação de que precisava para fazer o seu trabalho, considerando que essa sonegação visava impedi-lo "de ter acesso a alguns desses arranjinhos" com os consórcios privados. 

"Não estou a ver que haja nesses contratos segredos de natureza comercial que justificasse que a informação me fosse negada". "Há a suspeição que essas situações sejam reais em função da persistência da prestação de informações que em qualquer parte do mundo em que existam estas parceiras são fornecidas", acusa.

 Mas o professor acredita que "os nossos governantes não estavam conscientes que estavam a hipotecar todo o país". Manuel Avelino Jesus acabou por se demitir do cargo alguns meses depois, alegando não ter acesso à informação de que precisava, e diz que no dia seguinte a essa demissão "um militar da GNR" foi ao ISEG entregar-lhe documentação sobre o TGV, o projecto para o qual a comissão tinha ordens para dar prioridade de análise. O professor diz que o anterior Governo tinha mesmo "má-vontade" na entrega de informações sobre as PPP. 


* Nem por decreto duvidamos do que este profesor diz. Basta a memória da boçalidade do Socretino e seus acólitos! 


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18 - SISTEMA ENDÓCRINO



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Moody s dá nota 'positiva', a Portugal 

Agência refere que a «troika» deverá libertar a próxima tranche do programa de resgate no montante de quatro mil milhões de euros. 

 A Moody s disse onten que a execução orçamental apresentada pelo Governo na semana passada é um bom ponto de partida para a quarta avaliação da «troika», classificando-a como 'positiva'.
 A agência de notação financeira refere que, perante estes dados, o Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu deverá libertar a próxima tranche do programa de resgate no montante de quatro mil milhões de euros. 
A TROIKA

Assinalando que é 'demasiado cedo', para falar em sucesso no que se refere à consolidação orçamental, a Moody s refere que os dados do primeiro trimestre 'mostram que o programa continua no bom caminho e há espaço para otimismo', No seu «weekly credit Outlook», a Moody s adianta que o desbloqueamento desta última tranche 'vai ajudar Portugal a pagar juros e a reembolsar a dívida pública', sendo uma boa notícia para os investidores. A Moody’s mantém a perspetiva 'negativa', sobre o «rating» de Portugal (Ba3).

 Ontem, a «troika» reuniu-se com Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) e em cima da mesa esteve a redução de custos de contexto e a aposta numa política fiscal 'mais favorável ao crescimento', 'O tecido empresarial está asfixiado em custos [das energias às taxas municipais] que não param de aumentar, os quais mesmo quando não conduzam à falência das empresas são, seguramente inibidores de novos investimentos', segundo a proposta da CCP. 



* O FMI não vai libertar nada, vai emprestar 4 mil milhões de euros para nós lhos devolvermos pagando-lhe 6 mil e 200 milhões, que libertar é este, é mais agiotagem!!!! 

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BOM ALMOÇO





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Aponta o estudo da Unicef
'Medir a pobreza infantil'
Três em cada dez crianças 
portuguesas são carenciadas 

Três em cada dez crianças em Portugal são carenciadas, de acordo com um relatório da UNICEF sobre pobreza infantil, que coloca o país quase no final da tabela dos 29 países europeus estudados. 

 O estudo do Gabinete de Investigação da UNICEF analisou a pobreza e privação infantis no mundo industrializado, utilizando o Índice de Privação Infantil, baseado em dados estatísticos da União Europeia relativos a 2009, antes da actual crise. 

O documento partiu da avaliação da situação financeira, habitacional, alimentar, do vestuário, a educação, tempos livres, a "comunidade" (item que avalia situações como o ruído, a poluição e a criminalidade) e o "social", que engloba festas, amigos e viagens escolares, das crianças. Segundo os investigadores, é considerada "carenciada" uma criança que não tem acesso a duas ou mais das catorze variáveis de base, tais como três refeições por dia, um local tranquilo para fazer trabalhos de casa, livros educativos em casa ou uma ligação à internet. 
 Os casos mais problemáticos registam-se na Roménia e na Bulgária, que apresentam as taxas de privação mais elevadas, de 70% e 50% respectivamente, seguidos por Portugal (27%). Contudo, alguns países mais ricos como a França e a Itália também têm taxas de privação superiores a 10%. 
Os países nórdicos são os que apresentam níveis de privação mais baixos (inferiores a 3%). 

O relatório ‘Medir a pobreza infantil’, que coloca Portugal na 25.ª posição no quadro que avalia as crianças com carências em mais de dois indicadores, refere que 1,2% dos menores portugueses carecem de onze ou mais dos itens em análise. Segundo os especialistas, em Portugal, o maior problema é ao nível financeiro, atingindo 43,3% das crianças, seguindo-se os tempos livres (29,4%) e "social" (26,4%) e educação (25,8%). 

Em contrapartida, apenas 6,4% são atingidos por problemas de alimentação: 3,3% não comem carne, 3% estão privados de fruta e 1,5% não faz três refeições por dia. Os resultados do relatório, que será divulgado esta terça-feira em Bruxelas, confirmam que as crianças que vivem em famílias monoparentais, em famílias numerosas ou cujos pais estão desempregados ou com níveis mais baixos de escolaridade apresentam um "risco muito maior" de sofrer privações. O mesmo se passa em famílias imigrantes: um quinto das crianças que vivem na Áustria, Bélgica, França, Itália, Portugal e Espanha têm carências.

 Partindo do princípio que a pobreza se traduz em diferentes níveis de privação, os investigadores compararam os países e concluíram que enquanto na Islândia apenas 0,1% das crianças são pobres e sofrem de privações, na Roménia essa situação atinge 29,6% das crianças. 

Em Portugal, o problema afecta 12,1% dos menores. "Os dados disponíveis provam que um número demasiado elevado de crianças continua a não ter acesso a variáveis de base em países que têm meios para as proporcionar”, afirmou o director do Gabinete de Investigação da UNICEF, Gordon Alexander. 

O relatório mostra que alguns países registaram bons resultados graças a sistemas de protecção social que estavam a funcionar, mas "o risco é que no contexto da actual crise sejam tomadas decisões erradas cujas consequências só serão visíveis muito mais tarde", concluiu. 


* O sr. ministro da ex-lambreta devia olhar para este estudo e perguntar-se: " Ando cá há um ano a fazer o quê, p'ra que é que presto?"


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