segunda-feira, 28 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Silver Surfers

Nós os "Silver Surfers" (pessoas mais velhas na Internet), às vezes, temos problemas com nossos computadores.
Ontem  tive um e  chamei o Joãozinho, um garoto de  onze anos de idade que mora aqui mesmo  na porta ao lado e  cujo quarto se parece com o Mission Control e pedi-lhe para vir cá dar uma olhadela..
Ele clicou num par de teclas e logo  resolveu o problema.
Quando  ele estava a ir-se  embora,  chamei-o e perguntei-lhe:

- Então, qual era o problema?"
Ele respondeu: 

- Foi um erro de  ID dez TA.
Eu não queria parecer estúpido, mas ainda assim perguntei:
- Um erro de  ID dez TA? O que é isso? Diz-me para o caso de vir a acontecer o mesmo.
Ele sorriu sarcástico....
- Você nunca ouviu falar de um erro de ID  dez TA?
- Não, respondi.
- Escreva lá isso, disse ele, eu acho que você vai descobrir.
Então, eu escrevi:  
ID I0 TA
E eu que gostava tanto do Joãozinho...


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CANNES 2012
 
 
 
 
 
NATASCHA POLY
 
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CANNES 2012






NAOMI WATTS

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      CANNES 2012
 


IRINA SHAYK
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 VICTORIA GRANT


Chama-se Victoria Grant, é canadiana e tem 12 anos. 
No passado dia 27 de Abril, proferiu um discurso numa conferência sobre o sistema bancário na América, que decorreu em Filadélfia, onde explicou à audiência a razão pela qual os bancos não estão a funcionar bem. Grant pronunciou-se contra as fraudes cometidas pela banca e explicou por que é que o seu país e grande parte do resto do mundo se confronta com um elevado nível de endividamento. O vídeo, que está no Youtube, já teve perto de 300.000 visualizações.


Tentámos encontrar uma cópia deste vídeo com legendagem em português, se precisar fique com as legendas em castelhano.


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A DOIS





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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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HOJE NO
"RECORD"

Bruno Pais: 
«Sinto-me orgulhoso 
pela qualificação olímpica» 

Na última prova pontuável para os Jogos Olímpicos, realizada no domingo em Madrid, Bruno Pais, triatleta do Benfica representado pela HMS Sports, ressentiu-se da virose que o afectou durante a semana e não terminou a prova.
NÃO CONSTA QUE TENHA SIDO ESPIADO
  No ranking de apuramento olímpico, ficou no 32.º lugar e o pensamento agora está em Londres. Bruno Pais cumpriu o segmento de natação mas acabaria por abandonar no segmento de ciclismo. Apesar desta situação, o triatleta fundanense alcançou um dos grandes objectivos pessoais: qualificar-se para os Jogos Olímpicos de Londres. “Garantir a presença nos Jogos Olímpicos representa muito para qualquer atleta. É a recompensa de muito trabalho e muita dedicação, todos os dias e durante muitos anos”, sublinha o atleta que termina o apuramento no 32.º lugar do ranking com 2915 pontos. “Sinto-me muito orgulhoso por conseguir mais uma vez a qualificação olímpica. 

Era um grande objetivo desde os últimos Jogos, há quatro anos”, refere Bruno Pais. A estreia olímpica aconteceu em 2008, em Pequim, onde foi 17.º classificado. O atleta recorda os momentos vividos na China. “Pequim foi uma prova muito dura, tudo estava muito bem preparado. O ambiente dos Jogos Olímpicos é fascinante, muito diferente do que estou habituado. Só estando lá é que se sabe o que sente...” 


* Trabalhador...

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15 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

 

9.5-Rumo ao Infinito e Mais Além






A História da Matemática, em que Marcus du Sautoy, doutor em Matemática pela Universidade de Oxford, nos leva em uma viagem pela história dessa disciplina fundamental. Sem a Matemática teria sido inviável o desenvolvimento da física, química ou astronomia. Basicamente todos os campos do conhecimento dependem de estatísticas, geometria ou cálculo, por mais básicos que sejam. Marcus nos mostra como a Matemática fez parte do princípio da intelectualidade nas antigas civilizações.


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HOJE NO


"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Tem 16 anos e resolveu 
um enigma de Newton 

 Um jovem indiano, de 16 anos, conseguiu resolver um enigma que matemáticos profissionais tentavam resolver há 350 anos. Ainda assim, Shourryya Ray diz não ser um génio. 

Shourryya Ray, um estudante de 16 anos, encontrou a solução para um enigma matemático colocado por Isaac Newton há 350 anos e que até agora estava por resolver. Ray ganhou um prémio de investigação e é classificado como "génio" por elaborar duas teorias acerca da dinâmica das partículas sobre as quais os físicos, nos últimos anos, apenas tinham conseguido uma aproximação, utilizando poderosos sistemas de cálculo. 
 O jovem conseguiu calcular a trajetória exata de um projétil submetido à força da gravidade e à resistência do ar. Foi ainda capaz de estimar com precisão o tipo de impacto e de ressalto que se segue quando determinado corpo bate contra uma parede. Graças à formulação do adolescente, que apresentou com o ambicioso título "Solução analítica de dois problemas fundamentais não resolvidos da dinâmica das partículas", os cientistas podem agora resolver o problema com uma nova abordagem. Ray foi confrontado com este problema durante uma visita à Universidade Técnica de Dresden. 
GENEROSIDADE DESMEDIDA

Os estudantes receberam os dados brutos para avaliar a trajetória de uma bola, mas os métodos atuais não permitiam chegar a um resultado exato. "Quando os meus professores me disseram que estas questões não tinham solução, pensei: 'bem, não custa tentar'. Talvez esta ingenuidade de estudante me tenha ajudado", disse à imprensa. De acordo com o jornal "The Sunday Times", o jovem recusou-se a acreditar que o problema não podia ser resolvido. 

A paixão de Ray pela matemática foi herdada do pai, que é engenheiro e o estimulou desde pequeno a resolver problemas matemáticos. Aos seis anos, era já capaz de resolver equações com elevado nível de dificuldade. Nascido em Calcutá, na India, mudou-se há quatro anos para Dresden, na Alemanha, sem saber falar alemão, língua na qual já é fluente. 

Está agora a preparar-se para os exames do secundário, dois anos antes dos colegas da sua idade. Ray nega, com modéstia, que é um génio, lembrando que gostaria de ser melhor em certas disciplinas, como Educação Física. Está agora a decidir o que vai estudar na faculdade e está indeciso entre Matemática ou Física. 


* A Índia assimétrica, muita fome, muita inteligência, muita exploração!!!

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ALMORRÓIDA ESPÍRITA SANTA



Alvaro Sobrinho:
Com frota automóvel de 1,6 milhões
 de euros será que isto o dirige a 
Canals e a Akoia? 

Porquê que temos que ser nós a pagar os luxos e extravagâncias destes senhores e a má gestão de um banco privado? “ 
100 milhões de dólares desviados por um grupo de empresários do Banco Nacional de Angola para o BES de Londres,há suspeição desde 2010, o principal lesado é o Estado Angolano, trata-se do BES Angola, e a investigação e o processo judicial decorrem em Portugal, há incapacidade da nossa polícia e do Ministério Público para tratar deste e outros ilícitos similares.E o BNA continua a socorrer este banco com 400 milhões de doláres, parece-nos estranho… essa supervisão do BNA é uma anedota…,agora aparece o contraditório,o BNA nega de pés juntos qualquer supervisão e muito menos o avanço de 400 milhões de euros para resolver problemas de tesouraria do BESA, era bom que o BNA esclarecesse melhor, toda essa envolvência com o BESA,mais uma acha na fogueira de todos os ilicitos em Angola que o Ministério Público faz vista grossa por incapacidade ou por não saber lidar com os senhores do Poder… 

 Empresário luso-angolano tem frota automóvel de luxo.A frota automóvel do presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA) vale mais de 1,6 milhões de euros. São 11 veículos e uma moto que Álvaro Sobrinho adquiriu, em particular ao longo dos últimos três anos.Sobrinho também tem negócios no sector dos vinhos em Portugal. 

 De uma assentada, no dia 2 de Setembro de 2010, Álvaro Sobrinho, presidente da Comissão Executiva do Banco Espírito Santo Angola (BESA), comprou seis apartamentos no empreendimento Estoril-Sol Residence, pagando a pronto 9,576 milhões de euros. Esta compra foi denunciada pela Comissão de Mercados e Valores Mobiliários (CMVM) ao Ministério Público de Portugal por suspeitas de branqueamento de capitais e está a ser alvo de uma investigação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Nos vários processos, entre património e contas bancárias, o MP congelou 18 milhões de euros ao presidente do BESA. Álvaro Sobrinho foi constituído arguido num processo que diz respeito a suspeitas de burla ao Estado angolano. A investigação à compra de apartamentos permitiu concluir que o seis foram escriturados num único documento. O mais barato, a fracção AD, custou 525 mil euros, enquanto pelo mais caro Álvaro Sobrinho pagou 4,5 milhões de euros.

 O banqueiro pagou ainda valores a rondar os 1,2 milhões pelas fracções CR, CT e AN. Destas, Álvaro Sobrinho ainda vendeu uma, a fracção CP, em Março de 2011.


IN :

28/05/12

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UMA VIAGEM



 INESQUECÍVEL





BOLÍVIA 


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HOJE NO


"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Serviço ao cliente da Optimus 
distinguido pela APCC 

 A operadora da Sonaecom ocupou os três primeiros lugares dos prémios que distinguem os centros telefónicos de apoio ao cliente pela APCC. O serviço de clientes empresariais ocupou o primeiro lugar. 

Este ano, o serviço de Clientes Empresariais da Optimus foi considerado o melhor “contact center” pela Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC) pelo terceiro ano consecutivo, revela a Optimus em comunicado enviado à imprensa. Em contraste com os dois últimos anos está o facto de outros dois serviços da Optimus terem ocupado a segunda e terceira posições nos prémio da APCC. 

Em segundo lugar ficou o serviço a Clientes Particulares e em terceiro ficou o serviço a clientes Optimus Clix. Esta é a primeira vez que uma empresa ocupou todo o pódio da categoria de “Telecomunicações” dos prémios da APCC, revela o comunicado. Daniel Antunes, director de Serviço ao Cliente da Optimus salienta a relevância que a satisfação dos clientes tem na estratégia da operadoras, procurando prestar “um serviço de proximidade e eficácia”. “Os prémios conquistados pela Optimus demonstram uma enorme consistência na entrega de um serviço de excelência e constituem mais um marco no nosso caminho de liderança nesta área”, afirmou Daniel Antunes. 

A operadora portuguesa também tem sido reconhecida internacionalmente. A unidade de apoio aos clientes empresariais ocupou o primeiro lugar em Serviço aos Clientes dos prémios Contact Center da região da Europa, Médio Oriente e África na edição de 2011 e, no prémio mundial, ficou na terceira posição. 


*+35193.......

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 ANGELA 
      MERKEL
DESLOCALIZA BERLIM


Merkel foi submetida a um exame surpresa, de Geografia, durante um encontro com estudantes sobre imigração... mas a aula não correu bem. Assinalou a capital do país em território russo. No encontro entre a chanceler alemã e os estudantes, era pedido aos assistentes para localizarem num mapa da Alemanha a sua cidade e, supostamente, Merkel deveria fazer o mesmo, assinalando a cidade de Hamburgo. No entanto, segundo o jornal "ABC", antes de se lançarem nestas "árduas" tarefas, a líder alemã decidiu que era melhor começarem por indicar no mapa a localização da capital do país, Berlim. Em má hora o fez, porque, para grande surpresa de todos, Angela Merkel indicou a localização de Berlim... em território russo!


 

Como é habitual nestes acontecimentos, o vídeo da gafe de Merkel já está a dar a volta ao mundo através da Internet, com as consequentes críticas ao "despiste geográfico" de Angela Merkel. 


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JOANA PETIZ



 
Está na hora
     de conseguir 
      o lugar do seu chefe

O seu chefe foi convidado e aceitou um lugar noutra empresa e alguém da sua equipa será escolhido para substituí-lo. [Não julgava que ia ler aqui um rol de conselhos sobre como roubar a cadeira ao seu chefe, pois não?...]

É a oportunidade que sempre esperou. Trabalhou toda a vida para chegar aqui e sabe que tem mesmo aquilo que é preciso para ser escolhido – afinal, é o melhor –, mas um comportamento errado na entrevista pode dar cabo dos seus sonhos.

Respire fundo. A primeira coisa que tem de recordar ao sentar-se na cadeira com um possível futuro brilhante à frente é precisamente aquilo que o levou ali: determinação, ambição e qualificações devem pesar na sua apresentação. Mas não chega elencar as suas qualidades e desfiar o currículo, por muito impressionante que seja – afinal, se foi chamado, é porque gostaram do que viram na sua candidatura. A entrevista de promoção não deve servir para repetir aquilo que o entrevistador já sabe mas antes para mostrar as suas qualidades pessoais. Aquilo que o diferencia, que o torna especial.

Tomar as rédeas da conversa é essencial. Exponha as suas capacidades, vantagens e mais-valias e explique clara e concisamente por que razão é a pessoa ideal para aquele lugar. A melhor maneira de convencer alguém de alguma coisa é acreditar naquilo que diz – os melhores vendedores são precisamente aqueles que acreditam no potencial de um produto. E o que é uma entrevista senão a sua oportunidade para convencer alguém a comprar os seus talentos?

É precisamente por essa razão que é muito importante desenvolver as suas soft skills – inteligência emocional, capacidade comunicativa e outras características pessoais relevantes para a sua carreira.

 No fundo, esta é a sua hipótese de mostrar que está ali porque a empresa precisa de si para melhorar, para ficar mais forte – e não o contrário. Uma atitude confiante pode fazer milagres na hora de decidir entre dois candidatos com capacidades profissionais semelhantes.

Agora que já conseguiu captar as atenções e tem todos rendido aos seus encantos, chegou a altura de começar a conversa difícil. Ok, está à beira de conseguir o lugar com que sempre sonhou. Mas isso não quer dizer que deve aceitar tudo o que lhe propuserem sem condições. Ponha as cartas todas na mesa. Diga quanto espera receber e negoceie dentro dos seus limites – sobrevalorizar-se pode custar-lhe o lugar, mas subvalorizar-se pode levar os outros a pensar que talvez você não valha tanto quanto prega.



IN "DINHEIRO VIVO" 
21/05/12

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HOJE NO
"i"

PPP. 
Tribunal de Contas recusa-se
 a ser “instrumentalizado

 Tribunal reage ao PS, que diz ter encontrado no cacifo de um deputado uma acta favorável às parcerias negociadas por Sócrates 
O Tribunal de Contas reagiu com incómodo ao aparecimento de uma acta, num cacifo de um deputado do PS, onde o conselheiro Ernesto Cunha tece críticas a uma auditoria às parcerias público privadas (PPP) lançadas pelo governo de José Sócrates. A auditoria ainda não é pública, mas teve parecer favorável por parte deste conselheiro.



 “O Tribunal recusa-se a ser instrumentalizado, em circunstância alguma e seja por quem for, pelos relatórios e decisões que aprova no exercício das suas funções constitucionais”, refere uma nota divulgada pela instituição, onde se esclarece ainda que “os relatórios e decisões do Tribunal são colegiais, sendo que o relatório em apreço foi aprovado por unanimidade”. 

 Recorde-se que esta auditoria foi feita a cinco subconcessões negociadas pela Estradas de Portugal, em representação do Estado, no valor de 10 mil milhões de euros. A auto-estrada transmontana, que teve um valor global de 1692 milhões de euros, a subconcessão Douro Interior, no valor de 2846 milhões euros, o Baixo Alentejo, com 1996 milhões, o Algarve Litoral, com 1634 milhões, e Litoral Oeste, com um custo global de 1847 milhões.
O Tribunal de Contas começou por recusar o visto a todos estes contratos, porque as propostas finais das empresas eram mais caras do que as levadas a concurso e porque em nenhum dos casos houve comparativo público, ou seja uma análise de quanto custaria ao Estado fazer a mesma obra. A Estradas de Portugal entrou então com novos pedidos de visto, após ter renegociado os contratos com os primeiros e segundos classificados em cada uma das concessões, que acabaram por receber o “ok” do Tribunal de Contas. Informação sonegada 

Mas segundo a TVI avançou no inicio do mês, houve uma série de informação que foi sonegada aos juízes relativamente a significativas compensações financeiras que seriam pagas aos bancos e às construtoras privadas, no âmbito de reequilíbrios financeiros a fazer durante a vigência dos contratos. Estes dados, que só por si inviabilizariam qualquer visto do Tribunal de Contas, só agora terão sido detectados pelos auditores.
 O juiz relator da auditoria, que deverá ser aprovada na quinta--feira, escreve que os protocolos com a banca e com as construtoras sonegados ao Tribunal são ilegais: “Estas compensações não resultam de qualquer clausulado contratual ou disposição legal, pelo que carecem de fundamentação jurídica.” O presidente cessante das Estradas de Portugal, Almerindo Marques, já veio dizer publicamente que nunca escondeu documentos, o mesmo acontece com o Ministério das Obras Públicas. 

Mas a informação que não chegou ao Tribunal terá já seguido para o Ministério Público, para instauração de inquérito criminal, e poderá dar lugar a multas avultadas aos responsáveis, como de resto os juízes que concederam os vistos já tinham avisado. 


* É uma festa, os políticos portugueses e seus apêndices estão cada vez mais próximos do povo, não por preocupação social mas pela boçalidade. 


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4. DENTRO DO
CORPO HUMANO



video




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HOJE NO
"DESTAK"

Fisco 
Tribunal do Porto declara ilegalidade 
da cobrança de IMI por erro formal 
 
O Tribunal Fiscal do Porto declarou que há um erro formal nas notas de liquidação do IMI, o que pode pôr em causa a receita fiscal relativa a sete milhões de imóveis, segundo o advogado que defendeu o caso.

 Pedro Marinho Falcão disse à Lusa que o tribunal considerou que a nota de liquidação que os contribuintes recebem é "insuficiente" porque "não explica a origem do valor que está ser cobrado", o que pode levar à anulação das liquidação do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). 

"Se houver mais contribuintes a queixarem-se pode estar em causa a cobrança de imposto de cerca de sete milhões de imóveis em Portugal porque as notas de liquidação são todas iguais", acrescentou o fiscalista. 


 * TOCA A RECLAMAR CONTRA O ASSALTO...


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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
 .
Nº 76

  SIMPLE MINDS


  DON'T YOU (FORGET ABOUT ME)




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HOJE NO
"A BOLA"

«Não fizemos um bom jogo»
 - Paulo Bento 

Paulo Bento diz que Portugal «não fez um bom jogo» diante da Macedónia. Selecionador nacional considera justo o empate sem golos com a 98.ª classificada do ranking FIFA, embora sublinhe que o resultado não constitui motivo de preocupação. «O que pretendíamos era colocar em prática o que trabalhámos durante a semana. Sentimos muitas dificuldades na primeira parte, imprimimos um ritmo lento ao jogo, demos muitos toques na bola. 

Tivemos duas situações de golo de bola parada e uma situação de finalização do Quaresma. Defensivamente não sentimos problemas. Globalmente não fizemos um bom jogo», comentou Paulo Bento, em declarações à RTP. «Acusámos de alguma lentidão na primeira parte. 
Na segunda tentámos aumentar o ritmo mas não estivemos bem no último passe. Na parte final poderíamos ter resolvido o jogo», referiu, acrescentando: «Em função do que fizemos e da entrega do adversário, o resultado é justo». «Não agrada mas também não preocupa», frisou o selecionador, não se coibindo de reconhecer: «Gostaríamos de ter ganho e jogado melhor».


 * Não é possível fazer bons jogos com Postiga, Quaresma ou Hugo Alemeida, mas parece que só Paulo Bento não percebe. Ficará na história por não  ter convocado um jogador que ganhou a Champions! Não há desculpa para tanta incompetência.

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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE






REGIÃO PENÍNSULA 
DE SETUBAL


Terão sido os Fenícios e os Gregos que trouxeram do Próximo Oriente bastantes castas para esta região e que, achando o clima ameno, as encostas da Arrábida e a zona ribeirinha do Tejo propícias ao cultivo da vinha, se lançaram no seu plantio. 

Mais tarde, os romanos e os Árabes deram grande incremento à cultura da vinha nesta península. Com a fundação do reino de Portugal, vieram outros povos, nomeadamente os Francos, povo de antiquíssimas tradições vitícolas, que incrementaram a produção de vinho nesta região, tradição que ainda hoje prevalece.

A História do Vinho 
Já quando Palmela recebeu o seu primeiro foral, dado por D. Afonso Henriques, neste sefalava da vinha e do vinho na região, o que confirma a sua tradição vitivinícola.
Na Arrábida ninguém sabe ao certo quando começou o cultivo da vinha, mas sabe-se que os Fenícios e os Gregos trouxeram do Próximo Oriente algumas castas de uvas que plantaram, porconsiderarem o clima ameno e as terras das encostas da Arrábida boas para o cultivo da vinha.
Em 1831, a Inglaterra importa vinho de Portugal e o rei Ricardo II menciona a importação devinho da vila de Setúbal. Embora já antes, em 1675, existam referências à exportação de 350 barricas de Moscatel de Setúbal. 


Em 1868, num estudo ampelográfico feito na região deAzeitão foram descritas 19 castas de uvas brancas e 10 castas de uvas tintas para a produçãode vinho. Ferreira Lapa, em 9 de Setembro de 1875, na sua 6ª conferência sobre vinhos refere"a notável e importante comarca vinhateira de Setúbal, a região privilegiada do moscatel,com reputação na Europa e nome feito em Portugal".A Península de Setúbal é, pois, uma região pioneira na elaboração de produtos vinícolas dereconhecida qualidade, como é o caso do Moscatel de Setúbal, vinho generoso cuja áreaprodutiva se encontra delimitada desde 1907, não obstante a sua produção ser bastanteanterior No século XIX, a maior vinha contínua do mundo situava-se na região da Península de Setúbal: eram cerca de 4000 hectares de vinha que pertenciam a apenas um produtor. Hoje a área ocupada pela vinha situa-se entre os 10000 hectares. Situada no litoral Oeste a Sul de Lisboa, é nesta região vitivinícola que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

A Península de Setúbal apresenta dois tipos de paisagens. 
 Uma caracteriza-se pelo seu relevo mais acentuado com vinhas plantadas em solos argilo-calcários, entre os 100 e os 500 metros, aproveitando as encostas da Serra da Arrábida que as protegem do oceano Atlântico. 

A outra zona que representa, cerca de 80% do total da região, abrange terras planas ou com suaves ondulações, raramente ultrapassando os 150 m de altura. Estes terrenos são compostos por solos de areia, tornando-os bastante pobres e perfeitamente adaptados à produção de uvas de grande qualidade.

O clima da região é mediterrânico temperado com Verões quentes e secos e Invernos amenos e chuvosos. A humidade relativa média anual situa-se entre os 75% a 80%, o que reflecte a proximidade do mar. 

A Península de Setúbal compreende duas Denominações de Origem (Palmela e Setúbal) e a designação de vinhos regionais Península de Setúbal. A maior parte dos vinhos da região utilizam a casta Castelão na sua composição. Esta é a casta tradicional da zona e a legislação para a produção de vinhos DO obriga à utilização de uma percentagem elevada de Castelão, por exemplo o DO de Palmela tem de ser constituído por 66,7% desta casta. 

Por vezes, a Castelão é misturada com a casta Alfrocheiro ou Trincadeira. Dados de Produção de Setúbal Variedades Tintas: Alfrocheiro, Cabernet Sauvignon, Espadeiro, Merlot e Periquita (Castelão Francês) Variedades Brancas: Arinto, Chardonnay, Fernão-Pires, Moscatel de Setúbal, Rabo de Ovelha, Síria e Tamarez As características mais marcantes dos novos vinhos da Península de Setúbal são os aromas florais nos brancos e os sabores suaves a especiarias e frutos silvestres nos tintos.

DOC PALMELA 
Palmela tem origem romana e foi pertença dos Árabes até 1148. Recebeu o seu primeiro foral, dado por D. Afonso Henriques, em 1185. Nesse foral fala-se da vinha e do vinho na região, o que confirma a tradição vitivinícola nesta zona. Região fértil, não longe do mar, tem na Quinta do Anjo um núcleo importante de sepulturas neolíticas, datado de há cinco mil anos. 
FORAL MANUELINO DE PALMELA

 O clima da região é sub-tropical e mediterrânico, com amplitudes térmicas médias, sendo influenciado pela proximidade do mar e pelas bacias hidrográficas dos rios Tejo e Sado. Área Geográfica A área geográfica correspondente à Denominação de Origem Controlada "Palmela" abrange os concelhos de Montijo, Palmela e Setúbal e parte da freguesia de Nossa Senhora do Castelo, do concelho de Sesimbra.

DOC Setúbal 
Os vinhos com direito à denominação de origem Moscatel de Setúbal sãoproduzidos numa região delimitada pelos concelhos de Palmela, Setúbal e parte do concelhode Sesimbra. 

Existem dois tipos de Moscatel de Setúbal, o branco e o roxo, elaborados,respectivamente, a partir das castas Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo. De acordo com alegislação as designações tradicionais "Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo" só podem serusadas quando estas castas contribuirem com, pelo menos, 85% do mosto utilizado (67%, nocaso do "Setúbal"). Os vinhos só podem ser engarrafados após um estágio mínimo de 24meses 
AQUEDUTO DE SETUBAL

O Moscatel de Setúbal é um vinho generoso de excelente qualidade, em especial quando envelhecido durante largos anos em barricas de carvalho. Trata-se de um vinho de aroma muito intenso, a flores de laranjeira, com sabor meloso e cheio, que evolui com a idade para notas de frutos secos, passas e café. 

MOSCATEL ROXO 
Produzidos em pequena quantidade, os vinhos licorosos elaborados a partir da casta Moscatel Roxo têm características semelhantes ao Moscatel de Setúbal, no entanto são mais finos e apresentam aromas e sabores muito complexos de laranja amarga, passas de uva, figos e avelãs. 
A casta tinta Moscatel Galego Roxo existe em pequena quantidade na Península de Setúbal e produz um vinho generoso semelhante ao "Moscatel de Setúbal", contudo de aromas e sabores mais complexos. A Moscatel Galego Roxo é muitas vezes atacada por pássaros, devido ao aroma e doçura dos seus bagos. O aspecto desta casta é bastante diferente da casta Moscatel: os cachos e bagos são mais pequenos e apresentam uma cor rosada. Os vinhos produzidos por esta casta apresentam um elevado grau de doçura, são muito aromáticos e de sabor persistente. A casta Moscatel Galego Roxo é uma das castas "primárias", por isso é determinante no aroma e paladar de um vinho. 

ROTA DE VINHOS

Terra de grandes tradições vitícolas, a chamada Costa Azul, localizada a sul do estuário do Tejo, é o reino de duas castas de muita fama: o Castelão, dominante na região de Palmela; e a casta branca Moscatel, centrada na região de Setúbal e, em particular, nas encostas da serra da Arrábida, ligada ao vinho licoroso conhecido, precisamente, por Moscatel de Setúbal.

Mas há muito mais do que vinho na região do Castelão e do Moscatel. Desde logo, os estuários do Tejo e do Sado proporcionam uma variedade de plantas e animais digna de nota, desde garças a flamingos, de pernilongos a tarambolas e pilritos. Passeios fluviais no Sado podem proporcionar experiências inesquecíveis de observação da natureza. O Parque Natural da Serra da Arrábida é destino obrigatório e compensador. O enternecedor Portinho da Arrábida, a Península de Tróia, cidades como Setúbal, a vetusta Palmela ou Alcácer do Sal, justificam visitas demoradas. E há, também, a possibilidade de visitar adegas, de jogar golfe e de programar rotas de pendor ora mais histórico e monumental, ora mais vitícola e gastronómico, ou tudo isso junto.


E como bons vinhos e especialidades culinárias costumam andar juntos, a região de Palmela e da Península de Setúbal é rica na tradição gastronómica. Do mar e dos rios saem pretextos para as caldeiradas, o ensopado de enguias ou as ditas fritas com açorda, a massa de safio; de doces e remotas tradições saem as famosas tortas de Azeitão, os suspiros, as fogaças de Palmela e outras perdições, que ligam bem com a delicadeza de um vinho licoroso feito com a perfumada casta Moscatel.



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HOJE NO
"PÚBLICO"

PSD dá ano e meio sem pagar a casa 
às famílias em dificuldades 

As famílias em dificuldades que entrem em incumprimento no crédito à habitação deverão poder estar ano e meio sem pagar o empréstimo ou até quatro anos só a pagar os juros, segundo uma proposta do PSD. Esta proposta visa criar um regime extraordinário de protecção aos devedores “em situação económica muito difícil”, no âmbito do qual a margem (spread) de taxa de juro que os bancos podem cobrar, durante aqueles períodos, fica limitada a 0,25% sobre as taxas Euribor, segundo o Jornal de Negócios, que avança a notícia nesta segunda-feira. A entrada neste regime obriga os bancos a estabelecerem um plano de reestruturação da dívida, que pode ser solicitado pelos próprios clientes em incumprimento, refere o mesmo jornal. 

O prazo do empréstimo poderá ser alargado até aos 75 anos. Uma das opções possíveis para estas famílias será a de entregarem o imóvel ao banco com a opção de o arrendarem. Neste caso, o valor da renda que substitui a prestação do empréstimo ficaria limitada a 45% do salário de quem entrega a habitação. Só poderão beneficiar deste regime os agregados com pelo menos um dos membros no desemprego ou que tenham sofrido uma redução significativa do rendimento anual, com aumento da taxa de esforço para 55% nos agregados sem dependentes, ou para 50% nos agregados com dependentes. 

Além disso, estas famílias não poderão ter outros bens ou património suficiente para saldar a dívida e não podem ter, no momento do incumprimento, um rendimento bruto superior a 25 mil euros anuais. 

O PSD vai apresentar também outra proposta mais geral, sobre as regras do crédito à habitação, com mais salvaguardas para os devedores, incluindo a proibição de alteração unilateral da margem (spread) pelos bancos. Pretende-se também proibir a subida de spread em caso de divórcio ou viuvez, ainda segundo o Negócios, e também em caso de necessidade de arrendamento devido a desemprego do proprietário ou necessidade de mudança de casa. O CDS-PP, o Bloco de Esquerda e o PCP apresentaram também propostas de lei no sentido de maior protecção das famílias no caso de falhas no pagamento do crédito à habitação. 


* Parece uma boa medida mas ainda não vimos a outra face da medalha. A Toika, o Governo e a Banca não são propriamente entidades filantrópicas! 

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FILOSOFIA XOCOLATEIRA






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